O
capitalismo é a exploração do homem pelo homem. O socialismo é o contrário. (Millôr Fernandes)
A DOUTRINA
CRISTÃ DO VATICANO INVERTEU A ORDEM MORAL
No judaísmo não
existe o culto ao flagelo masoquista tal como no cristianismo. Ademais, em todo
puritano habita uma alma absolutamente oposta reprimida. Não há sinceridade
neste quadro de privações para “edificar o espírito”. É um claro exercício de
poder e quem os exalta vive fora destes padrões longe das vistas e
julgamentos. Em todo puritano existe um cínico covarde e invejoso, que usa a negação
como forma de se diferenciar já que méritos não possui. De fato, no
Vaticano existe uma competição de autoflagelo pelo prestígio e poder. O exemplo
mais notório é a madre Teresa de Calcutá. Usam a negação também para ofender as
virtudes que não têm. A estratégia maior é transformar a negação do mérito em
virtude e marginalizar aqueles que os tem. O exemplo mais notório é a crítica à
riqueza de fora dos muros do bilionário Vaticano. A essência do interesse
político do Vaticano é “colocar uma venda nos olhos” de seus devotos a fim
deles cumprirem em harmonia a escravidão da vida na qual estão inseridos.
Apenas para citar alguns exemplos do Vaticano contra os princípios libertários. Em março de
1872, o “London Times” informou que o papado estava tentando derrubar o Império
Alemão. Apontaram os Jesuítas como “missionários da insubordinação”. O Poder
papal se dava por meio de dogmas supersticiosos, obscurantistas e obsoletos, e
constituía grande ameaça aos pilares da sociedade liberal. O Vaticano sempre
apoiou o absolutismo monárquico e qualquer forma de despotismo e totalitarismo
e tirania. O principal historiador da Igreja Americana, Philip Schaff,
denunciou o antagonismo direto do Vaticano às tendências liberais da época. Em
1871, o presidente Grant advertiu o Congresso de que os Estados Unidos tinham
que se proteger contra a “superstição, ambição e ignorância” em uma clara
alusão à Igreja Católica. Os jesuítas condenaram a crescente influência do liberalismo
nos USA equiparando-o a uma “guerra ao catolicismo”.
Como pode um
político ser eleito com histórico de péssimos projetos e ações, e apenas destacando problemas e criticando os adversários , os ricos e a riqueza de forma absurda ?
Henry Ford disse: “Se o dinheiro for a sua única esperança
de independência, você jamais a terá. A única segurança verdadeira é a que compreende
uma reserva de sabedoria, de experiência e de competência.” É muito
perceptível que o ‘socialista’ deposita 100% de sua segurança apenas no
dinheiro que não tem. Por isso, a inveja de quem o tem.
Quando a
capitalista está no fundo do poço, ninguém o chama de amigo, mas quando ele se
reergue, alcança o topo e se afasta de todos, dizem que ele é arrogante, soberbo
e egoísta malvadão.
A vida é um rio, alguns são a água que conduz, outros a folha conduzida, a pedra que tanto pode ser alicerce ou barreira e reter o que deveria simplesmente passar, ou até ser o próprio lixo. É notório a estrutura hierárquica do Vaticano e a desigualdade de riqueza entre este e seus devotos e clérigos mais distantes. Não precisa ter PHD para distinguir o certo do errado. Releva observar ainda que o justiceiro moral Vaticano usa o Brasil sem pagar impostos sobre o patrimônio e a renda. Suas crenças e seus dogmas são preconceituosos, limitantes e anacrônicos. O judaísmo limita-se a dar recomendações, a religião política do Vaticano quer impor seus interesses à sociedade. O judaísmo estimula a responsabilidade dos atos livres de cada um. O vaticano praticamente ignora este fato e vende o perdão para a salvação. Todas as regras do Vaticano emburrecem e foram feitas para agradar e dominar as massas que sempre foram de incautos. O Vaticano é o mentor do comunismo e o judaísmo do liberalismo, pela própria natureza desde a origem. É um sistema de dominação que prevalece há 2 mil anos sobre os povos do Ocidente. Os islâmicos exercem exatamente o mesmo tipo de dominação e doutrinação religiosa que o Vaticano faz, com a diferença de que não há margem para conduta fora da Lei da Sharia. Qualquer conduta que se desvie da conduta considerada correta é punida de forma exemplar. O Islã ajuda o Vaticano a se passar por “democrático”.
O Egoísmo é perfeitamente legítimo. O mais elevado objetivo moral do trabalho é maximizar o lucro e minimizar o custo para proteger a si, a família e o negócio gerador da renda. E a coisa certa a se fazer é aquela que maximizará a utilidade do esforço do trabalho. O objetivo moral do termo “utilidade” é colocar o certo acima do errado, o lucro acima do prejuízo, o prazer acima do desprazer, de forma lícita é claro. Todo humano tem o direito de perseguir seus interesses de forma lícita e lembrando sempre de seus deveres. O Socialista é déspota cínico hipócrita que manipula a democracia para fins antiliberais, que conta com as motivações mais baixas da natureza humana. Os socialistas são dominados pelo amor ao luxo e ao hedonismo, e como não têm o que desejam trabalham para que ninguém mais tenha sob a cortina de fumaça da “justiça social”. Só a ignorância e/ou a perversidade humana levam o socialista ao poder. Usa de demagogia adulando o erro para defender seus interesses inconfessáveis. O socialismo é uma força maligna que tem causado dano imensurável ao Brasil apoiado por ressentidos empenhados em causar estragos e que nada têm de benevolência, generosidade, tolerância e esclarecimento, mas sim do exato oposto com ofensa a todas as restrições éticas e focado no interesse próprio ilimitado, no individualismo vergonhoso.
