A entrevista de um "progressista".

 

Mark Twain: “A verdade não tem defesa contra um tolo determinado a acreditar em mentiras.”

A maioria ouve, mas não compreende; vê, mas não percebe. No mundo, em todos os tempos, sempre prevaleceu uma maioria alienada mental incapaz de distinguir o certo do errado. Assim, com base em entrevista do Ciro Gomes com o entrevistado Eduardo Moreira, objeto de vídeo disponível no YouTube no indicado link: https://www.youtube.com/watch?v=3WF8sKX9LJQ, faço algumas considerações sobre as opiniões e a personalidade que se define "progressista" no sentido de estimular a perspicácia e a visão crítica sobre esse problema cultural que devasta as chances de prosperidade do Brasil. Fiz um enorme esforço para fazer uma análise considerando que os pontos de vista tanto do entrevistado quanto do entrevistador não são motivados por más intenções, mas sim pelas suas convicções honestas e boas intenções. Espero que este texto estimule o senso crítico e que faça o leitor se questionar sobre o assunto.

O Brasil está cheio de “progressistas” que dizem ser ‘cabeça aberta’ . E deve ser tão aberta que o cérebro aproveitou e pulou fora !

Para entender as críticas apontadas sobre o teor da entrevista, é preciso antes assistir ao vídeo.


A multidão vulgar sempre se deixa levar pelas aparências, e o mundo consiste principalmente de multidões vulgares (Nicolau Maquiavel)

“Os representantes da maioria, isto é da estupidez, nada mais odeiam do que uma cabeça que reflete” – Hitler – Minha Luta – pág.62

A ignorância e a inveja fazem não enxergar o mérito e a não dar o devido reconhecimento. Às vezes é difícil saber quem é mais digno de pena: se aquele que realmente não sabe ou o que finge não saber. É da natureza humana a inveja. A questão é que ela está exageradamente marcante no Brasil católico em todos os locais da sociedade . E a riqueza é a mais perseguida pela inveja. Não a deixa em paz um segundo. Os “socialistas” ou os atuais "progressistas" sempre foram vândalos empenhados na destruição da hierarquia meritocrática social, defensores da desordem e da instabilidade sob a cortina de fumaça de defensores dos ‘fracos e oprimidos’ e lutadores contra as “injustiças” e a pobreza (deles é claro). Em princípio, a ajuda aos pobres é louvável, mas para que esta seja “virtuosa” deve ser voluntária. A “caridade forçada” (legal) agrava o pauperismo ao invés de reduzi-lo. É um devaneio acreditar que o socialismo poderia abolir a pobreza. A pobreza não se deve apenas a pouca intervenção governamental, mas à muita. Os socialistas atribuem a pobreza ao “grande fracasso do arranjo social” e pouco ou nada às falhas morais individuais. É um desvio ao senso de responsabilidade. O socialista finge acreditar que se o Estado perseguir (roubar) a riqueza poderia acabar (reduzir) com a pobreza. O que pode levar alguém a apoiar isso senão interesse de poder e, alguém comum, senão por inveja e ignorância. A base da república deve ser a ordem pública com respeito à liberdade, a propriedade e à família. A tributação patrocinada pela mentalidade anticapitalista é claramente uma forma de agredir o direito de propriedade e, com ele, a família. O ITCMD é a forma mais destrutiva e corrupta. O Estado deve permanecer confinado aos limites que não ofenda as famílias em nome da 'caridade'.

OBSERVAÇÕES APRIORÍSTICAS

Considerando que toda a produção do país depende do indivíduo e da família, que necessitam investir o excedente para  proteger a si , a família e seu meio de produção, e não apenas para ficar mais rico, a riqueza não é futilidade, ela é consequência do objetivo de produzir e de proteção. E também é uma enorme necessidade em um país caracterizado pela precariedade nos serviços públicos. Quem pode sente-se obrigado a pagar segurança (condomínios), escolas particulares e planos de saúde, apenas para citar os mais notórios. O dinheiro deve ser cuidado pela necessidade de ser usado no futuro incerto. E o que o futuro incerto trará ao prudente estima-se que será melhor do que trará ao imprudente. Metaforicamente, a preocupação com a água no poço não é porque a sede é insaciável, mas pela sede quando o poço estiver vazio. O que é o medo da falta de dinheiro além da necessidade em si? É a consciência das consequências relacionadas à falta do necessário. E que orgulho maior pode haver do que aquele que depende da própria coragem e confiança e não da caridade para viver?  

As massas nunca tiveram sede de verdade. Elas querem ilusões e não vivem sem elas. Constantemente elas dão ao irreal a precedência sobre o que é real. São quase tão intensamente influenciadas pela mentira como pelo que é verdade. Têm uma evidente tendência a não distinguir entre as duas. (Sigmund Freud).

Quando se está morto quem sofre são os vivos. 

É a mesma coisa quando se é idiota. O sofrimento não é do idiota.



ressentimento, inveja e feiura são causas de personalidades "progressistas"

O socialismo assemelha-se à religião da crença no ‘autossacrificio/masoquismo’ virtuoso, tal como a mentalidade anticapitalista assemelha-se a mentalidade seguidora da citada religião. Ambas equivalem a construções imaginárias criadas com a finalidade de consolar o homem das dores da vida, todavia aquele que reserva sempre sua maior reverência e seus melhores sentimentos às obras da imaginação e da ficção, quando diante do oposto (a realidade) sentirá frieza, medo e desprazer, terminando frustrado com a realidade e tirando dela somente insatisfação e sofrimento de viver considerando que as coisas deveriam ser como não são, ou que seriam melhores caso todos seguissem o Bem ficcionado como Universal. Os “progressistas” pertencem psicologicamente ao grupo de pessoas que sonham com a ação, o resultado, mas nunca agem  conforme os sonhos. É preciso afirmar a realidade tal como é e, ainda, tomá-la como sinônimo de perfeição para, além do bem e do mal inerente a ela, amar a vida real, aceitando incondicionalmente o sofrimento como parte integrante da existência e trabalhar para superá-lo diariamente. A fraternidade, a caridade e o igualitarismo relacionados ao “amor” da religião política do Vaticano assemelham-se a dos ideais socialistas. Ambas são manifestações da “doçura” odiosa do egoísmo, do ressentimento e da insegurança dos fracos supersticiosos. 

O socialismo é uma força maligna que tem causado dano imensurável ao Brasil apoiado por ressentidos empenhados em causar estragos e que nada têm de benevolência, generosidade, tolerância e esclarecimento, mas sim do exato oposto com ofensa a todas as restrições éticas e focado no interesse próprio ilimitado, no individualismo vergonhoso. O Socialista / progressista é um déspota cínico que manipula a democracia para fins anti-libertários, que conta com as motivações mais baixas da natureza humana. A pior coisa que pode acontecer com um socialista é que seu país seja governado por socialistas que não sejam seus amigos, porque todo socialista trata os indivíduos como os pedreiros tratam as pedras. O discurso socialista não se destina a enganar o pensador crítico, mas a dar aos covardes morais uma desculpa confortável para não pensarem e se consolarem com a realidade sonhando com a desgraça dos que invejam.  Só a ignorância e/ou a perversidade humana leva(m) o socialista ao poder. Usa de demagogia adulando o erro para defender seus interesses inconfessáveis. Os extremistas “progressistas” adotam a camuflagem de social democratas: indignam-se frente à exclusão social; inconformam-se com toda forma de injustiça; e consideram aberração a desigualdade social, e acusam os opositores de extremados.  Os equívocos “progressistas” embutidos no conceito de “justiça social” que alimentam os discursos prometendo a redistribuição política da riqueza são facilmente aceitos pela massa incauta, e as consequências desastrosas resultantes das tentativas de alcançá-la não despertam nenhum  ceticismo, apesar de tanta notoriedade.


Os socialistas são dominados pelo amor ao luxo e hedonismo, e os que não têm o que desejam trabalham para que ninguém mais tenha sob a cortina de fumaça da “justiça social”. Ao longo do período pós governo militar não houve esforço tão continuo, tão sutil, tão enérgico e com tanta determinação, perspicácia e habilidade como as tentativas dos “progressistas” de provocarem a desintegração da ordem social brasileira. A retórica “progressista” é facilmente aceita pela massa ignorante brasileira, soa como um ‘canto de sereia’ no ouvido dos incautos, dos ressentidos e invejosos. As massas só percebem as consequências quando já é tarde. Sua pobre cultura não permite estimar com base em fatos passados. A massa brasileira está tão imbecilizada que está incapaz de explorar contradições e compilar conhecimento, além de possuir uma marcante dissociação cognitiva hermenêutica.


Estima-se que a corrupção desvie R$ 370 BI por ano no Brasil. A operação Lava Jato ajudou a recuperar  aproximadamente  R$ 14 BI (3,78%)

Os "progressistas" precisam de pobres, muitos pobres, bem pobres, dependentes das migalhas distribuídas pelo "Estado pai-dos-pobres". Para que serve um "Estado pai-dos-pobres" se todos deixarem de depender dele? Os "progressitas" além de necessitarem, gostam de ver a miséria igualitariamente distribuída entre os escravos do regime. Dinheiro é só para eles. O socialismo vai ao encontro do interesse na expansão do poder do governo, em forma de demanda de atividades. 




Em relação ao feudalismo, o capitalismo foi indiscutivelmente um avanço. E mesmo apesar das terríveis condições de vida da classe operária no começo da revolução industrial e do uso da escravidão nas Américas, o capitalismo ainda não pôde ser descartado por outra forma de estímulo à produção. O capitalismo contém contradições talvez insolúveis em sua natureza, a maior delas a relação entre empreendedor e empregado que é agravada no Brasil pela C.L.T. Quanto mais a concorrência e o risco de perda do capital investido aumentaram e a tecnologia se desenvolve,  mais choque é gerado nas relações de produção capitalista.  Os comunistas no século XX erraram em supor que esses problemas poderiam ser superados por  uma ampla  revolução socialista. Ledo engano. No Brasil esta crença é mantida pelos "progressistas". O capitalismo ainda continua sendo um sistema para o desenvolvimento econômico que não pôde ser superado. Os países ex comunistas do leste europeu e a china são provas claras disso. Muitos que se dizem “democratas progressistas” compram produtos em sites chineses (Aliexpress, Shein) e preferem celulares mais baratos de marca chinesas (Huawei, Xiaomi). Será que eles observam esta contradição ou quando a contradição envolve o próprio dinheiro ela é ignorada? Acredito que a questão não seja de ‘contradição’ mas de estupidez. Embora uma grande riqueza tenha sido criada pelo capitalismo e o padrão de vida, em geral, tenha melhorado muito, o aumento da população, também possibilitado pelo desenvolvimento produzido pelo capitalismo, produziu um grande número de pessoas pobres que se tornaram a matéria-prima para a política “progressista”.  Todo pobre que não é "progressista" é acusado pelos seus pares de defenderem a classe que os oprime, e são usados da mesma forma pelos políticos para obterem seus votos.

Por que humanos são tão atraídos por ideias socialistas? No livro de Alexander Miller chamado “The Christian Significance of Karl Marx”, (1947), é recomendado o uso da religião cristã para endossar o marxismo. Alguma doença geral da mente dos homens disse Alexis Henri C.M. Clerel Tocqueville (1805-1859). O socialismo retrata um senso de comunidade e responsabilidade inexistente, que é agravado pela doutrina religiosa católica que trabalha contra a capacidade de um pensamento crítico independente e ideias e práticas que já perderam a utilidade há séculos. Uma pessoa que defende os valores da política dita “progressista” no século XXI só pode viver na ignorância alienante ou em razão de interesses inconfessáveis que produzem a incapacidade ou desinteresse de enxergar a realidade concreta. Ser liberal requer estudo e reflexão, pois o desenvolvimento deve impedir que indivíduos, grupos e o Estado não usurpem a liberdade de outros, mas também que os direitos privados não se tornem base de poder predatório. Para isto, a necessidade da presença do Estado deve ser constantemente avaliada. Como o desenvolvimento produz mudanças, e cada vez mais rápidas, o liberalismo é incompatível com uma ortodoxia rígida e de motivação simplória como a socialista, embora deve ser meticulosa. Em função da inveja e da dominação pela ideologia que é difundida pelas classes "progressistas" dominantes: parte da mídia, artistas, políticos, o pobre  que depende do SUS, da escola pública, da merenda escolar para manter seus filhos razoavelmente alimentados, que são também prejudicados pela corrupção nas estatais que não precisariam existir, mas são mantidas para serem usadas como moeda de troca em barganhas políticas, também contesta a privatização e contribui com seu voto para agravar a própria situação de não conseguir arcar com os custos gerados pela ineficiência e corrupção do Brasil capicomunista.

