A Mentalidade Anticapitalista



O capitalismo é a exploração do homem pelo homem. O socialismo é o contrário. ( Millôr Fernandes)

A mentalidade marxista tem três componentes característicos: o medo (insegurança), a raiva e a inveja. Esses três aspectos não levam à prosperidade e sim a devastação social, pois o objetivo é produzir ódio em tudo onde for possível: entre classes, minorias,  gêneros, raças, invasões, saques, etc. O discurso socialista objetiva recrutar os feridos da sociedade para usá-los contra os que consideram bem-sucedidos, seja o que isto significar.  Em todos os tempos da humanidade, o vício sempre foi mais frequente e prevalente que a virtude. Apoiar o errado dá mais voto que apoiar o certo.

É a própria mente do homem que o atrai para maus caminhos, e não seus inimigos ou adversários.”


Não importa o assunto, é comum pessoas projetarem idealizações, seja para o bem ou mal. Precisa projetar o sentimento em algo físico, encontrar um responsável, não é à toa que símbolos são essenciais para um movimento. Na internet isso se intensifica. Há circunstâncias que não importa o quão uma pessoa pode pensar estar com a razão partindo da premissa de que ela sabe o que fará de bem ou de mal. A mídia sensacionalista, programas de TV e livros muitas vezes exploram a controvérsia para obter audiência e vendas. Além disso, a política também está sendo usada como uma válvula de escape para as frustrações das pessoas, e os "progressistas" tentam desumanizar seus opositores. Analogamente, a forma como as pessoas veem os ratos como pragas e não se importam em vê-los serem mortos, a sociedade muitas vezes não olha além das aparências, do superficial, e não identifica os verdadeiros culpados. Aqueles que desejam a ruína do outro acabarão percebendo as consequências negativas de suas ações, inclusive para si, mas apenas depois de causarem graves danos. A luta entre coletivismo e individualismo está enraizada na natureza humana, com seus aspectos positivos e negativos e sempre se repete na essência, porém com argumentações na aparência diferentes. E isso é apenas o que aparece na superfície, o motivo maior é ainda mais horroroso e se refere ao desejo de levar a sociedade vista como próspera de volta à antiguidade ou medievo onde tudo só podia ser conquistado com muito esforço e renúncia para os interesses dos monarcas e seus vassalos, hoje representados pelo Estado capicomunista. 

Nelson Rodrigues disse: "em todo paladino da moral, vive um canalha"

A fraternidade, a caridade e o igualitarismo  relacionados ao “amor” da religião política do Vaticano assemelha-se a dos ideais socialistas. Ambas são manifestações da “doçura” odiosa do egoísmo, do ressentimento, da insegurança dos fracos supersticiosos. Muitos usam a fachada de cristão devotado para esconder a tirania intolerante.

Conforme observou Frederich Nietzsche: "aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam ouvir a música." Analogamente Eu digo: "Aqueles que foram vistos felizes e considerados ricos foram julgados imorais e condenáveis pelos infelizes e invejosos." 


A estratégia é clara: agradar o pobre para obter seu voto. Os simplórios de recursos e cultura vivem tão focados nas suas urgentes necessidades que sempre encontrarão um político “progressista” que os enganarão.

“Político é um tipo de homem cujo único sentimento verdadeiro é a falta de sentimento, ao lado de uma arrogante impertinência e uma descarada arte de mentir” – Hitler – Minha Luta – pág.53.  “O homem político é repugnante” – Hitler“É não ter caráter não admitir os maus caráteres existentes neste mundo” – Hitler.

Os humanos confundem a mentira travestida de “forte convicção” com a verdade. Assim, a máscara da “firme convicção” é usada para influenciar os incautos.  A todo custo, treine-se para ignorar a fachada que os políticos apresentam. A sua vida depende do verdadeiro caráter deles. Você poderá poupar-se da miséria se considerar isso a tempo. Por algum motivo os humanos entendem sinais de humildade como autênticos, mesmo que possa ser pura mentira. Para obter simpatia do coxo, mancam diante dele fingindo solidariedade e/ou criticam seus opostos que realizam seus desejos não satisfeitos. Não se deve subestimar a força da mentira na política do Brasil. Como muitos ‘moralistas’ estão preocupados com “justiça social” e “justa retribuição” qual seria a justiça social e a “justa retribuição” de algum(ns) sobre aquilo que outro(s) contruiu(ram)? Na medida em que as pessoas têm a liberdade de usar capacidades e conhecimento dos fatos não conhecidos por todos, não há condições de julgar o mérito de suas realizações. Quando os interesses individuais são substituídos coercitivamente por uma ética alheia, de interesse de grupo difuso à do individual entra-se nos devaneios socialistas do altruísmo-coletivo. Aqueles que negam os direitos individuais não podem se declarar defensores das minorias, são condições mutuamente excludentes. O julgamento do mérito da vida alheia depende de variáveis e condições não disponíveis ao julgador, cujas ausências constituem a principal justificativa da liberdade. Na medida em que as pessoas devam ter o direito de usar suas capacidades e conhecimentos que nem todos tenham ou conheçam, não existem condições justas e morais de julgar-se o mérito das realizações alheias. A realidade mostra que não é possível conhecer e quantificar quanto a produção de um bem ou patrimônio é afetado pelo esforço, interesse, habilidade, necessidade, desejos, circunstâncias, etc. logo uma análise racional para definir o valor subjetivo para quem o construiu também é igualmente impossível. Isso só é compatível com um Estado do tipo totalitário.

As crenças do político justiceiro social (provável devoto do Vaticano) sobre o ITCMD coloca o interesse coletivo de um Estado de forma bárbara sobre a liberdade individual, e da prosperidade das famílias, com motivação de ódio contra a riqueza típica de uma sociedade feudal, e faz prova de que o justiceiro deve acreditar que o brasileiro ideal é (ou deveria ser) um ser sem espírito, obediente ao Estado ineficiente, corrupto, cleptocrata e subjugado pelos interesses da coletividade.  É da cultura do auto ungido de “progressista” a fiscalização permanente da vida privada e o desejo totalitário de criar uma opinião comum quanto ao ‘status’ desejável para os diferentes indivíduos da sociedade, especialmente no que se refere à renda e acúmulo de riqueza, usando como desculpa o interesse dos mais pobres, prometendo a estes uma distribuição da riqueza de acordo com sua ideia própria de justiça que -  na prática – sempre se revelou uma falsa filantropia absurda e persecutória à riqueza para agradar a inveja e o ressentimento dos frustrados que sempre foram os mais numerosos.  A grande questão (interesse) que subjaz o discurso altruísta-coletivista é o interesse na imposição de pautas salvadoras de “terceiros” [a falsa filantropia] a partir de uma intromissão agressiva na vida individual dos tachados de "privilegiados", naquilo que cada um produziu, conquistou, construiu com um próprio e sacrificado empenho.  O Erário vive do dinheiro da produção do país, e a produção depende dos indivíduos produzirem para si e para a família. Não há respaldo na ciência econômica, mas sim em uma equivocada e fantasiosa moralidade religiosa, de infeliz aceitação no Brasil. A perseguição à herança é uma das várias faces da intolerância do Estado à riqueza individual. A falsa generosidade têm necessidade da permanência da injustiça para que a pregação de sua (dele) "generosidade" continue. Essa estratégia é usada contra o capitalismo e a massa incauta, ou com semelhante caráter, não percebe. O Estado prega a tolerância para tudo: racismo, gênero, etc.. exceto para a riqueza privada. 

A cobra vivia perseguindo o vagalume, querendo devorá-lo.  Certo dia, cansado de fugir, o vagalume parou e perguntou à cobra:   pertenço a sua cadeia alimentar?   A cobra respondeu: Não.  Eu te fiz algum mal?  Não. Então por que você me persegue?    É que eu não suporto ver você brilhar.

As propostas eleitoreiras de agravamento da tributação, especialmente do ITCMD, ativam o lado perverso inferior do humano, que despertado, é movido pelos seus instintos mais primitivos. A solidariedade, a partilha, não pode ser de forma confiscatória, fazendo uns de animal de sacrifício de outros. O Estado não deveria invadir a liberdade de uns de forma abusiva e até destrutiva em nome de “justiça social”. O ídolo dos evangélicos (J.C) não recomendou tomar bens de uns para dar a outros. Ele sugeriu fazê-lo voluntariamente. E na época atual o Estado (sentido amplo) já  recolhe tributos em percentuais muito acima do dízimo ! Exemplo notório: indústria automobilística estagnada e governo propondo aumentar tributos sobre patrimônio e renda reduzindo a parcela disponível para o consumo. Para a construção de grandes nações, a liberdade de prosperar e a proteção da família e da prosperidade devem ser priorizados, independente de classe social. O empreendedorismo, os investimentos financeiros e o consumo dos ricos são também fonte de dinheiro gerador de oportunidades e da sobrevivência dos mais pobres. 

AS IMAGENS ILUSTRAM BEM A MENTALIDADE ANTICAPITALISTA




A lógica da mentalidade marxista é: Eu lhe apoio no que é mais vil para satisfazermos  a nossa natureza mais baixa. Há muitos humanos buscando alívio das próprias angustias na imoralidade e na destruição de si e de outros, tal como o Imperador Caligola nomeou Cônsul o seu cavalo incitatus para ofender o Senado Romano. E os resultados na política são devastadores: estimulo a ser improdutivo e fracassado igual ao anticapitalista. Os opressores falsamente generosos têm necessidade da permanência da injustiça para que a pregação de sua (dele) "generosidade" continue. Essa estratégia é usada contra o capitalismo e a massa incauta, ou com semelhante caráter, não percebe.






A família é a escola de caráter, a mentalidade anticapitalista comumente é fruto de famílias disfuncionais. A grande ideia da família funcional é a sua existência primordialmente para os filhos, o futuro da nação. O anticapitalista não pensa em futuro, para eles a única coisa que importa é o triunfo do agora. Entrar nessa esfera como um invasor saqueador não autorizado é colocar fogo nas próprias vestes. O declínio econômico do Brasil capicomunista é concomitante ao fracasso moral da sociedade com sua mentalidade anticapitalista.  O "isentão" é uma forma dissimulada do anticapitalista. A essência é a mesma. O culto à moral indefinida, a neutralidade, produz compaixão ao vicio e antagonismo à virtude. O Papa é o maior símbolo de isentão do Mundo. Um rejeitado na cultura oriental.


COMO O ANTICAPITALISTA PENSA QUE A ECONOMIA FUNCIONA

Humanos que conduzem as suas vidas à luz do que “deveria ser esperado”, do que “gostariam que fosse”, terminam por adoecer, por experimentar os efeitos da consciência bloqueada, fragmentada por conflitos internos e externos, dividida contra si mesma, desintegrada por sucessivas e frequentes frustrações, imobilizada por depressão, tudo resultante de dissociação cognitiva da realidade. 

Todos agem conforme o próprio conhecimento e crenças ou agem para tirar proveito das crenças alheias.

Os brasileiros identificados como 'direitistas e ou ricos'  são frequentemente acusados de só apoiarem políticas que beneficiam a si próprios, e são tachados de hipócritas quando defendem políticas que beneficiam os menos favorecidos. Os esquerdistas parecem acreditar (ou querem fazer acreditar) que apenas os pobres ou aqueles que já foram pobres podem ter sentimentos nobres e um senso de justiça em relação aos mais desfavorecidos na sociedade capitalista. Essa ideia é tão entranhada na mentalidade (ou nos interesses de má fé) esquerdista brasileira que consideram hipócritas e cínicos qualquer pessoa rica que apoie políticas comunitárias e solidárias para pessoas distantes do seu grupo social. 


Misturou crime com direito à informação! A ética é a do interesse do momento. No Brasil opina de forma diametralmente oposta, ou, na melhor das hipóteses, é ignorância pura ! 



OS ESQUERDISTAS TÊM POR HOBBY DIFAMAR SEUS OPOSITORES DE

 HIPÓCRITAS

Winston Churchill disse: “Os fascistas do futuro irão chamar-se de antifascistas e de fascistas os seus opositores.

Por que o capitalismo é tão demonizado? A forma como se enxerga a realidade gera ou não motivação para criticar o capitalismo. Críticas ao capitalismo também estão associadas a quem se considera prejudicado por um mundo injusto. Não me refiro a críticas de quem propõe o aperfeiçoamento do capitalismo. Nem mesmo os ultra-ricos acreditam em um mundo perfeito. Este mundo imperfeito em que vivemos é criação do capitalismo ou, o capitalismo é criação do mundo imperfeito? Chove na Amazônia porque tem floresta, ou tem floresta porque chove?  A observação que se faz necessária é de que o capitalismo: (1) Não busca tornar o mundo um lugar perfeito ou (2) Não é capaz de tornar o mundo um lugar perfeito. O capitalismo não surgiu do nada, ele  evoluiu de sistemas anteriores, existe há pelo menos 450 anos se considerarmos o mercantilismo da época pré-industrial como um modelo embrionário de capitalismo e ainda não produziu uma sociedade perfeita nem no país onde surgiu primeiro (Grã Bretanha). É óbvio que o capitalismo não está acima de críticas. Ele tem defeitos, ele tem limitações, precisa de reformas, precisa de complementações, precisa de avaliações permanentes. A sociedade capitalista tem três sérios problemas filosóficos: (1) Luta de classes; (2) Exportações de problemas; (3) Tragédia dos bens comuns; "Luta de classes" significa que, em um cenário extremo, os diferentes grupos que formam uma sociedade complexa na competição por recursos uns amealham para si mais do que necessitam, enquanto os outros, os mais fracos, são excluídos até do básico. “Exportação de problemas”: Por exemplo, a "limpinha e cheirosa" Noruega, com seus carros elétricos, suas usinas hidroelétricas nos fiordes, seus programas de reflorestamento e seus políticos ambientalistas; lucra com a mineração predatória em outros países, como o Brasil. Toda vez que vemos um país que parece perfeito, se examinarmos de perto veremos que esse país pode estar se mantendo mediante a exploração de outros países. Outro exemplo: a França. "Tragédia dos bens comuns" quer dizer que aquilo que não pertence a alguém será mal usado e até destruído por todos, a fim de que cada um arranque seu quinhão de lucro pessoal sem considerar os outros. A tragédia dos comuns explica porque o ser humano pescará o último peixe, cortará a última árvore e poluirá o último curso d'água — a menos que seja extinto antes. Existem três maneiras de atacar o problema da tragédia dos bens comuns: (1) Privatizar o máximo possível, na esperança de reduzir os bens comuns, ou ainda que existam bens com a participação do governo que estes não sejam percebidos como pertencentes a uma entidade abstrata. O problema no Brasil é que o ser humano tende buscar sobre sua propriedade o que os romanos chamavam de jus utendi et abutendi (direito de usar e abusar), ou seja: "se é meu, eu posso destruir se quiser", fato que produz uma sociedade intolerável de se viver e se torna insustentável. As únicas pessoas que não fazem nenhum tipo de crítica ao capitalismo são aquelas que são pagas para servir de macacos de auditório ou são simultaneamente ignorantes demais para ter uma visão abrangente da realidade e as privilegiadas demais para se preocuparem com  conflitos sociais e econômicos.

