Os socialistas não prosperam porque gastam seu tempo preocupados em atrasar a vida dos capitalistas.
O ideal
político do liberalismo almeja que todo homem seja respeitado como indivíduo e que
nenhum seja ou necessite ser venerado para o bem de outros como um animal de sacrifício.
Poder-se-ia dizer
que os governos gastam dinheiro como bêbado. Mas, isso seria inadequado porque
o bêbado gasta o próprio dinheiro. (Ronald Reagan)
Uma sociedade livre é regida por uma multiplicidade de fins individuais, não ordenados em uma hierarquia específica vinculativa para seus membros. De imediato, percebe-se que a situação é o exato oposto da organização do Vaticano, do comunismo/socialismo, que são teleocrática: a mesma hierarquia de fins é obrigatória a todos os membros. Como esta organização não produz desenvolvimento, é notório que o socialismo/comunismo e o Vaticano dependem do dinheiro produzido pelo capitalismo. A hierarquia rígida do Vaticano depende da sociedade livre fora dos seus muros. A sociedade livre é ordenada por normas abstratas de modo geral e permanentes, não temporário e particular, e visam atender a fins particulares desconhecidos. As normas gerais abstratas são necessárias em face da inevitável ignorância da maioria das circunstâncias particulares que determinam os efeitos das ações de cada um. O Homem desenvolveu normas de conduta comuns a todos, gerais e abstratas, não porque conhece, e sim porque desconhece quais serão todas as ações e suas consequências em particular, e todos devem obedecer independentemente de conhecer seus efeitos de forma clara e conclusiva. Embora os indivíduos possam ter desejos semelhantes, exemplo notório: concurso público, os objetivos ainda que semelhantes são para cada indivíduo um assunto particular. As normas abstratas iguais para todos conciliam os indivíduos e os une em um padrão comum, conhecida como o princípio libertário da igualdade perante a Lei. No direito tributário a regra conhecida como ISONOMIA foi criada para tributar de forma desigual com a falácia do tratamento igual aos desiguais na proporção da desigualdade de cada um. Isso é uma clara intervenção dos interesses da religião política do Vaticano para perseguir a riqueza com a desculpa da "justiça social". Esse critério é uma clara ofensa à liberdade e ao critério da legitima e justa igualdade perante a Lei. O único país na América do Sul livre dessa influência cultural destrutiva é o Paraguai onde não há tabela progressiva de IR, não há G.C e não há isenções de IR para supostos excluídos. A alíquota é de 10% igual para todos que estão inseridos no fato gerador tributário do IR. O Homem digno não aceita fazer outros de animal de sacrifício para si, tal como não aceita ser tratado como animal de sacrifício para outros. Todos os integrantes de uma nação devem contribuir para a sua existência. Se o sistema tributário é um dos pilares de uma nação, não haveria que se falar em imunidade, isenções e alíquotas progressivas.
A falsa ideia de que os libertários defendem a liberdade sem restrições tem gerado confusão interpretativa e usada pelos “progressistas” contra os libertários. Por óbvio, uma certa restrição da liberdade se transforma em garantia da própria liberdade, evitando-se, dessa forma, a coerção arbitrária de uns pelos outros. A libertação total das restrições em uma sociedade humana é origem de fator determinante do Caos. Entre o instinto e a razão, o primeiro permanece hegemônico no comando das ações humanas. Sem regras de condutas o humano estaria de volta ao estado de “liberdade” primitiva, aquela de que gozam os selvagens.
A biologia pode somente determinar o fato de que o fenômeno da vida existe, mas não pode dizer mais nada sobre isso. As ações humanas implicam em que os homens estão mirando em alvos com diferentes interesses inspirados por julgamentos definidos de valor e ideias definidas sobre os procedimentos a serem aplicados para se atingir um fim escolhido. Esse é o pressuposto irredutível da individualidade.
As ações humanas são decorrências naturais do caráter rigorosamente determinado por causas e circunstâncias antecedentes, expresso pelo modo como suas forças e qualidades reagem de modo necessário à ação das influências. Desse modo cada humano tem um caráter absolutamente singular. O homem confere significado às suas ações no contexto dos fins escolhidos e dos meios selecionados para atingir seus objetivos. Isto vai ‘de encontro’ à teoria do materialismo dialético e do determinismo histórico de Karl Marx, que é fundamentalmente uma fantasia antinatural humana. Há duas liberdades indispensáveis para a prosperidade: a liberdade econômica e a liberdade pessoal intelectual para o melhor exercício da individualidade na sociedade.
Os humanos julgam as coisas pela percepção que têm delas em face de seus próprios valores. O que fere não é a situação em si, mas a visão que se tem dela, não se pode deixar afetar pelo irreal para não ser vencido pelo mal aparente no interesse de outros. Aquele que atribui liberdade às coisas preocupa-se em distinguir o que pertence aos outros. A vida representa um desempenho contínuo de atos de valor para si e pessoas a que cada um se relaciona. Para isto, o básico necessário é saber distinguir o correto do incorreto, o possível do impossível. Do absolutismo real ao governo representativo, e da pobreza da maioria ao bem-estar de muitos e redução significativa da pobreza sob o capitalismo derivaram do agregado de ações individuais e interações espontâneas, muitas imprevisíveis, pois sua antecipação perfeita demandaria uma concentração de conhecimento que não existe sequer nos maiores gênios. O entendimento dessa evolução resultou na necessidade de um Estado de Direito com regras previsíveis, estáveis e vigentes da mesma forma para todos, para estimular o empreendedorismo apoiado no estímulo à liberdade individual e à propriedade privada para seguir multiplicando a riqueza. Foi o estimulo a condições de perseguir fins e interesses individuais, e não aqueles que fossem estabelecidos por uma autoridade central, que possibilitou o desenvolvimento. O alcance de cada indivíduo não vai além de uma mínima parcela da sociedade inteira. Não foi com o povo depositando confiança mais ou menos cega na autoridade estabelecida reduzindo liberdades individuais desnecessariamente com motivações abstratas antinaturais que forneceram o desenvolvimento. É possível discordar da conveniência, das circunstâncias, mas não da essência. Todo individuo, psicologicamente saudável, preserva uma área de independência em relação ao Estado e à vontade geral. Ninguém deseja ser igual a ninguém, embora possa admirar. A proposta socialista denota uma crença obsessiva em crer poder organizar tudo, tal como René Descartes segundo o qual até mesmo os mais complexos fenômenos do mundo poderiam ser explicados por métodos mecânicos. Hoje é notório que os mais complexos fenômenos da vida e da sociedade não podem ser tratados com base em princípios com os quais se lida com a mecânica. É um equívoco supor que a razão humana é suficiente para entender todos os valores morais de uma sociedade. O planejamento econômico central socialista significa o fim de toda a liberdade e racionalidade individualizada. Sem a liberdade individual de escolha, o respeito às desigualdades naturais, e a de livre mercado e preços não há como aplicar o capital, recursos e o trabalho de forma eficaz. Capitalismo é simplesmente deixar as pessoas fazerem trocas econômicas e não terem seu lucro extorquido pelo Poder Público. O verdadeiro sistema capitalista deve ser comprometido em proteger a liberdade e as diferentes riquezas individuais decorrentes dela, não ofendendo o trabalho e as circunstâncias peculiares de cada indivíduo. Não fazendo os mais ricos (seja o que isto representar) de animal de sacrifício dos mais pobres (seja o que isto significar). No Brasil, o Estado (sentido amplo) é sócio obrigatório de todo empreendimento e fica com a maior parte do lucro e nenhuma parte do risco. O socialismo é apenas uma PROMESSA de que algum dia, em um futuro LONGÍNQUO, os líderes socialistas vão criar um paraíso na Terra, desde que entreguemos a eles HOJE o poder total sobre os seus governados.
