A Inveja à Riqueza



O Rico é vigiado pela inveja 24/7. Os invejosos só perdoam os fracassos e jamais lembram os seus acertos. Só veem erros nas boas intenções.

Que a coca-cola é um veneno para a saúde humana já é fato indubitável.  Todavia, quanto mais  rico, mais associado a fato ruim o rico será pela inveja.  O pobre nunca elogia os ricos, só reconhecem seus erros.




A inveja faz não enxergar o mérito e a não dar o devido reconhecimento. É da natureza humana a inveja. A questão é que isto está exageradamente marcante no Brasil católico em todos os níveis. E a riqueza é a mais perseguida pela inveja. Não a deixa em paz um segundo. Os “socialistas” sempre foram vândalos empenhados na destruição da hierarquia meritocrática  social, defensores da desordem e da instabilidade sob a cortina de fumaça de defensores dos pobres e lutadores contra as “injustiças” e a pobreza (deles é claro). Em princípio, a ajuda aos pobres é louvável, mas para que esta seja “virtuosa” deve ser voluntária. O ITCMD a torna destrutiva e corrupta. A base da república deve ser a ordem pública com respeito à liberdade,  a propriedade e à família. O ITCMD é claramente uma forma de agredir o direito de propriedade e, com ele, a família. O ITCMD a torna destrutiva e corrupta. O Estado deve permanecer confinado aos limites que não ofenda as famílias em nome da caridade.

A inveja vive na platéia espreitando os passos dos ricos, para ter um imenso prazer de aplaudir os seus fracassos.


O homem nasce nu. E voltará nu. Nasce fraco. Tão fraco irá de novo. Nasce sem dinheiro e ''coisas''. E  sairá mesmo sem dinheiro e ''coisas''. Seu primeiro banho? Foi alguém que deu. Seu último banho? Alguém dará. Este é o homem !!! Então, por que tanto orgulho, tanto malícia, tanta inveja, tanto ódio, tanto ressentimento? Temos tempo limitado na Terra e o desperdiçamos em inutilidade.  

Conforme observou Frederich Nietzsche: "aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam ouvir a música." Analogamente Eu digo: "Aqueles que foram vistos felizes e considerados ricos foram julgados imorais e condenáveis pelos infelizes e invejosos.

Nietzsche, em Genealogia da Moral, informa que a inveja tem um objeto definido e externo, como um carro, um emprego ou certos talentos que alguém possui, o ressentimento é algo mais internalizado e que leva os ressentidos a cultivar um ódio não só do "opressor", mas também de si mesmo. A consequência prática de ambos é a inversão de valores. Nietzsche observa que na sociedade há uma disparidade de poder político, econômico, social, cultural, físico, e principalmente moral entre as classes sociais. A  inveja daquele que é considerado rico, poderoso, nobre e honroso vai sendo cultivada e internalizada, até que se torna um impulso vingativo. Este impulso é criativo  porque ele reconfigura a ordem moral e causa uma inversão de valores. O sentimento do invejoso, de que não tem nenhuma chance em tomar o poder para si mesmo, é cultivar uma psicologia e uma moral que ativamente transforma todas as características do invejado — sua riqueza, seu poder político, sua nobreza e sua força — em características indesejáveis e, principalmente, más.  Este é o momento em que o invejado é capaz de revolucionar os valores e tornar aquilo que deveria ser almejável não somente em algo ruim, mas algo com um caráter moral muito ruim, que leva a reações intensas e leva à organização de códigos morais que proíbam ou marginalizem as qualidades dos invejados, "boas" e "nobres" e encorajam as pessoas a cultivar e cultuar precisamente as características dos invejosos  que os tornaram "fracos" na visão da sociedade. Nietzsche considera que isso representa a história da moralidade cristã, o que era considerado motivo de fraqueza antes, como a humildade, a simplicidade, a própria fraqueza física, foram reconfiguradas para serem características de pessoas boas e morais e seus opostos ruins ou más e imorais. A inveja e o ressentimento são causados e alimentados por um um fenômeno moral-psicológico específico e complexo.

Cuidado com quem você deixa no seu navio, porque algumas pessoas irão afundá-lo  só porque não podem ser o capitão.


Infelizmente, há muitos mais preocupados em destruir a alegria alheia do que com a própria.  


A METÁFORA DA INVEJA À RIQUEZA

Ninguém sabe que aquela ótima casa em condomínio fechado é sua, que aquele ótimo e caro carro é seu, que aqueles imóveis caros são seus, que aquele grande Iate é seu, que aquele ótimo ponto comercial  é seu, nem que aquele terreno no centro da cidade também é seu. SEGURANÇA, DISCRIÇÃO E EXPOSIÇÃO LONGE DOS OLHARES, é assim que você afasta “olho gordo”, “maria-gasolina”, “maria-chuteira”, “namoradinha tentando engravidar”, e se protege de relações por interesse e também dos advogados mal intencionados que estão maquinando uma estratégia para te processar e tomar o que você tem.

Somos nós mesmos que nos iludimos por querer que as criaturas deem o que não podem e que ajam como imaginamos que devam agir. [hammed]

Assista ao vídeo : "Os perigos da Inveja"

https://www.youtube.com/watch?v=qeJEWJDR0m0

Prego que mais se destaca é o primeiro a ser martelado.




Imagina quanto o rico paga de imposto..!! Quanto de tributo está embutido na produção De uma embarcação de luxo,  muito além do ICMS, PIS e Confins no combustivel. O consumidor final das embarcações de luxo é o que sustenta toda a cadeia produtiva da indústria marítima de laser. É certo que o preço do combustível afetará o preço da passagem de transporte popular marítimo (ex. trajeto RJ – Niterói) e irá encarecer para o usuário pobre, todavia, a riqueza de uns poucos não tem relação com a pobreza de muitos. _Não se trata de uma equação de soma zero. A riqueza não implica em pobreza, ao contrário a reduz. Estenda essa lógica para a indústria da aviação civil. Quanto de salário de servidor público não está em ICMS em um tanque de combustível em uma avião? Essa é uma lógica da época da idade média. Mas, o político socialista de shopping aproveita-se da inveja e ignorância da massa de eleitores e bota a culpa da pobreza no rico e difama-o de capitalista egoísta malvado. Alega que os ricos deveriam pagar ainda mais; que a isonomia não pode se referir a alíquotas iguais para todos; que os tributos sobre o patrimônio e a renda dos ricos tem que ser maior, etc . A massa não tem consciência da submissão cultural aos interesses do Vaticano, que desfruta de imunidade de impostos sobre o patrimônio e a renda, em tributar os mais produtivos para manter o próprio benefício. 

Em toda casa de sonhos puritanos há uma inquietação e sinais patológicos que não podem ser ignorados.

A inveja já foi considerada um dos sete pecados capitais antes de se tornar uma das virtudes mais admiradas com seu novo nome: “justiça social”. Às vezes, ela se disfarça com o nome de “justiça fiscal”, “oportunidades iguais para todos", ainda que isto seja em detrimento de quem as aproveita para igualá-los aos que não conseguem aproveitá-las”. O brasileiro não tolera desigualdade social porque para ele qualidade de vida não é viver bem consigo, é sentir-me melhor que os outros, e incluído nisto está sentir-se mal em relação a outros com mais dinheiro e bem em relação a outros com menos.

O dinheiro circula entre nós a bastante tempo. Acredita-se que tenha sido o Rei Alíates da Lídia, parte da atual Turquia, quem criou a primeira moeda oficial, por volta de 600 a.c. Desde que o dinheiro foi inventado ele sempre representou uma fonte de prazer e escravidão para a humanidade. As diferenças naturais entre os humanos passou a existir também em forma de expressão monetária e as diferenças de possibilidades diretamente ligadas ao dinheiro deu inicio a eterna guerra dos pobres contra os ricos e, com isso, surgiram os fomentadores e aproveitadores dela. A riqueza nunca teve descanso dos ataques da pobreza.  

"Seja menos curioso sobre as pessoas e mais curioso sobre as ideias" - 

"Substitua pessoas e solidão por TRABALHO"

Você não precisa ser apreciado por todos. Você também não aprecia todo mundo.

As pessoas podem ficar chateadas quando você escolhe você ao invés dela. Escolha você de qualquer modo.

Se a ausência de alguém te traz paz, você não perdeu nada.

Você não tem ninguém além de você. Ninguém deve ser mais preocupado com você do que você mesmo. Parece amargo, mas é verdade.



Um homem sábio uma vez disse: "Abelhas não perdem tempo explicando às moscas que mel é melhor do que excrementos.” Leia isso novamente.

