Por mais que a religião política do Vaticano diga aos devotos que supliquem a Deus para influenciar os eventos mundanos a seu favor, eles só conseguiram influenciar os incautos com promessas e terrorismo para o além-túmulo!
Segundo Martinho Lutero, o Vaticano é como aquele restaurante chique, caríssimo, mas que se você entrasse na cozinha sairia vomitando e nunca mais retornaria. Esta metáfora pode ser estendida para os defensores do socialismo quando conhecidas de perto as suas verdadeiras motivações. Karl Marx se casou com uma mulher rica, da nobreza, e enquanto pôde se aproveitar de suas posses e dotes o fez. Após isto, passou a viver de empréstimos de amigos (raramente pagos) e do pedido de ajuda a parentes da esposa (pagos na medida em que desejava que morressem para receberem parte da herança à que sua esposa tinha direito). O homem que escrevia contra a exploração dos mais pobres pelos mais ricos tinha, ele próprio, uma empregada e enquanto a esposa ia trabalhar fora, oprimia a empregada e teve um filho com ela! Obviamente com medo de ser descoberto, mandou embora a empregada (sem pagar pensão!)…Ademais, quando não estava oprimindo a empregada estava jogando, bebendo e fumando com os amigos. Apropriar-se do fruto do trabalho da esposa era de menos. Vale comentar que dos filhos que teve foi o único com uma vida produtiva, os que viveram para se tornar adultos tendo-o como pai se mataram.
O VATICANO não
teme o rico ou o pobre, MAS todo aquele que sabe pensar com senso-critico. Nada
é tão ruim que não possa piorar. E todos sabem que o Vaticano está empenhado 24
horas por dia e com muita vontade para que isso aconteça.
"Ache o começo das coisas e você entenderá bem mais."
[Abbie Farwell Brown].
O
discurso é lindo: fazer paralíticos andarem, cegos enxergarem, amar o próximo
incondicionalmente, etc. Mas, o real objetivo que foi sendo sedimentado ao
longo dos séculos é o de dominar o comportamento humano pela superstição, sentimento de medo e culpa.
A religião necessita da politica porque ela é o poder constituído no Estado atual de Direito e laico. Por sua vez a política precisa da religião para dominar os mais incautos, os mais sofridos, supersticiosos, medrosos, e a religião cristã com suas diversas seitas é a melhor para isso em razão de fazer crer em existência de inferno, castigo eterno, reencarnação, etc. Existe o preconceito quase mundial de que os homens não aceitariam os sofrimentos da vida se não houvesse uma explicação filosófica para dar suporte a uma compensação, ainda que puramente imaginaria. Imagine se um escravo não tivesse uma válvula de escape transferindo o seu desejo de vingança contra o imperador romano para as mãos de Deus! Esse é apenas um exemplo dentre milhares de outras situações do cotidiano, que sempre se atualiza. Isso fez a política não trabalhar para banir a religião cristã, e manter e tirar proveito do conluio com ela. Quando o incauto teme o inferno eterno, é obediente. Quando o político finge que é portador dos valores do “amor” de cristo, o povo incauto acredita na boa-fé. Assim caminham a humanidade, a política e a religião.
O socialista é aquele que defende uma educação
melhor para os outros, mas não presta atenção às aulas, não desliga o próprio celular,
não faz suas tarefas, não respeita seus professores, etc.. Em suma, sua defesa
por uma educação melhor é pura hipocrisia.
É exatamente óbvio que o socialismo é uma forma de governo que tanto encoraja quanto lucra com a ignorância das massas. Ele trabalha contra a educação e o aprimoramento e fortalecimento do papel individual na coletividade. O Papa Pio IX (1792 – 1878) condenou o liberalismo em sua totalidade. Ele decretou que o liberalismo era fundamentalmente incompatível com o catolicismo. E qual o temor do Papa pelo liberalismo? O liberalismo é baseado no racionalismo objetivista que inevitavelmente leva à negação da revelação, o que por sua vez encoraja o desrespeito por toda autoridade do clérigo católico. Todos os liberalismos estão inter-relacionados: individual, político, econômico, religioso. Daí o interesse do Vaticano associar liberalismo à permissividade, ao caos moral, ao egoísmo pejorativo, à ruína da sociedade e, por fim, a apoiar os absurdos socialistas. Essa é a razão da proximidade de católicos com a mentalidade anticapitalista, da adoração pelo autoflagelo, o sentimento de culpa pela riqueza e a consequente inveja de quem a possui. De modo oposto está o judaísmo que é não-dogmático e heterodoxo, que promove o desenvolvimento individual como base (célula) do aprimoramento coletivo. O seu propósito mais elevado é aperfeiçoar o homem (que não é visto como pecador) para aperfeiçoar a humanidade. Em toda casa de sonhos puritanos há uma inquietação e sinais patológicos que não podem ser ignorados.
Só Freud explica o porquê do Vaticano ser tão impensadamente aceito no mundo ocidental. Transformações radicais na ciência e na cultura produziram perturbadores contrastes com os valores do Vaticano, mas a maioria prefere recusar-se a reconhecer o “afrontosamente óbvio”. A Fé nas falácias da religião política do Vaticano faz parte da personalidade egoísta do necessitado, inseguro e supersticioso, seja o que isto representar para o devoto. O poder do Vaticano emana de agradar o erro (perdão ilimitado) e proteger o errado, inclusive a perversidade e o perverso.
Pedofilia: Igreja Católica de Portugal abusou de quase 5 mil crianças desde 1950 - https://rfi.my/99iY.W
É imprescindível
refletir sobre os malefícios da religião política do Vaticano para identificar
e remover os obstáculos criados pela insensatez e ardil humanos, com base nela,
contra a riqueza a fim de estimular e liberar a energia criadora dos indivíduos
ao invés de artifícios para dirigi-los e limitar de forma abusiva seus
interesses em nome do bem coletivo. É imprescindível libertar-se dos interesses
políticos de poder do Vaticano em que se pauta o papel do Estado capicomunista
brasileiro há muitas décadas. Ninguém se torna sábio apenas acumulando
conhecimento, é preciso saber usar este para identificar as tolices e evitá-las.
Os “progressistas” socialistas de
shopping são os mais dominados pelos interesses do Vaticano, e nem sabem disso. Dentro da sistemática milenar do
Vaticano, os devotos são castrados com a ideologia da sua religião-política que
é perceptível por poucos quando a subjugada criatura abre a boca para opinar
sobre os problemas sociais e mostrar apoio a toda forma de dominação
intelectual, cultural e moral pró interesses do Vaticano sob a falácia de que “um
mundo novo é possível” para aqueles que se submeterem as suas regras. Os
simplórios de senso-crítico caem fácil nesta armadilha. As “nobres”
mentiras do Vaticano pautadas no surrealismo platônico atendem ao mesmo
objetivo das doutrinas coletivistas racista, nazista, comunista, ou a fascista do
Estado corporativo de Benito Mussolini, e qualquer outro do tipo.
O sistema tributário de espoliação legalizada dos “mais privilegiados”, celebrado pelos incautos e os que nada tem a perder ou que invejam a riqueza como “democracia” e “justiça fiscal” para a “justiça social” faz turvar a distinção entre justiça e injustiça; como consequência, muitos entram no jogo político para reduzir a espoliação sobre si e também para espoliar seus semelhantes: princípio natural da autopreservação e do melhor custo-benefício entre trabalho e resultado.
Retirar direitos legitimamente conquistados por um indivíduo ou sociedade é praticar injustiça, ainda que respaldado em Lei. Quando uma porção de riquezas é retirada de quem a acumulou legitimamente, sem seu consentimento e sem compensação, para “benefício” de quem não a criou, seja por força ou por artifício demagógico de reduzir desigualdade, há um claro atentado contra a propriedade, há espoliação da liberdade alheia. A espoliação legalizada tem raízes na falsa filantropia baseada na falsa moral dos interesses do Vaticano. O Imposto sobre e herança representa exatamente o que a Lei deveria impedir. Na verdade, o Poder do Estado no Brasil pode ser controlado e dirigido por indivíduos que buscam benesses para si próprios com a falsidade do discurso altruísta-coletivista, da falsa filantropia, revestidos pelo manto de revolucionários e idealistas de “justiceiros sociais” promotores dos ideais da igualdade.
A política socialista trabalha para ampliar a desigualdade social; joga pobre contra rico; trabalha para manter o pobre na pobreza; e faz o discurso de que para reduzir a desigualdade deve tributar mais os ricos. Em suma, tudo para perseguir a riqueza em nome da “justiça social”, o belo disfarce da inveja, e obter dinheiro para o Estado ineficiente e corrupto. Combater a miséria, o atraso e a desigualdade não se faz perseguindo a riqueza, mas estimulando e defendendo a liberdade individual e a riqueza conquistada por cada um em um mercado livre sem igualdade de possibilidades, circunstâncias, desejos, e dos indivíduos.
A ineptocracia sempre foi
patrocinada pelo Vaticano, poucos percebem. Toda desordem civil, povo miserável e aculturado interessam ao
Vaticano.
Frase atribuída ao filósofo russo Mikhail Bakunin: “se der poder absoluto ao mais ardente dos revolucionários, em um ano será pior do que o próprio Czar.”
A sociedade começou a ser construída baseada em ignorância e poder; com o decorrer dos séculos passou cada vez mais a ser baseada em ciência e tecnologia, na qual pouquíssimos sabem algo a respeito a nível razoável. O Vaticano vive e explora a ignorância há mais de 2 mil anos. Essa mistura de ignorância e poder tem explodido na política de muitos países na forma de produção de idiotas.
Há coisas que são imperdoáveis, uma delas foi o apoio do Rubens Requião ao Lula. A cultura dos interesses políticos do Vaticano com a apologia do perdão ilimitado a tudo é a mãe dessa desgraça. A doutrina cristã do Vaticano demonizou a virtude do egoísmo tratando-o sempre como algo “eu por mim e só eu comigo”. Ignorou o egoísmo racional do : Eu me “sacrifico” por quem eu admiro, vejo valor, por um tipo de entrega que faz sentido no horizonte moral de quem pratica. Exemplo: abrir mão de si para ajudar um filho é atitude virtuosamente egoísta. Se Cristo optou por “sacrificar-se” pela humanidade, isto deve ficar restrito a uma decisão pessoal dele e jamais poderia ser usado como modelo para todos. A religião política do Vaticano retirou da massa simplória o sentido de pensar por si próprio, não aceitando imposições dos interesses do poder político como o único “justiceiro social”, mas que de fato objetiva exclusivamente colher benefício para si ou para seu grupo. A educação do Vaticano é para a subserviência, surgiu para convencer as massas a aceitarem ser subservientes ao Império Romano. A Fé nas falácias da religião política do Vaticano faz parte da personalidade egoísta do necessitado, inseguro e supersticioso, seja o que isto representar para o devoto. O poder do Vaticano emana de agradar o erro (perdão ilimitado) e proteger o errado, inclusive a perversidade e o perverso. Foi gradativamente adaptado para os interesses do Império Romano.
Para a virtude judaica mal é mal. Menor, maior, mediano..é tudo a mesma coisa. A rigidez moral dos judeus fariseus, ofendidos pelos seus opositores como hipócritas, contribui muito mais para a prosperidade do homem do que o “politicamente correto” do Vaticano, que relativiza o certo e o errado, a ponto de tratar o errado como certo e vice-versa...
Não existe organização no mundo mais assemelhada a máfia do que o Vaticano. Estão sempre disfarçados de ‘ovelhas’ bem intencionadas, bondosas e caridosas. A massa de humanos simplórios não enxerga além do teatro das aparências. O Vaticano faz a propaganda de ser um grande depositário do dinheiro dos criminosos ditadores, que, por sua vez, apoiam e são financiados pelo narcotráfico, corrupção e toda e qualquer fonte de renda ilícita. O que esperar de uma política que relativiza o certo e o errado até o ponto de não os distinguir um do outro.
Os humanos são mais viciados em fugir da realidade do que em álcool e drogas proibidas. A alienação, a maior amiga da ignorância, produzida ou estimulada pela doutrina da religião política do vaticano, produz devotos que em geral pensam que estão pensando quando estão apenas rearrumando os seus preconceitos, as suas crenças. Acreditar é mais fácil do que pensar. Por isso existem mais crentes do que pensadores.
O Vaticano sabe que, em todos os tempos, a maioria dos humanos é situado entre os homens comuns, sem poderes carismáticos particulares, cujas palavras nunca são mais que repetições daquilo que ouviu, cujas conclusões nunca vão além do que leu. São virtudes que não impressionam, que não acrescentam às existentes. Em geral são pessoas com dificuldade de aceitar e criar novidades ou desconformidade com seus critérios, não aceitam de bom grado questionamentos, dúvidas alheias, e toda novidade é vista, à priori, como falsa. Em uma sociedade dominada pelos interesses do Vaticano, declarar-se abertamente favorável ao individualismo soa mal, é mal interpretado. Some-se a isto a ignorância do verdadeiro termo “egoísmo”, cujo senso comum está relacionado à irresponsabilidade, desrespeito com outros e com a coletividade que o cerca; em contraposição ao admirado, “politicamente correto”, altruísmo-coletivista, que infringe os direitos humanos individuais e o egoísmo virtuoso representante da vocação humana para com a razão que leva os indivíduos a pautarem seus atos levando em consideração suas próprias convicções e interesses estabelecidos racionalmente.
“O verdadeiro
propósito do socialismo é superar a fase predatória do desenvolvimento humano e
avançar para além dela.” [Albert Einstein]
O que a filósofa e escritura russa Ayn Rand fala equivale a pura lógica, razão e verdade, acima de qualquer distorção dos verdadeiros princípios. Encaixa como luva no contraponto aos interesses políticos da religião política do Vaticano, que visa inverter a ordem meritocrática natural humana, e contra aqueles que só enxergam a riqueza e os ricos pelo aspecto ruim, que na maioria das vezes são críticas claramente imaginárias, motivadas pela inveja.
O direito mais legitimo é o de não ter direitos suprimidos por direitos atribuídos artificialmente a outros, seja por outro indivíduo, por grupo, ou pelo Estado, ainda mais por interesses políticos de falsos demagogos onde o bem do povo é o que menos importa. Frente a toda tremenda devoção é indispensável pensar: “por que isto ocorre?”; “De onde vem?”. Essa coisa de ‘ver o outro lado’, de tentar ver o que o outro está vendo, de tentar entender o que o outro está entendendo não pode ficar sem limites. Coletivistas defendem o sacrifício de todos os direitos individuais, a dissolução dos indivíduos em nome dos interesses de um coletivo difuso, seja ele dotado da configuração que for. Paradoxalmente, não se cansam de afirmar serem os únicos defensores de minorias. Irônico isso, para dizer o mínimo, pois, a menor minoria da Terra é o indivíduo. Aqueles que negam os direitos individuais não podem se declarar defensores das minorias. A ética altruísta-coletivista é coercitiva e injusta, ainda que “soe bem”, que pareça fazer algum sentido às almas mais incautas tal como as do tipo "mulas adestradas no curral do Vaticano". Um dos slogans mais danosos que foi imposto à humanidade é o que se refere à hipocrisia: “O maior bem para o maior número.” As propostas altruístas-coletivistas equivalem a destruir a riqueza de alguns de forma compulsória, confiscatória, apenas porque existem pobres que o capitalismo não absorveu. Os clichês se multiplicam na busca por responsabilizar outros “ricos” (seja o que isto representar na cabeça do justiceiro social), que não a própria realidade, lançado a desejos ou propósitos imaginários, tal como justificativas imaginárias de condição familiar dos “ricos”. Ao invés de enxergar o resultado de suas escolhas, enxerga uma amargurada visão construída por “outros”, por “terceiros” ou pelo “destino”. Como consequência do desvio de valores, causa e efeito, iguala eticamente o desejo de um homem produzir ao desejo de outro roubá-lo; o desejo de um homem ser livre ao desejo de outro (o Estado) escravizá-lo, onde “ricos” são vistos como animais prontos para serem sacrificados pelo Estado em nome das sacrossantas causas altruistas-coletivistas difusas de outros. Iguala um industrial a um gangster só porque ambos são egoístas. De fato, a cultura capicomunista na política ao mesmo tempo que estimula a produção também estimula o roubo do produzido. Desejos e sentimentos NÃO são premissas éticas em um mundo que deve zelar por indivíduos racionais dotados de algum bom senso e não guiados pela “ética” dos desejos.
O bem estar de alguns sempre serviu
de álibi para os tiranos populistas
Os socialistas
farão de tudo para demonstrar apreço pela “justiça social”, exceto descer das costas dos ricos.
Os “progressistas”
levam vantagens na política porque falam sofismas para a maioria que não gosta
de ler e fazer esforço para pesquisar, pensar e examinar com profundidade. Um
dos sofismas mais repetido é o da ‘progressividade VS regressividade’ da
tributação. A justiça da distribuição material da riqueza é a do livre mercado
com base na individualidade e livre arbítrio de cada um. O Estado não pode
confiscar patrimônio (ITCMD) e tributar seus contribuintes com alíquotas
progressivas, de forma compulsória, com regras que ofendem o princípio da
desigualdade perante a Lei com a justificativa falaciosa de tratar seus
contribuintes na proporção da desigualdade entre os desiguais em nome de ‘solidariedade’,
e ainda dizer que é comprometido com a proteção à liberdade individual. É
preciso ser desmascarado nessa hipocrisia.
Os 'progressistas' têm um viés cognitivo de superioridade. É o equivalente a uma ilusão de ótica –
não conseguem enxergar os próprios defeitos e irracionalidades, apenas os de
outros. Sentem um desejo ardente de serem vistos como racionais, decentes e
éticos, porque são qualidades bastante promovidas pela cultura. No entanto, a
realidade mostra que estão apenas se iludindo e/ou iludindo outros. É preciso
olhar além da fachada da imagem grandiosa que estes tipos representam.
Argumentos socialistas
são fraudes intelectuais usadas para chegar ao poder – e se manter lá. Isso precisa ser lembrado todos os
dias.
