Por que socialistas acusam capitalistas de usurários gananciosos

 

O capitalismo é a exploração do homem pelo homem. O socialismo é o contrário. (Millôr Fernandes)

A DOUTRINA CRISTÃ DO VATICANO INVERTEU A ORDEM MORAL

No judaísmo não existe o culto ao flagelo masoquista tal como no cristianismo. Ademais, em todo puritano habita uma alma absolutamente oposta reprimida. Não há sinceridade neste quadro de privações para “edificar o espírito”. É um claro exercício de poder e quem os exalta vive fora destes padrões longe das vistas e julgamentos.  Em todo puritano existe um cínico covarde e invejoso, que usa a negação como forma de se diferenciar já que méritos não possui. De fato, no Vaticano existe uma competição de autoflagelo pelo prestígio e poder. O exemplo mais notório é a madre Teresa de Calcutá. Usam a negação também para ofender as virtudes que não têm. A estratégia maior é transformar a negação do mérito em virtude e marginalizar aqueles que os tem. O exemplo mais notório é a crítica à riqueza de fora dos muros do bilionário Vaticano. A essência do interesse político do Vaticano é “colocar uma venda nos olhos” de seus devotos a fim deles cumprirem em harmonia a escravidão da vida na qual estão inseridos. 

Apenas para citar alguns exemplos do Vaticano contra os princípios libertários. Em março de 1872, o “London Times” informou que o papado estava tentando derrubar o Império Alemão. Apontaram os Jesuítas como “missionários da insubordinação”. O Poder papal se dava por meio de dogmas supersticiosos, obscurantistas e obsoletos, e constituía grande ameaça aos pilares da sociedade liberal. O Vaticano sempre apoiou o absolutismo monárquico e qualquer forma de despotismo e totalitarismo e tirania. O principal historiador da Igreja Americana, Philip Schaff, denunciou o antagonismo direto do Vaticano às tendências liberais da época. Em 1871, o presidente Grant advertiu o Congresso de que os Estados Unidos tinham que se proteger contra a “superstição, ambição e ignorância” em uma clara alusão à Igreja Católica. Os jesuítas condenaram a crescente influência do liberalismo nos USA equiparando-o a uma “guerra ao catolicismo”. O historiador Ernest Renan (1823 – 1892)  disse: “graças à Igreja Católica, a França havia se tornado um país de segunda categoria, uma sociedade de fracos, supersticiosos e submissos a qualquer autoridade. A França precisa desesperadamente de uma reforma intelectual e moral.” Charles-Bernard Renouvier, filósofo racionalista Francês, (1815 – 1903), fundador da “La Critique Philosophique” , denunciou o perigo representado pela Igreja Católica à França, a qual se referia como “religião dos escravos” por ter enfraquecido a fibra moral da nação. Ela não permite que os homens pensem por si próprios. É a inimiga de todo progresso e mortalmente hostil para uma democracia. O Vaticano é aliado natural dos tiranos, inimigo irreconciliável da liberdade. Estimular o pensamento livre e a discussão, a julgar por si mesmo, significa libertar a educação dos padres católicos e dos dogmas. A religião política do Vaticano equivale à psicologia do atraso. Leva ao emburrecimento, despreza a moral, a virtude é condicionada a depreciar o que tem e o que se é de bom.  Os problemas do Brasil estão associados a um gigantesco fracasso moral que só é útil ao Vaticano e aos seus vassalos na política "progressista" brasileira. O pensamento livre no Brasil está vaticanizado sob a forma do “politicamente correto” e  “do multiculturalismo” que significa aturar tudo e a todos , e do “progressismo” que significa igual todos nivelando todos pela régua da mediocridade.

Como pode um político ser eleito com histórico de péssimos projetos e ações, e apenas destacando problemas e criticando os adversários , os ricos e a riqueza de forma absurda ?


Henry Ford disse: “Se o dinheiro for a sua única esperança de independência, você jamais a terá. A única segurança verdadeira é a que compreende uma reserva de sabedoria, de experiência e de competência.” É muito perceptível que o ‘socialista’ deposita 100% de sua segurança apenas no dinheiro que não tem. Por isso, a inveja de quem o tem.

Quando a capitalista está no fundo do poço, ninguém o chama de amigo, mas quando ele se reergue, alcança o topo e se afasta de todos, dizem que ele é arrogante, soberbo e egoísta malvadão.

A vida é um rio, alguns são a água que conduz, outros a folha conduzida, a pedra que tanto pode ser alicerce ou barreira e reter o que deveria simplesmente passar, ou até ser o próprio lixo. É notório a estrutura hierárquica do Vaticano e a desigualdade de riqueza entre este e seus devotos e clérigos mais distantes. Não precisa ter PHD para distinguir o certo do errado. Releva observar ainda que o justiceiro moral Vaticano usa o Brasil sem pagar impostos sobre o patrimônio e a renda. Suas crenças e seus dogmas são preconceituosos, limitantes e anacrônicos. O judaísmo limita-se a dar recomendações, a religião política do Vaticano quer impor seus interesses à sociedade. O judaísmo estimula a responsabilidade dos atos livres de cada um. O vaticano praticamente ignora este fato e vende o perdão para a salvação. Todas as regras do Vaticano emburrecem e foram feitas para agradar e dominar as massas que sempre foram de incautos. O Vaticano é o mentor do comunismo e o judaísmo do liberalismo, pela própria natureza desde a origem. É um sistema de dominação que prevalece há 2 mil anos sobre os povos do Ocidente. Os islâmicos exercem exatamente o mesmo tipo de dominação e doutrinação religiosa que o Vaticano faz, com a diferença de que não há margem para conduta fora da Lei da Sharia. Qualquer conduta que se desvie da conduta considerada correta é punida de forma exemplar. O Islã ajuda o Vaticano a se passar por “democrático”