A mentalidade marxista parece incapaz de conceber que alguém possa querer ajudar os menos favorecidos sem se rebaixar a esse nível ou já ter vivido nele. Ela acredita que um empreendedor não pode apoiar reivindicações de operários do chão de fábrica, ou que alguém que nasceu em uma família com boas condições de renda e oportunidades não pode apoiar políticas que beneficiem os moradores de favelas e bairros periféricos. Os "progressistas" parecem ignorar - por pura ignorância ou má fé - que os ricos também podem ter consciência da importância de pensar em termos coletivos e de defender políticas que beneficiem a sociedade como um todo. Ao apresentar uma suposta contradição na vida dos ricos, os "progressistas" brasileiros expõem seus próprios defeitos e admitem, sem perceber, que são incapazes de conceber que um indivíduo possa pensar em termos coletivos e defender políticas que beneficiem a sociedade como um todo, independentemente de sua condição socioeconômica. Essa atitude só reforça a dicotomia entre "progressistas" e liberais e não ajuda a promover um diálogo construtivo e menos polarizado. Vale observar que há também "progressistas" hipócritas e cínicos que objetivam aproveitar-se desse preconceito para jogar os pobres contra os ricos e, relativamente, se aproximarem dos pobres no papel de justiceiros sociais, sobretudo na política em épocas de eleição. Não obstante todas as acusações contra o egoísmo do capitalista malvado, contra os ricos e poderosos tenderem a usar e abusar do seus poderes de maneira prejudicial e injusta para com os pobres. O desenvolvimento fomentado pelo capitalismo produziu maior divisão de trabalho, classes sociais, riqueza e redução de pobreza. A sociedade no mundo quando o imposto sobre herança foi inventado resumia-se em duas classes: a dos ricos e a dos pobres extremamente dependentes dos poucos ricos, que eram representados por monarcas e seus vassalos. O homem pobre era o camponês que tinha divida com eles. Trabalhava apenas para ter moradia, nas propriedades dos ricos, e alimento.  O capitalismo NOS SEUS MOLDES ATUAIS, simplesmente não é  o fim da história e o ápice de toda a civilização humana. A perspectiva é que a humanidade nos próximos 10 mil anos possa evoluir tanto quanto evoluiu nos últimos 10 mil anos. Aliás, isso não é nem questão de torcida: é puro e simples realismo. Quem viveu sob o Egito faraônico por mais de 2.500 anos também deve ter achado que aquilo ali era o máximo que a civilização humana podia atingir e a forma mais estável e próspera de organização socioeconômica que havia se mostrado duradoura, resistindo ao teste do tempo. Não há absolutamente nada de racional e realista em crer que o capitalismo tal como é praticado no ano 2022 é o apogeu definitivo, insuperável, imutável e infalível da ordem humana. O capitalismo atual não é nem "malvadão", nem "bonzão", ou "santão", muito menos o Deus secular e materialista em que estão tentando transformá-lo, como se ele fosse algo totalmente atemporal, universal e "imelhorável".   Quem acha que o capitalismo — que não é o mesmo de 100 anos atrás, que não era, por sua vez, o mesmo de 300 anos atrás — é o "bonzão" que não pode mais ser questionado, modificado, aperfeiçoado, repreendido em nada, porque já está exatamente do jeito que deve ser em absolutamente tudo (ou seja, está perfeito), pode nem ter notado, mas transformou o capitalismo em sua religião — e uma bem fundamentalista.  Só temos a agradecer a todas as gerações passadas por não terem caído nessa resignação sem base que põe a realidade da época no alto de um pedestal supostamente insuperável, senão estaríamos ainda na Idade da Pedra.  O argumento tipo "se não está gostando, vai para Cuba/Coreia do Norte!" nada mais é do que uma tentativa (pueril) de silenciar críticas e interditar quaisquer sugestões práticas de reforma, a partir da premissa alarmista e conformista de que "se não for o que temos hoje, será com certeza algo muito pior, então é melhor ficarmos muito satisfeitos com o que o sistema vigente já nos propicia aqui e agora".  Será mesmo que estamos no melhor dos mundos possível? Há muitas controvérsias, e não é preciso achar o capitalismo "malvadão" para constatar que a civilização humana ainda pode (e deve) avançar bem mais, e que o futuro deverá trazer ainda muitas mudanças no modo como ela produz e se organiza, tanto para o bem como para o mal. 

“O que sempre fez do Estado um verdadeiro inferno foram justamente as tentativas de torná-lo um paraíso”  (Friedrich Holderlim – 1770 – 1843)


NADA MAIS INJUSTO DO QUE FORÇAR A IGUALDADE

No Brasil não há cultura de respeito a diferenças naturais entre indivíduos e até os Estados. Pela subserviência à hipocrisia vaticanizada no interesse eleitoreiro, ou pura ignorância, ou desculpa para praticar o mal, são propostos igualar condições inigualáveis e produzidos cada vez mais absurdos, a começar pelo pacto federativo que dado o tamanho do Brasil e suas enormes diferenças regionais deveria ser um pacto confederativo.  O Brasil é fruto de um Estado desconexo com a modernidade e corruptor da  ordem estrutural necessária para a prosperidade. 

Socialistas não são necessariamente estúpidos, mas a maioria dos estúpidos são socialistas (Stuart Mill)


OS HUMANOS PREFEREM A FANTASIA (MENTIRAS) À REALIDADE (VERDADE)

MENTALIDADE ANTICAPITALISTA DOMINADA PELO VATICANO, AINDA QUE APENAS COM INTERESSE DEMAGOGO ELEITOREIRO PARA INFLUENCIAR A MASSA TAMBÉM DOMINADA PELO VATICANO.

O jornalista chamou o Enéias de preconceituoso. Relativizou a verdade! A verdade é que não é preconceito, mas sim conceito entre o certo e o errado ! A ideologia da religião política do Vaticano, domina muitos de forma inconsciente. Muitos agem como vassalos do vaticano sem saber.

Os socialistas não veem os esforços dos ricos, apenas seus resultados.

A filosofia para a vida na Terra deve ser fundamentada na realidade tal qual ela é, de forma objetiva, pragmática, tratando a razão como o único meio de interpretar a realidade. De outra forma é cultivar uma consciência insalubre. O homem honesto guiado pela racionalidade não se permite ter valores contraditórios e interesses que se contraponham uns aos outros. A Fé não é contraditório e nem substitui a razão, pois ambos não podem coabitar no mesmo mundo e ao mesmo tempo. A Fé não substitui o conhecimento. Socialismo e liberdade são inconciliáveis.

O socialista é aquele que tem uma ideia clara de como cada um deveria  lidar com a própria vida, exceto sobre a dele. 

Os anticapitalistas só valorizam a sua (dele) identidade. Eles querem determinar quanto alguém deve ter, quanto pode enriquecer, como se a riqueza fosse sempre fruto do mal e o Estado justiceiro devesse confiscá-la em nome do bem comum. A mentalidade anticapitalista aparenta resumir-se apenas em luta pelo poder para destruir os sustentáculos da prosperidade, exploração e opressão da riqueza, como se fossem (autoproclamados, auto ungidos) “guerreiros da justiça social”, cuja visão do país é de uma campo de batalha entre classes sociais, cujas lutas são inventadas e estimuladas por eles mesmos.  Os socialistas de shopping não recebem as dificuldades como oportunidades. Eles têm sempre um problema para toda solução. O desespero do hoje pode ser a alegria no amanhã. A vida é cheia de acontecimentos  imprevisíveis e fora de padrões. A trajetória humana coletiva e individual nunca é a 100% imaginada e desejada. O sucesso também é fruto de muita aleatoriedade. Acontecimentos sofridos no hoje podem se revelar vetor de maravilhas no longo prazo. Na década de 80, Emmy Werner, da Universidade da Califórnia, calculou que 1/3 das crianças que cresceram em condições familiares disfuncionais se tornam adultos competentes, confianrtes, corajosos e bem-sucedidos na vida profissional. O que eles têm de tão diferentes? Não era a inteligência, mas a crença de que eram elas e não as suas circunstâncias que definiriam suas realizações. Ela está no controle e não as circunstâncias. Quase  ninguém se vê como o vilão da própria história. Até os mais asquerosos bandidos acreditam que têm suas próprias e justas razões para agir da maneira criminosa. O socialista tem a mentalidade de vítima. Despreza o protagonismo da própria vida, são inseguros. Ser muito bom e/ou ser muito rico pode(m) aumentar a probabilidade de sucesso, mas não o garante(m). Todos estão sujeitos ao fracasso, que pode ocorrer onde menos se espera.

“A sociedade inteira se terá convertido numa só fabrica e num só escritório, com igualdade de trabalho e igualdade de remuneração.” 

[Vladimir Lenin – 1870-1924]

“Num país em que o único empregador é o Estado, oposição significa morte lenta por inanição. O velho princípio ‘quem não trabalha não come’ foi substituído por outro: ‘quem não obedece não come’ 

[Leon Trotsky – 1879-1940]

O Estado capicomunista brasileiro usa de sofismas contra a riqueza para se colocar no papel de libertador da opressão dos acumuladores de capital, como se os ricos e a riqueza contemporânea ainda fossem iguais as do período feudal. Na prática, atua como um centralizador de renda e distribuidor primordialmente para a administração da sua estrutura de índole comunista.

A psicopatologia pela obsessão de controle consciente de todas as coisas da vida das pessoas não é percebido pela maioria simplória de senso critico, que é aceita socialmente sob a cortina de fumaça do discurso pela “justiça social”. A moral do esquerdista não se refere à contraposição ao imoral, mas de impor aos que a ele se acham subordinadas as suas ideias, baseadas na sociedade anterior às mudanças trazidas pela revolução industrial, muitos vivem ainda com premissas no ambiente que reflete este passado, sobre todas as questões quer sejam morais, quer sejam altamente imorais. A moralidade em si pouco importa. O Estado verdadeiramente de direito e libertário deve trabalhar para limitar-se a estabelecer normas gerais aplicáveis a situações gerais deixando os indivíduos livres o máximo possível para lidarem conforme seus interesses e possibilidades conforme se apresentem as circunstâncias particulares de tempo e lugar, para que possa adaptar-se livremente a elas, escolhendo livremente os diferentes objetivos a alcançar. Por analogia, é como se o Estado capicomunista brasileiro com a falsa moralidade dos seus políticos socialistas de shopping além de estabelecer um regulamento de trânsito prescrevesse às pessoas aonde devessem ir;  Como se instalasse placas de trânsito e ordenasse as pessoas a tomarem este ou aquele caminho, sem liberdade de escolha. No caso do ITCMD, restringindo parcialmente a liberdade de como proceder com o próprio patrimônio para atender a objetivos de outros indivíduos inespecíficos com o patrimônio confiscado, tudo em nome do coletivo difuso e a divisão da riqueza com “justiça social”.

Enquanto o capitalismo valoriza a igualdade na liberdade, o socialismo almeja a igualdade com a repressão e a servidão. Liberdade, nesse sentido, é um claro sinônimo de poder e riqueza dos políticos e seus apoiadores. A promessa de igualdade socialista significa eliminar as grandes diferenças na possibilidade de escolha de cada indivíduo inerentes ao capitalismo, sob a utopia da distribuição equitativa da riqueza e do provimento das necessidades materiais. O que é prometido como liberdade no socialismo é, na realidade, o caminho da servidão.  O mesmo socialismo reconhecido como a mais grave ameaça à liberdade  obteve a aceitação geral sob a bandeira da liberdade com o nome de socialismo “democrático” que é irrealizável, todavia, tal evidência não é percebida pela maioria que acredita na falácia da justiça social sem contudo cogitar nem entender a maneira proposta de alcançá-la e suas consequências: abolindo ou reduzindo muito a iniciativa privada, o estímulo à riqueza, por meio de uma economia planificada míope e insensata que não objetiva satisfazer qualquer ideia relativa à parcela da renda que caberá a cada indivíduo. Quanto maior a dose de socialismo, maior o grau de desgraça. O real objetivo é o controle de toda a atividade econômica que drena os recursos a fim de servir, de forma definida, aos interesses de poder e riqueza dos políticos dirigentes. A doutrina liberal baseia-se no emprego mais efetivo das forças da concorrência como o meio melhor de coordenar os esforços humanos de alocar os recursos disponíveis no melhor custo de oportunidade. Da mesma forma que existem muito mais humanos acreditando em um Deus cujo filho se materializou entre os humanos do que no Deus incognoscível, imaterial, imutável, perene, eles também são facilmente induzidos a acreditar na falácia do planejamento econômico para a liberdade do que no mecanismo anônimo e impessoal das forças do mercado, a tal metáfora da mão invisível do Adam Smith. É mais facilmente percebível para a grande massa humana acreditar na possibilidade de condução coletiva e consciente de todas as forças sociais em direção a objetivos deliberadamente escolhidos e planificados. É também mais fácil associar o individualismo a uma conotação negativa equivocada dada ao egoísmo e agir contra o respeito pelo indivíduo, não reconhecer a supremacia de suas preferências e opiniões e desestimular que desenvolvam dotes e inclinações pessoais, e o aproveitamento das oportunidades de conhecer e escolher diferentes formas de existência, em nome da falsa ética altruísta-coletiva. No Brasil, a opinião da maioria dos eleitores contribui para fechar o caminho ao individualismo inovador e ao liberalismo econômico.  Socialista é aquele que deseja igualar o inventor da máquina àquele operário que apenas a monta e a faz funcionar, ou ao seu simples usuário consumidor final. Para o socialista não deve haver distinção entre os humanos, exceto para ele mesmo, tal como um PAPA. Que altura acima da humanidade localiza-se o PAPA e o socialista ao governar os considerados súditos ? Enquanto a humanidade se agita para realizar a liberdade, os “grandes” homens filantropos, imbuídos da realidade dos séculos XVII e XVIII, não pensam em nada além de vergá-la sob os argumentos hipócritas filantrópicos de suas invenções sociais e em fazê-la suportar o jugo da “felicidade” pública, da forma como só eles imaginam em seus arranjos artificiais. O homem racional não julga o que é ou não é de seu interesse fora de contexto. Inserir o objeto do interesse/desejo em determinado contexto faz toda a diferença. O homem racional não se permite desejos que estejam divorciados dos meios de que dispõe. A natureza não oferece ao homem a satisfação automática de seus desejos; sendo assim, todos os interesses, valores e desejos devem ser conquistados por esforço próprio, cujo conceito está intimamente ligado ao conceito de valor. O homem racional tem como princípio base do seu próprio sustento a troca de seus esforços pessoais, materializados em produtos e serviços. O homem racional não deseja nada além do que aquilo que o seu esforço próprio possibilita ganhar. Ao homem guiado pela razão interessa a liberdade, ainda que na luta pelos seus valores exista a possibilidade de derrota, o que é reconhecido como uma das possibilidades do jogo da vida.  A religião da “humildade metafísica” é acompanhada de falta de compromisso com as coisas do mundo real, e seus seguidores agem como se o mundo construído pelo esforço de outros lhe devesse algo. São inúmeros os exemplos de comportamentos deste tipo, cito apenas alguns dos mais emblemáticos: quem nunca viu aquele que deseja um emprego, mas jamais se preocupa em descobrir quais as qualificações necessárias para consegui-lo; aquele que deseja ser rico, mas não se esforça para descobrir os meios, ações e condições fariam o seu desejo se concretizar. O resultado da influência dessa cultura “metafísica” é a produção de humanos irresponsáveis intelectualmente que se julgam vitimas da sociedade, e exigem o seu quinhão do que foi construído pelo esforço de outros. Os ricos lhe devem! Como? De alguma maneira, seja como for! Este pensamento fundamenta toda a psicologia das “reformas sociais”, ou “serviços sociais”, ou “propostas socialistas nobres”. Ao se tornar irresponsável pelos próprios interesses e pela própria vida , permite-se considerar irrelevantes os interesses e a vida dos outros. Os defensores do imposto sobre herança consideram irrelevantes a vida dos que arbitrariamente consideram ricos. O homem racional não reivindica algo imerecido. Somente parasitas da doutrina da “humildade metafísica” veem todo competidor como uma ameaça e todo sucesso alheio imerecido. É ilógica a conduta de humanos que acreditam ter direitos sobre direitos alheios, pensar que o universo deve beneficiar alguém do nada e que o acaso deve premiar os incapazes. Para ilustrar: suponha que dois homens se candidatem para um mesmo emprego. Apenas um pode ser empregado. Há duas formas de considerar este fato: *(1)* com base na realidade objetiva o empregador escolheu o que considerou o melhor – regra de acordo com a moral da religião racional judaica ; *(2)* o contratado se beneficiou à custa do sacrifício do outro – regra de acordo com a religião da “humildade metafísica” do jardim do Éden. Os influenciados por estes valores tendem a considerar um desejo frustrado como um sacrifício por culpa de outro. É como se o interesse de “A” necessitasse da anuência do interesse de “B”. Parece óbvio, mas na prática não é. Mesmo sem ter a qualificação para ocupá-la, o seu critério subjetivo, apartado do contexto deveria ser satisfeito desprezando-o.

