Nós, os beneficiários de patrimônio transmitido entre membros da linha sucessória direta e cônjuge sempre rotulados de destinatários de riqueza espúria pelos invejosos e os que ignoram por malícia (interesse próprio) ou por falta de conhecimento das implicações danosas às famílias do Imposto sobre Herança, motivou-me a elaborar este Blog cujo objetivo principal é o de evidenciar a relação da sociedade (inveja), da religião (busca de poder) e da politica brasileiras (busca de votos) com este tributo, na esperança de conscientizar o maior número de pessoas sobre este assunto. Não é o de ensinar detalhes da legislação a que se refere, mas sim o de ensinar o que o ensino considerado "correto" não ensina e a maioria não aprende no que está envolvido na vida diária.
Desde que o dinheiro foi inventado ele sempre
representou uma fonte de prazer e escravidão para a humanidade. As diferenças
naturais entre os humanos passou a existir também em forma de expressão
monetária e as diferenças de possibilidades diretamente ligadas ao dinheiro deu
inicio a eterna guerra dos pobres contra os ricos e, com isso, surgiram os
fomentadores e aproveitadores dela, que criaram a "teoria da conspiração" dos ricos contra os pobres. A riqueza nunca teve descanso dos ataques
da pobreza, desde a antiga Suméria.
Em 1911 Rui Barbosa disse: “A Sã Política é filha da Moral e da Razão”. Em 2016. Luiz Verri disse: “A Vã Política é filha da imoralidade, da Corrupção, da Mentira e do Engano. Com estas premissas é de se questionar quantos são os que têm a humildade de se curvarem a autocrítica. Some-se a isso o fato de o Ser Humano gostar da inércia, da manutenção do mesmo e não gosta e até teme a mudança. E sem questionar, especialmente a si mesmo, não se sai do lugar, não há evolução tanto individual quanto coletiva, e sim só repetição do mesmo de sempre. Em todas as áreas, é saudável de vez em quando colocar um ponto de interrogação nas coisas que naturalmente são aceitas como verdadeiras (Bertrand Russell).
A inveja já foi considerada um dos
sete pecados capitais antes de se tornar uma das virtudes mais admiradas com
seu novo nome: "justiça social" [Thomas Sowell]
Mesmo quando o motivo subjacente seja o mero interesse próprio, a natureza humana dos solidariopatas dissimula esse desagradável impulso atrás de uma capa de aparente lógica, bom senso e preocupação humanitária. É muito difícil distinguir se as intenções de alguém que nos cerca são genuínas ou não. Mas, uma coisa é fato: a falsidade sempre existiu. Daí o adágio: confiar é bom, mas desconfiar é ainda melhor!
O socialista não gosta de ouvir verdades de outros, e sim as ‘verdades’ dele na boca de outros. O socialista não gosta de liberdade de escolha porque os outros podem não escolher o socialismo. Todos deveriam se forçar a considerar argumentos opostos, especialmente quando eles desafiam as ideais mais amadas. Pior do que a ignorância é a ilusão do conhecimento que faz com que muitos caminhem ao lado do abismo sem perceber, ou vão direto ao encontro dele com a mais forte convicção e determinação, até perceberem que já é tarde demais.
Na vida há coisas que se encontram veladas a ponto de não serem percebidas sem uma adequada astúcia ou compreendidas sem uma profunda reflexão. E sem uma abordagem adequada ainda podem produzir um equivocado entendimento e um precário valor [ou prejuízo] ao indivíduo despreparado. Os órgãos dos sentidos são imprecisos e facilmente ficam desnorteados por força das falsas impressões.
Importante saber desde já que há muitas coisas ruins consideradas boas pela massa de pessoas comuns e vice-versa. Na idade média um rumor insano levava meses, às vezes anos, para percorrer o mundo a cavalo. Em nossa época, percorre o mundo via fibra ótica em segundos. Assim, os desatinos populares (e a mídia) têm sobre o povo poder que jamais tiveram sobre nossos antepassados. Seus efeitos também são tão desastrosos quanto a velocidade de sua difusão e poder maléfico. Há muitas glórias junto aos homens que são coisas vãs. Tudo se encontra em um processo contínuo de transformação e as causas mudam de inúmeras maneiras, e cada vez com mais velocidade. Quase nada é estável e no futuro tudo desvanece. De modo que, para alguém se considerar dotado de habilidade e conhecimento é preciso – no mínimo – estar ciente de que há princípio e fim para tudo no universo. Muitas verdades produtoras de guerras no passado hoje são consideradas mentiras. É importante saber se capacitar para nortear-se de maneira propicia uma vez que se pode trilhar tanto o bom caminho quanto o mau. Há muitas coisas [a maioria] que no decorrer da existência gozam de elevado apreço, mas que não passam de coisas vãs que se deterioram, insignificâncias, pequenos cães que se mordem, disputas vazias e sórdidas. É um erro deixar-se seduzir inteiramente pela imaginação que, com efeito, é um hábito de quase todos os humanos.
