O Estado Abutre

 "A desinformação é a maior causa de confusão"

De todas as criaturas na Selva, ele é o que tem a vida mais fácil. O Trabalho difícil dos outros é o seu trabalho; O fracasso dos outros se torna o seu alimento. Fique de olho no abutre - enquanto você está se esforçando, ele sobrevoa !

"Mentir para o governo é um crime. O governo mentir para o povo é política!"

"O governo roubar do povo não é crime. O povo sonegar tributo é crime."

"Uma nação de ovelhas será governada inexoravelmente por lobos."

O ESTADO CAPICOMUNISTA brasileiro trabalha para estimular a riqueza ao mesmo tempo que conspira para frustrar os que obtiveram sucesso em obtê-la. Muitos vivem com a crença de que enquanto todas as ações do Estado forem autorizadas por lei  o Estado de Direito está preservado. Isso equivale a interpretar de forma equivocada, até falsa, o significado de Estado de Direito. É preciso considerar os abusos do Estado em nome do “Direito” e suas espoliações legalizadas. O legislador trata o criminoso desproporcionalmente, para favorecê-los, em relação ao crime cometido e, de modo oposto, agrava o esforço de prosperidade das famílias, como se suas riquezas fossem de origem criminosa. É moralmente abominável alegar que o Poder Estatal pode servir-se de qualquer meio para atuar como “justiceiro social” delimitando a liberdade individual aos interesses superior do todo a qualquer preço. Se o “laissez-faire” equivale a defender o repreensível egoísmo cego para o bem coletivo, o Estado “justiceiro progressista” representa a prisão ao passado do século XIX e anteriores, sem a vontade de enxergar e enfrentar as novas realidades e suas relações de interdependências econômicas. Os argumentos empregados com base no “bem-estar comum” evocam os melhores sentimentos, seduzem facilmente os espíritos mais incautos e idealistas, mais afastados da razão, e podem ser a desculpa ideal para abusos do Estado. Aliás, essa é a estratégia milenar do Vaticano. Esse é o real objetivo da política socialista solidária: o interesse próprio de poder. Chega ao ponto de qualquer um que alegue violação contra direitos individuais ser imediatamente tachado de reacionário egoísta malvado, mesmo em época fora de guerra. Adolf Hitler e Mussolini adquiriram poderes ilimitados de forma rigorosamente constitucional e suas ações foram legais no sentido estritamente jurídico. A lei pode tornar “legal” aquilo que de fato é uma ação abusiva arbitrária.  Desse modo a democracia pode estabelecer o mais completo despotismo. O ITCMD desrespeita quem mais construiu e contribuiu de fato e de direito para o Erário, que lutou bravamente a luta da dignidade para prosperar com a família e, por conseguinte, com a nação. A dura verdade da razão da lei é a explícita maldade sob o manto da “legalidade”, sem caráter e sem escrúpulos. Metaforicamente, o ITCMD é um estupro social.  O direito e dever de orientar filhos é muito distinto do direito e dever para com a vida de outros. A dívida deixada para um filho quitar de ITCMD não é sentida da mesma forma que dívidas de outros para as quais não contribuiu, não pôde aconselhar e talvez nem devesse aconselhar. Em suma, cujas reciprocidades em direitos, deveres, preocupações e responsabilidades não são idênticas e nem se assemelham. Logo, transmitir a herança a um custo menor possível não é apenas um direito em um país livre, mas um dever de todos os responsáveis com a família. Ademais, estimular a riqueza individual, familiar é também estimular a riqueza da nação. O Estado de Direito implica em limitação do poder legiferante, tal como ocorre nos USA, com as garantias aos direitos individuais constitucional para proteger o individuo do Estado.  


O Brasil capicomunista possui similaridades com ditaduras “nazicomunofascista”: cerceamento de liberdade individual e econômica convergindo em vantagens para uma oligarquia cleptocrata.

O tamanho do Estado capicomunista brasileiro fez da republica uma pocilga onde os seus agentes políticos parecem trabalhar para preservar a ração balanceada para si e deixar a lavagem para o resto do povo. Não por acaso “A Revolução do Bichos”, de George Orwell, foi comandada por porcos. A maioria dos parlamentares e muitos outros agentes políticos aparentam só representar despesas para desserviço ao país.


“Não é que eles não podem ver a solução. É que eles não podem ver o problema.” “Só uma coisa morta segue sempre a correnteza. Tem que se estar vivo para contrariá-la.”

O rico é considerado como um animal de sacrifício. Hipótese: patrimônio de 10 milhões, alíquota de 8%, emolumentos ou custas judiciais aproximadamente de 2%, honorários advocatícios de 20% !! Em suma, enquanto o povo leigo só enxerga a alíquota, a realidade indica que.. 30% do patrimônio será perdido para um serviço advocatício que não deveria existir e para um Estado abutre confiscador de riqueza. 30% nominal equivale a 42,85 % efetivo. Ou seja, para voltar ao padrão anterior precisará aumentar 42,85%. Só um Estado imoral, vassalo do vaticano e abutre se nega a reconhecer esta realidade, e a reconhecer a importância dos ricos e suas riquezas para o País. Trata o rico como um privilegiado vassalo do rei no medievo.