Os
anticapitalistas afirmam que a ambição é responsável por toda a tragédia
humana. Isso é uma lógica semelhante a do crime de racismo, onde a
individualidade do caráter é substituída por outra de cunho genérico afastado
do caráter. No fundo eles sabem que não, é apenas uma desculpa para
suportarem as frustrações, ressentimentos e inveja. Conflito profundo e
inconfesso entre pretensão social e realidade também faz nascer a mentalidade anticapitalista.
O embasamento
“moral” do coletivismo é totalmente diverso da sua prática e resultados, o seu
exemplo máximo e notório é a riqueza do Vaticano em relação as sua igrejas mais
distantes. Reduzir as desigualdades sociais com a ética do coletivismo
sempre representou empobrecer todos igualmente (e os pobres amam isso). A
política do altruísmo coletivista sempre representou a inversão de valores que
só trás benefícios àqueles que estão no poder e àqueles cujos valores são
baixos ou inexistentes. A tentativa de estabelecer a igualdade por
meio de uma economia dirigida só produziu uma desigualdade oficialmente imposta
com a determinação autoritária do status de cada indivíduo na ordem
de valores estatizada com desprezo ao senso de verdade, baseados em relações de
causa e efeito nunca claras e precisas para os simplórios que terminam por
acreditar que tais sofismas são verdades justas por irem também ao encontro das
próprias frustrações e inveja à riqueza alheia: viés de confirmação do que já
acredita. Teorias socialistas são
mentiras inventadas para agradar aqueles que se veem longe de um lugar
satisfatório na ordem social, que são enganados tanto com as finalidades
últimas das promessas quanto sobre os fatos e as possibiliades em que se
baseiam as medidas propostas. Só descobrem a armadilha em que caíram quando
já for tarde, quando forem obrigados pelas circunstâncias claramente
desfavoráveis para si. A história mostra que os objetivos de seus
defensores no poder sempre foram ignorar o indivíduo e absorver tanto quanto
possível a sua vida privada, dinheiro e liberdade com desprezo às barreiras da
verdadeira moral - Moral Man and
Inmoral Society – Reinhold Niebuhr.
Olho para os esquerdistas e os católicos e penso:
como eles conseguem ter tanta estupidez dentro de uma cabeça.
Eu não sou
favorável à economia de mercado e contra o socialismo porque os capitalistas
são pessoas boas. Alguns são, outros não. O capitalismo beneficia a humanidade.
*O socialismo gera um declínio completo
no padrão de vida de todos e destrói a liberdade*. Hoje há nove vezes mais
pessoas na Inglaterra do que no começo da Revolução Industrial e o padrão de
vida é incomparavelmente mais alto. O Dr. Albert Schweitzer [1875-1965] manteve
um hospital no centro da África graças ao capitalismo que gerou a possibilidade.
Os
políticos brasileiros “progressistas” não entenderam o significado do
capitalismo, ainda que graduados em economia. Eles espelham a cultura anticapitalista
que prevalece no povo brasileiro. A mentalidade anticapitalista é a catástrofe do atraso brasileiro.
Pobre de
esquerda é igual peru quando toma pinga. Acha que vai participar da festa !
A maioria dos humanos é situado entre os homens comuns, sem poderes carismáticos particulares, cujas palavras nunca são mais que repetições daquilo que ouviu, cujas conclusões nunca vão além do que leu. São virtudes que não impressionam, que não acrescentam às existentes. Em geral são pessoas com dificuldade de aceitar e criar novidades ou desconformidade com seus critérios, não aceitam de bom grado questionamentos, dúvidas alheias, e toda novidade é vista, à priori, como falsa. O comunismo não poderia dar certo em canto nenhum do mundo. O comunismo é a "fase superior do socialismo". É o estágio da civilização socialista em que já não existe sequer sociedade, haja vista que o Estado é tão gigantesco e onipotente que se fundiu com a sociedade. Tente imaginar-se morando num mundo em que todas as necessidades já foram atendidas, tanto as necessidades materiais como as espirituais. Tente imaginar um mundo em que todas as pessoas já não estão divididas por classe, nação e religião. Isso é o comunismo! Como esse sistema tão utopicamente igualitário pode ainda ser concebido dentro no século XXI em face do resultado produzido pelo capitalismo da liberdade apesar de todas as suas faces boas e más? Torna-se irresponsável aquele que já não tem mais nada a perder. (Sófocles). O comunismo dura até o dinheiro do país acabar. E se o capitalismo acabar, quem vai levar a culpa? Será que só assim os comunistas se reconheceriam culpados e responsáveis com as próprias sortes e azares?