O escritor e político cubano do século XIX José Martí disse:Os humanos estão em dois lados: os que amam e constroem, e os que odeiam e destroem”.

É claramente possível que um ditador governe baseado em uma economia  liberal, e também que um governo democrático governe trabalhando contra o liberalismo econômico e outros. É preferível um ditador liberal (ex. Pinochet) a um governo democrático contra o liberalismo, tal como o capicomunismo brasileiro, cujo governo Lula (2023) objetiva agravar. O sistema tributário é um ótimo parâmetro para aferir a importância da liberdade na cultura e na política de um país. A democracia no século XIX na França (o berço da democracia) foi claramente antiliberal. Em mais de um episódio a revolução seguida por uma eleição democrática produziu um ditador. Fato semelhante também ocorreu com Mussolini e Hitler. O Povo brasileiro não foi educado sobre democracia. Os aproveitadores da “democracia” permanecem indiferentes e egoístas. A mídia nunca despertou reflexões sobre esta questão de forma correta. O legado de Getúlio Vargas e do governo Militar foi deixar uma nação totalmente sem educação política acostumada a esperar que o ‘grande homem no topo’ lhes fornecesse sua política e suprisse todas suas necessidades. O povo tornou-se acostumado a se submeter paciente e fatalisticamente a tudo que é decidido em nome do governo de plantão. O Brasil hoje vive uma pseudodemocracia, cujo povo não sabe o seu significado, cujos políticos manipulam inescrupulosamente para atingir qualquer objetivo antiliberal em nome do 'interesse público'. A democracia brasileira confirma a percepção de Tocqueville de que as sociedades democráticas são especialmente vulneráveis as mais insidiosas formas de agressão/opressão do povo. O objetivo de todo partido político sobretudo o que se diz liberal deveria explicar a democracia e preocupar-se em educar o povo para dar-lhe capacidade. É preciso colocar limites constitucionais no Poder do Estado para garantir certas liberdades individuais fundamentais e protegê-la de tendências despóticas “progressistas”. A democracia está associada na cultura das massas no Brasil quase exclusivamente a “sufrágio universal” e quase nada (ou nada) à defesa da liberdade e dos direitos e interesses do indivíduo contra o Estado e a regras iguais para todos a que estas se referirem. A massa eleitoral é incauta e não alcança a importância desses assuntos na própria vida. Essa é a grande vantagem dos "progressistas" sobre os liberais.


É óbvia a semelhança com a realidade do Brasil

E quem é a maioria de  seus eleitores? A massa dos eleitores  brasileiros  não quer a verdade e a honestidade, não importa quantas vezes ela escute essas palavras serem repetidas. Ela quer ter a imaginação estimulada com mentiras e ser levada além de suas circunstâncias banais. Quer fantasias e objetos de desejo,  exemplo: picanha e cervejinha. Não podemos  esquecer de que a maioria é assídua frequentadora de igrejas em busca de ilusão para consolo. Já está no hábito ser iludido com histórias de milagres, etc. Ou eles não percebem a verdade ou não percebem a mentira ou se percebem a verdade a odeiam. Há muito eleitor jovem, descolados, que não honram pai e mãe, vivem dentro de uma bolha onde só as narrativas permeiam. Não dá nem para começar a conversar. Incorporaram todas as notícias enviesadas sobre o capitalismo.  Em suma, uma massa humana completamente alijada de conteúdos muitas vezes basilares, elementares, que permeiam a própria existência, que alimenta uma estrutura política relativamente autista cujo povo governado é a parte menos importante, com a maioria vivendo entregue a sua própria sorte, que possibilitou o surgimento e o crescimento de uma postura reacionária contrária aos princípios libertários embasada  em objetivos claramente populistas eleitoreiros, cujos argumentos errados alimentam as falsas esperanças e a inveja das massas com suas falácias igualitárias e distributivistas da riqueza alheia a ponto de tornar até uma espécie de modismo entre os pseudo-intelectuais, os mal-intencionados e os claramente ignorantes. O discurso liberal e as críticas aos equívocos do planejamento “social-democrata” não fazem com que o político tenha a simpatia da  ignorância difusa e prevalente em todos os níveis da sociedade brasileira, e a quase totalidade dos eleitores. O discurso político comparado a uma cigarra irresponsável sempre agradará mais os incautos do que o da austeridade e disciplina da formiga. Daí a grande sedução do uso eleitoreiro dessa “justiça social” que representa uma ameaça permanente ao triunfo da liberdade individual. Uma sociedade liberal não pode ser construída sob uma teoria com Direitos ilimitados para o Estado contra seus cidadãos, que só ficam com deveres em face dele. Todo direito nasce de um dever. No Brasil, o Estado tem direito quase ilimitado e sem dever. O cidadão tem dever sem direito. Essa subcultura faz campo fértil para a ‘política socialista’ brasileira que nada mais é (sempre foi) do que uma associação para a exploração da riqueza nacional objetivando a desavergonhados benefícios pessoais sob o título  do interesse público, que é usado para eliminar o direito individual. Só há democracia com proteção ao individualismo e respeito às desigualdades. Democracia nada mais é do que regras estáveis iguais para os desiguais, é a tal "igualdade perante a lei" que se refere ao aproveitamento das oportunidades com base na meritocracia. A isonomia (tratar os desiguais na proporção da desigualdade) no direito tributário é argumento falacioso de "justiça" fiscal usado para perseguir a riqueza. Os "socialistas" perceberam que a tal "justiça distributiva" não pode ser feita por meio da socialização dos meios de produção tal como propôs Karl Marx, e migraram seus ataques à riqueza por meio da tributação, cuja estratégia não encontra resistência (e até o apoio) da maioria pobre. Democracia não é forçar igualdade e liberalismo não significa inexistência de planos. A questão é plano de quem? Somente o plano supremo de um ditador, ou de muitos indivíduos?  Um homem que precisa planejar a própria vida apenas executando o permitido em um plano de um governo central não seria um homem, mas um homem-formiga ou homem-abelha. O governo da maioria não é um bom sistema. Ele não se justifica porque a maioria esteja sempre certa, muito pelo contrário. A principal vantagem é assegurar condições pacíficas dentro do país para que o povo não necessite recorrer a derrubadas violentas do governo. O grande pioneiro da ideia do governo representativo foi o filósofo britânico David Hume [1711-1776]. Todavia o poder representativo democrático tem muitas limitações, e está muito longe do ideal no Brasil em razão da miserabilidade cultural da quase totalidade do povo.

Não se pode ignorar que na democracia dependente do ‘sufrágio universal’, os políticos não são independentes, pois dependem do voto da maioria abestalhada e da influência das religiões das massas para chegarem ao poder. Para adquirir a simpatia dos pobres, eles se fazem de “socialistas”; como o Estado do Maranhão é muito pobre, então eles se fantasiam de comunistas. Tudo para conquistar a empatia do eleitor pobre incauto. O pior é que conseguem com muita facilidade.

Este tipo de proposta jamais seria aceita no Brasil, pois o Vaticano não permite distinguir o certo do errado. O mais provável é de não haver nenhum parlamentar para apoiar.

Os ‘marxistas’ dizem que os críticos de Karl Marx não entenderam a sua obra. Para responder a esta polêmica nada melhor do que observar a vida dos que a “entenderam” e as do que não entenderam e suas respectivas produções para si, a família e o país. O desprezo pela riqueza pode ser fruto do fracasso de tentativas de adentrá-la. Não é só a falta de cultura capaz de produzir um “progressista” justiceiro social, existem a inveja, as frustrações, os interesses inconfessáveis postos acima da verdade. O cérebro dos incautos é enganado quando os olhos miram o belo OU os ouvidos escutam promessas falaciosas de um governo solidário.

Em março de 1872, o “London Times” informou que o papado estava tentando derrubar o Império Alemão. Apontaram os Jesuítas como “missionários da insubordinação”. O Poder papal se dava por meio de dogmas supersticiosos, obscurantistas e obsoletos, e constituía grande ameaça aos pilares da sociedade liberal. O vaticano para afrontar o pensamento racional criou a infalibilidade papal promulgada pelo Concilio Vaticano I em 18 de julho de 1870 pelo papa Pio IX. Resultando em incentivar a superstição em torno da divindade, e uma forma de exigir lealdade irracional ao papa e sua Igreja. O Vaticano sempre apoiou o absolutismo monárquico e qualquer forma de despotismo, totalitarismo e tirania. O principal historiador da Igreja Americana, Philip Schaff, denunciou o antagonismo direto do Vaticano às tendências liberais da época. Em 1871, o presidente Grant advertiu o Congresso de que os Estados Unidos tinham que se proteger contra a “superstição, ambição e ignorância” em uma clara alusão à Igreja Católica. Os jesuítas condenaram a crescente influência do liberalismo nos USA equiparando-o a uma “guerra ao catolicismo”. DeRobigne Mortimer Bennett, (1818-1873), o fundador da revista ‘Truth Seeker’ (http://thetruthseeker.net/history/d-m-bennett/ ), chamou o catolicismo de “ a maior farsa do Mundo”. Que representa “uma maldição para a raça humana” porque fomenta a ignorância, a superstição e a falsidade. Ele definia liberalismo como “tudo o que tende a elevar e emancipar a raça humana.”  O historiador francês Edgar Quinet (1803 – 1875) observou que séculos de catolicismo em conluio com o governo absoluto monárquico tornaram os franceses indolentes, servis, egoístas, materialistas, que nutriam uma expectativa doentia pela autoridade e um completo desprezo pela responsabilidade individual e pelo esclarecimentoNo Brasil capicomunista vaticanizado a desigualdade não é vista como determinante da própria natureza humana e a política eleitoreira é direcionada para prometer a igualdade entre os desiguais. O povo vaticanizado brasileiro ainda acredita nas falsas promessas do paraíso ! Basta refletir um pouco para concluir que a “Lei de Cotas”, seja ao que esta se referir, é antidemocrática. A lei de cota racial foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça dos USA com esta fundamentação. A mentalidade do povo dos USA ainda não está dominada pelos interesses do Vaticano. No século XIX milhares de revolucionários religiosos se ocuparam de fomentar o combate contra a propriedade e a família.  No Brasil ainda há uma grande influência religiosa católica na política.  É muito comum na personalidade “progressista” dominada pelos interesses políticos do Vaticano, consciente, semiconsciente e até inconsciente, a sensação de “consciência pesada” diante da fomentação exacerbada aos sentimentos de altruísmo e solidariedade que resultam em condenar todo e qualquer tipo de sucesso material, o que seria por si contra intuitivo, antinatural.

Os humanos se diferenciam pela percepção da realidade. 