O Egoísmo  é perfeitamente legítimo. O mais elevado objetivo moral do trabalho é maximizar o lucro e minimizar o custo para proteger a si, a família e o negócio gerador da renda. E a coisa certa a se fazer é aquela que maximizará a utilidade do esforço do trabalho. O objetivo moral do termo “utilidade” é colocar o certo acima do errado, o lucro acima do prejuízo, o prazer acima do desprazer, de forma lícita é claro. Todo humano tem o direito de perseguir seus interesses de forma lícita e lembrando sempre de seus deveres. O Socialista é déspota cínico hipócrita que manipula a democracia para fins antiliberais, que conta com as motivações mais baixas da natureza humana. Os socialistas são dominados pelo amor ao luxo e ao hedonismo, e como não têm o que desejam trabalham para que ninguém mais tenha sob a cortina de fumaça da “justiça social”. Só a ignorância e/ou a perversidade humana levam o socialista ao poder. Usa de demagogia adulando o erro para defender seus interesses inconfessáveis. O socialismo é uma força maligna que tem causado dano imensurável ao Brasil apoiado por ressentidos empenhados em causar estragos e que nada têm de benevolência, generosidade, tolerância e esclarecimento, mas sim do exato oposto com ofensa a todas as restrições éticas e focado no interesse próprio ilimitado, no individualismo vergonhoso.

Os anticapitalistas afirmam que a ambição é responsável por toda a tragédia humana. Isso é uma lógica semelhante a do crime de racismo, onde a individualidade do caráter é substituída por outra de cunho genérico afastado do caráter. No fundo eles sabem que não, é apenas uma desculpa para suportarem as frustrações, ressentimentos e inveja. Conflito profundo e inconfesso entre pretensão social e realidade também faz nascer a mentalidade anticapitalista. Querem usar o sistema tributário como ferramenta para formatar a sociedade onde o valor humano individual é limitado apenas a um integrante de grupos divididos em classes com suas virtudes e defeitos estereotipados preconceituosamente pejorativo. Os anticapitalistas só valorizam a sua (dele) identidade. Eles querem determinar quanto alguém deve ter, quanto pode enriquecer, como se a riqueza fosse sempre fruto do mal e o Estado justiceiro devesse confiscá-la em nome do bem comum. A mentalidade anticapitalista aparenta resumir-se apenas em luta pelo poder para destruir os sustentáculos da prosperidade, exploração e opressão da riqueza, como se fossem (autoproclamados, auto ungidos) “guerreiros da justiça social”, cuja visão do país é de uma campo de batalha entre classes sociais, cujas lutas são inventadas e estimuladas por eles mesmos. É preciso perceber que o principal sustentáculo da prosperidade da nação é a família. Todo avanço tecnológico deveu-se a humanos motivados em prosperar trabalhando, mais ou menos egoisticamente (isso não importa), para si e para a família. A riqueza não é futilidade, antes de tudo é uma necessidade de proteção do indivíduo, da família e do meio de produção.  Infelizmente, a maioria simplória só enxerga o superficial e não identifica a lógica do ressentimento e inveja por trás dos sofismas das suas justificativas socioeconômicas. Não conseguem associar fatos e suas consequências no passado, presente e futuro. A demanda por dinheiro não se refere ao consumo do dinheiro até a sua destruição, mas em tê-lo mais ou menos em reserva em razão das incertezas do futuro. É preciso proteger a si, a família e o negócio gerador de dinheiro.  Ninguém pode emprestar ou investir todo o seu dinheiro. A reserva também é proporcional ao tamanho da manutenção e do investimento necessários ao meio de produção do dinheiro. O dinheiro circula do armazenamento de um para o de outro. Não existe um instante entre essas duas situações. Não há dinheiro destruído sem prejuízo a quem pertencia. A demanda por dinheiro para armazenamento depende do entendimento individual específico das próprias condições no presente e sobre as condições futuras e deve permanecer no campo da liberalidade individual. A tributação da riqueza no Brasil deveria ser a última opção, somente muito após todas as medidas de combate a ineficiências, aos gastos imorais, e à corrupção. A tributação à riqueza no Brasil é motivada pela inveja e não pela ciência econômica.

O embasamento “moral” do coletivismo é totalmente diverso da sua prática e resultados, o seu exemplo máximo e notório é a riqueza do Vaticano em relação as sua igrejas mais distantes. Reduzir as desigualdades sociais com a ética do coletivismo sempre representou empobrecer todos igualmente (e os pobres amam isso). A política do altruísmo coletivista sempre representou a inversão de valores que só trás benefícios àqueles que estão no poder e àqueles cujos valores são baixos ou inexistentes.  A tentativa de estabelecer a igualdade por meio de uma economia dirigida só produziu uma desigualdade oficialmente imposta com a determinação autoritária do status de cada indivíduo na ordem de valores estatizada com desprezo ao senso de verdade, baseados em relações de causa e efeito nunca claras e precisas para os simplórios que terminam por acreditar que tais sofismas são verdades justas por irem também ao encontro das próprias frustrações e inveja à riqueza alheia: viés de confirmação do que já acredita. Teorias socialistas são mentiras inventadas para agradar aqueles que se veem longe de um lugar satisfatório na ordem social, que são enganados tanto com as finalidades últimas das promessas quanto sobre os fatos e as possibiliades em que se baseiam as medidas propostas. Só descobrem a armadilha em que caíram quando já for tarde, quando forem obrigados pelas circunstâncias claramente desfavoráveis para si.  A história mostra que os objetivos de seus defensores no poder sempre foram ignorar o indivíduo e absorver tanto quanto possível a sua vida privada, dinheiro e liberdade com desprezo às barreiras da verdadeira moral - Moral Man and Inmoral Society – Reinhold Niebuhr. 