O bem estar de alguns sempre serviu
de álibi para os tiranos populistas
A questão sobre
os ricos e suas supostas avarezas existe desde o surgimento da propriedade
privada e suas desigualdades. Os ricos não acumulam riqueza por serem ambiciosos,
mas sim por autopreservação de si, da família e do seu meio de produção da
riqueza. Aqui está o que fica
interessante: o que esses “amigos” fizeram para merecer uma parte do seu
sucesso? Ou para merecerem mais do que têm? Os ricos sabem que o dinheiro também
atrai pessoas em busca de vantagens sem mérito. Compartilhar riqueza sem
critério cria dependência e ingratos. A verdadeira amizade é baseada em apoio,
lealdade e não no dinheiro. Em vez de ressentir dos ricos, foque em melhorar
sua própria situação financeira e construir sua riqueza. Neste mundo, a riqueza
não é para todos, e os ricos não têm obrigação de compartilhar sua riqueza.
O que a filósofa e escritura russa Ayn Rand fala com pura lógica e verdade, acima de qualquer distorção dos verdadeiros princípios, encaixa como luva no contraponto aos interesses políticos da religião política do Vaticano, que visa inverter a ordem meritocrática natural humana, e contra aqueles que só enxergam a riqueza e os ricos pelo aspecto ruim, que na maioria das vezes são críticas claramente imaginárias, motivadas pela inveja. Vale lembrar que a inveja já foi considerada um dos sete pecados capitais antes de se tornar uma das virtudes mais admiradas com seu novo nome: “justiça social”. Às vezes, ela se disfarça com o nome de “justiça fiscal”, "oportunidades iguais para todos", ainda que isto seja em detrimento imoral de quem as aproveita para igualá-los aos que não conseguem aproveitá-las.
Aquele que esquece de si para ser altruísta insulta a si e ao Criador, Deus. Se Deus quer te dar algo, pegue; É preciso cuidar de si para não insultar a criação de Deus. Tanto por que deve amar a si mesmo quanto ao Criador. A riqueza é um presente que Deus dá a alguns e não deve ser rejeitada ou recebida com culpa. Liberte-se dos conselhos dos sábios da coletividade, a maioria deles não tem ideia do que está falando. Lembre-se de que as metas são pessoais. Faça um favor a si mesmo, fique rico; a vida ficará mais fácil para você e aos que viverem próximo a ti. Na época de Shakespaeare, fazia quase um século que os judeus vinham provendo crédito comercial a Veneza. Havia uma boa razão para explicar por que os mercadores venezianos tinham que ir até o gueto judeu quando precisavam pedir dinheiro emprestado: para os cristãos, emprestar dinheiro a juros era um pecado. De onde e por que surgiu esse absurdo? As pessoas que emprestavam dinheiro a juros, conhecidas como usurários, foram excomungados pelo III Concílio de Latrão, em 1179. Até mesmo argumentar que emprestar dinheiro a juros não era um pecado foi considerado heresia pelo Concílio de Viena, em 1311-1312. Os ricos eram estigmatizados de usurários e ainda em vida ou seus familiares, após a morte, tinham que transferir suas riquezas à Igreja Católica para que pudessem ser enterrados em solo "sagrado": onde a instituição católica reinava em conluio com os monarcas. Essa proibição disfarçada de boas intenções puritanas objetivou criar mais uma fonte de enriquecimento para a Instituição Católica. Deve-se observar que as pessoas do medievo eram muito facilmente manipuladas por superstições e medo de irem para o inferno, purgatório, etc. O conselho bíblico: “não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes.”, deveria ser entendido, metaforicamente, como escalar com firmeza as faixas inferiores dos montes para conquistar o cimo, aceitando de boa vontade as tarefas menores e as suas dificuldades, vendo-as como etapas do necessário aprendizado para adquirir a competência para ficar no cimo conseguindo suportar suas dificuldades peculiares. E, jamais ser entendido como se não devesse objetivar grandes realizações, ou considerar tal desejo como imoral.
O princípio central que norteia a natureza humana é a autopreservação.
Dentro da sistemática milenar do Vaticano, os devotos são castrados com a ideologia da sua religião-política que é perceptível por poucos quando a subjugada criatura abre a boca para opinar sobre os problemas sociais e mostrar apoio a toda forma de dominação intelectual, cultural e moral pró interesses do Vaticano sob a falácia de que “um mundo novo é possível” para aqueles que se submeterem as suas regras. Os simplórios de senso-crítico caem fácil nesta armadilha. Não há comparação entre o que sentem os outros e o que nós sentimos. Por maior que seja o sofrimento alheio, nós não o sentimos de fato, ao passo que por menor que seja o prazer de que desfrutamos, ele é sempre nosso; logo, naturalmente preferimos esse pequeno prazer que nos satisfaz à essa imensa soma de desgraças alheias com a qual nada temos a ver. Não raro há também os que sentem prazer com a desgraça alheia. A natureza nunca inspirou aos homens movimentos ou sentimentos que não lhes servissem para alguma coisa; nada é tão egoísta como a natureza, sejamo-lo também se quisermos obedecer suas leis. Na natureza, inatividade é morte. A vida necessita de movimento e permanente adaptação. A capacidade de desenvolvimento humano é mais complexo que a dos outros animais e plantas. Ao atingirem a maturidade física, os animais têm suas atividades resumidas apenas em permanecerem vivos, à pura e simples manutenção da existência vital. Os humanos crescem intelectualmente em uma caminho sem horizonte final, podendo e devendo repensar e transformar o seu modo de viver permanentemente. Suas necessidades de pensamento e esforço nunca findam na busca de conquistas para o melhoramento. O humano precisa interagir com o seu meio, organizando-o e repensando o seu modo de agir, para a própria sobrevivência por meio de um “trabalho positivo” baseado na virtude. Toda nova conquista é um valor em si mesmo que viabiliza e cria a necessidade de novas realizações e, por isso, o crescimento constante é uma necessidade psicológica do ser humano e mola propulsora do desenvolvimento mundial. É notório que o rico tem a sua vida engajada em um processo de evolução mais produtivo.
