A ESTUPIDEZ DE KARL MARX E SUAS CONSEQUÊNCIAS NAS SOCIEDADES ESTUPIDIFICADAS.
Contra a estupidez, os próprios Deuses lutam em vão.
O morto não
percebe que está morto. A dor é sentida por outros. A mesma coisa acontece com
os estúpidos.
Levando-se em conta os períodos clássicos, medieval,
moderno ou contemporâneo, impressiona o fato da existência constante de uma
significativa fração de humanos estúpidos, que nascem estúpidos; não
se tornam assim por forças ou fatores culturais. Existem em todos os lugares do
Polo Norte ao Polo Sul e em toda população que constitui universidades,
trabalhadores manuais, funcionários burocratas, alunos, administradores e
professores até com doutorado.
Em alguns aspectos ser o melhor (ou ter mais vantagem comparativa) significa ter mais estudo, passar mais tempo na biblioteca, estar mais bem nutrido, ter mais resistência, ou um melhor equipamento, MAS, tudo isso pode valer pouco ou até nada em uma atividade que exige talento e pensamento mais perceptivo: intuição, senso psicológico de valor e consciência excelentes. Poucas pessoas têm essa excepcionalidade, a maioria é seguidora de crenças populares sem a mínima racionalidade. Entre estes estão muitos com estudos de doutorado. Não basta ter acesso a todas as informações relevantes, ser inteligente, objetivo, motivado e trabalhador, MAS, um despossuído de percepção e discernimento. Pensadores de nível acima da “manada” estão alertas para hipóteses de uma percepção errônea. O socialista é um mal informado, mal intencionado, invejoso, seguidor arrogante de senso comum baseado em crenças irracionais. É aquele que diz: "A culpa é minha e eu a coloco em quem eu quiser." Em um sistema democrático, eleições gerais são instrumentos eficazes para que estúpidos eleitores incluam uma fração de estúpidos em meio aos poderosos. Some-se a isso o fato de que pessoas inteligentes, que procuram pautar-se em uma estrutura racional, costumam não reconhecer o poder de causar danos inerentes à estupidez, e acabam sofrendo as consequências sem condições de poderem se prevenir devido ao comportamento instável do estúpido, cujas ações desprovidas de lógica não podem ser previstas. Fica-se tentado a acreditar que o estúpido só causará mal a si mesmo, mas isso é um feliz engano. Nas sociedades não degeneradas, a estupidez é compensada pelos seus exatos opostos. Em uma sociedade decaída as consequências da estupidez são mais frequentes e maléficas para a coletividade. É possível antever as ações de um bandido, suas manobras e aspirações hediondas, todavia as ações do estúpido não estão de acordo com as leis da racionalidade.
Segundo Martinho Lutero, o Vaticano é como aquele restaurante chique, caríssimo, mas que se você entrar na cozinha sairá vomitando e nunca mais retornará. Esta metáfora pode ser estendida para os defensores do socialismo quando suas verdadeiras motivações são conhecidas de perto. Karl Marx se casou com uma mulher rica, da nobreza, e enquanto pôde se aproveitar de suas posses e dotes o fez. Após isto, passou a viver de empréstimos de amigos (raramente pagos) e do pedido de ajuda a parentes da esposa (pagos na medida em que desejava que morressem para receberem parte da herança à que sua esposa tinha direito). O homem que escrevia contra a exploração dos mais pobres pelos mais ricos tinha, ele próprio, uma empregada e enquanto a esposa ia trabalhar fora, oprimia a empregada e teve um filho com ela! Obviamente com medo de ser descoberto, mandou embora a empregada (sem pagar pensão!)…Ademais, quando não estava oprimindo a empregada estava jogando, bebendo e fumando com os amigos. Apropriar-se do fruto do trabalho da esposa era de menos. Vale comentar que dos filhos que teve foi o único com uma vida produtiva, os que viveram para se tornar adultos tendo-o como pai se mataram. Karl Marx representa o economista que não consegue entender de finanças, o denunciante da exploração que explora, aquele que quer dar dicas de casamento com 5 divórcios ou que nunca casou, tal como o clérigo católico. É como aquele que quer aconselhar outros a fazerem tudo que ele mesmo não faz ! Karl Marx, enquanto ser humano provou ser um canalha preguiçoso e manipulativo. Não por acaso, considero sua obra "científica" tão séria quanto as melhores obras patrocinadas para os interesses políticos do Vaticano, daquelas que aparecem o tempo todo com histórias no plano metafísico pedindo até o último centavo de fiéis enquanto prometem um paraíso de mel e fartura aos seus seguidores. Os seguidores de Karl Marx são pessoas que se pegarem o pastor traindo a esposa com uma fiel (casada) ou usando drogas ou ostentando para mostrar que é rico, ainda acharão uma justificativa para todos os atos do pastor e, sem exceção, atacarão quem lhe prova o fato alegando ter inveja dele e fazer o trabalho do demônio de atacar a fé.
O
que Karl Marx não considerou e os marxistas psicóticos-solidários
[esquerdopatas] não enxergam até hoje.