Olho para os esquerdistas e os católicos e penso: como eles conseguem ter tanta estupidez dentro de uma cabeça.

Eu não sou favorável à economia de mercado e contra o socialismo porque os capitalistas são pessoas boas. Alguns são, outros não. O capitalismo beneficia a humanidade. *O socialismo gera um declínio completo no padrão de vida de todos e destrói a liberdade*. Hoje há nove vezes mais pessoas na Inglaterra do que no começo da Revolução Industrial e o padrão de vida é incomparavelmente mais alto. O Dr. Albert Schweitzer [1875-1965] manteve um hospital no centro da África graças ao capitalismo que gerou a possibilidade.  Os políticos brasileiros “progressistas” não entenderam o significado do capitalismo, ainda que graduados em economia. Eles espelham a cultura anticapitalista que prevalece no povo brasileiro. A mentalidade anticapitalista é a catástrofe do atraso brasileiro.

Pobre de esquerda é igual peru quando toma pinga. Acha que vai participar da festa !

A maioria dos humanos é situado entre os homens comuns, sem poderes carismáticos particulares, cujas palavras nunca são mais que repetições daquilo que ouviu, cujas conclusões nunca vão além do que leu. São virtudes que não impressionam, que não acrescentam às existentes. Em geral são pessoas com dificuldade de aceitar e  criar novidades ou desconformidade com seus critérios, não aceitam de bom grado questionamentos, dúvidas alheias, e toda novidade é vista, à priori, como falsa.  O comunismo não poderia dar certo em canto nenhum do mundo.  O comunismo é a "fase superior do socialismo". É o estágio da civilização socialista em que já não existe sequer sociedade, haja vista que o Estado é tão gigantesco e onipotente que se fundiu com a sociedade. Tente imaginar-se morando num mundo em que todas as necessidades já foram atendidas, tanto as necessidades materiais como as espirituais. Tente imaginar um mundo em que todas as pessoas já não estão divididas por classe, nação e religião. Isso é o comunismo! Como esse sistema tão utopicamente igualitário pode ainda ser concebido dentro no século XXI em face do resultado produzido pelo capitalismo da liberdade apesar de todas as suas faces boas e más? Torna-se irresponsável aquele que já não tem mais nada a perder. (Sófocles). O comunismo dura até o dinheiro do país acabar. E se o capitalismo acabar, quem vai levar a culpa? Será que só assim os comunistas se reconheceriam culpados e responsáveis com as próprias sortes e azares?

O bem estar de alguns sempre serviu de álibi para os tiranos populistas


A questão sobre os ricos e suas supostas avarezas existe desde o surgimento da propriedade privada e suas desigualdades. Os ricos não acumulam riqueza por serem ambiciosos, mas sim por autopreservação de si, da família e do seu meio de produção da riqueza. Aqui está o que fica interessante: o que esses “amigos” fizeram para merecer uma parte do seu sucesso? Ou para merecerem mais do que têm? Os ricos sabem que o dinheiro também atrai pessoas em busca de vantagens sem mérito. Compartilhar riqueza sem critério cria dependência e ingratos. A verdadeira amizade é baseada em apoio, lealdade e não no dinheiro. Em vez de ressentir dos ricos, foque em melhorar sua própria situação financeira e construir sua riqueza. Neste mundo, a riqueza não é para todos, e os ricos não têm obrigação de compartilhar sua riqueza.

O que a filósofa e escritura russa Ayn Rand fala com pura lógica e verdade, acima de qualquer distorção dos verdadeiros princípios, encaixa como luva no contraponto aos interesses políticos da religião política do Vaticano, que visa inverter a ordem meritocrática natural humana, e contra aqueles que só enxergam a riqueza e os ricos pelo aspecto ruim, que na maioria das vezes são críticas claramente imaginárias, motivadas pela inveja. Vale lembrar que a inveja já foi considerada um dos sete pecados capitais antes de se tornar uma das virtudes mais admiradas com seu novo nome: “justiça social”. Às vezes, ela se disfarça com o nome de “justiça fiscal”, "oportunidades iguais para todos", ainda que isto seja em detrimento imoral de quem as aproveita para igualá-los aos que não conseguem aproveitá-las.