A CORRUPÇÃO DO CARÁTER


MEDO > RAIVA > ÓDIO > SOFRIMENTO > MENTE SOCIALISTA

A mentalidade frustrada, ressentida e invejosa brasileira tem várias faces: contra a riqueza (anticapitalista), contra a beleza, ódio de gênero, racismo, feminismo. Embora se diferenciem na aparência, na essência são todas iguais. Derivam de mentes carregadas de frustração, ressentimento e inveja. A origem comumente está na família disfuncional. 


O feminismo representa o ódio a todas as coisas femininas. E qual a sua origem? No caso do feminismo, comumente a menina e/ou a mãe são vitimas de maus tratos masculino e terminam por classificar a virilidade masculina como algo tóxico e perigoso. Transferem o foco do problema da agressividade para a virilidade. Os filhos terminam por sucumbir em agradar a mãe traumatizada e passam a crer que meninos se tornarem homens é maléfico, e terminam adultos hipersensíveis, frágeis, sem iniciativas e dependentes de suas mães. As meninas se emasculam e passam a agredir as femininas. As FEMINAZIS acreditam que a feminilidade as transformam em vítimas dos homens, tal como foram ou viram as mães sofrerem abusos dos cônjuges ou companheiros. Agem como se todas as femininas tivessem os mesmos traumas dela, e as querem punir por não terem respeito e consideração pelos seus sentimentos feridos e pela  inveja  da sua felicidade com o masculino. Agem por impulso (raiva), não racionalizaram o problema, objetivam desmotivar as mulheres de fato satisfeitas na sua condição de femininas de fato e, como um carangueijo em um balde, puxam de volta ao seu nível quem tenta avançar no papel psicológico normal de mulher. Querem transferir de forma geral as suas frustrações para todas as que consideram felizes. Esse é um exemplo da psicopatologia por trás das aparências da sociedade esquerdopata brasileira. Aquele que não enxerga além das aparências é naturalmente um enganado.


O feminismo fez a mulher enxergar a maternidade como um peso, o homem como inimigo, o casamento como algo descartável, assassinato de bebês como direito e imoralidade sexual como progresso. O maior objetivo do feminismo é a depravação da mulher, é acabar com o verdadeiro significado da mulher. Entendendo isso, fica fácil estender e entender o real interesse do anticapitalista com a riqueza. A sociedade brasileira deixa a maledicência correr solta, e ainda a estimula. Qualquer vício, de qualquer natureza, só termina com conscientização. O homem medíocre não acredita no que vê, não estuda, não vai além do que ouve dizer. Medo de desagradar e falta de conhecimento para contestar produzem o silêncio desmoralizante dos ricos e a subserviência asquerosa aos sofismas dos invejosos que não são gratos pelo que têm, não gostam do que fazem e não são dispostos a trabalhar para conseguir o que querem. Este é o resumo da razão pela qual quem lacra não lucra.

Liberte-se dos conselhos dos sábios da coletividade, a maioria deles não tem ideia do que está falando. Lembre-se de que as metas são pessoais. Faça um favor a si mesmo, fique rico; a vida ficará mais fácil para você e aos que viverem próximo a você. Quando um partido de discurso liberal ganha, toda a mídia só fala em "extrema direita venceu"; quando o discurso estatizante intervencionista vence, é apenas a social democracia e outros títulos bonitinhos, não se fala em extrema esquerda, ou o partido comunista ganhou...só os partidos pró liberdade individual e econômica recebem o título de extremistas de direita, fascistas ou nazistas. Ninguém lembra de Stalin, os crimes cometido por Fidel e seu bando ou Pol Pot, Coreia do Norte, onde sorrir no dia da comemoração da morte do pai do ditador, pode representar a morte. Enquanto isso o STF, etc, batem palmas para a esquerda, como, inclusive, muitos “intelectuais” também.  O socialismo equivale a uma busca nostálgica do Jardim do Éden Cristão, e nisso reside o principal ressentimento contra o modelo econômico não artificialmente condicionado. O capitalismo permite o crescimento, progresso, inovação e também a estagnação e a pobreza. A pobreza não é de sua exclusiva responsabilidade e, diariamente, o capitalismo herda milhares de novos pobres. Parece fato inconteste ao observarmos a prosperidade sem precedentes do capitalismo frente ao fracasso melancólico das variadas formas do coletivismo, notadamente as tentativas desastrosas dos regimes comunistas no igual período de tempo.

A PIOR FORMA  DE DESIGUALDADE É TENTAR FAZER  OS DIFERENTES SE IGUALAREM [ARISTÓTELES – 385 BC – 322 BC]


A tributação sobre heranças em vida ou causa morte não se justifica sob a ótica racional. É fruto de uma visão ideologizada deturpada baseada na premissa de que em nome da “justiça social” o “rico” não pode ser dono pleno de sua riqueza lícita e toda tributada, porque a pobreza é fruto do egoísmo do capitalista malvado e nunca da corrupção na política, administração pública de uma republiqueta capicomunista cleptocrata latrino americana cada vez mais desavergonhada em apoiar e ser apoiada por ditaduras sustentadas pelo crime sob todas as suas facetas: do colarinho branco ao tráfico de drogas e armas. É ou deveria ser notório a republiqueta cleptocrata dos 14 anos do partido dos trabalhadores na presidência do Brasil. É neste ponto que o cérebro coletivizado é interrompido, o resto torna-se nevoeiro. Exemplo: Os seguidores do Vaticano perderam a referência do correto e incorreto. O discurso altruísta-coletivista necessita de ouvintes do tipo vitimas e parasitas sociais. Uma mente coletivizada, com medo da liberdade e respectiva responsabilidade, ignora todas as demais questões que se impõe de maneira decisiva. Exemplo: falam de ICMS baixo para aeronaves e embarcações de luxo porque ignoram os tributos arrecadados pela indústria necessários à sua construção, e que o rico que os compra é o último da cadeia produtiva a arcar de fato com todos os encargos tributários da cadeia produtiva e o mantenedor das respectivas indústrias, seus empregados e todos os benefícios que esta gera à economia. Não se trata de ser benevolente com os ricos e malevolente com os pobres, e sim não ser um Robin Hood às avessas benevolente com um Estado ineficiente e corrupto e malevolente com os pobres e os ricos que ajudam a reduzir a pobreza com suas riquezas.  Há eleitores que apoiam políticos brasileiros defensores da política de países onde agronegócios são saqueados pela população faminta. Onde nenhum negócio está seguro. Onde há poucas décadas já tiveram suas perspectivas consideradas melhores do que as do Brasil até que a ideologia socialista chegou ao Poder. A Argentina já foi considerada um país europeu na América, e hoje disputa o ranking dos mais miseráveis e desesperançosos.  

O PRAZER MAIOR DO SOCIALISTA NÃO É VER O POBRE  GANHAR, MAS  VER O RICO PERDER

As propostas altruístas-coletivistas equivalem a destruir a riqueza de alguns de forma compulsória, confiscatória, apenas porque existem pobres que o capitalismo não absorveu. Os clichês se multiplicam na busca por responsabilizar outros “ricos” (seja o que isto representar na cabeça do justiceiro social), que não a própria realidade, lançado a desejos ou propósitos imaginários, tal como justificativas imaginárias de condição familiar dos “ricos”. Ao invés de enxergar o resultado de suas escolhas, enxerga uma amargurada visão construída por “outros”, por “terceiros” ou pelo “destino”. Como consequência do desvio de valores, causa e efeito, iguala eticamente o desejo de um homem produzir ao desejo de outro roubá-lo; o desejo de um homem ser livre ao desejo de outro (o Estado) escravizá-lo, onde “ricos” são vistos como animais prontos para serem sacrificados pelo Estado em nome das sacrossantas causas altruistas-coletivistas difusas de outros. Iguala um industrial a um gangster só porque ambos são egoístas. De fato, a cultura capicomunista na política ao mesmo tempo que estimula a produção também estimula o roubo do produzido. Desejos e sentimentos NÃO são premissas éticas em um mundo que deve zelar por indivíduos racionais dotados de algum bom senso e não guiados pela “ética” dos desejos.

Existiria algum socialista esquerdopata entre esses homens ? Certamente não! Quantos na multidão humana (mais de 7 Bilhões) contribuíram mais para o bem da humanidade do que esses poucos humanos. O que os socialistas fizeram de relevante pela humanidade?

O ESTADO CONFISCA PATRIMÔNIO DE PESSOAS QUE ESTÃO DIAMETRALMENTE OPOSTAS AS DO VIDEO ABAIXO EM NOME DA JUSTIÇA SOCIAL!!

A condição e característica de uma pessoa vulgar é que ela nunca espera ajuda ou dano de si mesma, mas apenas do exterior. Esta característica é o exato oposto a do filósofo. Todos podem ser bom ou mau. Todos podem cultivar a própria razão ou as coisas exteriores. Isto é, ser um filósofo ou um membro da turba. A mistura explosiva de ignorância e poder está destruindo o Brasil.

Dividir a riqueza dos outros sem a permissão dos mesmos é roubo.

Os socialistas são infantilizados e alienados porque não aprendem que chegará o dia em que dali para frente terão que aprender a se levantar sozinho  toda vez que cair.

A REALIDADE  SOBRE A DESIGUALDADE QUE A MENTE ESQUERDISTA NÃO ACEITA 

Nada foi dado pronto ao homem na Terra, exceto um potencial para realizar. Somos seres focados em potência e precisamos materializá-la em ato(s). Metaforicamente, é como o potencial de uma semente em transformar-se em árvore. Todavia, o melhor potencial natural não é distribuído de forma igual em todos, como também o material necessário para a obra nunca esteve facilmente ao alcance imediato de todos, de acordo com seus desejos e intenções. Além disso, cabe a cada um decidir o que fará com seu potencial e os recursos disponíveis ao seu alcance nas circunstâncias em que se encontra. A consciência depende da realidade e é uma máquina cuja vontade é a vela de ignição. É preciso adicionar vontade e ambição para colocar essa máquina em movimento.   Entre o hoje e o amanhã há um universo de coisas que podem ocorrer, um hiato que não se pode preencher de fato apenas com projeções de intenções. O horizonte prático é o espaço no qual se dá aquilo pelo que todos passam: as situações boas e ruins. O homem existe desprotegido em um horizonte que o deixa ,sem apelo, exposto a reveses da fortuna, aos caprichos do acaso (sorte e azar) , aos golpes do destino, à adversidade em geral. O melhor resultado interessado deve ser buscado por condutas virtuosas sustentadas pela tenacidade de boas escolhas racionais impulsionadas pelas emoções. O futuro sempre foi algo encoberto e tudo o que se resta a fazer de melhor é por meio de ações virtuosas contra as adversidades típicas de sua existência: talento nato, circunstâncias e oportunidades. Ninguém se faz fora de uma linha rastreável de influências e pré-condições de existência. O sucesso, a felicidade, os melhores resultados NUNCA foram dádivas dos Deuses, nem quando esses eram vários, distribuídas aos humanos eleitos – ou a todos indistintamente sem qualquer critério objetivo, destinados a gozarem dela independentemente de suas ações concretas no mundo real apartados da relação causa e consequência.  

A PSICOLOGIA DA MENTALIDADE ANTICAPITAALISTA


Prejudicou o Brasil para agradar a própria vaidade.

“Poucas descobertas são mais irritantes do que as que revelam a origem das ideias”   [ Lord Acton – 1834-1902)

No livro: “A Mente Esquerdista: As Causas Psicológicas da Loucura Política”, o psiquiatra americano americano Lyle H. Rossiter afirma que ser de esquerda é doença mental! Ele afirma que as pessoas que precisam que o Estado regule suas vidas têm problemas psicológicos. Naturalmente, o que se espera de pessoas adultas e com o psicológico equilibrado é que elas acreditem em suas próprias capacidades produtivas e tenham desejo por independência e controle das próprias vidas. Em suma, desejam que o governo não seja invasivo. Pessoas infantilizadas, que se sentem incapazes, não querem construir sozinhas seu próprio destino porque têm medo. Buscam por um “herói” que as ajude caso elas falhem, e vêem no Estado esse personagem. Pessoas com baixa autoestima ou complexo de incapacidade, na falta efetiva ou na estimativa da falta de um pai ou mãe que as ampare, querem que o governo seja um verdadeiro provedor. No indicado livro, o psiquiatra “destrincha” essa tese ao longo de quase 500 páginas. Segundo ele, os típicos esquerdistas radicais poderiam ser curados com terapia. A agenda esquerdista despersonaliza, e até mesmo desumaniza, os cidadãos quando exalta a bondade de um ‘todo’ abstrato sobre a soberania do indivíduo, que deve assim estar subordinado aos fins coletivos do estado”.


Por que servidor público tem propensão a ser socialista?  A maioria prefere voltar as costas às posições mais independentes que envolvem mais riscos buscando trabalho assalariado que promete mais segurança, e, algumas vezes, com remuneração bem melhor do que obteria no livre-mercado.  Muitos também veem no serviço público uma posição de poder que, a seu ver, sua educação justifica. Embora digam acreditar em uma sociedade capitalista, esperam obter nela um lugar mais favorecido do que considera oferecer a sociedade regida pelo livre mercado. Seus protagonistas e apoiadores ainda acreditam que a implantação do socialismo resolveria, por si só, todos os problemas. Eles se iludem pensando que a razão por meio de planejamento central para todos com uma fórmula matemática da igualdade oferecendo privilégios a todos aqueles que se sentem decepcionados com a realidade poderia decidir todas as questões sobre a importância relativa dos desejos de diferentes pessoas e grupos na produção de bens e serviços e na formação dos preços. Eles não percebem que as promessas de igualdade só contribuem para favorecer os interesses de uma classe específica dos ocupantes do poder e seus apoiadores próximos. A mentalidade anticapitalista é explicada melhor pela psicologia do que qualquer outra ciência socioeconômica.

Todo socialista se acha um grande cantor, mas quando é chamado a cantar está sempre rouco.

Os socialistas  nunca se consideram errados ou estúpidos, no máximo que são pessoas de má sorte quando começam a pensar, falar e agir. 