Só resta uma conclusão sobre os argumentos a favor do ITCMD: “uma lógica de mediocridade grotesca que faz duvidar até da cultura de quem a defende.” Pode ser equiparada a uma farsa patética para justificar perseguição à riqueza, e a uma idiotice abaixo do limite do desprezo. Em toda casa de sonhos puritanos há uma inquietação e sinais patológicos que não podem ser ignorados. Conforme observou Frederich Nietzsche: "aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam ouvir a música." Analogamente Eu digo: "Aqueles que foram vistos felizes e considerados ricos foram julgados imorais e condenáveis pelos infelizes e invejosos." É fácil persuadir a maioria do povo brasileiro católico com ilusões socialistas. No entanto, basta considerar os problemas criados pelo planejamento econômico para ver que inexistem as bases morais necessárias ao empreendimento, nem mesmo na pessoa daqueles que as propõe. Exemplo: quem acreditaria que um pescador norueguês abriria mão de suas perspectivas de melhoria econômica a fim de auxiliar o pescador português e vice-versa, com base em ideais de justiça distributiva?; Ou o camponês da França a pagar mais impostos em apoio à industrialização dentro ou fora da França? Parece que coisas desse tipo faz parte dos interesses da União Européia, Mercosul, ONU, etc.. O povo é persuadido pelo marketing político, mas o que leva o político a “acreditar” em tal coisa? Seria por estar sinceramente convencido dessa possibilidade em razão de pura ignorância, ou por interesses inconfessáveis? O que pensar da imposição por parte de um pequeno grupo de planejadores da vida alheia sobre o padrão de vida que julgam convir aos demais, senão um óbvio desrespeito à liberdade. O aspecto mais alarmante dessas sugestões é o fato de serem aceitas de forma natural, até ingênua, pela maioria que não percebe a enorme imoralidade implícita nessas ideias pseudomoralistas. O mais poderoso agente de persuasão que contribui para alimentar a crença na possibilidade de uma direção centralizada da vida econômica de indivíduos e povos diferentes é a fatal ilusão de que se as decisões fossem deixadas ao povo, os interesses das classes “dominantes” determinariam sempre as condições das classes dos empregados e trabalhadores mais pobres, que aumentariam as diferenças entre ambos. Na realidade, isso constitui apenas um meio de privar o pobre da única possibilidade de melhorar suas condições de vida tentando livremente superar as desvantagens naturais da oferta e procura de mão-de-obra e seus respectivos valores adicionados úteis. Toda intervenção estatal para igualar os padrões de vida de forma impositiva mostrou-se incoerente, ineficaz e produtora de ódio e inveja. Os políticos brasileiros aparentam não aprender nem em parte a lição que a experiência deveria ter-lhes ensinado, além de produzirem o oposto do que prometem. A lição do passado é clara em mostrar que as muitas formas e tentativas de planejamento econômico aplicadas em escala nacional só produziram resultados prejudiciais em seu conjunto. O resultado inevitável sempre foi o acúmulo de restrições à liberdade individual e econômica na expectativa de enriquecer os pobres empobrecendo os ricos, com ameaças à paz e a prosperidade geral, em nome da solidariedade e combate à desigualdade. Não é muito difícil planejar e controlar ditatorialmente a vida econômica de uma família; Mas, à proporção que a escala aumenta, diminui o consenso à ordem de importância dos objetivos comuns e cresce a necessidade de adotar a força e a coerção. Há outros ângulos do ITCMD para além do Direito Tributário que necessitam de atenção e que os seus defensores ignoraram talvez por falha cognitiva que resulta em análise do assunto com pobreza de escopo, de autocrítica e senso-crítico. Cada indivíduo é único, não há nenhum igual entre os mais de 8 bilhões. Há variedade demais na estrutura social para que alguém possa decidir o melhor para todos baseado em amostras ou aspectos limitados. No Brasil não há liberdade para o individuo perseguir suas metas pessoais de prosperidade na forma típica de um Estado capitalista com observância e proteção à liberdade individual e econômica, sem ser alvo de permanente ameaça de espoliação do governo, especialmente com a ameaça do ITCMD e impostos sobre "grandes fortunas". Ainda há muita interferência dos interesses políticos do Vaticano na cultura brasileira. Ainda há tolerância a propostas arbitrárias visando à espoliação da riqueza disfarçadas de legalidade. É da cultura socialista a fiscalização permanente da vida privada e o desejo totalitário de criar uma opinião comum quanto ao ‘status’ desejável para os diferentes indivíduos da sociedade, especialmente no que se refere à renda e acúmulo de riqueza, usando como desculpa o interesse dos mais pobres, prometendo a estes uma distribuição da riqueza de acordo com sua ideia própria de justiça que - na prática – sempre se revelou uma falsa filantropia absurda e persecutória à riqueza para agradar a inveja e o ressentimento dos frustrados que sempre foram os mais numerosos. Como regra, a riqueza no mundo moderno não é um privilégio no sentido pejorativo dado pelos portadores de mentalidade anticapitalista. Ela de fato já foi, por exemplo, quando a propriedade da terra era reservada aos membros da nobreza e quando o direito de produzir ou vender determinados bens era reservado pela autoridade, o rei ou seus vassalos, a certos indivíduos. Tudo isso acabou gradativamente em razão da prosperidade trazida pelo capitalismo e o aumento da interdependência entre pessoas e países pelo aumento da complexidade e divisão de trabalho. Tachar de privilégio a propriedade privada como tal e a riqueza por si, que todos podem adquirir e perder segundo as mesmas regras, só porque alguns conseguem adquiri-las e outros não, é destituir a palavra “privilégio” do seu real significado. É como se o patrimônio individual ou familiar não tivesse sido construído com muito esforço, não houvesse tido circunstâncias ocasionais, casos fortuitos, força maior, sorte, azar, referências temporais e de lugar desfavoráveis, com interesses e objetivos individuais influenciados por tudo isto além da natural diferença entre os humanos. Como se não houvesse nenhum ônus, mas somente bônus.
“A sociedade inteira se terá convertido numa só fabrica e num só escritório, com igualdade de trabalho e igualdade de remuneração.”
[Vladimir Lenin – 1870-1924]
A psicopatologia pela obsessão de controle consciente de todas as coisas da vida das pessoas não é percebido pela maioria simplória de senso critico, que é aceita socialmente sob a cortina de fumaça do discurso pela “justiça social”. A moral do esquerdista não se refere à contraposição ao imoral, mas de impor aos que a ele se acham subordinadas as suas ideias, baseadas na sociedade anterior às mudanças trazidas pela revolução industrial, sobre todas as questões quer sejam morais, quer sejam altamente imorais. A moralidade em si pouco importa. O Estado verdadeiramente de direito e libertário deve trabalhar para limitar-se a estabelecer normas gerais aplicáveis a situações gerais deixando os indivíduos livres o máximo possível para lidarem conforme seus interesses e possibilidades conforme se apresentem as circunstâncias particulares de tempo e lugar, para que possa adaptar-se livremente a elas, escolhendo livremente os diferentes objetivos a alcançar. Por analogia, é como se o Estado capicomunista brasileiro com a falsa moralidade dos seus políticos socialistas de shopping além de estabelecer um regulamento de trânsito prescrevesse às pessoas aonde devessem ir; Como se instalasse placas de trânsito e ordenasse as pessoas a tomarem este ou aquele caminho, sem liberdade de escolha. No caso do ITCMD, restringindo parcialmente a liberdade de como proceder com o próprio patrimônio para atender a objetivos de outros indivíduos inespecíficos com o patrimônio confiscado, tudo em nome do coletivo difuso e a divisão da riqueza com “justiça social”. A maioria não enxerga que o Imposto sobre Heranças foi proposto no manifesto comunista em 1848 como forma de vingança ao monopólio da propriedade privada e da riqueza sempre reservada aos “amigos” do Rei, fato marcante que só passou a mudar após o início da revolução industrial.
O socialista é aquele que tem uma ideia clara de como cada um deveria lidar com a própria vida, exceto sobre a dele. É aquele que deseja igualar o inventor da máquina àquele operário que apenas a monta e a faz funcionar, ou ao seu simples usuário consumidor final. Para o socialista não deve haver distinção entre os humanos, exceto para ele mesmo, tal como um PAPA. Que altura acima da humanidade localiza-se o PAPA e o socialista ao governar os considerados súditos ou devotos? Enquanto a humanidade se agita para realizar a liberdade, os “grandes” homens filantropos, imbuídos da realidade dos séculos XVII e XVIII, não pensam em nada além de vergá-la sob os argumentos hipócritas filantrópicos de suas invenções sociais e em fazê-la suportar o jugo da “felicidade” pública, da forma como só eles imaginam em seus arranjos artificiais. Sempre que um governo assume um princípio diferente daquele que nasce da natureza das coisas observa-se o enfraquecimento das leis, ainda que lentamente, como consequência uma constituição mutável e contestável, tal como a do Brasil, até que a natureza invencível recupere seu domínio. Em todo país em que tentou-se banir da existência humana a incerteza por meio da regulamentação e do planejamento governamentais, sufocaram o progresso social e econômico.
Para manter o espírito de comércio, é preciso que todas as leis o incentivem. A perspectiva de enriquecer é altamente motivadora para o individuo e para a sociedade. No Brasil esquerdista, o objetivo é empurrar o rico para a mediocridade usando-os como animais de sacrifício pelos encargos que lhes impõe com o falso argumento da falsa filantropia de conceder alívio aos pobres. Ao voltar-se a seus interesses egoístas, o indivíduo que empreende, tendo como meta o seu próprio benefício financeiro (marginalizado pelo Vaticano), acaba por fazer girar a economia da sociedade que lhe cerca, gerando empregos e riquezas, criando melhorias em processos produtivos e na qualidade de seus produtos por conta da concorrência – tudo isso como consequência de uma economia de livre concorrência. Assim, gera benefícios que são compartilhados pela sociedade, ao mesmo tempo em que não infringe o direito individual de nenhum dos atores participantes, pois tudo decorre de um processo voluntário, desde o funcionário que vende sua força produtiva até o cliente que escolhe pelo produto que melhor lhe atende. Se o empreendedor, nestes termos, é rico, a sua riqueza depende do consumo de seus serviços e mercadorias de forma livre pelos seus clientes. Forma-se assim uma cadeia de melhorias que não teve como causa um sujeito revolucionário visando ao próprio enriquecimento imerecido sob a cortina de fumaça do falso discurso da “ética” altruísta-coletivista, mas sim de um indivíduo que pensou, egoisticamente, de forma honesta e natural, primeiramente em seu próprio benefício, e, por isso, impactou positivamente toda a economia e a sociedade. Isto só é possível em um sistema que proteja e possibilite a liberdade individual e econômica, e marginalize a hipocrisia do discurso contrário. No Brasil "democrático", o desejo de poder é dissimulado pelo discurso altruísta em prol de direitos das minorias e dos pobres. Todavia o que de fato está por trás do discurso altruísta dos “socialistas”? O hábil demagogo socialista trabalha para criar seguidores sectários cegos, surdos e mudos para o contraditório. Conforme a natureza humana indica, é mais fácil aos homens concordarem sobre um programa negativo baseado em ódio ou em inveja aos que estão em melhor situação – do que sobre qualquer plano positivo. O discurso em prol da luta comum contra os que consideram fora do grupo é um ingrediente essencial a qualquer ideologia capaz de unir solidamente um grupo contra outro. Essa estratégia é usada por demagogos que buscam a fidelidade irrestrita de grandes massas. A figura do inimigo invejado constitui uma peça indispensável no arsenal do líder totalitário ou demagogo no mau sentido do termo. Por isso que o discurso da defesa de direitos dos mais necessitados sempre se refere à retirada de direitos de outros vistos e colocados como mais desmerecidamente favorecidos. Para isso, usam categorização pejorativa dos alvos com critérios gerais do tipo “capitalista egoísta malvado”; eles não querem que os pobres melhorem; etc. ignorando completamente suas capacidades de empreender, produzir e gerar riquezas e o benefício disto à coletividade. O quanto o milionário absorveu de tributos como contribuinte de fato no final da cadeia produtiva ao comprar um avião, um navio ou uma mansão novos é totalmente ignorado. Ao voltar-se a seus interesses egoístas, o indivíduo que empreende, tendo como meta o seu próprio benefício, acaba por fazer girar a economia da sociedade que lhe cerca, gerando empregos e riquezas, criando melhorias em processos produtivos e melhorando a qualidade do seu produto por conta da concorrência – tudo isso como consequência de uma economia de livre concorrência e liberdade individual e econômica. É possível gerar benefícios compartilhados pela sociedade e ao mesmo tempo não infringir o direito individual de nenhum dos seus atores participantes, se afastadas a inveja e a ignorância.
A filosofia para a vida na Terra deve ser fundamentada na realidade tal qual ela é, de forma objetiva, pragmática, tratando a razão como o único meio de interpretar a realidade. De outra forma é cultivar uma consciência insalubre. O homem racional não se permite desejos que estejam divorciados dos meios de que dispõe. O homem racional não deseja nada além do que aquilo que o seu esforço próprio possibilita ganhar. Ao homem guiado pela razão interessa a liberdade, ainda que na luta pelos seus valores exista a possibilidade de derrota, o que é reconhecido como uma das possibilidades do jogo da vida. A religião da “humildade metafísica” é acompanhada de falta de compromisso com as coisas do mundo real, e seus seguidores agem como se o mundo construído pelo esforço de outros lhe devesse algo. O resultado da influência dessa cultura “metafísica” é a produção de humanos irresponsáveis intelectualmente que se julgam vitimas da sociedade, e exigem o seu quinhão do que foi construído pelo esforço de outros. Os ricos lhe devem! Como? De alguma maneira, seja como for! Este pensamento fundamenta toda a psicologia das “reformas sociais”, ou “serviços sociais”, ou “propostas socialistas nobres” dos políticos aproveitadores dessa cultura de vício. Ao se tornar irresponsável pelos próprios interesses e pela própria vida, permite-se considerar irrelevantes os interesses e a vida dos outros. O homem racional não reivindica algo imerecido. Somente parasitas da doutrina da “humildade metafísica” veem todo competidor como uma ameaça e todo sucesso alheio imerecido. É ilógica a conduta de humanos que acreditam ter direitos sobre direitos alheios, pensar que o universo deve beneficiar alguém do nada e que o acaso deve premiar os incapazes. A doutrina da religião metafísica do jardim do Éden dos interesses políticos do Vaticano faz os incautos crerem que o prazer de um homem só pode ser obtido com o prejuízo de outro. Assim, todo “rico” é tachado de egoísta malvado e deve ter o seu auto interesse marginalizado e a sua riqueza confiscada em nome de suas vitimas ocultas no coletivo difuso. A opinião a favor do ITCMD configura desprezo pela sociedade e não apreço. Uma espécie de critério contrário à própria noção de democracia, que deve ter como primado privilegiar o mérito, a competência, a liberdade individual e econômica, sem considerar a desigualdade como causa de problema e sim como uma consequência natural da liberdade. A religião política do Vaticano é a principal mentora da inversão de valores típicos do socialismo e da adoração à cultura “gramscista” no Brasil e também produziu a fadiga do discurso pasteurizado do ‘politicamente correto’, de gente que adora se colocar como vítima de tudo e de todos; um discurso cheio de emoção e vazio de razão. E o fato do brasileiro ignorar isso – ou de considerar como algo razoável está cada vez mais impresso na história do Brasil e ainda poderá piorar muito. A religião política do Vaticano induz ao erro absurdo de considerar bonito incumbir-se da tarefa de salvador das almas humanas, tornando públicos os seus julgamentos. A postura de missionário catequizador ou justiceiro social sempre ultrapassa os limites. No judaísmo não há o culto ao missionário justiceiro da vida alheia. Essa diferença é marcante e fez com que os inventores do cristianismo difamassem de hipócritas os judeus fariseus. O ITCMD mexe com a dignidade do indivíduo e da família, pelo extremo desrespeito a ambos. Produz a sensação de ser enganado e feito de bobo durante toda uma vida laboral. Confunde tolerância com aceitação e subjuga a própria natureza humana. Propostas “bem intencionadas do tipo tributar mais a riqueza (heranças, grandes fortunas) apenas evidenciam o que qualquer pessoa dotada de razoável bom-senso conclui: boas intenções coletivistas de perseguição à riqueza nunca resolveram os problemas a que se propuseram, e, de fato, só contribuíram para o aumento da corrupção e da riqueza ilícita ou imoral. Mente medíocre que só alcança problemas menores, mas não consegue perceber o mal nas suas verdadeiras proporções. O homem digno não deseja receber por seus fracassos, nem que o amem por seus defeitos. Ele não desperdiça seu corpo como sacrifício, nem sua alma como esmola por sentimento de culpa injustificável. Os parasitas místicos do autossacrifício de fachada que, em todas as eras, insultaram o homem digno, ao mesmo tempo que honraram os mendigos e os saqueadores sempre souberam o motivo secreto de sua zombaria: “o homem digno é a entidade que eles invejam e temem no poder – o homem justo, que não aceita ser pago e pagar ou ser retribuído e retribuir pelo que não merece e aos que não merecem; que não evoca direitos místicos para se colocar como vitima ou credor de outros." Homens justos não devem pagar pelos vícios de seus pares. Vale lembrar a ofensa da religião do Vaticano ao Homem justo fariseu. Após mais de 2500 anos de racionalidade filosófica, deve-se perguntar em que medida aqueles que as propõem desejam de fato resolver as questões em que focam ou se apenas vivem delas, se retroalimentam delas e, dependem delas em larga medida, a exemplo da riqueza do Vaticano depender da pobreza (sentido amplo) humana. Políticos e servidores públicos esquerdistas ou "progressistas" brasileiros são equiparados a justiceiros sociais, coletivistas profissionais que buscam a simpatia da massa dos eleitores como se estivessem em um concurso de miss ou mister simpatia, desesperados por aplausos e honrarias à qualquer preço através do prejuízo alheio. A postura reacionária contrária aos princípios libertários é embasada em objetivos claramente populistas eleitoreiros, cujos argumentos errados contagiaram as massas com suas falácias igualitárias e distributivistas da riqueza alheia a ponto de tornar até uma espécie de modismo entre os pseudo-intelectuais, os mal-intencionados e os claramente ignorantes. É isto que sempre está em pauta no altruísmo-coletivista. Eles buscam incluir o valor de um individuo em um “valor maior coletivo” no interior do qual o mérito individual será dissolvido. O socialista fez vista grossa para o todo e enxerga apenas, no outro, objeto de seu preconceito e interesse, que se vale de marcadores irrelevantes ou exteriores de mérito, o qual inveja, afastado de qualquer critério razoável e plausível de julgamento. O socialista julga pelo que vê – a imagem de riqueza alheia – e o que vê é basicamente acessório, não definidor, referências irrelevantes para compreender algo realmente importante sobre alguém. Nenhuma conclusão legítima pode ser feita com base em critérios não essenciais da existência de alguém. Exemplo: “se é rico, então é malvado”. Como toda forma de determinismo, o socialista ignora a faculdade racional que coloca o humano acima dos outros animais. Assim, sempre opina com a costumeira arrogância de quem se julga capaz de decretar o que é verdade moral sobre tudo que existe no mundo. Tal como os maiores representantes da religião política do vaticano. Os argumentos para o imposto sobre heranças são sempre pautados por uma “ética” alheia coercitiva baseada nos devaneios socialistas do altruísmo-coletivo absolutamente anacrônico afastado da racionalidade, razoabilidade, moralidade, em prol de uma “justiça social” de beneficiários difusos vitimas de uma pobreza glorificada contra o interesse individual da riqueza marginalizada pelo Vaticano na figura do capitalista egoísta malvado, para cuja meta deve ser aplicada a “justiça fiscal”, sem ética, do confisco patrimonial da riqueza tratada como imerecida dos considerados ricos e privilegiados. A Doutrina Cristã Católica do Vaticano representada pelo Papa parasita mercador de ilusões de vida após a morte, no paraíso ou no inferno, vive em um Palácio de Trilhões, tem imunidade para impostos, faz discursos igualando um industrial que produz uma fortuna para si, para o país onde vive e até para além das fronteiras de seu próprio país, a um gangster sonegador - riqueza da qual o Vaticano também aproveita de ambos os lados, locando seus imóveis e aceitando depósitos de qualquer um em seu Banco - somente porque ambos são “egoístas” e, por isso, merecem igual forte recriminação.