É preciso perceber a relação entre conhecimentos e valores. Muitas decisões no dia-a-dia não dependem da ciência, mas do juízo de valor pessoal e intransferível. Em 30 de abril de 1951 o parlamento iraniano aprovou a legislação que expropriava as propriedades da Companhia de Petróleo Anglo-Iraniana e nacionalizou a indústria “para a felicidade e prosperidade da nação iraniana e com o propósito de assegurar a paz mundial”. Os governos, em busca de remediar males econômicos através de intervenções diversas, podem não destruir os países capitalistas no curto prazo, mas podem acarretar consequências desastrosas no longo prazo. As teorias de expansão do crédito de John Maynard Keynes acarretam um crescimento artificial no curto prazo, mas que se transforma em depressão e crise no longo prazo. É preciso considerar as consequências no curto e longo prazo. A ciência econômica não fornece julgamentos de valor, os quais nenhuma ciência pode emitir, mas a informação de que alguém precisa para fazer julgamentos de valor e tomar decisões. Se um médico não puder salvar a vida tanto da mãe como da criança, surge um dilema: qual vida deve ser salva? A resposta não vem da ciência médica, mas de um julgamento de valor. Pode parecer que a importância da economia para a vida diária é pequena, mas isso não é verdade. Há muita ignorância e maldade disfarçadas de sabedoria e bondade, diplomas universitários e pós-graduações. 

Os oportunistas sociais só aparecem onde os pobres oprimidos não alcançaram consciência da realidade. 

A Tributação brasileira  representa, de fato, a posição predominante na cultura e na política de todo governo dominado pelos interesses do Vaticano que na essência considera os humanos  meros meios para se atingir fins inconfessáveis. A religião política do Vaticano tenta converter humanos em formigas e a agenda “progressista” copia a agenda da religião política do Vaticano que é a de desumanizar os cidadãos com a cortina de fumaça da exaltação de um coletivo abstrato sobre a soberania do indivíduo, que deve ficar despersonificado, ludibriado, achacado, e subordinado aos fins coletivos do Estado parceiro do Vaticano que se beneficia da imunidade de impostos sobre o patrimônio e renda. 

Os auto ungidos “progressistas” ou “construtivos” alegam que o Estado é moralmente obrigado a intervir em nome dos desamparados e oprimidos; Todavia, ignoram, de boa ou má-fé, que no Brasil, isto significa perseguir a riqueza privada e aumentar a Estatal e a corrupção em nome da causa dos milhões de excluídos. No Brasil, todo discurso “progressista” de ampliar funções do governo para o bem público equivale a um “charlatanismo social” cujo compromisso não vai além do interesse  próprio eleitoreiro na conveniência do curto prazo. 

Os sentimentos de generosidade e esperança em relação à sorte dos desfavorecidos é apenas marketing com fins eleitoreiros.  Se destinam a dar aos covardes morais uma desculpa confortável para não pensarem e se consolarem com a realidade e sonhando com a desgraça dos ricos que invejam.

O brasileiro pode servir de exemplo máximo para a falha humana de não saber distinguir a realidade de retóricas e promessas eleitoreiras.


O Estado CAPICOMUNISTA brasileiro não aumenta a produção de riquezas, só diminui, com intenção falsa ou utópica de igualdades. A riqueza é drenada para uma elite de agentes políticos que  é dona de tudo e o resto são os escravos dessa elite. Para um desastre administrativo maior é fácil e rápido. “Fuzilam” seus adversários políticos, estatizam tudo, tudo é sensurado, eleições de acordo com o interesse da “elite”, a produção é reduzida, empobressem o país, a população cresce e toda a prole fica cada vez mais pobre. A igualdade aumenta na pobreza.

O Poder deveria ser delegado às pessoas competentes para o exercer. Isso no Brasil tem ficado nas mãos do acaso. Algo tão importante quanto ao direito ao voto não poderia ser confiado a todos indistintamente. A maioria no Brasil é incapaz. Obter excelente representação para o melhor do povo não depende de outorga pelo sufrágio universal, muito pouco no Brasil. Um verdadeiro melhor governo para a maioria não é sinônimo de escolhido pela “maioria de contagem de votos e pessoas”. A palavra democracia não designa necessariamente um sistema eleitoral baseado no sufrágio universal. Significa uma sociedade na qual a mobilidade social é viável e regras estáveis e iguais para os diferentes e seus diferentes desejos, oportunidades e circunstâncias. A reduzida mobilidade social produzida pela economia capicomunista brasileira com sua agravante legislação trabalhista contribui para a intolerância entre patrão e empregado. 

A democracia econômica é perfeitamente compatível com uma ausência de sufrágio ou com um sufrágio restrito. Ex.: A China e a URSS. Não há nenhuma prova categórica de que os interesses do Brasil pudessem ser mais atendidos por um corpo político amplo do que um pequeno grupo  aristocrático ou, talvez, até mesmo por uma única pessoa, tal como na Arábia Saudita.




A verdade está longe de ser representativa na cultura da massa brasileira. 


O egoísmo socialista é visto como altruísmo e as verdades e virtudes do livre-mercado como egoísmo e imoralidade, apenas porque evidencia as diferenças de talentos e as falhas humanas: caráter, moral, responsabilidade. A única solução contra as falácias e as pretensões egoísticas políticas eleitoreiras de controlar as vidas individuais e coletiva  em nome da “caridade” e dos excluídos  é a ordem espontânea dada pelo  livre mercado.  As perguntas a serem feitas são: Quem entre os beneficiários no coletivo difuso  receberá o dinheiro público subtraído dos ricos de forma abusiva? Como o dinheiro será distribuído?  Se tudo for para o coletivo consumidor pobre, até quando a parcela coletiva produtora suportará ser saqueada mantendo a produção e investimentos? O governo daria a cada ramo da indústria a quantidade precisa de capital, trabalho e produtos que os consumidores demandam  de forma melhor que o livre mercado? O resultado já está registrado na história. É a redução do progresso econômico. O objetivo da economia de mercado é afastar os problemas de uma economia planejada de forma centralizada onde as ações econômicas sejam praticadas espontaneamente pelos indivíduos  com base nos preços livres.

Os marxistas inteligentes são patifes. Os marxistas honestos são burros. E os inteligentes e honestos nunca são marxistas.  

José Osvaldo de Meira Pena

Fonte: UOL. agosto.2023


É exatamente óbvio que o socialismo (tal como o Vaticano) é uma forma de governo que tanto encoraja quanto lucra com a ignorância das massas. Ele trabalha contra a educação e o aprimoramento e fortalecimento do papel individual na coletividade. O Papa Pio IX (1792 – 1878) condenou o liberalismo em sua totalidade. Ele decretou que o liberalismo era fundamentalmente incompatível com o catolicismo.  E qual o temor do Papa pelo liberalismo? O liberalismo é baseado no racionalismo objetivista que inevitavelmente leva à negação da soteriologia da religião política do Vaticano baseada em histórias no plano metafísico: revelação, ressurreição, reencarnação, milagres, divindades, paraíso, inferno,  o que por sua vez encorajaria o desrespeito por toda autoridade do clérigo católico. Todos os liberalismos estão inter-relacionados: individual, político, econômico, religioso. Daí o interesse do Vaticano associar liberalismo à permissividade, ao caos moral, ao egoísmo pejorativo para a riqueza, à ruína da sociedade e, por fim, a apoiar os absurdos socialistas. Essa é a razão da proximidade de católicos com a mentalidade anticapitalista, que estimula adoração pelo autoflagelo, o sentimento de culpa pela riqueza (dos devotos) e a consequente inveja de quem a possui. De modo oposto está o judaísmo que é não-dogmático e heterodoxo, que promove o desenvolvimento individual como base (célula) do aprimoramento coletivo. O seu propósito mais elevado é aperfeiçoar o homem (que não é visto como pecador) para aperfeiçoar a humanidade. Isso explica a empatia recíproca dos ditadores 'socialistas/comunistas/progressistas' e o Vaticano. E a feroz antipatia deste pela cultura das Sinagogas.  

O sufrágio universal no Brasil está associado a depender muito do voto da massa católica, simplória de senso-crítico, ignóbil, da violência criminosa, da desordem, da incredulidade e do mau julgamento, e muito pouco dos seus opostosA religião política do Vaticano equivale à psicologia do atraso. Leva ao emburrecimento, despreza a moral, a virtude é condicionada a depreciar o que tem e o que se é de bom.  Os problemas do Brasil estão associados a um gigantesco fracasso moral que só é útil ao Vaticano. Infelizmente a massa humana brasileira acredita que a moral não pode ser ensinada sem envolver a religião. Também acredita que a religião faz parte da cultura anticomunista, acusa ateu de comunista. Ledo engano! Não enxerga nos detalhes a diferença entre catolicismo e judaísmo. Nada mais contra os princípios libertários do que os interesses do Vaticano. Seu interesse sempre foi dar e apoiar autoridades despóticas e a qualquer um ditador e tirano que apoie os interesses do papa, logo do Vaticano. O pensamento livre no Brasil está vaticanizado sob a forma do “politicamente correto” e “do multiculturalismo” que significa aturar tudo e a todos , e do “progressismo” que significa igualar todos nivelando todos pela régua da mediocridade. O historiador Ernest Renan (1823 – 1892)  disse: “graças à Igreja Católica, a França havia se tornado um país de segunda categoria, uma sociedade de fracos, supersticiosos e submissos a qualquer autoridade. A França precisa desesperadamente de uma reforma intelectual e moral.” Os maçons proeminentes na terceira república da França (1870 e 1940) atacaram os fundamentos da religião católica classificando-a de “praga infame rastejando nas veias do corpo político conspirando mal-intencionalmente para o fim de toda ordem social, com seu clérigo  de cruéis, perversos e criminosos.

Charles-Bernard  Renouvier , filósofo racionalista Francês, (1815 – 1903), fundador da “La Critique Philosophique” , denunciou o perigo representado pela Igreja Católica à França, a qual se referia como “religião dos escravos” por ter enfraquecido a fibra moral da nação. Ela não permite que os homens pensem por si próprios. É a inimiga de todo progresso e mortalmente hostil para uma democracia. O Vaticano é aliado natural dos tiranos, inimigo irreconciliável da liberdade. Estimular o pensamento livre e a discussão, a julgar por si mesmo, significa libertar a educação dos padres católicos e dos dogmas. O disfarce progressista vaticanizado é fomentar sentimentos de inveja contra a riqueza e de compaixão e bondade do público-alvo, os mais necessitados, tratando a desigualdade social como causa de problemas e não como uma consequência natural da liberdade, das diferenças naturais individuais, das circunstâncias e oportunidades. Nesse escopo, o objetivo primordial de todo programa social brasileiro da política socialista é comprar a lealdade eleitoral dos pobres e afastá-los da oposição enfeitiçando-os com falsas promessas de progresso que só fazem agravar o colapso catastrófico da moralidade pública. O governo Lula, a partir de 2023, e a sua eleição confirmam o estado deplorável da moral e do caráter nacional brasileiros, ou a falta marcante deles. Um coletivo caracterizado por ignorância e egoísmo que deseja receber sem oferecer valor ao próximo como moeda de troca de valores em forma de dinheiro. O individuo deve aprender com sua dor e a controlar a inveja que o catolicismo amplia. Os simplórios de senso crítico e carentes de virtudes são facilmente seduzidos pela demagogia socialista, pela ideologia do egoísmo que ameaça a ordem social e política, depositando esperanças até de suas próprias vidas e meios de subsistências em suas falsas promessas.

O maior ressentimento do socialista é ver que o liberal conseguiu sem a ajuda do Estado.

A mentalidade “progressista” representa o atraso: o apoio à inversão de valores, a anarquia, a revolta, o ataque implacável a tudo que é verdadeiro e bom, sob o disfarce dos sentimentos de compaixão e bondade e como se todo problema da sociedade brasileira pudesse ser resolvido com as propostas “progressistas” como em nenhum outro local do mundo. O humano inseguro acredita que a sua condição é imutável ou, se mudar, será para pior e, por isso, tende a ter um viés socialista, de necessitado de proteção do Estado para tudo, ainda que esta seja ilusória e até prejudicial no contexto geral. A insegurança o faz não aceitar o Estado apenas nas suas funções primordiais, essenciais, indispensáveis. A oposição sempre aproveitou-se dessa insegurança das massas pobres e deu conotações negativas ao liberalismo e se autoproclamando os únicos justos e defensores dos fracos e oprimidos sob a cortina de fumaça da “justiça social”. No Brasil "progressista" a riqueza está sempre em permanente ameaça.

