RIQUEZA X POBREZA X RELIGIÃO
Nos países nórdicos onde o ateísmo é de 90%..As igrejas já estão sem público e sendo utilizadas para o comércio. No Brasil ainda estamos distantes desse desenvolvimento. Somos culturalmente muito atrasados.. A maior parte da população ainda é manipulada igual as do medievo. A religião católica é causa de pobreza. É um ciclo vicioso, ela se alimenta da pobreza e do caos social.
A religião por trás do imposto e
O dinheiro por trás da religião
Ninguém entende melhor de riqueza do que a cúpula do clérigo Católico no Vaticano.
A agenda “progressista”
copia a agenda da religião política do Vaticano
que é a de desumanizar os cidadãos com a cortina de fumaça da exaltação de um coletivo
abstrato sobre a soberania do indivíduo, que deve ficar despersonificado subordinado
aos fins coletivos do Estado parceiro do Vaticano.
Todo altruísmo é uma forma de egoísmo (Nietzsche)
O egoísmo no altruísmo vai desde uma fútil necessidade de reconhecimento até compensação de um sentimento de insegurança e interesses inconfessáveis.
As decisões diante da incerteza, das dúvidas sem respostas e dos interesses de manipular os incautos revelam padrões de irracionalidade, inconsistências e incompetências muito frequentes, que, às vezes, assemelham-se a histórias contadas por idiotas. O ‘novo Deus cristão’ ficou só com o bem – o santo dos santos, o puro dos puros, que vive na câmara secreta no plano metafísico. O mal passou para os humanos imperfeitos e as concepções criadas de satanás, belzebu, diabo, lúcifer, anjos caídos, inferno, entre outros.
A teoria de que a religião é uma força para a paz não se encaixa nos fatos de sua história. [Steven Pinker]
A fonte de todos os erros da moral vem da admissão ridícula deste liame de fraternidade que os inventores do cristianismo criaram em sua época de infortúnio e miséria. Obrigados a mendigar a piedade dos outros, eles trataram de estabelecer que todos eram irmãos. Como deixar de socorrer os outros, admitida tal hipótese? Mas é impossível admitir esta doutrina. A natureza é clara no sentido contrário a essa infantil pretensão, pois mostra que todos são ‘a priori’ inimigos uns dos outros, num perpétuo estado de guerra recíproco. Ora, eu vos pergunto se isto aconteceria, na suposição de que as virtudes exigidas por essa pretensa rede de fraternidade existissem realmente na natureza? Se sua voz as inspirassem aos homens, eles as possuiriam desde o nascimento.
Desde então a piedade, a benevolência, a humanidade, seriam virtudes naturais de que seria impossível nos livrarmos, tomando, este estado primitivo do homem, que acabamos de ver, em coisa completamente diferente. É característico dos interesses da religião política do Vaticano condenar toda atividade humana geradora de prazer individual, sem propósitos altruístas. Toda atividade deve ser justificada por um objetivo social, uma ideia unitária de conjunto despersonificado, em nome do qual as pessoas devem submeter-se voluntariamente à sacrifícios constantes. A própria palavra verdade tem seu significado estabelecido pela autoridade o Papa e seus cúmplices: Os monarcas, os ditadores comunistas, no qual é preciso crer a bem da unidade coletiva, do esforço organizado pelo interesse público, na definição genérica de “bem comum”. O espírito de pesquisa independente e da crença no poder da razão são condenados. No passado quem ousasse usá-las poderia terminar queimado vivo na fogueira. Desculpam-se as piores opressões, desde que praticadas em nome do coletivo e conformados a padrões estabelecidos pelos interesses da autoridade. A maioria na cultura ocidental sempre foi incapaz de pensar com independência, aceitando, em geral, as ideias correntes comuns e contentando-se com a ideologia para a qual foi ou está sendo levada. Muitos ainda parecem gostar de rejeitar o uso da razão e tomam decisões baseados em graus de crença apoiada apenas em misticismo. O valor essencial para que a liberdade exerça a sua função de impulsionadora do progresso intelectual não é que todos sejam capazes de pensar ou escrever em concordância, mas que toda causa ou ideia possa ser contestada. Na liberdade haverá sempre quem ponha em dúvida as ideias de outros e submeta novas ideias à prova da discussão. Essa interação entre indivíduos diferentes é o que constitui a vida do pensamento. Ao tentar obstaculizar este processo, estaremos apenas impondo-lhe fronteiras e contribuindo para a estagnação do pensamento crítico e o declínio da razão. Nestas circunstâncias, o individualismo representa a humildade diante do processo evolutivo social, de tolerância com as opiniões alheias e a negação da arrogância intelectual implícita nas ideias autoritárias abusivas coletivistas sobretudo as motivadas pela falsa fraternidade.
Religião é uma indústria
multibilionária e que não é tributada de forma direta. E aqueles que são milionários com isso sempre fizeram de tudo pelo Poder para mantê-la e ampliá-la. O exemplo
mais notório é o multibilionário Vaticano.
A relação entre religião e tributação variam dependendo do país e das políticas governamentais em vigor. A seguir, forneço uma visão geral sobre o assunto. No Brasil, esses benefícios fiscais deveriam ser aplicados a organizações religiosas sem fins lucrativos, como igrejas, mesquitas, sinagogas, templos e outras instituições similares. As razões para benefícios geralmente incluem considerações de proteção à liberdade religiosa, encorajamento do voluntariado e serviços comunitários prestados pelas instituições religiosas, caritativas, educacionais e outros serviços que beneficiem a comunidade. Há quem argumente que a tributação das instituições religiosas pode interferir na separação entre igreja e Estado. É importante observar que o benefício fiscal só deveria ser aplicado às atividades estritamente religiosas e não às atividades comerciais ou de geração de receita realizadas pelas instituições religiosas. Por exemplo, se uma igreja possui uma cafeteria que vende produtos, essa parte da operação deveria estar sujeita a impostos comerciais. Será que é assim no Brasil? Em resumo, as instituições religiosas recebem tratamento fiscal especial devido à sua natureza sem fins lucrativos e às contribuições que oferecem à sociedade, mas esse assunto deveria gerar debates, haja vista que na época atual a relevância do papel religioso não tem a significância da antiguidade, medievo, renascimento. Os países nórdicos são preponderantemente ateus e desfrutam de um desenvolvimento socioeconômico muito superior ao Brasil e Argentina, por exemplo, dominados pelo Vaticano. A religião também é usada com o objetivo eleitoreiro.
O socialista vê o homem como entidade passiva que carece de movimento próprio e aguarda a mão e o plano do sábio governante. Eles falam focados na maioria. A maioria dos humanos é situado entre os homens comuns, sem poderes carismáticos particulares, cujas palavras nunca são mais que repetições daquilo que ouviu, cujas conclusões nunca vão além do que leu. São virtudes que não impressionam, que não acrescentam às existentes. Em geral são pessoas com dificuldade de aceitar e criar novidades ou desconformidade com seus critérios, não aceitam de bom grado questionamentos, dúvidas alheias, e toda novidade é vista, à priori, como falsa. A fim de realizar seus objetivos, a política socialista almeja apagar as diferenças humanas porque elas atrapalham o plano da igualdade. Se um povo dominado pelo Vaticano é incompetente para julgar por si próprio, o que esperar em um sufrágio universal democrático. Se a tendência natural humana é má o bastante para necessitar um governo controlador do coletivo, que necessita limitar a liberdade para controlar, o que esperar das tendências dos políticos governantes e do clérigo católico cuja instituição obriga a um controle hierárquico rígido.