Para os interesses de poder do Vaticano em conluio com seus primeiros comparsas, os imperadores romanos, foi criada a doutrina do novo evangelho, em nome do bem coletivo, colocando este acima do bem individual, visando limitar, e até marginalizar, a capacidade de aprender fatos objetivos, de perceber a realidade, de distinguir o falso do verdadeiro, enfim, de pensar e decidir por si, de forma mais individual. O melhor coletivo é o obtido do somatório do melhor do individual. A célula de todo coletivo humano é o indivíduo. Por óbvio, quando este é desestimulado o coletivo piora, ou deixa de poder atingir o seu melhor. É o que acontece nos países onde o socialismo na economia tem papel relevante. Não há nenhum ganho social claro para o sucesso com o foco na "ética" altruista-coletivista, exceto para os que estiverem no poder político e seus "companheiros", melhor adjetivado de comparsas. A doutrinação anti-racional do Vaticano foi e é implementada através de fatos distorcidos por relatos místicos resultando em propaganda coletivista com slogans místicos e altruístas que enfatizam a supremacia da emoção sobre a razão: o amor de jesus acima da justiça judaica. Não há espaço para o senso crítico e independência, características mal vistas pelos interesses políticos de poder do Vaticano, que movido por interesse de poder, desconfiança e inveja só aceita o que é medíocre. E quando podia matava seus críticos queimados vivos na fogueira. A mediocridade a que me refiro não é a que significa inteligência média, mas a esta associada com ressentimento e inveja daqueles vistos como melhores. Em razão da influência das crenças da religião política da Doutrina Cristã do Vaticano, hoje o Brasil é CAPICOMUNISTA : uma mistura de pseudo liberalismo e comunismo envergonhado, cada vez mais desavergonhado, e andando de mãos dadas com a ineficiência, corrupção e o crime em todos os níveis das classes sociais. No Brasil capicomunista existe a crença popular de que o rico deve pagar mais tributos somente por ser rico, nada importando sobre o valor que agrega sua riqueza à sociedade, tais como empregos e recolhimento exagerados de tributos de forma direta e indireta para financiar o Estado ineficiente e corrupto. A grande questão (interesse) que subjaz o discurso altruísta-coletivista é o interesse de estimular a desordem social com o estímulo à imposição de pautas salvadoras de “terceiros” [a falsa filantropia] a partir de uma intromissão agressiva na vida individual dos tachados de "privilegiados", naquilo que cada um produziu, conquistou, construiu com um próprio e sacrificado empenho.
O discurso messiânico da solidariopatia altruistopata pressupõe que a vida humana seja um bem público, o que não é verdade. A vida é um bem particular. Ninguém deve ter o direito de dizer ao outro o que deve ou não fazer de si ou do que é seu. Ninguém tem o direito de forçar abusivamente sua decisão, seus interesses, sobre os outros, tal como o Vaticano fez com seus opositores na denominada "inquisição" e que o Estado brasileiro faz pelo sistema tributário.
O
ESTADO CONFISCA PATRIMÔNIO DE PESSOAS QUE ESTÃO DIAMETRALMENTE OPOSTAS AS DO
VIDEO ABAIXO EM NOME DA JUSTIÇA SOCIAL E DO COMBATE A DESIGUALDADE !!
A condição e característica de uma pessoa vulgar é que ela nunca espera ajuda ou dano de si mesma, mas apenas do exterior. Esta característica é o exato oposto a do filósofo. Todos podem ser bom ou mau. Todos podem cultivar a própria razão ou as coisas exteriores. Isto é, ser um filósofo ou um membro da turba. A mistura explosiva de ignorância e poder está destruindo o Brasil. A "educação progressista" da política "progressista" influenciada pela doutrina cristã do vaticano institucionalizou o Establishment da inveja e do “politicamente correto”. O campo social, aquele que o coletivista deposita o futuro do país, fica dependente dos adaptados com suas mentes atrofiadas e mutiladas pela doutrina do Vaticano, que declara que a realidade não consiste de percepções, mas de palavras sem referências específicas na realidade e cujo significado é exclusivamente a dos interesses do Vaticano. Não há espaço para dúvidas e críticas para entender uma realidade muitas vezes incompreensível. Para colher subserviência nada melhor que semear uma educação baseada em premissas irracionais. O Vaticano aprendeu cedo que para tornar o homem submisso o alvo primordial é sua mente, e o maior obstáculo / inimigo é a razão. Apenas pouquíssimos veem os valores defendidos pelo Vaticano como algo inútil para a teoria, a prática e para lidar com a realidade da vida humana em geral.
Você concordaria com a retirada de um de seus olhos para dá-los a um homem cego, de modo a igualá-los? Além da resposta ser óbvia, é preciso cultivar o hábito de não desejar ao outro o que não desejaria para si. Da mesma forma, ninguém pode ser obrigado a sacrificar seus bens de forma imoral e desarrazoada, tal como faz o Estado com o confisco do ITCMD, baseado na ética hipócrita do altruísmo-coletivista estimulada pelos interesses políticos da religião política do Vaticano. A natureza nunca garantiu segurança automática, sucesso e sobrevivência a qualquer humano; somente a presunção ditatorial e o canibalismo moral da ética altruísta-coletivista permite a um homem supor (ou fantasiar) que é possível garantir a subsistência digna de alguns à custa da desgraça de outros – no caso os “ricos”, sobretudo com a intermediação de um Estado ineficiente e corrupto. O socialistopata altruistopata não tolera o sucesso (seja o que este representar) de um homem que respeita a si próprio, que sustenta sua vida pelo próprio esforço e não sacrifica a si mesmo pelos outros, nem sacrifica os outros para si. O socialistopata não tolera outra visão de homem rico que não seja a de animais para o sacrifício alheio. Opina como se todos os que não são “os ricos”, “os privilegiados” (seja o que isto significar), são um bando de mendigos condenados e incapazes destinados a depender em tudo do dinheiros dos “ricos”, “privilegiados”. Uma visão tenebrosa da existência, sem quaisquer princípios morais legítimos e racionais, enquanto mede a virtude de alguém pelo grau de renúncia a seus valores mais alto em benefício do “coletivo” ! E qual é esse interesse político coletivo no Brasil ?
Não se trata apenas de ajudar mais ou menos, mas da maneira como este processo é estimulado a ser conduzido – coercitivamente. Obrigando outros a serem vitimas da coerção do Estado, em função de falsos e hipócritas valores morais apregoados pelos interesses de Poder do Vaticano, que consideram ser melhor, mais justo e o único de correta moral. O ardil papal objetiva ocultar a realidade focando na ética altruísta-coletivista para o paraíso após a morte. Neste objetivo o Estado é auxiliado, muitas vezes, pelo populismo político interessado no voto de uma massa cada vez mais imbecilizada e facilmente influenciada por falsas crenças altruístas, tomados por culpa e untados por doses cavalares de inveja e hipocrisia, que, no conjunto, proclamam uma responsabilidade para os que classificam de ricos e privilegiados com terceiros relativamente mais "desfavorecidos", que não lhes é própria, para ser materializada de forma até criminosa de fato, ainda que disfarçada de legalidade. A característica fundamental dessa mentalidade é esconder a inveja na cortina de fumaça de algum objetivo público em grande escala, ignorando o contexto, os custos ou meios, tal como ocorre com o ITCMD (imposto sobre causa morte e doação), cujos recursos, embora legal, são derivados de expropriação, confisco. As crenças da religião política do Vaticano criaram uma casta de humanos que celebram a fraqueza, a derrota e a infelicidade como meta glorificada de vida. Uma massa ignóbil que aceita as premissas falsamente morais, genéricas, que só tocam corações de incautos e ingênuos mergulhados em uma existência infantilizada, imbecilizada, absolutamente apartada da razão. E que não querem caminhar sozinhos na estrada que os levarão à glorificação eterna; querem que os felizes também fiquem iguais a eles. Quanto mais neurótico ele for na prática do altruísmo-coletivista, mais inventará planos e desculpas hipócritas para justificar a própria neurose: “é para o bem da humanidade”, ou “da sociedade”, ou do “público em geral”, ou “das gerações futuras” – ou de qualquer coisa exceto para a realidade inerente à vida de seres humanos reais. Entre a ideia e a realidade, a palavra final deve ser sempre desta última. A realidade precede à consciência, pois é sempre a consciência de alguma coisa. O humano percebe o mundo através daquilo que o Mundo lhe apresenta. A aplicação da razão é um ato volitivo de vontade dirigida. Todavia, para escolher é preciso pensar e, para isso, a mente persegue um longo caminho em meio a níveis de percepção e formação de conteúdo mental muito particular de cada humano que, no conjunto, determinam as escolhas das razões que movem as ações. Não é possível prosperar ignorando a natureza humana e suas motivações com base nesta.
A
PIOR FORMA DE DESIGUALDADE É TENTAR FAZER OS DIFERENTES SE
IGUALAREM [ARISTÓTELES – 385 BC – 322 BC]
A MELHOR OPORTUNIDADE QUE O MUNDO JÁ TEVE FOI DESPERDIÇADA PORQUE A OBSCESSÃO PELA IGUALDADE FRUSTROU AS ESPERANÇAS DE LIBERDADE [LORD ACTON - 1834-1902]
Nada foi dado pronto ao homem na Terra, exceto um potencial para realizar. Somos seres focados em potência e precisamos materializá-la em ato(s). Metaforicamente, é como o potencial de uma semente em transformar-se em árvore. Todavia, o melhor potencial natural não é distribuído de forma igual em todos, como também o material necessário para a obra nunca esteve facilmente ao alcance imediato de todos, de acordo com seus desejos e melhores intenções. Desejo sem ação é ilusão. Além disso, cabe a cada um decidir o que fará com seu potencial e os recursos disponíveis ao seu alcance nas circunstâncias em que se encontra. A consciência depende da realidade e é uma máquina cuja vontade é a vela de ignição. É preciso adicionar vontade e ambição para colocar essa máquina em movimento. A riqueza do Vaticano é proporcional à quantidade de humanos supersticiosos e simplórios de discernimentos no Mundo, que não enxergam a realidade. O Vaticano é o país mais rico do Mundo que não paga imposto sobre suas rendas e propriedades, que não sabe nem ao certo quantas são. Experimente entrar em uma propriedade do Vaticano para fazer valer o “Direito Universal de todos” ! Tente entrar no Vaticano para retirar todas as obras de arte produzidas com trabalho escravo ou saqueadas por séculos para fazer valer o “Direito Universal de todos”. Experimente propor derreter todo o ouro do Vaticano para ajudar os pobres. É o melhor exemplo de rapinagem dissimulada em pele de cordeiro que já existiu na história da humanidade. Produtora de crenças falsas, utópicas, que dominam há milênios a mente da massa supersticiosa e carente de senso crítico.
Há muitas tentações para desviar o foco da realidade: “Deus quis assim”; “recebi um sinal de que esse era o melhor caminho”; “há uma pressão social nesse sentido”; etc..Esses são alguns exemplos de fugas para justificar não pensar, evadir-se da realidade, ainda que a tenha percebido. E é assim que o Vaticano sobrevive e amplia o seu Poder há mais de 2 mil anos.
O Autor deste blog elaborou este conteúdo em busca de prover os humanos, mais especificamente, aqueles que gostam de pensar profundamente, com uma visão integrada, coerente e racional sobre o ITCMD a fim de não caírem no engodo de acreditar nas justificativas de sua existência. Se este trabalho fizer o leitor refletir sobre o assunto, ele já terá atingido o seu objetivo. É dito que o Alemão Karl Marx [1818 – 1883] foi um filósofo, sociólogo, historiador, economista, jornalista e revolucionário socialista. Nascido na Prússia, mais tarde se tornou apátrida e passou grande parte de sua vida em Londres, no Reino Unido, desfrutando da relativa melhor condição de vida oferecida pelo país mais próspero de sua época, berço da revolução industrial. Karl Marx não teve origem proletária. Não trabalhou até chegar à universidade, que em sua época eram dominadas pelos católicos. Fez seus estudos superiores do mesmo modo como fazem hoje os filhos das famílias que os socialistas denominam pejorativamente de “burguesas”. Mais tarde, e pelo resto de sua vida, foi sustentado pelo amigo Friedrich Engels, que – sendo um industrial rico - do pior tipo “burguês explorador”, segundo as próprias ideias socialistas. Então, tudo indica que elaborou uma teoria falaciosa para justificar o próprio caráter. Em suma: um vagabundo incentivador de ignorantes, invejosos e vagabundos.
Adam Smith [1723-1790] foi
contraditado por John Maynard Keynes [1883-1946] que foi contraditado por
Friedrich Von Hayek [1899-1992] e Ludwig Von Mises [1938-1973], ambos da escola
austríaca de pensamento econômico e discípulos de Eugen Von Bohm-bawerk [1851-1914]
autor da obra “Karl Marx and The Close of His System, de 1898.
O fracasso é uma oportunidade
para recomeçar com mais experiência que poucos aproveitam. [Henry Ford]
O próprio Deus agiu com desigualdade ao impor limites à inteligência dos homens e nenhum à burrice.
O
PRAZER MAIOR DO SOCIALISTA NÃO É VER O POBRE GANHAR, MAS VER O RICO
PERDER
Afora o caso
patológico do avarento, aquilo que na linguagem comum se costuma definir como “interesse econômico” significa de fato
apenas o desejo de poder alcançar objetivos outros que são dependentes do
dinheiro, tais como: aproveitar oportunidades, preservar a dignidade, compensar
esforços de trabalho, etc. Luta-se pelo dinheiro porque ele permite a escolha
de forma mais ampla como melhor desfrutar os resultados dos próprios esforços. Em
uma economia de livre mercado, onde se tenha liberdade para decidir o que é
mais (ou menos) importante, um ganho ou uma perda de caráter econômico não
passa de um ganho ou uma perda nas situações em que cabe decidir livremente quais
necessidades ou desejos serão afetados. A perda econômica faz recair sobre as
necessidades e desejos menos importantes na hierarquia de valores de cada um. O
mesmo se aplica, em termos gerais, aos ganhos econômicos.
A MENTE
INVEJOSA ESQUERDISTA NÃO ACEITA A DESIGUALDADE DA NATUREZA HUMANA
Nietzsche, em Genealogia da Moral, informa que a inveja tem um objeto definido e externo, como um carro, um emprego ou certos talentos que alguém possui, o ressentimento é algo mais internalizado e que leva os ressentidos a cultivar um ódio não só do "opressor", mas também de si mesmo. A consequência prática de ambos é a inversão de valores. Nietzsche observa que na sociedade há uma disparidade de poder político, econômico, social, cultural, físico, e principalmente moral entre as classes sociais. A inveja daquele que é considerado rico, poderoso, nobre e honroso vai sendo cultivada e internalizada, até que se torna um impulso vingativo. Este impulso é criativo porque ele reconfigura a ordem moral e causa uma inversão de valores. O sentimento do invejoso de que não tem nenhuma chance em tomar o poder para si mesmo leva a cultivar uma psicologia e uma moral que ativamente transforma todas as características do invejado — sua riqueza, seu poder político, sua nobreza e sua força — em características indesejáveis e, principalmente, más. Este é o momento em que o invejoso é capaz de revolucionar os valores e tornar aquilo que deveria ser almejável não somente em algo ruim, mas algo com um caráter moral muito ruim, que leva a reações intensas e leva à organização de códigos morais que proíbam ou marginalizem as qualidades dos invejados, "boas" e "nobres" e encorajam as pessoas a cultivar e cultuar precisamente as características dos invejosos que os tornaram "fracos" na visão correta da sociedade. Nietzsche considera que isso representa a história da moralidade cristã, o que era considerado motivo de fraqueza antes foi reconfigurado para serem características de pessoas boas e morais e seus opostos ruins ou más e imorais. A inveja e o ressentimento são causados e alimentados por um um fenômeno moral-psicológico específico, complexo e dissimulado aos olhos dos incautos. Karl Marx concebeu uma doutrina que preceitua um profundo desprezo pela liberdade e individualidade humana, que contribuiu para a velha e conhecida hipocrisia/inveja de substituir uma classe “opressora” por outra muito pior, que corresponde a dos “justiceiros” dos improdutivos, que perseguem a riqueza com a inveja sob o disfarce de “justiça social”, “justiça fiscal”, “igualdade de oportunidades”, etc. O grande princípio do projeto socialista é um mal de primeira grandeza. Infelizmente, a maioria só enxerga os males quando está diante dele. Não consegue acumular experiência para antevê-lo. A aculturação, a irresponsabilidade, a preguiça, a imprudência, impede a maioria de enxergar a verdade dos fatos com clareza. O discurso socialista é criação calculada para a maioria com o objetivo de enriquecer poucos à custa de quase todos, pode ser comparado ao “cavalo de tróia”.