Nada persuadi mais um idiota do que narrativas sem nenhuma evidência probatória.

Mark Twain: “A verdade não tem defesa contra um tolo determinado a acreditar em mentiras.”

A multidão vulgar sempre deixa levar pelas aparências, e o mundo consiste principalmente de multidões vulgares (Nicolau Maquiavel)

Como se explica o fato de alguns países terem sido destruídos pelas guerras  ou pelo comunismo se tornarem prósperos com redução de carga tributária enquanto no Brasil ainda se faz política usando a fome para persuadir o eleitor contra a riqueza para justificar aumento da carga tributária? 

Deus, em sua sabedoria, compreendendo que a igualdade de condições geraria confusão no mundo, ordenou vários estados, entre estes estão a riqueza e a pobreza. Mateus 26:11 afirma que: “pois os pobres vocês sempre terão consigo”. Em outras palavras, a pobreza é uma parte inevitável da ordem social.

As pessoas não serão capazes de olhar para a posteridade, se não tiverem em consideração a experiência passada . (Edmond Burke)

O Mundo sempre foi um grande gemido de agonia, cheio de lágrimas de difícil consolo. A política socialista, tal como a religião política do Vaticano, é aceita pelo seu objetivo de enganar/atenuar o mundo da desilusão, de fome, dor, e um vazio que o homem comum sem cultura e filosofia não pode preencher para melhor suportar. 

“Pessoas que são boas em arranjar desculpas raramente são boas em qualquer outra coisa.” [Benjamim Franklin]

Por isso, o político socialista se assemelha a um vomitador de mentiras.  É certo que a liberalidade espalha um senso de boa vontade, benevolência e fraternidade, sustenta a sociedade e a mantém unida, é uma espécie de aglutinador social invisível, este é um dos papéis primordiais do serviço público contemporâneo. Os "progressistas" usam da generosidade para enganar. A religião política do Vaticano exerce grande influência cultural contra a riqueza na política brasileira. O objetivo inaugural dos inventores do cristianismo foi revitalizar a crença enfraquecida no messias salvador do povo judeu e, por conseguinte, do judaísmo, e secundariamente criar consolos metafísicos para transcender as diferenças e problemas sociais do mundo físico real durante os primeiro século na Judéia. Ao longo dos séculos, suas interpretações foram sendo direcionadas às massas comuns que em todos os tempos preferem o consolo da superstição ao realismo do ateísmo. Preferem submeter-se a dogmas, cerimônias idólatras e obediência servil a ter que preocupar-se em pensar sobre a dureza da realidade.  O filósofo vaticanizado socialista utópico francês Etienne Cabet [1788-1856] disse:comunismo é cristianismo”.

Os preconceitos sobre o liberalismo e a riqueza do século XXI não têm base em fatos e sim em factoides do tipo: todos os liberais são antidemocráticos e anticristianismo; todo anticristo é comunista; para uns serem ricos outros precisam ser pobres, (...).  Na obra “A Razoabilidade do Cristianismo”, 1695, John Locke, cita que Cristo ordenou:Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos maltratam; paciência e mansidão sob injúrias, perdão, liberalidade (generosidade, caridade), compaixão”. É certo que interpretações absurdas, acrescentadas aos interesses iniciais já questionáveis do cristianismo fez este se tornar a principal arma hipócrita da mentalidade socialista contra a liberdade, a riqueza e a mentalidade de fazer os 'melhores' animais de sacrifício dos 'piores', seja os que estes representarem. A religião política do vaticano com seus dogmas supersticiosos e a ênfase na pecaminosidade humana não promove o aperfeiçoamento moral, mas sim o encolhimento moral, estupefação, personalidades supersticiosas, passivas, fracas e assombradas. Esse foi o real objetivo de sua criação: reduzir a resistência na Judeia ao Império Romano, que depois foi estendido a todo o Império no Concílio de Nicéia (ano 325). É certo que a sociedade depende da ‘troca de gentileza’. Sem isso, dificilmente pode-se manter unida. TODAVIA, é preciso haver critério para não haver abusos, para não fazer uns de animal de sacrifício de outros. Pensar no bem público antes de si próprio deve ter limites, tanto por cada indivíduo quanto pelo Estado regulador dos interesses da coletividade humana. Ninguém nasce para fazer só por si, mas também não nasce para somente fazer pelos outros, e pior, ser usado forçosamente pelo Estado (ineficiente, cleptocrata e corrupto)  para o bem público sem limites de moralidade e razoabilidade.

Disse o Católico S. Thomás de Aquino: “Justiça sem misericórdia é crueldade.” Todavia o mais importante foi ignorado: "qual o limite da misericórdia sem abandonar a justiça? Qual a consequência da misericórdia sem justiça?" Misericórdia sem justiça é adular o erro e ofender o certo. Por isso no Brasil presenciamos a indevida perseguição à riqueza e a tolerância ao criminoso patrocinada pela cultura vaticanizada em todos os níveis do Poder.

A liberalidade (generosidade, caridade), deve ser racional e moderada. Jacques Esprit na obra ‘A Falsidade das Virtudes Humanas’, de 1678, disse: “o máximo que os humanos poderiam fazer é se passarem por generosos”. Os humanos são criaturas sociáveis e, no máximo, razoáveis por natureza. As ideias morais são aprendidas e não inatas. Os humanos deveriam ser ensinados a amar as coisas certas úteis no mundo real: a justiça e a verdade, e não baseados no metafísico utópico, absolutamente apartado da natureza humana, objetivando o seu controle por meio da culpa, superstição e medo. É isso o real significado de “humanizar a mente” e “despertar afetos generosos justos, ainda que sua sinceridade não possa ser provada. A liberalidade não precisa ser sincera para produzir seus efeitos e que a sociedade seja coerente. A cultura holandesa sempre fez a diferença. Erasmo de Roterdã (1466-1536) aconselhou aos príncipes a gastarem com moderação e discernimento e, especialmente, nunca tirar do merecedor para dar ao indignoSamuel Wright (1683 – 1746) declarou que: “ser liberal significava enfrentar os intolerantes.” A primeira edição do Dicionário da Academia Francesa (1694) definiu “liberal” como: “aquele que gosta de doar .. para pessoas de mérito”. O Dicionário de Inglês Oxford, em 1772, registra que: “a palavra liberal passou a significar: livre de parcialidade, preconceito ou intolerância; de mente aberta, tolerante.”

A insegurança produz deplorável iliberalidade manifestada por frenezi, gritos e berros, tremores e agitações que lembram convulsões que caracterizam formas de apego ao passado, resistência a mudanças, dos incultos suscetíveis às falácias “entusiasmadas” e ao fanatismo das utopias da política socialista e da religião politizada do Vaticano apegada a doutrinas sombrias enfatizando dogmas, o sobrenatural e a pecaminosidade do homem, que resultam em reduzir a importância do comportamento moral no mundo real e da crença na capacidade do homem de melhorar a si mesmo. Como consequência direta, especialmente no Brasil, o Liberalismo, um termo originalmente usado para designar as qualidades ideais de um cidadão romano, seu amor pela liberdade, generosidade e civismo, foi cristianizado (demonizado) e politizado pelos interesses do Vaticano, de forma que no final  do século XIX passou a poder ser descrito como o mentor do socialismo/comunismo. O judaísmo evoluiu para enfatizar a importância do comportamento moral e da crença na capacidade do homem de melhorar a si mesmo. Essa é uma das incompatibilidades entre Vaticano e Sinagogas.


Todo pobre que não é estupido é acusado pelos seus pares de defenderem a classe que os oprime, e são usados da mesma forma pelos políticos para obterem seus votos. Ser 'esquerdista/socialista/progressista' virou uma espécie de obrigação dos ressentidos, cujo objetivo principal é destruir “privilégios”. E qualquer coisa que eles invejam é ‘privilégio’. Os seus argumentos são defendidos com vulgaridade desde a feroz ignorância presunçosa até modos selvagens de bárbaros sórdidos. Trabalham empenhados em causar estragos para ganho pessoal ou simples prazer com a desgraça do “privilégio” alheio. Quanto maior o radicalismo socialista, maior a insensibilidade à importante distinção entre certo e errado, e avidez pela fama. A política socialista brasileira tornou-se uma organização de pessoas inescrupulosas que saqueiam o povo e o Erário em nome do bem-estar geral, e que tem como séquito uma população composta de semelhantes que exibe a mais comovedora solicitude recíproca. A lógica é: "Eu lhe apoio no que é mais vil para satisfazermos  a nossa natureza mais baixa.

Há muitos humanos buscando alívio das próprias angústias na  destruição de outros, tal como o Imperador Caligola nomeou Cônsul o seu cavalo Incitatus para ofender o Senado Romano. E os resultados na política são devastadores: estimulo a ser improdutivo e fracassado igual ao anticapitalista.



O altruísmo também é uma forma de egoísmo (Nietzsche)

O altruísmo socialista se refere desde uma fútil necessidade de reconhecimento até compensação de um sentimento de insegurança e interesses inconfessáveis.


Todo altruísmo socialista na política é uma forma de egoísmo inconfessável


A personalidade anticapitalista necessita de homens fracos, submissos e facilmente controlados. Eles não podem se beneficiar de homens autossuficientes. Eles necessitam de homens que acreditam na realidade criada por eles. O anticapitalista "progressista" é aquele que aprendeu sofrendo e quer impor seus interesses batendo.


“Os representantes da maioria, isto é da estupidez, nada mais odeiam do que uma cabeça que reflete” – Hitler – Minha Luta – pág.62

Muitos cedem aos discursos sobre o combate à pobreza cultural, moral e financeira de um indivíduo ou uma coletividade com a  possibilidade de combater à fome e à miséria no mundo baseados na marginalização dos ricos colocando estes como a causa maior da fome e da miséria.  A inteligência da natureza tem caráter desigual. Assim, se há seres superiores e inferiores, estes existem em razão da necessária harmonização maior, do todo. A criação executou a subordinação, a coordenação e a distribuição de todas as coisas conforme o respectivo valor no conjunto e os organizou para viverem de forma desigual em concórdia entre si. Embora os seres racionais vivam claramente muito uns em função de outros, também  pode ser percebido em tudo que as coisas inferiores foram constituídas em função das superiores. Destrua-se a riqueza e a pobreza será ainda mais atingida. O Uruguay - onde 75% da população são classe média e alta -  possui um sistema tributário menos gravoso para o patrimônio e a renda que o do Brasil Vaticanizado. 

Todos querem viver à custa do Estado, mas se esquecem que o Estado vive à custa de todos.  Frédéric Bastiat.

O poder concentrado sempre foi inimigo da liberdade. Ronald Reagan

A riqueza na época de Adam Smith estava concentrada nos vassalos do Rei, que não sofriam os vieses da concorrência, e equivaliam a monopólios. A riqueza era privilégio (sem risco de concorrência e de falência)  dos “amigos” do rei que enganavam e oprimiam. Por isso, os doutrinadores do liberalismo clássico ou ortodóxico ou do laissez-faire eram radicais contra a intervenção do governo na liberdade e economia. A riqueza já deixou de representar privilégio faz muito tempo. Hoje representa, comumente, mais ônus do que bônus. A maioria empreende apenas para a sobrevivência. Quantos já não foram os brasileiros, até antes da reforma da previdência, que sonhavam com um emprego público para evitarem o desgaste do empreendedorismo. Ainda que a propriedade privada não seja um direito natural, e apenas uma convenção social, ela é indispensável à prosperidade capitalista da sociedade como um todo. O desenvolvimento sempre foi acompanhado de problemas gerados pelo próprio desenvolvimento. São exemplos notórios: o aumento da população, o automóvel e as máquinas agrícolas que aposentaram os cavalos, as carruagens. O desenvolvimento trabalha para reduzir custos e aumentar lucros, ou seja, para otimizar o custo-belefício, e prescindir de mão-de-obra custosa como no Brasil faz parte da obrigatória redução de custo. A proteção dos interesses dos fracos não pode destruir a própria produção dos fortes.