"A desinformação é a maior causa de confusão"
Já foi permitido
que os valores do Vaticano influenciassem muito os governos da parte ocidental do mundo. A isto
a história denominou como A ÉPOCA DAS TREVAS.
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"Em todas as áreas, é saudável de vez em quando colocar um ponto de interrogação nas coisas que naturalmente são aceitas como verdadeiras." (Bertrand Russell); "Ache o começo das coisas e você entenderá bem mais." [Abbie Farwell Brown]. "Tome cuidado com as suas certezas. O grande problema do mundo é que ignorantes sempre têm certeza de tudo e os sábios estão sempre cheios de dúvidas". [Bertrand Russel - 1872 a 1970]. “O mais importante é invisível aos olhos”. [Antoine de Saint-Exupéry – 1900-1944). Há muitas pessoas e coisas que a distância amplia, mas que de perto até não valem nada. É da natureza humana procurar o que, a distância, parece uma grama mais verde. JEAN DE LA FONTAINE, 1621 – 1695.
“Ateísmo é o que acontece quando você lê a bíblia. Cristianismo católico é o que acontece quando o clérigo católico a lê para você.
“Pacificamente morrerão, pacificamente hão de expirar em teu nome, e além túmulo encontrarão apenas morte. Porém, manteremos o segredo, e para sua própria felicidade os seduziremos com uma celestial e eterna recompensa”. (O Grande Inquisidor ao Seu “Salvador”, em Os irmãos karamázov).
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"Para controlar um povo e tomar o poder tem que conhecer seus medos, e o maior medo é da morte. Quando se tornam escravos do medo da morte, é fácil convencê-los de que Deus irá salvá-los com histórias de uma vida paradisíaca após a morte, somente para quem seguir os preceitos divinos!
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"Eu sou o seu pastor e nada ME faltará"
Psicologicamente, os humanos não estão estruturados para aceitar os aspectos ruins da vida humana, as péssimas consequências das aleatoriedades existentes no mundo, que muitos relevantes fatos não têm, desde a origem do universo, causa ou razão identificável: a origem da vida humana, a finalidade de sua existência, etc. Isto faz com que seja muito doloroso para muitos aceitarem a falta de sentido ou propósito da vida. Muitos também são assolados pelo medo da certeza da morte e precisam de esteios para aguentar essa realidade, precisam acreditar que esta não é o fim e que "algo" há de haver que justifique todos os percalços do viver, uma das ferramentas de consolo é atribuir às divindades ou espíritos a razão maior para viver. Em razão desse viés psicológico, a maioria sente-se profundamente satisfeita em preencher lacunas de seu desconhecimento com explicações equivocadas e até fantasiosas. Esse viés humano é usado, de forma consciente ou inconsciente, para diversos interesses, tais como os das religiões e dos socialistas/comunistas.
A religião foi a ideia governante da maior parte da história humana, e já foi o único agente capaz de domar os lobos que então constituíam o rebanho de fiéis. O clero todo-poderoso fornecia ao povo as falácias compensatórias contra todas as outras opressões exceto a dele. Nas fileiras eclesiásticas já se concentrou toda a “verdade”, todo o conhecimento, toda “sabedoria”, toda “piedade” e, como consequência natural, uma grande porção de poder que sempre buscou ampliar e perpetuar. TODAVIA, os religiosos também são humanos e é preciso desconfiar muito deles também. O Vaticano é a prova mais notória disso.
Os Reis e os nobres amigos dos Reis eram vistos apenas como algo que existia para pisotear com o calcanhar de aço a garganta do povo prostrado, quebrado, debilitado, abatido. O povo não tinha outro “amigo” além do clero que lhes dizia que todos os homens são iguais aos olhos do Céu. Assim, enquanto a realidade dizia que o povo não tinha direito algum neste mundo, a religião lhe dizia que teria todos no próximo e, ia além, dizia que os que tivessem muito neste mundo seriam punidos no inferno. Essa falácia repetida durante séculos contribuiu para a marginalização da riqueza na cultura ocidental.
Religião é a
codificação do incodificável, a explicação do inexplicável. O ser humano não
aceita a incapacidade de compreensão então inventa ou aceita “verdades” para
suprir esta carência. Isso é arrogância, por falta de humildade perante o
desconhecido, o incognoscível. A vida na Terra para o Universo é
insignificante, o planeta Terra é insignificante dentro do Universo, o Ser
humano é insignificante. Como alguém poderia estar em contato com o personagem
fictício denominado de “Ser Supremo do Universo”, onipotente e onisciente? Então
inventaram a mentira de vida após a morte, vidas pregressas que justificam as
desgraças atuais, etc.. O Ser humano necessita do auto engano, da ilusão cognitiva para alivio de suas preocupações. De fato o interesse torpe oculto é o de considerar controlar
a selvageria humana compensando as desgraças com compensações futuras. O
comunismo é ateu exatamente para estimular o afloramento do
lado selvagem humano com o objetivo de fazer os pobres se rebelarem contra os
ricos. Quando qualquer
desejo humano, seja qual for sua natureza ou causa, torna-se uma premissa
ética, e toda gratificação de qualquer desejo torna-se um objetivo ético, não
há outra escolha senão odiar e ter medo uns dos outros, já que seus desejos e
interesses, necessariamente, colidem. O canibalismo moral de todas as doutrinas
hedonistas e altruístas reside na premissa de que a felicidade de um homem
exige o prejuízo de outro. Na ética altruísta se baseia a moral do cristianismo/comunismo/socialismo
que resulta em ofender a religião judaica e a riqueza. O direito do homem existir para o seu próprio
bem, pelo seu próprio interesse é automaticamente associado em implicar em
sacrificar outros. É como se para alguém ser próspero fosse necessário prejudicar,
escravizar, roubar ou assassinar outros. Só seria ético associar-se
prosperidade à renúncia de si mesmo, e quanto mais autodestruição mais perto do
ideal ético. Por isso também os socialistas/comunistas e o clérigo do Vaticano preferem manter a ignorância longe do alcance da
cultura, do discernimento e da verdade. Superficialidade é necessário para
manter a realidade do abandono cultural útil aos seus discursos altruístas. Os humanos precisam de moral religiosa para
serem bons, porque não possuem uma natureza boa, a maioria é um cão adestrado; Igualmente, se alguém precisa apoiar-se no discurso do socialismo para se fazer de bom, então a pessoa não é boa, é apenas mais um invejoso. A treva cultural que sustenta a religião católica, sobretudo no medievo, está perdendo o poder, ainda que muito lentamente.
O
homem é a mais insana das espécies. Adora um Deus invisível e mata a natureza
visível sem perceber que a natureza é esse Deus invisível que ela adora.
Os aspectos extrajurídicos do Imposto sobre herança servem para ajudar a entender o porquê da tolerância da sociedade ao citado imposto, cuja natureza jurídico-tributária vai de encontro a aspectos relevantes da ordem jurídica vigente em um Estado que indica em sua Constituição ser democrático de direito e de sistema econômico capitalista.