Aquele que esquece de si para ser altruísta insulta a si e ao Criador, Deus. Se Deus quer te dar algo, pegue; É preciso cuidar de si para não insultar a criação de Deus. Tanto por que deve amar a si mesmo quanto ao Criador. A riqueza é um presente que Deus dá a alguns e não deve ser rejeitada ou recebida com culpa. Liberte-se dos conselhos dos sábios da coletividade, a maioria deles não tem ideia do que está falando. Lembre-se de que as metas são pessoais. Faça um favor a si mesmo, fique rico; a vida ficará mais fácil para você e aos que viverem próximo a ti. Na época de Shakespaeare, fazia quase um século que os judeus vinham provendo crédito comercial a Veneza. Havia uma boa razão para explicar por que os mercadores venezianos tinham que ir até o gueto judeu quando precisavam pedir dinheiro emprestado: para os cristãos, emprestar dinheiro a juros era um pecado. De onde e por que surgiu esse absurdo? As pessoas que emprestavam dinheiro a juros, conhecidas como usurários, foram excomungados pelo III Concílio de Latrão, em 1179. Até mesmo argumentar que emprestar dinheiro a juros não era um pecado foi considerado heresia pelo Concílio de Viena, em 1311-1312. Os ricos eram estigmatizados de usurários e ainda em vida ou seus familiares, após a morte, tinham que transferir suas riquezas à Igreja Católica para que pudessem ser enterrados em solo "sagrado": onde a instituição católica reinava em conluio com os monarcasEssa proibição disfarçada de boas intenções puritanas objetivou criar mais uma fonte de enriquecimento para a Instituição Católica. Deve-se observar que as pessoas do medievo eram muito facilmente manipuladas por superstições e medo de irem para o inferno, purgatório, etc.  O conselho bíblico:não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes.”, deveria ser entendido, metaforicamente, como escalar com firmeza as faixas inferiores dos montes para conquistar o cimo, aceitando de boa vontade as tarefas menores e as suas dificuldades, vendo-as como etapas do necessário aprendizado para adquirir a competência para ficar no cimo conseguindo suportar suas dificuldades peculiares. E, jamais ser entendido como se não devesse objetivar grandes realizações, ou considerar tal desejo como imoral.

O princípio central que norteia a natureza humana é a autopreservação.

Dentro da sistemática milenar do Vaticano, os devotos são castrados com a ideologia da sua religião-política que é perceptível por poucos quando a subjugada criatura abre a boca para opinar sobre os problemas sociais e mostrar apoio a toda forma de dominação intelectual, cultural e moral pró interesses do Vaticano sob a falácia de que “um mundo novo é possível” para aqueles que se submeterem as suas regras. Os simplórios de senso-crítico caem fácil nesta armadilha.  Não há comparação entre o que sentem os outros e o que nós sentimos. Por maior que seja o sofrimento alheio, nós não o sentimos de fato, ao passo que por menor que seja o prazer de que desfrutamos, ele é sempre nosso; logo, naturalmente preferimos esse pequeno prazer que nos satisfaz à essa imensa soma de desgraças alheias com a qual nada temos a ver. Não raro há também os que sentem  prazer com a desgraça alheia. A natureza nunca inspirou aos homens movimentos ou sentimentos que não lhes servissem para alguma coisa; nada é tão egoísta como a natureza, sejamo-lo também se quisermos obedecer suas leis. Na natureza, inatividade é morte. A vida necessita de movimento e permanente adaptação. A capacidade de desenvolvimento humano é mais complexo que a dos outros animais e plantas. Ao atingirem a maturidade física, os animais têm suas atividades resumidas apenas em permanecerem vivos, à pura e simples manutenção da existência vital. Os humanos crescem intelectualmente em uma caminho sem horizonte final, podendo e devendo repensar e transformar o seu modo de viver permanentemente. Suas necessidades de pensamento e esforço nunca findam na busca de conquistas para o melhoramento.  O humano precisa interagir com o seu meio, organizando-o e repensando o seu modo de agir, para a própria sobrevivência por meio de um “trabalho positivo” baseado na virtude. Toda nova conquista é um valor em si mesmo que viabiliza e cria a necessidade de novas realizações e, por isso, o crescimento constante é uma necessidade psicológica do ser humano e mola propulsora do desenvolvimento mundial. É notório que o rico tem a sua vida engajada em um processo de evolução mais produtivo. 


A alegação de que “somos todos iguais” é prova clara de uma mente dominada pelos interesses do Vaticano, que, à vezes, nem tem consciência disso. A igualdade forçada pela Lei é uma exceção à regra da natureza, para situações raras, nunca deveria ser almejada como regra geral em tudo para todos.



Some-se a isso o fato de que fazer discurso de igualdade não é sinônimo de desejar o bem ao próximo.

Emmanuel Macron, ao pedir sacrifícios ao povo francês, de repente percebe que está usando um Relógio de € 80.000". E  "voilá", como um mágico, ele desaparece debaixo da mesa....Esses socialistas são todos iguais em qualquer lugar do mundo. Socialismo para o povo e as benesses do capitalismo para eles.

Como pode um político ser eleito com histórico de péssimos projetos e ações, e apenas destacando problemas e criticando os adversários: os ricos e a riqueza de forma absurda ?


Não há outra explicação para definir o eleitor de Lula, senão um indivíduo de acentuada ignorância e/ou mau caráter, ambos dominados pela inveja aos ricos, seja lá o que isto representar para eles.

Quando a capitalista está no fundo do poço, ninguém o chama de amigo, mas quando ele se reergue, alcança o topo e se afasta de todos, dizem que ele é arrogante, soberbo e egoísta malvadão.

A massa dos brasileiros está dominada pelo “politicamente correto”, está ‘vaticanizada’ perdoando tudo e todos; não discriminam meliante de crime hediondo de um ladrão de galinha. Enquanto essa dominação cultural católica do Brasil  não acabar nada melhorará. 

Imagina quanto o rico paga de imposto..!! Quanto de tributo está embutido na produção De uma embarcação de luxo,  muito além do ICMS, PIS e Confins no combustível. O consumidor final das embarcações de luxo é o que sustenta toda a cadeia produtiva da indústria marítima de laser. É certo que o preço do combustível afetará o preço da passagem de transporte popular marítimo (ex. trajeto RJ – Niterói) e irá encarecer para o usuário pobre, todavia, a riqueza de uns poucos não tem relação com a pobreza de muitos. Não se trata de uma equação de soma zero. A riqueza não implica em pobreza, ao contrário a reduz.  Estenda essa lógica para a indústria da aviação civil. Quanto de salário de servidor público não está em ICMS em um tanque de combustível em uma avião? Essa é uma lógica da época da idade média. Mas, o político socialista de shopping aproveita-se da inveja e ignorância da massa de eleitores e bota a culpa da pobreza no rico e difama-o de capitalista egoísta malvado. Alega que os ricos deveriam pagar ainda mais; que a isonomia não pode se referir a alíquotas iguais para todos; que os tributos sobre o patrimônio e a renda dos ricos tem que ser maior, etc.. A massa não tem consciência da submissão aos interesses do Vaticano, que desfruta de imunidade de impostos sobre o patrimônio e a renda, em tributar os mais produtivos para manter o próprio benefício.