O que parece ser, em muitas vezes, não é como parece! Os males do ITCMD ensejam – no mínimo – uma reflexão de profícuo interesse público. Contudo, a desinformação é a maior causa desse tipo de negligência (confusão), não permite ver com clareza e faz com que críticas ao ITCMD sejam interpretadas como desprezo aos pobres OU legislando em causa própria OU não sejam nem discutíveis, apenas em razão do preconceito, aceitos por quase todos consensualmente, de que o rico deve pagar a conta dos pobres a qualquer custo.
O Lobo socialista em pele de cordeiro, cedo ou tarde, deixará o rabo aparecer, porém, até lá muito estrago já terá sido feito. É fácil de se entender o porquê de a reforma tributária [ref.2021] do governo “liberal” não ter proposto o fim do ITCMD que equivaleria a uma desestatização do abuso do Estado na riqueza já toda tributada das famílias, sobretudo em razão de falecimento. Eleitoralmente é mais fácil triturar o rico do que estudar, refletir e ter a coragem de ir contra o absurdo tributário do ITCMD. Essa cegueira faz com que o governo só enxergue o que arrecada, e nunca a desgraça nas famílias vinculadas à arrecadação do ITCMD. A quase totalidade dos brasileiros não desenvolveu o senso crítico e tornou-se mero seguidor de boiada.
Os artistas apoiam a ideologia petista ou o dinheiro da Lei Rouanet? Os socialistas acusam os apoiadores da liberdade individual e econômica de apoiarem o liberalismo porque são ricos. Os liberais acusam os socialistas de apoiarem o socialismo porque o prejuízo é posto na conta dos outros que consideram ricos. Em ambos os lados há o ignorante seguidor de boiada que não sabe o que apoia. Existir contradições é útil ao desenvolvimento, haja vista que toda certeza começou em uma dúvida. Mas, no Brasil, as contradições parecem não objetivar o aprimoramento e sim o prejuízo alheio. Um fato a favor disso é a existência marcante de apoio na sociedade brasileira do discurso político socialista contra a riqueza e da marginalização dos ricos, não obstante a realidade diariamente se oponha ao idealismo socialista e ratifica as teorias liberais. No Brasil, é sempre atual considerar que confiar é útil, mas desconfiar é ainda melhor. É preciso desconfiar de todo idealista, cujo prejuízo do idealismo é posto na conta de outros, tanto quanto daqueles que lucram com o idealismo.
A inteligência não tem só a ver com o conhecimento adquirido. A verdadeira inteligência vem de uma capacidade de avaliar diversos os dados e fazer uma determinação concatenada razoável. Os povos antigos usavam sua inteligência para determinar padrões meteorológicos, julgar técnicas de caça e planejar para o ano futuro sem satélites ou computadores. As pessoas modernas não seriam, a priori, mais inteligentes do que aquelas que as precederam. Não, não são. Os povos antigos parecem mais inteligentes e sábios. Só um idiota pensaria o contrário. Com base nesse entendimento, muitos acreditam que não importa se o Estado (sentido amplo) é ineficiente com seus gastos, e até corrupto, o que importa é aumentar a arrecadação para equilibrar as contas e, para isso, ainda há ricos que podem ser mais tributados, com o argumento moral de ser apenas uma "justa" transferência de dinheiro dos "favorecidos" (os ricos marginalizados) aos desfavorecidos (vitimas glorificadas) por meio do governo! A falta de discernimento agravada pela inveja faz com que os “intelectuais” solidariopatas brasileiros atribuam a culpa aos ricos (seja o que isto representar para a visão míope deles) pelas mazelas sociais do Brasil, quando, na verdade, o culpado é a corrupção na administração dos gastos públicos sobretudo na educação.