"Uma característica marcante da inteligência é a capacidade de fazer distinção"
Não ama o bem quem não odeia o mal. Esse é o principal motivo da antipatia do Vaticano comunista pelos judeus capitalistas corajosos que apoiam a liberdade e o individualismo meritocrático que não se acumpliciam com os interesses de poder do Vaticano que se ajusta ao imbecil coletivo com a ferramenta do politicamente correto. Em toda esquina há quem venera deuses por pura superstição e muitos políticos motivados pela ambição utilizam, mediante artifícios, a religião para conquistar a simpatia e o favor do povo visando exclusivamente aos próprios inconfessáveis interesses. Isso retrata bem a ignorância – consciente ou inconsciente – da natureza do bem e do mal, que produz o interesse/foco nas vantagens individuais e danos coletivos. Pouquíssimos são os que vivem motivados a realizar o que está ao seu alcance com dignidade, afastando toda leviandade, hipocrisia e interesse vil, que são atributos comuns aos tiranos vulgares, triviais, corruptíveis, e desprezíveis diante da razão capaz de examiná-los e identificá-los.
A vida sempre foi uma guerra e uma estada em país estrangeiro, cheia de humanos [quase a totalidade] com caráter negativo, selvagem, pueril, bestial, covarde, desleal, charlatanesco, tirânico, bajuladores, invejosos, conspiradores desejando ardentemente o poder, e tudo o mais que parte de ou atinge os tolos com alegria ou dor, não obstante todos, indistintamente, após haverem despendidos os seus melhores esforços tombarão condenados à dissolução entre os elementos químicos da natureza. Caso tenhas simultaneamente um palácio e a filosofia, saiba que é por meio desta que as coisas do palácio poderão ser suportáveis. Sempre que as coisas se mostrarem demasiado merecedoras de confiança, ponha essas coisas a nu e analise o que as torna dignas de tanto respeito. Lembre-se de que o mais provável não é a respeitabilidade e sim uma mera fumaça de respeitabilidade que é terrivelmente enganadora.
FAÇA O QUE EU FALO, E NÃO VEJA O QUE EU FAÇO
A Igreja Católica esconde o infame Banquete
das Castanhas. Trata-se de uma orgia sexual ocorrida em 31 de outubro de 1501, na
residência oficial do papa no Vaticano. O anfitrião foi Cesare Borgia , cardeal e, ainda
por cima, filho do Papa Alexandre
VI. Diz-se que não menos de 50
prostitutas estiveram presentes. Dizia-se até que havia um
concurso questionável. Os convidados que mais vezes conseguissem realizar o ato
com as prostitutas foram homenageados com valiosos prêmios, como túnicas ou
sapatos de seda. A principal fonte para esta afirmação bastante interessante é
o Liber notarum , o diário
cerimonial de Johannes Burckard ,
que era o mestre de cerimônias do Vaticano na época. Esse jantar inspirou
vários artistas para seus trabalhos. O pintor alemão Heinrich Lossow era conhecido por
suas ilustrações para obras de Shakespeare, Goethe e Schiller. Ele também
publicou alguns trabalhos pornográficos que foram recebidos como extremamente
picantes na época. Sua obra mais escandalosa foi sem dúvida O Pecado inspirado em orgias no
Vaticano.
Os maçons proeminentes na terceira
república da França (1870 e 1940) atacaram
os fundamentos da religião católica classificando-a de “praga infame rastejando nas veias do corpo político conspirando
mal-intencionalmente para o fim de toda ordem social, com seu clérigo de cruéis,
perversos e criminosos.” Infelizmente, vivemos em um sistema de crenças onde é mais fácil acusar sem provas um rico de vilão do que um vilão de uma instituição religiosa; mesmo ainda depois de provado, julgado e condenado, muitos ainda têm dúvidas. Qualquer pessoa
com quem encontres, indaga a ti de antemão: quais as opiniões que ela tem
acerca do que é bom e do que é mau? Quais princípios o orienta, o que visa e o que o leva a se
interessar por algo e a respeitar. Diante de toda ação alheia que observas,
indague a ti mesmo, na medida do possível, o seguinte: “Essa ação está
relacionada com qual objetivo?” É só interesse coletivo ou também individual? E faça isso com as suas próprias ações também. Assim, não te surpreenderás em nada nem te parecerás estranho alguém fazer
isso ou aquilo, e até concluirá que o que fez de mau lhe era imperioso,
natural, fazer. Desejas receber ou considerar elogios de uma pessoa que três
vezes por hora lança imprecações contra si mesma? Desejas agradar a uma pessoa
que não é agradável consigo mesma? Àquele que se arrepende de quase tudo o que
realiza? Não te limites a respirar recorrendo somente ao ar que te envolve,
mas também à inteligência que tudo
envolve.
A pessoa que desconhece o que é o mundo e a natureza humana desconhece até o lugar e as circunstâncias onde está. Observe atentamente os valores que norteiam aqueles que buscam prestígio, o que são e as coisas às quais se furtam e aquelas a que perseguem. Lembre-se sempre de que quão vulgares são a quase totalidade das pessoas que se ocupam de assuntos "solidários" e que se fazem de sábios! A maioria das coisas que despertam a admiração da multidão brasileira comumente se reduz ao que há de mais geral e vulgar. O indivíduo que tem um apreço verdadeiro pela elevação da razão, da moral e do bem coletivo não se importa minimamente com as coisas vulgares. É inevitável que aquele vulgar que fica carente das coisas pelas quais tem apreço se torne transtornado em razão disso e, ainda, culpe a todos pela sua carência, é o que os socialistas psicóticos-solidários fazem contra os ricos e a riqueza. A maioria vive transtornado por falta de coisas vulgares, até inúteis. Quão estranhas são as ações dos seres humanos! Deve-se ficar alerta em relação à maioria vulgar.
Afaste-se dos indivíduos desnorteados que desconhecem até o próprio caminho e contentam-se viver seguindo multidões. Reflita sobre os critérios da multidão. Faz parte da constituição de um ser racional não ser precipitado nem se deixar enganar facilmente. Não olhes ao teu redor dando atenção à faculdade condutora alheia, mas olhe diretamente para onde a natureza universal te encaminha mediante os acontecimentos que te atingem, e para a tua natureza que atua por meio das obrigações a que te submete sobretudo as de sua livre escolha. O sábio cultua a razão e a multidão não. Todos buscam os seus interesses e/ou aquilo com o que se assemelham, com o que têm afinidade para o bem ou para o mal. Como é notório nas manifestações das massas, a afinidade pode gerar relação mútua até entre aqueles separados pela distância. De fato, a maioria vulgar absolutamente se volta para aquilo que lhes é próprio e vantajoso, mesmo se errado, pequeno, inconstante e fadado ao desaparecimento. É preciso vigiar e controlar permanentemente a imaginação, o impulso, o desejo, para controlar a faculdade condutora. Da mesma forma que é preciso indispor-se o menos possível com as pessoas, é preciso acautelar-se da natureza humana de si e de outros, sobretudo daqueles que têm maus princípios. E é inevitável quando qualquer coisa que não tenha tido como base a prévia e livre escolha e que seja considerada um bem ou um mal, que a maioria tola venha a culpar os deuses e dirigir ódio aos outros humanos ao seu redor, acreditando que são os causadores da própria frustração, tal como é peculiar aos esquerdopatas brasileiros, políticos e eleitores. O sábio, porém, julga somente como bem e mal aquilo que está sob o seu controle, assim, não encontra motivo para acusar outros e nem para se colocar em uma postura hostil em relação aos seres humanos. Medite sobre a relação mútua de todas as coisas no mundo e ajusta-te às coisas que te foram destinadas pela sorte.