ALEGRIA DE SOCIALISTA É VER O RICO INVEJADO DESTRUÍDO


A mentalidade anticapitalista contra a liberdade e a riqueza:  É da cultura socialista a fiscalização permanente da vida privada e o desejo totalitário de criar uma opinião comum quanto ao ‘status’ desejável para os diferentes indivíduos da sociedade, especialmente no que se refere à renda e acúmulo de riqueza, usando como desculpa o interesse dos mais pobres, prometendo a estes uma distribuição da riqueza de acordo com sua ideia própria de justiça que -  na prática – sempre se revelou uma falsa filantropia absurda e persecutória à riqueza. Dinheiro é gerador de possibilidade e, portanto, de liberdade. Não há dúvida de que nada contribuiu mais para as ideias socialistas do que a inveja do frustrado.

Por que as universidades brasileiras estão cheias de mentalidade anticapitalista?  Não há dúvida de que nada contribuiu mais para as ideias socialistas do que a inveja do frustrado, são exemplos notórios grande parte dos universitários esquerdopatas, em face das perspectivas sombrias de sucesso na profissão. Por isso, o discurso socialista está sempre buscando agradar o ressentimento dos mais numerosos que, de fato, são os mais pobres, contra seus opostos. A mentalidade anticapitalista é explicada melhor pela psicologia do que qualquer outra ciência socioeconômica. 



TODO SOCIALISTA SÓ VÊ O LADO PEJORATIVO DA RIQUEZA.


Em toda sociedade saudável há três tipos fisiológicos que gravitam à diferenciação, mas que se condicionam mutuamente; cada qual tem sua própria esfera de trabalho, seu próprio sentimento de perfeição e maestria. Não é Deus, mas a natureza que separa em uma classe aqueles que preponderam intelectualmente, em outra aqueles que são notáveis pela força muscular e temperamento, e em uma terceira aqueles que não se distinguem, que somente demonstram mediocridade - esta última representa a grande maioria, a primeira é pejorativamente tachada de elite pelos esquerdopatas. Não obstante toda regra tenha sua exceção, mera coincidência ou não, a grande maioria simplória de pró atividade e curiosidade também é adepta da religião política do Vaticano. A casta superior - que denomino a dos pouquíssimos - tem, sendo a mais perfeita, privilégios correspondentes: representa a felicidade, a beleza e tudo de bom sobre a Terra. Estes estão entre aqueles que dizem: " Viva as leis da natureza!" Podem ser encontrados praticamente entre todas as pessoas "ricas, bonitas e saudáveis". Uma observação importante é a que apenas entre os homens fortes, mais intelectuais, independentes, a bondade está longe de significar fraqueza, porque, dentro da relatividade das coisas, também é verdade que ser bom é um privilégio dos fortes, e a caridade necessidade dos fracos. Não se iluda, a caridade é fruto do egoísmo: "você pode ser Eu amanhã". A fim ilustrar com veemência, entenda como o extremo da fraqueza uma pessoa "pobre, feia e doente" e, diametralmente oposto, o forte. Entre os atributos do forte (rico, bonito, saudável) e do fraco (pobre, feio e doente) estão, praticamente, toda a parcela estatisticamente significativa da humanidade.  Nada é mais próprio aos medíocres do que a rudeza, o olhar pessimista, os olhos afinados com a fealdade - ou a indignação por causa do aspecto geral das coisas. Assim são os propensos a apoiar o comunismo, a igualdade injusta, a igualdade que ofende a meritocracia e a excelência. A indignação e as ideias socialistas/humanitárias prolatadas pelo  Vaticano e os solidariopatas são privilégios dos medíocres. As suas intenções encobrem o ódio da mediocridade contra toda marca de privilégio, de força, de superioridade intelectual, de responsabilidade com a realidade da vida, da adaptabilidade, do esforço necessário para o sucesso pessoal nesse contexto real. Todo esquerdopata solidariopata é medíocre, nem todo medíocre é esquerdopata. Mas, quem são os inimigos mortais dos medíocres, dos socialistas e do Vaticano? Seus inimigos mortais são: (1) a força de caráter e o gosto apurado; (2) a felicidade; (3) o cepticismo culto; (4) a altivez dura; (5) a fria frugalidade do sábio; (6) o requinte na atitude, na palavra e na forma. Em suma, os possuidores do que eles invejam e denominam de 'nobreza'. Os chandalas estão sempre considerando que estão carregando o piano para os excelentes escutarem a música, por isso são invejosos. Eles só se enxergam assim. Contudo, a diferença entre um e outro está no saber dos excelentes que eles não são dependentes da realidade e que esta nas suas vidas pode ser modificada com o esforço próprio. Não há igualdade de talentos e aquele que cria com seu raro talento sempre foi mais relevante do que os que se beneficiam de sua criação. A relevância de um Albert Einstein para a humanidade não se compara a de 6 bilhões de humanos medíocres. Um rico empreendedor é mais relevante para a sociedade que os seus empregados. A ética do altruísmo-coletivista marginalizou o individualismo, o egoísmo, a busca da excelência, glorificou a mediocridade com base na falácia da igualdade e humanidade. Todavia, o sucesso real só está disponível para aqueles que agem sem medo da responsabilidade inerente à liberdade individual sem esperar muito do coletivo.  Se o dinheiro é a raiz de todo o mal, por que ele é tão pedido nas igrejas? O objetivo dos socialistas na marginalização da riqueza não é destruir o dinheiro , mas sim destruir a liberdade que o dinheiro pode possibilitar. O vídeo a seguir mostra uma entrevista dada pelo governador petista do Estado da Bahia na qual é evidenciado a influência da deturpação da moral  divina pela dos homens que faz com que o traficante  seja visto como um coitado que tem um papel importante para a economia na circulação de dinheiro, e, na "cultura" da ética do altruísmo esquerdista, o rico não faz esse papel com as suas despesas para investir e manter os seus negócios e pelos seus tributos recolhidos como contribuinte de direito e de fato. É visto como um beneficiado, aproveitador, marginal, e não um beneficiador , gerador de oportunidades, empregos e distribuidor de riquezas.




Assim  é o Mundo: uns tem carteira, outros têm o dinheiro; Uns costuram, outros vestem;  Uns constroem para outros morarem; Alguns cortam lenha e outros só gritam: oooh;  Se todos puxassem para o mesmo lado, o Mundo ficaria de cabeça para baixo;  A ideia de que o dia-a-dia de todos pode ser igualado ou de que as diferenças possam ser irrelevantes, tanto quanto as rendas individuais e das famílias, nas expectativas de consumo, estilo de vida, é algo, além de utópico, claramente incompatível com a natureza e o desejo humano e as regras para a prosperidade econômica no sistema capitalista, que precisa ser baseado no estímulo à liberdade individual e econômica, haja vista não haver progresso sem o estímulo para ganhar dinheiro e liberdade sem dinheiro.  O capitalismo é produtor de desigualdade. A revista The Atlantic publicou: Entre 1993 e 2012, o 1% do topo teve a renda aumentada de 86,1%, enquanto os 99% da base teve crescimento de apenas 6,6%.  Em 2011 Joseph Stiglitz escreveu: O 1% do topo teve a renda aumentada de 18% na última década e os homens com apenas o ensino médio tiveram um declínio de 12% no último quarto de século. Fatos assim, são motivadores de debates econômicos ferozes só superado sobre o que deve ser feito a respeito.  Por óbvio, ainda somos forçados a prever que o avanço tecnológico irá não só agravar este declínio como aumentará o desemprego e a desigualdade social. O estilo de vida da relativa pequena parcela de muitos ricos: casas grandes, carros caros, escolas caras, férias em lugares chiques, são alimentados tanto pela indústria publicitária quanto pelos próprios ricos em suas redes sociais de internet. Este fato ao invés de jogar para cima as aspirações dos relativamente mais pobres acaba por estimular a inveja destes e a competição social com os vizinhos. Agora ficou nítido a origem da luta de classes e a política esquerdista brasileira. Tudo pode ser sintetizado em uma única palavra: inveja. 


Real interesse político na briga de classes: dividir para governar

Nada é dado ao homem na Terra, exceto um potencial e o material para realizá-lo. O potencial é uma máquina superlativa: sua consciência. A sua própria vontade deve ser o arranque e o condutor; ele deve descobrir como utilizá-la e como mantê-la funcionando. O combustível disponível é a totalidade do universo, sem limites estabelecidos para o conhecimento que ele pode adquirir. Todavia, tudo de que necessita ou deseja tem que ser aprendido, descoberto e produzido por ele, por sua própria escolha, por seu próprio esforço, por sua própria mente. Os organismos mais simples, como as plantas,  sobrevivem por meio de suas funções físicas automáticas. Os organismos superiores, como os animais e o homem possuem necessidades mais complexas e a variedade de suas ações é mais complexa, e é proporcional à extensão de sua consciência (o valor do conhecimento, cultura e sabedoria). Uma planta pode obter seu alimento do solo onde cresce. Um animal tem de caçá-lo. O Homem tem que produzi-lo, não basta só caçá-lo.  O humano é um ser que não sabe automaticamente o que é verdadeiro ou falso, certo ou errado, o que é bom ou mau para si. Ele precisa do conhecimento para viver, pois não está isento das leis da realidade. Ele possui uma natureza específica que requer ações específicas para manter sua vida. Ele não pode conquistar sua sobrevivência de forma arbitrária, por atitudes aleatórias, por impulsos cegos, por acaso ou capricho. É sua natureza que determina o que ele precisa para sobreviver, e isso não está aberto à sua escolha. O que está aberto à sua escolha é somente se ele o descobrirá ou não, se escolherá os objetivos e valores certos ou não. Os humanos são livres para fazer uma escolha errada, mas não para ter êxito com ela. São livres para negarem a realidade e seguirem cegamente qualquer caminho que preferirem, mas não para evitar o abismo que se recusa a ver. O homem é livre para escolher não ser consciente, mas não para fugir da penalidade da inconsciência: a destruição. O homem é a única espécie viva que pode agir como seu próprio destruidor e é assim que ele tem agido durante a maior parte de sua história. Então, quais são os objetivos corretos que o homem deve perseguir? Quais são os valores que sua sobrevivência requer? Essa é a pergunta que deve ser respondida pela ciência da ética. E é por isso que o homem precisa de um código de ética, a religião é um código de ética e, para mim, o melhor código de ética está na sabedoria do Talmude. Dado que tudo que o homem necessita deve ser descoberto por sua própria mente e produzido por seu próprio esforço, os dois fatores essenciais do método de sobrevivência apropriado a um ser racional são: pensamento e trabalho produtivo. Ainda que escolha não pensar, e sobreviver imitando e repetindo, como animais adestrados as rotinas que aprenderam de outros, sem fazer esforço para compreender seu próprio trabalho, ainda assim, continua sendo verdade que sua sobrevivência só é tornada possível por aqueles que efetivamente escolheram pensar e descobrir o que repetem a aproveitam de outros. Por isso diz-se que o comunismo/socialismo só vai até quando o dinheiro dos capitalistas ricos acaba. Todo filho “hippie” socialista tem um pai capitalista que o sustenta.

Muitos foram educados com a crença equivocada fomentada pelos interesses políticos e econômicos do Vaticano de que todos deveriam ter iguais possibilidades, ainda que seus trabalhos, habilidades e talentos sejam muito diferentes. O sistema social e econômico só consegue funcionar bem baseado no estimulo ao interesse próprio e o sistema capitalista é o mais adequado à natureza humana. Não há alternativa melhor à violência do capitalismo. E essas expectativas culturais de "justiça social", de querer forçar a igualdade contra a natureza, parecem ter piorado no tempo. E o que essas pessoas fazem? Apoiam a política socialista: “já que eu não posso ter, ou já que todos não podem ter, então que ninguém mais tenha.”  A inveja disfarçada de “justiça social”, “justiça fiscal”, sempre ajudou  a ascensão de todo político esquerdopata no Brasil, e talvez no mundo. Eles vivem do eleitor que pensa viver em um mundo em que gostaria que não existisse da forma como é. Então, que se dane tudo e todos os que estão bem. Este fato social possui muitas camadas de frustração e radicalismo. Pegue esta frustração e multiplique-a pelo Poder do Facebook, Instagram, do YouTube, dos noticiários, etc. em evidenciar como os ricos vivem, além dos próprios ricos tolos. Se todos olhassem também para o passado e  refletissem sobre os avanços gerados pelo capitalismo nas áreas da saúde, da comunicação, dos transportes, da tecnologia em geral, etc , que seus antepassados não tiveram até se tivessem sido ricos em suas épocas, seria de se esperar que a maioria reclama irrefletidamente. Os esquerdistas/invejosos vivem a expectativa de que as probabilidades da vida estão contra todos exceto contra aqueles que estão no topo. 

MUITOS HUMANOS INSISTEM EM NÃO EVOLUIR.

Contra a estupidez, os próprios Deuses lutam em vão. Levando-se em conta os períodos clássicos, medieval, moderno ou contemporâneo, impressiona o fato da existência constante de uma significativa fração de humanos estúpidos que nascem estúpidos; não se tornam assim por forças ou fatores culturais. Existem em todos os lugares do Polo Norte ao Polo Sul e em toda população que constitui universidade, trabalhadores manuais, funcionários burocratas, alunos, administradores e professores até com doutorado. Em um sistema democrático, eleições gerais são instrumentos eficazes para que estúpidos eleitores incluam uma fração de estúpidos em meio aos poderosos. Fica-se tentado a acreditar que o estúpido só causará mal a si mesmo, mas isso é um feliz engano. Nas sociedades não degeneradas, a estupidez é compensada pelos seus exatos opostos. Em uma sociedade decaída as consequências da estupidez são mais frequentes e maléficas para a coletividade. É possível antever as ações de um bandido, suas manobras e aspirações hediondas, todavia as ações do estúpido não estão de acordo com as leis da racionalidade.

A vida pode ser mais importante que o dinheiro, mas é o dinheiro que sustenta a vida. Dinheiro pode não ser a coisa mais importante na vida, mas afeta tudo o que é de importante: saúde, educação e qualidade de vida. Quando se tem dinheiro, governa-se a própria vida; do contrário, a vida governa. É comprovado que aqueles que mais falam mal do dinheiro são os que não o tem e, ainda, invejam quem o tem. Embora o capitalismo tenha o seu lado cruel, haja vista que o dinheiro é uma ferramenta indispensável para levar o ser humano onde quiser – por desejo ou necessidade - não há no mundo quem não dependa de saúde e dinheiro. É também uma utopia achar que o socialismo afastaria ou reduziria os azares financeiros da vida de todos.

“O Brasil está cheio de ‘capicomunistas’ de Iphone, tolos e fracos; No entanto todos têm coragem e expertise suficientes para apontar o que fazer com o dinheiro dos capitalistas.”

O egoísmo do capitalista malvado produz riqueza ao seu redor; o egoísmo do socialista é escravizador, pois deseja  que os outros vivam conforme seus interesses.

Há apenas um tipo de comunidade que pensa mais em dinheiro do que os ricos: os pobres. Os pobres não conseguem pensar mais em nada.

