A Estupidez de Karl Marx parte 2

 


Para conhecer bem é preciso além de estar preparado ter uma certa “sensibilidade cognitiva” (afetividade) que o predisponha desejar determinado conhecimento. Thomas Hobbe definiu a curiosidade como um amor natural pelo conhecimento. A mente humana está mais acomodada no pensamento imaginativo que no racional, isto dá poder às religiões e predispõe a crer nas utopias socialistas. A razão é seca, clara, fria, ela vai de encontro ao tumulto das paixões. A “cabeça” e o “coração” não foram criados para viverem tão pertos um do outro. A mais elevada razão não coabita junto a mais elevada emoção. Por isso, deve-se suspeitar da política e do político liberal-socialista. Não se deve permitir aquecer a razão com as paixões, mas fazer da própria 'razão / conhecimento' uma paixão. Só se deve ser passional pelas coisas da razão.


Há duas maneiras distintas de considerar a vida. Uma é a de distinguir entre o que está fora de nosso poder e o que está em nosso poder, segundo as circunstâncias e lidar com esta realidade de forma racional objetiva dirigindo o esforço para a ampliação de seu campo de ação baseado nas circunstâncias presentes que estão ao alcance, fazendo estas serem motivo de segurança no futuro; Em outras palavras, buscando reforçar o presente para que este seja capaz de influenciar favoravelmente o porvir, sem contradizer o conhecimento racional como potência interna da ação. A outra é a própria daqueles que ao concluírem não ter poder nenhum sobre algumas circunstâncias entregam-se a angústia, à insegurança, que dá origem à superstição, à crença na transcendência da potência divina, aos milagres e seus milagreiros, em suma,  ao poder mítico e as ilusões. Nascida do medo, da tristeza instável tecida pela dúvida quanto ao futuro, a superstição conduz ao esforço imaginário de capturar o porvir no presente, por meio de presságios,  augúrios e crenças irracionais.   mentalidade anticapitalista habita no campo das más emoções imaginativas: inveja, ressentimento, insegurança. 

Infelizmente, o melhor dos conselhos ou conhecimento é inútil na mente de pessoas com ideias ou índoles ruins. E na política brasileira o que mais há são ideias originadas de pessoas com Índoles ruins, e não somente ignorantes bem intencionados. A propaganda socialista não se destina a enganar o pensador crítico, mas a dar aos covardes morais uma desculpa confortável para não pensarem e se consolarem com a realidade sonhando com a desgraça dos que invejam. Baseia-se em premissas da ciência econômica equivocada ou já inexistente no mundo contemporâneo. O pensamento de Karl Marx não ultrapassou o contexto histórico de sua época, e já nasceu morto. Talvez as suas críticas aos ricos e à riqueza fossem adequadas apenas para a realidade social do feudalismo. Ele tratou a realidade como um bloco monolítico, cujos problemas pudessem ser tratados e resolvidos com a sua receita ingênua, engessada e com forte tom messiânico. 