Tudo é costumeiro
e transitório. As pessoas morrem e os bons princípios ficam porque estes só morrem
se forem extintas as ideias que lhes correspondem. Cabem aos sobreviventes
mantê-los acesos continuamente. Foque em observar aquilo que presta. Observe o teu interior. A fonte do bem está em teu interior,
fonte capaz de jorrar sempre a teu favor desde que tu caves adequadamente sempre.
Cada pessoa vale tanto quanto valem as coisas que valorizam e com que se
ocupam. A arte de viver assemelha-se mais à arte da luta do que à arte da
dança, haja vista ser preciso estar alerta, não dar passos em falso e,
simultaneamente, evitar ser atingido reduzindo o impacto ou evitando os golpes
imprevistos. Analogamente, todos são involuntariamente privados da verdade,
logo, o mesmo se aplica à justiça, à moderação, à benevolência e a todas as
virtudes semelhantes. É sumamente necessário ter isso continuamente na memória
para evitar ser atingido gravemente pelos exatos opostos.
Para o fútil
amante da glória, a aceitação alheia é o seu bem; para o amante do prazer, suas
sensações e inclinações para o bem ou para o mal; para o possuidor de
entendimento, o bem são suas ações pautadas na verdade e na justiça. Independente
do que a multidão faça ou diga o sábio esforça-se para ser bom como se a
esmeralda não cessasse de dizer: não importa o que se faça ou se diga, devo ser
esmeralda e conservar a minha cor. Questione sempre: quem são estes que as
pessoas desejam agradar, e em função de quais proveitos e diante de quais atos?
A falsidade tem tanta força destruidora quanto o veneno. Aquilo que não traz
utilidade ao enxame, tampouco é útil à abelha.
Na vida em que o
corpo luta para não se deixar abater a todo instante, é vergonhoso que nele tua
alma se deixe abater antecipando-se a ele. Se alguém é capaz de convencer e evidenciar
que o que alguém pensa ou faz não é correto, deve-se considerar com contentamento
a correção; afinal, deve-se procurar a verdade, a qual jamais causou danos a
alguém. Aquele, porém, que persevera no engano e na ignorância causa danos a
outros e a si mesmo. Afaste-se disso e deles !
Na sociedade brasileira existe a crença de que o irreligioso não tem compromisso com a justiça, a bondade, a caridade, a solidariedade. Quase a totalidade dos brasileiros vive submetido aos efeitos dessa crença de forma inconsciente ou semiconsciente. Em razão disso, surgem os aproveitadores da crença religiosa do cristianismo. Com efeito, isso só prova a verdadeira natureza humana. É grande o número de “religiosos” que mentem voluntariamente para se aproveitarem desta crença sabendo que a maioria é de simplórios que não conseguem distinguir o falso do verdadeiro; que atribuem maldade aos bons e vice-versa; que ignoram os aspectos meritórios, que não têm capacidade intelectual para observar os sem-número de rebanhos de uma posição elevada. Esse tipo de astúcia no aproveitamento da miséria financeira e intelectual humanas existe porque a maioria gasta a vida com ideias que dizem respeito aos outros sem relação com o interesse comum. Vive privando-se de si mesma focada em ideias e ações alheias, com metas visadas pelos outros, com o que dizem ou pensam, com o que tramam, e outras coisas semelhantes. Em razão da empatia entre os semelhantes, estas observações servem tanto para os políticos quanto religiosos e seus fanáticos seguidores. Ademais, muitos são os que têm um verdadeiro gosto pela maldade, pelo discurso mentiroso, por toda forma de fingimento, pelo orgulho e pela soberba. A corrupção da inteligência é uma peste muito maior que as intempéries e a contaminação do ar que nos circunda. Tudo isso faz com que se afaste da necessária observação e atenção à própria faculdade condutora [próprios valores], no encadeamento das próprias ideias, o cuidado de evitar aquilo que é arriscado e vão, principalmente o que é supérfluo e pernicioso, fantasias voluptuosas. A maioria vive estimando algo como vantajoso a si que a obrigará algum dia a violar os próprios valores, a abrir mão do respeito que tem por si, a levantar suspeitas, lançar maldições, ser hipócrita, desejar algo que exige voluptuosidade. A maioria é do tipo que não sabe onde a estrada em que se encontra conduz. Frequentemente diverge da razão que a todos deveria conduzir. E parece encarar como estranhos os acontecimentos que os atingem diariamente, e realiza e diz coisas como se estivesse embalado pelo sono, como crianças que imitam os pais, que seguem o usual praticado pela boiada. Ser impressionado pela imagem de um objeto diz respeito a animais que pastam; ser impulsionado por cordões como marionetes diz respeito a animais ferozes, a homens e mulheres debochados. Impõe-se, portanto, possuir avaliação e proporção próprias para acompanhar cada ação a favor ou contrária. Aquele que abandona a razão ou a terceirize constitui um abscesso do mundo. É um fugitivo. Um cego quem fecha os olhos ao entendimento. Torna-se um indigente que carece de outras pessoas. Na vida sempre haverá pobres se mantendo fiel à razão e outros com muitos recursos para os estudos incapazes de fazer o esforço necessário para se manterem fiel a ela. Em razão dessas características humanas, a boa reputação nunca foi concedida a todos e esta é constantemente atacada por aqueles que vivem em um estado permanente de confusão mental não guiados por valores corretos para si e para a comunidade. As condutas ruins parecem ajustar-se à natureza humana e, repentinamente, se tornam dominantes e se instalam na mente produzindo desvio nesta.
Por toda a vida o maior cuidado é manter o pensamento ocupado com o que é próprio a um ser vivo racional e justo, sem servilismo, sem afetação, sem demasiado apego, sem demasiado desapego. Nada produz tanta elevação quanto ser capaz de distinguir a verdade em cada coisa que se mostra na vida e saber qual valor tem no que diz respeito ao ser humano e ao conjunto deste. A pessoa de bem não murmura palavras contra a verdade, nem age contra as coisas justas. Não se distancia do caminho reto, se deixando enganar. Apressa-se na direção de uma meta, afasta-se de vãs esperanças, auxilia a si mesma. A pessoa de bem sabe que o hoje é fruto do passado e semente do futuro, assim, preocupa-se com o que valoriza no presente. Observa com olho crítico seus princípios norteadores e os indivíduos sensatos, tanto aquilo de que se esquivam como aquilo que buscam. Observa atrás e adiante de si o infinito do tempo, e no que diferem neles o indivíduo que viveu 3 dias daquele que viveu 100 anos.