“Chegará o dia no Brasil em que teremos que provar a quase todos os eleitores que a grama é verde.”

A civilização é o avanço de uma sociedade em direção à privacidade, à individualidade. O selvagem tem a vida "privada" regida pelas leis de sua tribo. Civilização é o processo de libertar o homem de outros homens. A menor minoria na Terra é o indivíduo. Aqueles que negam os direitos individuais não podem se dizer defensores da minoria. O ITCMD deixa claro que a Constituição do Brasil não protege o indivíduo do Estado e sim o contrário. Deixa claro que a ineficiência e a corrupção em nome do "coletivo tribal" são recompensadas e a honestidade convertida em autossacrifício.   A manifestação de riqueza que de fato se pretende tributar, ou melhor, PERSEGUIR com o ITCMD é a transmissão patrimonial intergeracional. Além da função arrecadatória ser secundária, o principal é o interesse extrafiscal de reduzir a acumulação de patrimônio a cada geração, como se o acúmulo lícito de riqueza para a família fosse um crime. De modo oposto, não tributa Entidades Religiosas e Organizações Sociais Civil a fim de incentivar o fortalecimento destas no “suposto” papel que desempenham para ajudar a superar ou minimizar os problemas sociais brasileiros. De forma oculta para os mais desprovidos de senso-crítico estão os interesses da política de enriquecimento do bilionário Vaticano com seu ardil milenar de marginalizar a riqueza e glorificar a pobreza. O ITCMD é uma forma de justificar a destruição da riqueza merecida de muitas famílias como necessária para combater a desigualdade social.  Muitos servidores dos fiscos estaduais defendem fervorosamente o ITCMD como forma de combater a desigualdade social, todavia, paradoxalmente, passam a vida laboral inteira sonhando e reclamando por aumento salarial, fato este que contribui para o aumento da desigualdade social tanto fora do ambiente de trabalho quando em relação aos demais servidores públicos do próprio órgão administrativo fazendário. Todo tirano (e o invejoso) odeia diversidade e ama a igualdade nos termos dos valores que lhe convém. Reflita sobre a pregação da igualdade no cristianismo, quantos foram queimados vivos pelo Vaticano quando possuíam poder para isso. Reflita sobre a igualdade na Venezuela e em Cuba. 


“Ter o direito de fazer uma coisa não é o mesmo que estar certo fazê-la”. Nem sempre a razão tem relação com a realidade. O errado é errado mesmo que todos se enganem com ele.” (G.K.Chesterton – 1874 – 1936)

Cada individuo é responsável por aproveitar as oportunidades que lhe é apresentada pela vida – herdar, manter e ampliar não pode ser só por conta exclusiva dos outros ou da sorte. Um papel primordial do Estado é prevenir o indivíduo da agressão de outro. A inveja é uma forma de agressão utilizada para o apoio da política com propostas de agressão à riqueza. A riqueza herdada hoje se não for merecida é repassada em forma de venda pelo herdeiro ou em processo de falência. Para ser preservada ou ampliada é preciso capacidade para suportar o seu ônus.  A riqueza deixou de ser algo que só podia ser herdado dos "nobres“ amigos dos monarcas e passou a ser cada vez mais adquirida, descoberta, acumulada, investida e protegida de perdas, e também um grande ônus para quem a possui.  Taxar a fortuna acumulada, já toda tributada, com a desculpa de reduzir a desigualdade representaria também o aumento da pobreza  e o estímulo à expulsão  da riqueza do Brasil, além de absurda injustiça sob a cortina de fumaça da hipocrisia da igualdade. Equivale também a repetir a política desastrosa semelhante adotada pela França durante o governo de François Mitterrand e François Hollande. Cada um oferece o que pode de acordo com sua natureza biológica e possibilidades e recebe conforme o que oferece.  Isto é um propósito de Deus para a humanidade que nenhum governo pode mudar. Todos os bilionários enriqueceram oferecendo algo muito útil a grande número de pessoas. Evoluir significa ressignificar  crenças absurdas, até eliminando-as por completo. Os socialistas vivem crenças utópicas da ética do altruísmo-coletivo. Faz parte do propósito divino a desigualdade. Tudo na vida e na natureza em todos os níveis de inteligência é desigual. Há justiça na crueldade da vida. A justiça não é tão simples quanto os socialistas pensam que poderia ser. O único jeito de fazer um mundo mais justo não é julgando os propósitos de Deus para a humanidade, mas sim aceitando que Ele sabe o que é melhor. Cada um deve fazer a sua parte agindo com justiça no que estiver ao seu alcance, fazer o que sabe o que é certo, entregando todo o resto à vida como ela é ou como os crentes dizem: a Deus. 