Para entender o pensamento de Karl Marx, é preciso considerar a realidade social e o conhecimento considerado relevante que havia até a sua época. Obsessão por organizar e medir tudo para inferir conclusões: René Descartes (1596 – 1650); Charles Robert Darwin (1809 - 1882); Francis Galton (1822-1911). Não é difícil imaginar que alguém pudesse estender este raciocínio à ciência social na tentativa de estabelecer a perfeita sequência dos progressos da humanidade, antevendo passos a serem dados. Tal suposto conhecimento, considerado como uma forma de se orientar é, de fato, um produto de devaneio do exagerado racionalismo sem freios. Karl Marx, embora pudesse ter sido inteligente, foi incapaz de pensar em uma ordem que não fosse deliberadamente criada pela vontade do homem. Os “progressistas” de hoje parecem cometer o mesmo erro de pensar que a inteligência deles é suficiente para decidir o que é bom e ruim para todos, em todos os momentos e circunstâncias. Some-se a isso a concepção filosófica do materialismo que acreditava nas circunstâncias concretas e materiais como principal meio de explicação da realidade e seus fenômenos sociais, históricos e mentais. Até o surgimento da psicanálise de Sigmund Freud não se acreditava em distúrbios de causa puramente mental.  No período feudal, no mercantilismo e início da revolução industrial a riqueza era concentrada nos vassalos do Rei, cujo risco do negócio não dependia da vontade do consumidor. Os vassalos eram autocratas que davam ordem em todo mundo, exceto no Rei, e não estavam sujeitos à soberania do consumidor, falência e concorrência.  Não se pode lidar na ciência econômica atual apenas com referências sociais do passado e ainda muito anteriores as da época da vida de Karl Marx. As condições mudaram radicalmente. Marx baseia-se em teorias sem contraparte na vida real, voltada para o "homem econômico" da sala de aula e não para o "homem real". Durante o século XVIII, apareceram vários autores eminentes que defendiam o livre comércio contra o sistema de monopólios de privilégios dados pelo Rei e pelo parlamento. O mais conhecido foi Adam Smith [1723-1790], cujo trabalho precedeu Karl Marx em aproximadamente um século e permanece válido até hoje porque suas premissas vão ao encontro da natureza humana, são realistas, verdadeiras.  Um grande equívoco de Karl Marx  é o julgamento ético e moral equivocado a respeito da propriedade privada e da burguesia. Todo tipo de conflito – até entre nações – era interpretado como ‘maquinações’  da burguesia. A teoria de Karl Marx ignorou que o desenvolvimento precisa do interesse no ganho e da proteção da propriedade privada e da divisão de trabalho de acordo com os interesses e possibilidades individuais sem os quais não há interesse na produção para as necessidades uns dos outros. O mais elevado objetivo moral do trabalho é maximizar o lucro e minimizar o custo para proteger a si, a família e o negócio gerador da renda. E a coisa certa a se fazer é aquela que maximizará a utilidade do esforço do trabalho. O objetivo moral do termo “utilidade” é colocar o certo acima do errado, o lucro acima do prejuízo, o prazer acima do desprazer. As necessidades e desejos não são iguais. Sem a proteção da propriedade privada, sobretudo contra o poder do Estado, para quê produzir excedentes? Na utópica sociedade de Karl Marx, do paraíso católico na Terra, todos teriam  o mesmo grau de importância cada ganho do consumidor seria  exatamente o que perderia o produtor. O empregado teria igual valor ao empregador. A consequência natural óbvia seria o desejo por outro sistema, e dessa vez que ainda os protegesse da própria ignorância. O estímulo natural seria reduzir as despesas para o essencial, cuidando primordialmente da própria vida, reduzindo os investimentos em produção e mantendo o capital fora do alcance do governo. Da mesma forma que a força do desenvolvimento naturalmente ajudou a afastar o escravismo e o feudalismo, o capitalismo também pode vir a ser um modo de produção social transitório, todavia, isto ainda não ocorreu, pois não há substituto natural a ele tal como ocorreu com seus antecessores que desapareceram não apenas por serem injustos, perversos, etc, mas por se tornarem caducos, por não corresponder mais às necessidades do crescimento das forças naturais produtivas da sociedade. O sistema capitalista surgiu de maneira natural que contrasta com o erro fatal do socialismo de tentar impor à força um sistema artificioso, contrário a características próprias do ser humano e da sociedade. Esperar que à força se destitua tal modelo evolutivo para substituí-lo por um artificial, que não adveio da evolução natural humana, mas de uma teoria engendrada no século XIX, largamente “implantado” no século XX em tentativas sempre fracassadas por ditaduras sanguinárias – já que o único meio de se impor um modelo artificial é pela força -, é uma utopia que soa pueril ou como má-fé.  A força impulsionadora da revolução industrial foi a natureza humana, as suas sucessivas ideias e esforço por alcançar melhores objetivos.  Ninguém precisou ser coagido a entender que as trocas livres seriam melhores do que depender da plutocracia, despotismo e nepotismo, ou de um poder central para tudo. O próprio instinto de autopreservação já afasta a dúvida.  Ninguém troca espontaneamente um sistema econômico por outro se não inferir vantagem na troca. As mudanças econômicas do feudalismo para o capitalismo atual sempre em transformação foram inevitáveis. Por sua vez, o socialismo necessita da força totalitária para ser “aceito”, portanto, há de se perceber que há algo de “malcheiroso” nessa doutrina.


Se o conhecimento cria problemas, não é a ignorância que os resolve.

Imaginemos alguém necessitando vender bala na rua para ajudar as despesas de casa. Digamos que a mãe dele para melhorar de vida saia do trabalho de 1200 reais mensal para uma forma melhor de trabalho autónomo de diarista. Seja para o pior ou para o melhor, isso é possível no capitalismo. O capitalismo vai de péssimo a ótimo, mas permite mobilidade social, até no capicomunismo brasileiro. No sistema capitalista, os trabalhadores obedecem aos empresários, com mais mobilidade social. Sob o socialismo, eles obedecerão ao preposto do Estado com muito menos ou sem mobilidade social.

Se o capitalismo cria problemas, não é o socialismo que os resolve.

Para quem entende a falácia da Doutrina da religião política do Vaticano, do Marxismo e do Gramscismo, nenhuma explicação é necessária; para quem não entende, nenhuma é possível.

A demanda por dinheiro não se refere ao consumo do dinheiro até a sua destruição, mas em tê-lo mais ou menos em reserva em razão das incertezas do futuro. É preciso proteger a si, a família e o negócio gerador de dinheiro.  Ninguém pode emprestar ou investir todo o seu dinheiro. A reserva também é proporcional ao tamanho da manutenção e do investimento necessários ao meio de produção do dinheiro. O dinheiro circula do armazenamento de um para o de outro. Não existe um instante entre essas duas situações. Não há dinheiro destruído sem prejuízo a quem pertencia. A demanda por dinheiro para armazenamento depende do entendimento individual específico das próprias condições no presente e sobre as condições futuras e deve permanecer no campo da liberalidade individual que sempre será desigual. A necessidade de recursos de uma empresa nunca será igual a de seus empregados. Os interesses dos empregados não podem condicionar os da empresa para a qual trabalham.

