A Moral do Socialista



A motivação da existência do socialismo surgiu há vários séculos. Por mais sofisticados/dissimulados que pareçam na roupagem contemporânea, a essência não mudou após muitos séculos. A essência da motivação psicológica da massa que apoia o discurso do socialista de shopping sempre foi a intolerância / inveja à riqueza alheia e à liberdade que a acompanha e auxilia.  O socialista é semelhante à religião política do Vaticano. É um ser incoerente que quer exercer uma censura moral limitadora da realidade sem alinhamento honesto na sua avaliação crítica da realidade e nas suas próprias atitudes com ela. Dessa maneira, seus ideólogos acreditam que sua religião ou partido político tem a única resposta real (e totalitária) para todos os problemas da sociedade. A arma psicológica do Vaticano e dos socialistas é fazer acreditar que aquele que não aceita suas teorias não trabalha pelos pobres e oprimidos e não se importa com eles, pois se dizem os únicos defensores dos excluídos. Todavia, a forma de defender os excluídos não é perseguindo a riqueza. O Vaticano usa o discurso religioso  com fins políticos sob a bandeira ideológica do socialismo. O socialista usa o discurso político da justiça social sob a bandeira ideológica da religião política do vaticano. Para confundir os incautos, em determinados aspectos a religião teria sido útil para a manutenção da ordem civil. Por meio de seus tabus, criou impedimentos sexuais e favoreceu a moralidade. Fora e dentro do casamento. Contribuiu para fortalecimento dos laços entre os indivíduos, e, sem dúvida, para isso, deveria defender a propriedade privada como um dos pilares para toda a sociedade, todavia, faz o exato oposto. 





Praticamente todos os poderes e órgão públicos são vaticanizados. Esse é o motivo invisível da desgraça do Brasil.

O vídeo informa a reunião de representantes de fracos e oprimidos contra os "exploradores" capitalistas egoistas e malvadões , conforme a evidência visionária deles, é claro. É a nobreza improdutiva da Entidade religiosa do Vaticano que explora o Brasil sem  contribuir com impostos sobre o patrimônio e renda que se sente na obrigação de pensar para dar caminho aos desvalidos à custa dos nobres produtivos de fora dos muros do Vaticano. Viviam de vender a fé, a justiça divina, na base da coação e extorsão da riqueza alheia. Atualmente a nobreza improdutiva do Vaticano vive planejando, fazendo lobby, ardilosamente para destruir a nobreza produtiva de fora dos muros do vaticano. Inveja é pouco para adjetivar essa gente. Psicanaliticamente, somos seres egoístas. Nossas virtudes decorrem do instinto de sobrevivência, de autopreservação. Nada de baboseiras cristãs: pureza da alma santificada (separada) do mal, e blá, blá, blá. Se Freud não fosse de família judaica não teria inventado a psicanálise. O judaísmo não nega e não marginaliza o egoísmo. Nem Jesus recomendou fazer caridade com a riqueza alheia, fazendo uns de animais de sacrifício de outros. O egoísmo é a força motriz do desenvolvimento desde que surgiram os primeiros humanos. Em conclusão: toda essa moralidade socialista de justiça social e fiscal é falsa. É tudo para atender aos interesses de poder de seus políticos. Tal como aquele que se elege falando de fome e após gasta milhões em viagens, talvez desnecessárias, sem nenhuma sensibilidade com a pobreza do país em que foi eleito. 

Todo coletivo representa a soma do resultado individual. Governo que não respeita o individual não respeita de fato o coletivo. Todo humano só tem o dever de ser honesto uns com os outros e com as regras a que todos estão submetidos, que devem ser iguais para todos. Isso é um princípio libertário de um país que se diz capitalista. O Brasil é capicomunista. Ao que se refere à caridade, solidariedade, educação, tolerância, etc. tudo isso deve ficar no campo da liberalidade de cada um. E do governo sem explorar uns em nome da justiça social. O Mundo não precisa do “amor” cristão. O mundo precisa de justiça como diz o judaísmo, o VT. Faz parte da justiça a desigualdade social baseada no respeito à liberdade individual com regras iguais para todos.