Como a economia lida quase inteiramente com variáveis mensuráveis: qtd de trabalho, de utilidade, de valor, de riqueza, de dinheiro, de capital, etc.., muitos de seus teóricos a consideraram uma ciência matemática na essência, e aplicavam a matemática e a estatística para elaborar seus modelos econômicos e prever a atividade comercial. O trabalho “O CAPITAL” de Karl Marx é todo nestes termos, é um bom exemplo dessa crença. Marx tratou o aspecto psicológico do humano como irrelevante, como se todos tivessem iguais interesses e fossem ou pudessem ser tratados como seres iguais ou como máquinas em produção industrial, logo a importância do respeito à liberdade individual nem era objeto de cogitação. O Estado fazia o papel de um dono de uma fábrica e o povo fazendo parte de seu maquinário de produção, um mero bem de capital. A crença em que a medição quantitativa era indispensável na interpretação da conduta humana relacionada às teorias econômicas prevaleceu absoluta até as observações de John Maynard Keynes (1883 – 1946). Keynes elevou a incerteza a um papel central na análise do risco e na tomada de decisões, e reduziu a importância dos pressupostos preponderantemente matemáticos dos teóricos da economia até então presentes em sua época, tais como Paul Samuelson, David Ricardo, Karl Marx. Keynes rompeu drasticamente com o raciocínio baseado na inevitabilidade matemática na tomada de decisões. Ele dizia que as decisões do mercado não podem ser explicadas apenas pelas ciências exatas. As relações sociais não se dão somente entre duas pessoas, mas entre grupos de diversos tamanhos, natureza e diversos planos de reflexividade, interesses e expectativas, tudo isso relacionado a uma multiplicidade de temas, frente a uma multiplicidade de pessoas com relevâncias e prioridades constantemente em alteração conforme cada situação individual e coletiva e suas respectivas interações e percepções pessoais e intransferíveis. Que complexidade de fórmulas matemáticas seria necessário para explicar em números o comportamento individual e coletivo em relação ao dinheiro? E que precisão teriam? O entusiasmo pela medição e uso da matemática na previsão econômica parece não ser tão substancial na prática quanto na teoria. Os humanos nem sempre fazem escolhas com base apenas em informações. Muitos são guiados pelos caprichos, a emoção ou o hábito. Nem todos preferem enriquecer; Nem todos querem suportar o ônus da riqueza; Nem todos lutam para racionalmente maximizar a utilidade de suas decisões.
Até o século XIX havia matemáticos entusiastas da economia. Keynes inaugurou a era dos economistas entusiastas da matemática, porém não muito. As teorias de Keynes foram refutadas pelos seus opositores apenas porque ele desprezava o rigor matemático para explicar suas teorias do equilíbrio econômico e do comércio. Keynes dizia que a presciência ilimitada baseada na matemática e o equilíbrio econômico são irreconciliáveis entre si. Dizia que seus opositores não enxergavam a verdade porque esta os perturbava. A diferença se faz em perceber além disso. As teorias anteriores aceitavam a incerteza como um fato consumado e pouco ou nada faziam para identificar suas fontes e suas consequências. Quase toda decisão tomada resulta de uma série de avaliações em que tentamos reduzir as incertezas. A vida é um jogo de estratégias para proteção de prejuízos, erros, trapaceiros, etc.. mais do que de ganhos, estes vem após na escala psicológica de prioridades. John Von Newman (1903-1957), físico, disse: “mesmo que as regras do jogo não contenham quaisquer elementos de “acaso”, a dependência do elemento estatístico (probabilístico) é uma parte tão intrínseca da vida que não há necessidade de introduzi-lo artificialmente.” No comportamento econômico, na distância entre o cérebro e o bolso, há mais coisa envolvida do que a matemática. Os métodos matemáticos e estatísticos na ciência econômica servem mais para fins ilustrativos teórico-descritivos do que para predizer o futuro e dar garantia ao presente.
Não tente mudar ninguém, muito menos um picareta;
mude a
forma de lidar com eles.
Liberte-se dos conselhos dos sábios
da coletividade, a maioria deles não tem ideia do que está falando. Lembre-se
de que as metas são pessoais. Faça um favor a si mesmo, fique rico; a vida
ficará mais fácil para você e aos que viverem próximo a você.
Em toda casa de sonhos puritanos há
uma inquietação e sinais patológicos que não podem ser ignorados.
Karl Marx foi um picareta mentor de picaretas em
nada diferente dos piores lideres picaretas religiosos que todos criticam. Paradoxalmente,
todos que apoiam suas opiniões na ideologia deste picareta nunca leram nenhum
de seus livros e nenhum do contraditório, tal como: “Karl Marx and The Close of
His System – A Criticism of The Marxist Theory of Value and The Price of
Production, do escritor austríaco Eugen Von Bohm-Bawerk. A picaretagem consistiu
em criar um homem perfeito (ele mesmo era o oposto disso), abnegado, honesto,
trabalhador incansável, incorruptível e idealista que não existe e,
usando essa fantasia do homem perfeito explicou como seu sistema socioeconômico
perfeito funcionaria. O problema é que, não existindo tal homem, o socialismo
precisaria de robôs para funcionar. Em sua ideologia (para os outros), MARX
diz que ele trabalharia ao máximo, pela
sociedade, tomaria o mínimo para si, depois de trabalhar ainda iria estudar,
discutir política, trabalharia cada dia numa função diferente (imagine a
qualidade da casa construída por um "pedreiro" que um dia é
escritor, noutro açougueiro, noutro operador de caixa, noutro marinheiro,
noutro borracheiro… Quão boa seria a casa que ele construísse? Mais ainda. Tente imaginar o filho da sua
vizinha, comunista de iPhone, que fala de quem abusa dos outros mas não ajuda
nas tarefas da própria casa. Reclama do machismo da sociedade mas acha
obrigação da mãe fazer a comida, lavar a louça, lavar, passar, dobrar e guardar
suas roupas. Fala, fala e fala do capitalismo, mas tem um iPhone porque todo
mundo tem e não quer parecer pobre. Reclama do rico que explora os
trabalhadores mas, já tem idade para trabalhar, mas não tem experiência e se
recusa a trabalhar como office boy, empacotador ou qualquer tarefa humilhante
para ajudar a família. Acha que esse protótipo de esquerdopata seria esse homem
perfeito?