O melhor dos conselhos ou conhecimento é inútil na mente de pessoas com ideias ou índoles ruins. E na política brasileira o que mais há são ideias originadas de pessoas com índoles ruins, e não somente ignorantes bem intencionados.

Feito este esclarecimento, é preciso então dizer o seguinte: Para Karl Marx, a economia não ia além de comida, roupa e abrigo. Os interesses humanos não precisariam ir além do básico para a sobrevivência. A época de Karl Marx, era o tempo da “Origem das Espécies” (1859), de Charles Darwin. A moda intelectual era enxergar o homem simplesmente como um membro da classe zoológica dos mamíferos, que só agia com base nos instintos. Karl Marx não levava em conta a evolução da humanidade além do nível do homem extremamente primitivo.  Ele acreditava que o capitalismo, inevitavelmente, causaria o empobrecimento das massas e a concentração da riqueza nas mãos de um pequeno grupo e que isto acabaria levando à revolução socialista do proletariado. Todavia, essa previsão futurista só ocorreu até o presente momento nos países onde as desgraças do socialismo levou ao comunismo.

Para Marx, a propriedade privada dos meios de produção está estreitamente ligada ao surgimento da divisão social  de ricos vs pobres. Ele não percebeu que no socialismo esta divisão dar-se-ia entre Estado corrupto rico vs povo pobre. Segundo seus critérios, o capitalismo levaria a um choque entre o elevado desenvolvimento das forças produtivas da sociedade, movida a grandes máquinas, com as relações jurídicas, políticas e sociais firmadas em torno da propriedade privada e das modificações trazidas pelas máquinas. 

Ele não entendia que os fatores materiais de produção (ferramentas e máquinas) são produtos originados da mente humana. O socialista Karl Kautsky disse:se a natureza humana está contra o socialismo, a natureza humana precisa ser mudada.” Ele dizia:os homens pertencem ao reino dos animais, por que ele deveria ser diferente? A filosofia socialista de Karl Marx influenciada pelo materialismo trata os indivíduos como se estes não tivessem nenhuma ideia, considerando toda ação humana como uma reação a um estímulo externo. Todo estimulo leva a uma reação, todavia a reação depende do significado individual dado ao estímulo recebido. Não se pode determinar a reação sem considerar o significado do estímulo. E o significado em si mesmo é uma ideia. São as ideias que distinguem os homens dos animais. O prolongamento desse choque social acarretaria inevitavelmente uma revolução social, único modo de se romper esse obstáculo no desenvolvimento das forças produtivas, revolução essa que teria duas fases: uma fase socialista, com a organização da produção e das relações sociais, onde se daria a cada pessoa uma quota da produção social de acordo com a quantidade de seu trabalho; e uma segunda e última fase, que seria o comunismo, onde desapareceria definitivamente a propriedade privada, a divisão social do trabalho, a mercadoria e o dinheiro, as classes sociais e o domínio de um homem sobre o outro, o Estado e as formas de coerção jurídica, como, por exemplo, os diferentes tipos de governos, e o domínio da maioria sobre a minoria. 

Na época de Marx e anterior, o risco de um 'nobre' ficar pobre era praticamente nulo, a mobilidade social era restrita aos favorecidos da plutocracia, do nepotismo e do despotismo. Não havia falência em razão de concorrência. Nessa realidade justifica-se pensar em conflitos de classe. Karl Marx após tomar conhecimento da obra de William Stanley Jevons: “Teoria da Economia Política, e de Leon Walras: “Elementos da Economia Política Pura” , abandonou por completo as obras futuras sobre “O Capital”. Por conseguinte, é forçoso deduzir que seus seguidores evidentemente não são tão sábios quanto ele. É grotescamente estranho haver na época atual pessoas acreditando nas teorias de Karl Marx. A lógica do crente no marxismo não é mais inteligente que a do mais estúpido garoto de recados que só enxerga as ordens de seu chefeAo contrário do estimado por Karl Marx, o capitalismo produziu aumento da divisão de trabalho e interdependência, fez surgir regras previdenciárias, seguros, a igualdade perante a lei (meritocracia) e a liberdade para as oportunidades que lhes forem possíveis e desejadas serem aproveitadas, a ponto de todo dia ricos ficarem pobres em razão de vieses desfavoráveis do mercado marcado por concorrência. Não há que se falar em rigidez de classes, mesmo no Brasil capicomunista com a sua legislação trabalhista. No Brasil, pode-se justamente falar de grande restrição de mobilidade social. Referir-se à burguesia de forma pejorativa é declarar-se ignorante por acreditar na teoria marxista de classes. 