Direitos são princípios morais que definem coercitivamente relacionamentos sociais corretos. Assim como um homem precisa de um código social para viver, para agir, para escolher as metas certas e para alcança-las, também a sociedade precisa de princípios morais gerais a fim de organizar um sistema social harmonioso com a natureza do homem e com suas exigências para sobreviver. Embora os socialistas se considerem os únicos possuidores de consciência social, ou terem esta mais desenvolvida e sensível que os seus opositores, e repitam frases do tipo: “deixemos de lado a economia, vamos construir um mundo decente.” Na realidade, é uma atitude irresponsável, hipócrita e ignorante, cujos resultados históricos não justificam esse orgulho. No que se refere a criticar e a indignar-se ante as injustiças da ordem social existente, a atual geração socialista de Iphone supera todos os que a precederam. Mas, a prática mostra que os “socialistas” no campo da moral, na conduta individual e na seriedade com a coisa pública e princípios éticos, sempre priorizaram as conveniências pessoais acima do coletivo que é usado apenas como cortina de fumaça para os próprios interesses inconfessáveis, além de não saberem que *a moral é, por essência, um fato da conduta pessoal e só existe plenamente na esfera em que o indivíduo tem liberdade de escolha para sacrificar voluntariamente as vantagens pessoais face à observância de uma regra moral.


OS CANALHAS TAMBÉM SE ESCONDEM NA CORTINA DE FUMAÇA DA MORAL.

 

Fora da esfera da responsabilidade pessoal livre não há bondade, maldade, nem mérito pessoal, nem oportunidade de por à prova as próprias convicções pelo sacrifício dos desejos individuais ao que considera justo. Só quando se é responsável pelos próprios interesses e livres para sacrificá-los é que as decisões tem valor moral. Ninguém deve ter o direito de ser altruísta à custa de terceiros, ninguém deve servir de animal de sacrifício de outros e nem desejar que outros o sejam para seus interesses, nem há mérito algum em o ser quando não existe outra alternativa. A sociedade compelida a fazer o que é justo não tem direito ao louvor. 

Como disse John Milton (1608 – 1674): “Se toda ação boa ou má de um homem adulto dependesse de permissão, prescrição, ou coerção, o que seria da virtude senão uma palavra, que louvor caberia à boa ação, que honra haveria em ser sensato e justo?”  No Brasil, da época de Getúlio Vargas até hoje, o povo tornou-se gradativamente tolerante a abusos na crença de que o Estado resolverá todas as questões. O egoísmo sob a ótica individual, reprimido / marginalizado também pela influência do Vaticano, passou a ser gradativamente satisfeito pela crença da ação coletiva do Estado e, nesta hipótese, sem sentimento de culpa! Todavia, os valores do coletivismo nunca substituíram a prosperidade produzida pelo egoísmo da natureza humana. Por isso, o coletivismo necessita de submissão e coerção do indivíduo. No Brasil, a coerção estatal à liberdade individual nunca foi acompanhada de elevação dos padrões de ação social, mas sim de elevada ineficiência e corrupção. As virtudes menos estimadas e abafadas pelos interesses coletivistas – a independência, a confiança em si mesmo, a disposição para assumir riscos, para defender as convicções pessoais contra a maioria, para cooperar voluntariamente com os semelhantes, a liberdade, a verdade, a honestidade intelectual, o respeito pelo individuo – em que repousa uma sociedade próspera individualista, foram substituídas para fazer do indivíduo um simples membro sem distinção de um grupo organizado, sem estímulo ao progresso. A semelhança com a religião do Vaticano não é simples coincidência. A política coletivista vai ao encontro dos seus interesses de poder, ambos se completam e se apoiam mutuamente.  A eleição presidencial de 2022 indica, por certo, que o senso moral se embotou, ao invés de tornar-se mais refinado. As virtudes cada vez menos apreciadas são aquelas de que se orgulhava as gerações passadas: a independência, a fé em si mesmo, a iniciativa individual, a responsabilidade pela solução de problemas em nível local, a justificada confiança na atividade voluntária, a não interferência nos assuntos dos vizinhos e uma saudável desconfiança do poder e da autoridade são aspectos também que tornam distante a Suiça do Brasil e demais países onde o avanço dos ideais coletivistas progressivamente destruíram os principais valores do suporte ao desenvolvimento civilizatório de longo prazo, sendo substituídos pela falsa crença na tola eficiência Estatal imediata. O tolo povo brasileiro parece nem conhecer os valores peculiares à civilização ou ignorar a diferença que lhes produzem as propostas coletivistas. A política brasileira vive atolada no meio do caminho entre o liberalismo e o totalitarismo - pode ser denominada de capicomunismo.  O aprimoramento é individual, ninguém pode fazê-lo por ninguém. A salvação é individual, o coletivo aliena e reduz a responsabilidade individual. Ninguém caminha o caminho de ninguém. A dor e a resolução são individuais. O individuo com autoestima saudável não se preocupa em acreditar em Deus, mas se Deus acredita nele. A dimensão espiritual também é individual, é cada um consigo e seu querer e poder face ao universo. Os lideres populistas coletivistas religiosos ou não sabem reconhecer o seu público-alvo: o supersticioso, o inseguro, o com medo da morte, o que acredita em mágica e milagres..