O
PROBLEMA DOS SOCIALISTAS É QUE ELES ODEIAM A LIBERDADE QUE POSSIBILITA O
SUCESSO DE QUEM ELES INVEJAM.
O trabalho de cada um é esculpir a própria alma. A meta final é o caráter construído até o momento da morte. Contudo, a transformação passa pelas escolhas individuais. Cada um tem o poder de escolher formar-se ou deformar-se, transformar-se ou conformar-se. Todos vivem em permanente transformação pelas próprias condutas, para o bem ou para o mal. As decisões minúsculas no dia-a-dia são muito importantes. Grandes coisas vêm de pequenos começos repetidos e focados em um alvo maior.
No mundo sempre
houve e haverá pobres. Embora a pobreza seja inevitável, perpétua, na
existência humana, ela pode ser evitável do ponto-de-vista individual. Mas, embora não seja possível para todos, é pode ser possível para os necessitados que buscam a melhora e tenham condições
educacionais (sentido amplo) de aproveitarem as oportunidades de ajuda.
“A autodestruição dos pobres é a sua pobreza”. [Rei Salomão]
O pior defeito de um pobre é acreditar
em teorias socialistas que os tornam pobres.
Se
você quer viver como 1% melhor vive, precisa aprender o que eles sabem e deixar
de fazer o que 99% fazem.
É de certo
dolorosa a procissão dos miseráveis. Porém, a pobreza é um processo no qual há
uma parte visível e outra oculta no próprio ser humano. A riqueza material não se consegue sem diligência e disciplina. A
pobreza, comumente, resulta da falta de ambas. A pobreza também é efeito
externo de causas interiores: a preguiça, a insubordinação, o perdulário, a
imprevidência, o descumprimento do dever para com o trabalho, a economia, etc.
Esse conjunto, paulatinamente, impele seus possuidores à penúria. E não podem
contar com a ajuda externa para salvá-los das consequências dos atos contra
eles praticados.
"Aquele que queira viver em santidade que viva de acordo
com as verdadeiras leis do comércio e das finanças". (Talmude, B.K. 30ª).
“Se uma pessoa adquirir a atitude correta em relação ao
dinheiro, isso ajudará a endireitar quase todas as outras áreas de sua vida.”
(Billy Graham)
“Todos reclamam da falta de dinheiro, mas da falta de
inteligência e competência para tê-lo ninguém”
“Se um problema pode ser resolvido com dinheiro, não é um
problema é um gasto. O problema é ter o dinheiro para agir”
O discurso
bonito de dar liberdade para que cada um faça o que quiser significa caos
social – liberalismo econômico não é isso.
A china e a Rússia não são
democráticas como o Brasil, mas são mais liberais na economia do que o Brasil e
até os USA. Imagine um país democrático onde 90% dos eleitores são ignorantes e
elegem políticos com interesse de perseguir a riqueza e estes aprovam leis
tributárias extorsivas. Haveria uma ditadura econômica democrática, o oposto
da china de economia liberal e ditadura política.