A alegação de
que “somos todos iguais” é prova clara de uma mente dominada pelos interesses
do Vaticano, que, à vezes, nem tem consciência disso. A igualdade forçada pela
Lei é uma exceção à regra da natureza, para situações raras, nunca deveria ser
almejada como regra geral em tudo para todos.
Some-se a isso o
fato de que fazer discurso de igualdade não é sinônimo de desejar o bem ao
próximo.
Emmanuel Macron,
ao pedir sacrifícios ao povo francês, de repente percebe que está usando um
Relógio de € 80.000". E "voilá",
como um mágico, ele desaparece debaixo da mesa....Esses socialistas são todos iguais em qualquer lugar do mundo.
Socialismo para o povo e as benesses do capitalismo para eles.
Como
pode um político ser eleito com histórico de péssimos projetos e ações, e
apenas destacando problemas e criticando os adversários: os ricos e a riqueza
de forma absurda ?
Não
há outra explicação para definir o eleitor de Lula, senão um indivíduo de
acentuada ignorância e/ou mau caráter, ambos dominados pela inveja aos
ricos, seja lá o que isto representar para eles.
Quando a
capitalista está no fundo do poço, ninguém o chama de amigo, mas quando ele se
reergue, alcança o topo e se afasta de todos, dizem que ele é arrogante, soberbo
e egoísta malvadão.
A
massa dos brasileiros está dominada pelo “politicamente correto”, está ‘vaticanizada’
perdoando tudo e todos; não discriminam meliante de crime hediondo de um ladrão de
galinha. Enquanto essa dominação cultural católica do Brasil não acabar nada melhorará.
Imagina quanto o rico paga de imposto..!! Quanto de tributo está embutido na produção De uma embarcação de luxo, muito além do ICMS, PIS e Confins no combustível. O consumidor final das embarcações de luxo é o que sustenta toda a cadeia produtiva da indústria marítima de laser. É certo que o preço do combustível afetará o preço da passagem de transporte popular marítimo (ex. trajeto RJ – Niterói) e irá encarecer para o usuário pobre, todavia, a riqueza de uns poucos não tem relação com a pobreza de muitos. Não se trata de uma equação de soma zero. A riqueza não implica em pobreza, ao contrário a reduz. Estenda essa lógica para a indústria da aviação civil. Quanto de salário de servidor público não está em ICMS em um tanque de combustível em uma avião? Essa é uma lógica da época da idade média. Mas, o político socialista de shopping aproveita-se da inveja e ignorância da massa de eleitores e bota a culpa da pobreza no rico e difama-o de capitalista egoísta malvado. Alega que os ricos deveriam pagar ainda mais; que a isonomia não pode se referir a alíquotas iguais para todos; que os tributos sobre o patrimônio e a renda dos ricos tem que ser maior, etc.. A massa não tem consciência da submissão aos interesses do Vaticano, que desfruta de imunidade de impostos sobre o patrimônio e a renda, em tributar os mais produtivos para manter o próprio benefício.
A
Inveja vive na plateia espreitando os nossos passos só para ter um imenso prazer
de aplaudir os nossos fracassos.
Nietzsche, em Genealogia da Moral, informa que a inveja tem um objeto definido e externo, como um carro, um emprego ou certos talentos que alguém possui, o ressentimento é algo mais internalizado e que leva os ressentidos a desejar transferir o ódio sentido por si a um "opressor" externo. A consequência prática de ambos é a inversão de valores. Na coletividade humana sempre houve e haverá uma disparidade de poder político, econômico, social, cultural, físico, e principalmente moral entre as classes sociais, que é fruto da natural diferença entre os humanos classificada pelo termo genérico de desigualdade. A inveja daquele que é considerado rico, poderoso, nobre e honroso vai sendo cultivada e internalizada, até que se torna um impulso vingativo. Este impulso reconfigura a ordem moral e causa uma inversão de valores. O sentimento do invejoso leva a cultivar uma moral que ativamente transforma todas as características do invejado — sua riqueza, seu poder político, sua nobreza e sua força — em características indesejáveis e, principalmente, más. Este é o momento em que o invejoso é capaz de revolucionar os valores e tornar aquilo que deveria ser almejável não somente em algo ruim, mas algo com um caráter moral muito ruim, que leva a reações intensas e leva à organização de códigos morais que proíbam ou marginalizem as qualidades dos invejados, "boas" e "nobres" e encorajam as pessoas a cultivar e cultuar precisamente as características dos invejosos que os tornaram "fracos" na visão correta da sociedade. Nietzsche considera que isso representa a história da moralidade cristã, o que era considerado motivo de fraqueza antes foi reconfigurado para serem características de pessoas boas e morais e seus opostos ruins ou más e imorais. A inveja e o ressentimento são causados e alimentados por um fenômeno moral-psicológico específico, complexo e dissimulado aos olhos dos incautos.