COMO DEVERIA SER O MUNDO NA SOCIEDADE COMUNISTA MARXIANA
Faz parte do propósito divino a desigualdade. Tudo na vida e na natureza em todos os níveis de inteligência é desigual. Há justiça na crueldade da vida. A justiça não é tão simples quanto os socialistas pensam que poderia ser. O único jeito de fazer um mundo mais justo não é julgando os propósitos Deus para a humanidade, mas sim aceitando que Ele sabe o que é melhor. Cada um deve fazer a sua parte agindo com justiça no que estiver ao seu alcance, fazer o que sabe o que é certo, entregando todo o resto a Deus. Uma das maiores injustiças que pode ser praticada é a de forçar a igualdade. Cada um oferece o que pode de acordo com sua natureza biológica e possibilidades e recebe conforme o que oferece. Isto é um propósito de Deus para a humanidade que nenhum governo pode mudar. Todos os bilionários enriqueceram oferecendo algo muito útil a grande número de pessoas. Evoluir significa ressignificar crenças absurdas, até eliminando-as por completo. Os socialistas vivem crenças utópicas da ética do altruísmo. Perseguir a liberdade na forma de perseguir a riqueza (não há liberdade sem dinheiro) para reduzir a desigualdade representaria também o aumento da pobreza e o estímulo à expulsão da riqueza do Brasil. Essa política desastrosa já foi adotada na França durante o governo de François Mitterrand e François Hollande.
Se este trabalho fizer o leitor refletir sobre o assunto, ele já terá atingido o seu objetivo. Durante séculos a lógica do aumento de produtividade era a de quanto mais mão de obra, mais produção e, consequentemente, mais riqueza, que no regime comunista, esta fica concentrada à disposição do Estado altruísta. Não era dada importância à tecnologia como fator de produtividade, redução de custos e o papel desta no aumento de riqueza e a distribuição desta também entre as famílias mais pobres. A indústria era incipiente e não havia nem mesmo concorrência entre os comerciantes como nos dias atuais. Em razão disso, os países comunistas se tornavam fechados para o resto do mundo.
A teoria econômica insana de Karl Marx serve de inspiração aos psicóticos-solidários revolucionários que nunca leram a sua obra ou alguma de seu contraditório que as usam baseados em puro preconceito de que seria melhor para a redução da pobreza e uma sociedade menos desigual. Na Romênia, o ditador socialista Nicolae Ceausescu estabeleceu, logo em seus primeiros tempos de governo, o decreto 770 que estabelecia regras e punições para desestimular os cidadãos a terem famílias pequenas. Foi instituída uma multa de até 30% sobre o salário de casais acima de 25 anos que não tivessem filhos. As cirurgias esterilizadoras foram proibidas para as mulheres de menos de 40 anos que não tivessem pelo menos cinco crianças em casa. O brutal regime socialista de Nicolae Ceausescu chegou a um fim abrupto em dezembro de 1989. Em 25/12/1989 foi capturado e condenado por crimes de genocídio e acúmulo ilícito de riquezas (ninguém gosta mais de dinheiro do que os socialistas) e terminou fuzilado.
No Camboja, o Khmer Vermelho de Pol Pot matou dois milhões de pessoas em quatro anos [de 1975 a 1979], que correspondeu a 25% da população daquele país à época.
Mao Tsé-Tung
acreditava que o campo poderia se erguer se fosse devidamente motivado não por
dinheiro, mas de forma ideológica, e transformado em um centro de produção
agrícola e industrial. Sujeitos a uma sucessão de erros e à corrupção dos
planejadores centrais do regime aproximadamente 45 milhões de pessoas morreram
de fome, espancamento ou trabalhos forçados na China entre 1958 e 1962. Antes
de Mao Tsé-Tung, a agricultura chinesa era uma das mais produtivas do mundo,
mas a política socialista fez os agricultores perderem suas terras e dinheiro
para a ideologia e o Estado. Uma das medidas do governo maoísta foi a
instituição, em 1958, de cantinas comunitárias e proibição de cozinhas
individuais nas residências. A justificativa foi de que as cozinhas
residenciais seriam “símbolos de egoísmo”.
Em Cuba, os irmãos Castro e sua Narcoditadura comunista oprimem 11 milhões de cubanos com periódicos fuzilamentos e tortura de dissidentes políticos. O regime cubano, para se financiar no isolamento do mundo, introduziu tráfico de drogas na América Latina a partir dos anos 50.
Na narcoditadura venezuelana a população morre de fome abandonada pelo governo "socialista" de práticas brutais contra o seu povo. O Estado Venezuelano é apoiado abertamente pelos esquerdistas brasileiros.
Na Coréia do
Norte comunista, o ditador Kim Jong Um comanda um país miserável, faminto, que
gasta bilhões na construção de armas nucleares e para agradar as forças
armadas, o único grupo social que merece consideração.
"Uma
característica marcante da inteligência é a capacidade de fazer distinção"
Karl Marx concebeu uma doutrina que preceitua um profundo desprezo pela liberdade e individualidade humana, que contribuiu para a velha e conhecida hipocrisia/inveja de substituir uma classe “opressora” por outra muito pior, que corresponde a dos “justiceiros” dos improdutivos, que perseguem a riqueza dos produtivos com a inveja sob o disfarce de “justiça social”, “justiça fiscal”, “igualdade de oportunidades”, etc.
O Brasil, durante catorze anos, foi governado por um partido político com ideais marxistas. Como resultado, a nação brasileira foi minada em todos os campos, da moralidade aos bons costumes, devastados pelo avanço do marxismo cultural, à corrupção mais escandalosa, responsável pelo maior assalto aos cofres públicos da História do Brasil, em nome da “justiça social”.
É preciso perceber que isto foi possível [é consequência] por estarmos influenciados há décadas pela subcultura populista marxista católica. O mínimo sentimento que fica do Brasil atual é o de que há algo de muito errado na sua cultura e valores, de que é uma miscelânea de paradoxos e contradições. Há em todo ser brasileiro justo uma sensação de inadequação à realidade do país que aparenta estar sendo governado desviado do propósito ao qual deveria estar. Existe algo estranho e fora do lugar. O Brasil não foi criado para estar como está!