Some-se a isso os ruídos gerados pela subjetividade do emissor e do receptor de qualquer informação. Chove na Amazônia por que tem floresta, ou tem floresta porque chove? Isso é motivo de discórdia entre ambientalistas. A extrema pobreza leva as universitárias cubanas à se prostituírem ou a educação é tão elevada em cuba que até as prostitutas são universitárias? Isso é motivo de discórdia entre os apoiadores do regime comunista cubano e seus opositores. Apoia o capitalismo porque é rico, ou é rico porque nasceu em país capitalista e obteve o sucesso possibilitado por este sistema? O capitalismo produz corrupção, ou a corrupção destrói o capitalismo? O governo existe para as famílias ou estas vivem para o governo? A resposta a esta questão é motivo de divergência entre os capitalistas e os "capicomunistas" brasileiros. A desigualdade de informações, a desigualdade na interpretação das informações e a desigualdade moral produzem grandes divergências políticas. Duas coisas são unânimes, os que defendem o ITCMD são os que não têm patrimônio a perder. Aqueles que mais falam que dinheiro não é importante são os que não o tem.
Há muitas razões para os brasileiros conscientes estarem cansados de manter a máquina estatal brasileira e uma das mais terríveis é o ITCMD. Consciente, semiconsciente ou inconsciente, a justificação do ITCMD baseia-se na marginalização da riqueza e glorificação da pobreza que foi disseminada na cultura ocidental pelos interesses do Vaticano que gerou o ódio dos pobres pelos ricos fazendo aqueles acreditarem que a riqueza e a pobreza são variáveis de uma equação de soma zero: o que sobra para um é o que falta para outro(s). O fato de a soma de todas as contas de comércio exterior de todos os países do mundo ser uma soma de resultado zero não implica que a riqueza e a pobreza de cada indivíduo de cada país seja uma equação de soma zero.
Todo cuidado é pouco com aqueles que afagam os ricos (quando precisam deles), mas que usam (e se dizem seguidores) da religião da massa simplória de senso crítico que diz que o mal da humanidade é o dinheiro para iludirem estes subsidiando o discurso eleitoreiro com alegação de que o rico é um vilão egoísta e o Estado deve tributá-los (não importa a forma) para distribuir a renda com os pobres, etc. como se ainda estivéssemos na sociedade do século XVII, no apogeu do mercantilismo.
A ignorância já foi a regra para quase todos os humanos no planeta. No ocidente, somente o clérigo católico possuía bibliotecas (e tirou muito proveito espúrio disso). Hoje, na era da informação à distância de um click, é uma opção. O Ser Humano acredita no que vê tanto quanto só vê o que acredita. Ninguém acredita no que não entende. O entendimento exige muito esforço mental, coisa que a maioria, em todos os tempos, não se dispõe a fazer. A existência de pessoas dando atenção aos psicóticos-solidários é prova incontestável de que o povo brasileiro não aprende com a história, e sobretudo com a própria história! Sempre haverá quem apoie os absurdos da distopia socialista, sobretudo por entendê-lo de forma equivocada, apenas pelos interesses de quem manipula as massas pelos próprios interesses. Além disso, a história da humanidade registra desde a antiguidade a existência de pessoas que preferiam ter uma vida de escravo em troca da “segurança” da “certeza” de poder se alimentar diariamente a tentar consegui-lo por conta própria.
Disse Fiódor Dostoiévisk [1821 - 1881]: “A tolerância [o atual politicamente correto] chegará a tal ponto que as pessoas inteligentes serão proibidas de fazer qualquer reflexão para não ofender os imbecis”. Nós vivemos uma geração de pessoas emocionalmente fracas e muitas outras se fazendo de fracas para tirarem algum proveito torpe disso. Tudo tem que ser abafado porque é ofensivo, inclusive a verdade. Todavia, a vida não perguntará se alguém quer ou não ser forte, ela te exigirá esta condição para o sucesso. É realmente espantoso o fato de a ignorância e a vontade de agradar serem mais poderosas do que a sabedoria! A humanidade sempre preferiu mentiras agradáveis a ter que conviver com verdades por vezes dolorosas, mas que estimulam a reflexão e levam ao verdadeiro conhecimento. Isto explica o abandono (pouca importância) ou a substituição do lema platônico – a cada um de acordo com sua natureza e ações – por outro mais agradável – a cada um segundo suas necessidades. Enquanto o primeiro inclui necessariamente algum esforço, o segundo acena com um estado de coisas paradisíaco ou nirvânico onde todos terão suas necessidades atendidas, tal como também é vendido o paraíso cristão.