Só existem mentes individuais e realizações individuais – e uma cultura não é um produto anônimo de massas amorfas, mas a soma das realizações de homens individuais. Um gênio é um gênio, não importando o número de idiotas que pertençam a coletividade ou em sua própria família. Toda forma de coletivismo é a valorização do imerecido. É a valorização do conhecimento automático – de uma avaliação automática do caráter dos homens que dispensa a responsabilidade de exercer o julgamento racional ou moral individual – e, acima de tudo, os seus defensores buscam uma autoestima (ou falsa autoestima) baseados em uma importância que não possuem e consideram não conseguir possuir. O grande mérito do capitalismo é sua adequação perfeita aos requisitos da sobrevivência humana e à necessidade de crescimento do homem. Deixando os homens livres para pensar, agir, produzir, tentar o que nunca foi tentado e o novo, seus princípios operam de uma forma que recompensa o esforço e a realização, e penaliza a passividade. Essa é uma das principais razões pelas quais é atacado. Nos valores da religião política do Vaticano, nos escritos medievalistas, e nos ideais socialistas pode-se observar a utopia por uma sociedade em que a existência seria automaticamente garantida ao homem. Todos projetam sua sociedade ideal caracterizada pela “harmonia” entre os humanos, pela ausência de mudança rápida, desafios ou exigências severas da competição; cada um fará a sua parte estabelecida para contribuir para o bem-estar do todo, sem enfrentar a necessidade de fazer escolhas e tomar decisões que afetarão crucialmente sua vida no futuro, para o bem ou o mal; questões sobre o que se conquistou ou não, e do que se merece ou não, do que se agrega de valor ou não, das leis do mercado (oferta e procura) não serão mencionadas; recompensas não serão ligadas à realização; a benevolência garantirá que ninguém sofra as consequências de seus erros. De modo correlacionado, os inimigos do capitalismo não são motivados, em essência, por razões econômicas, mas, pela utopia de tornar a existência tolerável para todos aqueles que ressentem a natureza da vida controlando a capacidade, ambição, ação, daqueles que não ressentem a natureza da vida: do homem individualmente e na coletividade. A esmagadora maioria dos “socialistas” é composta por homens que não conquistaram nenhum sentido de identidade pessoal (seja o que este representar para si), que não podem mostrar nenhuma realização ou distinção individual, e que buscam a ilusão de uma “autoestima tribal”, alegando vicissitudes e inferioridade de outra tribo: a tribo dos capitalistas. Os coletivistas defendem que o indivíduo não tem direitos, que o rico representa o capitalismo selvagem egoísta, que sua vida e trabalho pertencem ao grupo (à sociedade, ao Estado, à nação), e que o interesse coletivo pode sacrificá-lo por seu próprio capricho, para seus próprios interesses. A única forma de implementar uma doutrina antinatureza humana sempre foi por intermédio da força bruta e na época contemporânea por perseguição tributária da riqueza. Os eleitores dos políticos capicomunistas acreditam em discursos para obter simpatia de necessitados. A realidade nunca será a do mundo fantasioso do Céu vaticanizado, e só poderá ser atenuada com o fim do estado capicomunista vaticanizado e a implantação do estado capitalista justo com a riqueza de fato e de direito. A maior soma de Igualdade em uma coletividade deve ser aquela compatível com a liberdade, a responsabilidade individual, a natureza humana presente em cada um e a justa retribuição dos respectivos vícios e virtudes que lhe estão associados. Os socialistas nem cogitam esta verdade milenar. Em nenhuma parábola atribuída ao personagem Jesus Cristo há crítica à desigualdade, e glorificação e vitimização da pobreza, mas sim a responsabilidade e liberdade individual.
O maior
propósito do dinheiro é comprar a liberdade. Quem não tem condições de se
sustentar ou a família sem a renda do emprego ou do trabalho autônomo ou de um
negócio ou a ajuda do governo é refém (escravo) do trabalho, emprego, negócio
ou Estado. Riqueza baseada em fontes diversas de renda passiva é liberdade, e
só o capitalismo permite a realização deste propósito.
O desprezo é a única resposta que devemos dar aos
tolos. Quando a ignorância fala a inteligência não dá palpites.
Princípios Libertários e Equidade
Equidade é coisa
essencial, todavia equidade não pode produzir igualdade à força. Deve
possibilitar que todos sejam igualmente livres para obter da vida o que estiver
licitamente ao alcance de seus interesses. Equidade deve se referir a iguais
regras e liberdade sem ajustes forçados que
reduzam as vantagens naturais de outros, com
respeito às diferenças. Mantida as regras vaticanizadas para obtê-la,
jamais haverá redução justa da desigualdade. Metaforicamente: cortar as pernas
do jogador de basquete para uma competição justa com anões desejosos de jogar
também.
Os eleitores dos políticos capicomunistas acreditam em discursos para obter simpatia de necessitados. A realidade nunca será a do mundo fantasioso do Céu vaticanizado, e só poderá ser atenuada com o fim do estado capicomunista vaticanizado e a implantação do estado capitalista justo com a riqueza de fato e de direito.
Argumentos socialistas
são fraudes intelectuais usadas para chegar ao poder – e se manter lá – através
de mentiras, opressão, roubos e tiranias. Isso precisa ser lembrado todos os
dias.
É uma grande
estupidez acreditar que o governo liberal só atende aos interesses dos ricos. E
maior ainda que o governo socialista atende aos interesses dos pobres, ou de
todos. Nada mais fantasioso.
Chegará o dia em que terá que ser provado ao
eleitor brasileiro que a grama é verde.
Socialistas não são necessariamente estúpidos, mas a maioria
dos estúpidos são socialistas (Stuart Mill)
SÓ O SISTEMA DE LIBERDADE INDIVIDUAL E ECONÔMICA PRODUZ DESENVOLVIMENTO
Estudos sobre revoltas camponesas e suas condições indicam que a “classe camponesa” numa determinada sociedade nunca se referiu a uma massa homogênea de pessoas e interesses. Sempre houve diferenças de comportamento e de perspectivas face a um mesmo problema. Da mesma forma, há variações na maneira como mudanças sociais de grande escala tocam as pessoas, mesmo em uma determinada aldeia. Nos dias de hoje, podemos fazer uma analogia com a sociedade nas favelas. É mais útil à sociedade um Estado comprometido com os princípios libertários do que um Estado "justiceiro social". A política da máquina estatal ‘capicomunista-cristã’ destroi o empreendedorismo, transforma o empregado em inimigo do patrão, empobrece o país, e se oferece como instância salvacionista para a pobreza que produz. A maioria dos seus defensores se beneficia de imunidade para impostos sobre patrimônio e renda, ou de funções públicas, ou de cargos públicos, sem nunca ter colaborado como empregadores e contribuintes de direito do FGTS, PIS, COFINS, CSLL, INSS, apenas para citar o mínimo. As “boas” ideias socialistas para reduzirem a desigualdade social sempre se revelaram piores do que a própria desigualdade. A política de liberdade para o individuo é a única que, de fato, conduz ao progresso. O propósito do blog é despertar o senso crítico do leitor sobre o assunto. O aprimoramento é individual, ninguém pode fazê-lo por ninguém. A salvação é individual, o coletivo aliena e reduz a responsabilidade individual. Ninguém caminha o caminho de ninguém. A dor e a resolução são individuais. O individuo com autoestima saudável não se preocupa em acreditar em Deus, mas se Deus acredita nele. A dimensão espiritual também é individual, é cada um consigo e seu querer e poder face ao universo. O sucesso, seja o que este representar, depende muito de como cada um aproveita as oportunidades que surgem aleatoriamente na vida de cada um. Tudo que se faz no presente representa o começo de um futuro. Os lideres populistas coletivistas religiosos ou não sabem reconhecer o seu público-alvo: o supersticioso, o inseguro, com medo da morte, que acredita em mágica e milagres..O ideal político do liberalismo almeja que todo homem seja respeitado como indivíduo e que nenhum seja ou precise ser venerado.