No final das contas, o valor do Estado é o valor dos indivíduos que o compõem.  John Stuart Mill


A realidade x aparência da riqueza.


O ignorante sabe muito. O inteligente sabe pouco. O sábio diz não saber nada. Mas o imbecil? Ah, esse diz que sabe tudo !


DAS OPINIÕES DO ENTREVISTADO


“O homem “progressista” é repugnante” 

As ideias sem lastro e equivocadas estão dominando a sociedade. O pensamento “progressista” se opõe à liberdade, pois supõe ser ele mesmo capaz de determinar a distinção entre o bem e o mal.  Esses “intelectuais”, no anseio de se destacarem com ideias novas ao público, insistem em ofender a lógica, o óbvio, tudo o que está na esfera do convencional, com uma espécie de racionalismo arrogante, que abusa da razão e  despreza a importância do acaso e da espontaneidade para a evolução humana e da sociedade existentes e dependentes da liberdade. Esses “intelectuais” se alçam a um patamar de superioridade, pois se consideram  capazes de construir um novo mundo a partir de suas diretrizes, ignorando a parcela da ordem social que se manifesta à revelia da razão humana cuja existência é indispensável ao desenvolvimento humano. A sociedade brasileira corre sérios riscos  diante das sucessivas ofensas à moral tradicional fruto de séculos de evolução, por aqueles que se julgam “progressistas” portadores de uma verdade absoluta baseada em uma razão arrogante e irresponsável.  Isso também os fazem reagir com violência a críticas, pois veem a própria razão erigida a uma patamar absoluto de verdade, que os tornam cegos aos próprios equívocos. A cegueira produzida pela “intelectualidade” está presente em vários aspectos da vida.  O entrevistado posa de “intelectual progressista erudito” e, como resultado dessa postura, tende a uma oposição radical à ordem econômica liberal. Para o "progressista" o brasileiro ideal é o homem sem espírito, obediente ao Estado e subjugado pelos interesses da coletividade, com discurso aparentando o contrário. A metáfora que ilustra bem as opiniões de um intelectual "progressista" é: "Enganar-lhos-ei, e com mesóclise ainda acharão bonito e elegante!O entrevistado aparenta considerar a riqueza um privilégio. A lógica é:a culpa é minha eu coloco em quem eu quiser.Os valores que fundamentam a mentalidade "progressista" do entrevistado com viés de exploração capitalista é também fruto de um "construto ideológico marxista" segundo  o qual se os funcionários recebem 3.000 reais de salário e produzem 500 peças e tais 500 peças rendam 50.000 reais, a empresa está roubando deles os outros 47.000 de "lucro". Essa é a exploração da empresa sobre o trabalhador. A ideia é que a empresa deveria dar salários mais altos, pois tudo o que passa de lucro de 3.000 reais para ela é roubo ao trabalhador. Mas depois de convencido que é roubado, ele não enxerga as obrigações da empresa, do proprietário da empresa, os investimentos pré-operacionais  e quer esta pague a ele os mesmos 50.000 que ela tem de lucro. É uma impossibilidade acordo trabalhista de divisão igualitária de bens. Os únicos ricos privilegiados no Brasil capicomunista são: (1) O Estado (sentido amplo) que figura como um sócio achacador SEM ÔNUS da riqueza do povo, especialmente, como um vampiro ou sanguessuga do povo em geral e especialmente do empreendedor; A riqueza termina por ser drenada para os agentes políticos e altos burocratas do governo - os menos iguais entre os iguais.

Os agentes políticos parecem trabalhar sem defender os primados  que alicerçam uma verdadeira democracia capitalista. Alguém proclamar que há capitalismo no Brasil, ou é cinismo, ou é uma prova de alienação absoluta, pois só estes podem acreditar que no Brasil há capitalismo. A anomia das entidades da sociedade civil fez o vocábulo “democracia” no Brasil tornar-se um substantivo prostituído da nossa língua vez que é utilizado indecentemente para travestir um dos mais cruéis sistemas escravocrata e genocida, da história da humanidade. Todo manifestante em defesa do capitalismo brasileiro deve perguntar a si a que democracia capitalista se refere e a que democracia se refere a dos os agentes políticos, a da mídia, a dos ministros do STF ou a da grande massa do povo ? 

(2) As instituições religiosas cujos patrimônios e renda não são tributados.  Fora dessas riquezas, todas as suas outras formas são acompanhadas de um enorme ônus econômico e pessoal, em geral muito acima do bônus. 

O vídeo da citada entrevista produz dúvida do real interesse em prol do desenvolvimento do país, haja vista que este é dependente de investimentos oriundos da riqueza acumulada dos indivíduos e das famílias. E reforça a prova de que conhecimento não é sinônimo de saber usá-lo de forma correta, e para ser um bom economista não basta dominar  apenas a teoria econômica, mas é preciso conhecer com clareza como ela interage com os outros campos das ciências sociais. É preciso ter uma cultura além da técnico-específica.


Não confunda conhecimento com saber usá-lo e sabedoria.

https://www.youtube.com/watch?v=7BdwBGFdSts

(a realidade que o progressista odeia)

A proposta “progressista” do entrevistado parece uma defesa da noção de que  “progressismo”  é ignorar a riqueza e os ricos, seja o que estes representarem na mente “progressista”. Não importa se o empreendedor rico gera empregos e paga tributos que financiam os serviços públicos que são utilizados quase exclusivamente pelos pobres isentos de IR. A falácia é sempre a mesma, acusam os ricos de enriquecerem à custa dos pobres, quando na verdade é o governo o único beneficiado à custa de ambos. A proposta “progressista” do entrevistado nega a capacidade intelectual e prova que endossar a soberania popular por meio de sufrágio universal não significa endossar a liberdade econômica e a propriedade privada, nos termos necessários ao melhor desenvolvimento capitalista. Pode haver democracia com tirania tributária.  No passado o liberalismo se opôs à autoridade ilimitada dos monarcas; no presente, o liberalismo se opõe ao poder abusivo do Estado. É moralmente abominável alegar que o Poder Estatal pode servir-se de qualquer meio para atuar como “justiceiro social” delimitando abusivamente a liberdade individual aos interesses superior do todo a qualquer preço. Se o “laissez-faire” equivale a defender o repreensível egoísmo cego para o bem coletivo, o Estado “justiceiro progressista” representa a prisão ao passado do século XIX e anteriores, sem a vontade de enxergar e enfrentar as novas realidades e suas relações de interdependências econômicas.

“Atrás de um rostinho bonito pode haver uma alma perversa; atrás de doces palavras pode haver inimigos ocultos. Cuidado! Nem tudo que reluz é ouro!”

A entrevista evidencia que a relação entre entrevistador e entrevistado faz prova de que o povo brasileiro está cada vez mais incapaz de distinguir entre questões de opinião e questões de princípio, e tratando ambos como meras questões de gosto contribui para colocar holofotes nas falácias dos falsos moralistas "socialistas". Também evidencia que o mero estudo não basta para dissuadir uma mentalidade antiética, desprovida de lógica e bom sensoA impressão de que extraí deste vídeo e de outros do entrevistado é que ele vive em um cárcere de amargura espiritual. Parece pessoa cheia de ódio que deseja jogar em qualquer outro que pareça viver o oposto. Esconde a maldade no disfarce da bondade. Por sua vez, o entrevistador não distingue opiniões de princípios. A psicologia não alcança além das aparências. Nas mensagens do entrevistado “progressista”  nunca há algo positivo para a liberdade e a riqueza. Há somente ódio, maldade e mentiras contra a liberdade econômica e a riqueza. Não há exceção! Não é porque se aprendeu apanhando que precisa ensinar batendo. Se não quiser afagar, não apedreje. Se não quiser alimentar, não envenene.  

Além disso, aponta para a criação de teorias de conspiração apoiada por suposta "expertise" que sustenta os absurdos do capicomunismo brasileiro, atribuindo a responsabilidade de todos os problemas do país ao grupo dos mais ricos e ignora o Estado marcado por ineficiência e corrupção. Tais argumentos sempre tiveram o claro propósito de iludir a maioria menos informada, carente de senso crítico, e de manipular a inveja em benefício de interesses populistas e eleitoreiros. Os políticos ‘progressistas' utilizam-se de todos os recursos para obter votos. Estimular a inveja faz parte desse jogo de manipulação. O objetivo de todo 'socialista/progressista' é a destruição sob o disfarce da construção com os nomes bonitos de “justiça social e fiscal”.        

A mesma essência humana que faz acreditar poder rejuvenescer, talvez até enganar a morte graças a algum truque novo, é a que também facilita a prosperidade do engano. Seria de um benefício imenso para o futuro do Brasil se fôssemos menos ingênuos. Frequentemente confunde-se a mentira  travestida de “forte convicção” associada à “autoridade do expert” com a verdade.  O mínimo que se deve fazer é manter o ceticismo à medida que as evidências sejam melhores examinadas. Os manipuladores são hábeis em desviar da verdade o seu público para os próprios interesses. Quando a explicação for muito profissional, seja cético. É por causa dessa propensão da natureza humana que os enganos prosperam.  O “expert” não destaca que os ricos pagam muito mais tributos e a maioria dos brasileiros nada ou quase nada. A arrecadação decorre praticamente da renda, do patrimônio, do consumo e dos empreendimentos dos mais ricos. No Brasil católico, é mais bonito fazer o discurso hipócrita contra o rico e vitimizar o pobre. Não basta ter conhecimento, é preciso ter senso crítico para delimitar bem a sua aplicação. Basta um mínimo de discernimento para ver a realidade do ensino básico e os serviços públicos de saúde. Quem mais os frequenta não são familiares de/ou contribuintes do I.R de fato ou de direito. É preciso ver além das aparências. Muitas vezes contam histórias falsas para justificar seus argumentos ou convenientemente culpar bodes expiatórios. Os “progressistas” sabem como confundir e atrair incautos para um drama sob os seus interesses. A citada lógica do “follow the money” se considerada de forma imparcial e honesta deveria ser estendida, antes de tudo e todos,  ao Vaticano que vive na luxúria com dinheiro da massa simplória de senso-crítico, insegura e supersticiosa, sem pagar imposto sobre patrimônio e renda. E aos gastos das viagens do Presidente Lula e seus gastos no cartão corporativo, conforme noticiado pela mídia. 

A lógica do “follow de Money” do entrevistado parece ardil inventado para ofender os liberais difamando-os de capitalistas egoístas malvados. Não duvide do que os “progressistas” são capazes de inventar de falácias para prejudicar os ricos: ‘follow the money’, ‘meritocracia’ da vida alheia. Na verdade, eles não só inventam como ignoram muita coisa que chegam a ser negligentes com o conhecimento.

O governo Lula gastou, entre 1º de janeiro e 16 de abril/23,R$330,9 milhões em publicidade, conforme divulgado pela mídia de notícias Crusoé. Há 4 anos o governo Bolsonaro desembolsou R$ 25,4 milhões em igual período.

A história mostra que os objetivos de seus defensores "progressistas" no poder sempre foram ignorar o indivíduo e absorver tanto quanto possível a sua vida privada, dinheiro e liberdade com desprezo às barreiras da verdadeira moral - Moral Man and Inmoral Society – Reinhold Niebuhr. O “douto” entrevistado "progressista" deveria citá-los enfaticamente em seus exemplos de situações erradas contra o Erário e o povo.  Aprimorar ou defender ideias "progressistas" é como perfumar excremento.