Karl Marx dizia que os interesses de classe determinam o pensamento dos indivíduos e as diferentes classes seriam causas de conflitos incontornáveis. Dizia que falta ao trabalhador a consciência do que o oprime para superar os interesses dominantes do capitalista e, se a tivesse, faria a revolução socialista contra a propriedade privada e a divisão de classes. É como se o interesse humano fosse sempre apenas determinado pelo meio e nunca por si próprio além dele. É óbvio não ser possível usar o conceito de classes sociais no sentido em que Marx entendia. A realidade mostra um dinamismo entre os diversos níveis (classes) sociais. Diariamente ricos empobrecem e pobres enriquecemO "Grande Capital", seja lá o que isso quer dizer para cada um, simplesmente não tem como privar os mais pobres de ascenderem socialmente. É notório a existência de grandes fortunas aqui no Brasil (ou em qualquer outro lugar do mundo) que, em uma ou duas gerações anterior(es), as famílias eram pobres. A riqueza que já foi maior relacionada à produção agrícola, hoje está muito mais diversificada. Está disponível a qualquer um poder participar dos lucros das grandes empresas do tipo S.A de capital aberto em Bolsa de Valores, desde que tenha conhecimento e interesse. As regras são iguais para todos.


Karl Marx alegava que a consciência do homem sobre si mesmo e sobre o mundo à sua volta é o produto exclusivo de seu lugar e papel particulares no processo de evolução histórica. Ele não realizaria nada por si só, toda  ideia nova é gerada  por meio de interação com máquinas. De acordo com a interpretação marxista materialista as “forças produtivas materiais” são a base de tudo. As forças produtivas materiais são as ferramentas e as máquinas, e que estas são a base do progresso. Ele afirmou em “A Miséria da Filosofia” que a história das fábricas e das ferramentas se desenvolvia de maneira independente e refletem no cérebro dos homens e, dessa forma, as ideias surgem. Segundo Karl Marx, as forças produtivas materiais levariam os homens de um estágio (de uma classe) a outro(a) até que eles atingiriam o comunismo, que seria o ápice de todo o processo socialista. Todavia, o socialismo já estava intelectualmente derrotado no tempo em que Karl Marx o escreveu.  Ele não considerava que as máquinas e ferramentas são elas mesmas o resultado de ideias. A própria sociedade é antes de tudo, ela mesma, um produto de ideias. Para Karl Marx, o homem pensa da maneira que seus ‘interesses’ o forçam a pensar; Ele pensa de acordo com os “interesses” de sua classe. Seus ‘interesses’ seriam independentes da sua mente e das suas ideias. Os interesses humanos existiriam no mundo independentes, separados, de suas ideias.  O materialismo marxista imputa as origens de todas as mudanças no pensamento em algo externo, todavia, este algo externo já é, em si mesmo, produto da mente humana. As instituições humanas embora sejam frutos de convenções, estas, por sua vez, são frutos de uma evolução também natural, de uma aceitação natural, e podem ser modificadas. As instituições e costumes se desenvolvem também em consequência de ações espontâneas e não exclusivamente planejadas por mentes prodigiosas. Todo individuo, psicologicamente saudável, preserva uma área de independência em relação ao Estado e à vontade geral. Ninguém deseja ser igual a ninguém, embora possa admirar. O capitalismo é a mentalidade que possibilita o capital se desenvolver, não são as coisas: máquinas, equipamentos, instituições. Estas são frutos da mentalidade, são o resultado material alcançado por determinada disposição mental de produzir, são o resultado da organização social e da cooperação dos homens com a divisão de trabalho e da propriedade privada dos meios de produção sob as regras do capitalismo, cujo objetivo é a produção em larga escala – para as massas. Os brasileiros “progressistas”, ainda que tenham graduação em economia, não entenderam o significado do capitalismo. Os políticos "progressistas" espelham a cultura anticapitalista que prevalece no povo brasileiro. A mentalidade anticapitalista é a catástrofe das nações atrasadas. Ela é a causa primária da relativa falta de bens de capital e poupança.