O socialismo só deu certo na
penitenciária, onde todos os socialistas se vestem com a mesma roupa, comem a mesma comida,
têm apenas o necessário para viver, não fazem nada e vivem à custa dos outros.
[Silvio Santos]
Em 1870, 46% dos
empregos estavam na agricultura e 35% no artesanato ou na incipiente indústria.
Poucas profissões dependiam muito do cérebro de um trabalhador. Não se pensava;
se labutava, sem parar, relativamente, sem pensar, e o seu fruto era visível e
tangível. Hoje isso inverteu, 38% dos empregos são designados como gerentes,
supervisores e demais profissionais cujos cargos envolvem tomar decisões. 41%
são empregos do setor de serviços, que, muitas vezes, dependem de pensamentos e
ações em igual medida, e de um trabalho que não termina quando se bate o ponto
e vai-se embora da fábrica ou do escritório. O trabalho da maioria hoje permanece de fato 24 na
cabeça. Os trabalhos mais bem remunerados são baseados em pensamento e decisão;
as ferramentas estão mais na cabeça – que está sempre com a pessoa - do que no local físico de trabalho: fábrica
ou escritório. Muitos vivem com a sensação de estar trabalhando 24/7.
Julgo feliz aquele que combina o seu modo de proceder com as particularidades dos tempos, e infeliz o que faz discordar dos tempos a sua maneira de proceder. Se os tempos sofrem mudanças e os comportamentos permanecem inalterados, então é a ruína. [Maquiavel]
A maioria de nós
deseja se apegar a uma sensação de estabilidade: fazer as coisas de uma certa
maneira para manter uma ideia de certeza. O problema com isso é que tudo está
em constante mudança e readaptação: assim como todas as células do corpo mudam a cada ano, também está o
mundo ao redor. A estabilidade não existe realmente: a mudança é constante,
e somente quando se aprende a adaptar-se e a mover-se com ela é que se pode
encontrar algum senso de estabilidade. Parece paradoxal, mas mover-se na
velocidade da vida é a única maneira de sentir-se estável, e não a sua vítima.
É impossível progredir sem mudança. E aqueles que não mudam suas mentes, não
podem mudar nada. Os psicóticos-solidários revolucionários odeiam mudança.
Estão sempre lutando para que as coisas não mudem e que a vida permaneça como na época de Karl Marx ou de acordo com seus equivocados argumentos econômicos.
Quando as
lâmpadas surgiram, os socialistas disseram que se tratava de uma invenção para
entreter gente rica. Que as pessoas comuns continuariam usando velas. Quando os
aviões surgiram disseram que só as pessoas muito ricas fariam essas viagens.
Que jamais superariam o custo benefício dos navios. Quando o computador surgiu,
disseram que jamais haveria mais do que dois ou três desses no mundo. Quando o
Iphone surgiu, disseram: duzentos dólares por um telefone? Esqueça! É coisa de
rico! De fato, se o sistema econômico fosse socialista essas inovações nem
teriam sido criadas, e, se fossem, seriam importadas para uso apenas dos poucos
no poder "socialista".
Quando você
realmente presta atenção, tudo é seu professor.
Quando o aluno
está preparado o professor aparece. Quando o aluno está verdadeiramente
preparado o professor desaparece. [Lao Tzu]
O bom da ciência é que ela é
verdadeira acreditem ou não nela. Os argumentos de
Karl Marx não contêm nenhuma prova, ou mesmo uma tentativa de prova, de que as
hipotéticas condições de suas teorias já aconteceram em sua época ou anteriormente
ou poderiam acontecer. E cada vez mais o desenvolvimento trazido pelo
capitalismo (forçado pela livre concorrência e necessidade de reduzir custos) coloca as condições da sociedade primitiva de sua época cada vez
mais sepultada com a sua “teoria da Lei do Valor”. Na sua hipótese, o valor do
produto estava somente intrinsecamente ligado a horas trabalhadas, em palavras populistas esquerdistas: para o capitalista malvado lucrar é preciso reduzir o custo da mão-de-obra ao máximo, até quase a escravidão. Então, o que
considerar dos valorosos produtos produzidos em pouco tempo quase ou inteiramente
com o auxílio da robótica? Nada é perfeito. A robótica reduziu os riscos do
trabalho humano tanto para a produção quanto para o próprio ser humano, mas
produziu também o desemprego. E, é claro que o custo de produção reduzido
produz maior lucro ao produto, mas cujo preço de venda não depende exclusivamente do
custo de produção, mas muito também da concorrência a que estiver inserido no
mercado, na renda do consumidor, no valor adicionado à vida do consumidor, etc. Muitos produtos nem podem ser produzidos
em razão do custo elevado que não poderiam ser repassados aos consumidores.
O Mundo mudou e as regras de trabalho mudaram! Na época anterior à revolução industrial e nos seus primórdios a força de trabalho não era potencializada pela tecnologia como atualmente; a produtividade era associada culturalmente apenas diretamente ao trabalho humano. Não se falava/pensava no papel social da tecnologia, da ciência, dos bens de capital, da inovação, das indústrias, da riqueza, do empreendedorismo, dos preços livres no mercado privado, do dinheiro o motivo maior do trabalho e combustível principal do desenvolvimento. Se não fosse em razão de obrigação de ofício no qual os prestadores de serviço estão comprometidos devido à necessidade de dinheiro quem iria fazer o serviço público que juridicamente é proibido à iniciativa privada ou cujo custo-benefício não lhe interessa? Some-se a isso o fato que no mundo contemporâneo a concorrência obriga todos a fazerem mais com menos. Se o empregado sente-se escravo do empregador, este é escravo do seu consumidor. Metaforicamente, é preciso usar uma alavanca para levantar um peso com menos esforço. Todos precisam aplicar a Lei do menor esforço e menor custo a favor de si e/ou ao seu negócio. É uma exigência de sobrevivência no mundo atual.