A massa ignóbil diz: o que seria dos ricos sem os pobres!  A realidade de todos os tempos da humanidade mostra: o que seria da massa humana se não fosse pelos menos de 0,000001% dos humanos em cada geração, em cada país. No que se foca expande. Seus resultados e realizações dependem daquilo em que você concentra mais sua energia, seja positivo ou negativo. A personalidade psicótica-solidária está mais preocupada [focada] em prejudicar o sucesso alheio do que afastar de si o próprio fracasso, seja o que este representar para si. Ficar preso no mesmo lugar por muito tempo, pode significar uma lição de vida que ainda não foi aprendida.

Os socialistas/comunistas são pessoas sem princípios para si e para a coletividade e se incomodam com aqueles que consideram viver como eles gostariam. Na impossibilidade de serem iguais, querem destruí-los, estragar a alegria deles, etc..O ITCMD é o imposto preferido da personalidade socialista que fica triste com a alegria alheia e alegre com a desgraça. Existem 5 tipos de pessoas que defendem a política socialista: 1. O ignorante; 2. O burro; 3. O histérico; 4. O que ganha alguma coisa com isso; 5. O ladrão.

A inveja já foi considerada um dos sete pecados capitais antes de se tornar uma das virtudes mais admiradas com seu novo nome: "justiça social" [Thomas Sowell]

Vivemos em uma completa inversão de valores. A degradação moral, a mentira midiática e a manipulação das massas fazem parecer às pessoas pouco ou nada informadas que o errado é o certo e vice-versa. 

Na maioria das reclamações a culpa também está na situação particular de cada individuo. Tudo acontece por um motivo. Se as coisas não estiverem favoráveis, a conduta mínima a ser tomada é a de procurar aprender com a dificuldade. Na sociedade do sistema capitalista, não importa o quão rico, inteligente, talentoso ou forte você seja, sempre haverá alguém melhor do que você. Não importa o quanto você trabalhe ou o quão sortudo você seja, sempre haverá alguém que fará o que você faz mais facilmente do que você. Portanto, observe os melhores apenas para exemplo NUNCA por inveja. Lembre-se de que a coisa viva mais perigosa da Terra é o humano idiota.


O certo só é aceito como certo quando está a favor dos próprios interesses. Se está contra, então é errado !

A educação está cada vez mais planejada para deseducar; A estupidez é ouvida; A inteligência ignorada e a educação está fora de modaNão estudar pode ser ruim, mas estudar sem refletir pode ser ainda pior !

Bom senso não vem necessariamente no pacote da graduação ou pós-graduação. 

Há 3 espécies de cérebros: o que busca o entendimento por si próprio; o que aprende [reflete, aproveita] o que o primeiro entende facilmente sozinho; e o que não entende nem por si próprio nem pelos outros; o primeiros é o excelentíssimo; o segundo o excelente; e o terceiro o totalmente inútil. [Maquiavel]

Todos veem como as coisas parecem ser, mas poucos sabem como realmente são. [Maquiavel]

Na parábola do semeador (Mateus 13;1-9, Marcos 4:3-9, Lucas 8:4-8), é dito que um semeador deixou uma semente cair no caminho e em terreno rochoso e entre os espinhos ela se perdeu. Porém, a semente que caiu em boa terra, cresceu e multiplicou-se por várias colheitas. Simbolicamente, os tipos de solos correspondem aos tipos de pessoas. A parábola do semeador nos adverte a respeito das características individuais que impedem uma pessoa de aproveitar a semente da boa mensagem e produzir um bom resultado. Os psicóticos-solidários revolucionários podem ser tudo menos solo fértil. Ao invés de adaptarem-se à realidade do mundo, desejam que o mundo fique imutável e permaneça sempre de acordo com os seus interesses.

Como é duro libertar um povo que prefere a escravidão.[Maquiavel]


Este  texto objetiva induzir o leitor à reflexão e a obter o melhor proveito lícito do capitalismo para a sua vida e para que não se torne uma pessoa anticapitalista ‘míope’, manipulada pelos interesses políticos e que só o levará cada vez mais para a ruína.  Para reflexãoEm alguns países, onde tudo funciona quase perfeitamente, as pessoas ainda acabam no consultório médico com todos os sintomas de colapso psicológico total; Na Dinamarca também há psiquiatras, psicólogos, psicanalistas. Por que isso ocorre? É certo que o incômodo depende muito das expectativas individuais: grandes expectativas, grandes decepções ​​com tudo o que fica aquém delas. Pessoas podem ficar à beira das lágrimas porque o ônibus estava dois minutos atrasado no Japão, enquanto outras podem ficar indiferentes ou mesmo alegres quando o ônibus é cancelado por completo no Paraguai. Nós, humanos, nos organizamos em nosso universo de valores, cultura e experiências individuais e produzimos nosso próprio nível de estresse. Às vezes, até o mantemos alto artificialmente! De que outra forma o bungee jumping pode ser explicado. Então, talvez, tudo o que as pessoas precisam fazer é aprender a lidar com a realidade até o ponto em que não sinta mais decepções além do suportável ou inesperado, e encontre o lugar e circunstâncias menos estressante onde quer que estejam. E, por fim, mas não menos importante, não entre na pilha de solidariopatas infelizes e inadaptados à realidade se isto também não for o seu caso.  Tudo tem um preço, financeiro e/ou não, mas nem todo preço aparece no rótulo. Por isso, é um sinal marcante de inteligência a capacidade de fazer  distinção, de perceber e refletir sobre os detalhes além da aparência e do momento. A vida não dá o que é apenas desejado. É preciso esforço, ação, para obtê-lo. Lembre-se de que o avião não decola a favor do vento e sim contra.

"Os motivos torpes nunca aparecem no rótulo"



Diz o adágio: "não importa a marca do sapato só o dono do pé sabe onde aperta". É difícil entender a estupidez específica do psicótico-solidário revolucionário, existem vários tipos e motivações. Mas, eu admiro o total comprometimento deles com a estupidez.  No Brasil, a sociedade caracterizada por uma massa de eleitores estupidificada, invejosa e hipócrita, influenciada pelos interesses seculares do bilionário clérigo católico (que não tem família), influenciam a política para determinar o que o Estado socialista anacrônico deve fazer com o dinheiro dos "ricos" que têm família. De fato, a mola propulsora do Brasil é a tolice. O nosso subdesenvolvimento não é trabalho de amadores. Como bem disse Roberto Campos: “A burrice no Brasil tem um passado glorioso e um futuro promissor”. Eu vou além: Não há nenhum indício de que ela está perdendo a glória, muito pelo contrário. Diante de toda ação alheia que observas, indague a ti mesmo, na medida do possível, o seguinte: quem são estes que estão reclamando? Essa ação está relacionada com qual objetivo? É apenas interesse particular ou também coletivo ou particular disfarçado de interesse coletivo? Os torpes pisam em quem consideram não depender, mas também bajulam a quem dependem, então observe em função de quais proveitos e diante de quais atos. 

A falsidade tem tanta força destruidora quanto o veneno. Tal como aqueles de quem reclamam muitos também são classificadas como – no mínimo – farsantes. Folhas agitadas ao vento sobre a terra. Essa é a metáfora que bem descreve a importância real que deveria ser dada a essas pessoas.  Convém observar-se que é exclusivo do ser vivo racional a liberdade de se submeter voluntariamente a muitos acontecimentos, não somente por necessidade inescapável. Para isso, é necessário que um olho sadio veja todas as coisas visíveis e não troque as cores. Muitos desejam ser louvados por todos independentemente do que façam. São olhos sem a correta acuidade.

Um leão jamais anda com hienas, porque ele sabe que quem muito ri, vive em festa e anda em bando, só quer a sua carne.

A ideia dos socialistas de liberdade de expressão é a de que eles são livres para dizer o que desejam, mas se alguém responde contrariando-os é considerado um ultraje. [Winston Churchill]

Se você deseja fazer um socialista feliz, não seja realista e verdadeiro, ofereça-lhes sorvete.


A sabedoria é um paradoxo. O Homem que mais sabe é aquele que mais reconhece a vastidão de sua ignorância.

Desde que o dinheiro foi inventado ele sempre representou uma fonte de prazer e escravidão para a humanidade. Sempre foi um senhor implacável para quase todos ou um ótimo servo para poucos. Atenção: Leia de novo porque é importante: O capitalismo é produtor de riqueza e desigualdades sociais  em razão direta da liberdade econômica e de respeitar as diferenças naturais dos humanos no aproveitamento das oportunidades por ele geradas.  



A desigualdade será maior ou menor em razão da corrupção na administração e política do país. São exemplos opostos notórios: Brasil e Noruega. Em razão do exato oposto, o socialismo não é produtor de “desigualdade”, porém, a igualdade a que se refere é na igual pobreza para quase a totalidade do povo, exceto para os ocupantes do poder e seus amigos (ou comparsas). A invenção do dinheiro e o capitalismo a partir da revolução industrial acentuaram as diferenças naturais entre os humanos e que esta passasse a existir também em forma de expressão monetária e as diferenças de possibilidades diretamente ligadas ao dinheiro deu inicio a eterna guerra dos pobres contra os ricos e, com isso, surgiram os fomentadores e aproveitadores dela na religião e na política. A riqueza nunca teve descanso dos ataques da pobreza. 

Ignorar a verdade e viver no mundo da fantasia sempre foi uma péssima escolha. Lembre-se sempre de que a única coisa que pode ser acumulada sem limites, sem produzir inconvenientes em razão do acúmulo, por si própria, é o dinheiro. Ele também será sempre o seu maior amigo e ao que poderá recorrer nas dificuldades sem qualquer constrangimento. É o único que poderá lhe acompanhar incondicionalmente para onde você for até o seu último suspiro de vida, e ainda o ajudará no seu enterro. É o único que após a sua partida da vida ficará disponível plenamente para auxiliar a sua família. A vida pode ser mais importante que o dinheiro, mas é o dinheiro que sustenta a vida. Dinheiro pode não ser a coisa mais importante na vida, mas a sua falta afeta tudo o que é de importante: saúde, educação e qualidade de vida. Quando se tem dinheiro, governa-se a própria vida; do contrário, a vida governa. É comprovado que aqueles que mais falam que dinheiro não é importante são os que não o tem. Também os que mais defendem o ITCMD são os que não tem patrimônio a perder.  Veja a vida com realismo, veja o papel do dinheiro desprovido do interesse político-religioso de marginalizá-lo. A simples consciência disso será um grande estímulo à prosperidade. Consciente ou semiconsciente ou até inconsciente todos dão muita importância ao dinheiro, inclusive os que o negam. Uma pesquisa da CNN revelou que o medo número 1 é ficar sem dinheiro e falir, este medo superou até o medo da morte. Um câncer pode matar lentamente, mas a pobreza extrema além de matar lentamente, ofende a dignidade diariamente. A mente de um homem previdente e consciente da realidade não possui valores similares a de outro imprevidente e irresponsável. Ambos tiveram suas sementes cultivadas tanto em solos quanto de forma muito diferentes. 

Em razão das próprias frustrações, o Ser Humano gosta do autoengano e de agredir outros que consideram desfrutar de sucesso [seja o que este representar]; Acredita no que vê tanto quanto só vê o que acredita. Ninguém acredita no que não entende. Na interpretação dos fatos há muito de quem os vê. A personalidade de um psicótico-solidário reacionário modifica muito a interpretação da realidade. Pessoas que querem se exibir como muito preocupados com as desgraças do universo precisam antes de tudo fazer um trabalho de análise para si. O entendimento exige muito esforço mental, coisa que a maioria, em todos os tempos, não se dispõe a fazer. 

A ignorância no medievo era a regra para quase todos, somente o clérigo católico possuía bibliotecas. Hoje, na era da informação à distância de um click, é uma opção.

"Para um navegador sem rumo, nenhum vento lhe será favorável"

Em uma sociedade baseada em castas, como na Índia, o indivíduo pode atribuir o destino adverso ao desejado a fatores cujo controle lhe escapa. Há também quem pense na cultura ocidental que os poderes sobre-humanos (Deus), que tudo comandam, designaram-lhe a posição contra a qual não adianta lutar. Como não depende dele, não há motivos para se envergonhar de sua condição. Alguns desses ainda acham que a riqueza é coisa do diabo, coisa maligna. No dia do juízo final a justiça chegará !!! Se a esposa disser: Por que você não é Marajá? Ele responderá: Se Eu não tivesse nascido na casta em que nasci! No Brasil, a resposta poderia ser: porque Deus não quis, ele sabe o que faz !!

Muitas outras pessoas não estão submetidas a essas regras e pensamentos. No sistema capitalista democrático de direito, se alguém não é Marajá a culpa é tida como exclusiva dela. Por que? Porque vive-se em uma ordem jurídica onde supostamente o indivíduo é livre para escolher o caminho que deseja seguir. Inclusive é juridicamente declarado que todos são iguais perante a Lei.

Embora os direitos à Liberdade e à Igualdade para decidir e aproveitar as oportunidades no sistema capitalista democrático não sejam – na realidade – iguais para todos, também é certo que a situação de vida de cada pessoa depende muito de seus próprios feitos. Quem nunca soube de grandes fortunas que diminuíram e até desapareceram totalmente nas mãos dos herdeiros de quem as construiu, enquanto outras pessoas nascidas em condições econômicas desfavoráveis chegaram a eminentes posições e a consideráveis rendimentos? 

"Tudo tem um preço, mas nem todo preço aparece no rótulo"

De lavador de carro aos 13 anos a empreendedor milionário. Júlio Cesar Chagas Santos, 50 anos, integra a parcela de 1% mais rico do Brasil. Fonte: portal folha.uol, em 04/08/2016.

O Brasil perdeu 11 mil super-ricos em 2014, segundo o relatório “World Wealth Report 2015”, feito pelas consultorias Capgemini e RBC Wealth Management. O número de brasileiros milionários caiu de 172 mil em 2013 para 161 mil no anos passado, uma diminuição de 6,4%. O levantamento considera super-ricos aqueles que tem mais de US$ 1 milhão disponível para investimentos, excluindo a residência principal, acervos, bens de consumo e bens duráveis. O Brasil ficou na contramão da tendência mundial em 2014, segundo o relatório. No mundo, o número de novos milionários aumentou 920 mil no ano passado, 14,6 milhões, totalizando um total de US$ 56,4 trilhões para investimentos, um crescimento em torno de 7%. Fonte: portal g1.globo.com

Nem sempre o que cai na prova é o que cai na vida! Muitos passam a vida estudando para terminar trabalhando para quem não estudou, ou obtendo renda inferior a destes! Ninguém sabe os reais motivos de alguém não conseguir, não ter possibilidade ou não querer fazer algo por outros para em troca obter o dinheiro. Quanto mais pobre, menos faz pelos outros e, por consequência, igualmente recebe.  Porém, é certo que nada depende exclusivamente de qualquer um, na vida de todos existe a sorte e o azar inesperados e incontroláveis. Isto determina a necessidade de humildade, ninguém consegue o sucesso (seja lá o que esse representar) sozinho e unicamente com esforço próprio. Ninguém escolhe os pais e o País onde nasceu, apenas para citar o mínimo.   Também é certo que cada pessoa tem um talento próprio. Muitos passam a vida olhando para o talento dos outros desejando ter um pouco do talento deles. Muitos usam o talento alheio como fonte de inspiração, muitos sucumbem ao ciúme ou a inveja e toda a energia gasta com esses pensamentos é energia que não apenas é colocada  para voltar contra si mesmo negativamente, mas também é tirada de si e que poderia ser usada para o próprio benefício. Todos estão submetidos à escravidão de necessitar fazer algo, mais ou menos diretamente, por alguém para receber em troca o dinheiro, e não importa qual seja o trabalho, mas sim o que pode ser feito para o próprio talento ser usado (ofertado) para o mercado de troca de mercadorias e serviços, com estratégia, confiança, sem choramingar, queixar-se ou criticar pelo que não está ocorrendo da forma como gostaria, pelo que não tem, pelo que não pode fazer, pelo que outros deveriam, poderiam e não fizeram ou fazem, e concentrar-se no que pode fazer de melhor em benefício de outros, que são livres para comprar ou não os serviços e/ou mercadorias de outros. Focar no passado produz depressão; focar no futuro produz ansiedade; foque seus pensamentos na realidade da vida para produzir resultados no presente.