O homem que questiona é um tolo por um minuto. O homem que não questiona é um tolo por toda a vida. ( Confúncio)

Quanto mais inteligente uma pessoa é, maior a probabilidade de questionar a si mesmo.

Não deixe de assistir ao vídeo do link abaixo

https://www.youtube.com/watch?v=vWsKh9hUf9Q

A desgraça alheia é consolo de TOLOS


É óbvio que a sorte e o azar existem, mas se tudo for uma questão de sorte ou azar, a administração da própria vida e seus riscos será um esforço sem sentido. Considerar todo sucesso sorte e todo fracasso azar é obscurecer a verdade separando um evento de possíveis causas. Considerar alguém 100% vitima da má sorte, equivale a eximi-la de qualquer responsabilidade pelo ocorrido. Considerar o sucesso 100% devido à sorte, equivale a negar a tal pessoa qualquer crédito pelo esforço feito até o feliz resultado. Que certeza se pode ter quanto à participação do destino e das escolhas na determinação dos resultados com base apenas nas aparências de sucesso ou fracasso? Apesar dessa realidade, ricos são tachados de sortudos sem distinguir a participação do aleatório e da causa e efeito, e difamados sem qualquer prova categórica. Às vezes, é difícil encontrar causa onde não parece haver nenhuma; em outras, é atribuída causa específica a um resultado quando apenas o acaso esteve em ação. Filósofos dizem que tudo possui uma causa, mas que os meros mortais são incapazes de percebê-la em certos eventos de sua vida. Se tal mente existisse, não se poderia jogar com ela nenhum jogo de azar sem perder. Há também fatos considerados acaso em razão de pura ignorância. A incapacidade de observar causas faz supor que os resultados percebidos sejam de causa 100% aleatória. Todos, sobretudo os ricos, correm riscos, apostam em um resultado como consequência de decisão tomada sem saber ao certo se o objetivo será obtido. Mas, conforme é dito na Bíblia: a quem mais se compromete, mais será dado. O empreendedor quanto mais rico mais comprometido com os risco do prejuízo, logo a justiça é que a vida lhe dê mais.  As pessoas preferem falar da vida dos Kardashians ao invés de moralidade, sustentabilidade e filosofia. Pessoas normais não desejam o prazer com a desgraça de outros . Algumas pessoas fingirão importar-se apenas para ficar em um melhor local vendo o seu sofrimento. Quase sempre o solidário não está lá para ajudar. (Trent Shelton). O Ser Humano tem mais prazer com pessoas chorando em uma Mercedes do que rindo em uma bicicleta.

Há muitas pessoas e coisas que a distância amplia, mas que de perto até não valem nada. É da natureza  humana procurar o que, a distância, parece uma grama mais verde.  JEAN DE  LA FONTAINE,  1621 – 1695.  “O mais importante é invisível aos olhos”  [Antoine de Saint-Exupéry – 1900-1944)


A inveja é um dos resíduos dos costumes bárbaros da raça humana. Por isso, a inveja é um índice seguro do atraso dos homens que a ela se entregam. É um sentimento tão funesto quanto a falsidade, a vingança, o ciúme  e a vileza que são seus companheiros assíduos. 

Aquele Cassius tem uma expressão magra e faminta. Ele pensa demais... não conheço outro homem a quem deva evitar com tanta rapidez como esse minguado Cassius.. Homens assim não ficam à vontade vendo outro maior do que eles e, portanto, são muito perigosos.. 

WILLIAM SHAKESPEARE, 1564 - 1616

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O Invejoso acusa o invejado do que ele próprio faz, 

e difama-os e calunia-os do que ele próprio é.

Eis a opinião do autor do Blog com base em livro dos escritores Heitor de Paola e Friedrich Nietzsche e a psicanálise: A inveja vem da comparação, pessoas que passam o tempo todo se comparando com os outros acabam deixando de ver o bem em si mesmas e passam a abrigar cada vez mais esse tipo de sentimento que, se não for bem administrado, torna-se destrutivo. As pessoas invejosas e falsas sentem que lhes falta uma ou mais coisas que as outras pessoas parecem ter, olham apenas para o superficial e não consideram que todas as pessoas têm defeitos e virtudes, ninguém é perfeito.   É certo que cada pessoa tem um talento próprio. Muitos passam a vida olhando para o talento dos outros desejando ter um pouco do talento deles. Muitos sucumbem ao ciúme ou a inveja  e toda a energia gasta com esses pensamentos é energia que não apenas é colocada  para voltar contra si mesmo negativamente, mas também é tirada de si e que poderia ser usada para o próprio benefício. Quanto mais se habituam a se comparar com os outros, mais se distanciam de si próprias e mais invejosas se tornam, pois será cada vez mais difícil para elas alcançar e, sobretudo, identificar seus verdadeiros valores pessoais. Assim, vivem com a crença de que precisam do que o outro tem. Finalmente, fazem da comparação constante um círculo vicioso onde eles se envolvem cada vez mais e vivem suas vidas experimentando uma grande frustração e ansiedade por não se sentirem valiosas como gostariam de ser. Ainda, por não serem conscientes do que está acontecendo com elas, não conseguem pôr um fim a esta situação e procurar uma solução que aumente o seu bem-estar emocional.  As pessoas invejosas sentem-se com menos sorte e menos valor que as demais de forma constante. Em alguns desses casos, a inveja que sentem pode ser tão grande que chegam a tentar destruir ou atacar a pessoa que invejam. Por isso, é importante aprender a identificar esse tipo de pessoas que não são felizes e confortáveis com elas mesmas para que não tentem se intrometer na sua vida. Caso contrário, continuarão com essa atitude e, sentindo esse sentimento tão negativo que é a inveja, podem criar conflitos para o seu lado.  A razão principal pela qual a maioria das pessoas se deixa enganar pelos embustes "socialistas-invejosos" é a ignorância a respeito da essência da natureza humana. 


Quem não se deparou com a crença de que todo rico é ladrão e todo pobre é honesto? Esta falácia foi originalmente criada pelo cristianismo e foi muito aproveitada pelos socialistas revolucionários ou psicóticos-solidários. Por outro lado, quem não conheceu pobres ladrões e recalcados, e muitos ricos honestos e caridosos. E, óbvio, o contrário. Em 1976 o cineasta Ettore Scola fez uma comédia clássica demolindo este mito: - Brutti, sporchi e cattivi (br: Feios, sujos e malvados / pt: Feios, Porcos e Maus).  Quando o muro de Berlim caiu, para qual lado o povo correu?  Para o lado dos pobres virtuosos ou dos ricos maldosos? 

A primeira pergunta que se deve fazer é: Qual o interesse próprio oculto pelo discurso ostensivo pelo bem do próximo sem ver a quem, seja lá até que bandido for? O filósofo e psicólogo Friedrich Nietzsche disse: A quem interessa o discurso em prol das virtudes da fraqueza senão ao fraco? A quem interessa o discurso em prol da caridade senão ao inseguro, potencial necessitado? A psicanálise diz: somos procurados pelos interesses [éticos ou espúrios] de quem nos procura. Ninguém deseja proximidade com quem presume lhe fará mal? Como instinto de autopreservação, o egoísmo faz com que só sejamos amigos de quem antes consideramos ser igualmente nosso amigo.  Então, qual o interesse por trás de tanta psicótica solidariedade com uns (pobres, desconhecidos) e ódio por outros (ricos, desconhecidos)? A única razão é a projeção de seus próprios interesses espúrios (prejuízo de quem inveja), preconceitos oriundos de uma subcultura e temores. 

OS PRÓPRIOS SOCIALISTAS SE CONTRADIZEM


O mundo está cheio de gente querendo pisotear os outros e não medem esforços para fazer isso. Sentem-se superiores com a desgraça de outros. Não aceitam o sucesso dos outros, sentem-se diminuídos por eles. São desleais, desrespeitosas, ofensivas e esperam que o mundo gire em torno de seus interesses, necessidades e desejos. Elas não entendem o que é apoiar ideais e emoções de outros. Elas só estão preocupadas com o que os outros podem fazer por elas [como podem usá-los para os próprios interesses]. Acredite, há pessoas assim em cada esquina. Na base do arrogante defensor da psicótica solidariedade está o sofrimento que o ego inflado quer esconder: traumas e frustrações. Ego inflado solidariopata produz um sentimento de falsa superioridade que produz a incapacidade de aprender e ouvir autocrítica. 