A necessidade de projetar a culpa por seus erros e frustrações em bodes expiatórios considerados na condição oposta: os considerados ricos e felizes. Faz com que a política da DEMOCRISIA (fusão da democracia com hipocrisia) brasileira tente – para agradar a todos - conciliar duas crenças opostas, conflitivas ou inconsistentes entre si: capitalismo com o ITCMD do comunismo e socialismo-cristão, que bombardeia o individuo que usufrui o que obteve com seu trabalho com a noção de não passar de um ladrão responsável pela miséria que o circunda. O ITCMD no Brasil representa uma clara interferência dos interesses espúrios de poder das crenças da religião cristã na política há muitos séculos. E retrata bem a condição de um Estado 'dono' do seu povo e não de existir para servi-lo.
"Quase sempre o solidário não está lá para ajudar" (Trent Shelton)
Tal como o aquecimento global é usado como desculpa para a implantação do socialismo global (o desenvolvimento dos países ricos culpado pelos problemas climáticos nos países pobres), são clássicas as fotos de crianças morrendo de inanição com a frase: “E você, não tem nada a ver com isto? Para gerar ou incrementar a culpa ou, ainda, apenas para produzir um constrangimento moral com o objetivo final de dominar o público-alvo pelo sentimento de culpa, sobretudo as massas inseguras e supersticiosas. Dominados pela crença da marginalização da riqueza, pessoas simplórias de senso crítico acreditam que os socialistas são bonzinhos e sinceramente preocupados com os humanos mais desfavorecidos de renda e cultura e que os seus opositores tachados de capitalistas são egoístas malvados, mentirosos e preocupados apenas consigo mesmo. Este conceito é baseado em crenças sem lógica, sem comprovação e puramente com o interesse de tirar proveito espúrio das diferenças sociais e culturais com falácias de “teoria da conspiração” jogando pobres contra ricos que vão ao encontro da psicologia dos interesses egoístas dos que os apoiam, principalmente: insegurança, medo da pobreza, inveja. É preciso estar muito seguro de seus valores morais para dizer: NÃO (sem sentimento de culpa) e resistir a pressão ardil dos ignorantes, hipócritas que se intitulam progressistas (na verdade retrógrados) em relação aos que denominam conservadores retrógrados (na verdade progressistas). A Bíblia nos diz que sempre haverá pobres na Terra (Deut.15:11).
Todo comunista (seja de que tipo ou seita religiosa for) é também um frustrado (e invejoso) que carrega consigo um sentimento de incompetente fracassado que pensa que as pessoas de sucesso (seja o que isto representar ao fracassado) lhe devem alguma coisa. Em razão disso, os defensores da psicótica solidariedade (mera dissimulação moral da inveja) só enxergam o sucesso dos que consideram ricos e nunca as dificuldades passadas até consegui-lo!
À parte o interesse eleitoreiro, há muitos que de
fato pensam poder apaziguar os tiranos e transformá-los em pessoas boas, como
também transformar pobres em ricos assaltando os ricos, diminuindo-lhes suas
riquezas lícitas, e transferindo-as para um Estado (sentido amplo) ineficiente e manchado de corrupção, tal como a pandemia do COVID-19 evidenciou em 2020. É triste constatar que a maioria no Brasil lembra os “idiotas
úteis” de Lenin, dos quais é facílimo esconder os verdadeiros objetivos por
trás da aparência.
Para conhecer os homens é preciso vê-los agir. No mundo dos salões nós os ouvimos falar, eles mostram seus discursos e escondem suas ações; mas na história eles são desmascarados e serão julgados a partir dos fatos. [Jean-Jacques Rousseau].
Dependendo de como agir com a arma, será um bom ou mau rapaz !
Deus
agiu com desigualdade ao impor limites à inteligência dos homens e nenhum à
burrice.
“O
mais importante é invisível aos olhos”
[Antoine de Saint-Exupéry – 1900-1944).
"Há muito ardil e violência escondidos em fachada de bondade."