É responsabilidade da religião política do Vaticano a demonização do egoísmo e a subversão dos valores inerentes aos humanos. O que era belo se tornou grotesco, fez surgir o culto à negação da própria vida (o niilismo criticado por Nietzsche) e a ausência de orgulho. O homem natural deu origem ao homem artificial, pobre, submisso e “altruísta”. O cristianismo fez o egoísmo ser entendido como um valor destituído de bondade, nocivo para a existência humana. Essa postura baseia-se na premissa de que o prazer de um homem só pode ser obtido com o prejuízo de outro. Assim, todo “rico” é tachado de egoísta malvado e deve ter o seu auto interesse marginalizado e a sua riqueza confiscada em nome de suas vitimas ocultas no coletivo difuso. Fazer o bem para si tornou-se uma afronta, ter orgulho de si uma crueldade, uma vaidade fútil. De modo oposto, curvar-se ao código de conduta de uma metafísica religiosa e adotar uma prática de sacrifício próprio conduz ao título honorífico de cordeiros de Deus imolados no altar do auto sacrifício ancorado na fé e na arbitrariedade ideológica passional e teológica pronto para ser devorado pelos outros, em total dissonância com a natureza e a necessidade humana, senso lógico e racionalidade. O que é digno de coisas boas e ainda assim, indevidamente humilde, está roubando de si mesmo daquilo que merece, e parece ter algo de censurável porque - excessivamente modesto - não se julga digno de boas coisas e também parece não se conhecer, do contrário desejaria as coisas que merece. "Quem se considera indigno de nobreza e riqueza irá se abster de ações e empreendimentos nobres.". A autoestima saudável é a negação de uma culpa congênita/hereditária, é uma realidade em si e por si, uma confiança incondicional em si mesmo e nos próprios valores que encontra no orgulho a sua ferramenta intelectual para a ambição moral do homem, negando o auto sacrifício e assumindo valores morais e de caráter, de acordo com uma ética estritamente racional. Valor é aquilo pelo qual agimos para ganhar e ou manter. Virtude é o meio pelo qual ganhamos e ou mantemos. Não deve o homem ficar à mercê de uma vida desprovida de sentido ou critério, como um autômato apartado da realidade. A melhor forma de contribuir eticamente, sem auto sacrifício e sem sacrificar outros, para a redução da pobreza no mundo é esforçar-se para não ser pobre. A sobrevivência dos pobres é tornada possível por aqueles que efetivamente escolheram pensar e arriscar o seu tempo e patrimônio focado em seus próprios interesses objetivando dar um sentido maior a própria vida. O rico e o pobre têm o foco em valores e virtudes diferentes. O melhor sempre merece mais, e o melhor de todos é o que mais merece. enquanto o cristianismo enaltece a pobreza e marginaliza a riqueza, o judaísmo enaltece o uso magnânimo do dinheiro e da riqueza.
ENFATIZANDO AS DIFERENÇAS DE FORMA ERRADA.
Os socialistas
veem o rico como alguém que ganha dinheiro fácil e só tem prazer em gastá-lo.
Não conhece as obrigações e os benefícios sociais que produz com sua riqueza de
diversas formas: contribuinte de direito, de fato, empregador, etc. A questão
também não é apenas ser rico, mas antes disso é preciso querer ser produtivo e poder assumir os elevados riscos da produção. O rico tem uma personalidade mais
produtiva que o pobre, por isso, como tudo na vida, a riqueza também não é para todos e, de fato, é para poucos.