Que contribuição esta mulher daria a humanidade se tivesse vivido em um país socialista ou comunista? No socialismo a "igualdade" só pode ser nivelada por baixo. Não há dignidade sem liberdade e responsabilidade individual.
Talento nato associado à muita dedicação. Por isso não apoio o socialismo. As pessoas nascem com talentos diferentes, fazem esforços diferentes, seguem caminhos diferentes, plantam sementes diferentes e colhem frutos diferentes. O certo e o errado dependente da subjetividade de quem está no poder político apartado da racionalidade, além de não poder ser considerado moral, é a negação da moralidade e da realidade. O principal, talvez único, direito fundamental é o direito da autopreservação, todos os outros são derivados dele para servi-lo. O direito de um grupo deve se referir ao coletivo de direito individual dos que o compõe. Deve haver rigoroso limites para reduzi-lo em nome do coletivo. Nenhum indivíduo pode ser tratado pelo Estado como um animal de sacrifício em prol de um coletivo difuso mal especificado em suas causas.
Lord Acton (1834
– 1902): “O sistema confederativo dos USA limita e restringe o poder soberano,
concedendo à União apenas alguns direitos definidos e indispensáveis. É o único
meio de refrear, não só a maioria, mas o poder do povo inteiro.”
A constituição do país deve delimitar o alcance do governo, de forma que este faça pelo coletivo preservando os princípios básicos dos direitos individuais, sem ofensa ao indivíduo desarrazoada e imoral disfarçada de legalidade. O Estado de Direito implica em limitação do poder legiferante, tal como ocorre nos USA, com as garantias aos direitos individuais constitucional. A principal condição para progresso no mundo em rápidas mudanças é que se esteja sempre pronto a adaptar-se com igual rapidez. Para isto ser possível, o sistema político deve defender a liberdade individual e econômica e não agir como um justiceiro social que acredita poder alcançar objetivos ideais coletivistas utópicos com o dinheiro dos mais ‘ricos”, impondo sacrifícios materiais diretamente a estes, e indiretamente a todos pela ofensa ao estimulo ao enriquecimento. É injustificado supor que enquanto o poder for conferido pelo processo democrático ele não poderá ser abusivo contra a liberdade. Essa afirmação pressupõe uma falsa relação de causa e efeito. Não é o sistema de poder que impede que este seja arbitrário. O Brasil hoje é um exemplo claro e notório disso. Adolf Hitler e Mussolini adquiriram poderes ilimitados de forma rigorosamente constitucional e suas ações foram legais no sentido estritamente jurídico. A lei pode tornar “legal” aquilo que de fato é uma ação abusiva arbitrária, o nazismo é um exemplo notório: “Eugenia” é palavra de raiz grega de significado “bom ou bem”. O termo foi adotado pelo nazismo que o associou ao extermínio de milhões de seres humanos considerados como totalmente desprovidos de talento e valor baseados em características apartadas do caráter individual e sim em aspectos genéricos coletivistas, tal como também ocorre no racismo que é uma das várias faces do coletivismo altruísta em “prol do bem comum”. Cada indivíduo é único, não há nenhum igual entre os mais de 8 bilhões. Há variedade demais na estrutura social para que alguém possa decidir o melhor para todos baseado em amostras ou aspectos limitados. Desse modo a democracia pode estabelecer o mais completo despotismo. O Brasil capicomunista possui similaridades com ditaduras “nazicomunofascista”: cerceamento de liberdade individual e econômica convergindo em vantagens para uma oligarquia cleptocrata. A única nação com proteção à liberdade individual de forma clara e constitucional contra abusos do Estado é os USA. Com essas garantias, o acesso ao poder pode até estar sujeito ao voto, seja qual for a escolha da maioria, que a liberdade individual não estará em perigo. As nações que não têm essa garantia constitucional expressa e conclusiva, sem relativização, que não delimitam o poder do Estado, são na verdade “cárcere político”, são criminosas, estão sempre ameaçados por hordas de bandidos querendo o Poder para extorquir e defender-se da extorsão; estão em permanente estágio de transição rumo a uma ditadura com propostas de nacionalizações e expropriações da propriedade privada de forma permanente nos discursos demagógicos políticos, em nome do combate à pobreza e a desigualdade, etc, tal como ocorre no Estado "democrático" brasileiro.
O nacionalismo pode servir à humanidade ou não. O individualismo - na pobreza ou riqueza – pode servir a coletividade ou não. A identidade de uma coletividade é construída pelo somatório de identidades particulares. A fidelidade às próprias características é o que contribui mais para o aperfeiçoamento do mundo. Quanto maior a fidelidade ao individualismo, maior a contribuição à identidade coletiva. Exemplo.: Beethoven foi considerado um tesouro da humanidade porque não tentou ser Mozart, e sim ele mesmo.