Uma das maiores injustiças que pode ser praticada é a de forçar a igualdade. O grande benefício do capitalismo foi o estímulo à produção de conhecimento para estimular o comércio e a indústria, cujo crescimento produziu a necessidade de divisão do trabalho que capacitou o homem a dedicar seus esforços a um campo de trabalho em particular e a negociar com outros que se especializaram em outros campos. Isto possibilita a distribuição de riqueza produzida, a circulação do dinheiro, a cooperação, a ampliação do conhecimento, a habilidade, a maior produtividade dos esforços individuais e coletivo. Os requisitos para uma sociedade capitalista: culto à racionalidade, à produção e à liberdade, indicam também os requisitos para o homem prosperar nela: um ser racional, produtivo e independente. O ITCMD estabelece um conflito entre suas regras e a natureza humana. Só uma turba invejosa unida pelo domínio institucionalizado de uma gangue simpatizante com o crime pode acreditar que este tributo está relacionado à “justiça fiscal” e “justiça social”. Não tem outra justificação senão a de fazer uns humanos objeto de sacrifício de outros  denominado de coletivo com brutal ofensa aos princípios dos Direitos Individuais.

"Chuva pesada é boa para o campo e ruim para a estrada;" 

"Ruas enlameadas alegram os sapateiros."

"Povo sobretaxado e na iminência de ser  destruído alegra o Estado Abutre."


No Estado do RJ, a alíquota do ITCMD é de 8%, o máximo permitido pelo Senado. Se não houvesse limite, seria ainda muito pior. E, ainda, para qual motivo nobre a riqueza é extorquida com este tributo imoral.

Argumentos socialistas são fraudes intelectuais usadas para chegar ao poder – e se manter lá. Isso precisa ser lembrado todos os dias.

Na questão dos direitos, como em todas as questões morais, não pode haver padrão duplo: ou se é capitalista ou se é socialista. A Constituição Federal do Brasil é CAPICOMUNISTA. Isto é, ela também legalizou o sacrifício imoral de uns homens por outros em nome do indefinido coletivo. A Constituição do Brasil NÃO colocou os direitos individuais fora do alcance das autoridades públicas, tal como ocorre nos USA.  Em razão disso, a liberdade econômica está permanentemente sob ameaça no Brasil semicomunista, semicapitalista e de semidireitos individuais ou semicoletivizado.  Resta saber por que usam a palavra “direitos” para denotar as coisas que defendem? Por que não nomeiam abertamente o que defendem, o que pretendem, e as justificam ? A resposta é óbvia: são motivos inconfessáveis.. A filosofia por trás do ITCMD baseia-se em realidade econômica e valores influenciados pelos interesses políticos do Vaticano existentes até meados do século XX, quando os principais fatores de produção eram essencialmente bens imóveis e tangíveis, conjugados com a mão-de-obra utilizada para empregar esses bens. Globalmente, esse paradigma mudou drasticamente. Passou a ficar notório que a riqueza é o antídoto à pobreza e que o empregado não é uma vítima do seu empregador. A realidade sempre esteve  em constante evolução e requer uma reforma adequada nas regras fiscais para enfrentar os principais desafios do século XXI. Antes de analisar o ITCMD é necessário entender o alcance de seu conjunto de regras na vida dos contribuintes, como estes são afetados por elas.  Um dos motivos de alguns países serem muito desenvolvidos é porque eles ATRAEM dinheiro/investimentos, O CAPITAL, que vem justamente de quem tem ele sobrando, ou seja, OS RICOS. Eles já descobriram que é melhor taxar lucros, ou seja, os ganhos gerados pelo capital, do que o capital que o gera em Si. Agora, sempre tem populistas ao redor do mundo apresentando soluções "mágicas", como taxar ricos apenas por serem ricos. Isso não deu certo até agora EM NENHUM LUGAR!   O ITCMD brasileiro não taxa apenas o lucro, mas sobretudo o capital [patrimônio] que o gera e que já foi muito taxado. Entre tantas idiotices tributárias, fruto de cretinices ideológicas, o ITCMD é também o tributo mais cruel, pois,  ao falecer o chefe da família, na maioria das vezes, desaparece também a única ou principal fonte de renda; o correto seria o Estado capicomunista “solidário” brasileiro dar apoio para a família em estado de tanto sofrimento; Todavia, ao contrário, o Estado – tal como um abutre - se beneficia da morte e dá andamento em sua ganância para manter sua estrutura administrativa maculada pela notória ineficiência e corrupção. 

Como se não bastasse o Estado abutre, também existe o político abutre:  


Tal como o ocorrido em Petrópolis/RJ em 02/2022.

Em todas as áreas, é saudável de vez em quando colocar um ponto de interrogação nas coisas que naturalmente são aceitas como verdadeiras (Bertrand Russell).

Todos agem conforme o próprio conhecimento e crenças.

O Brasileiro é facilmente enganado


O ESTADO AGE COMO UM ABUTRE CONFISCANDO  

A RIQUEZA ACUMULADA TRIBUTADA DE SEUS CIDADÃOS.



Menos de 5% dessas empresas sobrevivem além da terceira geração. E não precisa do governo contribuir com isso taxando heranças.