A teoria materialista de Karl Marx é fruto da cultura de sua época. Antes de Sigmund Freud [1865-1939] e Josef Breur [1842-1925] havia uma pressuposição incontestada entre os médicos que os problemas mentais eram causados por mudanças de origem patológica no corpo. Seu único método diagnóstico era a procura por uma causa física. Naquela época, as pessoas achavam que se um homem não se comporta como outras pessoas sem ter nenhum sinal físico de anormalidade no corpo, ele estava fingindo. À partir de Freud, houve uma mudança radical no campo das ciências naturais, a aceitação de que fatores mentais, ideias, crenças, podem ser originárias da mente e gerar mudanças no corpo.  São as ideias que distinguem os homens dos animais. Em suma, do ponto de vista da ciência atual, não há nada que prove a tese materialista de Karl Marx de que toda ideia ou todo pensamento é apenas produto de algum fator externo. A psicanálise é o oposto da lógica materialista de Karl Marx. O apoio às ideias de Karl Marx no Brasil é explicado pelo fato de que a massa brasileira está tão imbecilizada que está incapaz de explorar contradições e compilar conhecimento, além de possuir uma marcante dissociação cognitiva hermenêutica. Se os interesses de classe ou quaisquer outros existem, os humanos não são obrigados a – em seu íntimo – concordar com eles. Podem se esforçar para se livrar deles, se os virem como um mal. A premissa de Karl Marx considera que o Poder mental do homem não supera as circunstâncias onde vive. Ele vê o trabalhador como algum tipo de micróbio sem livre escolha ou livre arbítrio. O que é fantástico é que os “progressistas” brasileiros também se autoproclamam de democráticos, embora de acordo com o pensamento socialista, a oportunidade de ter ideias deveria ser reservada somente para o Politburo, todas as outras pessoas devem apenas acatar o que o Politburo diga que façam. A estrutura administrativa do socialismo pode ser comparada à estrutura de uma organização militar, onde a liberdade de agir conforme o pensamento próprio depende da posição hierárquica. 

Deus, em sua sabedoria, compreendendo que a igualdade de condições geraria confusão no mundo, ordenou vários estados opostos entre si, entre estes estão a riqueza e a pobreza. Mateus 26:11 afirma que: pois os pobres vocês sempre terão consigo”. Em outras palavras, a pobreza é uma parte inevitável da ordem social.   A primeira pergunta a ser feita é: por que sou pobre? Quais as regras de mercado em que estou inserido? O que precisa ser feito de fato no mundo real? A utilidade do ponto de vista do consumidor determina muito o valor do preço da venda sobretudo quando o produto ou o serviço não é equiparado a uma commoditie ou se houver a preocupação de diferenciação da concorrência. Na cabeça psicopatológica de Karl Marx, o ganho do consumidor deveria sempre ser igual ao do produtor. E todo valor do trabalho deveria ser medido por horas de mão-de-obra usada. Alegava que o uso de máquinas na produção reduzia o valor social do trabalho, porque prescindiria de mão de obra humana. Karl Marx dizia que ideias abstratas não mudam a sociedade, mas condições materiais sim. Para Karl Marx as máquinas mudavam as ideias. Ele não considerava que toda invenção é precedida de uma ideia. Para Karl Marx qualquer produto e o capital eram criados pelo trabalho humano e aqueles que não têm o capital necessitam trabalhar para quem o tem, sempre observando isso de forma pejorativa para o empregador e como se todo empregado pudesse e desejasse ser empregador. Ele não considerava que todo trabalho é precedido de um investimento de capital. É um ciclo do tipo quem surgiu primeiro o ovo ou a galinha? Chove na Amazônia porque tem floresta ou tem floresta porque chove? Não há um aspecto mais importante que outro, ambos necessitam existir para a corrente não quebrar.  Alegava que todo lucro acumulado era roubo sem utilidade social. 

Enfim, é o que dizem: só acreditam em Karl Marx quem não leu sua obra, ou quem leu e não entendeu, ou que a usa de má fé contra os incautos !