Metaforicamente, nadar a favor da correnteza permite usar a força desta a favor e alavancar o esforço e chegar mais longe com menor esforço. O pensamento dos solidariopatas equivale a viver nadando contra a correnteza, contra as forças da natureza, que resulta em afastar de si as melhores oportunidades de prosperidade possibilitadas pelo capitalismo. O vídeo no link a seguir ilustra bem o esforço constante para a redução de custos a fim de alavancar o resultado, que inclusive tem sacrificado muitos postos de trabalhos: https://www.youtube.com/watch?v=wiPrg4kDkhw. A concorrência é uma guerra dissimulada inevitável na vida contemporânea. Por consequência dessa realidade não óbvia para os psicóticos-solidários revolucionários, cegos pelo rancor, ignorância e inveja, os bilionários deveriam ser enaltecidos pelo seu papel social por fazerem coisas de valor para a sociedade que as consomem de forma livre e, em razão dessa escolha livre, faz com que existam bilionários. Transferir a culpa para o capitalismo equivale a condenar a liberdade só porque os presídios estão lotados por pessoas que fizeram mal uso dela.
Imagina quanto o
rico paga de imposto..!! Quanto de tributo está embutido na produção De uma embarcação
de luxo, muito além do ICMS, PIS e
Confins no combustível. O consumidor final das embarcações de luxo é o que
sustenta toda a cadeia produtiva da indústria marítima de laser. É certo que o
preço do combustível afetará o preço da passagem de transporte popular marítimo
(ex. trajeto RJ – Niterói) e irá encarecer para o usuário pobre, todavia, a
riqueza de uns poucos não tem relação com a pobreza de muitos. Não se trata de uma equação de soma zero.
A riqueza não implica em pobreza, ao contrário a reduz. Estenda essa
lógica para a indústria da aviação civil. Quanto de salário de servidor público
não está em ICMS em um tanque de combustível em uma avião? Essa é uma lógica da
época da idade média. Mas, o político socialista de shopping aproveita-se da
inveja e ignorância da massa de eleitores e bota a culpa da pobreza no rico e
difama-o de capitalista egoísta malvado. Alega que os ricos deveriam pagar
ainda mais; que a isonomia não pode se referir a alíquotas iguais para todos;
que os tributos sobre o patrimônio e a renda dos ricos tem que ser maior, etc.
A massa não tem consciência da submissão cultural aos interesses do Vaticano,
que desfruta de imunidade de impostos sobre o patrimônio e a renda, em tributar
os mais produtivos para manter o próprio benefício.
A
inveja já foi considerada um dos sete pecados capitais antes de se tornar uma
das virtudes mais admiradas com seu novo nome: “justiça social”. [Thomas
Sowell]
Às vezes, ela se disfarça com o nome de “justiça fiscal”, "oportunidades iguais para todos", ainda que isto seja em detrimento de quem as aproveita para igualá-los aos que não conseguem aproveitá-las. Em suma, destruindo os melhores para agradar os piores.
O ódio normalmente
é motivado por 3 razões, juntas ou separadas: (1) o odiado é visto como uma
ameaça; (2) Quem odeia também odeia a si mesmo; (3) Quem odeia desejaria estar
no lugar do odiado.
É uma troca livre de serviços e ou mercadorias de forma alavancada e muito favorável ao consumidor. O vídeo a seguir, embora seja uma caricatura da realidade, a ilustra bem e faz entender a importância da concorrência com preços livres no mercado privado no sistema capitalista:
A concorrência é cruel, mas capitalismo sem ela e com preços livres seria ainda mais cruel e para todos. Seria ainda pior do que o capicomunismo brasileiro com preços tabelados e racionamentos. Os psicóticos-solidários brasileiros continuam fixados no papel social do trabalho relacionado ao ponto de vista míope de Karl Marx e ainda baseado em valores de uma sociedade da época dos primórdios da revolução industrial e anteriormente. Uma outra má ilusão que os psicóticos-solidários revolucionários têm contra si é pensar que todos trabalham para os outros apenas no sentido negativo do termo. Mesmo na condição de empregado todos trabalham para o próprio acumulo de experiência. É sempre melhor investir em um negócio próprio já possuindo a experiência necessária do que sem esta.
Uma segunda
chance não significa nada se você não aprendeu com o seu erro anterior. Tudo
acontece por uma razão. Às vezes a razão é a própria estupidez e más decisões.
Se você se vê em
um buraco, a primeira coisa a fazer é parar de cavar. Sabedoria é a arte de
saber o que ignorar.
"Nunca discuta com um ignorante. Ele te rebaixará ao nível dele e te vencerá por experiência" [Mark Twain]
Pela Lei do
Valor Marxiniana quando duas commodities (trabalhadores) diferentes são
utilizadas na mesma quantidade de trabalho ambas permanecem com o mesmo valor
individualmente e a média matemática que pode ser obtida do trabalho de ambas
juntas teria um significado absolutamente distinto em relação à Lei, ou até
mesmo nenhum valor! Em outras palavras as variáveis não produziriam o efeito de
elevar a média para cima ou para baixo. Tal teoria só pode ser vista como algo oriundo
de profundo devaneio!