A IMAGEM ABAIXO RETRATA O "SOLIDARIOPATA" QUE USA O DISCURSO DA 'SOLIDARIEDADE DESVIRTUADA' E A 'DESIGUALDADE NATURAL' ENTRE OS HOMENS PARA OS INTERESSES PRÓPRIOS INCONFESSÁVEIS .
Quando as lâmpadas surgiram, os socialistas disseram que se tratava de uma invenção para entreter gente rica. Que as pessoas comuns continuariam usando velas. Quando os aviões surgiram disseram que só as pessoas muito ricas fariam essas viagens. Que jamais superariam o custo benefício dos navios. Quando o computador surgiu, disseram que jamais haveria mais do que dois ou três desses no mundo. Quando o Iphone surgiu, disseram: duzentos dólares por um telefone? Esqueça! É coisa de rico! De fato, se o sistema econômico fosse socialista essas inovações nem teriam sido criadas, e, se fossem, seriam importadas para uso apenas dos poucos no poder “socialista”. O crescimento econômico e social possibilitado pelo capitalismo fez com que a riqueza relativa do passado equivalesse à pobreza de hoje. Os países distantes da liberdade econômica permaneceram com menos desigualdades sociais, porém, com a igualdade nivelada por baixo e a maioria de seus poucos ricos ainda com a riqueza do passado. É claro que a perfeição quase sempre na vida é uma meta inatingível e com o capitalismo não é diferente. Há países capitalistas onde a renda é distribuída menos desigualmente (Noruega) e outros mais desigualmente (USA), mas também onde é melhor ser pobre nele do que rico em um país onde a igualdade é nivelada por baixo, a exemplo de Cuba, Venezuela e Coréia do Norte, exceto para seus lideres políticos. Os políticos críticos do capitalismo vivem da maximização dos problemas do capitalismo e minimização de suas vantagens incontestáveis. Fizeram da mentira o trabalho de suas vidas, em razão da massa estupidificada que lhes dão atenção. É um grande equívoco acreditar que exista uma relação direta, pura e simples, ou preponderantemente, entre desenvolvimento e igualdade social. Os países capitalistas tidos por desenvolvidos também possuem desigualdades sociais, o fato de serem menores, como nos países nórdicos, se deve muito a baixíssima corrupção na administração e política públicas e não apenas ao desenvolvimento em si.
Como consequência direta da crença na "marginalização da riqueza", uma característica marcante da massa de eleitores brasileiros é a de não enxergar que o rico é aquele que faz algo por alguém e em contrapartida recebe de forma LIVRE o dinheiro pelo que fez. Que os ricos recolhem bilhões de impostos diretos (ex. I.Renda) e indiretos (ex. ICMS) tanto como contribuintes de fato (gasto de suas rendas) quanto como contribuintes de direito, em suas atividades empresariais, onde muitos trabalham de domingo a domingo para mantê-la viva, e cujo dinheiro de tributos é direcionado compulsoriamente ao Estado (sentido amplo) ineficaz e corrupto que parece trabalhar para aumentar a pobreza ao invés de reduzi-la.
Dominados pela crença da marginalização da riqueza, pessoas simplórias de senso crítico acreditam que os socialistas são bonzinhos e sinceramente preocupados com os humanos mais desfavorecidos de renda e cultura e que os seus opositores tachados de capitalistas são egoístas malvados, mentirosos e preocupados apenas consigo mesmo. Este conceito é baseado em crenças sem lógica, sem comprovação e puramente com o interesse de tirar proveito espúrio das diferenças sociais e culturais com falácias de “teoria da conspiração” jogando pobres contra ricos que vão ao encontro da psicologia dos interesses egoístas dos que os apoiam, principalmente: insegurança, medo da pobreza, inveja.
Deve ser observado ainda que todos os humanos mentalmente sadios desejam estar à altura do seu potencial máximo e só isto já faz com que os ideais socialistas vão de encontro com a natureza humana comum a todos, exceto para os socialistas revolucionários. Isto por si só faz com que o ITCMD represente um grande obstáculo ao desenvolvimento social, pois representa um grande obstáculo ao crescimento. É muito característico do socialista ser invejoso, de baixa autoestima e ignorante. Quanto pior o caráter, maior o interesse e talento para dissimular na mentira.
E ainda há brasileiro defendendo político que apoia os
políticos da política cubana.