A Inveja vive na plateia espreitando os nossos passos só para ter um imenso prazer de aplaudir os nossos fracassos.

Nietzsche, em Genealogia da Moral, informa que a inveja tem um objeto definido e externo, como um carro, um emprego ou certos talentos que alguém possui, o ressentimento é algo mais internalizado e que leva os ressentidos a desejar transferir o ódio sentido por si a um "opressor" externo. A consequência prática de ambos é a inversão de valores. Na coletividade humana sempre houve e haverá uma disparidade de poder político, econômico, social, cultural, físico, e principalmente moral entre as classes sociais, que é fruto da natural diferença entre os humanos classificada pelo termo genérico de desigualdade. A  inveja daquele que é considerado rico, poderoso, nobre e honroso vai sendo cultivada e internalizada, até que se torna um impulso vingativo. Este impulso reconfigura a ordem moral e causa uma inversão de valores. O sentimento do invejoso leva a cultivar uma moral que ativamente transforma todas as características do invejado — sua riqueza, seu poder político, sua nobreza e sua força — em características indesejáveis e, principalmente, más.  Este é o momento em que o invejoso é capaz de revolucionar os valores e tornar aquilo que deveria ser almejável não somente em algo ruim, mas algo com um caráter moral muito ruim, que leva a reações intensas e leva à organização de códigos morais que proíbam ou marginalizem as qualidades dos invejados, "boas" e "nobres" e encorajam as pessoas a cultivar e cultuar precisamente as características dos invejosos  que os tornaram "fracos" na visão correta da sociedade. Nietzsche considera que isso representa a história da moralidade cristã, o que era considerado motivo de fraqueza antes foi reconfigurado para serem características de pessoas boas e morais e seus opostos ruins ou más e imorais. A inveja e o ressentimento são causados e alimentados por um fenômeno moral-psicológico específico, complexo e dissimulado aos olhos dos incautos.

É responsabilidade da religião política do Vaticano a demonização do egoísmo e a subversão dos valores inerentes aos humanos. O que era belo se tornou grotesco, fez surgir o culto à negação da própria vida (o niilismo criticado por Nietzsche)  e a ausência de orgulho. O homem natural deu origem ao homem artificial, pobre, submisso e “altruísta”. O cristianismo fez o egoísmo ser entendido como um valor destituído de bondade, nocivo para a existência humana. Essa postura baseia-se na premissa de que o prazer de um homem só pode ser obtido com o prejuízo de outro. Assim, todo “rico” é tachado de egoísta malvado e deve ter o seu auto interesse marginalizado e a sua riqueza confiscada em nome de suas vitimas ocultas no coletivo difusoFazer o bem para si tornou-se uma afronta, ter orgulho de si uma crueldade, uma vaidade fútil. De modo oposto, curvar-se ao código de conduta de uma metafísica religiosa e adotar uma prática de sacrifício próprio conduz ao título honorífico de cordeiros de Deus imolados no altar do auto sacrifício ancorado na fé e na arbitrariedade ideológica passional e teológica pronto para ser devorado pelos outros, em total dissonância com a natureza e a necessidade humana, senso lógico e racionalidade.  O que é digno de coisas boas e ainda assim, indevidamente humilde, está roubando de si mesmo daquilo que merece, e parece ter algo de censurável porque - excessivamente modesto - não se julga digno de boas coisas e também parece não se conhecer, do contrário desejaria as coisas que merece. "Quem se considera indigno de nobreza e riqueza irá se abster de ações e empreendimentos nobres.". A autoestima saudável é a negação de uma culpa congênita/hereditária, é uma realidade em si e por si, uma confiança incondicional em si mesmo e nos próprios valores que encontra no orgulho a sua ferramenta intelectual para a ambição moral do homem, negando o auto sacrifício e assumindo valores morais e de caráter, de acordo com uma ética estritamente racional. Valor é aquilo pelo qual agimos para ganhar e ou manter. Virtude é o meio pelo qual ganhamos e ou mantemos. Não deve o homem ficar à mercê de uma vida desprovida de sentido ou critério, como um autômato apartado da realidade. A melhor forma de contribuir eticamente, sem auto sacrifício e sem sacrificar outros, para a redução da pobreza no mundo é esforçar-se para não ser pobre. A sobrevivência dos pobres é tornada possível por aqueles que efetivamente escolheram pensar e arriscar o seu tempo e patrimônio focado em seus próprios interesses objetivando dar um sentido maior a própria vida.  O rico e o pobre têm o foco em valores e virtudes diferentes. O melhor sempre merece mais, e o melhor de todos é o que mais merece. enquanto o cristianismo enaltece a pobreza e marginaliza a riqueza, o judaísmo enaltece o uso magnânimo do dinheiro e da riqueza.

É TÁTICA DO SOCIALISTA JOGAR OS POBRES CONTRA OS RICOS 

ENFATIZANDO AS DIFERENÇAS DE FORMA ERRADA.