No comunismo, cada um receberia uma parte da riqueza social não mais de acordo com seu trabalho, mas de acordo com sua necessidade. O humano ideal é o homem formiga, sem espírito,  obediente ao Estado e subjugado pelos interesses da coletividade.  Essa última etapa (comunismo) somente poderia ser atingida simultaneamente por todos os países do mundo após o completo exaurimento do capitalismo e das correspondentes formas políticas e jurídicas. Como foi que Marx chegou a essa conclusão? As teses econômicas de Karl Marx foram logo refutadas. A melhor referência literária para isso é a obra de título "KARL MARX AND THE CLOSE OF HIS SYSTEM - A Cristicism of the Marxist Theory of Value and The Price of Production,  do autor Eugen Von Bohm-Bawerk. Um dos argumentos contrários à sua obra foi a sua "Teoria da mais-valia". Em resumidas palavras, ele examinou o capital com base na atividade produtiva e social existente no mundo até a sua época (mercantilismo, revolução industrial, domínio do sistema financeiro, etc.), e concluiu que o valor da mercadoria, da mais-valia, do lucro e do próprio capital decorria de uma certa quantidade de horas de trabalho empregado na produção. Para Karl Marx o valor econômico das coisas, a que denominava de “mais-valia”, dependia única e exclusivamente da quantidade de trabalho empregado em sua produção. Ele não considerou que de nada adianta empregar trabalho para a produção se o preço final no mercado não superar o custo de produção. Ele não considerava o preço no mercado livre como a melhor referência para escolher o que produzir e, até mesmo, se vale a pena produzir. Para Karl Marx sem trabalho humano não haveria mais-valia, lucro e capital e afirmou que estes eram formados pela exploração do trabalho não-pago (o lucro) e que deveriam ser pagos na mesma proporção do crescimento do lucro, e que este não pagamento é o segredo do lucro e do capital. O valor , dentre outras variáveis, também depende da utilidade do produto que para ser útil indicava ser capaz de usos em situações propensas a ocorrer, e o grau de utilidade dependia da probabilidade de ocorrência daquelas situações em que tal produto pudesse ser útil e da importância das necessidades que tenderia a satisfazer ao seu comprador. A utilidade também pode significar o grau de prazer ou satisfação que o comprador pode relacionar ao produto, exemplo: indústria de alimento. Marx, depois disso, nunca mais conseguiu escrever uma linha na sua magna obra O Capital. Não é apenas o trabalho, o número de horas de mão-de-obra empregada que dá valor às coisas, mas a utilidade, e o desejo de as terem. Ilustro: O colecionadores de selos usam o que se chama odontômetro, uma espécie de régua para medir o picotado dos selos. Agora imagine que alguém passou dez anos estudando estes odontômetros. E escreve o tratado definitivo sobre eles. Uma obra com mais de dez mil páginas, fruto de dez anos de trabalhos e pesquisas.  Por mais que você queira comprar o último romance de Stephen King, produzido em 8 semanas inspiradas, o estudioso do odontômetro iria insistir que a sua magna obra sobre odontômetros tem muito mais valor! Mesmo que já não seja mais útil — e hoje já nem todos sabem até o que é um selo! Os religiosos seguidores do Vaticano dizem que foi porque Karl Marx ficou doente — durante mais de 15 anos. Eu acho que foi porque percebeu que estava errado e, talvez, tenha sido intelectualmente mais honesto do que os seus seguidores. Aliás, seguidor não pensa, não é? Apenas segue. E, neste caso, segue mesmo tendo a obrigação de saber onde isso o leva. Sem isso toda a "teoria" de Karl Marx não passa de Astrologia barata. Perto disso a Homeopatia é o ponto alto da ciência! É que a Homeopatia ao menos vai funcionando!.. devido ao efeito placebo, claro. Em suma, Karl Marx marginalizou o lucro e o capital decorrente do inevitável progresso tecnológico, que fazia (ou faria) com que o capital formado pelos meios de produção (máquinas, etc), aumentasse proporcionalmente mais do que o capital formado pela força de trabalho e até pudesse prescindir desta. Nos termos do pensamento do Karl Marx, o aumento da atividade produtiva pelo trabalho associado à tecnologia que, por si, implicaria no decréscimo da importância em quantidade no emprego da força de trabalho humana medida em horas, diminuindo a grandeza de valor-trabalho, portanto, do valor social do trabalho, seria algo marginalizado contra a humanidade que resultaria na inevitável revolução proletária e no fim do capitalismo. Karl Marx dizia que o próprio avanço tecnológico gerado pelo capitalismo será a sua ruína. A automação começou com a Revolução Industrial. O Mundo está cada vez mais em um ponto em que é muito factível supor que máquinas e processos automatizados substituam o trabalho que massas humanas costumam fazer. Isto poderá resultar em um furacão econômico e convulsões sociais, uma vez que as pessoas que tiverem seus empregos substituídos por máquinas serão privadas de uma renda, tornando-se incapazes de contribuir com a lógica consumista que o capitalismo demanda. Isso poderá levar à insurreição e à substituição do capitalismo por outro sistema econômico, enquanto o atual implode sob seu próprio peso.  Todavia, a história ainda tem sido menos gentil com as previsões revolucionárias de Karl MarxO que Karl Marx previu de grande catástrofe decorrente da revolução industrial não houve de modo algum até agora. De modo oposto, ela trouxe melhorias tremendas para a condição de vida. Até a presente época a ideia de que máquinas criariam desemprego não somente foi desmentida pelo exame teórico, mas também porque toda a história do desenvolvimento da humanidade consiste exatamente na introdução progressiva dessas máquinas e novas tecnologias. Hoje são produzidos uma variedade muito maior de produtos com uma quantidade menor de trabalho humano, mesmo assim, ainda existem mais  humanos  e os tipos de trabalho foram ampliados.

No inicio da revolução industrial, a população da Inglaterra era em torno de 6 milhões, 200 anos após 55 milhões. Em termos gerais, pode-se dizer que 9 em cada 10 pessoas existiram por conta da revolução industrial 200 anos após seu início.  O capitalismo não só gerou as condições para a população aumentar, mas também gerou meios para esse “excedente” se sustentar. O aumento da produtividade acabou com o mercado de roupas usadas e da produção direcionada para os mais ricos. Karl Marx dizia que os avanços tecnológicos só trariam vantagens para os exploradores donos do capital e que as massas viveriam cada vez pior, embora tivesse presenciado os benefícios trazidos pela revolução industrial. O capitalismo deu possibilidade de sobrevivência para muitos que sem ele não conseguiriam. Hoje a maioria tem um padrão de vida muito melhor do que seus antepassados há 50, 100 ou mais anos. Sob o socialismo, as pessoas mais talentosas são punidas em “benefício” de toda a sociedade. É preciso considerar também o fato de onde estaria a humanidade se o pensamento marxista tivesse sido implantado há 150 anos? Que dilema teríamos hoje? Que condição humana haveria ? A introdução do investimento estrangeiro no século XIX ajudou a tornar supérfluas a guerra e a conquista, a economia colonial. O crescimento econômico com aumento de divisão de trabalho e interdependência afastou muito o risco de guerras entre nações. Se toda nação puder aproveitar os produtos umas das outras, a causa mais importante para a guerra desaparece. Países de economia livre e globalizada só entram em guerra para se defender, porque não espera da guerra nenhuma melhora de sua condição, nem mesmo se o país sair vitorioso.