Há vários tipos de socialistas brasileiros. Um bem comum é o tipo que gastou tudo que ganhou como se não houvesse futuro, e agora pobre inveja e deseja a destruição de quem foi prudente. O discurso político socialista brasileiro é para enganar esses incautos, pobres, invejosos  que desejam jogar a lama da inveja nos ricos. O verdadeiro socialista deveria fazer o discurso em prol do investimento em educação e saúde públicas e do combate à corrupção. Mas, o objetivo do socialista brasileiro sempre foi apenas poder e dinheiro, o seu eleitor é apenas um instrumento para o seu objetivo, praticamente um idiota útil.

Aqueles que ganham muito dinheiro à custa do próprio talento e trabalho lícito fariam o discurso psicótico da igualdade, ou este seria mais adequado ao invejoso, inseguro com baixa autoestima, sem nada a perder? Esse  grupo de pessoas faz da sociedade brasileira uma coletividade neurotizada por um intenso tiroteio cruzado de ações e mentiras camufladas de solidariedade ao próximo que ultrapassa em muito a capacidade de percepção e compreensão da inteligência [cultura] popular e engolfa em um abismo de esperanças ilusórias terrores sem objeto e ódios sem sentido.

“O bem estar de alguns sempre serviu de álibi para os tiranos populistas”.

O maior [talvez único] prazer do psicótico solidário

é a desgraça do rico.

O Ser Humano tem mais prazer com pessoas chorando 

em uma Mercedes do que rindo em uma bicicleta.

Quanto mais vazia é a carroça, mais barulho ela faz...


O eterno socialista revolucionário psicótico solidário é basicamente um frustrado em alguma(s) área(s) de sua vida: profissional, familiar, social, etc.  No fundo a conversa de preocupação social [caridade e solidariedade, etc.] não passa de um desejo inconfessável de que tudo se exploda para que todos à sua volta sintam-se tão desgraçados quanto ele mesmo. Um conselho: elimine-os de sua vida.

“Grande ou pequeno, moderado ou extremado, todo rebelde anticapitalista, sem exceção, é um farsante – não só nas suas atitudes exteriores [de ovelha dócil], mas na base mesma da sua personalidade, na raiz do seu caráter, desejos espúrios ocultos e estilo de vida [adoram passear nos USA]”.  É um grave engano considerá-los bondosos e bem intencionados, só inocentes caem nessa. São pessoas com uma grande dose de malícia direcionada para a má-fé. (Olavo de Carvalho). Os socialistas não querem o bem dos pobres, mas sim a destruição daqueles que consideram em condições que eles invejam, ainda que apenas um constrangimento moral para os fazerem sentir-se tristes por culpa. 


A lógica do sociopata invejoso é sempre distorcida para justificar, desonestamente, qualquer coisa. O convívio com os seus opostos é sempre desigual, pois quem tem limites lógicos e éticos para argumentar já parte em tremenda desvantagem.

Aqueles que se consideram pobres deveriam usar a vida dos que consideram ricos apenas como fonte de inspiração (exemplo) para melhorar a própria realidade. Infelizmente, essa só é a regra no Mundo do conto de fadas. Ao invés disso, criticam a vida dos ricos nas mais variadas formas pejorativas, inclusive dissimuladas de "bons conselhos" de alguém muito ético e bem intencionado. Essa atitude, na sua quase totalidade, é reflexo da mais pura inveja. Por sua vez, a política brasileira usa a desigualdade social e a natureza vil humana como ferramentas eleitorais fazendo o discurso da marginalização da riqueza e glorificação da pobreza para agradar a inveja da maioria dos eleitores, vendendo a ilusão de que a redução da riqueza [ou de seu incentivo] irá reduzir a pobreza por intermédio do governo. Como se o Estado brasileiro fosse igual ao Estado Norueguês ou Sueco (onde não existe esse imposto).  

A democracia brasileira está vivendo uma tragédia que denomino de “a supremacia dos idiotas”. A política brasileira inovou e criou a DEMOCRISIA que é a fusão da democracia com a hipocrisia. 

É notório que o Brasil é pobre. Mas, deveria ser  igualmente notório que reduzir a riqueza do topo da pirâmide só serve para enriquecer a aristocracia pública (políticos, magistrados, presidentes de Estatais) e a corrupção no Brasil. O único antídoto contra a pobreza é o seu exato antônimo: a riqueza.  Os dados da imagem da pirâmide não provam que o rico é o culpado pela pobreza da maioria, e sim que – infelizmente – poucos conseguem se afastar da pobreza na realidade da economia brasileira, que possui pouco valor agregado e muitos simplórios se procriando acima do que poderiam e deveriam. A cultura secular contra a riqueza faz com que a quase totalidade dos brasileiros não enxerguem essa consideração.

O que parece ironia de psicótico-solidário é verdade!



O gráfico acima demonstra que o aumento de bilionários contribuiu para reduzir a pobreza. As pessoas só invejam o mais, nunca o menos.  “Você só será invejado por quem se considera menos do que você” (Steve Jobs). Toda forma de excelência sempre foi alvo da inveja, o dinheiro por agregar vários preconceitos positivos em si talvez seja o mais invejado de tudo e, por consequência direta, os seus possuidores. A diferença entre rico e pobre  surgiu desde quando o dinheiro foi inventado na antiga Suméria. À partir da revolução industrial, a Instituição Católica do Vaticano usou a diferença entre ricos e pobres para o seus interesses políticos de poder e a transformou em ódio.  


O norte-americano pobre olha para o rico e pensa: “quero ser rico igual a ele”. O brasileiro pobre olha para o rico e pensa: “quero destruí-lo até que fique pobre igual a mim, já que eu não posso ser rico, então que ninguém mais seja”.  Esse fato é agravado pelo imposto sobre herança. Muitos engrossam o caldo da cultura “boçal-invejosa” brasileira a favor, e até desejosa de aumentar o imposto sobre herança, daqueles que consideram ‘ricos’ sem ver os absurdos jurídicos e suas consequências do Imposto sobre herança, que um dia poderão voltar-se contra si mesmo.

Há algo de extraordinário e aparentemente inexplicável nas paixões humanas quando são considerados a fortuna e a situação de outras pessoas. Muitas vezes o progresso e a prosperidade de um outro produzem inveja, que sempre contém uma boa dose de ódio e surge principalmente da comparação com o outro, ao invés de produzir sentimento de respeito e humildade. A riqueza é associada a comodidades, conveniências, sucesso e prazeres e a pobreza a seus opostos. As desgraças dos afortunados são associadas à fonte de prazer e uma certa  dose de orgulho. 

O Mundo é cheio de notórios invejosos percebíveis por qualquer um que dispensam explicações, mas qual a explicação para os invejosos considerados “burgueses”: filhinhos de papai [que não honram nem os esforços dos pais por eles] , estudantes pseudo-intelectuais,  o beautiful people da mídia e da moda que acham bonito as palavras de ordem como igualdade, injustiça social, ódio aos empresários, aos ricos, ao lucro? Estes são frutos de um caráter invejoso dissimulado percebíveis por poucos, cuja  reação é motivada por sentimento de culpa de usufruírem condições econômicas melhores do que a maioria produzido e alimentado pelos interesses políticos de poder do cristianismo.

Há um ditado psicanalítico Inglês que diz: "Somente o ferido pode curar-se". Portanto, não perca seu valioso tempo querendo curar o invejoso, ao invés disso afaste-se dele. Aponto essas características psicológicas para aqueles que têm curiosidade pelas investigações sobre a moral e a natureza humana: 

(1) A alegria do invejoso vem da comparação da própria vida com a do outro e não do avanço próprio; 

(2) Não perca tempo tentando ajudar/modificar um invejoso. É da natureza dele falar reclamando, culpando, condenando e criticando para sentir-se melhor em relação ao outro; 

(3) Querem fazer o invejado sentir-se mal. Aproveitam qualquer momento para dizer algo que pensam fazer o invejado ficar mal e se ridicularizar em relação ao invejoso e outras  pessoas. O invejoso adora divulgar notícia negativa apenas para poluir a mente e estragar a alegria daqueles com quem falam e invejam.  Eles não percebem que assim também poluem a própria mente e estimulam o próprio caráter invejoso; O prazer do invejoso é fazer o invejado sentir-me mal com ele mesmo.