Marxismo, comunismo, socialismo e progressismo é tudo a mesma coisa. Só a embalagem é que muda, conforme a ocasião e a plateia. Todos representam um fracasso político, econômico, social e moral.

Fracasso Social: O socialismo SEMPRE produziu uma pequena casta que vive no luxo e uma gigantesca multidão que vive na pobreza, ignorância e servidão. 

Fracasso Moral: a pauta socialista inclui a demonização da prosperidade, a promoção da marginalidade, o garantismo penal (para criminosos violentos), a opressão a minorias, a destruição ambiental, o crime de opinião, a liberação das drogas e o ataque à família.


Os esquerdistas são aqueles que têm um problema para cada solução que o capitalismo produz.

Qualquer pessoa com bom senso e motivada pela honestidade sabe que ações interventoras do Estado jamais conseguiram beneficiar todos os indivíduos objetos do discurso altruísta-coletivista – seja em termos comerciais, culturais ou sociais. Apenas o capitalismo pode fazer com que uma sociedade cresça e se desenvolva por igual, cabendo ao Estado apenas o papel de assegurar os princípios básicos dos direitos individuais. Os discursos políticos e dos “intelectuais” no sentido contrário ou é ignorância, ou é a falsidade do “politicamente correto” para camuflar interesses escusos ou por personalidade pusilânime incapaz de resistir as pedradas por ficar ao lado da verdade. A crença de que o certo e o errado dependem do ponto de vista apartado da racionalidade, além de não poder ser considerado moral, é a negação da moralidade. O único direito fundamental é o direito a autopreservação, todos os outros são derivados dele para apoiá-lo. O direito de um grupo deve se referir ao direito individual dos que o compõe. Deve haver rigorosos limites para reduzi-los. 

Emmanuel Macron ao pedir sacrifícios ao povo francês subitamente lembrou-se de que estava usando um relógio de 80 mil euros, e “voilá”, como um mágico, ele desaparece debaixo da mesa. Moral: os socialistas são todos iguais em qualquer lugar do mundo. Socialismo para o povo e as benesses do capitalismo para eles. Essa é a herança da França católica.  É fácil defender socialismo e usar Prada; difícil é viver o que os socialistas pregam.  *Pergunto a todo socialista:* Se sua vida privada entra em conflito com sua opinião intelectual “não ideológica”, isso anula as suas ideias intelectuais socialistas? Certamente, não anularia as atitudes na vida privada do socialista !! Essa dedução é até muito óbvia. Todos preferem o frio de NY às praias ‘calientes’ de  Cuba e Venezuela, etc..  O homem digno não deseja receber por seus fracassos, nem que o amem por seus defeitos. Ele não desperdiça seu corpo como sacrifício, nem sua alma como esmola por sentimento de culpa injustificável. 

Os parasitas místicos do auto sacrifício de fachada que, em todas as eras, insultaram o homem digno, ao mesmo tempo que honraram os saqueadores sempre souberam o motivo secreto de sua  zombaria: “o homem digno é a entidade que eles invejam e temem no poder – o homem justo, que não aceita ser pago e pagar ou ser retribuído e retribuir pelo que não merece e para os que não merecem; que não evoca direitos místicos para se colocar como vitima ou credor de outros. 

A filosofia para a vida na Terra deve ser fundamentada na realidade tal qual ela é, de forma objetiva, pragmática, tratando a razão como o único meio de interpretar a realidade. De outra forma é cultivar uma consciência insalubre. O homem racional não se permite desejos que estejam divorciados dos meios de que dispõe. O homem racional não deseja nada além do que aquilo que o seu esforço próprio possibilita ganhar. Ao homem guiado pela razão interessa a liberdade, ainda que na luta pelos seus valores exista a possibilidade de derrota, o que é reconhecido como uma das possibilidades do jogo da vida. A religião da “humildade metafísica” é acompanhada de falta de compromisso com as coisas do mundo real, e seus seguidores agem como se o mundo construído pelo esforço de outros lhe devesse algo. O resultado da influência dessa cultura “metafísica” é a produção de humanos irresponsáveis intelectualmente que se julgam vitimas da sociedade, e exigem o seu quinhão do que foi construído pelo esforço de outros. Os ricos lhe devem! Como? De alguma maneira, seja como for! Este pensamento fundamenta toda a psicologia das “reformas sociais”, ou “serviços sociais”, ou “propostas socialistas nobres”. Ao se tornar irresponsável pelos próprios interesses e pela própria vida , permite-se considerar irrelevantes os interesses e a vida dos outros. O homem racional não reivindica algo imerecido. Somente parasitas da doutrina da “humildade metafísica” veem todo competidor como uma ameaça e todo sucesso alheio imerecido. É ilógica a conduta de humanos que acreditam ter direitos sobre direitos alheios, pensar que o universo deve beneficiar alguém do nada e que o acaso deve premiar os incapazes.  Homens justos não devem pagar pelos vícios de seus pares. Vale lembrar a ofensa da religião do Vaticano ao Homem justo fariseu.