Uma coisa é certa: A ignorância, a falta de leitura, são importantes razões pelas quais mais de 150 anos depois de sua vida, ainda se fala dele  e suas ideias são usadas por  todo movimento político “progressista” brasileiro do século XX. Karl Marx considera o dinheiro excedente da produção alocado no sistema financeiro como algo “podre”, artificial, inclusive os por conta dos empréstimos e juros bancários, por não terem nenhum vinculo (rateio) direto com a produção. A utilidade de todo tipo de capital deveria ser considerada por uma relação social: capital monetário, capital produtivo, capital mercadoria, etc. Todos formariam uma unidade, sendo que só na forma produtiva direta com o trabalhador ele criaria valor social. A relação de emprego sempre foi de muitos necessitando de trabalho ofertado por poucos. A riqueza sempre foi distribuída percentualmente entre poucos. O vídeo a seguir ilustra :

Nos EUA, 4 pessoas possuem mais riqueza do que os 40% mais pobres, mas o que seria dos 40% mais pobres sem o talento das 4 pessoas mais ricas para impulsionar a economia dos USA. A riqueza sempre foi mais concentrada em poucas mãos, mas o desenvolvimento capitalista a distribuiu mais ao longo do tempo a exemplo do que era no período feudal e nos primórdios da revolução industrial.  Há pressões no Mundo que tentam converter humanos em formigas e os ricos em animais de sacrifício dos humanos-formigas, mas eu não creio que essas tendências poderão ser bem sucedidas, muito menos de forma espontânea, por absoluta falta de paralelismo com a natureza humana e a realidade sentido amplo.

O problema é que, fora do reino da fantasia isto não tem como acontecer. Os trabalhadores do mundo se unirem em torno de um único interesse bem simplista!! Os interesses de um minerador de carvão do norte da Inglaterra e os de um programador do sul da Califórnia se cruzariam com os de um funcionário público do Brasil e de um assalariado japonês! Mais ainda, já houve ditador socialista que entregou o poder ao povo? Se os proletários devem pensar de acordo com os interesses de sua classe, como explicar os desentendimentos e divergências entres eles? Tomás Masaryk [1850-1937], nasceu na Tchecoslováquia, filho de pais pobres camponeses, e escreveu sobre o marxismo. Mesmo assim, era difamado pelos marxistas de burguês. Como ele poderia ser considerado um “burguês” se Marx e Engels se referiam a si mesmos como “proletários”? Todo proletário que não pensa de acordo com os interesses da classe (do socialismo) é  considerado “traidor da sociedade” .Essa interpretação é como a dos racistas. Segundo os seguidores do marxismo, não existe a possibilidade de duas pessoas honestas divergirem. Expurgos são a consequência necessária dos fundamentos filosóficos do socialismo marxista, haja vista não encontrar apoio na natureza humana. O assassinato do prefeito de Santo André/SP , Celso Daniel, é um exemplo notório. 

A economia socialista carece de enormes problemas de produção. O estimulo é de trabalhar pelo mínimo necessário. E é um fator humano. Se um trabalhador que produz 3.000 peças por mês recebe 1.000 rublos e vê outro produzindo 2.004 peças e recebendo os mesmos 1.000 rublos, enquanto ser humano - vai achar injusto e começará a produzir 2.004 peças. E quando os dois virem que outro colega produz 1.789 peças e recebe os mesmos 1.000 rublos o que acha que acontece? A produção cairá e relato de falta de tudo em países socialistas é a regra.  Alguns países buscaram alternativas, como Lênin ao ver esta realidade que Marx, tão sábio, não viu, permitindo bônus e vantagens a quem produzia, mas se todos são iguais e uns recebem mais, a essência das ideias de Marx já foi ruiu. Em um livro, no papel, toda ideia é possível tanto quanto o autor imagina e deseja, mas no mundo real a fantasia socialista nunca conseguiu funcionar conforme idealizada A teoria marxista só funciona em pequenas comunidades das tribos indígenas totalmente isoladas e independentes do progresso capitalista, que são o único exemplo de marxismo onde existem participantes voluntários: as casas são construídas por todos da aldeia, a caça é feita pelos homens, a lavoura de milho e mandioca, pelas mulheres, o pajé cuida da medicação da comunidade, é uma comunidade trabalhando voluntariamente para a comunidade, ninguém tem necessidade de acumular, de consumir além do necessário, há uma vigilância pela conservação do meio ambiente, pois a comunidade depende dele. Se os demais marxistas não dependessem do capitalismo, eu faria uma homenagem a eles.