Conheça bem o estado de teus rebanhos, presta atenção às tuas ovelhas, porque a fortuna não dura para sempre, nem a coroa de geração em geração.

(Provérbios - Salomão)

Serviços públicos gratuitos no Brasil É IGUAL a dinheiro que sobrou da extorsão tributária, usado preponderantemente com intenção eleitoreira, após gastos com desperdícios com ineficiência e corrupção da administração pública . O Estado, por meio do ITCMD, intervém na liberdade individual e econômica em nome de um "interesse coletivo" com uma intensidade característica do comunismo.


cuidado com quem te ajuda

Todos são obrigados a trabalhar para produzir muito mais do que precisa para viver. É uma forma de prevenir-se e à família dos sinistros do futuro insondável. É injusto que esse excedente que deveria ser objeto para melhorar e garantir a qualidade de vida da família seja perdido, deteriorado ou cause conflitos em razão de um processo burocrático e custoso de inventário. De outro modo, aquilo que você lutou para conquistar para o bem da sua família não pode ser perdido e muito menos servir para causar o mal de seus entes queridos. Os filhos não deveriam precisar começar abaixo do ponto onde os pais terminaram, muito menos rebaixados de classe social em razão dos altos custos do inventário. Infelizmente, a maioria dos brasileiros pertencem ao grupo dos ignorantes. Uso aqui o termo ignorante não no sentido pejorativo, mas sim, no sentido de ignorar a existência de um problema que poderá levar os filhos ao empobrecimento. Não ignoram por maldade, mas por falta de conhecimento que levará esse grupo de pessoas o problema quando já é tarde demais, momento em que nada poderá ser feito para evitar as dores que eles sofrerão no processo de inventário.  Não obstante que a CF preveja no Artigo 1º IV os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, e ainda, no Artigo 170 II  e IV a valorização do trabalho e da livre iniciativa, assegurando a todos, conforme os ditames da justiça social, observando os princípios da propriedade privada, da livre concorrência e liberdade de formação de preços pelo mercado nas atividades privadas, no sistema desprovido de liberdade econômica (excluindo-se os monopólios insubstituíveis das atividades públicas imprescindíveis) todas as outras liberdades sociais são ilusórias, ainda que postas em forma de lei e inscritas na Constituição. 

O ITCMD embora legal vai MORALMENTE de encontro a vários outros conceitos da Constituição Brasileira.  O ITCMD tributa o capital e não apenas o patrimônio líquido e ofende a capacidade contributiva na sujeição passiva da obrigação tributária na transmissão Causa Mortis quando os bens transmitidos  não se referem à patrimônio líquido da pessoa física e beneficiário da linha sucessória direta, que pode ser até mesmo um nascituro.  Em todo ano eleitoral a riqueza é ameaçada pela pobreza com finalidade claramente eleitoreira, com a estratégia de obter votos dos ressentidos e invejosos pela riqueza alheia. Essas políticas de progressividade tributária, tributação de grandes fortunas, heranças e doações já foram implementadas e abandonadas por mais de uma dezena de países, mas sempre voltam ao debate em períodos de crise ou quando as contas públicas estão com déficit ainda que este seja causado por uma administração pública notoriamente ineficiente e corrupta.

 

O debate sobre o tema fica acirrado sob o argumento  da necessidade de ampliar o financiamento das ações governamentais, especialmente com a hipocrisia para ajudar os mais carentes.  A inveja travestida de “justiça social”, ou “justiça fiscal”, alega que a tributação afetaria apenas uma pequena classe de pessoas muito abastadas da sociedade com o objetivo de reduzir a desigualdade de riqueza que resulta em desigualdade de oportunidades. O raciocínio, normalmente, segue para concluir que como são pessoas muito ricas, os governos teriam elevada arrecadação para financiar suas políticas, que, na verdade, seriam preponderantemente as mordomias de agentes políticos e a corrupção. No Senado Federal, por exemplo, existem quatro iniciativas elencadas para debate: PLP 183/2019, PLP 38/2020, PLP 50/2020, PLS 315/2015.

Apesar da total falta de conhecimento da quase totalidade dos que apoiam a existência do IGF e do ITCMD, a inveja pela riqueza alheia faz com que existam movimentos também para aumentar as suas alíquotas e faz com que  aleguem que qualquer “garoto rico” deveria ser privado de uma fortuna porque não é merecedor de recebe-la gratuitamente, claro que apenas para quem é pobre e não está pagando. Não precisamos de nenhuma análise profunda para entender por que as famílias perdem a sua riqueza em poucas gerações, mesmo sem a interferência do ITCMD. A geração #1 pode consistir em um casal e 3 filhos. Sua riqueza é dividida de 3 maneiras quando eles morrem. A geração #2 consiste em três casais, cada um com 3 filhos. Quando esses pais morrem, o dinheiro é dividido de 9 maneiras. A geração #3 consiste em 9 casais, cada um com 3 filhos. Quando esses pais morrem, o dinheiro é dividido em 27 maneiras! Além disso, a pessoa original que construiu toda essa riqueza era uma pessoa de negócios com devoção e talento em  ganhar dinheiro. Mas seus bisnetos podem ter interesses e habilidades muito diferentes e, portanto, podem não ter a capacidade de preservar a herança ou se importar em gastar seu tempo multiplicando-a.