o real objetivo da briga de classes
As pessoas mais ricas são difamadas pelos “moralistas” como neuróticos gananciosos. Dadas as incertezas defrontadas de forma individualizada no decorrer da vida, cada um processa as informações à sua própria maneira, e a regra é a discordância sobre o significado dos fatos com conclusões também discordantes. Cada indivíduo possui um conjunto de valores único e sua correspondente hierarquia de prioridades e viverá e responderá à vida de acordo com eles. Em um mundo racional, todos prefeririam ser ricos a pobres. Metaforicamente, pense na riqueza como uma pilha de tijolos, com os maiores na base e uma diminuição gradual do tamanho à medida que aumenta a altura. Um tijolo removido será maior que o próximo tijolo que fosse acrescentado. O desgosto resultante da perda de um tijolo é maior do que o prazer resultante do acréscimo de mais algum. A religião política do Vaticano demonizou a virtude do egoísmo tratando-o sempre como algo “eu por mim e só eu comigo”. Ignorou o egoísmo racional do : Eu me “sacrifico” por quem eu admiro, vejo valor, por um tipo de entrega que faz sentido no horizonte moral de quem pratica. Exemplo: abrir mão de si para ajudar um filho é atitude virtuosamente egoísta. Se Cristo optou por “sacrificar-se” pela humanidade, isto deve ficar restrito a uma decisão pessoal dele e jamais poderia ser usado como modelo para todos. Frente a toda tremenda devoção é indispensável pensar: “por que isto ocorre?”; “De onde vem?”. Essa coisa de ‘ver o outro lado’, de tentar ver o que o outro está vendo, de tentar entender o que o outro está entendendo não pode ficar sem limites. O significado atribuído à palavra “egoísmo” na cultura popular onde a doutrina da religião cristã não é proibida é fortemente influenciado pelos interesses de Poder da religião política do Vaticano. Representa um pacote de ideias intelectualmente perverso que é responsável, mais do que qualquer outro fator, pelo limitado desenvolvimento moral da sociedade, sobretudo no que se refere ao socialismo no Brasil. O conceito de “preocupação” com seus próprios interesses tornou-se sinônimo de maldade típica de um brutamontes homicida que não se preocupa com nenhum ser vivo e que busca, apenas, a própria satisfação imediata de caprichos insensatos. Acarretou a falácia de que todo auto interesse equivale à ofensa a outro, acusando preconceituosamente de amoral ou imoral qualquer ato motivado pelo auto interesse e glorificando toda patetice sob o título de “abnegado altruísmo”. Na visão da política do Vaticano toda pessoa auto interessada NUNCA levará em conta os interesses de outros e, pior, sempre atacá-los-á – se necessário - na busca do seu próprio interesse. A visão da psicanálise é o exato oposto: o auto interesse, corretamente entendido, é o padrão de moralidade; e o altruísmo, quase sempre, representa a imoralidade mais profunda, a exemplo da aceitação materializada em lei da “saidinha de natal” dos presidiários (vítimas da sociedade), e inúmeras outras formas de perdão a todo tipo de pecador e pecado. Para aquele leitor que desejar ir além sobre o entendimento do egoísmo é recomendado a leitura do livro de título “AS LEIS FUNDAMENTAIS DA ESTUPIDEZ HUMANA” do autor Carlo M. Cipolla.
A indignação e as ideias
socialistas/humanitárias prolatadas pelo cristianismo-socialista são
privilégios dos medíocres. As suas intenções encobrem o ódio da
mediocridade contra toda marca de privilégio, de força, de superioridade
intelectual, de responsabilidade com a realidade da vida, da adaptabilidade, do
esforço necessário para o sucesso pessoal nesse contexto real. Aceitar a
verdade, estimular a liberdade, são necessário para conservar a sociedade, para possibilitar o surgimento
dos tipos mais elevados, mais sublimes, tal como a escuridão necessita da luz para existir. O Direito é um privilégio. A desigualdade de direitos é condição
primordial para a existência de quaisquer direitos. Cada qual constrói e tem seus
privilégios de acordo com seu modo de ser e pensar. Todo socialista é medíocre, nem todo medíocre é socialista ou cristão.
Mas, quem são os inimigos mortais dos medíocres, dos socialistas e do
cristianismo? Seus inimigos mortais são: (1)
a força de caráter e o gosto apurado; (2)
a felicidade; (3) o cepticismo
culto; (4) a altivez dura; (5) a fria frugalidade do sábio; (6) o requinte na atitude, na palavra e
na forma. Em suma, os possuidores do que eles invejam e denominam de 'nobreza'.
Quem não tem nada prega a distribuição de tudo, principalmente daquilo que tem aqueles a quem invejam. O exemplo ícone é o Vaticano: prega a pobreza, mas acumula uma riqueza gigantesca que saqueou durante 1.600 anos. A inveja é o combustível que move os 'socialistas' e está na raiz do cristianismo do Vaticano. Nenhum socialista leva a vida que ele apregoa para os ricos. O Papa - chefe maior da monarquia católica - é sustentado por uma instituição cuja fonte de receita não está de acordo com o que prega. Fala de não controle de natalidade e é acionista de indústria farmacêutica cuja receita é constituída significantemente por venda de anticoncepcionais. Nenhum socialista já doou fortuna tal como Bill Gates, Warren Buffett e outros bilionários capitalistas. O socialista acha que o seu (dele) destino depende dos outros. Se uma pessoa prosperar no deserto de Israel e apresentar uma análise detalhada dos motivos do declínio econômico e pessoal do socialista ou cristão em Nova Iork, e dos passos inflexíveis e realistas necessários para reverter a situação, nenhum socialista ou cristão o levaria a sério e ainda reclamariam dizendo que a realidade é feia demais e a solução muito dolorosa.