É justamente por meio da lealdade para com a própria identidade particular que a soma de indivíduos constrói a identidade de um povo para o mundo inteiro. De modo oposto, querer conectar-se a tudo e a todos (amar a todos) poderá implicar em desconsiderar a própria individualidade, até como se a odiasse. Aliás, o discurso de amar a todos é muito defendido ou motivado pelo egoísmo de pessoas inseguras, com baixa autoestima, que não amam a si mesmas. As raízes pessoais não podem ser postas em conflito com a utopia de amar a todos, do "bem comum", da igualdade forçada. Estado justo (ou política justa) é o (a) que garante a liberdade individual de prosperar independente de riqueza, classe social ou antecedentes raciais; que ajude a educar os indivíduos, sem marginalizar a riqueza e glorificar a pobreza, estimulando o talento, ajudando os fracos sem perseguir os fortes, em suma, estimulando suas individualidades. Deve-se pensar, portanto, que quanto mais fiel à própria identidade, melhor servirá à coletividade. As pautas coletivistas/estatistas estão inseridas na cultura ocidental e muito na mentalidade dos humanos simplórios de senso-critico muito dominado pelos interesses do Vaticano. É evidente que o discurso coletivista evoca fácil adesão pelo sentimento de proteção de grupo que vai ao encontro do sentimento de autoproteção, sobretudo dos mais inseguros. Humanos de cultura e discernimentos limitados ou tomados por indispensável hipocrisia são facilmente cooptados. O bem-estar e a felicidade de milhões não podem ser aferidos em escala única de valores de um objetivo coletivista. A felicidade depende de inúmeras coisas em uma infinita variedade de combinações em ampla escala hierárquica muito diversa para cada indivíduo. Não existe ocasião nem motivo para que as pessoas tenham ideias idênticas sobre o que é preciso fazer em cada situação; seria impossível qualquer intelecto abarcar a infinita gama de necessidades de diferentes indivíduos e atribuir um peso definido e justo a cada um deles em nome de um “bem comum”, ou “bem-estar geral”, ou “interesse comum” submetidos a uma perspectiva “social”, daí que se deve permitir ao individuo, com limites, seguir seus próprios valores e preferências ao invés dos de outros e até do Estado em nome do coletivo, este deve limitar-se ao mínimo necessário e possível. O indivíduo deve ser o juiz supremo dos seus objetivos e não os chamados “fins sociais” determinado por outros. Essa situação se assemelha ao que ocorre quando várias pessoas decidem viajar em um grupo sem fixar previamente o destino da viagem, com o risco de deixar a maioria insatisfeita. Não há como conciliar diferentes necessidades de pessoas diversas em um sistema de planejamento central sem livre adesão a ele. Poucos humanos são biologicamente superiores, seja o que isso representar. A maioria é mediana, as descendências humanas sempre tiveram maior probabilidade de serem medianas. A mediocridade sempre superou em número o talento, de modo que nunca houve garantia de que filhos de pais talentosos herdassem seus talentos. Francis Galton (1822-1911) em sua obra “Hereditary Genius” relatou ter constatado que toda “superioridade” não dura muito tempo: somente 36% dos filhos de homens eminentes eram, por si próprio, eminentes; apenas 9% de seus netos se sobressaíam. A “eminência” tende naturalmente a se extinguir, e pode surgir quando não esperada probabilisticamente: talentosos podem ter filhos idiotas, e pais idiotas podem ter filhos talentosos. A criança herda em parte dos pais, em parte dos ancestrais destes de forma aleatória. Galton estimou que o número de idiotas e imbecis dentre os 20 milhões de habitantes britânicos em sua época como sendo de 50 mil, ou 1 em 400, representando 10 vezes mais do que seus cidadãos eminentes. No exato oposto está o conceito do liberalismo. A política baseada na liberdade individual e econômica não significa negar apoio aos desfavorecidos, seja o que isto representar, mas reconhecer que a desigualdade é a regra para tudo e todos na natureza. A eterna luta do coletivismo socialista/comunista resume-se na não aceitação dessa verdade eterna pelos desfavorecidos face aos que consideram favorecidos, seja o que isto representar de forma relativa ou absoluta. A maioria dos pobres hoje não gostaria de viver como um rico do século XIX e anteriores, e considera toda a riqueza da sua época injusta.
O sistema político precisa defender a moral onde cada deve viver com o que tem sem invejar aqueles considerados ter mais (seja o que isto representar). E deve apoiar a liberdade para estimular a esperança na possibilidade de melhorar com esforço próprio, sem confisco e corrupção estatal. O Liberalismo considera que o homem deve ser o responsável em suprir suas necessidades pela sua mente e esforço e jamais aceitar como regra, para suprir seus interesses, o sacrifício alheio coercitivo, imoral, irracional, desarrazoado de outros. Ninguém deve aceitar ser animal de sacrifício de outros, mas também não deve aceitar fazer outros de animal de sacrifício para si. Para isto, a sobrevivência do homem livre requer que cada um seja livre da interferência de outros humanos que não pensam e não agem de forma afim, seja porque não querem ou não podem, e que sejam livres da intromissão dos humanos capazes de ser apenas massa de manobra persuadidos pelos interesses inconfessáveis dos discursos coletivistas. É pela habilidade e ambição individuais que o capitalismo recompensa o homem, daí ser do interesse dos altruístas-coletivistas adotarem discursos de ressentimento, inveja e diminuição de valor do indivíduo que trabalha para se destacar e o que já se destacou. O fluxo de desinformação, deturpação, distorção e falsidade descarada sobre o capitalismo é tal que os jovens de hoje não têm ideia da sua verdadeira natureza. A tendência de apoiar a economia com planejamento central acentuado é também produto de opiniões promovidas e propagadas durante mais de meio século que gradativamente dominaram toda a massa simplória de cultura e senso-critico que corresponde cada vez mais a maioria dos eleitores brasileiros e respectivos representantes na política. Trata-se dessas asserções que transmitidas de autor para autor, por mera repetição acabam sendo admitidas como fatos estabelecidos, embora desprovidos de qualquer fundamento e menosprezando toda a realidade que atua no sentido contrário. A cultura do Brasil tem aceitado acriticamente as regras que lhe transmitiram de épocas muito antigas. O capitalismo não criou a pobreza, ele a herda diariamente. Comparado aos séculos de miséria pré-capitalista, a condição de vida dos pobres melhorou e lhes foi dada a primeira chance de sobreviver por mais tempo. O pobre de hoje tem melhores condições de vida que o imperador Dom Pedro I na época dele. Até o início da revolução industrial a Inglaterra possuía aproximadamente 6 milhões de habitantes; duzentos anos após estava com aproximadamente 55 milhões, em razão da melhora da condição de vida gerada pelo capitalismo, ainda em seus primórdios. É atribuído ao ator principal da novela o Novo Testamento a sentença: “A César o que é de César, a Deus o que é de Deus”. Em outras palavras, César representaria a política e o dinheiro, que seria algo reservado aos malvados e transgressores, enquanto o restante, as pessoas de bem e suas almas individuais, ficariam nas mãos dos valores divinos. Abrir as portas da Fé equivale a fechar as portas da razão, ambos são mutuamente excludentes.