No início do século XX pode ter havido alguma desculpa (embora não justificativa) para a crença generalizada de que o socialismo é uma teoria política motivada pela benevolência e que aspira à conquista do bem-estar humano: abolição da pobreza, a conquista da prosperidade geral, da paz e da fraternidade humana. Todavia, ao invés de prosperidade, trouxe paralisia e/ou colapso econômico. O grau de socialismo equivale ao grau de desastre. O socialismo da Inglaterra fez com que a nação mais rica e orgulhosa da Europa fosse reduzida à potencia de segunda classe, a um reino de mediocridade, e que milhares migrassem para EUA, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Na Rússia Soviética, na China e Cuba, reduziu o povo à pobreza indizível dos tempos pré-industriais, à inanição literal, a estagnação na miséria. Hoje, à luz dos resultados, já passou muito da hora de questionar os motivos dos defensores do socialismo. 


Que tipo de personalidade e a que interesses de fato se referem a seus defensoresSó a corrupção moral e os torpes interesses podem justificar a complacência insensível de seus simpatizantes, que se intitulam progressistas e defensores da fraternidade humana, e jamais que seja motivado pela benevolência e pelo desejo de alcançar o bem-estar dos homens. Nenhum homem autenticamente inteligente, honesto e benevolente poderia negar ou ignorar todas as desgraças produzidas pelos socialistas no poder, somente aqueles medíocres pretensiosos que anseiam e apelam por um manto de "grandeza", "prestígio" e benefícios materiais imerecidos,  cuja ânsia de poder corresponde à manifestação de impotência e de aversão a si mesmo. O Poder, seja em que nível for, sempre atraiu os piores humanos, principalmente os psicopatas, e suas piores secretas intenções. O hábil demagogo socialista trabalha para criar seguidores sectários cegos, surdos e mudos para o contraditório. Conforme a natureza humana indica, é mais fácil aos homens concordarem sobre um programa negativo baseado em ódio ou em inveja aos que estão em melhor situação – do que sobre qualquer plano positivo. O discurso em prol da luta comum contra os que consideram fora do grupo é um ingrediente essencial a qualquer ideologia capaz de unir solidamente um grupo contra outro. Essa estratégia é usada por demagogos que buscam a fidelidade irrestrita de grandes massas. A figura do inimigo invejado constitui uma peça indispensável no arsenal do líder totalitário ou demagogo no mau sentido do termo. Por isso que o discurso da defesa de direitos dos mais necessitados sempre se refere à retirada de direitos de outros vistos e colocados como mais desmerecidamente favorecidos. Para isso, usam categorização pejorativa dos alvos com critérios gerais do tipo “capitalista egoísta malvado”; eles não querem que os pobres melhorem; etc. ignorando completamente suas capacidades de empreender, produzir e gerar riquezas e o benefício disto à coletividade. O quanto o milionário absorveu de tributos como contribuinte de fato no final da cadeia produtiva ao comprar um avião, um navio ou uma mansão novos é totalmente ignorado. Ao voltar-se a seus interesses egoístas, o indivíduo que empreende, tendo como meta o seu próprio benefício, acaba por fazer girar a economia da sociedade que lhe cerca, gerando empregos e riquezas, criando melhorias em processos produtivos e melhorando a qualidade do seu produto por conta da concorrência – tudo isso como consequência de uma economia de livre concorrência e liberdade individual e econômica. É possível gerar benefícios compartilhados pela sociedade e ao mesmo tempo não infringir o direito individual de nenhum dos seus atores participantes, se afastadas a inveja e a ignorância.