Todo IGF ou ITCMD é justificado pela inveja dissimulada pela hipocrisia do discurso da necessidade de reduzir os níveis de desigualdade de renda e riqueza que é associada a gerar empecilhos para uma distribuição mais equânime das oportunidades, como se reduzir a riqueza não fosse reduzir a geração de oportunidades e os “desfavorecidos” não pudessem aproveitar as oportunidades apenas em razão da falta de renda, como se não existissem pobres que ficam ricos e ricos que ficam pobres diariamente. Também não observam que a desigualdade dar-se-ia nivelada por baixo e o desestímulo à riqueza produziria mais pobreza. Mas, os apoiadores do IGF e ITCMD agem como se fossem mais perfeitos e justos que a própria natureza divina.

Não há como a matéria neste blog cobrir de forma exata  todas as situações patrimoniais possíveis, nem deveria. De modo geral e de forma simplificada, no Brasil, a base de cálculo do imposto é determinada pela soma do valor  de mercado de todos os ativos na data do óbito, incluindo dinheiro, imóveis, ações, fundos, negócios, criptomoedas, apólices de seguro, metais preciosos etc. A partir desse valor bruto, podem ser deduzidos hipotecas e dívidas. No entanto, ativos como imóveis podem subir substancialmente de valor ao longo dos anos, e terá o valor atualizado para a base de cálculo do imposto sem que o contribuinte tenha usufruído do aumento de valor na mesma proporção.

O ITCMD não taxa apenas o lucro, mas sobretudo o capital [patrimônio] que o gera, e que já foi muito taxado para ser construído. Suponha uma família com patrimônio muito elevado com vários imóveis cuja renda proporcionada pelo aluguel é tributada pelo imposto de renda que equivale de forma indireta a um imposto sobre a fortuna. Essa analogia do IGF ou ITCMD será mais relevante quanto maior for a progressividade do sistema. Suponha que uma família possua muito patrimônio imobilizado, mas uma renda muito pequena ao passo que uma outra família possui muita renda e um patrimônio preponderantemente móvel líquido. Em que sentido seria adequado tributar a família com elevada riqueza imobilizada e baixa renda com o IGF e o ITCMD? Isso é um dos aspectos da injustiça em relação ao ITCMD no Brasil. A resposta, para esse caso, é que o ITCMD gera incentivos para que as famílias não desejam ter imóveis e busque rentabilizar seu patrimônio de outra forma mais adequada ou que se desfaça desse patrimônio repassando “o mico” para outras famílias que não tenham consciência desta realidade ou tenham maior condição econômica de preservar essa riqueza imobilizada, em suma, traz prejuízo à classe média brasileira cujo patrimônio está em nome de pessoa física.  O ITCMD  contribui para afugentar a riqueza do país e ao desinvestimento em bens imóveis. Todavia, ainda sobra o prejuízo em potencial à família por ter um único imóvel residencial e/ou um estabelecimento comercial. Muitos países viram as receitas de impostos  caírem devido até mesmo à expatriação, tanto que treze jurisdições na OCDE revogaram os impostos sobre heranças  desde 2000. E o número de países que cobram impostos sobre grandes fortunas caiu de 12 em 1990 para 4 em 2017 - uma vez que houve uma revogação em massa na Áustria, Dinamarca, Alemanha, Países Baixos, Finlândia, Islândia, Luxemburgo, Suécia e Espanha.  O desfavorável relativo custo-benefício e aos riscos de fuga de capitais, em particular à luz do aumento da mobilidade do capital,  se soma a tendência de revogação dos impostos sobre o capital e de queda mesmo nas alíquotas de imposto de renda que contribuíram para a diminuição da progressividade fiscal inclusive na Europa. Para quase todos os jovens brasileiros, a ideia das consequências tributárias em transmitir o que pensa construir ao longo da vida está muito longe de ser considerado, ou pela influência da idade ou por absoluta falta de conhecimento. Mas deveria saber, porque governos falidos e corruptos estão sempre desejando cada vez mais impostos para obterem mais receita para mordomias e corrupção, principalmente de pessoas com riqueza substancial, e mesmo nos momentos e circunstâncias de maior fragilidade da família, refiro-me à morte e como a propriedade precisará ter a transferência regularizada, é difícil evitá-lo. Em um aspecto positivo, em função de todas essas particularidades e efeitos, vários países optaram por abolir o imposto sobre herança (morte ou doação) a fim de encorajar a criação de riqueza por investimento ou empreendedorismo, pois percebem que todo o conceito não é nada além de uma maneira de perseguir injustamente os ricos inclusive na morte. 