A religião política do Vaticano é a mentora de toda a ideologia coletivista no ocidente. VATICANO: Há uma vida superior a esta na Terra, e a finalidade do homem é sacrificar-se por essa vida superior... SOCIALISMO, NAZISMO, FASCISMO, COMUNISMO, EM SUMA, O COLETIVISMO EM SUAS VARIADAS FORMAS: Há uma vida superior à individual - a do povo e do Estado - e a finalidade do individuo é sacrificar-se por essa vida superior.. Uma vez aceitas essas falsas premissas só resta aos incautos segui-las com fervor de salvação religiosa. Um povo cada vez mais alienado culturalmente favorece a escalada ao poder com falsas promessas de 3 refeições diárias para todos e picanha e cerveja nos fins de semana.. Os interesses políticos do Vaticano marginalizou o individual e santificou o coletivo, alegando ser possível aguardar a morte de forma minimamente glorificada amando uns aos outros, praticando a “generosidade cristã, sendo o mais divino com o máximo autossacrifício pelos interesses do coletivo. Sem dúvida sempre houve e haverá humanos, entre estes os políticos, cujo objetivo é aproveitar as oportunidades com o intuito de fazer o mal a todos e o bem apenas a si, e todos devem estar cientes e cuidadosos em relação a este fenômeno. Todavia, estes devem ser individualizados e tratados de forma particularizada, sem generalizações. Se alguns homens decidem não pensar, eles só podem sobreviver imitando e repetindo um trabalho rotineiro descoberto pelos outros, mas esses outros tiveram de descobri-lo, ou ninguém teria sobrevivido. Se alguns homens escolhem não pensar ou trabalhar, eles podem sobreviver de forma temporária apenas roubando os bens produzidos por outros, mas esses outros tiveram de produzi-los, ou ninguém teria sobrevivido. A razão é o meio de sobrevivência do homem, e que o homem prospera ou falha, sobrevive ou perece em proporção ao seu grau de racionalidade. Como conhecimento, pensamento e ações racionais são propriedades do indivíduo; como a escolha de exercitar sua faculdade racional ou não depende do indivíduo, a sobrevivência do homem requer que aqueles que pensam sejam livres da interferência daqueles que não o fazem.
O socialista só
apoia a felicidade individual quando esta lhe interessa, pois não há outra
finalidade senão restringir as vantagens dos melhores desempenhos
individuais. A "guerra econômica mundial" é a fase atual da luta
espiritual entre O BEM: a liberdade capitalista das novas forças nascidas do
progresso, sobretudo a partir da 2 metade do século XX, e O MAL : o
coletivismo em suas diversas formas na história que exige a submissão do
individuo ao todo e que o sistema "democratico" brasileiro ainda dá um aspecto de escolha "voluntária.
Os melhores não podem servir de animais de sacrifício em nome de uma ética altruísta-coletivista. A melhora dos mais improdutivos depende de estímulo aos mais produtivos. A melhor forma de cada um livremente ajudar a reduzir a pobreza é não ser pobre. O homem deve ser livre para concordar ou discordar, para cooperar ou para seguir caminhos independentes, cada qual segundo seu próprio julgamento racional. Liberdade é o requisito fundamental da mente do homem. O reconhecimento social da natureza racional do homem, da conexão da sua sobrevivência e de seu uso da razão é o conceito de direitos individuais. O homem deve ser visto como um individuo soberano que é dono do seu corpo, sua mente, sua vida, seu trabalho e produto dele, ou ele é propriedade dos interesses de uma tribo: do estado, da sociedade, do coletivo, que pode fazer com ele o que quiser, ditar suas convicções, prescrever o curso de sua vida, controlar o seu trabalho e expropriar seus produtos. O homem tem o direito de existir para o seu próprio bem, ou ele nasce acorrentado, como se fosse um servo que deve viver “comprando” a sua vida servindo aos interesses da tribo, nunca podendo adquiri-la de forma limpa e livre. Essa é a primeira questão a ser respondida. O resto são consequências e implementação prática. A questão básica é: o homem é livre? Na história da humanidade, o capitalismo é o único sistema que está mais próximo à resposta “sim”. Um sistema social é um conjunto de princípios morais, políticos e econômicos incorporados nas leis, instituições e governos de uma sociedade, determinando as relações e os termos de associação entre os homens que vivem numa determinada área geográfica. Capitalismo é um sistema social baseado no reconhecimento dos direitos individuais, incluindo os direitos de propriedade em que toda propriedade é, de fato, privada. Os homens devem ser livres para cooperar ou não, para lidar ou não com os outros, como ditado por seus julgamentos, convicções e interesses. Eles podem lidar uns com os outros apenas em termos de, e por meio da razão, isto é, por meio de discussão, persuasão ou acordo contratual; por uma escolha voluntária em beneficio mutuo.
A justificativa moral do capitalismo não está na alegação altruísta de que ele representa a melhor forma de alcançar o “bem-comum”. É verdade que o capitalismo faz isso, se é que o bordão tenha significado, mas essa é meramente uma consequência secundaria. A justificativa moral do capitalismo está no fato de que ele é o único sistema que respeita a natureza racional do homem, protegendo a sobrevivência do homem como homem, e cujo princípio fundamental é a justiça. “Direito” é principio moral que define e sanciona a liberdade de ação de um homem em um contexto social. O direito a vida é a fonte de todos os direitos, incluindo o direito à propriedade e à igualdade na forma da Lei. Só se justifica a redução de desigualdade tanto quanto sejam menores as desigualdades naturais e na medida em que seja possível fazê-lo sem destruir o caráter impessoal do processo pelo qual cada um tem de assumir os próprios riscos e em que nenhum conceito individual de um ocupante de função de poder sobre o que é justo e desejável prevaleça sobre os demais. Sem dúvida, no regime de livre concorrência, as oportunidades ao alcance dos pobres são mais limitadas do que as acessíveis aos ricos, dinheiro é gerador de possibilidades, todavia, em tal regime o pobre tem uma liberdade maior do que em regime de outro gênero, onde o enriquecimento depende exclusivamente de favor dos poderosos que também podem impedir que o resultado desejado a ser atingido. Um trabalhador pobre no regime de livre concorrência tem mais liberdade de escolher o rumo de sua vida do que muitos pequenos empresários no regime socialista, embora seja, por vezes, elevado o preço a ser pago pelo direito de seguir as próprias inclinações, e a muitos esse preço se afigure exagerado.