Os socialistas veem o rico como alguém que ganha dinheiro fácil e só tem prazer em gastá-lo. Não conhece as obrigações e os benefícios sociais que produz com sua riqueza de diversas formas: contribuinte de direito, de fato, empregador, etc. A questão também não é apenas ser rico, mas antes disso é preciso querer ser produtivo e poder assumir os elevados riscos da produção. O rico tem uma personalidade mais produtiva que o pobre, por isso, como tudo na vida, a riqueza também  não é para todos e, de fato, é para poucos.

o real objetivo da briga de classes

As pessoas mais ricas são difamadas  pelos “moralistas” como neuróticos  gananciosos. Dadas as incertezas defrontadas de forma individualizada no decorrer da vida, cada um processa as informações  à sua própria maneira, e a regra é a discordância sobre o significado dos fatos com conclusões também discordantes. Cada indivíduo possui um conjunto de valores único e sua correspondente hierarquia de prioridades e viverá e responderá à vida de acordo com eles. Em um mundo racional, todos prefeririam ser ricos a pobres. Metaforicamente, pense na riqueza como uma pilha de tijolos, com os maiores na base e uma diminuição gradual do tamanho à medida que aumenta a altura. Um tijolo removido será maior que o próximo tijolo que fosse acrescentado. O desgosto resultante da perda de um tijolo é maior do que o prazer resultante do acréscimo de mais algum.  A religião política do Vaticano demonizou a virtude do egoísmo tratando-o sempre como algo “eu por mim e só eu comigo”. Ignorou o egoísmo racional do : Eu me “sacrifico” por quem eu admiro, vejo valor, por um tipo de entrega que faz sentido no horizonte moral de quem pratica. Exemplo: abrir mão de si para ajudar um filho é atitude virtuosamente egoísta. Se Cristo optou por “sacrificar-se” pela humanidade, isto deve ficar restrito a uma decisão pessoal dele e jamais poderia ser usado como modelo para todos. Frente a toda tremenda devoção é indispensável pensar: “por que isto ocorre?”; “De onde vem?”. Essa coisa de ‘ver o outro lado’, de tentar ver o que o outro está vendo, de tentar entender o que o outro está entendendo não pode ficar sem limites.  O significado atribuído à palavra “egoísmo” na cultura popular onde a doutrina da religião cristã não é proibida é fortemente influenciado pelos interesses de Poder da religião política do Vaticano. Representa um pacote de ideias intelectualmente perverso que é responsável, mais do que qualquer outro fator, pelo limitado desenvolvimento moral da sociedade, sobretudo no que se refere ao socialismo no Brasil. O conceito de “preocupação” com seus próprios interesses tornou-se sinônimo de maldade típica de um brutamontes homicida que não se preocupa com nenhum ser vivo e que busca, apenas, a própria satisfação imediata de caprichos insensatos. Acarretou a falácia de que todo auto interesse equivale à ofensa a outro, acusando preconceituosamente de amoral ou imoral qualquer ato motivado pelo auto interesse e glorificando toda patetice sob o título de “abnegado altruísmo”. Na visão da política do Vaticano toda pessoa auto interessada NUNCA levará em conta os interesses de outros e, pior, sempre atacá-los-á – se necessário -  na busca do seu próprio interesse. A visão da psicanálise é o exato oposto: o auto interesse, corretamente entendido, é o padrão de moralidade; e o altruísmo, quase sempre, representa a imoralidade mais profunda, a exemplo da aceitação materializada em lei da “saidinha de natal” dos presidiários (vítimas da sociedade), e inúmeras outras formas de perdão a todo tipo de  pecador e pecado. Para aquele leitor que desejar ir além sobre o entendimento do egoísmo é recomendado a leitura do livro de título “AS LEIS FUNDAMENTAIS DA ESTUPIDEZ HUMANA” do autor Carlo M. Cipolla. 

A indignação e as ideias socialistas/humanitárias prolatadas pelo cristianismo-socialista são privilégios dos medíocres. As suas intenções encobrem o ódio da mediocridade contra toda marca de privilégio, de força, de superioridade intelectual, de responsabilidade com a realidade da vida, da adaptabilidade, do esforço necessário para o sucesso pessoal nesse contexto real. Aceitar a verdade, estimular a liberdade, são necessário para conservar a sociedade, para possibilitar o surgimento dos tipos mais elevados, mais sublimes, tal como a escuridão necessita da luz para existir. O Direito é um privilégio. A desigualdade de direitos é condição primordial para a existência de quaisquer direitos. Cada qual constrói e tem seus privilégios de acordo com seu modo de ser e pensar. Todo socialista é medíocre, nem todo medíocre é socialista ou cristão. Mas, quem são os inimigos mortais dos medíocres, dos socialistas e do cristianismo? Seus inimigos mortais são: (1) a força de caráter e o gosto apurado; (2) a felicidade; (3) o cepticismo culto; (4) a altivez dura; (5) a fria frugalidade do sábio; (6) o requinte na atitude, na palavra e na forma. Em suma, os possuidores do que eles invejam e denominam de 'nobreza'. 