Argumentar a seu favor  equivale à ideia de que é inteiramente possível pegar um pedaço de estrume pelo lado limpo, sem se sujar. O discurso politicamente correto socialista-católico é aquele que diz para os pobres que a culpa de suas mazelas é do rico, que a existência da pobreza decorre da riqueza, que para esta existir é preciso haver aquela! Eles bajulam o erro e os errados. Os aproveitadores da pobreza criaram a "teoria da conspiração" dos ricos contra os pobres. Apoiar o Estado abutre equivale a ver o povo como uma simples carniça a ser utilizada exclusivamente para os próprios interesses. Os tributos no Brasil parecem destinados a virar lagostas e carros de luxo, prioritariamente. O Estado fica como abutre esperando a morte para atacar e até destruir (pouco se importa com isso) financeiramente os herdeiros e o patrimônio herdado. Impede até de o falecido deixar o patrimônio construído com sangue, suor e lágrimas para seu cônjuge e filhos. Um Estado que é o abutre dos seus governados. Além disso, segundo estudo da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgado em maio de 2020, o Brasil ocupa a vice-liderança no ranking das nações com maior carga tributária da América Latina, com 33,1% do PIB, atrás só de Cuba com 42,3%. Os políticos falam de prosperidade, mas o Estado Abutre faz o pobre sofrer nos serviços públicos, não obstante o aumento da carga tributária, e os ricos serem tratados como simples carniças. A transparência, a legalidade, a moralidade, a coerência do sistema tributário brasileiro fica manchado pela ilegalidade (“legalidade”), imoralidade, incoerência e iniquidade face à diversidade de situações a que é aplicável e as consequências danosas que produz em todas as hipóteses ao arrepio do discurso político (e religioso) de que a família é de um valor inestimável e defensável.

QUAL A ORIGEM E A SUPOSTA MORALIDADE DO ESTADO ABUTRE

(leia também a matéria do link do menu de título: o altruísmo socialista)

À partir da consolidação do cristianismo na cultura ocidental a política passou a ser dividida entre os socialistas psicóticos-solidários e os difamados por estes de capitalistas egoístas malvados. De um lado uma cultura de um sistema no qual o poder total está nas mãos do Estado. Isso inclui o monopólio econômico, político, das comunicações, da educação, da moral, da individualidade e da liberdade. No que se refere à economia, objetiva ser um controlador monopolista da produção, da distribuição e até do varejo e, para isso, impede a concorrência. Na origem dessa ideologia está o pacifismo utópico das ideias messiânicas do ídolo do cristianismo, Jesus Cristo, que induz os  simplórios a acreditarem que defender a ética do altruísmo e, por consequência direta desta, o socialismo é uma missão sagrada. Contudo, o  público-alvo do seu benefício é representado pelos membros (cúpula) do governo, de seus órgãos assessórios e seus “amigos”.  A massa de seus apoiadores é composta de inocentes e idiotas úteis que acreditam nas intenções benévolas da utopia ideológica da psicótica solidariedade e igualdade tal como seus defensores a expõem e não como eles sempre fizeram, fazem e farão quando estão no Poder. Por serem simplórios (pobres) de senso críticos e ricos de inveja pelos prósperos do sistema capitalista, eles apoiam a ideologia socialista-cristã que é bonita no papel, e de consistência prática no exato oposto. Assim, metaforicamente, financiam essas fábricas de cordas para serem usadas no próprio enforcamento.

A GERAÇÃO DE RIQUEZA NO SISTEMA "CAPICOMUNISTA" BRASILEIRO

o que os psicóticos-solidários não sabem

De outro lado está o sistema de livre mercado que também produz os poderosos bilionários da livre concorrência que precisam ter o egoísmo da liberdade sem limites e da individualidade controlados em prol do interesse coletivo. Contudo, a riqueza no sistema de livre mercado se deve a prestação de algum serviço e/ou venda de mercadorias que são LIVREMENTE adquiridas pelo público-alvo que LIVREMENTE optam em trocá-las pelo próprio dinheiro. Este é o mecanismo que faz com que existam os ricos e a criação de riqueza. 

As empresas bilionárias – alvo predileto dos fanáticos ataques difamatórios dos socialistas – produzem quase exclusivamente para suprir a carência das massas e são inteiramente dependentes da preferência dos que lhes compram os produtos. A simples perda da preferência pode implicar no seu fim. Ademais, o que o empresário virá ou não a ganhar com o projeto depende das condições futuras do mercado e de seu talento para prevê-las corretamente. Mas, os trabalhadores já participam dos benefícios da poupança investida antes do resultado esperado.

A liberdade econômica significa a consciência da interdependência mútua de todos, todos necessitam fazer algo por alguém para em contrapartida obter o dinheiro. Os psicóticos-solidários revolucionários veem os bilionários como “chefões” que não dependem da boa vontade e do apoio de ninguém para manter-se rico. Isso é uma ilusão. Os bilionários também necessitam ajustar suas ações às ordens (desejos) dos consumidores. Os psicóticos-solidários só veem as ordens do dono da fábrica aos funcionários e não veem as ordens dos consumidores ao dono da fábrica. Muito do que se vê na vida não é visto nas escolas brasileiras. O rico é taxado de capitalista egoísta malvado, TODAVIA, há 4 tipos de egoísmo: (1) O EGOISMO DO INTELIGENTE: Quando a atitude gera ganho para si e para outro, ou não traz prejuízo para outro; 

(2) O EGOISMO DO BANDIDO: Quando a atitude gera ganho para si e prejuízo a outro; 


(3) O EGOISMO DO ESTÚPIDO: Quando a atitude gera prejuízo para si e o outro; 


(4) O EGOISMO DO VULNERÁVEL, DO SEM AUTOESTIMA: Quando a atitude gera prejuízo para si e ganho para outros. 