Mentem fazendo-se de preocupado com os humanos, mas só estão preocupados de fato com os próprios interesses. Usam o discurso da ética do altruísmo-coletivo para camuflar o próprio egoísmo do tipo bandido.

socialistas usam os pobres


Ao voltar-se a seus interesses egoístas, o indivíduo que empreende, tendo como meta o seu próprio benefício financeiro (marginalizado pelo Vaticano), acaba por fazer girar a economia da sociedade que lhe cerca, gerando empregos e riquezas, criando melhorias em processos produtivos e na qualidade de seus produtos por conta da concorrência – tudo isso como consequência de uma economia de livre concorrência. Assim, gera benefícios que são compartilhados pela sociedade, ao mesmo tempo em que não infringe o direito individual de nenhum dos atores participantes, pois tudo decorre de um processo voluntário, desde o funcionário que vende sua força produtiva até o cliente que escolhe pelo produto que melhor lhe atende. Se o empreendedor, nestes termos, é rico, a sua riqueza depende do consumo de seus serviços e mercadorias de forma livre pelos seus clientes. Forma-se assim uma cadeia de melhorias que não teve como causa um sujeito revolucionário visando ao próprio enriquecimento imerecido sob a cortina de fumaça do falso discurso da “ética” altruísta-coletivista, mas sim de um indivíduo que pensou, egoisticamente,  de forma honesta e natural, primeiramente em seu próprio benefício, e, por isso, impactou positivamente toda a economia e a sociedade. Isto só é possível em um sistema que proteja e possibilite a liberdade individual e econômica, e marginalize a hipocrisia do discurso contrário.  Em contraponto ao egoísta inteligente, há o egoísta bandido. Nestes termos, há o parasita socialista psicopata líder que se auto legitima com sua ilusão mística de grandeza como porta-voz “do público” a buscar o poder que não merece para usá-lo como um justiceiro em nome do “coletivo”, de uma “necessidade pública”. E o parasita que o apoia, cujo empreendedorismo máximo é o de solicitar auxílio governamental a fim de receber o que não fez por merecer e, para tal, o  objetivo máximo do seu egoísmo é o de bajular aquele.  É exemplo típico o funcionário público "socialista", cujo interesse real inconfessável é o de receber aumento salarial como se devesse ser considerado um importante instrumento público de distribuição de renda pública; que monitora a receita do Ente Público apenas porque relaciona esta à condição de aumento do próprio salário. Estado rico e povo pobre é a natureza "progressista" da política social democrática apoiada pelos servidores públicos "socialistas", cujo interesse secreto é de ter um patrão rico para poder pleitear aumento salarial, e que todo o resto se exploda. Ambos não sabem que a verdadeira grandeza só existe e é alcançada pelo esforço produtivo da mente de um ser humano na busca de objetivos racionais claramente definidos, e nunca exclusivamente por reconhecimento de um Ente Público. Nenhum individuo pode ser tratado pelo Estado como um animal de sacrifício em prol de um coletivo difuso, indefinido, ou de outros indivíduos cujas desgraças não tenham as suas causas bem identificadas e delimitadas. Um grupo não pode ter nenhum direito diferente dos seus membros individuais.



O símbolo máximo do caráter psicopatológico do socialista quando chega ao Poder máximo da ilusão socialista são os monumentos públicos apresentados como um magnífico presente às vitimas cujos trabalhos forçados ou pelos seus dinheiros extorquidos pagaram por ele – dedicados ao serviço de todos e de ninguém; pertencentes a todos e a ninguém; admirados por todos e usufruídos por ninguém. Construídos para  obsessão por prestígio aos olhos de qualquer um, de suas vítimas; dos pobres nas ruas de seu reino; dos seus aduladores; dos povos além de suas fronteiras que não os conhece de fato – em suma: aos olhos de todos e de ninguém. Hoje os monumentos faraônicos para que um faraó morto pudesse repousar em uma estrutura imponente sem sentido a fim de alcançar o “prestígio” eterno aos olhos das gerações futuras e de vários líderes comunistas foram substituídos por  gastos monumentais em obras “públicas” do socialismo-democrático.