Ainda, com base na mesma lógica, se um produtor rico de doces vendesse 1 milhão de balinhas na favela e recebesse por isso 1 milhão de reais dos pobres, deveria sentir-se culpado pelo êxito e ainda considerar que o dinheiro recebido não é dele, mas sim dos pobres que livremente o pagaram.  Só resta uma conclusão sobre o "follow de money": uma lógica de mediocridade grotesca que faz duvidar até da sua (dele) graduação em economia. Pode ser equiparada a uma farsa patética para justificar perseguição à riqueza, e  a uma  idiotice abaixo do limite do desprezo.  É difícil medir quem exatamente tem mérito pelo sucesso. Se um produto vai muito bem, a responsabilidade é dos designers, engenheiros, marketing, ou do RH que contratou todos? Ou, que percentual atribuir a cada um? E, qual o risco do próprio patrimônio assumido por cada um no negócio em relação ao empreendedor? Em suma, é no mínimo dificílimo individualizar o resultado, em geral, impossível, PORÉM, o “progressista” afirma categoricamente que sabe. Todavia, a única ferramenta de justiça é a Lei de Mercado.

“O melhor programa econômico do governo é não atrapalhar aqueles que trabalham, produzem, poupam, investem, empregam, e consomem.” 

[Barão de Mauá]

A justiça social, tal como a meritocracia, não pode ser definida por critérios equivocados e ilustrada com exemplos falaciosos que só existem na mentalidade anticapitalista “progressista” que engana os incautos medíocres dizendo que o capitalismo é cruel porque nem todos podem ser ricos !  Justiça social é poder colher os frutos das próprias escolhas livres dentro de uma organização política e econômica que apoia a liberdade e a iniciativa individual que permite “em tese” todos melhorarem e viverem vidas melhores dentro de seus talentos e possibilidades. O coletivo só avança com o avanço do individual. O que os “progressistas” fazem é subverter a ordem natural da desigualdade como se ele fosse arbitrária em desfavor dos pobres, disseminando a ideia de que basta mudar as regras para não haver “prejudicados”. A justiça da liberdade individual e econômica não produz igualdade. Só há uma lógica para defender os argumentos (sofismas) “progressistas”: a da ignorância, ressentimento, ódio, inveja e vingança. É preciso ver além das aparências.  A massa popular brasileira é presa fácil para demagogos com promessas “progressistas”, e está ficando a cada década mais afim com elas. Os “progressistas” enganando representar o povo exploram seus piores instintos em benefício próprio. Também, nos argumentos do entrevistado todo rico é igualado  em um arquétipo pejorativo à riqueza atribuído ao sistema  financeiro, que por si trabalha com a renda excedente já tributada dos seus clientes (investidores). A tributação da riqueza no Brasil deveria ser a última opção, somente muito após todas as medidas de combate a ineficiências, aos gastos imorais, e à corrupção. A tributação à riqueza no Brasil é motivada pela inveja e pelos interesses do Vaticano e não pela ciência econômica. Para tributar a riqueza foram inventados vários argumentos falaciosos com motivação religiosa, tais como: princípio da isonomia, tributar os desiguais na proporção da desigualdade; progressividade de alíquota; que o sistema tributário brasileiro é um Robin Hood às avessas que tira do pobre para dar aos ricos; que o sistema é regressivo, a pobreza é consequência da concentração de renda !! A lógica é a mesma do racismo, onde o julgamento é transferido da individualidade do caráter de alguém para algo distinto e genérico onde todos são incluídos indistintamente de forma pejorativa. Ele também igualou todos os ricos e suas riquezas do Brasil e talvez do mundo ao estereótipo do qual não se pode afastar a hipótese de inventado para o propósito de marginalizar a riqueza. Assim como existem pessoas disputadas no mercado, muitos também são evitados, às vezes, por vícios de caráter, tais como a soberba e a inveja.  Estudos mostram que a inveja  gera sentimentos negativos como insatisfação, ressentimento e raiva.  A inveja é algo que parece emitir um sinal que a torna facilmente perceptível. Não se pode descartar que os argumentos usados para sobretaxar a riqueza estejam motivados pela inveja.

A realidade prova que quanto maior a tributação sobre o patrimônio e a renda maior a riqueza do Estado e menor a da sociedade. Ampliar o papel do Estado na tributação é sinônimo de ampliar a corrupção e a ineficiência com o dinheiro público que equivalem a uma mancha no caráter nacional na cultura do Brasil. O Governo deveria trabalhar para reduzi-lo e não para ampliá-lo. E somente um estúpido (a inveja produz estupidez)  para não saber que o Estado brasileiro (sentido amplo) é notoriamente ineficiente e corrupto. Em uma sociedade decaída as consequências da estupidez são mais frequentes e maléficas para a coletividade. É possível antever as ações de um bandido, suas manobras e aspirações hediondas, todavia as ações do estúpido não estão de acordo com as leis da racionalidade. Por isso o Brasil sempre foi um país de muita imprevisível instabilidade política. 


Paga-se tributos sobre o dinheiro que se ganha e gasta; Paga-se tributos a título de herança sobre os bens que possui, sobre os quais já pagou para adquirir com o dinheiro que já foi tributado. O Estado Capicomunista Brasileiro é uma doença onde este representa um parasita econômico que explora o povo sobretudo prejudicando os mais pobres, pois dependem dos ricos espoliados para obterem sua renda. Representa um obstáculo imenso para a mobilidade social, exceto em facilitar para a riqueza virar pobreza. Quando um “progressista” está no poder representa a apoteose da violência opressiva à riqueza e o triunfo do poder sobre a justiça.


Gastos públicos elevados implicam em carga tributária elevada que implica em desestímulo ao trabalho e produção, que implica em aumento da pobreza. Aumentar o custo brasil via administração pública ineficiente implica em estimulo à cultura da corrupção e menos estímulo à eficácia para melhoria nos processos produtivos privados, que implica em pobreza. 


A lógica do socialista  é: Ele  não ama os homens. Pede adoração e sacrifícios, mas o humano, como tal, é uma coisa sem valor para ele. Homenageia a pobreza e a ignorância apenas para atrair os seus favores. Trabalha, deliberadamente planejado, para a lenta redução da riqueza e de uma classe média sólida, e da integral razão de ser no trabalho e na família.

O socialista acusa, insulta, agride como se fosse puro e honesto. Mas, é apenas um disfuncional dissimulado que persegue carreira política. No poder, não hesita em roubar sua carteira, sua liberdade e seus direitos. Mais que a corrupção, o socialista tem prazer em praticar a maldade. Toda proposta de tributação exagerada sobre patrimônio e renda é baseada no ressentimento e inveja dissimulados de "justiça social", que prospera em razão da ignorância da quantidade enorme de apoiadores repletos de iguais sentimentos e vicissitudes.  

No passado o liberalismo se opôs à autoridade ilimitada dos monarcas; no presente, o liberalismo se opõe ao poder abusivo do Estado. O trabalho de Adam Smith (1723 – 1790), A Riqueza das Nações, foi a expressão científica contra a tirania da Monarquia e seus vassalos na economia que resultava na opressão de muitos por poucos no século XVIII. Hoje o tirano no Brasil, perseguidor da riqueza,  é o Estado democrático de direito e seu sistema tributário e trabalhista. Adam Smith defendeu o livre comércio argumentando que aumentaria o bem-estar das camadas mais baixas do povo e atuaria para o benefício dos pobres e indigentes. A sua obra influenciou a decisão da colônia norte-americana a libertar-se de seus colonizadores, o Reino Unido. No Brasil ainda existem políticos se elegendo e muitos outros se promovendo com discursos baseados no ideais “socialistas” que, na prática, apenas contribuem para mascarar uma sociedade corrupta sob a falsa devoção ao bem-estar público. O socialista não está à altura do antigo ideal romano de cidadania, descrito por Cícero, dentre outros. A necessidade e o desejo de riqueza são difamados de “valores mercenários”. Ignoram que o desenvolvimento industrial, tecnológico e a riqueza possibilitados pelo capitalismo aumentaram os laços de interdependência das sociedades e até das nações. Hoje a necessidade de paz para o comércio mundial tem sido uma barreira para grandes guerras mundiais. O sistema tributário capicomunista brasileiro servirá ainda mais para aumentar a desigualdade social, enriquecer o Estado e seus agentes políticos e dificultar mais que cada brasileiro busque seus interesses à sua maneira no plano liberal de regras iguais, liberdade e justiça, resultando em redução da mobilidade social.

a inveja já foi considerada um dos sete pecados capitais antes de se tornar uma das virtudes mais admiradas sob seu novo nome: "justiça social"

Thomas Sowell

A pior ambição do humano é desejar colher os frutos que jamais teve a coragem ou capacidade ou possibilidade de plantar. (Charles Chaplin)

Se veste como vulgar, fala como vulgar, se comporta como vulgar e não quer se tratado como vulgar. É o paradoxo do esquerdista revolucionário.

Homens e mulheres têm inteligência igual e deveres equivalentes como membros do Estado (pátria, a constituição e as leis) e de uma família.  As mulheres enfrentam um mundo mais pesado de obstáculos, a maternidade é apenas um deles. É preciso ter mais determinação, estudo e preparação para enfrentar o mundo do trabalho fora do lar. Mulheres e homens têm papeis diferentes a desempenhar na sociedade, mas são complementares e iguais em importância. O tipo de família defendida pelo catolicismo prende as mulheres à servidão doméstica. Os seus valores permaneceram sem evoluir compatíveis com a sociedade romana patriarcal. As mulheres tem sido reconhecidas cada vez mais iguais aos homens perante a lei, mas não perante a natureza e a realidade inerente a cada gênero. Essa igualdade artificial pertence ao campo do populismo político “progressista”.

A multidão vulgar sempre deixa levar pelas aparências, e o mundo consiste principalmente de multidões vulgares (Nicolau Maquiavel)

A barbárie, a selvageria e a política socialista adaptada para agradar o comportamento infantil sempre lutaram unidas contra o espírito da liberdade. Agradar situação errada também agrava a a vida. Os 'socialistas/progressistas' são bons em fazer discursos sobre direitos iguais e reformas, mas, na verdade, só fazem bem jogo de narrativas. São bons só na aparência, e destruidores de riqueza e produtores de pobreza na realidade.  Muitos são tão inseguros que se tornam desesperadamente dependentes do sistema de narrativas "progressistas" e acusam os ricos de maus para afastar o sentimento de inveja e culpa  pela própria situação. As frustrações são direcionadas para o ódio à riqueza. Uma espécie de câncer social  é a mais educada analogia aos seus defensores. E não dá para medir o alcance do prejuízo produzido: crianças crescendo sem exemplos e referências de certo e errado, sem educação formal e familiar, que resultam também em não distinguir entre riqueza lícita e ilícita e na inveja. O socialista de shopping não é somente um infeliz, mas alguém que sente prazer em espalhar a infelicidade por onde passa. O 'socialista/progressista' vive em um cárcere de amargura espiritual. Parece pessoa cheia de ódio que deseja jogá-lo em qualquer outro que pareça o oposto. 

O Humano é a única criatura que se recusa a ver o que é [ Albert Camus]

Os invejosos têm propensão a se envolverem em militâncias, ativismos, greves, protestos e outras atividades motivadas pelo “espírito revolucionário da inveja”.

15/05/2016

Para oferecer serviço público de qualidade sem espoliar a riqueza, a corrupção deveria ser punida com pena de morte.

O Estado capicomunista brasileiro representa a imoralidade, o responsável por agravar a desigualdade social, de aumentar a pobreza e de dificultar a mobilidade social da pobreza na direção à riqueza.

A proposta do entrevistado vai ao encontro de um Estado cleptocrata desejoso de determinar quanto o governado deve ter, quanto pode enriquecer, como se toda riqueza fosse fruto do mal e o Estado justiceiro devesse confiscá-la em nome do bem comum e dos mais pobres. A ferramenta para formatar a sociedade onde a liberdade de trabalhar e produzir valor para si, família, a coletividade e a nação é limitado apenas a um integrante de grupos divididos em classes com suas virtudes e defeitos estereotipados preconceituosamente (pobres e ricos) pelo governante de plantão e seus companheiros e demais interessados na desgraça da riqueza alheia. A proposta agrava o Estado interventor capiCOMUNISTA brasileiro muito associado a privilégios indevidos e corrupção. 