(4) A lógica do invejoso é sempre distorcida para justificar - desonestamente - qualquer coisa para os interesses do invejoso em ofender o invejado; 

(5). Só respeitam (bajulam) pessoas que tem poder; 

(6).Elas tentam aconselhar para mudar o invejado a fim de que a mudança o prejudique; 

(7).Tem necessidade de atenção para sentir-se importante; 

(8).Tem o hábito de ostentar suas conquistas, e sentem-se mal com as conquistas de outros que consideram maiores que as suas.; 

(9).Expressam a sua opinião sem sinceridade, são falsos.; 

(10).São excelentes em fazer promessas de forma pública somente para se passarem por pessoas de bom caráter, mas que não pensam em cumprir, e nunca cumprem de forma altruísta, desinteressada; 

(11).Sentem-se mal em elogiar, e criticam os outros para se verem melhor; Os invejosos criticam (ridicularizar) a quem invejam a fim de diminuí-los. Por exemplo, se virem que alguém está indo bem financeiramente, podem dizer coisas como: "ele/a pode estar indo bem financeiramente, mas está velho, etc.

(12).Desejam o mal aos outros. Pessoas invejosas não podem suportar que outras pessoas tenham o que elas gostariam de ter, mesmo que não desejem as mesmas coisas, se virem que outra pessoa está indo bem em qualquer área da sua vida, isso as afeta tanto como se realmente perdessem algo. Só são gentis com os outros quando querem algo;

Para o objetivo presente basta observar, em caráter geral, que o poder e a riqueza produzem inveja, e a pobreza sentimento de inferioridade. A idealização socialista ou comunista com frequência é fruto de INVEJA, RESSENTIMENTO E REVANCHE, expressa também por meio de intervenção estatal na riqueza alheia, geralmente sem ressarcimento [compensação] adequado aos proprietários. No imaginário da mente doentia dos radicais teóricos socialistas, popularmente conhecidos no Brasil como esquerdopatas, os alvos da inveja, ressentimento e vingança são os ricos a quem invejam e denominam de exploradores capitalistas que ficaram ricos à custa da classe trabalhadora [como se ainda vivêssemos no início do século XIX, ou antes] que, por sua ignorância e vez, à parte a inveja, acreditam que poderão retomar e usufruir dessa riqueza confiscada por meio do Estado socialista, ou seja, acreditam que reduzir e desestimular a riqueza dos invejados produzirá proporcionalmente a redução da pobreza dos ressentidos [vingadores], ainda que a parcela da riqueza confiscada com imposto sobre herança seja destinada ao um estado notoriamente ineficiente, ineficaz e corrupto.

O povo brasileiro é caracterizado por uma maioria imbecil e simplória de discernimento facilmente manipulada pelos interesses políticos de poder do Vaticano que marginalizou a riqueza e os ricos sempre com o apoio dos piores aspectos da natureza humana: a inveja e a ignorância. Muito ajuda quem não atrapalha. Os ricos são os que não somente menos atrapalham, mas ainda mais ajudam o Erário, e figuram como os marginais da sociedade estupidificada brasileira.

Ser inteligente necessita de esforço, significa precisar crescer, e o crescimento (sentido amplo) é doloroso. Para isso, é preciso estar continuamente alerta e consciente; não se pode viver entorpecido como um sonâmbulo. Ser inteligente também é perigoso e muito difícil, pois é preciso viver com as multidões de tolos. Por que um homem da inteligência de Sócrates precisou ser morto? Olhar em seus olhos significava olhar no espelho. E os tolos eram tão tolos que, em vez de aceitar o fato de serem tolos, o curso mais fácil sempre foi o de destruir o espelho e se esquecer de tudo que possa lembrar a própria tolice e continuar a viver novamente na velha ilusão de que é a pessoa mais inteligente e culta do mundo. Em suma, destruíram Sócrates porque as massas decidiram que era melhor continuar medíocres, pouco inteligentes.  Ter dinheiro e viver em meio aos tolos é uma situação perigosa; eles tentarão destruir a sua riqueza e, se não conseguirem, tentarão destruir a sua reputação! Eles não podem tolerá-lo, pois você representa uma ofensa. Metáfora: viver com cegos e ter olhos é perigoso; eles fatalmente tentarão destruir seus olhos. Eles não podem tolerá-lo, pois você é uma ofensa!

A SEGUIR SÃO APRESENTADAS  OBSERVAÇÕES SOBRE A INVEJA

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"As pessoas mais insignificantes são as mais aptas a demonstrar desdém por outros, vivem querendo castigá-los pelas suas virtudes."

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  Na vida existem aquelas pessoas que não sabem aceitar a felicidade dos outros.

 Você será  alegria de quem te ama, a tristeza e a preocupação te quem te inveja e odeia.

 Você precisa reconhecê-los e ter cuidado com eles.

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Pesquisas demonstram que a felicidade não tem nada a ver com o nível absoluto de riqueza. O que realmente importa é a riqueza relativa, aquela comparada a de outras pessoas próximas. Por isso, a inveja é sempre de quem está próximo, tal como entre parentes.  É  preciso atenção  dobrada com estes !  A maioria das pessoas não se contenta em chafurdar na sensação de inadequação ou inferioridade. A válvula de escape mais comum é buscar uma posição de superioridade, ainda que  absolutamente falsa. A principal ferramenta utilizada é a do insulto ao invejado, tentando diminuí-lo para sentir-se mais elevado.

Uma das formas mais comum de manifestação de inveja é o ‘falso testemunho’: contar parte da história, suprimindo outra; falar de alguém, sem explicar o motivo porque esse alguém disse ou fez tal coisa; acentuar uma feição infeliz do caráter alheio, sem apresentar o lado bom – eis vários modos de dar falso testemunho. Conta-se que certo homem pegou uma senhora pelos cabelos, mas não se esclarece que foi para salvá-la de morrer afogada! É de fato difícil relatar a verdade toda; podemos involuntariamente omitir parte dela, dando oportunidade a interpretações errôneas, senão maldosas. Por isso, é dito que “o silêncio vale ouro e a palavra vale prata.”  Às vezes, o silêncio também converte-se em falso testemunho. Fala-se “fulano fez isso” e fica-se calado sabendo perfeitamente que não foi ele (ou isso) e sim outro, ou outra coisa.

O livro dos provérbios não faz distinção de o fato foi causado por dolo ou não. “ não ficará impune” e “quem mente perecerá”, isto é, sofrerá diminuição equivalente à morte, que pode ser hoje, amanhã, ou após muitos anos. Sempre que nos dispomos a falar de uma pessoa, é de bom aviso sujeitar previamente o que vamos dizer a três interrogações: 1. Será amigável? 2. Será verdadeiro? 3. Será necessário? Quanta coisa assim, ficaria por dizer!

Há ambientes que são verdadeiros centros distribuidores de perversidades. Visitados constantemente por pessoas de pouca ou nenhuma ocupação, e que aí são bem-vindas, justamente pelo novo material que trazem, não cessam a diabólica indústria contra a honra alheia. Tais ambientes nunca conhecerão a paz e a prosperidade, por causa do veneno que seus habitantes suportam.

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Como jóia de ouro em focinho de porco é assim o homem rico sem cultura e educação

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É certo que as línguas se calam quando se têm moedas no bolso, mas, a riqueza financeira precisa ser valorizada pela cultura. Quanto mais culto é o homem, tanto melhor compreende as distâncias sociais e intelectuais, respeita as convicções alheias e é paciente. Muitos simpatizam com os ignorantes e os deseducados, gostam de misturar-se com eles, não por simplicidade ou consideração ou respeito, mas porque, nessa companhia inferior, evitam o contraste com as criaturas elevadas que detestam, por inveja. Por não suportarem a autoridade moral ou intelectual alheia, atacam-na pelo ridículo: o rico acentuando a sua riqueza para o culto com menos dinheiro; o pobre falando mentiras do rico.

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O que despreza o seu próximo é falto de sabedoria

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Há atitudes que indicam muita presunção e pouca sabedoria. É natural que acarrete consequências desagradáveis. Para conseguir a integração requerem-se, contrariamente ao desprezo, a atenção, a vigilância, o interesse, a solicitude. Eis aqui um conselho eterno: afasta-te do convívio com o invejoso, elemento de perturbação e escândalo. Esse tipo de pessoa se assemelha a uma infecção que, não sendo eliminada, destrói o organismo. É preciso aprender a reconhecer a insignificância nas aparências e a discernir o profundo do superficial para afastar-se do mal.

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Os Tolos invejosos superestimam os ganhos materiais porque são dependentes do reconhecimento de outros

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O sábio sabe que não há vergonha alguma em poder desfrutar dos prazeres da vida, mas estabelece um limite quando os ganhos materiais se transformam em requisito para a felicidade. O Tolo invejoso  é   materialista  ao extremo.  É a inveja pela frustração de ver alguém possuir aquilo que o tolo invejoso deseja.   O Tolo invejoso incorre no erro de querer sentir a falsa superioridade com base nas coisas materiais.