Assim como os monarcas absolutos da França invocaram “o direito divino dos Reis”, assim como os ditadores comunistas modernos gastam fortunas em propagandas (estátuas com suas imagens) para justificar seus poderes aos olhos de seus súditos escravizados, assim fazem os políticos socialistas “progressistas” brasileiros em gastos com propagandas a fim de comprar o apoio que sabem não merecer.  Cada pessoa precisa cultivar a justiça nas ações ao próprio alcance, pois ela é uma questão muito complexa, não pode ser concedida por desejo apenas, e nem se deve esperar que um Ente público a possa fazê-la por si só, pois não é onisciente e onipresente.  No campo individual, nada corrompe uma cultura coletiva ou um caráter de um homem tão completamente quanto o preceito de agnosticismo moral: a ideia de que nunca se deve fazer um julgamento moral sobre outros; de que se deve ser moralmente tolerante a tudo, de que o bem consiste em nunca distinguir o bem do mal. Quando se adota uma postura imparcial relativa ao bem e o mal, ao certo e o errado, ao bom e ao ruim, o que é traído e o que é encorajado? O que pode ser esperado de quem age assim em face deste tipo de responsabilidade? Apenas no reino do cinismo amoral, do subjetivismo hedonista e do banditismo que os homens podem se imaginar livres para proferir qualquer tipo de julgamento irracional e não sofrer consequências pelas suas decisões. 

Todo homem também deve ser julgado (e de fato é) pelos julgamentos que profereMuitos argumentos falados não são dúvidas filosóficas, mas confissões psicológicas. Isso é particularmente verdade no campo da ética; Em simples conversas reavaliamos nossas premissas (ou as lembramos) e verificamos/julgamos as premissas dos interlocutores. É seu próprio caráter e padrões morais que ele revela quando opina: acusa, elogia ou se omite -  é a natureza da sua própria alma que ele confessa. Exemplos bem atuais compatíveis com o Circo Brasil: ataca-se empresários e defende-se delinquentes; ou condena-se uma grande obra de arte e elogia-se um lixo. O preceito não julgueis para que não sejais julgadoé, na verdade, uma abdicação da responsabilidade moral: egoisticamente (psicanaliticamente) considerando, é um cheque em branco moral que se dá aos outros EM TROCA de um cheque em branco moral que espera para si mesmo. O princípio moral correto a ser adotado nestas questões é: “julgue e esteja preparado para ser julgado.”  Enquanto os valores morais estiverem em jogo, nenhuma neutralidade moral é possível. É o medo dessa responsabilidade, ou algum interesse não confessável, que leva a maioria das pessoas a adotar uma atitude de neutralidade [o tal politicamente correto]. É o medo e os interesses ocultos que melhor se expressam no preceito “não julgueis para não ser julgado”. Julgar não é uma tarefa simples, significa avaliar um determinado fato concreto em face de um princípio ou padrão abstrato. Os valores morais são a força motriz das ações humanas, ela é o detalhe necessário para diferenciar a sutileza entre um erro humano de conhecimento e uma maldade. Muitos preferem conduzir suas mentes a um estado de estupor cego, com medo de confirmar que aqueles com quem lidam – seus “entes queridos”, “amigos”, sócios ou políticos – não são apenas equivocados, mas verdadeiramente maus. E essa conduta errada contribui em apoiar o próprio mal cuja existência elas temem reconhecer. 


São exemplos notórios dessas evasões abjetas: alegar que um mentiroso desprezível “tem boas intenções”; que todo andarilho vadio "não teria como ter evitado sua situação”; que um delinquente juvenil “precisa de amor”;  que o criminoso “não tinha opção”; que um político sedento por poder em causa própria é justificado por “sua preocupação patriótica pelo bem dos pobres”;  que comunistas são apenas “reformistas agrários”. Se essa mentalidade deturpada comprometida com a maldade humana nua e crua dissimulada de uma incompreensível “causa nobre” não fosse significante, a história dos últimos 80 anos do Brasil teria sido muito diferente. 




A neutralidade moral produz compaixão ao vício e antagonismo à virtude. Aquele que não reconhece que o mal é mau tem igual dificuldade para reconhecer que o bem é bom, particularmente quando por razão de justiça é compelido a escolher um lado. Por certo muitos já ouviram falar “ninguém está totalmente certo ou totalmente errado” ou “quem sou eu para julgar?” ou “há algo de bom no pior de nós” e “há algo de ruim no melhor de nós” ou “deve haver algum mal no melhor de nós” ou “são os melhores de nós que tornam a vida difícil, por que não se calam? Quem são eles para julgar? “Há dois lados em toda questão”, que significa acreditar que ninguém jamais está totalmente certo ou totalmente errado. Todavia, o verdadeiro significado é que, ao julgar uma questão, deve-se conhecer (dar a palavra) aos dois lados. E isto não significa que as declarações de ambos os lados devam ser igualmente válidas, nem que haverá um mínimo de justiça em ambos os lados. Frequentemente a justiça estará de um lado e uma presunção injustificada (ou pior), de outro. Existem, é claro, questões complexas em que ambos os lados estão parcialmente certos e errados – e é aqui que se deve preocupar ainda mais com o culto da moral indefinida. É aqui que a precisão mais rigorosa de julgamento moral faz-se necessária. É aqui que mais precisa ser afastado o clichê do cristianismo de que “Os homens são incapazes de ser totalmente bons porque são pecadores”, aceitando-o como ensinado pelo judaísmo: “os homens não estão dispostos a ser totalmente bons ou totalmente maus e devem assumir as responsabilidades pelas suas escolhas". A visão cristã é uma revolta ao absolutismo da realidade e da verdade. Porém, quase ninguém consegue inferir as suas consequências letais. 