As propostas "progressistas" do entrevistado se resumem em: defender enfaticamente uma rede extensa de serviços sociais estatais — educação, saúde, saneamento, infraestrutura, transporte, habitação, segurança pública, assistência financeira e afins — e a regulação estatal em geral: dos setores financeiro, ambiental, da propriedade ou no mínimo dirigismo estatal de setores econômicos consolidados em corporações supervisionadas pelo Estado. Uma estrutura tributária em que os impostos sobre os níveis de renda mais baixos sejam radicalmente cortados ao passo que níveis mais altos devem ser taxados pesadamente. Heranças decisivamente taxadas. Direitos e leis trabalhistas para assegurar a mínima dignidade do trabalhador, doa a quem doer. O apoio ao estatismo exagerado equivale ao reconhecimento de um sentimento de inferioridade, de ressentimento, de inveja e insegurança com as regras da liberdade.

O liberalismo representa a ampliação dos privilégios do povo, 

o socialismo o de reduzi-los.

É desejável e necessário que o Estado seja ativo e poderoso, mas deve ser seletivo e evitar o abuso de sua força e benevolência. Certamente são numerosas as necessárias funções de intervenção do governo. O avanço da prosperidade pública deve ser o objetivo de todo governo, é o motivo de sua existência, mas, a liberdade também é peça chave em contribuir para realiza-lo aumentando a riqueza. A riqueza da nação é a riqueza de seus indivíduos e familias. A intervenção na liberdade em nome da vantagem geral da comunidade é o maior problema cultural do Brasil e de sua desgraça social e econômica: como, quando e até quanto. O bolsa família mina a motivação para trabalhar e encoraja o ócio, o que, por sua vez, estimula a fraqueza, o crime e a imoralidade.  A 'caridade legal (forçada)' deve ser seletiva, por exemplo: para idosos, loucos, e doentes, desamparo da infância, em tempos de calamidade pública, apenas para citar alguns. Todo esforço para superar ou domar as leis da natureza humana na economia sempre esteve destinado ao fracasso.  A “caridade forçada” (legal) agrava o pauperismo ao invés de reduzi-lo. É um devaneio acreditar que o socialismo poderia abolir a pobreza. A pobreza não se deve apenas a pouca intervenção governamental, mas à muita. Os socialistas atribuem a pobreza ao “grande fracasso do arranjo social” (é melhor transferir a responsabilidade) e pouco ou nada às falhas morais individuais. O individuo também têm culpa nos seus infortúnios. O pré-requisito para melhor a posição social é melhorar o próprio caráter. Muitas aflições decorrem das próprias falhas. O foco na  autoajuda e a responsabilidade pessoal associados às regras do livre funcionamento do mercado são as principais soluções, senão quase as únicas. Essa é a melhor forma de contribuir para o coletivo com apoio na natureza humana. O liberalismo econômico apenas com regulamentação indispensável com respeito ao individualismo é um instrumento civilizatório. O socialismo tem uma propensão natural de corroer o caráter e de atrair corrompidos, mesquinhos, egoístas, irresponsáveis, os desconectados de qualquer senso de dever para com seus semelhantes.  O mundo atual mostra notoriamente que liberdade econômica e tributação baixa sobre patrimônio e renda são grandes molas propulsoras para o desenvolvimento. Os fins mais elevados do homem para a sociedade devem ser estimulados a serem buscados por cada um livremente. O Estado deve atuar em remover obstáculos. A maior intervenção do Estado deve-se relacionar a circunstâncias especiais e situações específicas: ex. guerras, pandemias. 

O homem deve procurar as oportunidades e não somente esperar que estas o encontrem.

Existem duas escolhas principais na vida: aceitar as condições como elas são ou aceitar a responsabilidade de tentar mudá-las.

Há 2 tipos de pessoas: aqueles que acreditam  poder fazer algo e aqueles que acreditam não poder. Ambos estão certos. O errado é invejar quem fez.

Poucos fazem o melhor que podem com o que têm onde estão

A pior ambição do humano é desejar colher os frutos que jamais teve a coragem ou capacidade ou possibilidade de plantar. (Charles Chaplin)

Ainda existe no Brasil a mentalidade de que a riqueza de poucos sacrifica o bem-estar da comunidade nacional; ou que o estímulo a obtenção de riqueza individual sacrifica o todo, ou a maioria. Tal como era no feudalismo monárquico. Hoje toda riqueza cria espontaneamente uma distribuição saudável de riqueza e harmonia social. Quase todos os empreendimentos são caracterizados por lucros líquidos muito abaixo da receita bruta, a diferença corresponde à riqueza distribuída pelo empreendimento, a começar pela sua própria manutenção / existência. Todavia todo rico é difamado de egoísta, individualista, em todas as oportunidades, como se ainda fossem exterminadores vassalos do Rei. O Império mudou da conquista e exploração dos mais atrasados para o poder no desempenho no livre comércio e na melhoria dos mais atrasados transformando esses em consumidores. Assim funciona o egoísmo no capitalismo.  Por sua vez, o socialismo é uma doutrina egoísta, imoral e anárquica que dissolve o tecido social apenas para encher os bolsos de alguns poucos favorecidos e que acusa os liberais de promoverem os interesses egoístas dos ricos e não o bem comum.  E, a que se refere a política socialista ou progressista? Representa o uso da mentira, baseado no egoísmo pelo poder a qualquer preço e em um completo desrespeito pelo dever moral. Desviam a atenção dos simplórios enquanto aumentam seu próprio poder e permitem que um pequeno grupo de partidários acumule riqueza à custa do público. Aproveitam-se do apoio da multidão ignorante para promover seus próprios interesses inconfessáveis. Apelam para os instintos mais animalescos do público-alvo para atingir a qualquer preço seus objetivos. Beneficiam apenas um pequeno grupo de “parasitas econômicos”, sem fornecer benefícios de longo prazo para as classes mais excluídas. Como efeito colateral, deixa como legado de longo prazo estímulo à degeneração do caráter coletivo. As falsas filantropia e humanidade do 'socialista/progressista' são hipocrisias flagrantes. Não faz referência a fatos. O significado do termo liberalismo sempre foi distorcido pelos seus opositores. O termo laissez-faire ficou associado a “cada um por si e salve-se quem puder”. Fato que está longe de ser a verdade. 


Que a dívida pública cresça ! Que as perdas com a corrupção aumentem ! Que a classe média seja esmagada até morrer sob taxas, extorsões e explorações, em nome da “justiça social” para justificar a perseguição à riqueza sob o nome de "justiça fiscal". A classe média é vista  como meros cavalos  de tiro para as carruagens dos políticos seguidos pelas multidões de mendigos vorazes ávidos por pão, circo e habitações gratuitas. Um homem honesto, que trabalha e honra a nação e a constituição da república não é apenas um tolo, mas um indivíduo suspeito, que deve pagar a sua “justa” cota de tributos pela sua genialidade inventiva, ousadia  e trabalho mais produtivo. E deve aceitá-la de bom grado por amor da humanidade! ou como se fosse um dever do homem honesto aceitar a escravidão e os interesses dos  socialistas vomitadores de mentiras. Um governo opressivo é mais violento e mais temeroso do que um tigre. Quem o adora, ou não o evita, ou vê nele uma grande razão, não passa de um macaco imprudente e obstinado, cujas consequências são previsíveis pelos prudentes.

É a própria mente do homem que o atrai para maus caminhos, e não seus inimigos ou adversários.”

Muitos não tiveram a oportunidade de obter conhecimento, por isso, um ignorante torna-se idiota no momento em que nega voluntariamente o conhecimento ao seu alcance.


espírito revolucionário da inveja

Nenhuma quantidade de evidência irá persuadir um idiota.

Quem reconhece a própria ignorância revela a mais profunda sapiência. Quem ignora a ignorância vive na mais profunda ilusão. (Lao Tzu)

Os socialistas se autoproclamam 'democráticos progressistas'. Hoje fala-se muito em “democracia liberal” que gera confusão nos dois termos. É preciso ficar claro que ser democrata não é igual a ser liberal. A liberdade na economia se refere ao sistema tributário do País e não ao sistema político. Na China e URSS pós comunismo há liberdade econômica maior que a dos USA, mas não há liberdade política. É possível haver uma 'ditadura tributária' em um sistema tributário resultando em gravíssima ofensa à liberdade.  O simplório goza de considerável paz de espírito, desconhecida do homem de cultura. A dor faz parte do preço da Inteligência de querer usá-la para o bem. É o tributo que o refinamento paga à grosseria. Na democracia o voto de um ignorante tem o mesmo peso  ao de um sábio. No Brasil, é a ignorância que prevalece. Para ser feliz no Brasil é preciso ser um ignorante inocente. Alguém sem pensamento que obedece e combate sem saber por que obedece e combate. Humanos desprovidos de senso, prontos a aplaudir o mal, odiando o trabalho, preferindo mendigar, apelando permanentemente para o Estado, a fim de que ele os mantenha, bajulando políticos vis que lhes prometem vantagens imediatas e representem a vingança ao que invejam, apoiando-os na ameaça aos poucos homens honestos, devorando, em sua ociosidade, os esmagadores tributos impostos sobre os humanos  mais produtivos, dignos e responsáveis pela prosperidade do país. Em suma, a maldita turba adequada apenas para os políticos arrecadadores de seus votos, que tratam a sabedoria, a excelência iguais à ignorância e à mediocridade.  Como diz o ditado milenar:Os imbecis correm para Roma, mas o verdadeiro homem encontra refúgio nas verdades”. Que disse Aristóteles de Platão?Amo  Platão, mas amo ainda mais a verdade”. Para ser homem de conhecimento é preciso saber não só os próprios argumentos, mas também os dos outros. Os socialistas são arrogantes.

“Existe uma distância tão grande entre como se age e como se deveria agir que aquele que despreza o mundo real para viver em um mundo imaginário encontrará antes sua ruína do que sua salvação.” 

( Maquaivel )

As patetices do "progressista" têm várias faces, uma delas, a mais grave, é resumida na metáfora a seguir: "Houve certa vez uma mulher que possuía duas galinhas. Quando uma delas ficou doente, ela matou a saudável, fez uma canja e alimentou a outra.Na essência, existe apenas uma decisão que é preciso tomar: ou se trabalha pela liberdade ou se aceita a escravidão do Estado. A proposta do entrevistado não fomenta o desenvolvimento e sim agrava o atraso capicomunista com a maioria dos trabalhadores, públicos e privados, em más condições e poucos bem remunerados (70% dos servidores públicos recebem até 5 mil reais) e 30% muito bem remunerados como servidores públicos e agentes políticos em função das “necessidades especiais” da administração em prol do povo mais pobre, que suga a maior parte dos recursos, produz medidas sem resultado benéfico duradouro, constituindo sérios obstáculos permanentes ao uso mais produtivo dos recursos, com perseguição à riqueza, produção de inflação de proporção considerável que resulta em elevar os salários dos ocupantes do poder e seus mais próximos, e acentuada perda para os demais, sobretudo dos mais pobres, com redução disfarçada da renda da maioria, que não poderia se feita às claras.  

Exemplos: 1O custo da Justiça brasileira chegou à marca recorde de R$ 100,2 bilhões durante o ano passado, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgados nesta terça-feira (25) no relatório “Justiça em Números”. Em comparação com o ano anterior, esse valor representa um aumento de 2,6%. Em valores absolutos, a Justiça brasileira foi R$ 6,5 bilhões mais cara em 2019 em relação a 2018. 2O valor total das receitas do Governo Federal previsto para 2023 é de aproximadamente R$ 5,345 trilhões, dos quais cerca R$ 2,010 trilhões são destinados ao pagamento dos juros e encargos da dívida pública federal e em torno de R$ 213,9 bilhões vão para investimentos. 3O Orçamento do STF para 2023 será de mais de R$851 milhões, aumento de quase 20% em relação às despesas de 2022. Nos EUA, país com PIB dez vezes maior que o do Brasil e população 50% maior, o custo do Supremo não passa de R$730 (US$140) milhões. E que complexidade de fórmulas matemáticas seria necessário para explicar em números o comportamento individual e coletivo  em relação ao dinheiro e o nível de tributação adequado? E que precisão teriam?  O entusiasmo pelo critério do entrevistado e nas suas previsões econômicas e sociais parecem ser  substancialmente mais adequadas nas salas de aula do que na prática. De fato, parece ignorar que vive no Brasil. É preciso uma alavanca contra a corrupção e não contra a riqueza; a favor da eficácia do gasto e da redução de despesas, e contra a fácil proposta de aumento de receita. Toda a força moral da política e da Adm. Pública parece focada no egoísmo aético da maioria de seus membros.  O Vaticano ensinava moralidade na França do século XVIII, mas apoiava a Monarquia absoluta e seu sistema opressor hierárquico hereditário e de distribuição der privilégios aos amigos do Rei, do qual fazia parte. Da mesma forma que os Franceses não podiam confiar no Vaticano, os brasileiros hoje não devem confiar na política dos “progressistas” da qual fazem parte de suas benesses.