As desigualdades sociais, que são produtos da impossibilidade natural de haver oportunidades e circunstâncias iguais para todos e também em aproveitá-las e sobretudo das naturais e inevitáveis desigualdades entre as pessoas, são maliciosamente denominadas de “injustiças sociais” e caracterizadas como produtos do “sistema capitalista”. E, em nome dos "direitos humanos" deve ser combatida. Direitos humanos  desprezam a diferença entre os humanos. 

Em termos de dinheiro, quem tem mais pode melhor ajudar quem tem menos, a exemplo do empregador e seus empregados. A psicologia ensina que quanto mais feliz consigo, mais naturalmente tornar-se-á predisposto a desejar o bem a outros. Nestes termos, o sistema econômico capitalista é o que melhor se adequada ao desejo e necessidade humana de crescimento (hoje melhor que ontem; amanhã melhor que hoje), pois se baseia no estímulo à liberdade individual e econômica, que os socialistas pejorativamente tacham de “egoísmo”. É preciso ser egoísta para disputar uma vaga em um concurso; é preciso ser egoísta para ser um excelente profissional em qualquer coisa, etc. Se o homem é o lobo do homem, então, respeitando-se as regras da sociedade capitalista, o homem rico é aquele que alimentou o seu lobo corretamente e o pobre erradamente. O lobo que for alimentado é o que vencerá dentro de cada um. O custo de um mau entendimento pode ser muito alto. O entendimento é como o fogo, se usá-lo de forma errada poderá destruir.  Todo humano deseja ser o melhor que puder ser, para isso usa referências melhores e nunca as piores. Ninguém deseja se nivelar por baixo ou ser forçado a usar referências piores do que considera em relação a si mesmo. O sistema econômico necessita estimular isso porque é bom para cada indivíduo e também para o país.

Assim, muitos que não têm  suas ambições e desejos satisfeitos são forçados a considerar que deixaram escapar as oportunidades ou que foram inaptos para alcançá-las de modo exagerado. Então, quando a esposa fala: Se você fosse esperto como o fulano, ganharia mais  e desfrutaria de melhores condições. Isto faz com que a indevida comparação produza um indevido sentimento de humilhação e até que muitos optem pela riqueza ilícita ou a exibi-la ostensivamente.

Ademais, não são poucos os que atribuem o sucesso exclusivamente ao próprio esforço, ignorando outras variáveis e até o acaso (sorte) que lhes foram favoráveis. E, de outro modo, muitos outros atribuem com exclusividade à própria pessoa 100% da responsabilidade pelo fracasso, desconsiderando as adversidades que influenciaram fora do controle pessoal. É como se a desgraça alheia fosse uma fonte de prazer! 

É claro que ninguém vence por acaso, isso é mais do que óbvio, mais do que real, porque em toda conquista há um forte componente pessoal de esforço, perseverança, boa vontade, do acreditar que pode, do querer vencer e do saber fazer uso de todo o potencial e energia que existem em cada um. O caminho da vitória não admite desanimados, pessimistas, acomodados e tudo o mais que não constrói ou destrói. Igualmente claro é que eventos inesperados, insondáveis, improváveis favoráveis (sorte) existem e são importantes, a exemplo de nascer geneticamente favorecido; nascer em família rica, responsável e orientadora; nascer em um País capitalista próspero com elevados indicadores sociais e de probidade política e administrativa, entre outros. Como também existem os eventos relacionados a fatos desfavoráveis.

Em decorrência da competição pelas oportunidades “iguais” para todos, não são poucos os que veem a desgraça alheia como fonte de prazer e o sucesso como fonte de inveja; com base nesse aspecto psicológico, a sociedade capitalista democrática considera cada um de seus integrantes 100% responsável pelo seu próprio azar e fracasso (prazer na desgraça alheia) e pouquíssimo [até quase nada] responsável pelo sucesso (inveja). O exemplo mais popular é  o das torcidas de futebol: se o time ganha, eles ganharam juntos; se o time perde, os jogadores perderam sozinhos! Tudo isso faz com que muitos vivam na busca de um bode expiatório para compensar as suas ambições e desejos insatisfeitos e passem  a odiar a sorte de todos os que consideram ter conseguido mais êxito. Uns liberam esses sentimentos através da calúnia e da difamação. Os mais sofisticados sublimam seu ódio numa filosofia anticapitalista, denunciam a organização econômica e o abominável  sistema capitalista, a fim de calar a voz interior que lhes diz que, se falharam, é totalmente por culpa própria. Seus fanatismos ao criticarem o capitalismo está exatamente no fato de eles lutarem contra a consciência da falsidade da própria crítica.

Como não é possível viver a vida alheia, somente na intimidade da própria consciência cada um sabe o quanto a sua situação se dá em decorrência de sorte, de azar, de suas habilidades intelectuais, da sua força de vontade e da sua experiência prática. Mas, esse tipo de sofrimento é peculiar às pessoas que vivem numa sociedade de ‘liberdade’ e ‘igualdade’ perante a Lei e as oportunidades.  

Essa realidade também faz com que a distância entre o que o homem é e o que realiza de um lado em confronto com o que ele pensa de suas próprias habilidades e realizações comumente seja impiedosamente revelada contra si.

De modo geral, sonhar com um mundo mais “justo”, que o trate de acordo com o seu “real valor” é o refúgio de muitos que têm falhas de autoconhecimento e de conhecimento. O maior carrasco do homem costuma ser ele mesmo, e o mais injusto dos homens é aquele que não reconhece isso! O homem sensato tenta se adaptar ao Mundo; o insensato deseja adaptar o Mundo a Si. 

Esse tipo de sentimento acontece com muitos graduados em famosas Universidades ao verem muitos “Reis do Chocolate” e “Reis da Bebida Alcoólica” sem estudos e milionários. E por que? Porque como ele foi livre para escolher estudar filosofia ou a investir em produtos e/ou serviços mais necessitados, desejados ou de mais importância para as outras pessoas a culpa lhe é atribuída com exclusividade pela escolha errada.

Não existe sistema econômico perfeito. O socialismo só beneficia um punhado de privilegiados e prejudica a quase totalidade. O capitalismo não beneficia a todos, mas a China socialista para alçar  metas mais altas teve que se associar ao capitalismo. A tão falada crueldade do capitalismo consiste no conceito de ele tratar cada um de acordo com a contribuição que este oferece aos critérios de interesse, desejos e importância das outras pessoas. Sob essa regra, rico pode ser aquele que conseguir vender serviços e/ou produtos ao maior número de pessoas, com melhor qualidade que os concorrentes, pelo menor preço. Em contrapartida recebe o dinheiro. Se você não tem dinheiro e condições de possuir uma grande indústria de produtos que muitos necessitam, desejam ou deem grande importância em um grande mercado e se considera uma vítima do capitalismo, talvez ainda tenha tempo de mudar e aprender para usufruir de parte dos lucros das grandes companhias de capital aberto adquirindo suas ações. 


A existência da igualdade de todos perante a Lei e da teórica ‘igualdade’ e ‘liberdade’ para as escolhas das decisões pessoais no agir para aproveitar as oportunidades da economia de mercado no sistema capitalista democrático gerou uma sociedade onde o ‘ser’ (conteúdo) está fortemente associado e dependente do ‘fazer’ e do ‘ter’ (embalagens). As pessoas são julgadas (e invejadas) muito mais pelo que fazem e têm do que pelo que são, ou seja, de forma indireta. Como consequência disso, o esforço da maioria é direcionado para demonstrar sucesso pela aparência de riqueza (via indireta) visível aos olhos alheios ao invés de investir em valores (conteúdos) percebíveis apenas pela própria consciência.

“O Sábio não necessita da aprovação alheia, vive de acordo com os seus próprios valores!”

Nos países com sistema capitalista democrático, a maioria das pessoas não suporta conviver com a sua parcela de culpa e a que considera lhe atribuírem, assim, a transfere para fora de si: para a sorte alheia e o azar inesperado que caiu sobre si, em suma, para as mais diversas circunstâncias desfavoráveis contra as quais não podia fazer nada. Essa é uma grande mazela da natureza humana fomentada pelo sistema capitalista e razão de muitos se escravizarem pelo ‘fazer’ e ‘ter’. Reflita, para não deixar que isso prejudique a sua vida. 

CONSUMISMO

“Ato de comprar, com o dinheiro que não tem, algo de que não precisa para dar satisfação aos valores alheios ou fazer inveja a quem não gosta”

Por isso, o desejo de exibir sinais de riqueza é muito forte. Muitos passam a vida comprando ‘embalagens’ para receberem considerações alheias ou pelo prazer de esnobarem os inimigos, ignorando que podem estar recebendo considerações apenas pela embalagem e que gastar dinheiro para esnobar os inimigos equivale a fazer mal a si mesmo, à própria segurança financeira. 

É certo que não se pode ignorar totalmente a realidade social, tanto quanto o fato de que as aparências também enganam: há rico com aparência de pobre e vice-versa. Muitos são os que usam a máscara física emoldurada em honrarias e esplendores, mas intimamente conservam-se em deploráveis cubículos de padecimentos e trevas. 

Se por um lado não se pode ignorar esta realidade, por outro, felizmente, está na liberdade de cada um não exagerar nos gastos com embalagens e não se preocupar com as embalagens de outros. É preciso reconhecer também que uma embalagem onerosa e desarrazoada para o orçamento de um pode ser algo insignificante para outro. Por isso, não julgue pelas aparências, esqueça a vida alheia, esqueça os valores alheios e cuide dos seus valores. 

Uma coisa é certa na vida dos verdadeiros ricos: eles não comprometem grande parte de suas rendas com embalagens e jamais trocam a segurança financeira por prazeres transitórios. Não trocam o futuro pelo presente. Faça como os verdadeiros ricos, cultive o conteúdo dos verdadeiros valores e não as falsas embalagens! Lembre-se de que cada um associa-se ao bem ou ao mal de acordo com a sua livre preferência. 

Aqueles que julgam que o ouro precisa erigir-se em material único adequado à sua construção precisam também acautelar-se da ventania destruidora da ganância, da inveja, do remorso e do tédio, que costumam envolver a fortuna em castelo imprevidente. Quem nunca soube de uma história do rico que ficou pobre ao parar de trabalhar, ou quando o seu grande negócio  faliu, ou  do rico que não podia parar de trabalhar porque teria que depender do regime geral da previdência social brasileira?  

Sete anos após se despedir dos campos, o jogador italiano Christian Vieri, de 43 anos em 2016, anunciou que voltará a ser jogador.  E por que? Apesar de ter acumulado uma fortuna durante sua carreira futebolística, Vieri teve problema na administração do dinheiro. Nos últimos anos, buscou várias formas de conseguir emprego até que conseguiu trabalho em um time da China. Um dos principais atacantes da década de 1990, Vieri defendeu importantes clubes como Juventus, Atlético de Madri, Inter de Milão e Milan, além da seleção italiana.   Segundo o jornal espanhol “El País”, Vieri teve um prejuízo de cerca de 16 milhões de euros ao ver a empresa BFC, criada junto com a sua mãe, ir à falência. 

O Capital  é o resultado de uma prudente restrição do consumo, aumentado pela poupança e pelo reinvestimento das sobras de capital. A manutenção do capital previamente acumulado e a acumulação de novo capital para aumentar a produtividade do esforço humano são frutos do conhecimento e da vontade humana.  Nem o capital (ou os bens de capital) nem a conduta dos capitalistas e empresários poderiam melhorar o padrão de vida do resto das pessoas não capitalistas e não empresários se estas não agirem de forma a ampliarem a própria riqueza. Para isso, não adianta viver apegado a valores fantasiosos ou idealistas ou apegado a métodos primitivos de produção, trabalho e investimentos e perder as vantagens que o emprego de melhores conhecimentos e esforços possibilitam para alavancar o resultado.

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Por mais que a abelha explique a mosca que viver entre as flores é melhor do que viver entre os excrementos, ela não entenderá, porque nasceu para viver em simbiose com eles.

O mundo precisa tanto das moedas de cobre quanto as de ouro.

Não perca tempo tentando transformar cobre em ouro !

Abelha nunca será mosca e vice-versa !

O eterno socialista revolucionário psicótico solidário é basicamente um frustrado em alguma(s) área(s) de sua vida: profissional, familiar, social, etc.  No fundo a conversa de preocupação social [caridade e solidariedade, etc.] não passa de um desejo inconfessável de que tudo se exploda para que todos à sua volta sintam-se tão desgraçados quanto ele mesmo. Um conselho: elimine-os de sua vida.

As ideologias do cristianismo e da psicótica solidariedade anticapitalista não representam  a fraternidade, e sim a invasão do ódio entre as diferentes classes sociais. Não representam ferramentas de reconciliação dos homens, mas sim de sua exterminação mútua. Não dão trégua à ordem. Contribuem para dissolver os valores meritocráticos da sociedade, assim como o cristianismo (o braço religioso do comunismo) dissolveu o Império Romano e tudo onde tiveram o Poder para agir conforme os interesses destrutivos de seus representantes lobos em pele de ovelha. Defendem a utopia da igualdade e a destruição da hierarquia e das diferenças apenas para fora das fronteiras do Vaticano. Desumanam a humanidade, subvertendo e invertendo a obra da natureza.

O anticapitalista psicótico solidário é aquele que vive caminhando na escuridão sem conhecer aquilo em que tropeça diariamente. Seguem o caminho do fracasso sem saber por que fracassam. Vivem persuadidos de que teriam sido um sucesso se não fosse por fulano, se não fosse por este ou aquele azar! Sempre alegam que a culpa é dos outros (dos ricos), nunca de si próprio. Os que rejeitam o socialismo conhecem o caminho certo e reconhecem o erro cometido diariamente, puxam a responsabilidade para si, voltam ao ponto em que se perderam e orientam-se na verdadeira direção.

O QUE FAZ UNS DESEJAREM O SOCIALISMO E OUTROS NÃO? 

No livro “A  Mente Esquerdista – as causas psicológicas da loucura política”  do psiquiatra Lyle H.Rossiter, o autor demonstra, fazendo analogias com distúrbios psiquiátricos, que o combate dos esquerdistas à mentalidade progressista (que se apoia no primado da liberdade), à tentativa de regular as pessoas do seu berço ao túmulo, baseia-se na negação da responsabilidade pessoal, no incentivo à autopiedade, na promoção da dependência do governo, na promoção da irresponsabilidade financeira, na prescrição da imputação de culpa nunca a si mesmo, na justificação do roubo a favor de suas ideologias de controle e dependência, em denegrir os ricos em razão da sua invejada riqueza, não apenas pelo valor mas pela personalidade de quem a possui, na declaração injusta de toda desigualdade social e à rebeldia contra a meritocracia pautada no esforço, competência e talento individual, é motivado por doença psiquiátrica que resulta em insegurança, incompetência para superar dificuldades, baixa autoestima e confiança, inveja, rancor, raiva, frustrações, infelicidade própria. É fácil observar que pessoas feias têm uma propensão a serem esquerdopatas, elas desejam compensar suas frustrações com o prejuízo alheio de forma dissimulada, disfarçadas de arautos  da moralidade, da solidariedade e do melhor para o povo, em suma: da beleza interior !