Uma das consequências letal se refere ao surgimento do culto à moral indefinida, também conhecido como culto ao politicamente correto. E, esse culto não se refere apenas a pessoas, mas também a ações, normas de conduta e moralidade em geral. Antes que se possa identificar algo como indefinido ou nebuloso é preciso saber o que é definido e claro. Se não há certo não há errado; Se não há inegociável, não há negociável. No campo da moralidade, isto significa que se deve antes identificar o que é o bem e o que é o mal e saber que entre um e outro não pode haver nenhum significado, não pode haver justificativa para uma mistura do bem e do mal, ou do certo e do errado. Um código moral não pode recomendar contradições; Em outras palavras: pau é pau, pedra é pedra. Nenhum código moral pode também exigir infalibilidade ou onisciência e/ou proibir ou paralisar o julgamento moral e/ou obrigar que seus preceitos sejam aceitos por Fé, apartado de qualquer vestígio de racionalidade, e devam ser praticados automaticamente, como um dogma cego, tal como a ética do cristianismo católico. Erros de conhecimento existem e não são falhas de moralidade. Muitas confusões, incertezas e desleixo ao estudo do conhecimento e suas formas ajudam a obscurecer as contradições e a disfarçar o significado real do culto à moral indefinida. Em razão disso, a maioria incauta aceita e acredita – sem maiores reflexões - nas frases prontas da moral dúbia tal como “ninguém é perfeito nesse mundo”, ou seja, todos são uma mistura de bem e de mal, como uma condição natural humana e, portanto, moralmente nebuloso.  Esquecem-se de que a moralidade se refere a questões de livre escolhas do homem (ao seu livre-arbítrio). Se considerarmos apenas que o humano é dual por natureza, a nenhum conceito moral é possível obrigá-lo. Em outras palavras, se 10 milhões de humanos fazem a coisa errada não significa em nada que o próximo também a fará, generalizações estatísticas não são válidas nessa questão. O fato de a maioria dos humanos terem aderido ao culto da moral indefinida não invalida a necessidade e importância do homem de clareza moral. Ao contrário, os fatos mostram que a torna ainda mais urgente. A única forma de julgar os humanos moralmente indefinidos é por meio da régua de outros humanos com a moral claramente definida entre o que é o certo e o errado.