É fácil entender que o critério marxista para a economia não suporta ou não se adequa a níveis elevados de produtividade e crescimento. Ora, é simplesmente irracional que a atividade econômica fosse impedida de crescer por que o uso da tecnologia para facilitar a produção e reduzir os seus custos pudesse também prescindir de mão-de-obra. É simplesmente absurdo que ocorra paralisia na atividade produtiva por conta do progresso tecnológico. Deveria parecer óbvio que em tudo na vida não há só vantagens e a elevação da produtividade se faz necessária no mundo para evitar problemas ainda maiores pelo subdesenvolvimento e escassez. A última grande destruição na segunda guerra mundial, que devastou a Europa, também propiciou "anos dourados" ao desenvolvimento, puxado desde então pela grande locomotiva dos EUA. É óbvio que as crises no capitalismo ocorrem mesmo sem grandes guerras.

De uma perspectiva histórica, não é razoável admitir que o capitalismo, que tem apenas 500 anos, é a forma permanente e mais elevada de atividade social e econômica, afinal, o escravismo, que durou 5.000 anos, um dia se tornou caduco e desapareceu. Da mesma forma, o feudalismo, que durou mil anos e também ficou caduco e desapareceu. MAS, é obrigatório aceitar que ainda não surgiu um sistema que pudesse possibilitar o desenvolvimento econômico e simultaneamente o desenvolvimento de um paraíso social utópico tal como vendido pelo socialismoOra, é bastante razoável supor que o capitalismo, nesse sentido histórico mais alargado, poderá dar lugar em algum momento a uma forma mais racional e desenvolvida de sociedade. As revoluções socialistas do século XX foram as primeiras experiências e os primeiros sinais da história de que essa substituição forçada não é possível. A teoria da inevitabilidade da chegada do socialismo dar-se-ia por conta do empobrecimento progressivo dos trabalhadores pelos capitalistas. A riqueza e a pobreza eram entendidas como variáveis de uma equação de soma zero. Essa velha crendice prevalece no Brasil católico até os dias de hoje. Se é verdade que a chegada do socialismo depende exclusivamente do fim natural do capitalismo, para que serve o Partido Socialista? Afinal, nenhum sistema econômico que não consegue manter viva a humanidade pode se sobrepor com natural aceitação à própria força revolucionária inerente ao trabalho e à inteligência humana. 

Na vida todos passarão por alguns ‘desertos’, mas ninguém jamais deve escolher ficar morando nele, menos ainda desejar para que outros aceitem ficar fazendo companhia na desgraça! A teoria de Karl Marx não funcionou, não funciona (vide Venezuela, Cuba, Coréia do Norte, Argentina) e nunca funcionará, porque parte de premissas e compreensões erradas sobre o ser humano. É uma utopia. É bem óbvio. Se o comunismo fosse bom, nenhum alemão oriental se arriscaria a levar tiro ao pular o antigo muro de Berlim. Nenhum cubano se arriscaria em balsas precárias em águas cheias de tubarões para chegar na Flórida, nenhum Venezuelano andaria centenas de quilômetros a pé e sem comida para sair pela fronteira, nenhum soldado norte-coreano tomaria tiros para desertar para o lado capitalista. Não há registro histórico de pessoas sãs que tentaram entrar à força em países socialistas/comunistas.

O capitalismo é um sistema econômico e não se refere a sistema político de governo. Por isto, a China e a URSS têm um sistema tributário mais liberal do que os dos USA. O capitalismo não é um sistema social, pode viver numa sociedade cheia de regras de comportamento e ordeira, como uma Alemanha ou Japão, ou em uma no exato oposto.  O capitalismo é um sistema econômico que representou uma evolução natural do que existia antes e, por isso, foi naturalmente aceito em face ao esforço da autopreservação que é o primordial (talvez único) fundamento da virtude, uma vez que representa a causa fundamental das ações humanas, a que está sempre condicionado. O socialismo/comunismo é uma corrente filosófica, econômica, política, social e até cultural idealizada por uma dupla de alemães, Karl Marx e Friedrich Engels., altamente teórico e fantasioso que fracassou em todos os países em que foi aplicado, sem exceção. Mas como todo crente em fantasia a culpa não é da teoria fantasiosa, mas de quem a colocou em prática (se não foi na Alemanha que deu certo, vai ser na Venezuela, na Argentina ou no Brasil que vamos implantar e dará certo) e sempre se voltam à realidade dos anos 1860, como se 160 anos não tivessem passado.   A análise de Adam Smith era "As pessoas são assim, então se as deixarmos agir assim, vão crescer". A análise de Marx era "Vai ser assim, as pessoas vão ser assim e impondo uma ditadura por pessoas que não abusarão do poder, as massas agirão assim, assim e assado", sendo que o próprio Marx não agia conforme pregava aos outros.