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Somos matéria perecível e mutável. Tudo tem começo, meio e fim, a questão é apenas quando! O Ser Humano é como um computador, tem o poder de ser programado e reprogramado, mas não pode ter sua natureza alterada. O humano, para fazer melhor uso de sua natureza, pode mudar sua programação, mas, para isso, precisa antes mudar seus valores. Há humanos com normal e péssima autoestima, e uma grande variedade entre estes dois extremos. Uma das características distintas de um homem com autoestima é de considerar o universo aberto ao seu esforço que procura aproveitar pelo prazer no trabalho produtivo, inclusive de sua mente; sua alegria de vida é alimentada por seu interesse constante em crescer em conhecimento e habilidade: pensar, alcançar, seguir adiante, enfrentar novos desafios e superá-los, para ganhar o prazer do orgulho de uma eficácia em constante expansão.  *No outro extremo, está  o homem da mentalidade anticapitalista*. Ele tem o prazer NÃO em realizações, *mas em destruição*, cuja ação é focada não em atingir eficácia, mas em dominar aqueles que a atingiram: a alma de um homem tão miseravelmente desprovido de valor próprio e tão dominado pelo terror da existência, que sua única forma de autorrealização é lançar seu ressentimento e ódio contra aqueles que não compartilham seu estado psicológico, aqueles que estão aptos a viver a vida como ela é. É como se pela destruição do confiante, do forte e do saudável, pudesse compensar seu sentimento de menos valia, de impotência, em eficiência, ainda que claramente falsa. 

Um tipo deste quando está em uma  festa participa dela por razões sem relação com as atividades reais que estão acontecendo: odeia, despreza ou teme todas as pessoas presentes, age como um tolo barulhento porque a festa já o poupou, pelo menos por algum tempo, do terror de estar sozinho. É como o prazer de estar bêbado que, obviamente, equivale ao prazer de fugir da responsabilidade da consciência desfrutando da ilusão de um universo onde ninguém é sobrecarregado com propósito, lógica, realidade ou consciência. Ocasiões de tédio silencioso, em que o tédio é o valor.

A que tipo de egoísmo interessa a pessoa neurótica com caridade “sem ver a quem”, ajuda humanitária de modo geral? Ao ego do próprio caridoso/solidário fragilizado com precária autoestima, segurança, confiança, que sofre com uma permanente sensação de que sua estrutura vai desabar, deixando-o frente a uma realidade imperdoável, desconhecida, absoluta e austera. Portanto, *solidariedade não é só dar, é também muito mais pedir em causa própria.* CONCLUSÃO: As aparências enganam.

O princípio central que norteia a natureza humana é a autopreservação.

Os humanos são mais viciados em fugir da realidade do que em álcool e drogas.

O maior inimigo do conhecimento não é a ignorância, mas a ilusão do conhecimento – Daniel Boorstin.

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A razão principal pela qual a maioria das pessoas se deixa enganar pelos embustes do discurso socialista  e dos embusteiros socialistas é a ignorância a respeito da essência da natureza humana. O Mundo é regido pelos fracos, pelos reativos, que são a quase totalidade da humanidade. O grupo da força ativa sempre foi a ínfima minoria no Mundo, em qualquer época. Apenas para ilustrar a que força me refiro, são exemplos:  Leonardo da Vinci, Einstein, Mozart, Benoulli, Galileu, Isaac Newton. Muitos foram mortos pelos reativos em defesa de sua força, a exemplo de Sócrates e das milhares de vítimas da inquisição. Para entender melhor a que fracos me refiro, veja o vídeo do link abaixo indicado:

https://www.youtube.com/watch?v=JEpKoD99Ihw

Não há altruísmo sem o egoísmo da autopreservação. A psicanálise diz: antes dos outros está a própria preservação. Fiodor Dostoiévisk observou: "por trás de todo altruísmo está o mais profundo egoísmo." O filósofo e psicólogo Friedrich Nietzsche disse: A quem interessa o discurso em prol das virtudes da fraqueza senão ao fraco? A quem interessa o discurso em prol da caridade senão ao próprio inseguro, potencial necessitado?  A quem interessa o discurso da “beleza interior”? A mulher feia! A quem interessa o discurso da vida após a morte? Aos desafortunados da vida real! A quem interessa o discurso dos direitos humanos, da caridade, da solidariedade acima da justiça?  Em que se baseia a cultura brasileira a favor da tolerância criminosa, do discurso da “justiça” com base na igualdade servil aos direitos humanos para qualquer um em qualquer circunstância? Na proteção aos criminosos ! A origem dessa tolice está na tolice em não perceber as tolices do cristianismo que é o braço religioso do comunismo e da marginalização da riqueza e dos ricos! Ninguém financia/apoia nada que espera lhe agredir ou trazer prejuízo. As ajudas ao próximo são condicionadas aos interesses da ausência de prejuízo próprio, ou em proveito próprio, ou a favor da desgraça de quem invejam e/ou desejam o prejuízo. Então, qual o interesse por trás de tanta psicótica solidariedade  com uns e ódio por outros? A única razão é a projeção de seus próprios interesses espúrios, preconceitos oriundos de uma subcultura e temores. A exemplo dos interesses de agradar a inveja da parcela simplória da população brasileira para obter seus votos nas eleições e assim chegar ao poder. Paz e igualdade só existem nos cemitérios. O mundo é um lugar perigoso e a paz deve ser conquistada, tudo porque o Ser Humano é de natureza ruim. 


O falso se dá bem com todos, o verdadeiro não.

Vivemos em um país onde a estupidez é ouvida, a inteligência é ignorada e a educação está fora de moda. Moderação na defesa da verdade é serviço prestado à mentira. Para compensar a indignação moral é preciso afastar a neutralidade do “politicamente correto” e a tolerância aos absurdos, em suma as armadilhas do relativismo moral com fim “politiqueiro” que está destruindo o Brasil. 


O politicamente correto além de errado contribui para a idiotização.

O ANTES E O APÓS O POLITICAMENTE CORRETO

E Iludidos aqueles que consideram o socialismo e o cristianismo idealismos generosos e, por analogia, aqueles que os defendem. Não são. Eles só servem para atrair e seduzir simpatizantes (idiotas úteis) para os seus interesses de poder religioso ou político eleitoreiro. 



Reduzir a riqueza de destinatário de herança reduziria de fato e de forma duradoura a pobreza ou seria apenas uma maquiagem transitória de acordo com o “politicamente correto” da crença da glorificação da pobreza e marginalização da riqueza? Como o dinheiro, que destrói o herdeiro, por intermédio do governo, tem modificado a natureza e a cultura dos humanos pobres? Reduzir a corrupção não seria mais lógico do que confiscar patrimônio da classe média, empobrecendo esta, ou até dos muito ricos? Como não há respostas racionais para os questionamentos simples contra as justificações do ITCMD, os socialistas-cristãos - cegos à realidade que os rodeiam e só enxergando os próprios interesses - passam a acusar seus opositores de “ignorantes”, “tacanhos”, “seduzidos pelos interesses burgueses”, “privilegiados”, “elite privilegiada”, inimigos dos pobres, egoístas, como se devessem sentir-se culpados ou fossem culpados por valorizar o que obtiveram com o fruto do próprio trabalho e não de privilégios espúrios. Os “generosos” e justiceiros socialistas-cristãos não são inocentes, são pessoas com uma grande dose de malícia direcionada à má fé que usam os que não têm acesso às coisas que desejariam ter e/ou invejam denominando-os de “despossuídos”, “oprimidos”, “vitimas da injustiça social” e da “concentração de renda nas mãos dos privilegiados. Fazem os discurso de arautos de um sistema tributário garantidor de distribuição de renda e de uma justiça fiscal republicana que se baseia na marginalização da riqueza e de colocar toda a pobreza na conta da riqueza e dos ricos, e cujos apoiadores não associam os políticos e a política deste discurso à causa da destruição do Brasil na corrupção e pobreza. 

FAZEM PARTE DAS CRENÇAS EQUIVOCADAS ANTICAPITALISTAS

-Acreditar que a soma de todas as contas de comércio exterior de todos os países do mundo ser uma soma de resultado zero implicar em que a riqueza e a pobreza de cada indivíduo no mundo seja uma equação de soma zero.

-A crença na marginalização da riqueza faz com que pessoas simplórias de senso crítico acreditem que políticos que escondem a verdadeira intenção por trás de discursos de 'solidariedade desvirtuada' e críticas à desigualdade (que é natural dos humanos) são bonzinhos e sinceramente preocupados com os humanos  mais desfavorecidos de renda e cultura e que os seus opositores tachados de capitalistas são egoístas malvados, mentirosos e preocupados apenas  consigo mesmo. Este conceito é baseado em crenças sem lógica, sem comprovação e puramente  com o interesse de tirar proveito espúrio das diferenças sociais e culturais com falácias de “teoria da conspiração” jogando pobres contra ricos que vão ao encontro da psicologia dos interesses egoístas dos que os apoiam, principalmente: insegurança, medo da pobreza, inveja.

-É um grande equívoco acreditar que exista uma relação direta, pura e simples, ou preponderantemente, entre desenvolvimento e igualdade social. Os países capitalistas tidos por desenvolvidos também possuem desigualdades sociais, o fato de serem menores, como nos países nórdicos, se deve muito a baixíssima corrupção na administração e política públicas e não apenas ao desenvolvimento.

Esse psicótico socialismo da solidariedade desvirtuada e a desigualdade natural dos seres humanos imputa ao capitalismo até mesmo a miséria de Cuba e Venezuela não à exploração Castrista e do Maduro e suas respectivas quadrilhas, e sim ao embargo norte-americano, tal como imputam a existência da pobreza no Brasil aos "ricos" (tachados de privilegiados) brasileiros. Com base em entendimentos equivocados, muitos acreditam que não importa se o Estado (sentido amplo) é ineficiente com seus gastos, e até corrupto, o que importa é aumentar a arrecadação para equilibrar as contas e, para isso, ainda há ricos que podem ser mais tributados, com o argumento moral de ser apenas uma "justa" transferência de dinheiro dos "favorecidos" (os ricos marginalizados) aos desfavorecidos (vitimas glorificadas) por meio do governo!

A existência de pessoas dando atenção aos psicóticos-solidários é prova incontestável de que o povo brasileiro não aprende com a história, e sobretudo com a própria história!

Se considerarmos a insignificância do Partido Comunista e seus eleitores nos Estados Unidos da América do Norte, podemos inferir que: (1) um povo com trabalho e boa perspectiva de futuro não dá a mínima importância para os argumentos dos psicóticos solidários contra o capitalismo, exceto aqueles que se consideram os “intelectuais” que são os que menos toleram a prosperidade alheia e cuja motivação só pode ser em razão de inveja, ou vaidade querendo se fazer de cultos visionários; (2) Se é a miséria que desperta os sentimentos solidários, pode-se concluir que se os necessitados solidários fossem ricos não estariam preocupados com a desgraça alheia; (3) A opção por ser psicótico solidário não faz parte de uma natureza humana melhor, mas sim de um egoísmo (interesse) próprio, ou para se locupletar no poder ou para o prazer de ver a desgraça dos que consideram melhores e invejam. São exemplos ícones: Fidel Castro, Hugo Chavez, Nicolás Maduro, além da grande massa de idiotas úteis.

Aqueles que ganham muito dinheiro a custa do próprio talento e trabalho lícito fariam o discurso psicótico da igualdade, ou este seria mais adequado ao invejoso, inseguro com baixa autoestima, sem nada a perder? Esse  grupo de pessoas faz da sociedade brasileira uma coletividade neurotizada por um intenso tiroteio cruzado de ações e mentiras camufladas de solidariedade ao próximo que ultrapassa em muito a capacidade de percepção e compreensão da inteligência [cultura] popular e engolfa em um abismo de esperanças ilusórias terrores sem objeto e ódios sem sentido. 

O estudo da política é difícil porque nenhum homem pode certificar-se da verdade das regras dos outros. É difícil saber quem espera benefício das perturbações públicas, mas o sinal que guia uma suspeição justa é a adulação do povo em suas queixas desarrazoadas ou inúteis, e pode ser observado facilmente por qualquer pessoa que se interesse em descobri-lo. No caminho do ‘tudo pelo voto’,  os esquerdistas brasileiros apoiam tudo o que  as massas ignorantes apoiam:


De forma sucinta os 'esquerdistas' brasileiros podem ser divididos em dois grupos: (1) dos políticos espertalhões que almejam obter votos por meio do discurso solidariopata assistencialista e que marginaliza a riqueza e os ricos a fim de agradar a maioria estupidificada; (2) os seus eleitores que por variadas razões, veem os ricos e a riqueza de forma muito deturpada.

“O bem estar de alguns sempre serviu de álibi para os solidariopatas”.


A verdade é que os aliados da “cultura” da psicótica solidariedade querem que qualquer governo que não seja com eles no poder dê errado e que o Brasil se dane, tudo apenas para a sobrevivência deles, seja na política ou em cargos públicos ou em estatais inchadas.  Socialista é igual a um religioso fanático que se pudesse faria a inquisição no medievo nos tempos modernos, ou seja, explodiria a bomba atômica para criar a “paz”! Estão sempre “lutando” para que o “mal” possa desaparecer! Entenda-se por mal a riqueza alheia, tudo o que for valoroso. São pessoas que não estão bem consigo mesmas, daí precisar apoiar, protestar e agredir em prol do irracional, do contrário senso, para sentirem-se menos infelizes com base na infelicidade alheia. A maior força motriz do socialista é a neurose/infelicidade própria. 

"O mal estar de alguns também pode servir de álibi para o populismo solidariopata eleitoreiro"


OS  PARTIDOS  POLÍTICOS MAIS ENVOLVIDOS EM CORRUPÇÃO NA ITÁLIA FORAM O PARTIDO SOCIALISTA  E  O  PARTIDO  DA DEMOCRACIA CRISTÃ.

Deuteronômio (15:11):

“Os pobres jamais cessarão de existir sobre a Terra”.
Quando não há pequenos, não há grandes.
Assim é o mundo: muitos têm carteira, poucos têm dinheiro.
Apesar de todos os seus predicados, a verdade é tímida.
A verdade é lenta.
A verdade está nos olhos; a mentira atrás deles.
A verdade é nua, enquanto a mentira está sempre bem vestida.
A verdade não vive, não morre. 
A verdade sofre e vive como um pobre.
Se você pudesse ser como os outros, quem seria como você?

O grande erro de todo psicótico solidário (solidariopata)  brasileiro é o de considerar a riqueza como algo marginal que só produz o mal para a sociedade e nenhum benefício. Se não fosse esse pequeno detalhe de um entendimento deturpado, se focassem em fazer o bem sem agressão à riqueza alheia, em última instância à riqueza do país, talvez pudessem ser mais úteis à política do Brasil do que seus opostos,  os quais são tachados por estes como egoístas e exploradores dos pobres. 