A vida requer vigilância permanente para que o ser humano se mantenha afastado da violência e incólume, acima de prazeres e sofrimentos, sem agir de maneira aventureira, destituída de meta, nem mentirosa e hipócrita. Mas, quantos sabem fazer o uso apropriado de si mesmo, como dar conta das obrigações com precisão, como distinguir nitidamente as coisas que se mostram? Para coisas que dependem de um raciocínio apurado, muitos [quase todos] são mortos-vivos.
Lembre-se de quão rápido todas as coisas são
condenadas ao esquecimento e ao abismo da eternidade, à inconstância e à
irreflexão daqueles que simulam palavras de benevolência e à estreiteza do
lugar que delimita o espaço da glória. Palavras que outrora era costume
empregar tornaram-se arcaicas e estranhas. Quantos médicos considerados
brilhantes morreram após cerrarem as pálpebras dos enfermos, quantos astrólogos
após previrem com ares de grandeza as mortes alheias, quantos filósofos depois
de produzirem inúmeros discursos acerca da morte ou da imortalidade, quantos
indivíduos corajosos depois de exterminarem muitos inimigos, quantos tiranos
que se apoderaram de vidas empregando uma cruel arrogância como se fossem
imortais, quantas cidades e nações pujantes no passado hoje se encontram
inteiramente mortas, além de uma quantidade inumerável de outras, ou quaisquer
outros humanos que depois de haverem conduzido muitos para o túmulo, foram eles
mesmos conduzidos a ele. Com efeito, tudo e todos depressa se extinguem, não
demorando para que um completo esquecimento os cubra. E digo isso daqueles que
foram considerados brilhantes, pois os restantes já no seu último alento se
tornam desconhecidos, ignorados. Tudo é efêmero, inclusive o lembrar e aquilo
que se lembra. Todo aquele que busca a fama não considera que cada um daqueles
que dele se recorda não tardará a morrer igual a qualquer desconhecido e seus
sucessores, até que, finalmente, a inteira recordação extinguir-se-á. Ademais,
o que representa isso para o morto? Para que serve o louvor mesmo aos vivos ? Trata-se
de claro desapego à razão.
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Em razão da realidade humana, o Governo controla as massas. As massas sustentam o Vaticano. O Vaticano sustenta o Governo. O Governo financia o Vaticano com imunidade de impostos.
Onde há Estado
deve haver o poder de tributar. Não há governabilidade sem tributação, pois se
o governo não tivesse a capacidade de tributar para quitar a dívida ninguém
emprestaria ao governo. Na economia contemporânea os fundos que o governo gasta
em qualquer área são, em última instância, arrecadados por meio da tributação,
haja vista a impossibilidade de imprimir moeda sem limite para todas as
necessidades fato que desvalorizaria a moeda e geraria inflação. CONTUDO, o
poder de tributar também é o poder de destruir. O Vaticano percebeu isso desde
os primórdios de seu interesse de poder. Ninguém entende mais de dinheiro do
que o bilionário Vaticano, de modo que com a sua secreta cumplicidade com os interesses confessáveis e
inconfessáveis dos chefes dos poderes dos Estados ao longo de muitos séculos
conseguiu proteger-se da pior hipótese de perseguição política com a ferramenta
da imunidade de impostos.
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Pode-se observar que, apesar do caráter dogmático e imperioso de toda superstição, a convicção dos homens religiosos é, em todas as épocas, mais fingida que real. Oriunda da natureza humana, principalmente do medo de acontecimentos futuros, cresceu sobretudo em uma época em que a superstição reinava sobre o homens muito fácil e rapidamente. A tendência para a adulação do desconhecido leva os homens a reconhecer a “divindade” como um ser personificado, perfeito e divino. Ostentam uma fé sem ressalvas e dissimulam ante a si mesmo sua real incredulidade, por meio das mais categóricas afirmações e do mais absoluto fanatismo. A habitual conduta de seu clérigo contradiz suas próprias palavras (O Vaticano é o exemplo mais notório) e mostra que seu assentimento nessas questões é uma operação inexplicável da mente muito próxima da incredulidade.
Fiodor Dostoièvisk observou
que o altruísmo pode esconder o mais profundo egoísmo inconfessável.
É ao mesmo tempo evidente que o império de toda fé religiosa sobre o entendimento é flutuante e incerto, sujeito a qualquer mudança de humor e dependente das circunstâncias do momento e dos interesses secretos.
A alegria dos liberais vem de suas próprias conquistas, enquanto que a dos psicóticos socialistas depende exclusivamente do prejuízo dos liberais. O socialismo é o sistema econômico que estimula os ratos a botarem a culpa de suas frustrações e fracassos no queijo ! O cristianismo católico é o braço religioso do socialismo e do comunismo.
Sempre adaptando-se à época para manter o Poder, as mudanças litúrgicas do Concílio Vaticano II, fizeram com que a identidade dos cristãos não mais se definiria como a crença no Evangelhos e a Fé nas palavras de Jesus Cristo, mas pela “opção preferencial pelos pobres”. A conferência de Medellin, em 1968, que reuniu os bispos da América Latina, reafirmou a “opção preferencial pelos pobres”. A Igreja seria mais profundamente identificada com os “últimos” deste mundo, que serão os “primeiros” no Reino de Deus. A identificação com as “elites coloniais” foi trocada pelos interesses de uma imagem de “aproximação” com os pobres (o uso da pobreza para interesses de poder).
Dependendo do interesses uma mentira se torna verdade, um erro se torna um acerto e um diabo se torna Deus. A ideologia socialista, tal como a cristã, é amorfa e muda conforme o vento e a época. Já foi ideologia do proletariado, que mudou para a da “defesa da paz” e após para a da “defesa dos direitos humanos” dos excluídos que são todos que sirvam para seus propósitos, incluídos aí até os que odeiam a normalidade e a liberdade, que se sentem por elas oprimidos. Direitos humanos desprezam a diferença entre os humanos. Todo humano deseja ser o melhor que puder ser, para isso usa referências melhores e nunca as piores. Ninguém deseja se nivelar por baixo ou ser forçado a usar referências piores do que considera em relação a si mesmo. Ao invés de tentarem se adaptar ou de aceitar o mundo como ele é, encontram (buscam) na ideologia cristã-socialista as ferramentas de ataque às normas para obrigarem os que odeiam e invejam a se curvarem às suas anormalidades, esquisitices, formas “alternativas” de qualquer coisa normal, correta, valorosa, útil. Enfim, acreditando que destruindo a tão odiada e invejada normalidade livrar-se-ão do terrível sofrimento [frustrações] que os oprime. Triste ilusão. Roberto Campos disse: "Os comunistas (psicóticos solidários) sempre souberam chacoalhar as árvores para apanhar facilmente no chão os frutos. O que não sabem é plantá-las !" Essa lógica está naquela pessoa que acusa outro de antipatriota porque investe fora do Brasil, quando - em verdade - a conduta se deve a não ter condição de fazê-lo para si, seja por falta de dinheiro ou por ser analfabeto no idioma estrangeiro necessário para este fim. A verdade do "patriotismo" não está na simples aparência de quem o defende. É como a moral da beleza interior tão defendida apenas pelas mulheres feias. A forma mais fácil de fazer a multidão fazer o errado é fazê-la acreditar que o errado é o certo! É como manter alguém feliz preso porque pensa que está solto. As crenças equivocadas também são uma forma de prisão. Tanto a política socialista quanto a cristã resultam em usar as causas populares para manter os interesses dos seus dirigentes em busca do poder e do dinheiro não importando a destruição da própria sociedade onde vivem. O exemplo mais notório é o da relação da cúpula do Vaticano e seus devotos.