Quem não tem nada prega a distribuição de tudo, principalmente daquilo que tem aqueles a quem invejam. O exemplo ícone é o Vaticano: prega a pobreza, mas acumula uma riqueza gigantesca que saqueou durante 1.600 anos. A inveja é o combustível que move os 'socialistas' e está na raiz do cristianismo do Vaticano. Nenhum socialista leva a vida que ele apregoa para os ricos. O Papa - chefe maior da monarquia católica - é sustentado por uma instituição cuja fonte de receita não está de acordo com o que prega. Fala de não controle de natalidade e é acionista de indústria farmacêutica cuja receita é constituída significantemente por venda de anticoncepcionais. Nenhum socialista já doou fortuna tal como Bill Gates, Warren Buffett e outros bilionários capitalistas. O socialista acha que o seu (dele) destino depende dos outros. Se uma pessoa prosperar no deserto de Israel e apresentar uma análise detalhada dos motivos do declínio econômico e pessoal do socialista ou cristão em Nova Iork, e dos passos inflexíveis e realistas necessários para reverter a situação, nenhum socialista ou cristão o levaria a sério e ainda reclamariam dizendo que a realidade é feia demais e a solução muito dolorosa. 

A injustiça raramente está na desigualdade de direitos, mas na exigência de direitos iguais. Os socialistas, sempre com suas “melhores intenções”, usam os termos “justiça fiscal”, “justiça social”, “desigualdade social” para esconder a própria ignorância e dissimular a inveja à riqueza alheia. O propósito esquerdista despersonaliza e, até mesmo, desumaniza o cidadão agredindo-o na sua liberdade individual e econômica.  O ITCMD é reflexo de uma tradição histórica baseada em valores de uma sociedade em que o capitalismo fez deixar no passado e que já deveria ter sido superada na cultura contemporânea. A atividade empresarial é vista com base na realidade da antiguidade e no senhor feudal do medievo. O espaço antes identificado como comércio evoluiu. A lógica da autoridade e atuação pessoal de um pai de família e/ou senhor feudal mudou para ‘atividade empresarial’ cuja lógica é a concorrência no mercado até em âmbito internacional que obriga a estruturação constante de novas estratégias organizativas para otimizar as oportunidades de lucro. Não basta ter dinheiro para proteger a sobrevivência, é preciso ter muito dinheiro bem investido para garantir a segurança individual e familiar. 

Os socialistas alegam que o ITCMD serve como medida para combater a desigualdade e promover melhor distribuição de patrimônio e renda. Muitos servidores dos fiscos estaduais que fazem fervorosamente o discurso "socialista" e defendem o ITCMD, paradoxalmente, passam a vida laboral inteira sonhando e reclamando por aumento salarial, fato este que contribui para o aumento da desigualdade social tanto em relação a miséria que apontam na sociedade,  quanto em relação aos demais servidores públicos do próprio órgão administrativo fazendário. Não observam que a desigualdade é fruto natural da liberdade individual e econômica em razão da natural desigualdade dos humanos, suas circunstâncias e possibilidades. Além disso, é uma falácia afirmar que a desigualdade econômica é causa primordial de problemas sociais, a exemplo da violência em sentido amplo. A maioria dos exemplos está, na essência, associado ao defeito de caráter denominado INVEJA, que é inerente ao caráter de cada um. Some-se a isso o fato de que o Estado brasileiro ineficiente e corrupto não tem moral para retirar patrimônio e renda, na forma de confisco, já todo tributado, acumulado merecidamente, dos mais produtivos para ‘supostamente’ distribuí-lo em forma de serviços públicos em nome de uma “justiça fiscal” e “justiça social” sem limite de razoabilidade e moralidade. Não adianta apenas estar certo – na lei -  é preciso também ser justo. O Estado brasileiro é notoriamente ineficiente e corrupto. A Noruega que possui proporcionalmente o maior percentual de milionários também possui o menor percentual de desigualdade social e não tributa heranças e doações.

Os socialistas alegam que Holding em paraísos fiscais causam danos à arrecadação tributária, mas não observam e explicam o porquê dos USA e Inglaterra terem paraísos fiscais sob seus domínios. O Mundo mudou após a crise financeira de 1929, quando se percebeu a necessidade de possibilitar a existência de economias offshore, alguns exemplos: Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Santander, todos possuem patrimônio offshore. E para que isso? Para a busca de proteção aos investimentos ditos “onshore”. Para em grandes crises haver dinheiro do setor privado para a recuperação econômica. A família mudou, o patrimônio mudou, a economia mudou, todavia a cultura predominante ainda é a dos interesses políticos medievais da religião política do Vaticano que marginaliza a riqueza e glorifica e vitimiza a pobreza com base no sofisma da desigualdade. Algumas  pessoas mudaram para se defenderem do Estado capiCOMUNISTA brasileiro.

Só existem mentes individuais e realizações individuais – e uma cultura não é um produto anônimo de massas amorfas, mas a soma das realizações de homens individuais. Um gênio é um gênio, não importando o número de idiotas que pertençam a coletividade e vice-versa. Toda forma de coletivismo é a valorização do imerecido. É a valorização do conhecimento automático – de uma avaliação automática do caráter dos homens que dispensa a responsabilidade de exercer o julgamento racional ou moral – e, acima de tudo, os indivíduos seus defensores buscam uma autoestima (ou falsa autoestima) baseados em uma importância que não possuem e consideram não conseguir possuir.  Os humanos não são diferenciados entre si apenas em razão de mais ou menos dinheiro em um dado momento. Seu poder de raciocínio e sua característica definidora mais importante; sua mente é seu meio básico de sobrevivência – e sua habilidade de pensar, aprender, e descobrir novas e melhores formas de lidar com a realidade, expandir o alcance de sua eficácia. Crescer intelectualmente é uma porta aberta para um caminho sem fim e volta. O desejo de segui-lo faz uma enorme diferença entre os humanos. Todo passo em frente abre ao homem uma gama maior de ação e realização e cria a necessidade de novas ações e realizações. Nunca existiu um planalto final e permanente. Enquanto viver, sua necessidade de pensar e se esforçar nunca é consumida. Toda realização é uma valor em si próprio, mas, também, é um degrau para realizações e valores ainda maiores. Vida significa crescimento, parar ou não seguir em frente é retroceder, seja em que situação estiver. Por sua vez, todo passo à frente abre uma gama maior de ação e realização – e cria a necessidade de nova ação e realização, ainda que para manter-se onde chegou. A autoestima, a convicção básica de que se é competente para viver, só pode ser mantida apenas enquanto se está engajado em um processo de crescimento, enquanto se está comprometido com a tarefa de aumentar permanentemente sua eficácia. A natureza não permite imobilidade para entidades vivas; o que para de crescer começa a se desintegrar – tanto no domínio mental quanto no físico. Abandonar a vontade de pensar, também resulta em abandono de viver. O individualismo defende que uma sociedade civilizada, ou qualquer forma de associação, cooperação ou coexistência pacífica entre os homens, pode ser alcançada, apenas, com base no reconhecimento dos direitos individuais de seus membros. Não são ancestrais, os parentes, os genes ou a química corporal do humano que importam no livre mercado, mas só um atributo: a capacidade produtiva. É pela habilidade e ambição individual que o capitalismo julga um homem e o recompensa de acordo. Nenhum sistema político pode estabelecer a racionalidade universal por lei (ou pela força).