O ódio pode encobrir-se com fingimento.
A língua mentirosa
detesta aos que ela elogia.
(Provérbios - Salomão)
Fonte: UOL. 27/07/2021
Violência e ardil se escondem em fachada de bondade. Daí o adágio: "confiar é bom, mas desconfiar é ainda melhor"
Pouquíssimos percebem a estratégia de dissimulação que coloca o capitalismo, os direitos de propriedade, e a prosperidade das famílias sob assalto e inseguros, sobretudo da classe média. Poucos percebem a contradição da vida dos "intelectuais" do socialismo com as ideias que pregam. Quase ninguém percebe o papel do ITCMD neste objetivo em razão da crença secular de que os ricos (vilões) devem pagar a conta de qualquer forma, inclusive com confisco de patrimônio de forma supostamente "licita". O ITCMD faz com que quanto mais distante da pobreza mais será punido com confisco de patrimônio já todo tributado. É um estímulo a não prosperar de forma máxima possível para a família, pois quanto maior a prosperidade, maior será a punição pelo confisco (ou risco de). É como se a parcela mais próspera devesse ser oprimida apenas pelo fato de existir a pobreza, e que esta fosse prejudicada por aquela e o governo estadual fosse um justiceiro, no pior termo da palavra, e não um administrador do orçamento público originado de arrecadação de fato e de direito lícita e moral.
Ainda que triturasses o tolo no socador, entre os grãos quebrados com o pilão, não se separaria dele a insensatez.
(Provérbios - Salomão)
Um estudo
conduzido online pelo instituto britânico Ipsis MORI com pessoas de 33 países
entre os dias 1º e 16 º de outubro de 2015 revelou que os participantes
brasileiros não souberam responder alguns dados básicos a respeito do Brasil,
mas isso ainda não faz do brasileiro o terceiro mais idiota do mundo ! Contudo,
não fique triste, pois há um grande esforço em curso para merecermos esse
título de diversas outras formas !
O ITCMD representa confisco patrimonial sob o nome de imposto. É de indignar o uso de tanta rigidez para propósito tão falacioso quanto fascista e comunista em um Estado (sentido amplo) cuja constituição diz ser “capitalista” comprometida com a liberdade individual e econômica. É o vício público locupletando-se da virtude particular. O ITCMD representa uma permanente ameaça à riqueza, de prolongar o absolutismo ancestral, a despeito dos progressos da cultura. Não marcha no rumo da história, mas para tentar pará-la. É contra o capitalismo pelo que tem de avançado – a liberdade, e não pelos seus defeitos. A maioria vive na fase da incompetência do tipo não sabe que não sabe; outros na fase sabem que não sabem, mas têm preguiça de querer saber o que deveriam saber; uma minoria sabe, mas equivale a um solitário nadando em um mar cheio de tubarão chamado Brasil.
Ronald Reagan apontou que o comunismo não é nem um sistema político, nem econômico – é uma forma de insanidade – uma aberração temporária que um dia desaparecerá da face da Terra porque é contrária à natureza humana.
O autor do Blog vê o ITCMD como um resquício do poder da religião católica e da mentalidade comunista [o Estado Soberano] na vida dos brasileiros. E representa a ansiedade de tributar com desrespeito à capacidade contributiva líquida forçando, na maioria das situações, a execução forçada de patrimônio, colocando compulsoriamente até pessoas absolutamente incapazes no pólo passivo da obrigação tributária. Tributação esta que sempre ocorrerá quando os herdeiros, legatários e donatários alienarem os bens recebidos e/ou gastarem o valor monetário que lhes corresponda, quando serão gerados os tributos: impostos, taxas e contribuições. Na essência todos são intermediários da riqueza. O papel (importância) dos ricos na intermediação não pode ser ignorada ou subestimada. A riqueza é a principal graxa que faz as rodas girarem, a chave que destranca a porta, o vento sob as asas, o vento que movimenta o barco. O dinheiro está por toda a parte e em tudo que prospera. Ninguém sabe mais isso do que o clérigo do bilionário Vaticano, que também ilustra bem o quanto o ser humano é fácil de ser enganado: "Eu sou o seu pastor e nada ME faltará". O capitalismo brasileiro parece mais direcionado ao enriquecimento do Estado (sentido amplo) e menos aos das famílias, é preciso eliminar esse resquício cultural religioso-monárquico-comunista do sistema econômico capitalista brasileiro que é um desestímulo a riqueza das famílias, núcleo da organização social, mola propulsora do desenvolvimento humano [sentido amplo] e objetivo maior da prosperidade da nação.