Agem como vulgar, falam como vulgar e não querem ser consideradas vulgar
Cada um atrai o que é e não o apenas o que quer! Os resultados que você busca podem estar nas pessoas com as quais você ainda não se conectou. Os soridariopatas não se conectam com os capitalistas e assim perdem oportunidades de melhorar. Quase sempre não existem erros novos e sim pessoas novas cometendo erros antigos. Os solidariopatas de hoje vivem os mesmos equívocos dos solidariopatas Nicolae Ceausescu, Lenin, Stalin, Fidel Castro, Mao Tsé-Tung, Karl Marx, e milhares de outros mais. Mudar a si mesmo está mais ao alcance de cada um do que mudar o mundo. Então, por que os solidariopatas desejam mudar o mundo e não a si mesmos? Mudar a si exige olhar para si, assumir erros, incompetências, e responsabilidades e os solidariopatas, justiceiros da desigualdade social, não gostam disso.
"O Homem superior preocupa-se com a verdade" [Confúcio]
A vida não lhe dará o que você deseja. Ela lhe dará aquilo para o qual você trabalhar. Lembre-se de que o avião não decola a favor do vento e sim contra. É difícil entender a estupidez específica do psicótico-solidário revolucionário, existem vários tipos e motivações. Mas, eu admiro o total comprometimento deles com a estupidez. Se você deseja fazer um socialista feliz, não seja realista e verdadeiro, ofereça-lhes sorvete e jujubas enquanto fala sobre as desgraças dos ricos.
“O
Brasil está cheio de ‘capicomunistas’ de Iphone, tolos e fracos para com o próprio dinheiro; No entanto
todos têm coragem e expertise suficientes para apontar o que fazer com o
dinheiro dos capitalistas que difamam de egoístas malvados.”
A natureza humana empurra o ser humano para o abismo. As virtudes são frutos de muito esforço, perseverança e disciplina. A educação está cada vez mais planejada para deseducar; A estupidez é ouvida; A inteligência ignorada e a educação está fora de moda.
A escola voltará
a ser a segunda casa quando a família voltar a ser a primeira escola.
Antigamente um Rei precisava de inúmeros informantes para saber o que acontecia no Mundo, e sempre com muito atraso. Hoje, em minutos, sabe-se muito além do necessário pelo celular. Não existe manual técnico que aborde toda a complexidade da vida em sociedade, é preciso compilar os esparsos (e infinitos) conhecimentos.
Estudar e não pensar é desperdício de tempo e dinheiro. Pensar e não estudar além de limitante é perigoso. Há muitos pós-graduados dando aula de ignorância e analfabetos ensinando e demonstrando sensatez. O ensino está produzindo seguidores de “normas técnicas”, no sentido restrito das palavras. Não desenvolveram instrumentos mentais que lhes permitissem interpretar os problemas de forma ampla associando ideias e fatos além do escopo de uma norma técnica em questão, suas interpelações e suas consequências.
Quando há alguma reflexão, esta é sempre direcionada pela parcialidade e exclusividade do interesse próprio, tal como as justificativas da justiça social e fiscal e dos malefícios da "desigualdade social" válidas para os outros, mas não para aumentar o salário do servidor do fisco quando este produz aumento da desigualdade salarial dentro do próprio órgão executivo fazendário. Nesta hipótese tudo é justificado de forma favorável. Tal como aparenta ter sido abordado o tema no Livro a seguir indicado onde 'elisão' fiscal é vista como 'evasão' fiscal, e onde no Direito Empresarial e na Lei das S.A são apontadas inúmeras hipóteses sonegatórias sempre dolosas de ITCMD, que não deveriam existir em nome da crença da "justiça fiscal", "social", da "tributação progressiva ao valor da renda e patrimônio", etc.. Em nada importando o objetivo do Direito Empresarial para o desenvolvimento do Pais, como se este até devesse ser ignorado em prol da arrecadação do tributo mais importante que qualquer outra coisa no Mundo: o ITCMD.
“A internet promoveu
o idiota da aldeia à portador da verdade universal”. (Umberto Eco – 1932-2016)
Muitas vezes o
apoio ao ITCMD não passa de uma forma de alegação usada por interesses de
grupos, exemplo: os vendedores de holding, seguradoras, Bancos. E, com mais frequência, pela
perspectiva limitada do especialista associada a suas conveniências pessoais e
de grupo do qual faz parte: ex.: servidor do fisco.
Enquanto o Leão não souber escrever, toda história glorificará somente o caçador. (provérbio africano)
A expectativa de muitos "progressistas" é de serem um rei leão, enquanto a realidade é bem outra.
O autor deste blog foi Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo durante quase 20 anos e considera que todo trabalho de servidor Fiscal do Erário, metaforicamente, é equiparado a de um cão adestrado. E, certamente, não poderia ser diferente, não só porque deve cumprir a Lei, mas também para controle de corrupção quase a totalidade dos atos administrativos não iniciam e terminam em um único servidor. Todavia, muitos não só se identificam com o adestramento quanto sentem muito prazer quando o resultado do adestramento envolve o prejuízo imoral alheio. Sentem prazer em cumprir o absurdo. Como um sábio já observou: "o poder é mais atraente para os mau-caráter e psicopatas". Essas pessoas sempre encontrarão desculpas para justificar moralidade em suas ações e opiniões. Uma pessoa de má índole é capaz de tudo, inclusive simular boas atitudes. Há muitos que para subir no conceito social buscam rebaixar outros para sentirem-se mais elevados. O serviço público não está imune a este tipo de pessoas. Quando se trata de seus interesses profissionais, os empregados do Estado, com salários prefixados, tendem a condenar a ambição de lucro tal como um cristão violento e fanático. Eles falam em combater a desigualdade social, mas insistem em pedir aumento salarial. Pelos motivos expostos, é preciso desconfiar dos “arautos” da arrecadação tributária que, no geral, pensam ser mais importantes do que de fato são, cujas opiniões equivalem a exercícios retóricos de subsistência com esforço em fazer parecer importante aquilo que, de fato, não deveria ter qualquer importância, nem mesmo deveria existir. Os “intelectuais” que trabalham no setor público, com a ambição remuneratória limitada, tendem a condenar a ambição do lucro opondo-se ao capitalismo e tratando com desprezo o esforço do enriquecimento alheio. Os interesses no poder dentro do órgão público os tornam mais problemas a serem resolvidos em vez de elementos de resolução de problemas para a sociedade. Totalmente fechados sobre si mesmos parecem ter compromisso ideológico com o erro, com uma cegueira volitiva auto imposta, que os impedem de enxergar o fundamento de tudo o que de fato é a realidade. Muitos atingiram um estágio no qual pensar a sim mesmo tornou-se exercício criativo de ficção.
O autor do acima indicado livro - na melhor das considerações - parece possuir uma mentalidade anticapitalista, desintegrada, incoerente e irracional com as necessidades do desenvolvimento do Brasil, pois parece não enxergar os benefícios da atividade empresarial para o País e até aparenta desejar vê-la destruída ou agravado o seu sacrifício. Faz propaganda de uma mentalidade mais do que medíocre que procura sutilezas por toda parte para trazer aos assuntos do governo um espírito do infinitamente pequeno. Em suma, pura bazófia: vaidade exacerbada, vanglória, presunção, fanfarrice, que engana os incautos pelo suposto "princípio da autoridade" (o conhecimento do expert). Para os não incautos no assunto, o livro faz prova de que conhecimento associado à falta de discernimento é pior do que a pura ignorância. É preciso enxergar as consequências além do ITCMD em si, além do Erário. Trata-se de trabalho de teoria baseada em direito que não deveria existir, logo, sem importância para o bem das famílias e do país, e sim para o mal destes. Só é possível admirar o seu compromisso ideológico com o erro e com a política do Vaticano, com a cegueira volitiva que o impede de enxergar o fundamento de tudo que corresponde à realidade no sentido amplo. Ao invés de direcionar o olhar para o futuro, direciona-o para o medievo. Parece um trabalho motivado principalmente pelo desejo de conquistar reputação no serviço público do qual o autor faz parte, todavia, infelizmente, chamando a atenção com polêmicas e tecnicismo de finalidade última absurda para o bem social. Pergunto: Que tipo de pessoa poderia considerar plausível esta obra? Respondo inspirado em Isaac Newton: “Um homem estúpido e intrometido perguntou a Newton como ele descobrira a lei da gravitação. Vendo que teria de lidar com um intelecto de criança, e querendo se ver livre do chato, Newton respondeu que foi quando uma maça caíra sobre a sua cabeça. O homem foi embora plenamente satisfeito e completamente esclarecido.” Só é capaz de receber aplausos de ignorantes educados no curral do Vaticano. Na vida para evitar-se aborrecimentos inúteis é preciso saber distinguir humanos que merecem uma explicação detalhada dos que merecem uma simples resposta, e os que não merecem nada. Exemplo real: investidor pessoa física em ativos negociados na Bovespa isentos nos lucros recebidos em forma de rendimentos de Fundos de Investimentos imobiliários, ao passar os ativos para uma pessoa jurídica (holding) o investidor passa a ter despesas com contabilista, além de descontar 20% a título de IR na fonte e ter a receita como B.C de Pis, Cofins e CSLL. Todavia, na mente esquerdista de um servidor público que nunca empreendeu além de seu cargo público é fácil fazer vista grossa para o todo e enxergar apenas um detalhe tributário forçado sobre o ITCMD no Direito Empresarial para desconsiderar qualquer outro interesse em constituir uma holding familiar e considerar tudo como interesse em “evasão” fiscal e a tachar a tributação “elisiva” das holdings como distorções, disfuncionalidades, ao sistema tributário capicomunista brasileiro.
É preciso enfatizar que se trata de trabalho com equivocadas pretensões intelectuais, marcado por superficialidade sob a cortina de fumaça do tecnicismo, arrogante, cheio de desprezo pela sensatez, com abordagem claramente parcial na sua maneira de pensar sobre o assunto. A proposta “progressista” do autor do livro parece uma defesa da noção de que o interesse coletivo deve ignorar a riqueza e os ricos, seja o que estes representarem na mente “progressista” e para o desenvolvimento do País. A proposta do autor nega a capacidade intelectual e evidencia que o mero estudo não basta para dissuadir uma mentalidade antiética, desprovida de lógica e bom senso. As crenças do autor (provável devoto do Vaticano) sobre o ITCMD que coloca o interesse coletivo de um Estado de forma bárbara sobre a liberdade individual, e da prosperidade das famílias, com motivação de ódio contra a riqueza típica de uma sociedade feudal, faz prova de que o autor deve acreditar que o brasileiro ideal é (ou deveria ser) um ser sem espírito, obediente ao Estado ineficiente, corrupto, cleptocrata e subjugado pelos interesses da coletividade. A impressão que se extraí deste livro é que o autor vive em um cárcere de amargura espiritual. Parece pessoa pobre cheia de ódio que deseja estragar a riqueza na vida de qualquer outro que simbolize viver o oposto. Esconde a maldade no disfarce do interesse público. Na obra do autor “progressista” nunca há algo positivo para a liberdade e a riqueza. Há somente ódio, maldade e mentiras contra a liberdade econômica e a riqueza. Não há exceção! Não é porque se aprendeu apanhando que precisa ensinar batendo. Se não quiser afagar, não apedreje. Se não quiser alimentar, não envenene.
Mudar ideias no Brasil a favor da liberdade quando esta se refere à riqueza é algo muito difícil. Em razão da grande influência católica, há muita pressão para tratar humanos como formigas e ricos como animais de sacrifícios. A obra Ilustra bem a visão predominante tacanha, ainda sob o efeito do "sono dogmático católico", direcionada / ancorada apenas para o aumento de tributação alheia à realidade deste imposto na sociedade. As holdings não são adotadas ou estruturadas apenas com finalidade fiscal, MAS, também para ajudar na governança patrimonial e do planejamento sucessório não ligado apenas no foco exclusivo fiscal. Em razão dessa cultura de marginalização da riqueza não faltam propostas direcionadas para o aumento de tributação tratando o rico e a riqueza como animais de sacrifício: tabela progressiva do IR, isenções para os considerados mais vulneráveis, e até propostas de criar obrigação tributária baseado em regime de competência, no ano em que o lucro for apenas apurado, mesmo que este seja distribuído anos depois e sem considerar que este ‘direito’ não seja líquido e certo e na prática e não raramente necessite ser desconsiderado, cancelado, pela empresa devedora entre a declaração do direito ao crédito e a data do estimado pagamento por fatores aleatórios a atividade empresarial. Os socialistas de shopping usam a retórica de se fazerem de preocupados com os humanos necessitados, alguns posam de “justiceiros dos excluídos”, mas o que querem de verdade é um cargo público (na política ou fora dela) com função melhor remunerada, com mais mordomias e menos trabalho, não se importando de viver assim à custa do povo excluído. Essa relação “regressiva” entre mordomias públicas x pobreza eles não enxergam. Só enxergam de forma míope, embaçada, a regressividade tributária relacionada à renda dos mais produtivos, e NUNCA o que pagam de tributos, sobretudo como contribuintes de fato. Um tributo é regressivo quando ele não considera a capacidade econômica da pessoa; A base de cálculo é o valor do bem e não a renda de quem o adquire, logo incide proporcionalmente mais na renda dos que estão na parte de baixo da pirâmide de renda. A retórica socialista só produz impacto nos países onde há grande influência dos interesses políticos do Vaticano. O que é relativamente menor é para possibilitar o absolutamente maior. Os ricos pagam absolutamente mais tributos de forma direta e indireta do que os seus opostos, seja apenas no consumo próprio ou também nas despesas de manutenção de uma atividade empresarial e seu patrimônio pessoal e empresarial.
Os mais produtivos são achacados pelo Estado capicomunista para sustentar os mais improdutivos. Governo "liberal" brasileiro também faz média com socialismo.
O governo DEVE estimular a produtividade e não o oposto. O relativamente mais improdutivo hoje deveria pensar que poderia se tornar um humano mais produtivo no futuro ao invés de invejar estes. A fonte de renda de um empregado é derivada de um empregador mais produtivo que ele. A regra no Brasil católico capicomunista é o improdutivo perseguindo o produtivo. A riqueza vive permanentemente ameaçada. Isso se torna notório em período eleitoral.
Hoje, como no passado, o padrão final da ética é a “escolha”, e a batalha sem fim é apenas saber de quem é a responsabilidade desta obrigação: do próprio indivíduo, da sociedade, do ditador ou de Deus. O mundo real não existe para celebrar expectativas individuais, que muitos não enxergam porque estão psíquica e epistemologicamente encarcerados em crenças desconectadas da realidade tal como a que trata o indivíduo como uma peça manipulável de um sistema de engrenagens, sobre o qual ele não teria nenhuma influência. Assim, livre-arbítrio, uso volitivo da razão, individualismo, capitalismo, identidade, o dever a partir do ser, são pressupostos inexistentes e marginalizados para a mentalidade "progressista". Disso resulta a crença de que o indivíduo pode ser atordoado pela vida sem plena liberdade, onde a propriedade pode ser muito relativizada e até suprimida, tal como o confisco pelo ITCMD, onde o uso da coerção prevalece sobre a liberdade. O Estado – parasita da liberdade alheia - age cometendo os próprios crimes que ele combate. O raciocínio motivador deste livro não pode ser outro senão o de considerar de um lado os pobres coitados, vítimas da sociedade, e do outro os capitalistas egoístas malvados desmerecedores do que possuem e causadores de todos os males. Entre o servidor público arauto da “justiça social”, socialista de shopping, e os ricos difamados de sonegadores egoístas malvados está a grande massa de marionetes do tipo burro adestrado no curral do vaticano. Em razão dessa realidade, o autor deste blog busca prover os humanos, mais especificamente, aqueles que gostam de pensar profundamente, com uma visão integrada, coerente e racional sobre o ITCMD. Nestes termos, cumpro o dever com minha consciência de observar que o Trabalho objeto do acima indicado livro é de motivação medíocre, cujo autor demonstra uma visão apequenada, de escopo limitado ao tecnicismo de uma tributação imoral, que representa uma vilania contra a família, contra o direito de dispor para si e família os bens acumulados de forma lícita e demasiadamente tributado ao longo da vida. Um tecnicismo que só engana ou encanta os incautos sobre o assunto e humanos inocentes, ou do tipo burro adestrado no curral do Vaticano para os seus interesses de Poder.