O ponto inicial de uma política econômica e a relação do indivíduo com a riqueza e o dinheiro está no caráter humano. A análise das recomendações conflitantes do Novo Testamento, do Vaticano, da Teoria Marxista e o seu conflito de classes mostram claramente que o caráter moral básico e fundamental das suas opiniões sobre a riqueza, os ricos e o dinheiro é a inveja – uma característica indesejável para a prosperidade individual e coletiva. É claro que se deve tomar cuidado para não explorar a inocência das massas, mas para fazê-lo não se deve encorajar a inveja. A religião judaica (a bíblia hebraica) ensina que a pessoa – antes de tudo – aperfeiçoe o seu caráter, o que certamente trará sucesso tanto ao indivíduo quanto ao coletivo e a economia do país. A árvore da vida é metáfora para a preocupação com a moral. Só comer do fruto da árvore do conhecimento não é o suficiente, e pode ser até pior. O judaísmo é a favor do sistema econômico que possibilite os seres humanos terem oportunidade de viver na riqueza, que não é considerada algo ruim no judaísmo, e sim uma benção de Deus. É também fundamental tomar o cuidado de não prejudicar os elementos mais fracos da sociedade, e sim encorajá-los a superar a pobreza e alcançar sua própria prosperidade. É claro que um sistema econômico baseado na inveja, no pior defeito de caráter, não pode contribuir nem para a prosperidade individual quanto coletiva. E isso já está mais do que comprovado para quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir. Igualdade não significa apenas ser tratado igual a todos na forma da Lei. Igualdade real, sentido amplo, é ter a liberdade de poder tratar os outros como a si próprio e ter a liberdade de conviver com outros de acordo com os próprios valores. É poder colocar a própria dignidade acima de tudo. É ter a liberdade e os recursos para ignorar ou aproximar-se ou afastar-se de quem quiser, quando quiser. Para haver igualdade real, é preciso haver liberdade individual e econômica, sem dinheiro não há liberdade. A maior soma de Igualdade em uma coletividade deve ser aquela compatível com a liberdade, a responsabilidade individual, a natureza humana presente em cada um e a justa retribuição dos respectivos vícios e virtudes que lhe estão associados. Os socialistas nem cogitam esta verdade até bíblica. Em nenhuma parábola atribuída ao personagem Jesus Cristo há crítica à riqueza, à desigualdade, e glorificação e vitimização da pobreza, mas sim a responsabilidade e liberdade de todos sem distinção. A capacidade de escolher como quer viver e como deseja ser tratado nunca foi possível igualmente para todos em nenhuma época da história da humanidade, porém, só no sistema capitalista pode haver a esperança para todos de consegui-los, e ainda que seja de forma concreta para relativamente poucos.
Todo
indivíduo psicologicamente saudável deseja
pensar e agir por seus próprios esforços e estar comprometido com uma política
de ação independente.
O liberalismo econômico considera a concorrência um método superior por ser o único pelo qual as atividades econômicas podem ajustar-se sem a intervenção coercitiva ou arbitrária da autoridade pública, e permite registrar todas as alterações importantes e confiáveis das condições de mercado que permitem orientar melhor as ações de seus participantes. O liberalismo econômico não ignora que há casos em que a natureza do serviço o lucro jamais compensaria os gastos de investimentos para fornecê-lo por qualquer indivíduo ou grupo; Há casos em que é impraticável condicionar o usufruto de certos serviços ao pagamento de um preço de quem a usa; Há casos em que o uso da propriedade pode acarretar dano a outros e o lesado não pode ser compensado pelo dano sem a interferência do Estado, são exemplos notórios dentro de inúmeros outros: o financiamento para a colocação de sinais de tráfego e a construção das próprias vias públicas; os efeitos nocivos do desmatamento, o uso de métodos agrícolas; a fumaça e o ruído das fábricas. Em tais casos, é necessário meios de controle estatal que possam coexistir com o livre mercado sem destruir a sua essência, sem abolir as regras do livre mercado onde estas possam e devam funcionar adequadamente. É um erro ignorar o Estado onde ele deve estar presente, tanto quanto defender a sua presença onde poderia haver apenas o controle pelo livre mercado. Cabe ao Estado liberal criar as condições para que a livre concorrência seja tão eficiente quanto possível, complementando-a apenas nas hipóteses em que ela não o possa ser, que corresponde a um campo vasto indisputável para a atividade estatal na sociedade complexa contemporânea. Em nenhum sistema racionalmente defensável seria possível o Estado ficar sem qualquer função. Um sistema eficaz de livre concorrência necessita do apoio de uma estrutura legal elaborada com inteligência e em permanente aperfeiçoamento. Por sua vez, o Estado para obter a melhor eficácia na administração pública precisa contar o máximo possível com o sistema de livre concorrência, onde este for possível. No Brasil ainda prevalece movimentos contrários às vantagens da livre concorrência e favoráveis à planificação estatal onde esta não deveria existir tanto em razão de pura ignorância quanto para manter privilégios que o liberalismo suprimiria com melhor eficácia. Os únicos ricos privilegiados no Brasil são: (1) O Estado (sentido amplo) capicomunista que figura como um sócio achacador SEM ÔNUS da riqueza do povo, especialmente, como um vampiro ou sanguessuga do empreendedor; (2) as instituições religiosas cujos patrimônio e renda não são tributados. Fora dessas riquezas, todas as suas outras formas são acompanhadas de um enorme ônus econômico e pessoal. Dessa realidade estamos com dificuldade de sair há décadas, as mudanças necessárias estão ocorrendo em doses homeopáticas com enorme perda de tempo. Os sociais democratas parecem acreditar na possibilidade de um meio-termo. Infelizmente, essa lógica é um sofisma, não funciona. Quando incompletos em suas respectivas áreas de atuação ambos se tornam fracos e ineficientes. *Em outras palavras, planificação e concorrência só podem ser combinados quando se planeja visando à concorrência em tudo onde esta é necessária e nunca contra ela. O caos é representado quando o planejamento contrário a concorrência pretende substituí-la. Em suma, o liberalismo econômico não significa ignorar a existência de Governo, ele pode e deve coexistir com medidas que apenas restringem os métodos de produção permitidos, são exemplos: proibir uso de substâncias tóxicas ou exigir precauções especiais para a sua utilização; limitar horas de trabalho ou requerer certas disposições sanitárias. Há diversas limitações necessárias ao bem coletivo inteiramente compatíveis com a manutenção da concorrência e liberdade econômica. Também é compatível com um amplo sistema de serviços sociais.