Embora a insanidade se manifeste de modos variados, os mecanismos psicológicos que a sustenta permanecem os mesmos desde o início da humanidade. Ninguém em sã consciência pode duvidar de que, por maior que seja o número de lâmpadas acesas, a invencibilidade das trevas é insuperável, haja vista que a história prova que a loucura humana tem passado glorioso e futuro promissor. Desta feita, são detalhados o que está associado a este suposto critério de justiça fiscal e convido o leitor a refletir até que ponto a riqueza e os ricos têm de culpa nas questões sociais da miséria, da degradação urbana, das favelas, etc, e a quem serve a arrecadação para a indústria da caridade em nome do "interesse público", do coletivo acima do individual (presente no capitalismo, mas cujo exagero só é típico do comunismo) e a lógica em NÃO incidir o imposto na doação para:
(1) Templos de qualquer culto (Eu sou o seu pastor e nada ME faltará). Ao longo de séculos, manteve-se a doutrina – afirmada e acatada por quase todos na cultura ocidental – de que um rei, ungido, era o mensageiro de Deus; era mais sábio que os seus súditos e possuía poderes sobrenaturais. Até princípios do século XIX, pessoas doentes esperavam ser curadas pelo simples toque da mão dos prepostos na Terra do Rei celestial, embora os médicos fossem mais eficazes, mesmo assim optavam por não opinar contra o desejo ardente de seus pacientes experimentarem o poder do Rei. Até porque em nada resultaria. Essa doutrina da superioridade de um ser paternal e dos poderes sobre-humanos dos que o representa ainda existe de forma semiconsciente e até inconsciente na massa simplória da humanidade no lado ocidental do planeta. Eles não sabem como Deus se comunica com eles, mas o fato social da subserviência cultural ao mistério, ao insondável, ao enigmático desde que não faça mal e nada custe em termos financeiros sempre atraiu a maioria na humanidade.
A Instituição Católica bilionária do Vaticano (que não paga impostos) recebe patrimônio gratuitamente de doadores que construíram o patrimônio doado todo tributado com muito sangue e suor; apoia-se em doutrina que marginaliza a riqueza e apoia líderes socialistas revolucionários de países que escravizam o povo.
Imagem de um protesto em Viarregio, Italia, contra o apoio a ditadores comunistas pelo Vaticano.
Onde há Estado deve haver o poder de tributar. Não há governabilidade sem tributação, pois se o governo não tivesse a capacidade de tributar para quitar a dívida ninguém emprestaria ao governo. Na economia contemporânea os fundos que o governo gasta em qualquer área são, em última instância, arrecadados por meio da tributação, haja vista a impossibilidade de produzir dinheiro sem limite para todas as necessidades fato que desvalorizaria a moeda e geraria inflação. CONTUDO, o poder de tributar também é o poder de destruir. O Vaticano percebeu isso desde os primórdios de seu interesse de poder. Ninguém entende mais de dinheiro do que o bilionário Vaticano, de modo que com a sua secreta cumplicidade com os interesses confessáveis e inconfessáveis dos chefes dos poderes dos Estados ao longo de muitos séculos conseguiu proteger-se da pior hipótese de perseguição política com a ferramenta da imunidade de impostos.
Seu líder máximo faz discurso falando que adoraria ver uma igreja pobre voltada para os pobres, mas sem saber o total e as condições de seu bilionário patrimônio imobiliário não trabalha para propor o fim da imunidade de impostos e não doa seus imóveis aos sem-teto! Repito: quase sempre o solidário não está lá para ajudar. As atitudes de seu clérigo contradizem as próprias palavras. Para saber mais, veja o documentário no link: https://www.youtube.com/watch?v=710HBz8GmwE
PROGRESSIVIDADE DAS ALÍQUOTAS NO IMPOSTO PARA OS PRODUTORES DE RIQUEZA MATERIAL E IMUNIDADE PARA OS VENDEDORES DE ILUSÃO
A pessoa que
desconhece o que é o mundo e a natureza humana desconhece até o lugar e as
circunstâncias onde está. Observe atentamente os valores que norteiam
aqueles que buscam prestígio, o que são e as coisas às quais se furtam e
aquelas a que perseguem. Lembre-se sempre de que quão vulgares são a quase
totalidade das pessoas que se ocupam de assuntos "solidários" e que se fazem de
sábios!