REPITO: um trabalho medíocre cuja utilidade maior aparenta ser os interesses particulares do autor posando de “arauto da justiça social e fiscal” nos exatos termos que interessa ao comunismo dissimulado do Vaticano acostumado a vigiar nos pormenores ações e controlar ideias. Revela-se de modo emblemático o contraste entre a concepção de um sistema tributário racional e pró desenvolvimento social baseado na liberdade e prosperidade individual e outro, o qual o autor do livro parece se identificar, pró enriquecimento imoral do Estado em detrimento do crescimento merecido do indivíduo e famílias. O autor quer mostrar a existência de um lado limpo e útil no bolo de excremento fétido do ITCMD e nada observa e alerta do seu lado podre, imoral e injusto contra a prosperidade individual e familiar, de acordo com os primados da liberdade individual e econômica, portanto, trabalha contra o aumento da riqueza do país. É fácil vender uma ideia podre para quem não consegue perceber a sutileza da podridão. Parece até haver uma INTENÇÃO PERSECUTÓRIA da riqueza mascarada pela hipocrisia da “justiça social” e “fiscal”.
A INVEJA JÁ FOI CONSIDERADA O PIOR DOS SETE PECADOS CAPITAIS ATÉ QUE MUDOU SEU NOME PARA “JUSTIÇA FISCAL”, “JUSTIÇA SOCIAL”, “PROGRESSIVIDADE DA ALÍQUOTA” E TORNOU-SE A MAIS ADMIRADA VIRTUDE JÁ CONHECIDA.
O agente
político socialista de shopping e o burocrata do órgão fazendário comumente propõem
normas que não distinguem nada além de suas bolhas de interesses na própria
prosperidade. E cultivam fazer os mais prósperos de animais de sacrifício hipocritamente
em nome de um valor coletivo despersonificado. O burocrata do setor público
- especialmente o fazendário - e o
empreendedor são personalidades completamente diferentes. Aquele influenciado
por não ter muito a perder e este por tudo a perder. O burocrata do serviço público
está para o socialista de shopping assim como o empreendedor para o liberal.
Não há meio termo.
O VIDEO ILUSTRA ALGUNS PENSAMENTOS ANTICAPITALISTAS, MENOS DISSIMULADO, MAIS OSTENSIVO.
Só vê a aparência da riqueza e nunca os inerentes obstáculos que necessitam ser superados diariamente e a contribuição social de suas despesas para mantê-la. Parece não ser do conhecimento do autor que países após o término do controle comunista tornaram-se mais amigáveis para negócios do que o ícone capitalista do ocidente: os USA. A china mudou da bicicleta para o maior mercado de carros do mundo. Muitos não veem ou não querem admitir que isso só é possível com gestão da economia sem falácias socialistas. A China, a Rússia e os países do oeste Europeu que já estiveram sob o seu domínio não possuem o “imposto sobre heranças e doação”. A mentalidade socialista faz perder tempo sonhando com governos capazes de suprir todos os desejos e compensar as frustrações pela desigualdade natural humana com a destruição da alegria e sucesso (seja o que este representar) de outros que consideram em situação "privilegiada". Os apoiadores da perseguição à riqueza são aqueles que não veem sentido na própria vida, depositando este no dinheiro que não possuem, e, assim, desejam destruir a de outros. A melhor utopia é: focar onde for melhor tratado; focar onde possa manter mais de seu próprio e merecido patrimônio e dinheiro; buscar uma ordem jurídica que possibilite a maior independência possível; não esperar nada de ninguém. Essas são as utopias do humano seguro, confiante de si, não invejoso e atraído pelos valores da liberdade individual e econômica. Os argumentos do autor não vão além da fronteira da retórica socialista. É pobre de realismo, não enxerga de forma nítida e ampla os seus contornos, é carente de racionalidade ampla. Para o autor deste Blog, a utilidade prática das argumentações do autor do indicado livro não ultrapassa os interesses de posar de arauto do erário estadual - um "príncipe" do ITCMD, um "arauto das justiças social e fiscal" , mas - de fato - presta um DESSERVIÇO ao país. No todo, observa muito aquém dos interesses maiores da coletividade e acaba por relacionar estes apenas ao Erário Estadual e à arrecadação do ITCMD, desconsiderando todos os seus males para a prosperidade do indivíduo e famílias objetivo primordial (deveria ser) da existência de toda Nação. Só enxerga prosperidade sob a ótica coletivista e a do Estado, que se dá com abuso de direito travestido de legalidade, com ofensa à liberdade individual e à instituição familiar, com prejuízo destes a favor de um Estado imoral ineficiente e corrupto que reduz criminosamente por confisco a riqueza do trabalho dos mais produtivos, dos que mais contribuem e contribuíram - no mínimo - de forma direta e indireta com tributos comumente ao longo de muito tempo, para este fazer "apenas em tese" pelos mais improdutivos. O autor parece considerar que a riqueza individual devesse ser reduzida e desestimulada devido à desigualdade social que é vista como causa de problemas e não consequência das desigualdades naturais humanas, suas particulares circunstâncias e oportunidades naturalmente desiguais manifestadas em razão da "liberdade" individual e econômica. Por óbvio, quanto maior a alíquota ou a base de cálculo do ITCMD maior o desestímulo ao enriquecimento da pessoa física, para o qual o confisco é pior, pois a base de cálculo é todo o patrimônio e não apenas o patrimônio líquido. A existência do ITCMD faz com que os únicos não ou menos prejudicados sejam os agentes políticos, classe média privilegiada, remunerados também com benefícios indiretos isentos de I.R e ainda com integralidade e paridade na aposentadoria e pensões, associado a pouca incerteza futura sobre a renda. O resto seria tratado apenas como escravos do Estado capicomunista para sustentar os seus raros beneficiados.
É
FÁCIL FAZER DISCURSO DE TRIBUTAR MAIS OS OUTROS QUANDO ISTO NÃO ALCANÇA A
SI MESMO.
É FÁCIL FAZER
POLÍTICA SOCIALISTA IRRESPONSÁVEL
COM O DINHEIRO DO BNDES.
Sempre foi o uso
sofisticado da razão que transformou todo conhecimento ainda não formulado em
algo concreto bem articulado, propriamente científico. A razão é a regra
segundo a qual todas as coisas se realizam e, por via de consequência, a lei
comum que governa a todos e todas as coisas no Mundo. Todavia, filósofos da
antiguidade já tinham percebido que fatos objetivos têm menos influências em moldar a
opinião pública do que apelos à emoção e a crenças pessoais sem qualquer
parâmetro de razoabilidade, também em relações pessoais e profissionais
subjetivas de menor visibilidade. Com efeito, toda dinâmica ideológica explora
com eficácia os componentes alógicos do humano, tornando-se dominante sobre a
razão, subvertendo fatos e violentando a realidade. Até fatos claros e
contundentes são mais frequentemente esmagados pelas crenças irracionais do que
o contrário. Há crenças que são abraçadas
por alguns como reflexo inequívoco da verdade e apresentada aos outros como
aquilo que se deve aceitar como verdadeiro, duvidem eles ou não. Exemplos notórios são os parâmetros de argumentação usados para justificar a “justiça
fiscal” para fins de “justiça social”, sem qualquer consideração além de suas causas e efeitos, é como algo da época em que o povo acreditava
que a chuva dependia do humor do Deus
Urano. Para essas pessoas entenderem a realidade em sentido amplo não basta
dá-las dados da realidade, são necessárias explanações que estejam no campo
místico para além das intuições. O tangível existe, todavia um rápido olhar
pela história humana evidencia tratar-se de um óbvio quase nunca assim tão
evidente para a maioria. Compreender a realidade de forma objetiva, pragmática,
não é interesse da maioria, que prefere a celebração de achismos ou caprichos
ilógicos pessoais. Será que o autor se perguntou: “quais
todos os fatos que se colocam diante da questão do ITCMD ?” "O que há de bom, o que há de ruim?" É necessário
colocar as paixões das crenças de lado, para não se perder em caprichos,
emoções bestiais, inclinações nada
elaboradas, para não cair no erro de querer aplicar aquele “grau de rigor” que
demanda um grau de verdade não obstante permitido pela “natureza da coisa”, mas
que a razoabilidade e a moralidade simplesmente não o permite. O saber
necessita do conhecimento, mas a sabedoria não se dá apenas segundo parâmetros
intelectuais, como muitos “técnicos do saber” imaginam. Apenas no contexto do
olhar reflexivo amplo se pode entender a força pragmática do dito registrado no
frontão do Templo apolíneo de Delfos: “Conhece-te a ti mesmo”. Com efeito, ser
pragmático, neste sentido, é buscar reparo não só em um tanto quanto possível
seguro conhecimento de si, mas do mundo sobre o qual se caminha. Parece que o autor do citado livro não
enxerga o assunto tratado além do ITCMD em si. Vislumbro um autor que não
objetiva ou não é capaz de perceber a necessidade de considerar outras
perspectivas da realidade em geral além do ITCMD e as suas consequências, especificamente, para as
famílias e não apenas para o que
está posto imediata e confortavelmente sob a sua bunda e seus pés sem qualquer forma de
maior elaboração mental. Mente
medíocre que só alcança problemas menores, mas não consegue perceber o mal nas
suas verdadeiras proporções. Portanto, não resta outra conclusão senão a de considerar tratar-se de um trabalho de objetivo medíocre cuja mediocridade está oculta pela cortina de
fumaça do tecnicismo e o suposto interesse público baseado em um coletivismo exagerado imoral. O autor parece não enxergar que toda a legalidade do ITCMD é de
motivação confiscatória comunista e imoral, desarrazoada, em face até de alguns
princípios constitucionais. Toda a argumentação está baseada em um Direito Público que não deveria
existir. Esta obra parece ter sido feita para agradar brasileiros esquerdopatas. O ITCMD é um
imposto só compreensível pela mente imersa em época de um Mundo largamente inexplorado ainda em seus primórdios de desenvolvimento econômico. Uma mente com enorme dificuldade de compreender e aceitar a realidade com as consequências da liberdade individual e econômica. Em suma, um homem da antiguidade. Tal como as
raízes mais profundas da Filosofia Grega não estão nela, mas em influências
muito anteriores, tal como nas epopeias mítico-religiosas de Homero e Hesíodo,
muitos brasileiros contribuem para a destruição da sociedade brasileira com
pensamentos ancorados nas falácias da Doutrina dos interesses políticos de Poder e riqueza da religião política do Vaticano,
e de forma pouco ou nada consciente desta influência maléfica disfarçada de
altruísmo: bondade, caridade, justiça pelo autossacrifício, humanidade, etc. Muitos
vivem - até sem saber - subservientes a convicções equivocadas criadas e alimentadas por
séculos pelos interesses políticos de Poder e riqueza do Vaticano. Ninguém entende melhor de dinheiro e riqueza do que o Bilionário Vaticano, sua fonte principal é a miséria humana no sentido amplo. No curso da
história humana, fomos tragados pelas formas mais vis de discursos e ações estatizantes, totalitários, de equívocos derivados de
abordagens coletivistas, nocivamente altruístas e, por consequência, imersos
num quadro grotesco que faz o povo brasileiro uma vitima contumaz e insistente
de si e, por consequência direta, também da coletividade - o núcleo de toda coletividade é o indivíduo, tal como a célula está para a biologia. A “cura” para essa situação não é
simples ou rápida. É necessário lutar contra elementos psicológicos enraizados
no mais profundo da identidade individual e nacional, emoções primitivas,
ressentimentos inconfessáveis, inveja, arrogância messiânica de “ungidos”
voluntariosos desesperados pelo poder de controle de consciências de forma
individual e coletiva, e, no limite, contra a mais pura e simples ignorância própria e alheia. O
Brasil teria muito a ganhar se seu povo conhecesse este tributo de perto, os
males que ele produz, fato este omitido pelo autor do livro. A maioria desconhece até a existência, o que dizer de suas
consequências!! Muito comumente um
caráter muito influenciado pela religião
política do Vaticano resulta na aceitação de falsos discursos baseados na marginalização da riqueza e
glorificação da pobreza associados subliminarmente à preocupação com os pobres. Não percebem que o discurso do bilionário Vaticano não vai além de palavras ao vento para o próprio interesse,
que resultam também na cultura da assimilação social da corrupção, quando justificada em prol do pobres, e seus principais atores na política e fora dela.
Muitas ideias nefastas que hoje nos afligem, que tornaram nossas políticas tão nocivas, foram elaboradas/influenciadas por “técnicos” do meio acadêmico. Os maiores males do mundo não serão realizados por homens com armas na mão, mas por homens bem vestidos sentados em mesas suntuosas. Por trás de toda “revolta das massas” há a motivação de doutrinas de “intelectuais”. Metaforicamente, não é suficiente saber que Hitler matou 6 M de judeus. É necessário ir além - no não aparente - e refletir sobre como milhões de alemães foram convencidos de que isso foi necessário. Para isso é preciso concatenar conhecimento e não ficar limitado apenas ao conhecimento de 'normas técnicas'.
Há 3 espécies de cérebros: (1) o que busca o entendimento por si próprio; (2) o que aprende [reflete, aproveita] o que o primeiro entende facilmente sozinho; (3) e o que não busca o entendimento nem por si próprio nem pelos outros; O primeiro é o excelentíssimo; o segundo o excelente; e o terceiro o totalmente inútil. [Maquiavel]
Somos nós mesmos que nos iludimos
por querer que as criaturas deem o que não podem e que ajam como imaginamos que
devam agir. [hammed].
A todos é concedido ver, mas a poucos é dado perceber. [Maquiavel]
Os homens costumam julgar mais
pelos olhos do que pelas mãos, uma vez que todos podem enxergar, mas poucos
sabem sentir. [Maquiavel]
Os preconceitos têm raízes mais profundas que os princípios.[Maquiavel]
A inteligência não tem só a ver com o conhecimento adquirido. A verdadeira inteligência vem de uma capacidade de avaliar diversos dados e fazer uma determinação concatenada razoável. Os povos antigos usavam sua inteligência para determinar padrões meteorológicos, julgar técnicas de caça e planejar para o ano futuro. Faziam tudo isso sem satélites ou computadores. As pessoas modernas não seriam, a priori, mais inteligentes do que aquelas que as precederam, do que os grandes navegadores de caravelas e os grandes engenheiros da antiguidade. Não, não são. Parece que os povos antigos sabiam concatenar conhecimentos melhor que muitos com doutorado nos dias atuais. Um engenheiro do antigo Egito e antiga Roma aparentam ter sido mais inteligentes que os da época moderna. É difícil argumentar ao contrário.
Os marxistas são pessoas que se sentem ofendidas pelo sucesso alheio, seja o que este representar para o ofendido.
Todo excesso
esconde uma falta. Quanto maior o chapéu do Cowboy, menos gado ele tem. Quanto
maior a psicótica solidariedade, maior a frustração e o interesse inconfessável na destruição da
riqueza alheia.
Metáfora: “não julgue o
livro pela capa”. O mundo está cheio de monstros com aparência amigável e anjos
cheios de cicatrizes.
As gerações anteriores reclamam da geração atual mas esquecem que foram eles que educaram, criaram e deram uma certa direção para a geração atual. A reclamação seria apenas uma transferência de culpa por algo que não deu certo? Mas seja qual for a geração, toda escolha importante [seja o que isso representar para cada um] exige uma boa dose de coragem. Muitos se sentem aprisionados e pressionados para tomar decisões importantes para a própria vida. Muitos morrem seguindo paradigmas ou tentando ser muita coisa sem perceber que já não são tão úteis e que o mundo já não é o mesmo da época de quem os educou: pais, avós. E o tempo vai passando e as coisas mudando com uma velocidade cada vez maior.
Exemplificarei de forma tecnicamente simples por meio de uma metáfora: No mundo atual, a maioria dos humanos é igual a um monte de lâmpadas apagadas, a maioria, inclusive com pós graduação, não sabe além do básico, quando sabe algo além disso, não desenvolveu a habilidade intelectual do discernimento para iluminar o seu próprio caminho. Em razão da grande quantidade de humanos com precário discernimento há um adágio que diz: "quem muito estuda, poderá acabar trabalhando para quem nunca estudou." Quem nunca soube de um pós-graduado endividado e pobre, e um que mal fez o colegial e rico?
Os preconceitos têm raízes mais profundas que os princípios.[Maquiavel]
São pessoas facilmente enganadas pelas crenças cuja única finalidade/interesse é se perpetuar tanto para o bem quanto o mal. A evolução exige livrar-se das crenças temporais já inúteis e, para isso, é preciso refletir.
Tome cuidado com as
suas certezas.
O grande problema do mundo é que ignorantes sempre têm certeza de
tudo e os sábios estão sempre cheios de dúvidas.
Bertrand Russel - 1872 a 1970
O maior inimigo do
conhecimento não é a ignorância, mas a ilusão do conhecimento.
Toda certeza começou na dúvida.
A pseudo teoria econômica de Karl Marx o coloca no papel histórico de um sofista, alguém que deturpou a realidade para vender mentira como verdade. É típico do enganador fazer uma coisa parecer outra. A cultura da maioria só permite enxergar um enganador grotesco e jamais um sofisticado travestido de intelectual bem intencionado. A minoria que enxerga além da aparência é tachada de alienada pelos verdadeiros alienados e pode até ser cancelada por estes tal como foi Sócrates. O “mito da caverna” de Platão ilustra bem isso, que não é fruto dos tempos atuais, mas da eterna natureza humana. A maioria sempre foi tola, vive dependente do talento da minoria que gera riqueza, inovação, tecnologia, desenvolvimento, cultura, etc. e a qual inveja e passa a vida lutando contra, projetando nela a sua própria frustração pela própria improdutividade [pobreza]. Todos são capazes de ver como as coisas parecem ser, mas poucos são capazes de saber como realmente são. Na vida há coisas que se encontram veladas a ponto de não serem percebidas sem uma adequada astúcia ou compreendidas sem uma profunda reflexão. E sem uma abordagem adequada ainda podem produzir um equivocado entendimento e um precário valor ao indivíduo despreparado.