O rico na época do Adam Smith não precisava servir para em troca obter o dinheiro. No mundo capitalista atual o Rei do Chocolate, do aço, do automóvel, da tecnologia, da cerveja, ou qualquer outro que receba este título, não rege, serve ! Qualquer “Rei” do capitalismo precisa se conservar nas boas graças dos seus súditos (clientes/consumidores) senão perderá o seu reinado. Não é a companhia cinematográfica de Hollywood que – de fato – paga os salários de um astro das telas, que de fato os paga é o público que paga para consumir o produto. O equivalente ocorre para os esportistas milionários da atualidade, quem os faz milionários são os consumidores dos produtos de seus patrocinadores.  Ambos os sistemas são imperfeitos e desejam dominar o poder político visando aos interesses próprios. Contudo, conforme dito por Adam Smith [1723 – 1790), filósofo e economista britânico nascido na Escócia, teve como cenário para a sua vida o século XVIII, o combustível que mantém o mecanismo do mercado livre em funcionamento é o egoísmo humano.

Adam Smith: “Não é a bondade do açougueiro, do fabricante de cerveja ou do padeiro que esperamos receber o nosso jantar, mas da consideração de cada um deles por seus próprios interesses”. Não falamos diretamente à sua humanidade, mas ao seu egoísmo, e nunca falamos com eles a respeito das nossas necessidades, mas das vantagens que eles terão. Ninguém, a não ser um mendigo, prefere depender basicamente da bondade de seus concidadãos. O capitalismo não é apenas uma maravilha econômica: é um dispositivo divino que toma os atos individuais de egocentrismo e de alguma maneira os transforma em resultados socialmente benéficos."

Na economia de mercado todos prestam serviços aos outros com base nos próprios interesses. Todos são escravos uns dos outros, da necessidade de fazer algo por alguém para em troca receber o dinheiro. Enquanto os liberais pensam em harmonia dos interesses egoístas, os psicóticos-solidários revolucionários falam em “conflito inconciliável de interesses”.  E também veem as diferenças em relação à riqueza equivocadamente como aquelas das classes sociais sem mobilidade, até hereditárias, que separavam os homens na sociedade de status antes da revolução industrial. 

Nos países capitalistas desenvolvidos quase toda semana tem-se notícia de um novo invento ou de um aperfeiçoamento. Os aperfeiçoamentos são motivados pela concorrência empresarial no livre mercado e pela necessidade de satisfazer os consumidores com qualidade e preço menor. Certamente não é o altruísmo que os move, mas sim a necessidade de sobreviver em meio a guerra da concorrência e o desejo pelo dinheiro que o estado abutre objetiva confiscar pelo ITCMD. Em razão de erro, ou incapacidade intelectual, ou desvio de caráter, os psicóticos-solidários negam o efeito que isso produziu (e produz) na elevação do padrão de vida da humanidade e até além das fronteiras do país em que foram produzidas. Não obstante os incontestáveis benefícios, o capitalismo sempre foi furiosamente atacado e criticado. A reiterada caracterização depreciativa do capitalismo (e do capitalista) como um sistema destinado a tornar os ricos mais ricos e os pobres mais pobres é equivocada do começo ao fim.  No século XVIII, e nos anteriores, o que distinguia o homem da classe média ao da classe baixa era o fato de um ter sapato e o outro não. Hoje, nos USA, a diferença reduz-se muitas vezes entre um Cadillac e um Chevrolet popular que, basicamente, presta os mesmos serviços que o carro de luxo. Antes do advento do capitalismo o status social de um homem permanecia inalterado do princípio ao fim de sua existência: era igual a de seus ancestrais mais distantes. Se nascesse rico [lorde, duque] manteria seu ducado e a propriedade que o acompanhava pelo resto de seus dias mantida por escravos que trabalhavam por prato de comida. Se nascesse pobre, assim seria até o fim.

Segundo a doutrina do ídolo dos psicóticos-solidários, Karl  Marx, é impossível, no sistema capitalista, qualquer oportunidade, qualquer possibilidade de melhoria das condições dos trabalhadores. O exato oposto do que o gráfico acima mostra. Se considerarmos a história do mundo – em especial a história da Inglaterra a partir de 1865 – confirmaremos que Marx estava errado sob todos os aspectos. Não há um só país capitalista em que as condições do povo não tenham melhorado de maneira inédita.