A injustiça raramente está na desigualdade de direitos, mas na exigência de direitos iguais. Os socialistas, sempre com suas “melhores intenções”, usam os termos “justiça fiscal”, “justiça social”, “desigualdade social” para esconder a própria ignorância e dissimular a inveja à riqueza alheia. O propósito esquerdista despersonaliza e, até mesmo, desumaniza o cidadão agredindo-o na sua liberdade individual e econômica. O ITCMD é reflexo de uma tradição histórica baseada em valores de uma sociedade em que o capitalismo fez deixar no passado e que já deveria ter sido superada na cultura contemporânea. A atividade empresarial é vista com base na realidade da antiguidade e no senhor feudal do medievo. O espaço antes identificado como comércio evoluiu. A lógica da autoridade e atuação pessoal de um pai de família e/ou senhor feudal mudou para ‘atividade empresarial’ cuja lógica é a concorrência no mercado até em âmbito internacional que obriga a estruturação constante de novas estratégias organizativas para otimizar as oportunidades de lucro. Não basta ter dinheiro para proteger a sobrevivência, é preciso ter muito dinheiro bem investido para garantir a segurança individual e familiar.
Os socialistas alegam que o ITCMD serve como medida para combater a desigualdade e promover melhor distribuição de patrimônio e renda. Muitos servidores dos fiscos estaduais que fazem fervorosamente o discurso "socialista" e defendem o ITCMD, paradoxalmente, passam a vida laboral inteira sonhando e reclamando por aumento salarial, fato este que contribui para o aumento da desigualdade social tanto em relação a miséria que apontam na sociedade, quanto em relação aos demais servidores públicos do próprio órgão administrativo fazendário. Não observam que a desigualdade é fruto natural da liberdade individual e econômica em razão da natural desigualdade dos humanos, suas circunstâncias e possibilidades. Além disso, é uma falácia afirmar que a desigualdade econômica é causa primordial de problemas sociais, a exemplo da violência em sentido amplo. A maioria dos exemplos está, na essência, associado ao defeito de caráter denominado INVEJA, que é inerente ao caráter de cada um. Some-se a isso o fato de que o Estado brasileiro ineficiente e corrupto não tem moral para retirar patrimônio e renda, na forma de confisco, já todo tributado, acumulado merecidamente, dos mais produtivos para ‘supostamente’ distribuí-lo em forma de serviços públicos em nome de uma “justiça fiscal” e “justiça social” sem limite de razoabilidade e moralidade. Não adianta apenas estar certo – na lei - é preciso também ser justo. O Estado brasileiro é notoriamente ineficiente e corrupto. A Noruega que possui proporcionalmente o maior percentual de milionários também possui o menor percentual de desigualdade social e não tributa heranças e doações.
Os socialistas alegam que Holding em paraísos fiscais causam danos à arrecadação tributária, mas não observam e explicam o porquê dos USA e Inglaterra terem paraísos fiscais sob seus domínios. O Mundo mudou após a crise financeira de 1929, quando se percebeu a necessidade de possibilitar a existência de economias offshore, alguns exemplos: Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Santander, todos possuem patrimônio offshore. E para que isso? Para a busca de proteção aos investimentos ditos “onshore”. Para em grandes crises haver dinheiro do setor privado para a recuperação econômica. A família mudou, o patrimônio mudou, a economia mudou, todavia a cultura predominante ainda é a dos interesses políticos medievais da religião política do Vaticano que marginaliza a riqueza e glorifica e vitimiza a pobreza com base no sofisma da desigualdade. Algumas pessoas mudaram para se defenderem do Estado capiCOMUNISTA brasileiro.
Só existem
mentes individuais e realizações individuais – e uma cultura não é um produto
anônimo de massas amorfas, mas a soma das realizações de homens individuais. Um
gênio é um gênio, não importando o número de idiotas que pertençam a
coletividade e vice-versa. Toda forma de coletivismo é a valorização do
imerecido. É a valorização do conhecimento automático – de uma avaliação
automática do caráter dos homens que dispensa a responsabilidade de exercer o
julgamento racional ou moral – e, acima de tudo, os indivíduos seus defensores
buscam uma autoestima (ou falsa autoestima) baseados em uma importância que não
possuem e consideram não conseguir possuir.
Os humanos não são diferenciados entre si apenas em razão de mais ou
menos dinheiro em um dado momento. Seu poder de raciocínio e sua característica
definidora mais importante; sua mente é seu meio básico de sobrevivência – e
sua habilidade de pensar, aprender, e descobrir novas e melhores formas de
lidar com a realidade, expandir o alcance de sua eficácia. Crescer
intelectualmente é uma porta aberta para um caminho sem fim e volta. O desejo
de segui-lo faz uma enorme diferença entre os humanos. Todo passo em frente
abre ao homem uma gama maior de ação e realização e cria a necessidade de novas
ações e realizações. Nunca existiu um
planalto final e permanente. Enquanto viver, sua necessidade de pensar e se
esforçar nunca é consumida. Toda realização é uma valor em si próprio, mas,
também, é um degrau para realizações e valores ainda maiores. Vida significa
crescimento, parar ou não seguir em frente é retroceder, seja em que situação
estiver. Por sua vez, todo passo à frente abre uma gama maior de ação e realização
– e cria a necessidade de nova ação e realização, ainda que para manter-se onde
chegou. A autoestima, a convicção básica de que se é competente para viver, só
pode ser mantida apenas enquanto se está engajado em um processo de
crescimento, enquanto se está comprometido com a tarefa de aumentar permanentemente
sua eficácia. A natureza não permite imobilidade para entidades vivas; o que
para de crescer começa a se desintegrar – tanto no domínio mental quanto no
físico. Abandonar a vontade de pensar, também resulta em abandono de viver. O
individualismo defende que uma sociedade civilizada, ou qualquer forma de
associação, cooperação ou coexistência pacífica entre os homens, pode ser
alcançada, apenas, com base no reconhecimento dos direitos individuais de seus
membros. Não são ancestrais, os parentes, os genes ou a química corporal do
humano que importam no livre mercado, mas só um atributo: a capacidade
produtiva. É pela habilidade e ambição individual que o capitalismo julga um
homem e o recompensa de acordo. Nenhum sistema político pode estabelecer a
racionalidade universal por lei (ou pela força).