A seguir alguns erros que podem comprometer suas decisões: (1) usar como única fonte de informação a literatura da mídia (sentido amplo); (2) ignorar fatos e informações de imediato, sem critica, apenas por que não estão de acordo com seu ponto-de-vista preestabelecido. Lembre-se de que o que é mentira hoje já foi verdade no passado e muitos morreram e mataram por ela; E, muita verdade hoje poderá tornar-se mentira no futuro; E, toda certeza começou em uma dúvida; (3) acreditar que algo é bom ou ruim sem base nas devidas evidências: informações negativas também são vendidas com aparência de positivas; (4) manter-se no “status quo” sem considerar o que pode estar perdendo por estar nele (no que está fazendo); (5) decidir sem crítica (sem evidência objetiva) contaminado de emoção ao invés da razão: é preciso estar consciente de que a mídia moderna espalha tanto informações úteis e verdadeiras quanto inúteis e falsas. É preciso insistir em buscar padrão elevado de precisão / certeza, muito embora nenhuma estratégia de longo prazo pode prever e muito menos determinar os acontecimentos de modo que eles “caibam” nos planos. Contudo, todo estrategista (e estratégia) de longo prazo pode e deve estar preparado(a) para a necessária mudança dos planos de acordo com a evolução dos acontecimentos que lhes são externos. Cuidado com as certezas categóricas !
Julgo poder ser verdadeiro o fato de a sorte ser árbitro
de metade das nossas ações, mas que, mesmo assim, ela nos permite governar a
outra metade ou parte dela. [Maquiavel]
A mudança de tudo é uma constante, desde fatos simples até eras de mudanças e mudanças de eras. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Quem não observa as mudanças de sua época, quem permanece imutável, indiferente a relevantes mudanças, poderá terminar até destruído por ela. Há mais de 2000 anos Heráclito de Éfeso, filósofo pré-socrático considerado o “pai da dialética”, já dizia: tudo é mudança. O escritor e futurista norte-americano Alvin Toffler, autor dos livros “Choque do Futuro” e “A Terceira Onda” observou: O analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender (hábitos, formas de produzir, modelos e paradigmas obsoletos, etc) e reaprender. Galileu Galilei dizia: “não existe nada pronto e perfeito, e sim adaptações, mutações e transformações do conhecimento”. Aprender sempre foi um desafio permanente na vida em todas as épocas da humanidade, ele sempre existirá na vida de todos de modo formal (estudo tradicional) ou informal com estímulos voluntários ou involuntários (sortes e principalmente os azares). A educação formal é muito útil, mas a autoeducação e o envolvimento permanente na aprendizagem ao longo da vida também são. O que é aprendido hoje, pode tornar-se inútil décadas após. Muitas mortes foram motivadas por "verdades" que hoje são mentiras! Toda crença só tem uma finalidade/interesse : se perpetuar. A evolução exige livrar-se das crenças temporais já inúteis. Quantas crenças milenares absurdas são cultuadas até hoje? Reflita !
Após as considerações preliminares, passo ao assunto "o valor social do trabalho" sob a ótica do equivocado [ou mal intencionado] Karl Marx.
Karl Marx é a muleta preferida dos críticos da riqueza alheia. É a base científica dos psicóticos-solidários conhecidos sob a alcunha de "esquerdopatas". Segundo a doutrina marxista, só os proletários têm valor e boas ideias. Todavia, todos os autores socialistas nunca foram proletários, e sim “burgueses” no sentido pejorativo que eles próprios, socialistas, usam o termo. Os ‘socialistas’ de iphone, que atacam os capitalistas, seriam os mesmos que na pobreza igualitária socializada arrumariam outros falsos argumentos para atacar a quem viriam como melhores do que eles a fim de compensar suas frustrações e baixa autoestima. Ledo engano acreditar em socialista.
O trabalho de Karl Marx é visto pelos
especialistas como cheio de contradições
lógicas e factuais (sem paralelo com a realidade) e de difícil dialeto
aparentando uma tautologia com a finalidade de enganar os incautos, a maioria no mundo em todas as
épocas. Parece até trabalho patrocinado pelos interesses comunistas do Vaticano. Todos nascem ignorantes e só com muito esforço e disciplina é possível mudar
esta condição inicial - opção de poucos. Essa conduta é estranha a maioria no mundo e isso explica porque seu trabalho não encontra apoio de
especialistas que o leram e apenas no público
simplório de discernimento e cheio de preguiça que nunca o leu, que o defende
pelo preconceito de que tratar-se-ia de algo a favor dos pobres e oprimidos
pelo capitalismo (que seria selvagem) e seus capitalistas malvados. ´Por analogia, é como aquele devoto fanático que diz: "Eu sei que a Bíblia é verdadeira. A própria Bíblia diz que é! O Papa é uma pessoa pura, etc.
Pessoas não gostam de ouvir
a verdade porque não querem ter as suas ilusões destruídas. [Friedrich
Nietzsche]
Uma pessoa inteligente pode
aprender mais de um tolo do que o tolo de uma pessoa inteligente. [Bruce Lee]
Com base na certeza prévia do que é considerado estupidez, nunca se esqueça de que é difícil ganhar uma discussão com uma pessoa inteligente, mas é quase impossível ganhar uma discussão com uma pessoa estúpida. Nunca desacredite em seu instinto. Seu corpo pode detectar más vibrações. Se algo bem dentro de você diz que algo não está certo sobre uma pessoa ou situação, acredite! Na maioria das vezes é melhor ter paz do que ter razão.
Os argumentos do ‘novo sistema’ por ele defendido nunca foram ratificados, comprovados, confirmados na vida real. Analogamente, é como defender a vida após a morte, espírito, paraíso, inferno, e coisas afins.
Apesar disso, o trabalho de Karl Marx teve o apoio da grande massa que ainda depositou fé irracional (igual a religiosa) irrestrita em sua promessa de respostas aos questionamentos nos próximos livros. Fé esta que permanece até hoje, não obstante ter deixado sem respostas os questionamentos. Há uma incrível correlação com a fé irracional em milagres bíblicos. Parece que a própria natureza humana contribui para a prevalência do pior sobre o melhor; da tolice emocional sobre a sabedoria racional.
"Nunca discuta com um ignorante. Ele te rebaixará ao nível dele e te vencerá por experiência" [Mark Twain]
A preponderante
ignorância da maioria criou a crença de que a política e o político de
“esquerda” são os únicos preocupados com a humanidade, especialmente
dos mais sofridos, e a “direita” e seus políticos unicamente preocupados com o
próprio dinheiro, e é representada pelo capitalista egoísta malvado, explorador
de seus empregados. Contudo, a realidade demonstra o exato oposto. Todo o
desenvolvimento do mundo só ocorre (e ocorreu) em razão do dinheiro. O poder do
“egoísmo” do bilionário e de seu dinheiro fazerem o bem é muito
superior ao discurso de qualquer solidariopata, sobretudo brasileiro.
O capitalismo nunca foi a solução de todos os problemas da humanidade. Em razão da dura realidade muitos estão tendo filhos tarde na vida. e outros a renda familiar e a necessidade de trabalho do casal nem os permitem ter. Não existe facilidade para a maternidade. Poucos podem pagar a conta hospitalar e até plano de saúde. A maioria não consegue renda para ter uma residência ou até pagar um aluguel de um razoável imóvel. A única certeza nessa cruel realidade é que no socialismo tudo seria muito pior para quase todos, exceto para a minoria no poder.
A vida fica
difícil quando se está deixando a zona de conforto OU se ficar permanecendo
nela por medo de sair. Todos passarão por momentos difíceis, ruins, mas eles também te acordarão para coisas melhores, boas, para a qual não se prestava
atenção. O livre arbítrio e a liberdade econômica,
ainda que imperfeita, permitem aproveitá-las. No socialismo nem isso é possível.
O acesso ao conhecimento pode começar cedo, mas a verdadeira sabedoria só começa aos 60, pois é nessa hora que você
começa a se arrepender de todos os erros que cometeu.
A visão de Karl Marx foi influenciada pela realidade de sua época e aos fatos sociais até então, MAS, é preciso reconhecer que o inferno está cheio de pessoas com “boas intenções” e o céu cheio de pessoas com boas ações. Muito do ímpeto pela liberdade no século XVII foi uma reação contra monarcas e aristocratas que viviam do trabalho produtivo de outras pessoas. Os libertários defenderam o direito das pessoas de manter os frutos de seu trabalho. Esse esforço desabrochou como respeito pela dignidade do trabalho e da produção, e especialmente pela classe média em expansão, que era desprezada pelos aristocratas. Os libertários desenvolveram uma análise de classe pré-marxista que dividia a sociedade em duas classes básicas: aqueles que produziam riqueza, e aqueles que a tomavam dos outros pela força. Thomas Paine, por exemplo, escreveu: “Há duas classes distintas de homens nas nações: aqueles que pagam tributos, e aqueles que os recebem e vivem deles.” Do mesmo modo, Jefferson escreveu em 1824: “Temos mais maquinário de governo do que é necessário, parasitas demais vivendo do trabalho dos industriosos.” Os libertários modernos do Brasil defendem o direito das pessoas produtivas preservarem o que ganham com sua produção, protegendo-se de uma classe de políticos e burocratas que querem tomar seus ganhos e transferi-los não somente para quem não produz, MAS, sobretudo para um Estado (sentido amplo) atual ineficiente: Estatais que poderiam não existir sob a administração pública; para as mordomias dos agentes políticos e a corrupção.
No Século XIX e anteriores a regra era trabalhar para o Senhor Feudal, amigo do Rei, em troca apenas de local para morar e alimentação. Em razão da sociedade até a sua época, Karl Marx [1818-1883], em sua primeira obra (A Lei do Valor), atribuiu ao valor do trabalho apenas a quantidade de horas trabalhadas e salários pagos em relação ao lucro e concluiu que o lucro do capitalista era fruto de extorsão praticada sobre o trabalhador.
Assista ao vídeo para ver outra explicação sobre esse tema
https://www.internautascristaos.com/videos/politica/a-burocracia-prejudica-os-pobres
Mesmo na sua época a sua Fake teoria econômica já nasceu morta, além do que, por óbvio, os fatores subjacentes que geram os preços dos ativos nunca se mantiveram iguais para todas atividades econômicas ou inalterados no tempo. Sua obra por não ser atemporal ignora totalmente a relação do lucro aferido com o risco do capital total investido além dos salários, que são pagos até mesmo antes de a empresa se auto sustentar plenamente. Como objetivo de ilustrar: A empresa Thatcher Glass era a segunda empresa com melhor desempenho no índice S&P 500 e a principal engarrafadora de leite no início da década de 1950, até quando as garrafas de vidro foram substituídas por caixas de papelão e a atividade de negócio da Thatcher naufragou. Na mesma época, outras empresas se tornaram ouro. Diferente da nobreza da época de Karl Marx e anterior, todo sujeito que inicia um negócio assume o risco de o negócio não dar certo e perder todo o seu capital pré-operacional. Este fato, foi ignorado por Karl Marx, pois em sua época as classes sociais eram apenas duas: os nobres e os miseráveis, e praticamente não havia mutabilidade entre elas. O rico morria rico e o pobre morria pobre. Até filho de um nobre vassalo do Rei tinha a certeza de que também seria um nobre rico. Hoje, diariamente, ricos ficam pobres e vice-versa. Tão difícil quanto ficar rico é manter-se rico ao longo da vida. E não há nenhuma garantia de que os herdeiros também possam dar continuidade à riqueza acumulada pelos antepassados, as exigências, talento e experiência, para isso são enormes e não são hereditárias.
Dinheiro gera oportunidade que gera dinheiro.
O antídoto à pobreza é a riqueza
Ele comparou o
trabalhador a uma commodity; em sua época, primórdios do capitalismo, 95%, eram
pobres. E afirmou categoricamente que todo valor do produto produzido é uma commodity
representada por quantidades de horas
trabalhadas. E, todo trabalho que é
produzido em um mesmo intervalo de tempo tem o mesmo valor. Se o trabalhador
tivesse dinheiro trabalharia por conta própria e não venderia para o
capitalista suas horas de trabalho. Que o capitalista aproveita-se da vantagem
de ter o dinheiro para pagar barato as commodity de trabalho e obter mais
lucro. Para ele o lucro resultava basicamente da redução de custo com a mão-de-obra, que era vista sem distinção de qualidade como uma commodity. Esses argumentos são caracteristicamente motivados por uma realidade
social e relações econômicas [mercantilismo] que não existem mais há muito
tempo. O terceiro volume de seu trabalho
contradiz o primeiro. E ainda teve a ousadia de dizer que os seus
critérios de valor são eternos. A sua
teoria da taxa média de lucro e a dos preços de produção não são compatíveis
com a sua teoria da “Lei do Valor”. Karl Marx nunca respondeu a nenhum
questionamento sobre suas teorias.
Achile Loria [1857 – 1943], sociólogo positivista,
historiador e economista, compondo o parlamento italiano de sua época na ala
socialista radical, disse que se sentia forçado ao severo, mas justo julgamento
de que Marx ao invés de uma solução apresentou uma mistificação contra a
riqueza. Ele viu no terceiro volume de sua obra sua completa falência teórica
completa, um suicídio científico, a rendição mais explícita de seu próprio ensinamento.
Posteriormente, quando surgiu a bastante simples teoria do custo de produção, a celebrada doutrina da “lei do valor” chegou ao luto. De fato, a sua obra marcada por várias explicações e observações inconsequentes, ilógicas, só é considerada plausível por socialistas de iphone que nunca a leu e/ou pelos incautos de conhecimento adequado no assunto abordado.
A realidade do dinheiro nos investimentos obriga a
considerar ratear no custo e no lucro não apenas as despesas com mão-de-obra e
sim a quantidade total do capital
envolvido, inclusive despesas pré-operacionais.
E, por óbvio, de acordo com a composição de capital variável e fixo
envolvidos no empreendimento diferentes rateios de custos e lucros existirão. Essas
são apenas algumas das contradições entre suas teorias e a realidade que
incrivelmente não causou nenhum efeito negativo em sua massa de seguidores
simplórios.
É mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las de que
foram enganadas [Marl Twain]
É preciso ter capacidade intelectual para inferir além do que é dito em uma simples norma técnica. É preciso concatenar e compilar conhecimento e até 'em tese' distantes do assunto de estudo. Na essência, quando Karl Marx atribui o valor de um produto apenas ao valor da mão-de-obra nele embutido (erro crasso) e que a troca da produção com valores acima e abaixo do valor equivale a partes de um total de capital utilizado e que as partes do capital serão compensados entre si e que a soma total de todos os preços corresponderão exatamente a soma total do capital utilizado, ele não diz qual a utilidade disso na prática para a economia e a relação de trabalho entre empregador e empregado. Na verdade isso equivale ao mesmo que não dizer nada - o silêncio seria mais valioso. E, claramente, além de ser um conhecimento inútil em termos práticos até para a época em que foi pensado, o raciocínio está pautado em um lógica onde riqueza e pobreza são variáveis de uma equação de soma zero, que implica no preconceito equivocado pejorativo de que a riqueza de um corresponde à pobreza de outro(s). A imagem a seguir ilustra a mentalidade do anticapitalista solidariopata em relação à riqueza alheia.
Se alguém tem mais, então alguém ou algum(ns) outro(s) necessariamente terão menos. Metaforicamente: se o café vale mais, a xícara valerá menos (ou outra coisa qualquer) e vice-versa, cujo total será de soma zero. Não precisa ser um especialista em economia ou contabilidade para inferir que as margens de lucros altas, onde o capital marginal do trabalho é mais elevado, possibilitam melhor remuneração do trabalho do que o exato oposto. E isto não é uma questão apenas de variação de valor de mão-de-obra, mas de uma real e permanente diferença que produz uma tendência de lucros e salários diferentes em diferentes ramos de indústria. Empresas inseridas em mercados de oligopólios com receitas mais previsíveis e constantes podem remunerar melhor do que as no exato oposto.
Na Rússia de Stalin, os “vassalos” (ex amigos do rei) foram classificados como “parasitas da sociedade” (os ricos que 'viviam' do trabalho escravo) e foram deportados para algum campo de trabalho forçado. A fome começou no próprio campo. A desorganização do plantio e da colheita e da distribuição fez com que muita comida se perdesse estragada mesmo antes de ser colhida e ao longo da cadeia de distribuição. A coletivização (proletarização) da produção reduziu a produção de 7,2 milhões de toneladas, em 1931, para 4,3 milhões no ano seguinte, retirando o poder dos fazendeiros (ricos parasitas) experientes e passando para uma administração centralizada e planificada do Estado que enviava ordens a seus valorosos proletários agrícolas, os seus executores. A questão também a ser objeto de reflexão é se ainda haveria algum paralelo entre os ricos do século XX e antes com o empreendedor do século XXI. Hoje a luta para enriquecer e se manter rico já custou e custa muito estresse, etc. As quase imutáveis classes sociais do período anterior à revolução industrial: Monarca e Nobres (amigos da Monarquia, pouquíssimos) e povo (95%) gradativamente mudaram para várias e mutáveis classes sociais onde milhares de ricos ficam pobres diariamente e vice-versa. A regra da remuneração é para todos: empregador e ricos e ex-empregadores que ficaram pobres.
A vida é marcada
pela crueldade e faz parte desta a concorrência para a sobrevivência, que o desenvolvimento social produzido pelo capitalismo agravou para todos inclusive os ricos. As vagas
em um concurso público não são para todos e não basta somente desejar para
conseguir uma ou qualquer coisa na vida; a riqueza não é para todos, quanto maior a riqueza menor o
número de pessoas que faz parte dela, isso é um fato; um bom trabalho ou um bom emprego privado
não é para todos; a natureza não distribuiu talento e dinheiro de forma
igualitária entre os humanos; 86% das heranças acabam na 1ª geração de
herdeiros; os passos para o sucesso são dolorosos: 10% talento e 90%
transpiração, embora a dor seja temporária poucos se predispõem a suportá-la; O talento e a inteligência não
valem nada sem esforço, sem sangue, suor e lágrimas. Como diz o ditado popular
inglês: “no pain, no gain”. A sorte associada ao acaso até existe, mas a que
mais se vê gerando efeito é a derivada da conjugação de conhecimento,
habilidade, competência, determinação, honestidade, disciplina, aproveitamento
de oportunidades únicas e muito trabalho. No campo da analogia, a vida é como
um banco onde só sacamos o que antes depositamos. O bilionário mais produtivo é aquele que
depositou mais valor para a sociedade [ex. Bill Gates] do que o improdutivo. Os socialistas só enxergam o que os produtivos sacam, nunca o que antes depositaram até mesmo em benefício de outros. Em cada
esquina no Brasil sempre se encontra alguém improdutivo expert em aconselhar o
que o governo deve fazer com o dinheiro dos produtivos. E, quanto maior a
produtividade, mais conselheiros improdutivos aparecem. Como
o psicótico-solidário mais preocupado com a grama do vizinho do que com a própria
tornar-se-á rico de fala mal da própria riqueza? Como ser rico sendo um grande
empreendedor no que não gosta? Um homem de poucos sonhos ou sonhos pequenos é
pobre de espírito ou espírito pobre.