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DA PERSONALIDADE DO INVEJOSO

-Tem uma enorme vontade de parecer uma pessoa de sucesso;

-Costuma fingir para causar boa impressão;

-fantasiam sobre como seria “estar no topo”

-Quer que as pessoas notem quando conquistam ou compram alguma coisa

-Comparam  os ganhos com os de amigos e familiares;

-Sentem-se frustrados por não terem a mesma sorte de certas pessoas;

-Espalham rumores negativos sobre pessoas que consideram de sucesso.

O Tolo invejoso  não sabe que a ênfase no materialismo não só indica uma falsa sensação de segurança como também acaba os colocando  contra o próximo. Quando o próximo tem mais do que o tolo invejoso, este logo se torna o alvo de invejas com  críticas sobre “como aquele ganho foi conquistado, e outras  difamações mais..”. Quando o próximo tem menos do que a pessoa invejosa surge uma sensação de satisfação à custa da comparação alheia. O estilo materialista tolo de viver é um grande causador  da desgraça auto infligida pela inveja.

O Tolo invejoso  não sabe que a ênfase no materialismo não só indica uma falsa sensação de segurança como também acaba os colocando  contra o próximo.

Quando o próximo tem mais do que o tolo invejoso, este logo se torna o alvo de invejas com  críticas sobre “como aquele ganho foi conquistado, e outras  difamações mais..”.Quando o próximo tem menos do que a pessoa invejosa surge uma sensação de satisfação à custa da comparação alheia.

O Tolo materialista invejoso tem uma necessidade de ser aceito e sente-se frustrado com a ideia de não receber essa aceitação, que só vem se estiver fingindo !!! 

Esses meios de atender às necessidades é muito irresponsável. O controle bem-sucedido consiste em defender as necessidades pessoais, no entanto, é preciso ter certeza dessas necessidades. A maioria das necessidades materiais são apenas “desejos’,  quando colocamos ambas sob a perspectiva correta conseguimos reduzir  esse tipo de desgraça auto infligida.

O Sábio sabe que  o mundo dá muitos motivos para nos sentirmos tensos e agitados, mas, como não podemos mudar o que os outros dizem e fazem, é melhor gastar nossa energia com quem pode fazer a diferença na sua qualidade de vida: VOCÊ  MESMO !!!

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Quem não sabe o que busca.. não se conforma com o que tem

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ASSISTA  À PALESTRA DO PSIQUIATRA  FLÁVIO GIKOVATE

https://www.youtube.com/watch?v=r-U-4p0aH4E

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Ele não me agrada - Por quê ? - Porque não me sinto à sua altura. Alguém já lhe respondeu de tal forma?  Enquanto o homem nobre vive com confiança e franqueza diante de si mesmo, o homem do ressentimento, da insegurança, da fraqueza, em suma, da inveja, não é  franco, nem honesto e reto consigo e com os outros. Sua alma olha de través; ele ama os refúgios, os subterfúgios, os caminhos ocultos, tudo escondido lhe agrada como seu mundo, sua segurança, seu bálsamo;  ele entende do silêncio, do não esquecimento, da espera, do momentâneo apequenamento e da humilhação própria. Eles imaginam seus ‘inimigos’ – os nobres, os bons – como “maus”, a partir do qual também elaboram, como imagem equivalente, um “bom” , no caso, somente eles mesmos! Mesmo o ressentimento do homem nobre, quando nele aparece, se consome e se exaure numa reação imediata, por isso não envenena.  Por outro lado, nem sequer aparece, em inúmeros casos em que é inevitável nos impotentes e fracos.  O homem nobre sacode de si, com um movimento, muitos vermes que em outros se enterrariam, não levam a sério por muito tempo seus inimigos, suas desventuras, seus mal feitos. Eis o indício de natureza forte e plena, em que há excesso de força plástica, modeladora, regeneradora, propiciadora do esquecimento.

O nobre concebe, de dentro de si, a noção básica de “bom” e a partir dela cria para si uma representação de “ruim”. Este “ruim” de origem nobre difere do “ruim” que vem do caldeirão do ódio insatisfeito interpretado e visto pelo olho de veneno do ressentimento, do inseguro, do fraco, em suma, do invejoso, que não são melhores do que animais de rapina contidos pelo costumes, pela vigilância mútua das relações pessoais entre si, pela lei, e que sempre que podem deixam atrás de si, uma sucessão horrenda de assassínios, incêndios, violações, torturas,  difamações, injúrias, calúnias, etc. como se tudo não passasse de brincadeiras de estudantes, um simples “trote” em calouros, que no ano seguinte mostrar-se-ão igualmente aves de rapina.

Com efeito, aquele que se entrega a essa paixão cega e fatal quase nunca se vinga às claras. No mais das vezes, assume uma atitude hipócrita, dissimulando os maus sentimentos que o animam. Toma então caminhos escusos, seguindo o inimigo na sombra, sem que este desconfie, e aguarda o momento propício para feri-lo sem perigo. Ocultando-se na dissimulação, vigia-o sem cessar, prepara-lhe ciladas odiosas, e quando surge a ocasião, derrama-lhe o veneno na taça.

Enquanto não consegue chegar ao torpe objetivo, ataca-o na sua honra e nas suas afeições. Não recua diante da calúnia e suas pérfidas insinuações, habilmente espalhadas dissimuladamente em todas as direções que vai cultivando pelo caminho alheio. Dessa maneira, quando o invejado perseguido aparece atingido pelo seu sopro envenenado, deleita-se de encontrar o alvo em contato com semblantes frios onde outrora havia rostos amigos e bondosos..[..], quando as mãos amigas que outrora o procuravam agora se recusam a apertar a do seu alvo invejado.[..].Essa é a forma de torpeza cem vezes mais criminosa  e cada vez mais frequente nos dias atuais  !

Outra forma de manifestação da inveja é a da criação de estereótipo negativos do invejado. A prática se dá na tentativa de identificar seu nome com uma certa qualidade ou ato mau. Há uma tendência humana a zombar ou condenar as pessoas mais do que louvá-las. Assim, o invejoso tenta associar o invejado a um estereótipo negativo, tal como fizeram com "Judas" ou "Messalina", ou como no conhecido fenômeno de preconceito nacional ou racial que deu um cunho negativo aos nomes "Judeu" ou "Negro" ou de forma regional como ao termo "carioca" no Estado de São Paulo.

Se falarmos com esses indivíduos sobre algum projeto que nos entusiasme, eles nos darão argumentos para não seguirmos adiante, já que se comparam o tempo todo aos demais e não querem ver suas vítimas levando vantagem sobre eles. Eis um sinal importante de que estivemos perto de um vampiro invejoso: sentimo-nos muito cansados e desanimados.

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O INVEJOSO TEM A VOZ DA MALEDICÊNCIA

Não se torne conhecido por difamar os outros.  Não seja espirituoso à custa do próximo: isso é mais detestável que difícil. Todos vão se vingar e falar mal de você, e, considerando que você é um e os outros são muitos, será derrotado antes que os outros reconsiderem.  Não fique contente com as desgraças, nem se quer as comente.  O fofoqueiro é sempre detestável, e, ainda que trate com personalidades notáveis, estas irão prestigiá-lo pelos seus deboches, não pela sua prudência.  E aquele que diz coisas ruins, ouve outras ainda piores.  BALTAZAR   GRACIÁN

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A inveja fornece a lama que o fracasso atira no sucesso.  A inveja nunca enriqueceu ninguém. De todas as paixões, é a que exige o serviço mais duro, e paga os menores salários.  O seu serviço é observar o sucesso dos invejados e seu salário confirmá-lo.   Charles Colton

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Ninguém olha diretamente para o sol resplandecente, mas todos o fazem quando está eclipsado.  Muitos acertos não granjeiam tanto a atenção geral quanto o único fracasso. Os maus são mais conhecidos e são mais murmurados que os bons são aplaudidos. Muitos eram praticamente desconhecidos até delinqüirem, todos os seus sucessos não bastam para encobrir um único deslize. Não se iluda, pois a malevolência notará todos os seus defeitos e nenhuma de suas virtudes.  Baltazar Gracián, A Arte da Prudência

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Não exponha o seu dedo machucado ou tudo vai bater nele.  Nunca se queixe dele, sempre miram malícia onde nos dói ou enfraquece.  Mostre-se melindrado e irá apenas encorajar os outros a fazerem troça de você.  A má intenção está sempre à cata do modo de lhe pregar uma peça.  Usa a insinuação para descobrir onde dói, e conhece mil truques para cutucar as feridas.  Nunca o atento se dê a conhecer, nem exponha os problemas, tanto pessoais quanto herdados, pois até a sorte às vezes gosta de nos ferir no ponto nevrálgico.  Sempre vai direto à carne viva.  Por isso não deve revelar o que o flagela e o que o reanima, para que o primeiro não dure e o último não termine. Baltazar Gracián, A Arte da Prudência