Assista ao vídeo do link abaixo para entender melhor o catolicismo
https://www.youtube.com/watch?v=nsocp8r8Lmo
Há gente que se considera limpa, e não se lavou da imundice!
(Provérbios - Salomão)
O sagaz vê o perigo e se esconde;
os ingênuos prosseguem e
sofrem as consequências.
(Provérbios - Salomão)
O mundo é um lugar muito perigoso.
Nem sempre as coisas são como aparentam ser! O homem rico é preconceituosamente tido por sábio, mas o pobre sábio o questiona. Embora isto só exista no mesmo reino dos contos de fadas, dos unicórnios e dragões marinhos, o socialismo-cristão baseia-se na ideia criativa de que todo ser humano se comportará de determinada maneira (a mais perfeita) se todas elas estiverem em igualdade de condições, ou puderem desfrutar de iguais oportunidades. Ainda mais após serem compreendidas e perdoadas pela prática de um grave delito, tal como um “serial killer”. Em outras palavras, os humanos devem concorrer pela sobrevivência ignorando a própria natureza, a si mesmos e quaisquer vantagens de tenham ou possam esforçar-se para ter comparativamente. É como se o tenista Roger Federer tivesse que sentir-se culpado pelos próprios talentos, com os quais não pediu para nascer, e por isso, deveria lutar contra si para igualar-se ao pior tenista do mundo, haja vista ser considerado que a existência de alguém muito excelente ofenderia os inúmeros outros piores e seria ruim para o coletivo. Sob o prisma da analogia, é como se não pudesse haver diferenciação de produtos e inovação, que estão no cerne do desenvolvimento humano e social, que inclusive nunca pararam, nunca tiveram fim, basta observar a história. O próprio ser humano mudou diferenciando-se continuamente ao longo de milhares de séculos, ainda que inconscientemente pela maior parte da história. O capitalismo não é perfeito, tal como a vida real é cheio de reais obstáculos envolvendo diferentes circunstâncias, oportunidades e querer tão diferente quanto são as pessoas no mundo. Em geral, vive-se melhor na razão direta da quantidade de dinheiro disponível, porém. há inúmeras grandes barreiras para se conseguir dinheiro, talvez o mais notório seja o fato de que para ganhá-lo é preciso já ter algum para empreender em algo e obter mais; logo, quem não tem dinheiro deve trabalhar para quem tem, e, para isso, é preciso haver e conquistar espaço entre os milhares de concorrentes, etc.. apenas para citar o mínimo. A vida é uma luta pela sobrevivência em cujo ponto central está a necessidade de ter o dinheiro como um aliado. Porém, o mundo da fantasia socialista-cristã só serve para os clérigos sobretudo os do Vaticano e que são sustentados vendendo ilusão aos combatentes na única vida melhor possível : a vida real do capitalismo.
É preciso enxergar além das aparências. Infelizmente, o ser humano dá mais valor à aparência e acaba caindo na mesma armadilha com que tenta enganar os outros. Deve-se perguntar qual o interesse por trás de tanta gentileza do Vaticano a tantos ditadores que tanto desrespeitam os tão defendidos, pelo Vaticano, direitos humanos e os pobres? Só há uma explicação: interesse em Poder e Dinheiro. Analogamente, o discurso moralista de uma mulher feia não está na moral propriamente dita, mas no interesse de compensar a própria feiura constrangendo as bonitas. Alguém com um mínimo de discernimento deve-se perguntar: A ideologia de gênero é para de fato ajudar o ser humano ou nada mais é do que um instrumento para a destruição da família, a fim de criar uma nova sociedade anárquica e incestuosa? Em tudo na vida é preciso ir além das aparências !
A hipocrisia do Vaticano conseguiu instilar o sentimento (que passou a ser tido como verdadeiro) de que criticar os pobres é típico da maldade, da estupidez, do egoísmo, e o seu oposto a prova de uma mente esclarecida e avançada, comprometida com o que há de melhor na humanidade, e de sensibilidade refinada. Vários formadores de opinião foram (e estão) envolvidos nessa armadilha, muitos até vendidos pela própria vaidade e pelo interesse de agradar a maioria com o "politicamente correto": escritores, artistas, professores, cientistas, etc. visando indiretamente ao dinheiro. Todos (incluídos aí os esquerdistas-socialistas brasileiros) fazem parte de um grupo a que denomino “Clube dos Inocentes”, em analogia com a expressão “inocentes úteis”, adaptado do termo “idiotas úteis” do Lenin. São todos aqueles que não sabem das coisas, mas defendem a “causa” com ardor moralístico e religioso. Exemplo: Quando Eurico Gaspar Dutra proibiu os Cassinos de operar no Brasil a justificativa foi: "a tradição moral jurídica e religiosa do povo brasileiro". Vale se refletir sobre qual religião se referia ! Qual religião cuja hipocrisia estaria associada? Enquanto esse absurdo perdura, o Brasil perde bilhões em investimentos e milhares de postos de trabalho em hotéis com grande estruturas de entretenimento - os chamados resorts. Esse fato ilustra bem a cultura socialista hipócrita existente na cultura e mentalidade do brasileiro e o quanto medidas contra a riqueza são apoiadas pela massa estupidificada brasileira. Assim é o socialismo. A moral absurda pessoal de um dirigente imposta a todos restringindo a liberdade individual e econômica, com apoio de uma crença religiosa igualmente absurda.
O socialismo é o
sistema econômico que estimula os ratos a botarem a culpa de suas frustrações e
fracassos no queijo ! O cristianismo é o braço religioso do socialismo e
do comunismo. Até quando o povo brasileiro se submeterá aos absurdos e
interesses inconfessáveis do cristianismo. Ainda estamos na época anterior ao iluminismo
no que se refere a crença em superstições. É fácil fazer uma analogia com o apoio ao ITCMD contra os "ricos malvados"..
De forma inconsciente ou semiconsciente vivem financiando a fábrica de cordas com que também serão enforcados junto a todos os que consideram inimigos. Se retirar a máscara do clérigo do cristianismo e dos políticos psicóticos solidários não sobra nada. Some-se a isso o fato de o cristão está sempre acompanhado do sentimento de culpa pelo próprio sucesso (e até de buscá-lo), e quando olha para quem considera tê-lo sem culpa produz um grande sentimento de inveja e desejo de diminuir (ofender) o invejado. Essa é a vida dos seguidores da maior e mais disseminada fraude literária do mundo, que com o papel do falso remédio de suas ilusões compensatórias: 'os últimos serão os primeiros'; 'os pobres herdarão o reino dos céus'; 'os sofredores viverão no paraíso', etc.. que ao invés de apenas consolo contribuiu para a marginalização da riqueza/ricos e a glorificação da pobreza/pobres.
Não é que eu seja antipático. Eu
apenas não consigo fingir amar todo mundo todo o tempo como a maioria faz. Daí
a importância das sábias escolhas.
Viver é ficar se equilibrando o tempo todo entre escolhas e
consequências [Jean Paul Sartre]
A verdade pode matá-lo, e ser verdadeiro o fará ser odiado [Johnny Cash].