Na economia de mercado não são unicamente os custos que determinam o preço final do produto, e sim o preço final no livre mercado que determina a viabilidade do negócio suportar ou não o seu custo e toda a logística para o fim maior: o resultado favorável. O vídeo a seguir, embora seja uma caricatura da realidade, a ilustra bem e faz entender a importância da concorrência com preços livres no mercado privado no sistema capitalista:
"Quando as lâmpadas surgiram, os socialistas disseram que se tratava de uma invenção para entreter gente rica. Que as pessoas comuns continuariam usando velas. Quando os aviões surgiram disseram que só as pessoas muito ricas fariam essas viagens. Que jamais superariam o custo benefício dos navios. Quando o computador surgiu, disseram que jamais haveria mais do que dois ou três desses no mundo. Quando o Iphone surgiu, disseram: duzentos dólares por um telefone? Esqueça! É coisa de rico! De fato, se o sistema econômico fosse socialista essas inovações nem teriam sido criadas, e, se fossem, seriam importadas para uso apenas dos poucos no poder “socialista”. O sistema capitalista provou que tudo não passava de preconceito invejoso contra a riqueza. A concorrência é cruel, mas capitalismo sem ela e com preços livres seria ainda mais cruel e para todos. Seria ainda pior do que o capicomunismo brasileiro com preços tabelados e racionamentos. Os capitalistas aceitam e suportam melhor as crueldades da vida do que os psicóticos-solidários. Metaforicamente, o inferno [mundo socialista] está cheio de pessoas com ótimas intenções, e o céu [mundo capitalista] cheio de pessoas com ótimas ações. O feito pode ser melhor do que o perfeito não feito. E o bom pode produzir resultado antes e melhor do que o ótimo. O serviço público está cheio de psicóticos-solidários, não é indigno ser servidor público ou um empregado de empresa privada, mas construir algo grandioso implica necessariamente em ajudar mais pessoas.
A concorrência e a dificuldade de ficar e se manter rico não existiam na época de Karl Marx, sobretudo antes, onde a mão-de-obra era de fato escrava, e, metaforicamente, uma commodity. As mudanças de classes sociais eram praticamente inexistentes, era como se rico não ficasse pobre e filho de rico tivesse a certeza de que também continuaria rico, assim eram as expectativas em torno da nobreza e dos vassalos do Rei. Vale ressaltar ainda que muitas atividades econômicas hoje e as diferentes complexidades nos diferentes negócios não existiam na época de Karl Marx e o assunto tratado em sua teoria não é atemporal, e é declaradamente contradito pelos fatos, inclusive de sua época, além de já ter nascido morto. Na essência, trata-se de uma tautologia, uso de redundância com palavras diferentes para expressar uma mesma ideia na essência inútil, pois não produz nenhum acréscimo de conhecimento, parecendo ter a finalidade apenas de enganar incauto, o popular Rolando Lero , o “enchedor de linguiça”. É como se ao invés de se referir ao valor agregado das trocas com base nos preços dos produtos e serviços, se referisse apenas ao valor da mão-de-obra rateado em cada preço final. Karl Marx também confunde flutuação de preços com valores intrínsecos permanentes diferentes. REPITO: O fato de a soma de todas as contas de comércio exterior de todos os países do mundo ser uma soma de resultado zero não implica que a riqueza e a pobreza de cada indivíduo de cada país seja uma equação de soma zero. Não é porque um empregado ganha muito que deve necessariamente em razão disso haver outro(s) ganhando menos para a economia funcionar.
+++
A Parábola dos Talentos e os
Empreendedores
O mestre ordenou que
o talento fosse tomado do servo preguiçoso e dado àquele que tinha
dez talentos: “Tirai-lhe o talento e dai-o ao que tem
os dez talentos; porque a todo o que tem, dar-se-lhe-á mais, e terá em abundância;
mas ao que não tem, até o que tem ser-lhe-á tirado. Em suma: A quem mais tem, mais será dado pela vida. A quem
mais retém (nada faz com o dinheiro), mais lhe será tirado.
Se Jesus Cristo disse: “Deus usa a sede para nos mostrar o valor da água”. Logo, a pobreza existe para ensinar a valorizar a riqueza e não para invejá-la. Jesus também disse: “Deus não lhe dá mais do que você pode carregar”. Logo, não inveje quem tem mais. A maneira mais fácil de crescer é cercar-se de pessoas mais preparadas do que você. Logo, se desejas ser rico, procure aprender com os ricos. Ricos são também aqueles que entendem que há uma pequena diferença entre obstáculos e oportunidades e são capazes de transformar ambos em vantagem.
"Deus só dá boas sementes para quem semeia.
Todos irão
morrer, mas nem todos irão viver."
"Se você não nasceu em uma família rica, isso não é culpa
sua. Mas, se seu filho nascer, a culpa é sua."
A liberdade impõe responsabilidades que assusta/preocupa os solidariopatas. A quem interessa o discurso da psicótica solidariedade? Antes de todos a quem o faz para compensar as próprias necessidades/fraquezas emocionais. Os socialistas pensam que o Mundo lhe deve sempre muito por tudo que nunca fizeram ou fazem. Nem nas parábolas atribuídas ao personagem Jesus Cristo encontram-se ensinamentos de apoio ao pensamento psicótico-solidário revolucionário, conhecido no Brasil como esquerdopático.
O mundo não é apenas sol e
arco-íris. Você será abatido se permitir, nada bate mais forte do que a vida.
+++
No Brasil, todos os
apoiadores da política da psicótica-solidariedade revolucionária atribuem aos
programas de liberdade econômica e individual um caráter negativo. Acusam os liberais de capitalistas malvados egoístas que
escravizam os empregados com baixos salários, etc..
O sucesso no Brasil é uma ofensa, seja o que este
representar para o ofendido.
E, tudo isso é
baseado em uma análise unilateral e superficial da guerra eterna da
pobreza contra a riqueza. Muitos dos ofensores solidariopatas também associam
esta postura capitalista a uma atitude anticristã [o interesse político de poder do Vaticano é o braço
religioso do comunismo no ocidente e do capicomunismo brasileiro].
A causa de vários
males é atribuída à desigualdade social quando, na verdade, ela é consequência
e não causa dos diversos problemas sociais. Ela é consequência de muitos não
conseguirem se incluir na economia e da economia “capicomunista” brasileira não
conseguir incorporá-los. Ambos em razão de inúmeras variáveis que a cultura dos
psicóticos-solidários revolucionários não os permite enxergar e os fazem jogar
a culpa na conta dos ricos por pura ignorância e inveja. O aproveitamento das
oportunidades no sistema capitalista baseado na liberdade individual e
econômica, de modo oposto à crença socialista, não se relaciona à necessidade
da pobreza de outros, não é causa desta na sociedade contemporânea. Por óbvio, os países capitalistas onde há menos
pobreza há mais consumo e mais riqueza. Só os “esquerdopatas” não veem!
O psicótico-socialista
revolucionário pode achar que um varredor de rua deva ganhar o mesmo salário
que um cirurgião. As duas funções podem ser igualmente importantes para a
sociedade, mas isso remete a questão à realidade milenar da desigualdade entre
humanos e suas diferentes circunstâncias que simplesmente nunca foi essa em
toda a história da humanidade e, muito provavelmente, também na pré história. O
dilema que sempre existiu é: viver focado em como o mundo deveria ser e se
vitimizar em nome de uma utopia ou aceitar as coisas como elas realmente são,
erguer a cabeça e encontrar formas de prosperar conforme as exigências da
realidade em todos os tempos. Os psicóticos-solidários revolucionários usam a
vida dos outros para defender os próprios interesses inconfessáveis e compensar
as suas próprias fraquezas psicológicas [insegurança, medo da pobreza, inveja].
O pior conselho que se pode dar contra os interesses inconfessáveis de um
solidariopata é: tenha a coragem e a responsabilidade de ser você mesmo e pare de viver [falsamente] a vida dos outros.
Os apoiadores de Karl Marx e o socialismo brasileiro são cheios de trabalhadores que não trabalham, artistas que dependem do dinheiro fácil da Lei Rouanet, acima do que obteria na lei de mercado, de intelectuais que não pensam, que só se baseiam em ‘normas técnicas’, que não associam conhecimentos esparsos, e de estudantes que não estudam. Por que será? Qual o denominador comum de ordem psicológica entre todos? Quais os interesses comuns? Uma coisa é certa: os solidariopatas parecem nunca entender quando o entendimento resulta em avocar para si responsabilidade.
Como é duro libertar um povo que prefere a escravidão. [Maquiavel]
É difícil ver a pobreza como boa, e a riqueza como ruim. Não há notícias de pessoas fugindo para Cuba, e o oposto é fato notório. Mas, é preciso aprender a aceitar a realidade da desigualdade natural dos humanos também expressa em termos de dinheiro. O foco a ser combatido não é o capitalismo e sim a corrupção que torna capitalismo bom para poucos e ruim para muitos. Aumenta a distância entre as durezas da pobreza e o conforto da riqueza. A corrupção é centralizadora de dinheiro na posse de quem menos precisa e de forma não meritocrática, ética e lícita. Empobrece elevando o custo de vida com gastos em educação, saúde e transportes privados, entre outros e de acordo com a particularidade de gastos de cada um.
A falta de entendimento correto sobre o sistema capitalista, a circulação de dinheiro e aumento de riqueza por ele produzido faz com que muitos brasileiros acreditem no discurso socialista e que quem os faz são pessoas bondosas, caridosas, solidarias e muito preocupada com os pobres. A exemplo da "preocupação" como o papel social da petrobrás! A cada eleição aumenta a decepção com o que esperava do político socialista. A psicologia do psicótico-solidário é a de alguém que se sente inferior (fracassado) e acha que as pessoas de sucesso (seja o que isto representar para ele) e o mundo lhe devem sempre todas as coisas que não tem e pensa que deveria ter.
“De nada vale ajudar
aqueles que não se ajudam” [Confúcio]
Algumas verdades sobre a vida: Você não
terá necessariamente sucesso se tentar algo, mas não terá sucesso se não
tentar. Todo o blábláblá de que você sempre terá sucesso naquilo que persistir,
é simplesmente a ilusão do politicamente correto. O mundo definitivamente não é justo. E a diferença entre
algumas pessoas e outras chega a ser maior até do que a diferença entre pessoas
e cães. A discriminação está em
toda parte. Gênero, raça, religião, nacionalidade, riqueza, pobreza,
etc. Aparência também é poder.
Pessoas bonitas sempre têm acesso a mais facilidades e benefícios, recebem
penas judiciais mais brandas, tem maiores chances de empregabilidade, etc.
Todavia, todos precisam lutar com unhas e dentes para sobreviver ou viver para
ficar ricos ou se manterem ricos. A vida não é fácil para ninguém, tendo
mais ou menos fatores favoráveis e desfavoráveis. Todos os caminhos levam a Roma, mas algumas pessoas já nascem em Roma. As
condições familiares são um fator muito importante em qualquer decisão que você
toma quando jovem. Muitas pessoas não gostam de admitir, mas uma grande
obviedade é: o dinheiro resolve 80% dos nossos problemas. E os outros 20% são
problemas que estão fora do nosso alcance, normalmente causados por fatores
externos como pandemias, crises econômicas, doenças e etc. Se uma renda mensal
de 3.000 reais resolveria boa parte dos problemas, então uma renda mensal
de 7.000 reais resolveria todos eles. Em razão disso, é preciso ressaltar
alguns aspectos relacionados à influência
cultural do preconceito pejorativo em relação à riqueza e aos ricos relacionado
à religião cristã e à obra do Karl Marx.
A ACUSAÇÃO DE SALÁRIOS BAIXOS DEVIDO
AO EGOÍSMO
DO CAPITALISTA MALVADO.
O QUE SERIA O SALÁRIO DE MERCADO? EM QUE SERIA BASEADO?
A VIDA NÃO É MARCADA POR SOLIDARIEDADE E SIM POR CRUELDADE
Quem nunca viu um fervoroso evangélico psicótico-solidário fazer greve no serviço público protestando por melhor remuneração para SI ? A maioria das pessoas só entende a vida da forma que lhe convém, mas difamam todos de egoístas. Inicialmente observarei a moral da Parábola dos Trabalhadores na Vinha (também chamada de Parábola do Empregador Generoso ou Trabalhadores da Última Hora) é uma parábola atribuída a Jesus de Nazaré, que aparece em Mateus 20:1-16, que em tese existiu 1818 anos antes do nascimento de Karl Marx. Objetivamente ao foco do assunto, a parábola citava pessoas diferentes, com remuneração diferentes, fazendo igual trabalho. Essa realidade humana da vida real atemporal já foi observada há mais de 2 mil anos pelo povo judeu. A vida real atemporal determina: quem não tem dinheiro, necessita de quem tem; quem não consegue trabalhar como autônomo e não tem dinheiro necessita trabalhar para quem tem, conforme os interesses e necessidade preponderantemente de quem emprega (lei da oferta e procura). Independente de aspectos subjetivos (interesses e necessidades) de ambos.
“Exija muito de ti e não espere nada dos outros. Assim
evitarás muitos aborrecimentos [Confúcio]
“A maioria só é virtuoso quando tudo lhe favorece. Quando tudo lhe desfavorece, é vista a falta de virtudes” [Confúcio]
A crença equivocada de que o rico aproveita-se do pobre para enriquecer, faz com que muitos não reflitam sobre as consequências desastrosas do ITCMD para as famílias e para o país. Empregador e empregado possuem realidades [sentido amplo] muito diferentes. Com base nessas premissas, salário justo é o valor ofertado e aceito. Salário injusto é aquele quando o empregado o troca por outro de valor mais alto. Enquanto necessitar ou enquanto não puder trocá-lo por outro melhor, o salário é justo conforme determina as diferentes circunstâncias entre os humanos. Aposentadoria justa é aquela que vai até o ponto do aposentado procurar trabalho extra para complementá-la, seja para que fim for, suprir necessidades ou algo além disso.
O vídeo a seguir serve para ilustrar a "lei de mercado" que também está presente na relação empregado x empregador.
A vida no
capitalismo não é igual e nem boa para todos, mas é fácil imaginar o que seria
sem ele! Sem o consumo dos que mais tem dinheiro, a pobreza seria muito
maior. Metaforicamente, você pode considerar que um copo esteja meio cheio ou meio vazio. Os psicóticos-solidários revolucionários só entendem a vida da forma fantasiosa que lhe convém.
O Patrão público ou privado não tem obrigação de atender às discricionariedades das necessidades ou desejos dos trabalhadores assalariados e, ainda que desejasse atender, não poderia dá-las mais importância do que às necessidades do próprio empreendimento ou serviço público. O empregador, público ou privado, não precisa necessariamente de "fulano", ele precisa de alguém que atenda os seus interesses, com a lei da oferta e procura mais favorável a quem detém o poder da posse da disponibilidade do dinheiro. Se o capitalista empregador é “malvado”, o empregado é igualmente ou pior em não reconhecer os gastos do investimento do negócio que o emprega e as responsabilidades do empregador em manter o negócio vivo. E achar que o empregador deveria pagar mais quando o correto seria procurar outro trabalho onde ganharia mais. Moises abandonou o Egito quando percebeu que as regras do Faraó já não eram convenientes para o seu povo.
“De nada vale ajudar aqueles que não se ajudam” [Confúcio]
"Como é difícil libertar o homem da escravidão". [Maquiavel]
"Ao encontrarmos pessoas de valor, devemos pensar em como nos igualarmos a elas; Ao encontramos pessoas sem valor, devemos examinar-nos atentamente para vermos se somos ou não somos iguais a elas." [Confúcio]
Há solidariopata que considera injusto que alguém obrigado a sustentar uma família numerosa receba o mesmo salário que outro responsável apenas pela própria manutenção. No entanto, o problema é não questionar se é ao empresário ou não que cabe assumir a responsabilidade pelo tamanho da família de um trabalhador. De outro modo, a pergunta que deve ser feita é: como indivíduo você se disporia a pagar MAIS por alguma coisa, digamos, um pão, se for informado de que o preço está mais alto porque homem que o fabricou tem seis filhos? Ou compraria o pão mais barato (ambos de igual qualidade) feito por um homem sem filho nenhum? Eu acredito que na situação deste exemplo o solidariopata esquerdista compraria o pão mais barato. Da mesma forma que prefere adquirir produtos mais baratos nas lojas de grandes atacadistas e varejistas, incentivando a relação de trabalho (capitalista malvado x empregado escravo), a qual critica, quando é do seu interesse, quando o próprio dinheiro não está envolvido nos argumentos de falso moralismo.