É importante observar a forma como a moral indefinida é usada: predominantemente aparece como algo negativo, como uma objeção repentina ou reprovação, querendo fazer crer que alguém é culpado de transgredir uma regra absoluta tão óbvia, colocando o certo como errado, em tons que variam de espanto ao sarcasmo, à raiva, à indignação e ao ódio histérico, jogada na forma de acusação. A maioria é incauta e não compreende, de fato, a essência dessa questão, dessa acusação, às vezes também dissimulada, que pode ser resumida na seguinte frase: “você não é tão injusto a ponto de discriminar entre o bem e o mal, não é”? Não existe moralidade não absoluta, fluida, elástica, de meio-termo. Os adeptos do “politicamente correto” não se proclamam “além do bem e do mal”, eles maliciosamente tentam aproveitar-se das “vantagens” de ambos os lados: do bem e do mal. O que lhes dá sua característica peculiarmente moderna é que não defendem vender a alma ao diabo numa versão medieval dos adoradores exagerados do mal; mas, defendem vendê-la por partes, pouco a pouco, para quem quiser comprar pagando-lhes as vantagens que objetivam. Eles são o produto típico da omissão filosófica – da falência intelectual que produziu o irracionalismo destituído de princípios, valores ou qualquer referência à justiça, cuja forma externa dá-se por um jogo de concessões. O culto à moral do “politicamente correto” é a moralidade inferior tornada possível pelos homens igualmente inferiores. Observe que o seu tom dominante não é a busca pelo certo, mas um terror obsessivo de serem rotulados como maus e errados, e, para este fim, medem a virtude pelo número de valores que se está disposto a trair. As suas consequências ao redor são visíveis, basta não ser um incauto para percebê-las, sobretudo na política onde o termo extremismo se tornou sinônimo de “mal”, independente do conteúdo da questão. Observe os “neutralistas” da Nações Unidas, eles estão comprometidos a não ver nenhuma diferença entre os dois lados de um conflito, exemplo: USA x Rússia. Estão sempre focados apenas em um pacto como, por exemplo, entre um país agressor invasor (Rússia) e um país invadido (Ucrânia), não se importam nem com o mérito do problema ou a justiça. O culto ao “politicamente correto” criou a figura do “anti-herói”, cuja distinção é não possuir distinção – nem virtudes, nem valores, nem objetivos, nem caráter, nem importância. Ainda assim, conseguiram coloca-lo na posição formalmente outrora ocupada pelo herói, que tornaram gradativamente marginalizado, mesmo que ele não faça nada e chegue a lugar algum. O termos “mocinhos e bandidos” passaram a ser desdenhados, e passou a ser estimulada a revolta contra os finais felizes onde o bem vence o mal. Passaram a exigir que os “bandidos” tenham chances e número igual de vitórias que os heróis. Podem até haver pessoas “politicamente corretas”, mas não pode haver o culto à moral indefinida, ao “politicamente correto”. A moral é um código de preto no branco e não de cinza. Quando alguém motivado por um correto código moral é questionado se  pensa em termos de preto no branco, a resposta apropriada deveria ser: “é obvio que penso”. O socialista brasileiro é aquele que toma o irracional como padrão de valor e o impossível como conceito do que é bom; deseja recompensas que não merece ganhar, deseja sempre que a lei da causalidade lhe favoreça, que um “A” se torne um “não-A” a seu bel-prazer, e, por fim, alega que a vida é marcada por infelicidade e frustração, atribuindo a própria culpa a outros exigindo destes a solução com atitudes além de suas obrigações e possibilidades. A felicidade dos irracionalistas equivale a alívio efêmero no interior de um “estado crônico de terror”, tais como: o fraudador quando frauda, o parasita quando explora o esforço alheio, o agressor quando agride, o violador quando toma à força. Logo, é baseada na desgraça e favores de outros, nunca como justiça pelas próprias realizações. Uma coletividade irracional é uma sociedade de covardes morais – de humanos paralisados pela perda de princípios e padrões para seus objetivos. A iniciativa de mudança só pode vir de dois tipos de humanos – ou daquele disposto a assumir a responsabilidade de definir valores racionais de certo e errado e lutar por eles, OU do criminoso que não está preocupado com questões de responsabilidade. Metaforicamente, não há Terceira Via ou Centrão quando o que está em jogo são valores morais.  A maioria não dá importância a princípios, não valoriza o abstrato face ao concreto e, portanto, não julga corretamente. Em razão disso, o Deus Judaico: abstrato, incognoscível, perene e imutável, é até hoje entendido e estudado por poucos, enquanto a religião do Deus personificado por um filho concreto, perecível e mutável é adorado e objeto de estudos de mais de um bilhão de pessoas, onde muitos são notoriamente constituído de pessoas simplórias de discernimento. Tal interesse na fuga da responsabilidade também encaixa como luva para o Vaticano escapar do julgamento pelas atrocidades que fez sobretudo no que se refere à INQUISIÇÃO onde foi o responsável dissimulado pela morte de mais de 11 milhões de pessoas; 10 vezes mais que todas as mortes atribuídas ao Império Romano durante toda a sua hegemonia.  Pode-se estender esta observação à falácia do socialista neurótico caridoso que ignora o próximo e preocupa-se com a fome na África e com todas as demais desgraças do mundo, que julga maldosamente a riqueza de uns face à pobreza do mundo e que se julga um missionário incumbido da responsabilidade de “salvar a alma de todos”. Na verdade, essa postura objetiva confortar os próprios interesses tal como justificar a própria insegurança que sente pela própria pobreza real ou imaginária que possa vir a sofrer; em outras palavras: a situação do desgraçado hoje pode ser a minha amanhã. Ser bom é um privilégio dos fortes, e a bondade necessidade dos fracos. Moral: No mundo dual qualquer um pode estar sendo enganado por tudo e por todos, especialmente quando está sentindo-se agradado. A vida é assim. Aceite e viva o que de bom ela tem da forma correta, defendendo o certo ainda que este esteja contra si OU rebele-se e sofra cedo ou tarde.