Aplicando-se a
analogia com base na “teoria do valor” marxiniana poderia ser provado a
proposição de que animais de todos os tipos teriam o mesmo tempo de vida, por
exemplo: elefantes e moscas: embora os elefantes vivam em média cem anos e moscas
apenas um dia, ainda assim, entre essas duas espécies biologicamente distintas
e de quantidades de tempo de vida distintos, poder-se-ia atingir uma média de
cinquenta anos. Porém, segundo a teoria marxiniana para uns animais viverem mais outros devem viver menos (para uns serem ricos outros devem ser pobres), assim, para os elefantes viverem mais do que as moscas, as
moscas devem viver menos do que os elefantes. Paradoxalmente, além dos desvios desta
média anularem-se mutuamente e, consequentemente, no conjunto e na média, concluir-se-ia
pela lei do valor que todos os tipos de animais têm - na prática - o mesmo tempo de vida
porque a média de tempo entre ambos nada significa para o conjunto dos animais. Em outras palavras: No campo das crenças equivocadas geradas pelo comunismo, Vaticano e a realidade social antes do mundo moderno: "para que todo negócio possa ser bom precisa-se ter como partes um esperto e um trouxa; todo negócio só pode ser bom para uma das partes". O conjunto de diversas produções individuais não pode gerar resultado diferente para cada um dos trabalhadores em razão das características individuais de produção, que ainda seriam consideradas imutáveis. O prego que mais se destaca é o primeiro a ser martelado pelo socialista. Sua obra é cheia de contradições. Contrária a premissas onde ele não enxerga diferenças entre os diferentes, está o argumento de que as diferenças de ganhos no comércio internacional entre as diferentes nações se deve à indiferença do valor entre as trocas de suas commodities, no caso, a mão-de-obra!
No terceiro
volume de sua insana obra Karl Marx alega que “a lei do valor” governa o movimento
dos preços, e considera que isto é provado pelo fato de que onde o tempo de
trabalho para a produção diminui os preços também caem e de modo oposto sobem,
mantido todo resto constante. A verdade é que nunca todo o resto se mantêm
constante e a mão-de-obra não é o único fator [variável] que influencia o custo de produção! Hoje em dia muito menos ainda. Este fato pode ser percebível e compreendido até por qualquer vulgar economista ou não. Na sua insanidade, ele atribui o aumento do preço ao aumento do
custo com este apenas vinculado à mão-de-obra. Por óbvio, ele não considerou o
papel da redução de custo da produção em escala e das muitas outras variáveis determinantes do custo de produção e preço de
venda, tal como a evolução tecnológica. A sua obra além de já ter nascido morta para a sua época, jamais poderia ser considerada de valor atemporal .
A falsa ciência socioeconômica de Karl Marx só serviu para dar apoio a ditadores comunistas, para amplificar a crença de que para um ser rico é preciso que outro seja pobre; Que a riqueza e a pobreza são variáveis de uma equação de soma zero; Que o rico é um explorador e o pobre um explorado pelo capitalista egoísta e malvado; Que o capitalismo só serve para o rico; Incentivou a violência de pobres contra ricos e o surgimento dos aproveitadores dessa luta de classes dentro e fora da política: empregados contra empregador, política de viés solidariopata contra os de viés liberal, etc. Metaforicamente, é como deixar metralhadoras carregadas na mão de crianças que não sabem avaliar o seu uso e vão usá-las como brinquedos sem graves consequências. Como se o furto do mordomo no dinheiros das compras pudesse ser justificado pela riqueza do patrão.
A definição mais educada para o socialista de Iphone brasileiro é aquele que não sabe e não sofreu as consequências do socialismo e também não sabe aproveitar as melhores vantagens oferecidas pelo capitalismo. Em razão disso são vistos como ignorantes invejosos pelos seus opostos. Os defensores do socialismo existem em razão de variados interesses egoístas relacionados a aspectos negativos dos humanos, tais como: o medo da mudança; o medo de responsabilidade; o medo da pobreza; a inveja de quem considerar melhor, etc. A imagem a seguir ilustra a mentalidade do socialista em relação à riqueza alheia.
A imagem a seguir de um agricultor trabalhando apenas com suas mãos ilustra bem a regra do trabalho sem alavancagem tecnológica que a revolução industrial e tecnológica modificaram gradativamente nos países que adotaram os princípios capitalistas.
Digamos que na
hipótese ilustrada na imagem acima, o índice de eficiência de produção é 1: 1 =
alavancagem ZERO. É extremamente difícil conseguir liberdade
financeira com os rendimentos unicamente do próprio trabalho. Por analogia, a
rentabilidade de uma empresa com baixa alavancagem tecnológica também não
poderá oferecer bons salários ou iguais a de outras empresas cuja produtividade
esteja relacionada com outros fatores além apenas da mão-de-obra. Por isso,
toda tecnologia que reduza mão-de-obra e/ou alavanque a produção desta é
indispensável ao desenvolvimento socioeconômico global do país, embora custe
também desemprego. Mas, é preciso se ajustar a realidade cruel da vida onde a
competição está presente entre os indivíduos (ex. concurso público), entre as
empresas (ex. praça de alimentação de um shopping) e entre Estados e Países.
Em razão da
competitividade mundial, os países capitalistas necessitam de uma política que
estimule o empreendedorismo e não e empreguismo. Em razão dessa política, a
renda auferida pelo trabalho assalariado é mais tributada que as auferidas
pelas pessoas jurídicas empregadoras. As pessoas físicas têm a renda
auferida tributada ANTES das despesas e, ainda, as grandes empresas de capital
aberto na bolsa de valores tem o estimulo de reduzir a base de cálculo do
imposto de renda com as suas despesas. Isso
faz com que os psicóticos-solidários revolucionários disparem as suas
metralhadoras de lama de inveja nos ricos empreendedores.
O crescimento
econômico não aproveitado igualmente por todos gerou aumento no padrão de vida da grande maioria, avanços na produção de alimentos e
nutrição, saúde, longevidade e abundância material. As desvantagens são que as
oportunidades não são aproveitadas por todos, fato este que produz desigualdade
de renda, além da destruição do meio ambiente. A questão contemporânea é: ou as
vantagens do capitalismo com suas desvantagens ou a miséria socialista.