A religião controla as massas, que são usadas pela política do Estado (sentido amplo) que retribui financiando a religião com imunidade para impostos. Isso começou há tantos séculos que poucos têm essa percepção.
Infelizmente, vivemos em um sistema de crenças onde é mais fácil acusar sem provas um rico de vilão do que um vilão de uma instituição religiosa; mesmo ainda depois de provado, julgado e condenado, muitos ainda têm dúvidas.
Fonte: UOL
(2) Partidos Políticos (inclusive suas fundações) com agentes políticos envolvidos em "mensalão", "lava-jato", "dinheiro na cueca", e tantas prováveis outras ainda não descobertas.
(3) Entidades Sindicais de trabalhadores; (4) Instituições de Educação e Assistência Social (sem fins lucrativos) cujos dirigentes desviam milhões para a conta pessoal com despesas sob o título “ajuda de custo”, e outras..
À luz da legislação do ITCMD todos os acima indicados valem mais do que cada brasileiro individualmente e igualmente a família brasileira que os sustentam (seus interesses públicos questionáveis) e que de fato é o núcleo da organização social, mola propulsora do desenvolvimento humano (sentido amplo) e objetivo maior da prosperidade da nação (ou deveria ser), e são instados a entregar ao Estado parte de seu patrimônio que fora construído submetido a toda tributação cabível, de forma direta ou indireta. Em razão de NÃO contemplar a não-incidência na transmissão de bens e direitos entre herdeiros, legatários e donatários da linha sucessória direta e cônjuge. E ainda, nas regras vigentes, não poder abater da base de cálculo ou do imposto devido, na Causa Mortis, os valores de doações prévias ao suposto interesse público. Isso equivale a incentivar o interesse particular disfarçado de interesse público, em detrimento da família.
A realidade atual contribui para desmoralizar a política e os seus agentes políticos, haja vista ser lógico questionar-se se estas instituições não estão financiando ilicitamente a eleição de políticos que contribuirão para manter esta realidade imutável.
Até que ponto o direito da supremacia do "interesse público" poderá ou deverá prevalecer sobre o direito à liberdade individual e das famílias de prosperarem? Até quando resquícios da cultura medieval e comunista permanecerá infiltrada na cultura política do Brasil. Ademais, no Brasil, a que se refere, na prática (e não nos livros de Direito), o interesse público!
A falta do correto entendimento faz com que a pessoa escolha o caminho errado: o mais difícil ou impossível.
Sob o prisma da analogia, querer reduzir pobreza confiscando a riqueza com o argumento de que o interesse público é soberano em relação ao individual, é como combater incêndio em gasolina com a técnica para incêndio florestal. Só a corrupção estatal sai ganhando, porque recebe mais lenha para a própria fogueira.
A mudança de tudo é uma constante,
desde fatos simples até eras de mudanças e mudanças de eras. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Quem
não observa as mudanças de sua época, quem permanece imutável, indiferente a
relevantes mudanças, poderá terminar até destruído por ela. Há mais de 2000 anos Heráclito
de Éfeso, filósofo pré-socrático considerado o “pai da dialética”, já dizia:
tudo é mudança. O escritor e futurista norte-americano Alvin Toffler, autor dos
livros “Choque do Futuro” e “A Terceira Onda” observou: O analfabeto do século
XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender (hábitos, formas de
produzir, modelos e paradigmas obsoletos, etc) e reaprender. Galileu
Galilei dizia: “não existe nada pronto e perfeito, e sim adaptações, mutações e
transformações do conhecimento”. Aprender sempre foi um desafio permanente na
vida em todas as épocas da humanidade,
ele sempre existirá na vida de todos de modo formal (estudo tradicional) ou
informal com estímulos voluntários ou involuntários (sortes e principalmente os
azares). A educação formal é muito útil, mas a autoeducação e o envolvimento permanente na aprendizagem ao longo da vida também são. O que é aprendido hoje, pode tornar-se inútil décadas após. Muitas mortes foram motivadas por "verdades" que hoje são mentiras!