O grande mérito do capitalismo é sua adequação perfeita aos requisitos da sobrevivência humana e à necessidade de crescimento do homem. Deixando os homens livres para pensar, agir, produzir, tentar o que nunca foi tentado e o novo, seus princípios operam de uma forma que recompensa o esforço e a realização, e penaliza a passividade. Essa é uma das principais razões pelas quais é atacado.  O capitalismo é odiado pelos socialistas/coletivistas porque recompensa a racionalidade e penaliza todas as formas de irracionalidade. Foi o capitalismo que possibilitou à humanidade dar seus primeiros passos em direção à liberdade e uma forma racional de vida.  Nos valores da religião política do Vaticano, nos escritos medievalistas, e nos ideais socialistas pode-se observar a utopia por uma sociedade em que a existência seria automaticamente garantida ao homem. Todos projetam sua sociedade ideal caracterizada pela “harmonia” entre os humanos, pela ausência de mudança rápida, desafios ou exigências severas da competição; cada um fará a sua parte estabelecida para contribuir para o bem-estar do todo, sem enfrentar a necessidade de fazer escolhas e tomar decisões que afetarão crucialmente sua vida no futuro, para o bem ou o mal; questões sobre o que se conquistou ou não, e do que se merece ou não, não serão mencionadas; recompensas não serão ligadas à realização; a benevolência garantirá que ninguém sofra as consequências de seus erros.

A falha do capitalismo em possibilitar ao que pode ser chamado de uma visão pastoral da existência é essencial para a acusação dos “socialistas” contra um sociedade com estímulo e proteção à liberdade. De fato, o capitalismo não oferece o Jardim do Éden aos homens. Isso significa considerar que a ambição, a perspicácia, a motivação de ser cada vez melhor, a energia viva dos homens criativos, deve ser suprimida e sufocada em prol dos homens que já “pensaram o suficiente” e “aprenderam o bastante”, e não querem responsabilizar-se com o futuro nem com as questões incômodas das quais dependem suas rendas: empregos e trabalhos, tal como o risco da inovação. A condenação do capitalismo por não combater as “desigualdades” e as “crueldades” como a de permitir que uma quitanda de esquina seja levada a falir por uma grande rede de mercado, insinuando que para o bem-estar e o progresso econômico dos clientes da quitanda os interesses da grande rede deveriam ser sufocados para proteger as limitações de iniciativa ou habilidade do quitandeiro ou de sua limitada capacidade econômica em relação ao grande concorrente, faz com que muitos acreditem que o direito sagrado à estagnação e uma existência “pastoral” sejam opções muito melhores e deveriam ser impostas até à força a todos. O capitalismo, por sua natureza, implica em um processo de movimento (mudança), crescimento e progresso constantes, para a própria sobrevivência de seus atores no teatro global.

Os inimigos do capitalismo não são motivados, em essência, por razões econômicas, mas, pela utopia de tornar a existência tolerável para todos aqueles que ressentem a natureza da vida controlando a capacidade, ambição, ação, daqueles que não ressentem a natureza da vida:  do homem individualmente e na coletividade. A esmagadora maioria dos “socialistas” é composta por homens que não conquistaram nenhum sentido de identidade pessoal, que não podem mostrar nenhuma realização ou distinção individual, e que buscam a ilusão de uma “autoestima tribal”, alegando a inferioridade de alguma outra tribo: a tribo dos capitalistas.  Os coletivistas defendem que o indivíduo não tem direitos, que sua vida e trabalho pertencem ao grupo (à sociedade, ao Estado, à nação), e que o interesse coletivo pode sacrificá-lo por seu próprio capricho, para seus próprios interesses. A única forma de implementar uma doutrina antinatureza humana sempre foi por intermédio da força bruta.



O coletivo de mais fácil adesão, mais fácil de identificar – especialmente para pessoas de inteligência limitada -, a forma menos exigente de “pertencimento” e “camaradagem” é a raça. É por isso que os socialistas brasileiros, que se autodenominam de únicos defensores do “humanitarismo” de um Estado “benevolente”, levaram ao renascimento e ao crescimento do racismo no Brasil “democrático”; em vez de lutar contra a discriminação racial, exigem que ela seja institucionalizada, a criação de cotas raciais é o exemplo mais notório. Em vez de lutar por direitos iguais, exigem privilégios especiais de raça. As cotas raciais são um dos piores males dos regimes racistas.