Tão certo quanto o fato de que a riqueza já explorou a pobreza, é que esta realidade já não é a regra mais. O empreendedor é o que mais investiu e arriscou para lucrar, e, diferente do feudalismo, é escravo do cliente. A riqueza já foi um privilégio no período feudal onde toda a riqueza pertencia ao monarca e seus vassalos e não havia concorrência e risco de falência. A riqueza hoje no Brasil representa mais ônus do que bônus. É preciso estar atento contra o “charme psicopático socialista”. A simpatia que os incautos sentem por isto não está no controle emocional deles. E essa ilusão de pensamento, cognitiva, é um real perigo eleitoral no Brasil onde mais de 100 milhões de pessoas são analfabetos e analfabetos funcionais. É preciso reconhecer esse ardil, ficar de sobreaviso,  não acreditar nele e não agir com base nessa ilusão. Infelizmente, esse fato não está no controle automático dos incautos e vigilância contínua não é necessariamente um bem, e certamente algo impraticável. Ademais, é mais fácil para qualquer um reconhecer os enganos de outros do que os próprios.

Não poderia deixar de observar aspectos sobre a personalidade anticapitalista. 

Na distância entre o cérebro e o bolso, há mais coisa envolvida do que a matemática.

Em toda casa de sonhos puritanos há uma inquietação e sinais patológicos que não podem ser ignorados.

Nelson Rodrigues disse: "Em todo paladino da moral, vive um canalha" .

É curioso observar que as mesmas pessoas que falam com eloquência de liberdade política e justiça social não relutam impor suas propostas tributárias ofendendo um dos direitos inalienáveis da humanidade: a liberdade. O destino tem produzido há anos, por meio de governos autoproclamados “progressistas”, situações para ridicularizar o socialismo, ou para mostrar quão pouco a conduta dos homens é dirigida pela verdade. Os seus argumentos “progressistas” são descaradamente contraditórios com a realidade política “capicomunista progressista” brasileira.  Ademais, os “progressistas” contradizem seus próprios princípios. Um país de economia liberal não necessariamente é um pais democrático e vice-versa. De forma alguma os Estados Unidos era uma democracia no século XVIII. Para a maioria na época, “democracia” era sinônimo de anarquia ou governo das massas, que por si, são ignóbeis, tal como no Brasil atual. O capicomunismo brasileiro iniciado no governo Getúlio Vargas, fez a maior parte dos brasileiros viver escravizada pelas necessidades de suas condições mesquinhas, equivalendo ao rebanho comum da humanidade, a multidão que não só pasta como ama o pasto e solo fértil para o discurso socialista. Todo anticapitalista para chegar ao poder ou para fazer a massa acreditar em seus argumentos procura obter a sua empatia fazendo-se passar por um deles. No Brasil, isto é muito associado a histórias de pobrezas e dificuldades, tal como o entrevistado  enfatiza em seus relatos, embora não sirvam de prova categórica de veracidade. Os "progressistas" (neomarxistas) criam crises fictícias justificando o erro para ofender o certo, acusando este de disfuncional, anormal, patológico. Essa estratégia de persuasão não é privilégio do brasileiro, a seguir indico um provérbio  Turco que ilustra bem o assunto.

O objetivo é obter apoio da inveja


A política do “progressista” brasileiro notoriamente não produz e faz o que fala. Os argumentos “progressistas” são descaradamente contraditórios com a realidade política “capicomunista” brasileira. Ademais, contradizem seus próprios princípios. Notoriamente destrói a família, a comunidade, é moralmente frouxa e hedonista, sexista, e faz qualquer coisa para obter voto. Os seus apoiadores são igualmente enfáticos e se autoproclamam os únicos defensores da equidade, justiça social, liberdade e igualdade. Eles ignoram os fatos notórios históricos em contrário, impedem qualquer possibilidade de debate razoável. O povo deveria perceber além do discurso quando se trata de “progressista” brasileiro, cujos argumentos são construídos com pouco embasamento em fatos concretos favoráveis aos desenvolvimento social e econômico e marcados pelo anacronismo.



O sistema tributário capicomunista brasileiro pune a riqueza e contribui para piorar a pobreza e rouba dos pobres não somente o dinheiro mas a esperança e a chance de melhorar de vida. O bem-estar social do “progressista” brasileiro nada tem a ver com o progressismo do liberal. Os liberais defendem a probidade moral e cívica com base em uma comunidade viável construída como base no somatório de interesses próprios, com devoção ao bem comum e respeito à importância da interdependência mútua. É marcante no “progressista” não viver de acordo com o que prega aos outros. O liberalismo é obrigado a se defender diariamente contra acusações implacáveis do CNBB/Vaticano e da imoralidade  dos demais “progressistas”. 

Os argumentos do entrevistado representam uma enorme agressão de cunho comunista às famílias brasileiras, logo também à nação brasileira e aparentam motivados por frustração, ressentimento, inveja e vingança,  talvez fruto de um conflito profundo e inconfesso entre pretensão social e realidade. E isso é apenas o que aparece na superfície, o motivo maior do anticapitalista é ainda mais horroroso e se refere ao desejo de levar a sociedade vista como próspera de volta à antiguidade ou medievo onde tudo só podia ser conquistado com muito esforço e renúncia para os interesses dos monarcas e seus vassalos, hoje representados pelo Estado capicomunista. Os homens não nascem apenas para si próprios, mas eles não nascem só para o bem de outros. A contribuição para o bem comum se dá através da livre, interessada e necessária troca de ofícios, de acordo com as habilidades, trabalhos, recursos disponíveis e circunstâncias disponíveis a cada um. O egoísmo faz o mundo girar e o mantém unido. Cabe a cada um desenvolver a excelência intelectual e moral aproveitando a ajuda do Estado.



Fábula ilustrativa: A cobra vivia perseguindo o vagalume, querendo devorá-lo.  Certo dia, cansado de fugir, o vagalume parou e perguntou à cobra:   pertenço a sua cadeia alimentar?   A cobra respondeu: Não.   Eu te fiz algum mal?  Não.   Então por que você me persegue ?   É que eu não suporto ver você brilhar.

O socialismo começou quando as qualidades ideais de um cidadão romano foram “cristianizadase politizadasdemocraticamente” ao longo dos séculos pelo que hoje se conhece como Vaticano. Infelizmente, os brasileiros acreditam no poder da religião política do Vaticano para reformar a sociedade, quando, na verdade, ela produz deformações gravíssimas. Enfatizam a santidade da família, mas apoiam medidas contra a riqueza destas fora dos muros do Vaticano. Foram os criadores e mentores do imposto sobre heranças. Falam de direitos, sem falar de deveres. Produzem desordem semântica, conceitual e de valores de acordo com os interesses da época, lugar e circunstâncias. Seus princípios são mutáveis.  A liberalidade “progressista” vaticanizada no Brasil equivale à democracia com sistema tributário totalitário que persegue a riqueza e sufoca o empreendedorismo. Grande Governo significa Estado rico e povo pobre. É sinônimo de ofensa ao individualismo.

A melhor analogia para um socialista é a sua semelhança com a "santidade": Aristocráticos como estátuas gregas na aparência, mas com imensa podridão em suas mentes, do tipo que trata órfãos com mimos com propósitos vergonhosos inconfessáveis.  A tristeza do rico é a satisfação secreta do socialista: o homem medíocre que não acredita no que vê, não estuda, e não vai além do que ouve dizer. Usam da pobreza para atacar a riqueza com falácias falso moralistas. Pessoas invejosas não necessariamente querem o que o invejado tem; Na verdade, querem que o invejado não tenha o que eles invejam já que, no fundo, sentem-se incompetentes para ter.  As propostas de agravamento da tributação da riqueza ativam o lado perverso inferior do humano, que despertado, é movido pelos seus instintos mais primitivos. A solidariedade, a partilha, não pode ser de forma confiscatória, fazendo uns de animal de sacrifício de outros. O Estado não deveria invadir a liberdade de uns de forma abusiva e até destrutiva em nome de “justiça social”. No cristianismo heroísmo é sinônimo de sacrifício altruísta. Seu maior símbolo é a cruz. Todavia, J.C  não recomendou ajudar os mais fracos  com patrimônio confiscado dos mais ricos. Ele sugeriu fazê-lo voluntariamente. J.C. falou do privilégio de servir aos outros, e não de se locupletar  à custa dos outros.  O benefício de uns não pode se dar à custa da desgraça de outros. Hoje, a desgraça das famílias, da riqueza, representa a desgraça também da nação. Em suma, não recomendou o benefício de uns a custa da desgraça de outros. 

Aquele Cassius tem uma expressão magra e faminta. Ele pensa demais... não conheço outro homem a quem deva evitar com tanta rapidez como esse minguado Cassius.. Homens assim não ficam à vontade vendo outro maior do que eles e, portanto, são muito perigosos..

WILLIAM SHAKESPEARE, 1564 - 1616

A mentalidade anticapitalista tem três componentes característicos: o medo (insegurança), a raiva e a inveja. Esses três aspectos não levam à prosperidade e sim a devastação social, pois o objetivo é produzir ódio em tudo onde for possível: entre classes, minorias,  gêneros, raças, invasões, saques, etc.  A personalidade anticapitalista começa na infância onde o desenvolvimento emocional se deu com desvios de afeto, aceitação e autoestima. A conscientização é o passo inicial do processo de cura. A personalidade anticapitalista vive preso às decepções e amarguras. Não conseguiu transformar sofrimento em mensagem de superação. O entrevistado aparenta possuir uma ferida de aceitação pessoal aberta. Uma falta de validação dos genitores pode levar a tornar-se um adulto desejoso de “estragar a festa” dos outros (dos ricos) de diversas formas: apoio a discursos esquerdistas, um ecoterrorista, um justiceiro social (que parece ser o caso). Achar que merece mais importância do que a realidade oferece também é causa de mentalidade anticapitalista. No caminho seguem aliciando outros ofendidos,  metaforicamente: soldados que desertaram, guerreiros que se tornaram mercenários, heróis que viraram bandidos, e valentes que perderam a coragem. Somos todos criados para a guerra da vida, mas precisamos lutar pelos motivos certos. O entrevistado aparenta lutar pelo motivo errado: seu ego, orgulho ferido, carência de aceitação pessoal, mágoa ou rejeição. E o faz sob o disfarce da “justiça social”.  Wiston Churchil disse: Os fascistas do futuro irão chamar-se de antifascistas. No Brasil, eles estão se denominando de “progressistas”.

Após ver o vídeo da entrevista na íntegra, o leitor que chegou a até aqui se refletir e refazer o ‘follow on the money’ de forma imparcial e desinteressado, concluirá, nos termos da boa moral, que o dinheiro é de quem trabalhou para obtê-lo, em cada etapa da sua circulação independente de suas interconexões.  Use o seu intelecto para evidenciar e exigir do Estado o combate à corrupção e mais e melhor investimentos em educação e saúde públicas, e com redução da carga tributária.

O vídeo a seguir mostra o que deveria ocorrer no Brasil, mas que nunca será visto.