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Quem não quer ver aquilo que há de elevado no homem  procura com olhar penetrante aquilo que ele possui de mais baixo e superficial e com isso trai seu próprio ser.  Reagir à inveja é como morder um cachorro porque ele o mordeu. A inveja atira nos outros e acerta em si mesma.  É o mesmo que se autoc astigar.  Assim como a ferrugem corrói o ferro, o invejoso se auto consome. Provérbio Inglês

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Não se desencoraje por uma oposição muito violenta. Assaltantes atacam aqueles que carregam consigo joias, e não uma carroça transportando adubo.  É na condição de portadores de jóias que devemos estar prontos para repelir os assaltantes. A pessoa é invejada porque carrega “joias” no sentido de que possui algo que interessa ao invejoso. Essas “joias” podem ser boas ou más, porém para o assaltante elas simbolizam algo que deseja muito. O invejado deve se dar conta disso. Nunca perca da perspectiva o fato de que é como “um portador de joias” que se deve procurar viver, e nesta condição reagir. Portador de joias que podem nem ser percebidos como tais por Si mesmo, mas que os são para o outro, certamente. Quanto mais importante for o outro ou suas “joias”, maiores as possíveis violências com que podem assaltá-los. Exemplos não faltam na vida de quase todos! Talvez os mendigos fiquem de fora.

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O INVEJOSO É UM COMPÊNDIO DOS DEFEITOS ALHEIOS

Prestar atenção à infâmia alheia pode revelar que a própria fama está arruinada.

Alguns gostam de encobrir, ou lavar as próprias nódoas com as alheias, ou consolar-se com elas: este é um consolo de tolos.  Seu hábito fede; são fossas de imundície. Neste caso, quem mexe mais fundo fica mais enlameado.  Poucos escapam de ter algum defeito, seja por herdado ou adquirido. Só quando somos pouco conhecidos é que nossas falhas são desconhecidas.Quem é pedante não deve ser registro dos defeitos alheios, nem se tornar uma desprezível e desalmada lista negra viva.  Baltazar Gracián, A Arte da Prudência

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Quando um invejoso ouve outra pessoas ser elogiada, sente-se ofendido 

Provérbio Inglês

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Cautela com os "amigos"  !!!  Eles lhe poderão trair mais rapidamente, pois são comumente   invejosos.  Eles também se tornam mimados e tirânicos.  De fato, a quem diga que se tem mais o que temer por parte dos amigos do que dos inimigos. Se você não tem inimigos, descubra um jeito de tê-los. Todo invejoso ataca às escondidas, quase sempre disfarçando suas agressões como 'lições de moral'. Não há muita coisa que o Invejado possa fazer para evitar  invejoso; se todos tivessem o mesmo sucesso, a sociedade não funcionaria.  Aceite, portanto, a inveja como uma insígnia de honra. Não seja ingênuo, preste atenção. Quando atacado por um perseguidor moralista, não se deixe convencer pela sua cruzada, o motivo é a inveja, pura e simples. No final é melhor aprender a suportar os ataques.

Para sobreviver na sociedade, em todos os tempos, é preciso manter-se senhor  de 3 virtudes: coragem, sagacidade e a solidão ( a alma elevada  venera a si mesma, prescinde do reconhecimento alheio ) e eleger como companheira inseparável aquele vício impertinente e jucundo da falsidade que se chama cortesia.

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VENCER A INVEJA E A MALEVOLÊNCIA

Pouco adianta mostra-se indiferente, embora seja prudente.  Comporte-se com generosidade e você conseguirá muito mais.  Não há aplauso que chegue para quem falar bem de alguém que fala mal de nós; não há vingança mais nobre do que vencer e atormentar a inveja com mérito e talento.  Cada um de nossos sucessos será uma tortura para nossos desafetos, e nossa glória será o inferno para todos os rivais.  Trata-se do maior dos castigos; transformar a felicidade em veneno.  O invejoso não morre apenas uma vez, mas tantas vezes quanto o invejado é aplaudido.   A fama duradoura para o invejado significa castigo eterno para o invejoso.  O primeiro vive para sempre com suas glórias, o último, com suas penas.  Os clarins da fama soam a imortalidade para um, e toque de silencio para o outro, condenando-o ao cadafalso da invejosa suspensão. Baltazar Gracián, A Arte da Prudência 

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PREVENIR-SE  DOS BOATOS  MALEDICENTES

A massa de vulgo é um monstro de muitas cabeças:  muitos olhos para a malícia, muitas línguas para calunia.   Às vezes, circula um falatório e arruína a melhor reputação, e, quando se aferra a nós como um apelido, querem acabar com nossa fama.  Normalmente, o povinho toma ensejo em alguma falha saliente, ou algum defeito ridículo: material que presta à fofoca. Às vezes, são nossos rivais invejosos que com malícia espalham tais defeitos. Existem bocas desprezíveis que com uma pilhéria arruínam uma excelente reputação mais depressa do que com desaforos. É muito fácil adquirir uma má reputação, pois o mal é bem aceito, e difícil apagá-lo. Quem é prudente evite tudo isso, e fique de olho na insolência vulgar; pois é mais fácil prevenir do que remediar. BALTAZAR  GRACIÁN,  A  ARTE DA PRUDÊNCIA

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NÃO SE IGUALE AO INVEJOSO: FAÇA UMA GUERRA SEM SE SUJAR

Pode – se obrigar o sábio a fazer a guerra, mas não com baixeza.  Cada um deve agir como é, não como o obrigaram. Comportar-se de forma cavalheiresca com os rivais é louvável. Lute não apenas para ganhar poder, mas também para mostrar modos superiores. Vencer sem nobreza não constitui vitória, mas rendição. A generosidade é característica de superioridade. O homem de bem não usa armas proibidas, a exemplo das que adquirimos ao romper com um amigo. Mesmo quando a amizade termina em ódio, lance mão da confiança que um dia depositaram em você. tudo o que cheira a traição contamina sua reputação. Nos homens de bem se estranha qualquer átomo de baixeza. A nobreza jamais se coaduna com a vilania. Deveria poder se orgulhar de que a cortesia, a generosidade e a lealdade, se perdidas no mundo, poderiam ser encontradas em seu peito. BALTAZAR GRACIÁN,    A  ARTE  DA   PRUDÊNCIA

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APRENDA A USAR O DESPREZO

Uma maneira sagaz de conseguir as coisas é desprezando-as.  Quando se procura por elas, elas não estão lá, e mais tarde sem que as busquemos, elas vêm até nós.  As coisas terrenas são as sombras das eternas e se comportam como sombras; fogem de nós quando as perseguimos e nos perseguem quando fugimos delas. O desprezo é a mais política das vinganças. Uma máxima sábia: nunca se defenda por escrito, pois esta deixa uma pista e glorifica aos rivais, em vez de puni-los por sua insolência. Os indignos, com astúcia, se opõem aos grandes homens: tentam ganhar fama por caminhos indiretos, tais que diretamente não merecem. Seriam desconhecidos se seus excelentes oponentes não fizessem caso deles. A maior vingança é o esquecimento: enterrar os outros no pó da própria nulidade. Temerariamente, tentam tornar-se imortais incendiando as maravilhas do mundo e dos séculos. O melhor modo de calar a malevolência é ignorá-la. Contestá-las causa prejuízo. Dar- lhes crédito traz descrédito. Contra a rivalidade, a complacência; pois a sombra do desdouro, ainda que não obscureça de todo a maior qualidade, diminui o brilho. BALTAZAR  GRACIÁN,  A ARTE DA PRUDÊNCIA

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DESCUBRA ALGO PARA ELOGIAR

Dá prova do seu gosto e revela aos outros que se formou em meio excelente, fazendo-os desejar sua estima.  Aquele que conheceu a perfeição irá valorizá-la onde quer que apareça. Falar bem dos outros fornece matéria para conversação e para imitação. É uma maneira política de vender cortesia às perfeições presentes. Alguns fazem o contrário: sempre encontram algo para criticar, lisonjeando os presentes e depreciando os ausentes. Isto dá resultado com os superficiais que não conhecem o ardil de se falar mal uns dos outros. Há aqueles que adotam a política de estimar mais as mediocridades de hoje do que as excelências de ontem. Que o atento perceba estas sutilezas da abordagem sem ceder ao exagero, nem à lisonja. E saiba que estes críticos têm o mesmo modo de proceder não importando na companhia de que estejam, sempre se amoldando às circunstâncias. BALTAZAR  GRACIÁN,  A  ARTE DA PRUDÊNCIA