Há 100 anos a
maioria dos norte-americanos estava envolvida com a produção agrícola, hoje
menos de 2% são agricultores. A expectativa média de vida aumentou de 48 para
78 anos no mesmo período. A qualidade e quantidade de bens materiais permitiram
que mais norte-americanos tivessem acesso a coisas que somente os ricos de
gerações anteriores podiam adquirir. O tempo médio de trabalho semanal diminuiu
permitindo mais lazer às pessoas. As especializações de trabalho também
contribuíram para aumentar o valor do individuo na sociedade. É claro que nunca
os benefícios foram para todos ou de forma igual entre os “beneficiados”.
Se
você quer viver como 1% melhor vive, precisa aprender o que eles sabem e deixar
de fazer o que 99% fazem.
A maneira mais fácil de crescer é cercando-se de pessoas mais preparadas que você. [Maquiavel]
Quem
faz o que quer no curto prazo [presente] poderá ter que suportar o que não quer
no longo prazo [futuro]. Pouquíssimos são os que possuem renda para ambos os momentos da vida.
Tanto as
empresas quanto as pessoas físicas necessitam algum tipo de alavanca para
aumentar a sua receita. Quanto melhor a alavancagem, mais eficazes serão suas
horas de trabalho e a sua sobra de dinheiro para investimentos em mais renda
sem necessitar de sua presença física para produzi-la. É somente o sistema
capitalista de liberdade individual e liberdade de formação de preços livres no
mercado privado, com o mínimo possível de interferência estatal, é capaz de
possibilitar isso. É preciso haver estímulo para a corrida pelo lucro/dinheiro.
Agora, o
agricultor está usando não apenas uma ferramenta em suas mãos, mas também o
poder dos animais (maior alavancagem) para impulsionar a produção. Este
agricultor agora pode produzir 500 vezes mais "valor" durante as
mesmas horas de trabalho. Qual é o melhor conselho que se pode dar a
um esquerdista solidariopata que está sempre com dificuldades
financeiras?" Simples, pare de perseguir o dinheiro dos outros e comece a
perseguir valor e renda alavancada para Si. Reavalie seu trabalho e ações
diárias. Pense em como poderia agregar mais "valor" financeiro
independente do próprio trabalho. Isso só pode ser alcançado de forma licita e
moralmente justificável no sistema capitalista. É claro que exigirá habilidade,
conhecimento, foco, trabalho, disciplina, perseverança, dentre outros
atributos, que não existem na vida de todos os humanos de forma igual.
Uma vida boa é uma criação individual, não há uma receita igual para todos.
Os
psicóticos-solidários revolucionários
dizem que o dinheiro não compra felicidade, porém, os indivíduos livres para
escolher sua vocação e desfrutar dos benefícios da propriedade privada
apresentam produtividade maior do que outros em lugares onde a liberdade
individual e a propriedade privada não são valorizadas. A título de comparação,
o alemão médio era bem mais produtivo na Alemanha ocidental capitalista do que
na Alemanha oriental comunista; o sul-coreano médio de hoje é muito mais
produtivo do que o norte-coreano médio.
Os psicóticos-solidários revolucionários alegam que o capitalista malvado é egoísta, mas para ganhar dinheiro no mundo contemporâneo é preciso focar no valor oferecido aos clientes, haja vista que todo dinheiro é obtido por meio de troca. Todo rico é alguém que faz [ou fez] algo por alguém e em contrapartida ganha [ganhou] muito dinheiro.
Lembre-se também disso: Certamente, o valor da mão-de-obra tem também relação com a escassez, milhões de pessoas podem dirigir um carro e poucos têm o conhecimento e as habilidades de um cientista de foguetes. Mas, também todos nós somos pagos de acordo com o "valor" que entregamos, o valor alto de uma atividade empresarial pode pagar melhores salários que outra no seu exato oposto, e NÃO de acordo apenas com o número de horas que seus empregados trabalham, isso já ficou para trás há muito tempo. Embora possam trabalhar o mesmo número de horas, o valor entregue por um cientista de foguetes é dramaticamente diferente do trabalho de um motorista de táxi. O aumento do valor [que o consumidor também determina] entregue leva a um lucro mais alto que pode levar a uma renda mais alta, ou de um trabalhador autônomo ou de um assalariado de uma empresa.
Duzentos anos
atrás, antes do advento do capitalismo, o status social de um homem permanecia
inalterado do princípio ao fim de sua existência: era herdado dos seus
ancestrais e nunca mudava. Se nascesse
pobre, pobre seria para sempre; se rico – lorde ou duque –, manteria seu status de nobre e seu ducado, e a propriedade que o
acompanhava, pelo resto dos seus dias, e assim seriam também seus descendentes. No tocante à manufatura, as primitivas
indústrias de beneficiamento da época existiam quase exclusivamente em proveito
dos "nobres". A grande maioria do povo (90%
ou mais da população europeia) trabalhava na terra e não tinha contato com as
indústrias de beneficiamento, voltadas para a cidade. Esse rígido sistema da sociedade feudal
imperou, por muitos séculos, nas mais desenvolvidas regiões da Europa.
A revolução
industrial trouxe cada vez mais novos postos de trabalho que obrigou a aristocracia
fundiária – a pequena nobreza da Inglaterra e da Europa continental, que também
era fonte de dinheiro do Vaticano, a pagar maiores salários, igualmente aos seus trabalhadores agrícolas. A
aristocracia fundiária, com o apoio do Vaticano, atacava a indústria criticando
o padrão de vida das massas trabalhadoras. O Vaticano nunca criticou a nobreza que vivia do trabalho escravo agrícola quanto os industriais em relação aos seus empregados. Ao contrário, sempre auxiliou os monarcas na escravização dos povos dos novos continentes conquistados. É notório o papel dos jesuítas no apoio à escravização dos povos nas américas pelos espanhóis e portugueses.