Se não existissem os grandes empreendedores fabricantes, atacadistas e varejistas a vida do pobre seria ainda muito pior. Cuba e Venezuela são os exemplos mais próximos e notórios da atualidade. Os psicóticos-solidários revolucionários se julgam acima do bem e do mal e até da verdade, mas só defendem o certo quando este está a seu favor, de outro modo não. Vejamos uma verdade que eles odeiam: Para ser caracterizado como salário de mercado, é necessário flexibilidade e agilidade para contratar e demitir. O poder público não tem essa flexibilidade e agilidade; a necessidade de licitação pública e a natureza jurídica do cargo público com estabilidade e impessoalidade fazem com que a dispensa do servidor público não seja imediata de acordo com interesses discricionários do Ente Público. TODAVIA, um concurso público que ofereça 100 vagas a um determinado salário e aparecem 40 mil candidatos interessados, é um indício de que a oferta salarial está acima do mercado. Se o Ente público reduz salários para novos concursos, para o mesmo cargo público, e surgem muitos interessados, é um indício de que estava remunerando acima do mercado. Se o poder público reforma a previdência do servidor público destruindo benefícios e não há exonerações do cargo em busca de condições melhores, é um indício de remuneração acima do mercado. Na relação de trabalho no serviço público não há prova de que o valor esteja baseado na lei de mercado, apenas se pode falar de indícios e possibilidades.
O aumento da poupança – que os ricos contribuem mais – possibilita a redução da taxa de juros real e estimula o investimento em capital/investimento que contribui para o aumento dos salários dos mais pobres. O alto desemprego contribui para a redução de salários, pois os trabalhadores se dispõem a voltar a trabalhar por menos dinheiro. Os salários mais baixos incentivam as empresas a aumentar a produção que contribui ao retorno do equilíbrio. O baixo desemprego faz com que as empresas compitam entre si por trabalhadores já empregados; isso significa oferecer salários mais altos e até para seduzi-los a deixar o emprego atual. Nenhuma intervenção do governo é necessária, as forças de mercado devolvem a relação empregador, emprego e salário ao seu equilíbrio no longo prazo. No vídeo do link abaixo, você entenderá a função social do lucro e dos preços livres no mercado privado.
https://www.youtube.com/watch?v=YmLih63FVIk
A interferência governamental que exaltam dá lugar a situações cujo mal desagradaria a eles mesmos, por ex. na condição de empreendedor [empregador]. A isso denomino de “cegueira da inveja”. Metáfora: “Viver com cegos e ter olhos é perigoso; eles fatalmente tentarão destruir seus olhos. Eles não o toleram, pois você é um ofensa à realidade deles.” ; “As pessoas mais insignificantes são as mais aptas a demonstrar desdém por outros, vivem querendo castigá-los pelas suas virtudes”. Sob o prisma da analogia, quando alguém afirma: “sou contra a censura”, esta pessoa é a favor dos escritores terem o direito de determinar o que deseja publicar sem a interferência do governo. Isso não é interesse vil egoísta, é a liberdade que os solidariopatas não vislumbram porque vai de encontro à psicologia de sua personalidade e interesses.
O DISCURSO
DE QUE A DESIGUALDADE SOCIAL É CAUSADA PELO CAPITALISTA MALVADO E QUE ELE NÃO DÁ
IMPORTÂNCIA A ISTO PORQUE NÃO É POBRE
Os psicóticos-solidários alegam que é fácil falar de meritocracia e capitalismo quando se está no topo. Contudo, cegas idolatrias – tal como a de querer forçar a igualdade entre os desiguais - também surgem do desejo de escravizar, alienar e prejudicar os demais indivíduos fora da cúpula no poder ou que são vistos pelos olhos da inveja como privilegiados. O Psicopata, o estelionatário e o inimigo podem ser tão cordiais quanto um amigo. O falso pode ser bem mais cordial que um sincero. Os psicóticos-solidários revolucionários julgam inadequados as consideráveis diferenças de padrão de vida existentes entre pessoas (quando estão em posição desfavorável), regiões e países. Os apoiadores da economia liberal acreditam que para o seu pais atingir o padrão de vida médio dos Estados Unidos da América do Norte (USA) devem procurar e corrigir o erro no seu próprio país. De modo oposto, os psicóticos-solidários revolucionários brasileiros dizem que a culpa é dos USA e para isso criam narrativas (teorias da conspiração) cada vez mais criativas.
Em razão da subcultura influenciada pelo comunismo cristão, os políticos do capicomunismo brasileiro para garantirem a sua permanência no parlamento, seja qual for, precisam fazer o papel de justiceiro dos pobres com o discurso politicamente correto que vá ao encontro dos interesses dos que se sentem injustiçados em razão da riqueza alheia, sobretudo dos muitos ricos, que imaginam ser egoístas malvados, que nada fazem além de nadar em um quarto cheio de dinheiro idêntico ao do Tio Patinhas da revista em quadrinhos.
Uma característica marcante dos psicóticos-solidários revolucionários marxistas gramscistas é que eles se consideram sempre categoricamente certos em suas opiniões. Quando as lâmpadas surgiram, os socialistas disseram que se tratava de uma invenção para entreter gente rica. Que as pessoas comuns continuariam usando velas. Quando os aviões surgiram disseram que só as pessoas muito ricas fariam essas viagens. Que jamais superariam o custo benefício dos navios. Quando o computador surgiu, disseram que jamais haveria mais do que dois ou três desses no mundo. Quando o Iphone surgiu, disseram: duzentos dólares por um telefone? Esqueça! É coisa de rico! De fato, se o sistema econômico fosse socialista essas inovações nem teriam sido criadas, e, se fossem, seriam importadas para uso apenas dos poucos no poder “socialista”. Mudar a si mesmo está mais ao alcance de cada um do que mudar as regras naturais do mundo. É de se questionar o porquê dos psicóticos-solidários desejarem tanto mudar o mundo e não a si mesmo. Por que os problemas do mundo são sempre decorrentes da riqueza e dos ricos? Que interesses estão por trás disso ?
A diferença entre a pobreza no capitalismo Brasileiro e a riqueza de Hong Kong, de
fato, está na disponibilidade de capital, na quantidade acessível de bens de
capital e na quase nenhuma (ou nenhuma) corrupção. Logo, a questão fundamental é saber que medidas levarão a atingir esta
meta. Seria o protecionismo, a interferência governamental, o socialismo, a
violência dos sindicatos (eufemisticamente chamada de barganha coletiva fascista), ou a
liberdade econômica de formação de preços pelo mercado e incentivo à liberdade
individual ?
É preciso haver um ambiente de apoio ao direito de trabalhar como quiser, de gastar o que ganhar, de ser dono de suas propriedades e de ter o Estado para lhe servir e não como seu dono. Essa é a essência de um país VERDADEIRAMENTE CAPITALISTA focado na liberdade individual e econômica com liberdade de formação de preços privados sob a cultura do livre mercado. Os humanos não são iguais. A igualdade é uma utopia. Empreendedores são aqueles que entendem que há uma pequena diferença entre obstáculos e oportunidades e são capazes de transformar ambos em vantagem. A maioria dos empregados não têm essa característica. O pobre depende mais do rico do que o oposto.
No centro da Europa existe um pequeno país (Suiça),
pouquíssimo beneficiado pela natureza. Mas, ao longo de séculos seu povo
praticou uma política capitalista sem corrupção e erigiu o mais elevado padrão
de vida na Europa continental. Qual a explicação para um país como o Brasil não
poder alcançar o mesmo elevado padrão de vida. A diferença seria devido a algo
relacionado à genética ou cultural e política adequadas? A política do país é o fator determinante. Se um brasileiro migrar
para os USA, poderá alcançar os padrões de renda neste país. E, se retornar ao
Brasil, a mesma pessoa verificará que sua permanência nos Estados Unidos não
lhe conferiu qualidades que lhe permitisse auferir igual padrão no Brasil, fazendo
a mesma coisa que fazia nos USA, renda superior a de seus conterrâneos, ou até que
pudesse ser mantida a renda que auferia antes nos USA. A questão não reside na
inferioridade pessoal, e nem na bondade (menor egoísmo) dos empregadores dos
USA, mas na maior disponibilidade de capital, na quantidade acessível de bens
de capital. Em outras palavras, o montante de capital investido e circulante
per capita é maior nas nações avançadas capitalistas e reduzida corrupção
estatal do que nas nações em desenvolvimentos cheias de psicóticos-solidários
que contribuem ou apoiam consciente ou inconsciente o capicomunismo corrupto.
No mundo real,
afastado da ficção marxiniana e dos interesses do Vaticano, os salários são determinados pela produtividade marginal
da mão-de-obra. Em outras palavras, um empregador não pode pagar a um
trabalhador mais que a soma adicionada pelo trabalho desse empregado ao valor
do produto, cujo preço não está ao alcance do empresário e sim do mercado, do que
o consumidor está disposto a pagar. A partir do preço de mercado, ajusta-se o
custo de produção e não o contrário. E até decide-se se vale a pena investir ou
não. A grosso modo, uma empresa que utilize o trabalhador com meios de alta
qualidade e eficiência possibilitando realizar, por hora de trabalho, muito
mais que em outra que disponibilize instrumentos menos aperfeiçoados e menos
eficientes, poderá pagar melhor, pois a margem de lucro é maior. Por óbvio, no
custo unitário do produto está rateado as despesas com o trabalhador.
Deve-se observar que o capital estrangeiro é fator determinante para a expansão do
capital circulante. Deveria ser do conhecimento de todos que quando a Inglaterra
era o país mais rico, as estradas de
ferro da maioria dos países da Europa e dos Estados Unidos foram construídas
com a ajuda do capital britânico. Isso também se passou na Argentina, Uruguai e
Brasil. Naquela época, todas as capitais da Europa eram iluminadas porque
companhias britânicas lhes forneciam gás, inclusive Paris a cidade Luz. Essa
fase durou até a Primeira Guerra Mundial. Após, passou a prevalecer cada vez
mais o capital estrangeiro dos norte-americanos. Friso isto porque no Brasil os
milhares de psicóticos-solidários revolucionários usam o investimento
estrangeiro como matéria prima para a criação de suas teorias da conspiração
contra a riqueza e os ricos e para fazer
os pobres e inocentes (idiotas) úteis (de riqueza e cultura) acreditarem que
este contribuirá para o aumento da pobreza. O investimento externo não é feito
na expectativa de que poderá ser expropriado. Os partidos de esquerda no Brasil aumentam
essa expectativa. Na proposta de reforma tributária do governo Bolsonaro [ref.2021]
está incluída a bitributação por meio da taxação de dividendos e a taxação
destes no caso de investidor estrangeiro, como se o Brasil pudesse esnobar o
capital estrangeiro ou que tivesse o igual poder financeiro dos USA. Isso prova
que a desgraça socioeconômica do Brasil é trabalho de profissional. O exemplo
da tributação de dividendos dos USA para o investidor estrangeiro não pode ser
imitado por qualquer país. Além disso, os políticos dirigentes no Brasil
parecem não saber que um país rico tem mais condições de suportar más políticas
que um país pobre, ou muito dependente do capital externo. E, de tudo isso
decorre uma acentuada perda de confiança que após perdida não é recuperada de
forma rápida.
Sem regras capitalista de formação de preços no livre mercado, sem estabilidade política e sem o capital externo do capitalismo HONG KONG não teria prosperado.
Como os psicóticos-solidários revolucionários podem fazer discursos eleitorais de fomentar a industrialização, criação de novas fábricas, atingir melhores condições econômicas e elevação de padrão de vida do povo, de padrões salariais mais elevados, se demonstram possuir uma cultura e agirem e apoiarem condutas no exato oposto ao que comprovadamente deveria ser feito?
Que estimulam a pobreza e a
transferência de renda privada das famílias para o governo gastar na sua
ineficiência e impedir ou retardar a acumulação de riqueza nas famílias! Além do desgoverno na administração pública e a corrupção, são
exemplos típicos alíquotas tributárias progressivas altas e o ITCMD.
Não basta apenas ter o capital , é imprescindível
que haja liberdade de empregá-lo sob a disciplina de livre formação de preços no
mercado privado e não sob a dos interesses populistas do momento do governo.
Veja o video do link abaixo para entender melhor
https://www.youtube.com/watch?v=IhMMp0JhMMY
Tendo em mente a enorme importância do dinheiro e da riqueza, percebendo com clareza que só eles podem produzir melhorias para as condições socioeconômicas do país (e do mundo), é preciso fazer algo em relação ao ITCMD. A cultura da hostilidade à riqueza e aos ricos faz com que não se compreenda ou não se coloque em prática o que deveria ser feito no Brasil. O requisito fundamental para o combate a desigualdade no Brasil “capicomunista” é eliminar a mentalidade anticapitalista, aumentar a riqueza nas famílias e eliminar a corrupção e ineficiência estatal afastando-a da atividade econômica que for possível e viabilizar o ingresso de capital estrangeiro.
O PAPEL DOS SINDICATOS NO CAPICOMUNISMO BRASILEIRO
No mundo
moderno, o empregador é escravo do cliente (não era assim na época de Karl
Marx, e sobretudo antes) e o empregado do empregador. Essa é a justiça do livre mercado. Quem não tem dinheiro [e precisa muito dele] é escravo de quem tem. Em
um mercado de trabalho livre de interesses de sindicatos e governo, o valor do
trabalho era (e seria hoje) de acordo com a procura e oferta e interesses do
empregador e empregado. Exemplo: Aquele que não conseguisse um emprego que
pagasse o que lhe interessasse, ver-se-ia obrigado a tentar conseguir outro de
menor remuneração até consegui-lo ou não. Mas, aí surge o papel dos sindicatos
administrados por quem não necessita procurar trabalho e, comumente, recebendo
uma remuneração estável acima dos valores de mercado e diz que abaixo de um
determinado valor não pode ser contratado. Por isso, governo e sindicatos
trabalham contra o pleno emprego. Um dos privilégios da sociedade moderna
é haver pessoas com o poder de se dar ao luxo de ser insensato por muito mais
tempo que outros. Essa é a situação do Brasil com a CLT. Vale observar
também que a natureza jurídica da relação entre o servidor público e o ente público
que o emprega, sobretudo as relativas à estabilidade e princípio da
impessoalidade, faz com que a remuneração não tenha relação com a lei de procura
e oferta do mercado e faz com que também governos com fundamentos liberais arrochem os salários dos servidores públicos por acreditarem que estes estão acima do mercado. Isso também influenciou a decisão pela destruição de direitos previdenciários diferenciados e os ataques permanentes aos direitos que consideram que não deveriam existir. Tudo isso no Brasil apoiado pelos valores da crença cristã de igualdade, etc..
De qualquer modo, é certo que os sindicatos não têm como trabalhar para industrializar o país, não tem como elevar o padrão de vida dos trabalhadores. Este é o ponto crítico. É preciso compreender que todas as políticas para elevar o padrão de vida devem estar voltadas para o aumento do capital investido per capita. Não adianta os sindicatos recorrerem à violência contra os empresários e contra os que chamam de “fura-greves”. Já está mais do que provado que a despeito de sua “força” e de sua violência contra os fracos trabalhadores que optam por não serem seus aliados, nunca conseguiram elevar de maneira contínua os salários de todos os assalariados sindicalizados.
A massa crédula em Karl Marx nunca leu seus livros
ou de autores que o contradizem. É como a massa crédula em Deus sem nunca ter
tido prova de sua existência e nunca ter lido a bíblia ou autores que a criticam. A simples opinião interessada de um clérigo do Vaticano já é suficiente. A sua simples promessa de um mundo melhor sob o
novo sistema na relação de trabalho superou toda a refutação lógica. Parece que
a psicologia dos interesses que produz seguidores do comunismo celestial do Vaticano é idêntico a dos psicótico-solidários seguidores do comunismo terreno de Karl
Marx. Tal como o Novo Testamento o trabalho profético de Karl Marx alcançou
muito mais gente e tempo para o qual foi dirigido apesar de todas as grotescas
contradições de sua obra nascida morta já no 1º volume “A Lei do Valor”.
Queira o Vaticano assumir ou esconder, a bíblia é prova
da desigualdade natural humana. Ela diz: "A quem muito é dado muito lhe será cobrado". Em
outras palavras, "a quem muito é cobrado, mais lhe será dado." Todos serão cobrados na proporção do que recebem, do que
possuem, do que fazem, do que assumem. Por óbvio, para ter mais é preciso dar mais de si para saber mais e assumir mais
responsabilidades em amplo sentido. Ao profissional autônomo e ao empreendedor
que assumem maiores riscos financeiros para fazerem para a sociedade onde atuam
lhes são dados mais possibilidades de enriquecimento do que a um empregado, ainda que muito trabalhe e assuma responsabilidades no seu escopo de atuação. A vida mostra que quem investe no mercado de renda variável pode obter mais renda do que quem com menos esforço intelectual, responsabilidade e risco financeiro investe em renda fixa.
A riqueza estimula a existência de padrões
superiores de cultura e civilização. A pobreza o exato oposto. Que medidas
levarão a atingir esta meta? Certamente não há atalhos para o paraíso terrestre.
Leva tempo, é necessário trabalhar muito e não são os atalhos da proteção, nem
a interferência governamental, nem o socialismo, ou a violência dos sindicatos
(eufemisticamente chamada de barganha coletiva fascista) que conseguirão. A verdade crítica é que os sindicatos
contribuem para a desindustrialização, redução de investimentos e padrão de
vida dos trabalhadores.
As nações só têm uma maneira de alcançar a
prosperidade: através do aumento do capital, com o decorrente aumento da
produtividade marginal e o crescimento dos salários reais em um sistema
capitalista de livre formação de preços na iniciativa privada e de incentivo à
liberdade de crescimento individual.
“Aqueles
que trocam um sistema econômico de liberdade por um de “segurança”, correm um
enorme risco de não ter ambos.”
“Quando
o sistema econômico restringe a liberdade econômica, ele produz escravos, pois todas
as liberdades dependem do dinheiro.
Para o leitor que leu tudo até aqui, deixo duas referências literárias importantíssimas relacionadas ao contraditório à doutrina marxista na economia:
(1) AS SEIS LIÇÕES. Do autor Ludwig Von Mises.
(2) KARL MARX AND THE CLOSE OF HIS SYSTEM. A Criticismo f the marxist theory of value and the price of production. Do autor Eugen Von Bohm-Bawerk.











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