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Para um bom "amigo", escolha um bom amigo para ele. Ele sabe onde atacar. Diane de Poitiers. 1499 - 1566

Sempre que ofereço um posto vago, faço centenas de descontentes e um ingrato. Luiz XIV, 1638 - 1715

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Assim, eu mesmo já fui mais de uma vez iludido pela pessoa a quem mais amava e em cujo amor, acima de qualquer outra pessoa, eu mais confiava. Acredito, portanto, que seja certo amar e servir a uma pessoa mais do que a todas as outras, porém  jamais confiar tanto nesta tentadora armadilha da amizade a ponto de ter de se arrepender mais tarde. Baldassare Castiglione - 1478-1529

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Um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de 50 reais.  Numa sala com 200 pessoas, ele perguntou: ”Quem quer essa nota de 50 reais ?” Mãos começaram a se levantar. Ele disse: “Eu darei essa nota a um de vocês, mas primeiro deixe-me fazer isso !”  Ele amassou a nota e perguntou: ”Quem ainda quer esta nota? “Mãos continuaram levantadas.” Meus amigos, vocês todos devem aprender uma valiosa lição. Não importa o quanto eu amasse a nota, vocês vão querê-la porque não perdeu o valor, ela ainda vale 50 reais. Muitas vezes em nossas vidas, nossos inimigos tentam nos  amassar, pisar  para que os incautos que não os conhece bem e também a nós considere-nos imundo. Eles querem ver diminuído o valor, a importância do invejado. Não importa o que aconteça ou que acontecerá, nunca vamos perder o nosso valor aos olhos das pessoas de elevados princípios morais. Perder o valor para quem não tem princípios é o mesmo que não perder nada.

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O PREÇO DA INVEJA

Uma pobre mulher vendia queijos no mercado quando um gato se aproximou e roubou um. O cão viu o larápio e tentou tirar o queijo dele.  O gato enfrentou o cão  e os dói se atracaram. O cão latia e mordia; o gato chiava e arranhava, mas não chegavam a nenhuma decisão. “Vamos pedir à raposa para servir de juiz”, o gato finalmente sugeriu. “De acordo”, disse o cão. E lá foram os dois procurar a raposa, que ouviu seus argumentos com ar pensativo. “Animais tolos”, ela ralhou. “Para que tudo isso? Se quiserem, eu divido o queijo pela metade e os dois ficam satisfeitos.” “De acordo”, disseram o gato e o cão. 

Assim, a raposa pegou a sua faca e cortou o queijo em dois, mas, em vez de cortar no sentido do comprimento, cortou-o na largura. “A minha metade é menor!”, protestou o cão. A raposa avaliou ponderada o pedaço do cão, através da lente dos seus óculos. “Tem razão, é isso mesmo!, concluiu. E deu mais uma mordida na parte do gato. “Assim ficam iguais!”, disse ela. 

Quando o gato viu o que a raposa tinha feito começou a miar:  “Olha só!”  A minha parte agora ficou menor!”   A raposa colocou de novo os óculos e avaliou a parte do gato. “Tem razão!”, disse a raposa. “Espere só um momento que eu conserto isso. “E deu uma mordida no queijo do cão. E assim continuou, a raposa mordendo ora a parte do cão ora a do gato, até que finalmente comeu o queijo inteiro bem diante dos seus olhos.  A TREASURY OF JEWISH FOLKLORE.  NATHAN AUSUBEL. ED. 1948

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A inveja é um dos resíduos dos costumes bárbaros. Por isso, a inveja é um índice seguro do atraso dos homens que a ela se entregam. É um sentimento tão funesto quanto a falsidade, a vingança e a vileza são suas companheiras assíduas.

OS INVEJOSOS QUEREM CASTIGAR PELAS  VIRTUDES DO INVEJADO E SÓ PERDOAM SINCERAMENTE OS ERROS.

O invejoso nutre, no fundo, uma admiração oculta pelo invejado.  A fúria do invejoso sempre se direciona para um êxito.  Schopenhauer, filósofo que inspirou Nietzche, afirmou o seguinte  a esse respeito: "A inveja dos homens mostra quão infelizes eles se sentem e a atenção constante que dão aos que fazem os demais mostra como a sua vida é tediosa."

Isso não quer dizer que não se deve tomar cuidado com os invejosos, que cegos pela paixão negativa que os move, podem criar problemas. Como falar sobre a inveja não resolve nada - ninguém assume essa disfunção emocional - o mais sensato é evitar envolver o invejoso em seus planos, pois sua tendência inconsciente será tentar lhe boicotar.  Quando se fala sobre um projeto promissor a uma pessoa dessas, ela logo trata de apontar as falhas  ara  desanimar, para que não sigam em frente. por esse mesmo motivo, convém ocultar-se os êxitos sempre que possível. Dessa forma poupa-se sofrimento e evita-se a carga emocional negativa que poderia  atingir o invejado.

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A inveja drena a alegria, a satisfação e o propósito de viver.  Quando alimentada, produz ódio e vingança.  A vingança transforma uma pequena justiça em uma tremenda injustiça.  Cuidado ! Ela tem um apetite que jamais se satisfaz.  O invejoso subestima o que possui ou exagera o que não possui.  É alguém que parece saber como viver a vida de todo mundo, menos a deles mesmos. A inveja é um desejo ardente de que o invejado seja menos bem-sucedido do que o invejoso. A  inveja é o tributo que a mediocridade paga aos realizadores. Decida-se andar com a apreciação. A inveja é um fardo pesado demais para se carregar.

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DA DEPRECIAÇÃO SEM CAUSA 

Quando  vir  alguém  depreciando  as características de alguém ou de algo de forma irrazoável sem  uma  verdadeira  razão  lógica  para  tanta  veemência  na crítica ,  lembre -se do texto  abaixo transcrito.... [.....]...Muitos têm medo de olhar para  dentro de si mesmos, porque  ali  só irão encontrar inferioridade e o grande vazio do nada. Por isso, não gostam de olhar aqueles que julgam ser ou  estar  melhores que eles, porque, ao vê-las, veem a sua  própria pobreza. Eis aí a razão de tanta maledicência. Ao denegrir a imagem do próximo, sentem-se melhores que os alvos de suas críticas. São pessoas  que ainda não conseguem ver e sentir suas desvantagens com  a  devida  honestidade  e retidão de caráter ....[...] 

Este texto foi copiado  do livro  “ O Vôo da Gaivota “ por Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho .


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ATENÇÃO AO SE INFORMAR

Boa parte das informações as colhemos dos outros.  Vemos muito pouco por nós mesmos, e vivemos confiando no testemunho alheio. Os ouvidos são a porta principal da verdade e a porta principal da mentira. É mais freqüente ver do que ouvir a verdade. E as pessoas preferem vê-la do que ouví-la. Ela raramente nos chega pura, tanto menos quando vem de longe. Chega-nos tingida das mudanças da paixão por que passou, ora agradável, ora detestável. Tente sempre nos impressionar, de uma forma ou de outra. Tome cuidado com quem elogia e mais ainda com quem critica. Descubra qual o interesse pessoal, de que lado coxeia, para onde vai. Reflita bem para detectar os falsos e incompletos.

BALTAZAR  GRACIAN - A ARTE DA PRUDÊNCIA

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NÃO QUER SER CRÍTICADO? É SIMPLES: NÃO FAÇA NADA, NÃO SEJA NADA.

Toda grande ideia gera conflito.  O que você quiser fazer de grande na vida provocará desafios e críticas. Decida hoje: Não vou entregar o meu sonho a oposições que só fazem barulho. Adversários e críticos nunca estão interessados em resolver o problema, e jamais apresentam uma melhor solução. São como homens sem braços ensinando a arremessar algo. Se você se sobressair na multidão, espere mais críticas do que aplausos. Você já reparou que nunca se erigiu uma estátua a um crítico !Se alguém o deprecia, pode estar apenas tentando reduzi-lo ao seu próprio tamanho ! Um fracassado pode sempre ser apontando pela forma como critica o sucesso.