A liberdade no capitalismo (Liberdade de formação de preços pelo mercado e liberdade individual ) faz com que  cada homem tenha o direito de servir melhor e/ou mais barato o seu cliente. Esse critério/método/principio  transformou a face do mundo.  A Inglaterra do século XVIII sustentava 6 milhões de pessoas em um baixíssimo padrão de vida. Após a revolução industrial inglesa [1760 – 1830], em razão de melhora acentuada progressiva do padrão de vida possibilitado pelo trabalho individual e pelo acumulo de capital, hoje são mais de 50 milhões onde há considerados ‘pobres’ com padrão de vida muito acima dos ricos do século XVIII. Há 100 anos a maioria dos norte-americanos estava envolvida com a produção agrícola, hoje menos de 2% são agricultores. A expectativa média de vida aumentou de 48 para 78 anos no mesmo período. A qualidade e quantidade de bens materiais permitiram que mais norte-americanos tivessem acesso a coisas que somente os ricos de gerações anteriores podiam adquirir. O tempo médio de trabalho semanal diminuiu permitindo mais lazer às pessoas. As especializações de trabalho também contribuíram para aumentar o valor do individuo na sociedade. 

É claro que nunca os benefícios foram para todos ou de forma igual entre os “beneficiados”. Esses progressos são frutos da acumulação do capital possibilitado pelo sistema capitalista. Baseiam-se no fato de que as pessoas, por via de regra, não consomem tudo o que produzem e no fato de que elas poupam – e investem – parte desse montante. A poupança, por sua vez, significa benefícios para todos os que desejam produzir ou receber salários. Se alguém poupa ao invés de investir, o Banco empresta para outro investir.  Não se pode negar que o padrão de vida elevado fundamenta-se na disponibilidade de capital gerado pelos interesses “egoístas” dos indivíduos empreendedores denominados de “capitalistas malvados” pelos  esquerdistas inoperantes sugadores.

A hipocrisia da solidariedade também é fonte de riqueza

A visão do governo como uma autoridade paternal de todos é própria não só da ignorância mas também da hipocrisia solidariopata cujo real objetivo é o de prejudicar os ricos em nome dos pobres. Os solidariopatas revolucionários só são críticos com relação ao modo como os ricos gastam o seu dinheiro e vivem suas vidas. Isso se dá em razão da importância que dão ao dinheiro e não aos pobres. O policiamento dos ricos é típico dos  solidariopatas de interesses egoístas inconfessáveis.

Para a economia se desenvolver e crescer, isto deve ocorrer paralelamente ao crescimento (sentido amplo) do seu povo. Para que isto ocorra, um dos motores é a liberdade econômica para produzir mais a fim de possuir mais sem ser apenado por isto. Empresas, investidores e indivíduos precisam acreditar que sua propriedade é protegida por lei, inclusive do próprio Estado. A sorte e o azar do Brasil é que a maioria abestalhada não sabe nem que existe o ITCMD. No Brasil, as empresas (pessoas jurídicas) de capital nacional e sobretudo estrangeiro têm mais direitos de enriquecer e chances de sobreviver por não ter patrimônio confiscado do que o indivíduo e famílias sobretudo de classe média de renda e patrimônio. O ITCMD estimula a pobreza e penaliza a riqueza da classe média. O ITCMD é um desestímulo ao acúmulo de capital das famílias, sobretudo de classe média. 

O crescimento econômico gerou aumento no padrão de vida, avanços na produção de alimentos e nutrição, saúde, longevidade e abundância material. As desvantagens são que as oportunidades não são aproveitadas por todos, fato este que produz desigualdade de renda, além da destruição do meio ambiente. A questão contemporânea é: ou as vantagens do capitalismo com suas desvantagens ou a miséria socialista.

Enquanto os defensores da psicótica solidariedade e igualdade só falam em igualdade, as Olimpíadas  celebram a diferença a cada 4 anos! As Olimpíadas mostram que as pessoas têm resultados diferentes porque são diferentes e porque umas são melhores que as outras.  As Olimpíadas também provam que raças e biotipos são importantes. Os melhores corredores são negros, os nadadores são brancos, os ginastas são baixinhos, os jogadores de basquete e vôlei são altos. Os saltadores são magros, os arremessadores de peso são gordos. Por mais feminilizados que os homens sejam, nunca vão ter graça e beleza para competir com as meninas da Ginástica Rítmica e Nado Sincronizado. Não existe mecanismo adaptativo para tanto, nem hormonal  ou cirúrgico. E o principal, os dois gêneros, masculino e feminino, não foram feitos para competirem um com o outro. Os psicóticos-solidários  revolucionários dizem que o dinheiro não compra felicidade, porém, os indivíduos livres para escolher sua vocação e desfrutar dos benefícios da propriedade privada apresentam produtividade maior do que outros em lugares onde a liberdade individual e a propriedade privada não são valorizadas. A título de comparação, o alemão médio era bem mais produtivo na Alemanha ocidental capitalista do que na Alemanha oriental comunista; o sul-coreano médio de hoje é muito mais produtivo do que o norte-coreano médio.

As diferenças dos humanos faz com que o que seja desprezível para uns seja visto como útil para outros.