O grande mérito
do capitalismo é sua adequação perfeita aos requisitos da sobrevivência humana
e à necessidade de crescimento do homem. Deixando os homens livres para pensar,
agir, produzir, tentar o que nunca foi tentado e o novo, seus princípios operam
de uma forma que recompensa o esforço e a realização, e penaliza a passividade.
Essa é uma das principais razões pelas quais é atacado. O capitalismo é odiado pelos
socialistas/coletivistas porque recompensa a racionalidade e penaliza todas as
formas de irracionalidade. Foi o capitalismo que possibilitou à humanidade dar
seus primeiros passos em direção à liberdade e uma forma racional de vida. Nos
valores da religião política do Vaticano, nos escritos medievalistas, e nos ideais
socialistas pode-se observar a utopia por uma sociedade em que a existência seria
automaticamente garantida ao homem. Todos projetam sua sociedade ideal
caracterizada pela “harmonia” entre os humanos, pela ausência de mudança
rápida, desafios ou exigências severas da competição; cada um fará a sua parte
estabelecida para contribuir para o bem-estar do todo, sem enfrentar a
necessidade de fazer escolhas e tomar decisões que afetarão crucialmente sua
vida no futuro, para o bem ou o mal; questões sobre o que se conquistou ou não,
e do que se merece ou não, não serão mencionadas; recompensas não serão ligadas
à realização; a benevolência garantirá que ninguém sofra as consequências de
seus erros.
A falha do
capitalismo em possibilitar ao que pode ser chamado de uma visão pastoral da
existência é essencial para a acusação dos “socialistas” contra um sociedade
com estímulo e proteção à liberdade. De fato, o capitalismo não oferece o
Jardim do Éden aos homens. Isso significa considerar que a ambição, a
perspicácia, a motivação de ser cada vez melhor, a energia viva dos homens
criativos, deve ser suprimida e sufocada em prol dos homens que já “pensaram o
suficiente” e “aprenderam o bastante”, e não querem responsabilizar-se com o
futuro nem com as questões incômodas das quais dependem suas rendas: empregos e
trabalhos, tal como o risco da inovação. A condenação do capitalismo por não
combater as “desigualdades” e as “crueldades” como a de permitir que uma
quitanda de esquina seja levada a falir por uma grande rede de mercado, insinuando
que para o bem-estar e o progresso econômico dos clientes da quitanda os
interesses da grande rede deveriam ser sufocados para proteger as limitações de
iniciativa ou habilidade do quitandeiro ou de sua limitada capacidade econômica
em relação ao grande concorrente, faz com que muitos acreditem que o direito
sagrado à estagnação e uma existência “pastoral” sejam opções muito melhores e
deveriam ser impostas até à força a todos. O capitalismo, por sua natureza,
implica em um processo de movimento (mudança), crescimento e progresso
constantes, para a própria sobrevivência de seus atores no teatro global.
Os inimigos do
capitalismo não são motivados, em essência, por razões econômicas, mas, pela
utopia de tornar a existência tolerável para todos aqueles que ressentem a
natureza da vida controlando a capacidade, ambição, ação, daqueles que não
ressentem a natureza da vida: do homem
individualmente e na coletividade. A esmagadora maioria dos “socialistas” é
composta por homens que não conquistaram nenhum sentido de identidade pessoal,
que não podem mostrar nenhuma realização ou distinção individual, e que buscam
a ilusão de uma “autoestima tribal”, alegando a inferioridade de alguma outra
tribo: a tribo dos capitalistas. Os
coletivistas defendem que o indivíduo não tem direitos, que sua vida e trabalho
pertencem ao grupo (à sociedade, ao Estado, à nação), e que o interesse
coletivo pode sacrificá-lo por seu próprio capricho, para seus próprios
interesses. A única forma de implementar uma doutrina antinatureza humana sempre
foi por intermédio da força bruta.
O coletivo de
mais fácil adesão, mais fácil de identificar – especialmente para pessoas de
inteligência limitada -, a forma menos exigente de “pertencimento” e “camaradagem”
é a raça. É por isso que os socialistas brasileiros, que se autodenominam de
únicos defensores do “humanitarismo” de um Estado “benevolente”, levaram ao
renascimento e ao crescimento do racismo no Brasil “democrático”; em vez de
lutar contra a discriminação racial, exigem que ela seja institucionalizada, a
criação de cotas raciais é o exemplo mais notório. Em vez de lutar por direitos
iguais, exigem privilégios especiais de raça. As cotas raciais são um dos
piores males dos regimes racistas.