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OS INVEJOSOS NÃO PERMITEM DESLIZES DOS INVEJADOS

Às vezes, um pequeno descuido pode ser a melhor maneira de ajudar os outros a ver seus talentos.  A inveja muitas vezes isola: quanto mais cortês, mais criminosa. Acusa o que é perfeito de pecar, por não pecar, e o condena por ser perfeito em tudo. Transforma-se num Argo, procurando defeitos no que é muito bom, ainda que só para se consolar. A exemplo do raio, a critica dos invejosos atinge os locais mais altos. Que Homero cochile de vez em quando, e faça de conta que sua inteligência ou coragem -  mas não sua prudência - cometeu algum descuido. Assim, a malevolência se aplaca e não solta sua peçonha. É como atirar a capa ante o touro da inveja a fim de salvar a imortalidade. BALTAZAR GRACIAN - A ARTE DA PRUDÊNCIA

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Muitos críticos são como alguém que pensa conhecer o caminho, no entanto, não sabem dirigir o carro. Kenneth Tynam

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As mentes pequenas são as primeiras a condenar  as pessoas com grandes ideias. Se alguém fala negativamente de você, viva e trabalhe de modo que ninguém acredite nele. O temor às críticas é o beijo da morte no namoro da realização. Uma pessoa de sucesso é alguém que consegue construir uma sólida fundação com os tijolos que lhe atiraram.

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IMAGEM

Um corredor a toda velocidade virando a cabeça para trás  olhando contra quem está correndo. Qual a conclusão ? O corredor diminuirá a sua velocidade e pode até tropeçar ! O mesmo acontecerá se permitirmos que as distrações da inveja nos façam virar a cabeça Enquanto participamos da corrida que temos pela frente em nossas vidas.   Em lugar de quebrarmos recordes, quebramos o nosso ritmo contínuo.

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O indivíduo educado é aquele que aprendeu a conseguir o que lhe é necessário sem violar os direitos alheios. A educação vem de dentro. Consegue-se com emprenho, esforço e propósito.

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A  Arrogância por parte de quem tem mérito nos parece mais ofensiva que a arrogância de quem não o tem: para o invejoso o puro e simples mérito alheio é ofensivo.   Com esse aforismo, o filósofo alemão Nietzsche faz referência ao perigo da comparação, com a qual sempre perdemos. A comparação e a inveja que a acompanha refletem uma admiração mal administrada, que, em vez de ajudar na superação  pessoal, acaba agindo como um obstáculo à própria capacidade.  Esse sentimento, definido como "desgosto pela alegria alheia" , faz com que o invejoso tenha dificuldade e se relacionar de forma positiva com que o cerca, já que as pessoas que ele inveja costumam ser próximas. O invejoso encara a prosperidade alheia como algo que nos deprecia. O sucesso alheio ao invés de ser interpretado como um caminho a poder ser seguido, significa o próprio fracasso para o invejoso.  Quando o invejoso substituir a inveja pelo desafio, os méritos e as qualidades dos outros se transformaram em um convite para a própria superação.  A melhor comparação é a que fazemos com nós mesmos. De onde estamos, podemos aspirar à conquista do lugar que gostaríamos de ocupar. 

Texto extraído do livro "Nietzsche para estressados", do autor Allan Percy

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O VAGALUME E A COBRA

A cobra vivia perseguindo o vagalume, querendo devorá-lo.  Certo dia, cansado de fugir, o vagalume parou e perguntou à cobra: pertenço a sua cadeia alimentar?  A cobra respondeu: Não.   Eu te fiz algum mal?  Não.  Então por que você me persegue ?  É que eu não suporto ver você brilhar. 

MORAL

 Continue fazendo o seu melhor, aconteça o que acontecer. Seja autêntico ainda que a sua luz  perturbe os predadores.   Lembre-se de que, em última análise, o que somos comunica com muito mais eloquência do que o que dizemos ou fazemos ou o que dizem a nosso respeito. Trata-se simplesmente da radiação constante do que a pessoa verdadeiramente é, e não do que ela finge ser.  Tentar modificar as atitudes e os comportamentos exteriores não adianta a longo prazo porque estarão em desconexão com os paradigmas íntimos de quem os pratica a partir dos quais estas atitudes e estes comportamentos são gerados.  Nunca modifique seus princípios por percalço algum.A melhor forma de vingar-se de um invejoso é não se assemelhar a ele e não esconder o seu sucesso.  Guarde a certeza pelas próprias dificuldades já superadas que não há mal que dure para sempre.

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SAIBA USAR OS INVEJOSOS

Não segure a arma pela lâmina, que será ferido, mas pelo cabo que o defenderá.  E isto vale também para a competição. Quem é prudente considera os inimigos mais úteis do que o tolo considera os amigos. Pode a malevolência aplainar montanhas de dificuldades, que o favor não se atreveu a enfrentar. Muitos devem sua grandeza aos inimigos. A lisonja é mais traiçoeira que o rancor, pois o rancor corrige defeitos que a lisonja encobre. O homem prudente transforma a ojeriza em espelho, mais confiável que o do afeto, pois ajuda a reduzir os defeitos ou corrigi-los. Deve-se ter muita cautela quando se vive lado a lado com emulação e a malevolência. BALTAZAR GRACIAN  - A ARTE DA PRUDÊNCIA

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Quando você deixar sua marca na vida, sempre atrairá quem procure apagá-la. Esperar que o Mundo o trate com justiça porque você é uma pessoa boa é o mesmo que esperar que um touro não o ataque porque você é vegetariano.  Dennis Whaley

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 "Grandes mentes debatem idéias, boas mentes debatem eventos, mentes pequenas debatem sobre os outros"

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Você nunca abrirá caminho para o sucesso com comentários sarcásticos. Nunca ascenderá se estiver sempre colocando alguém para baixo. "Não existe caminho mais certo para que um homem venha a ser questionado sobre a sua dignidade do que se empenhar em depreciar a dignidade de outro homem". Tillotson

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 "Os homens e os automóveis se parecem muito: quando se houve um fazendo barulho constante é um sinal certo de que alguma coisa está errada sob o capô" 

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LEMBRE-SE  DISSO: se quiser um lugar ao sol, precisará  suportar algumas marcas e areia em seu rosto.

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Devemos efetuar campanhas de silêncio contra as chamadas fofocas, cultivando orações e pensamentos caridosos e otimistas em favor da paz. Planejar a infelicidade dos outros é cavar com as próprias mãos um abismo para si mesmo.

Palavras de Chico Xavier

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CONSELHO JUDAICO

Uma pessoa deve sempre levar em conta os sentimentos de seus vizinhos. Portanto, se no dia tiver ganhado muito dinheiro e ao retornar para casa com seus bolsos cheios de dinheiro e seu coração palpitando de alegria, não deixe de dizer a seus vizinhos que perdeu até o último de seus centavos, que estava arruinado. Assim, você ficaria feliz e os seus vizinhos também. Porém, se, ao contrário, tiver perdido tudo e trouxer contigo um coração angustiado, tenha o cuidado de dizer a seus vizinhos que nunca houve um dia tão maravilhoso como aquele, pois, assim você se sentiria infeliz e seus vizinhos também! É preciso estar atento às dissimulações dos personagens que compõem a nossa vida. Nossos amigos dissimulados e nossos inimigos dissimulados. Diz o Talmude (Bab.San., 105b): “Os seres humanos têm inveja de todos, exceto de seus filhos e discípulos.”

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O Invejoso dedica a sua vida despendendo energia na expectativa de que o “outro” não seja bem-sucedido. Não é capaz de sentir por si só, torna-se um vampiro que se alimenta não de vitalidade própria, mas do prazer da desgraça alheia.

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 “Quão inexperiente é preciso ser para crer que demonstrar talento ou juízo é o meio adequado para tornar-se agradável na sociedade. Muito pelo contrário, o que isso desperta na maioria das pessoas é um sentimento de ódio e rancor.” ARTHUR SCHPENHAUER, (1788-1860)

 “Triste dom o talento que serve para nos atrair o desprezo geral, ou o ódio. Diz-nos Alfred de Musset no verso de ouro que ser admirado não é nada; a questão é ser amado.” RUBEN DARIO, (1867 – 1916)

 “A maior satisfação do homem excelente está em provocar inveja, estimulando-a com os próprios méritos, acossando-a cada dia com maiores virtudes, para ter a ventura de lhe ouvir os rogos. Não ser invejado é inequívoca garantia de mediocridade.” JOSÉ INGENIEROS, (1877-1925).

 “É não ter bom caráter não admitir os maus caráteres existentes nesse mundo.” – JEAN M. DE LA BRUYÉRE.

 leia a fábula: "O Leão, a Camurça e a Raposa

Leia os contos: "O espelho mágico" e "O demônio e a Intriga"

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 link  com palestra  sobre inveja

 https://www.youtube.com/watch?v=96U6NU7gcU0