A todos é concedido ver, mas a poucos é concedido perceber. Muitos podem enxergar, mas poucos sabem sentir. Os preconceitos têm raízes mais profundas que os princípios. Certas
expressões usadas pelo povo seguidor de crenças sem reflexão são, muitas vezes, inteiramente equivocadas. Assim, atribuem-se a capitães de indústria e
a grandes empresários de nossos dias epítetos como “o rei do chocolate”, “o rei
do algodão” ou “o rei do automóvel”. Ao
usar essas expressões, o povo demonstra não ver praticamente nenhuma diferença
entre os industriais de hoje e os reis, duques ou lordes de outrora. Mas, na realidade, a diferença é enorme, pois
um rei do chocolate absolutamente não rege, ele serve. Não reina sobre um território conquistado,
independente do mercado, independente de seus compradores. O rei do chocolate – ou do aço, ou do
automóvel, ou qualquer outro rei da indústria contemporânea – depende da
indústria que administra e dos clientes a quem presta serviços. Esse “rei” precisa se conservar nas boas
graças dos seus súditos, os consumidores: perderá seu “reino” assim que já não
tiver condições de prestar aos seus clientes um serviço melhor e de mais baixo
custo que o oferecido por seus concorrentes.
À medida que a economia cresce e se diversifica, cada vez mais pessoas conseguem escapar da agricultura de subsistência e buscar outras áreas de interesse. Essa liberdade não existiu na maior parte da história da humanidade. A explosão criativa ocorrida nos últimos 150 anos gerou avanços em todos os campos do empreendimento humano. A abundância material é um resultado natural de seres humanos libertos da agricultura de subsistência para pensar e inventar, em suma, criar com o dinheiro a seu favor. A Inglaterra antes da revolução industrial possuía aproximadamente 6 milhões de habitantes e duzentos anos após estava com aproximadamente 52 milhões, em razão da redução das taxas de mortalidades e de novas perspectivas de trabalho e renda. Onde a vida era desagradável, brutal e curta para a maioria, tornou-se progressivamente menos rude, mais pacífica e longa.
Não obstante todos os seus benefícios, o capitalismo sempre foi furiosamente atacado e criticado. É preciso compreender a origem religiosa e não religiosa dessa aversão. A corrupção desmoraliza o capitalismo e o torna selvagem. É preciso muito dinheiro para se salvar, para se afastar do pior e muita diligência permanente para se manter afastado. A ignorância da quase totalidade dos brasileiros, o péssimo caráter e a inveja não os deixam enxergar a verdade. É mais fácil transferir a culpa do que assumir as próprias responsabilidades.
Da mesma forma que o Vaticano esconde seus verdadeiros interesses por trás de falácias enaltecendo o ser humano, os psicóticos-solidários revolucionários usam as falácias da teoria econômica de Karl Marx como “cortina de fumaça” intelectual para esconder a própria torpeza motivada pela inveja à riqueza alheia. Se alguém precisa de religião para ser bom, então a pessoa não é boa, é um cão adestrado. Se alguém precisa apoiar o socialismo para se fazer de bom, então a pessoa não é boa, é apenas mais um invejoso.
Nem sempre as
coisas são o que aparentam ser.
Há espertos que se fazem de tolo para o verdadeiro tolo crer que está fazendo e esperto de tolo.
Quando você está
com 20 anos se importa com o que os outros pensam. Quando você está com 40 anos
você para de preocupar-se com o que os outros pensam. Quando você está com 60
você percebe que quase ninguém estava preocupado com você. [Winston Churchill].
Existem vários
tipos de psicóticos-solidários, alguns dos principais são: aquele infantilizado
que quer se fazer de intelectual sendo contrário à lógica; O que faz o discurso
do altruísmo mas que não ajuda ninguém com o próprio dinheiro, a única forma é
por intermédio de um Estado destruidor da riqueza alheia; O inseguro que deseja
a existência de um mundo estatizado sem mudanças; O que possui como fonte de
renda apenas o emprego e se diz – paradoxalmente - vítima de uma tributação do
IR maior do que a de uma pessoa jurídica empreendedora e geradora de emprego e
distribuição de riqueza, como se o Estado devesse estimular o empreguismo ao
invés do empreendedorismo.
Todos veem como as coisas parecem ser, mas poucos sabem como
realmente são. [Maquiavel]
Por último, mas não menos importante, no mundo contemporâneo todos os trabalhadores, inclusive com pós-doutorado, que não têm renda alavancada com as possibilidades oferecidas pelo capitalismo, e, pior ainda, que dependa somente de seu trabalho, está na mesma situação de um trabalhador manual agrícola, e encontra-se iludido com a diferença apenas da aparência. Entre o trabalhador do campo e o da cidade a diferença pode ser apenas na "roupagem", na aparência, porque na essência a escravidão em relação a forma de obter o dinheiro é idêntica.
“Em um mundo que está mudando rápido, a única estratégia que
é garantia de falha é não mudar”
Se os
tempos sofrem mudanças e os comportamentos permanecem inalterados, então é a
ruína. [Maquiavel]
A questão não é apenas quanto dinheiro você ganha,
mas como você ganha o dinheiro !
Premissas erradas, fins equivocados. Às vezes é necessário explicar o óbvio que só é óbvio a quem consegue enxergar o óbvio. O capitalismo contemporâneo permite que se gaste com o que tem e não apenas que se gaste o que tem. É possível colocar o dinheiro para trabalhar para si e não apenas passar a vida inteira trabalhando pelo dinheiro. Para saber a sua condição, pergunte-se: Quanto eu ganho enquanto estou de férias ou dormindo? 99% dos brasileiros nunca consideraram este simples e óbvio detalhe!