A mudança de tudo é uma constante, desde fatos simples até eras de mudanças e mudanças de eras. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Quem não observa as mudanças de sua época, quem permanece imutável, indiferente a relevantes mudanças, poderá terminar até destruído por ela. Há mais de 2000 anos Heráclito de Éfeso, filósofo pré-socrático considerado o “pai da dialética”, já dizia: tudo é mudança. O escritor e futurista norte-americano Alvin Toffler, autor dos livros “Choque do Futuro” e “A Terceira Onda” observou: O analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender (hábitos, formas de produzir, modelos e paradigmas obsoletos, etc) e reaprender. Galileu Galilei dizia: “não existe nada pronto e perfeito, e sim adaptações, mutações e transformações do conhecimento”. Aprender sempre foi um desafio permanente na vida em todas as épocas da humanidade, ele sempre existirá na vida de todos de modo formal (estudo tradicional) ou informal com estímulos voluntários ou involuntários (sortes e principalmente os azares).
Na base psicológica do socialismo/comunismo/cristianismo/esquerdismo brasileiro está o estímulo à luta de classes com inveja aos ricos (exceto a riqueza do vaticano), aos fortes, ao sucesso [seja o que este representar] e à “culpa social” pela “exclusão” e “exploração” capitalista, até [e talvez até principalmente] contra pessoas enriquecidas honestamente. Neste grupo existem também os que se sentem culpados pela sua própria condição relativamente “privilegiada” devido à influência do cristianismo que marginaliza as regras para a eficiência capitalista e a busca do lucro, enfatizando as “funções sociais” de forma deturpada, relativizando a linguagem do certo e errado, no seu lugar colocando a linguagem do “politicamente correto”, querendo fazer crer ser possível segurar o excremento por um local limpo sem sujar-se com ele e, pior, justificando-o.
O Instituto de
Pesquisas Sociais de Frankfurt foi criado pelo encantamento de Félix Weil,
filhinho-de-papai, de uma família arquimilionária, pela vitória do bolchevismo
na Rússia de 1917. Apesar da imensa fortuna herdada, Félix não se tornou nem um
verdadeiro empresário, nem um verdadeiro sábio, nem um verdadeiro artista, mas
apenas um mecena de esquerda, o que se chamava na época um “bolchevista de
salão”, tornando-se o protótipo do que já foi chamado de “esquerda festiva”, e
que abrange a quase totalidade dos "intelectuais" das esquerdas, desde os jovens comumente caracterizados de cabelos pintados de vermelhos, com tatuagens de Che Gevara, piercing nas sobrancelhas, nariz e orelhas até bem idosos: um tipo especial de esquerdismo
que veio a se tornar muito popular entre os intelectuais confusos, defensores da democrisia (fusão da democracia com a hipocrisia) pessoas
cujas vidas estão, pelos parâmetros tradicionais, em completa contradição com
as ideias que pregam.
Um homem sábio
uma vez disse: "Abelhas não perdem tempo explicando às moscas que mel é melhor
do que excrementos.” Leia isso novamente.
Ache o começo das coisas e você entenderá bem mais [Abbie Farwell
Brown]
Durante séculos a Instituição Católica demonizou o dinheiro e o considerou a raiz de todos os males. Principalmente na antiguidade e no medievo, cristãos devotos assassinavam, roubavam e traíam e depois usavam o dinheiro para comprar o perdão da Igreja, que estava sempre de prontidão para vendê-lo. O lado obscuro do dinheiro se refere exclusivamente ao lado obscuro do Ser Humano, e que sempre existiu e existirá. Muitos são vítimas dessa crença de forma inconsciente ou semiconsciente.
Toda forma de excelência sempre foi alvo da inveja, o dinheiro por agregar vários preconceitos positivos em si talvez seja o mais invejado de tudo e, por consequência direta, os seus possuidores. A diferença entre rico e pobre surgiu desde quando o dinheiro foi inventado na antiga Suméria. À partir da revolução industrial, a Instituição Católica do Vaticano usou a diferença entre ricos e pobres para o seus interesses políticos de poder e a transformou em ódio.
O arquétipo de Deus é o Poder. Dinheiro é gerador de possibilidades, portanto também é Poder. Logo a riqueza é algo mais próximo de Deus do que a pobreza.
O
dinheiro é a raiz de todo o progresso, da antiga babilônia até a China dos dias
de hoje. Se não fosse pelos homens de negócios, pelo capitalismo e pelo
dinheiro [riquezas], Colombo não teria chegado à América, James Cook teria
chegado à Austrália, e Neil Armstrong jamais teria dado aquele pequeno passo na
superfície da Lua. Nenhum exército [impérios] ou Universidades
[pesquisas] podem ser mantidos sem dinheiro. Nenhum brilhantismo intelectual
poderia prescindir de adequado financiamento para produção de progresso. A
ciência não progride sem o reforço da política e da economia. O dinheiro é o único
sistema de crenças criado pelos humanos que consegue transpor qualquer barreira
cultural e que não discrimina com base em religião, gênero, raça, idade ou
orientação sexual. Ele apenas amplifica o caráter ruim de quem o possui em
demasia. O dinheiro sempre esteve associado à solução e
desenvolvimento. Todo o bem estar do ser humano é dependente de bens e
direitos representados pelo seu equivalente em ouro e dinheiro, que constituem
medida cômoda de valor de todas as coisas, inclusive entre nações diferentes.
Graças a essas medidas de valor, os bens móveis e imóveis podem “acompanhar”
(no seu correspondente monetário) seu possuidor a todo lugar. E a possibilidade
de serem passados entre os interessados com mais facilidade alimenta toda a
cadeia produtiva do Estado. A tal ponto de sua importância poder ser comparada
a corrente sanguínea para o Ser Humano. Onde o ouro e o dinheiro são escassos
surgem ruína e desgraça; onde são abundantes há força no movimento das
trocas de riquezas. A igreja católica sempre soube disso. A
Instituição Católica sempre procurou atrair para o seu clérigo os membros da
aristocracia rica a fim de “herdar” seu patrimônio. O exemplo mais notório
foram o Papa Leão X, nascido Giovani di Lorenzo de Medici (1475-1521)
e o Papa Clemente VII (1523-34), nascido como Giulio di Giuliano de
Medici. Ambos da aristocracia da cidade de Florença, Toscana, a cidade
então muito rica e politicamente influente da Italia no medievo. O celibato foi
criado para afastar a hipótese de litígio sobre o patrimônio. As proibições
eram ótimos negócios porque produziam pecados que podiam ser amortizados com
dinheiro para a Igreja. A isso se denominava compra de indulgências. Para
perseguir os judeus, as pessoas que emprestavam dinheiro a juros, conhecidas
como usurários, foram excomungados pelo III Concílio de Latrão, em 1179. Até
mesmo argumentar que emprestar dinheiro a juros não era um pecado foi
considerado heresia pelo Concílio de Viena, em 1311-1312. Os ricos judeus eram
estigmatizados de usurários e ainda em vida ou seus familiares, após a morte,
tinham que transferir suas riquezas à Igreja Católica, se quisessem receber o
perdão, e para que pudessem ser enterrados em solo "sagrado": onde a
instituição católica reinava em conluio com os monarcas. Essa proibição disfarçada
de boas intenções puritanas objetivou criar mais uma fonte de enriquecimento
para a Instituição Católica.