A pobreza não existe porque os bens são escassos, mas porque muitos não sabem as regras da riqueza. Cada um também cria seu mundo pelo seu conhecimento, pelo seu pensamento, pelo seu desejo. O socialismo não destruirá a pobreza; ele não a destruiu em lugar algum, e criou ainda novos tipos de pobreza, e pobres maiores e mais perigosos. Criou o pobre sem alma, sem liberdade! Isso não ajudará e destruirá ainda mais. Se seus defensores são os benfeitores, evite-os! Eles querem mudar o mundo inteiro (dos outros), mas não olham para si.


Fonte: Portal UOL, 24/07/21

Dono da Havan emprega 7 mil pessoas e é contra o socialismo. Dono da Localiza emprega 10 mil pessoas e é contra o socialismo. Ernesto, de 38 anos, aluno do 1º ano universitário, não emprega ninguém, vive a custa dos pais, não ganha para pagar a própria maconha, e se diz a favor da política esquerdista brasileira e do anticapitalismo.

O Cristianismo, J-J Rousseau, Karl Marx, Antonio Gramschi e outros inspiraram os simplórios de cultura e senso críticos a olharem para o rico e o empresário como um animal selvagem a ser caçado, ou como uma vaca a ser ordenhada. Nenhum socialista e/ou cristão os enxergam como o cavalo que puxa a carroça dos que tem menos.

Há muitas razões para os brasileiros conscientes estarem cansados de manter a máquina estatal brasileira e uma das mais terríveis é o ITCMD. Some-se a isso a existência de propostas para agravar ainda mais as regras vigentes. Consciente, semiconsciente ou inconsciente, a justificação do ITCMD baseia-se na marginalização da riqueza e glorificação da pobreza. Todo cuidados é pouco  com aqueles que afagam os ricos (quando precisam deles), mas que  usam da religião que se baseia na marginalização da riqueza e glorificação e vitimização da pobreza para iludirem os simplórios dizendo que o mal da humanidade é o dinheiro para subsidiar o discurso de que o Estado deve tributar os ricos (não importa a forma)  para distribuir a renda com investimentos sociais para os pobres, etc.. !! 

“Grande ou pequeno, moderado ou extremado, todo rebelde anticapitalista, sem exceção, é um farsante – não só nas suas atitudes exteriores [de ovelha dócil], mas na base mesma da sua personalidade, na raiz do seu caráter, desejos espúrios ocultos e estilo de vida [adoram passear nos USA] - Olavo de Carvalho”.  

É um grave engano considerá-los bondosos e bem intencionados, só inocentes caem nessa. São pessoas com uma grande dose de malícia direcionada para a má-fé. Os socialistas não querem o bem dos pobres, mas sim a destruição daqueles que consideram em condições que eles invejam, e usam os pobres para chegar ao poder. Quanto mais 'preocupado' com o social, mais dinheiro deseja no próprio bolso. A lógica do esquerdopata invejoso é sempre distorcida para justificar, desonestamente, qualquer coisa. O convívio com os seus opostos é sempre desigual, pois quem tem limites lógicos e éticos para argumentar já parte em tremenda desvantagem. Os esquerdistas desejam subtrair  aquilo que não tiveram de quem consideram ter, desde o mais tangível (dinheiro ) até o mais intangível (sucesso, felicidade). Desta forma dissimulada tentam compensar, a qualquer preço, sua baixa autoestima, sua dignidade, seu narcisismo feridos, com a destruição da felicidade, prosperidade, alheia. O cristianismo criou a falácia de que ser rico  é sinônimo de ofender os pobres. Os esquerdistas amplificaram, deram eco a esta falácia.

De modo geral, sonhar com um mundo mais “justo”, que o trate de acordo com o seu “real valor” é o refúgio de muitos que têm falhas de autoconhecimento e de conhecimento. O maior carrasco do homem costuma ser ele mesmo, e o mais injusto dos homens é aquele que não reconhece isso! O homem sensato tenta se adaptar ao Mundo; o insensato deseja adaptar o Mundo a Si.  

“Às vezes não é a cerração que desorienta mais intensamente o viajante ante as veredas que se bifurcam, mas sim a falta de uma bússola”;

 "Às vezes não é a selvageria da mata que dificulta mais intensamente o avanço do pioneiro, mas uma simples pedra no calçado ou o calo do próprio pé."

A maioria das pessoas não suporta conviver com a sua parcela de culpa e a que considera lhe atribuírem, assim, a transfere para fora de si: para a sorte alheia, para o azar inesperado que caiu sobre si, em suma, para as mais diversas circunstâncias desfavoráveis contra as quais não podia fazer nada. Essa é uma grande mazela da natureza humana que faz com que muitos desejem o socialismo como consolo psicológico pelo desejo intimo de contribuir para o prejuízo dos que vivem no ‘sucesso capitalista’. 

AS  CONSEQUÊNCIAS

No Brasil, como consequências desses valores culturais, surgiram,  desde o início do século XX, pilares do Estado grande e benevolente para proteger os pobres, os oprimidos, as vítimas do capitalismo, e, gradativamente a esse discurso político foram se agregando os maiores beneficiados do socialismo brasileiro: os políticos de esquerda, os irresponsáveis, os malandros, os invejosos, em suma, as eternas vitimas do capitalismo e dos ricos!  Assim também surgiram a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o imposto sindical obrigatório, a Justiça do Trabalho e Estado paquidermes e a tributação do tipo Robin Hood que retira muito dos ricos para 'ajudar' os pobres! Todos elevados ao status de intocáveis no imaginário político e social. Com base nesses artifícios foram criadas regulamentações sobre salário mínimo, férias, adicional de férias, 13º salário, fundo de garantia, jornada de trabalho e multas para empregadores, inclusive por demissão "imotivada"!

O CRISTIANISMO É O BRAÇO RELIGIOSO DO COMUNISMO

O homem vive em uma feroz batalha, pois tudo, mesmo que nos pareça para o bem, ou para o mal, não passa de decepção, vazio e falsos valores, são provações e testes. Abundância por um lado, e sofrimento, por outro, acossam-no de forma que há uma batalha à sua frente e outra à retaguarda. O homem íntegro é aquele que consegue vencer ambos. Um grande erro da maioria é achar que o mundo foi criado tendo o homem como o objetivo principal, ou único. Na verdade ele sobrevive em um difícil estado de “equilíbrio”. 

O cristianismo vende a ilusão de que o propósito da criação do universo é o homem. Na verdade, nenhum ser racional no gozo pleno de suas faculdades mentais poderia acreditar que o propósito da criação do homem tenha algo a ver com sua estada nesse mundo. Pois, em que consiste sua vida neste mundo? Quem está verdadeiramente contente ou satisfeito neste mundo? É de setenta anos a extensão de nossas vidas, ou, para os mais fortes, oitenta anos. O que seria orgulho e sucesso, não passa de fadiga e enfado. Quantos tipos diferentes de sofrimento, de enfermidade, de dor e de provação! E, depois de tudo isso, apenas a morte! Dificilmente encontraremos alguém que possa afirmar que o mundo o tenha agraciado com uma superabundância de gratificações e verdadeiro contentamento. Ainda que encontrássemos tal pessoa, mesmo se alcançasse a idade de cem anos, também terminaria por deixar o mundo e dele desaparecer sem nada levar consigo. 

O cristianismo é um incentivador de violência por criticar o sistema punitivo da sociedade indispensável ao controle social. O cristianismo diz: “....tua culpa será tirada e teu pecado será perdoado, para que isto ocorra, basta se arrepender.....” Mas, e aquele que matou o seu próximo – como isto pode ser reparado? Uma simples declaração de arrependimento pode restaurar o passado? Certamente, esta é uma questão cheia de amor, cheia de bondade, de benevolência, mas sem nenhuma justiça! Embora se deva atribuir considerável importância ao atributo da misericórdia, ela não pode suplantar a justiça! Não pode haver misericórdia e tolerância para tudo e, ao contrário, deve haver justiça para tudo. 

A história a seguir é mais uma prova disso: Judeus fariseus, hábeis em casuística, arrastaram uma pobre mulher a quem acusavam de adultério exigindo saber de Jesus se ele concordava com a punição mosaica de apedrejá-la até a morte. Se ele não concordasse, estaria violando a Lei judaica, e Jesus era judeu. Se concordasse, seria um contrassenso às suas pregações. É relatado que Jesus de forma calma (depois de escrever no chão) diz: "aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro a lhe atirar uma pedra."

Se 'olho por olho, dente por dente e matança de bruxas podem parecer coisas brutais e estúpidas, e se apenas não pecadores têm o direito de punir, então como pode uma sociedade imperfeita, constituída toda de pecadores, determinar alguma punição aos imperfeitos pecadores em prol da ordem pública? Como castigar quem cometer delitos? Deveríamos ser todos hipócritas. Será o cristianismo, então, pura permissividade sexual e criminosa? E o que foi escrito no chão? Ninguém sabe também, faz parte de mais um mistério bíblico! A cada pesquisa os rasgos ficam mais óbvios e não se consegue tirar do que resta da Bíblia nenhuma "revelação". 

E o que falar da autoridade de Jesus para perdoar danos alheios? Todos podem entender como um homem perdoa ofensas contra si, mas o que pensar de um homem que anuncia que perdoou alguém que agrediu você? Imbecilidade asinina (de um asno) é a descrição mais delicada que podemos dar a essa conduta. Todavia, é a que se deve atribuir a moralidade de Jesus. Disse às pessoas que seus pecados estavam perdoados, sem nunca ter si dado ao trabalho de perguntar às outras pessoas, a quem esses pecados tinham prejudicados, o que elas consideravam a respeito. Sem hesitar, comportou-se como se ele fosse a parte mais envolvida, a pessoa mais prejudicada em todo e qualquer delito. Isso só pode ser encarado como tolice e presunção sem rivais em qualquer outro personagem na história bíblica ou na vida real. 

Qualquer homem que fosse considerado meramente um homem e dissesse o tipo de coisas que Jesus disse e fez, não seria considerado um grande mestre moral e sábio, mas sim um lunático e tolo. A escolha é por conta de cada um considerá-lo um sábio "filho de deus", ou um maluco ou algo pior. A maioria dos brasileiros parece se deixar influenciar pela mentira da divindade. É notório que os combatentes defensores da religião e da tolerância criminosa baseiam-se apenas na Fé do tipo cega, na superstição, no medo e no interesse em alguma vantagem no suposto paraíso, e que não são suficientemente corajosos para admitir que isso é uma panaceia para o auto engano de remediar todos os males. 

Vemos, assim, que aquele que quiser abrir os seus olhos à verdade não poderá encontrar para si nenhum argumento ou desculpa para não praticar o máximo de precaução em seus atos, sujeitando-os às mais criteriosas análises. Aquele que é influenciado pela razão e pelos estudos se afastará do pecado sem a necessidade de punição; Porém, o insensato, por força de sua leviandade, não pode ser corrigido a não ser através de julgamentos punitivos. 

Os criminosos são as pessoas que escolheram percorrer os caminhos deste mundo sem ponderar se é bom ou mau seu modo de vida; é como um cego que caminha em um campo minado de bombas, exposto ao perigo, cujas chances de se perder são maiores que as de ser salvo. 

Um bom senso crítico falta aos espertos devido à sua limitada consideração aos assuntos valorosos, e aos tolos, em razão de sua limitada compreensão. O resultado disso é que muitos veem o mal como se fosse o próprio bem, e pensam se fortalecer ao se apegar a seus caminhos malignos. 

Poucos se arrependem do mal por ele cometido. Voltam sempre para a mesma trilha, a galope, quais cavalos na batalha. Agem pelo ímpeto de seus hábitos, sem se permitirem o tempo necessário para sua avaliação, resultando daí se voltarem para o mal sem sequer perceberem-no. Do mal não se consegue escapar sem uma boa dose de sabedoria e uma visão mais profunda. 

Quem é amigo dos insensatos será destruído (provérbios 13:20) 

“Preste atenção aos seus caminhos” (Agai 1:7) 

“Teria sido melhor para o homem que ele não tivesse sido criado. Mas, agora que já foi criado, que examine seus atos”. (Eruvin 13b) 

“O Homem sensato vê o mal e se esconde; o tolo passa por ele e é punido” (provérbios 22:3) 

“Reflete sobre a trajetória de teus pés e todos os teus caminhos serão firmes.” (provérbios 4:26) 

“Os julgamentos punitivos são aplicados aos insensatos".

(provérbios 19:29).

Como reagir às ofensas? O que significa a expressão "dar a outra face", atribuída a Jesus de Nazaré? Ser um pacifista idiota ? Deixar que as pessoas te massacrem, acreditando que sofrer é ser cristão? Ou devemos partir para a agressão, agir da mesma forma? Retribuir o mal com o mal? "A outra face" significaria apenas o aspecto físico? Não, existe também 'a outra face' no sentido espiritual cuja resposta deve ser por palavras, doa a quem doer a verdade. Contudo, na maioria das vezes não vale a pena nem responder em razão da ignorância da outra parte. "A outra face" tem um significado espiritual de justiça, sobretudo consigo. O mais importante na vida é cuidar de si, do próprio aprimoramento, a vida alheia é primordialmente problema alheio! Os fracos agradam, são pusilânimes e pelegos, os fortes cuidam de si e ensinam por meio de seu exemplo o que é certo ! Os mentirosos e os fracos querem ser agradados com mentiras, os fortes gostam de ouvir a verdade ! Não se pode jogar pérolas aos porcos ! Muitos são mortos vivos, são apenas carcaças humanas que seguem a maioria: a moda, a religião, a falta de cultura, etc.. que não têm capacidade de compreensão para serem ajudados: "quem tem olhos, que veja"; "quem tem ouvidos, que ouça". É preciso saber, ter a percepção, a sensibilidade, do que se pode e não se pode fazer por alguém.  A vontade de ajudar pode ser grande, mas se não for possível não ultrapasse o limite de um bom conselho, não as leve muito a sério. Só dê conselhos e ajuda a quem pedi-los. Lembre-se de que você está no mundo, mas não é o mundo, consertá-lo não está ao seu alcance! Se você se agarrar ou deixar-se ser agarrado por alguém ou coisa ruim, você irá naufragar junto com eles. Afasta-te dos maus.

É de chamar atenção a riqueza do Vaticano frente à quantidade e a pobreza de seus seguidores caracterizados por serem simplórios de senso crítico e o que de fato a instituição católica faz por eles com toda a riqueza protegida pela imunidade tributária.  Não obstante venderem o ensinamento de que Jesus disse que “dai de graça o que recebestes de graça, vendiam perdão, batismo, santificação (que podia valer 600 mil euros). Certamente, no medievo usaram o personagem fictício Jesus para justificar o assalto às riquezas e heranças pelos monarcas, haja vista que em última instância também seriam beneficiados por ela. 

Ao longo dos séculos, a Igreja foi se adaptando para criar e manter o poder, algumas vezes deixando correr sangue para expandir sua influência e, hoje, usando todos os tipos de ferramentas, inclusive grandes negócios, como as denúncias Vatiliks 1 e 2, que expõem a incrível fortuna do banco do Vaticano através de empresas milionárias que pertenceriam à Igreja Católica. O que faz a Igreja para conquistar mais seguidores e manter os de sempre? As mensagens do Papa seriam uma estratégia de marketing para não perder seus fiéis? Seria a Igreja, a maior empresa do mundo?  Para entender melhor este assunto, aconselho ver o vídeo do link a seguir indicado:https://www.youtube.com/watch?v=710HBz8GmwE. Especial atenção ao que é dito no intervalo de 2H:30' e 2H e 31M e 30S