Durante
séculos, o povo judeu ficou impossibilitado de trabalhar como os demais de sua
época, e, praticamente, a única atividade que sobrou foi o de trocar e
emprestar dinheiro. Por isso, os católicos igualavam os judeus ricos ao
conceito pejorativo dado ao capitalismo pelos socialistas, porque assim ficavam
“politicamente corretos” com a maioria pobre invejosa. Toda essa mesquinharia
socialista-cristã nunca trouxe progresso algum. Um meliante preso por
furto explicou que sua vida, desde muito cedo, fora tão marcada pela dor e pela
privação que sua sensação era de não dever sofrer mais preocupação alguma.
Justificou que – com base no cristianismo – tinha o direito de tirar de quem
era mais “privilegiado” e que o conforto adquirido ao fazer isto lhe era devido
pela sociedade ! Na França católica e agrícola do século XIX todo o
antissemitismo vinha dos esquerdistas católicos para quem – de todo modo – a
propriedade era um roubo. Pierre Proudhon, um esquerdopata proeminente de 1845,
acusava o banqueiro James Rothschild de contraproducente, um mero
“intermediário” parasítico. Tanto no passado quanto atualmente, e talvez
sempre, todo fanático socialista (esquerdopata no brasil) demonstra também o
fanatismo da Fé-Cristã.
Aqueles
que inspiraram o socialismo em todos os tempos se alimentaram de opiniões de
“visionários” que igualavam o capitalismo (o dinheiro) ao demônio. Esta sempre
foi a fórmula que resume o ressentimento dos que não têm o suficiente do que
gostariam contra aqueles que consideram ter muito.
Os
governos controlam as massas. As massas sustentam o Vaticano. O Vaticano
sustenta os Governos. A política do Vaticano sempre consistiu em elogiar o
errado, agredir o certo, abandonar o verdadeiro e valorizar o
falso. Deve-se observar que as pessoas do medievo eram muito facilmente
manipuladas por superstições e medo de irem para o inferno, purgatório, etc. É
importante perceber que não somos mais humanos do medievo, não se pode deixar
ser influenciado por este preconceito pejorativo contra a riqueza e os ricos.
“Justiça é dar a cada um o que lhe corresponde,
conforme a sua natureza e ações” (Platão)
A
igreja Católica marginaliza a riqueza e enaltece a pobreza para com isso obter
dinheiro que no mundo atual é representado por imunidade de impostos sobre o
patrimônio e a renda e obtenção de benefícios fiscais. Tudo porque trabalha
para os pobres !! A maioria dos políticos, por sua vez, agrada a Igreja
objetivando os votos dos devotos e colocam os interesses próprios acima do
público. Pouco se importa com a espoliação das famílias com o imposto sobre
herança, mais importante é o efeito favorável do discurso contra a riqueza.
fonte: UOL
A
realidade econômica do mundo mudou. Um pode ser rico sem que outro tenha que
ficar pobre; um pode ser obeso sem que outro morra de fome na razão direta de
sua obesidade. É notório que o país onde por acaso alguém nasceu tem
grande efeito sobre sua chance de ser pobre ou rico. É como se culpássemos
alguém que por acaso nasceu na Dinamarca pelas desgraças [sentido amplo] de
quem por acaso nasceu no Brasil. E o bolo da riqueza do mundo pode crescer
com o ingrediente do estímulo à riqueza. Em 1776, o escocês Adam Smith
publicou “A Riqueza das Nações”. Smith apresentou o seguinte argumento
original: quando o lucro é maior do que o necessário para manter a própria
família, o excedente é usado para aumentar o próprio lucro [a riqueza]. Daí decorre
que um aumento no lucro dos empreendedores privados é a base para o aumento da
riqueza e prosperidade coletivas. Decorre também que a ganância que na
antiguidade e medievo era vista como pecado, na verdade é algo bom porque a
riqueza de um produz benefício em outros. Egoísmo também tem sua parcela de
altruísmo. O aumento da riqueza de uns depende do aumento da riqueza de outros.
A riqueza gera riqueza e a pobreza gera pobreza. O rico pode comprar e vender
mais do que o pobre. No mundo moderno, as pessoas não ficam ricas saqueando o
vizinho. Os empreendedores ricos contribuem para o aumento da riqueza e são
pessoas úteis e benévolas à sociedade porque impulsionam o crescimento em
benefício de todos. Os portões do Céu cristão deveriam estar escancarados para
os ricos. O credo do dinheiro deveria ser atualizado para o novo credo do
capitalismo que determina que “os lucros da produção são reinvestidos em mais
produção e consumo, que produz crescimento em benefício de todos.”
O
clérigo do Vaticano agora se apresenta diante de nós com sorrisinho insinuantes
e mãos estendidas, como um comerciante pegajoso num bazar. Oferecem consolo,
solidariedade e elevação, porém, tudo em razão da competição no mercado por
devotos. Mas, nós temos o direito de lembrar como os representantes do “divino”
se comportaram barbaramente como protagonistas das mais variadas formas de
violências e crueldade de crimes que revelam o que o homem tem de pior, quando
eram fortes e faziam ofertas que as pessoas mais críticas recusavam. E,
ainda hoje, basta olhar os Estados e as sociedades onde o clero ainda tem o
poder de ditar seus termos. Os patéticos vestígios podem ainda ser vistos,
hodiernamente, nos esforços feitos pela religião para eximir-se de impostos, ou
de adotar leis que proíbem as pessoas de insultar a onipresente e onisciente
divindade, e, por tabela com o divino, os seus profetas, e seu clérigo na
Terra. A maioria do clérigo católico aparenta ser a personificação da
perfeição, verdadeiras aspirações para nós simples humanos, meros mortais. Eles
sempre estão impecáveis, seja no tapete vermelho ou em algum ensaio
fotográfico. Porém, de vez em quando, temos algumas oportunidades de dar uma
olhada por trás dessa cortina de fumaça de perfeição e ver a pessoa e não
apenas a aparência de pureza e santidade. E a verdade é que, nesses casos, a
experiência é assustadora. Há um velho ditado que diz: "Se você
quer manter o respeito pelo clérigo católico, ou seu apetite por salsichas,
deve ter o cuidado de não viver próximo aos primeiros para
não conhecê-los bem; e não ver como as salsichas são
fabricadas."
A
Instituição religiosa, sobretudo a Católica, sabedora do poder potencial
destrutivo e persecutório da tributação conseguiu compensar a perda do poder com
o benefício da imunidade tributária, por meio desta seu patrimônio e renda não
sofrem tributação do poder constituído. A imunidade nasceu na Europa, no século
4. Nos 520 anos da história brasileira [ref.2020], nunca as igrejas precisaram
pagar boa parte dos tributos. Em 1891, na Constituição republicana, houve a
separação da igreja do Estado, estabelecendo-se a liberdade de culto e o
casamento civil obrigatório. Apesar de não constar na lei, o estado não cobrava
tributos. A imunidade entrou na Constituição em 1946 e seguiu inabalável em
todas as outras versões: 1967, na emenda de 1969 e, finalmente, na atual, de
1988.