“Ter o direito de fazer uma coisa não é o mesmo que estar certo fazê-la”. Nem sempre a razão tem relação com a realidade. O errado é errado mesmo que todos se enganem com ele.”
(G.K.Chesterton – 1874 – 1936)
O que faz com que as vitimas aceitem e permitam que uma sociedade perpetre uma atrocidade moral do tipo socialista ou comunista? A resposta está na filosofia, nas teorias filosóficas que tratam da natureza de valores morais. Existem, em essência, três escolas de pensamentos que tratam da natureza do bem: a intrínseca, a subjetiva e a objetiva. (1) A teoria intrínseca defende que o bem é inerente a certas ações ou coisas como tais, não importando seu contexto e suas consequências, não importa qualquer beneficio ou dano que possam causar aos atores ou sujeitos envolvidos no processo. Ela é uma teoria que divorcia o conceito de “bem” de seus beneficiários, e o conceito e valor de valorado e proposito, afirmando que o bem é bom por si mesmo. (2) A teoria subjetiva defende que o bem não tem relação com os fatos da realidade, de que é produto da consciência do homem, criado por seus sentimentos, desejos, “intuições” ou caprichos, e que é meramente um postulado arbitrário ou um compromisso emocional. A teoria intrínseca defende que o bem reside em algum tipo de realidade independente da consciência do homem. A teoria subjetiva defende que o bem reside na consciência do homem, independente da realidade. (3) A teoria objetiva defende que o bem não é nem um “atributo das coisas”, nem um atributo dos estados emocionais de um homem, mas sim uma avaliação dos fatos da realidade pela consciência do homem de acordo com um padrão racional de valor. “Racional”, nesse contexto, significa “derivado dos fatos da realidade”, e validado por um processo de razão. A teoria objetiva defende que o bem é um aspecto da realidade em relação ao homem, e que deve ser descoberto, e não inventado, pelo homem. Fundamental para uma teoria objetiva de valores é a questão: de valor para quem e para que? Uma teoria objetiva não permite “abandono de contexto” ou “roubo de conceito”, ela não permite a separação de “valor” e “proposito”, do bem, de seus beneficiários, e das ações do homem da razão, da racionalidade. De todos os sistemas sociais na história da humanidade, o capitalismo é único sistema baseado numa teoria objetiva de valores. O livre mercado representa a aplicação social de uma teoria objetiva de valor. Como os valores devem ser descobertos pela mente do homem, o homem deve ser livre para descobri-los, para pensar, estudar e traduzir seu conhecimento em algo físico; para oferecer o seu produto para troca e negociação; para julgar e escolher, seja um bem material ou um bem intelectual, um tipo de pão ou um tratado filosófico. Como os valores têm base contextual todo homem deve julgar por sua própria conta, no contexto de seu próprio conhecimento, objetivos e interesses, e receber e responsabilizar-se conforme suas condutas.
Todo sistema altruísta-coletivista considera o homem como um meio sacrificial para os fins de outros, e a sociedade como um fim em si mesma. O mentor histórico-cultural dessa imoralidade contra o indivíduo é a religião política do Vaticano, cujo ponto máximo se deu pela inquisição no final da idade média. Por não existir a entidade chamada “sociedade”, dado que esta é apenas um conjunto de indivíduos, isso significa, na prática, que os seus representantes (Faraós, Reis, Imperadores, Clérigo Católico) estavam e estão (políticos socialistas progressistas) isentos da lei moral que desejam impor aos indivíduos. Os USA foram a primeira sociedade moral da história. Lá surgiu a hipótese do “Direitos Individuais” que correspondem aos meios de subordinar a sociedade (o coletivo) à lei moral da liberdade individual. Em razão disso, os “progressistas” socialistas distorcem, pervertem e , raramente, discutem a verdade. Se o dinheiro é a raiz de todo o mal, por que ele é tão pedido nas igrejas? O objetivo dos socialistas na marginalização da riqueza não é destruir o dinheiro , mas sim destruir a liberdade (a vida) que o dinheiro pode possibilitar .
A ausência de regras constitucionais claras e conclusivas delimitadoras da intervenção estatal nos deveres e direitos individuais tal como ocorre nos USA é o principal fato motivador da permanente ameaça à riqueza e à sociedade como manifestação autêntica do princípio constitucional da livre-iniciativa. É de se esperar que o judiciário enfrente a seguinte questão: até que ponto a legislação tributária, especificamente a do ITCMD, e os devaneios comunistas dos servidores do Fisco, “arautos da justiça” fiscal e social, podem prevalecer sobre as estruturas submetidas ao Direito Empresarial, à legislação societária, ao Direito de Família e Sucessões. Até que ponto o “interesse capicomunista público” pode servir de desculpa para a invasão do Direito Individual à Liberdade econômica e ofender, em última instância, o “sistema capitalista” brasileiro. Até que ponto os “arautos da justiça” social e fiscal podem alegar desrespeito da legislação societária com as partes envolvidas no livre pacto contratual e ainda associar os eventos de mutabilidade do quadro societário e a distribuição de lucros de forma desproporcional à participação percentual no quadro societário à sonegação de ITCMD promovendo insegurança jurídica aos envolvidos em operações societárias em nome do suposto “interesse público” no combate à desigualdade social. O socialismo no Brasil não representa combate à corrupção e investimentos em saúde e educação públicas, mas sim a uma inveja dissimulada da riqueza alheia e interesse no discurso populista contra esta para agradar a grande massa ignorante e invejosa para que seus representantes políticos vivam no maior e melhor nababesco capitalismo.
Só quando alguém morre é que se chora a perda, mas enquanto estava vivo nem se quer demonstravam carinho; a grama do vizinho é sempre mais bela; o caminho não percorrido é sempre o que teria sido o melhor, a mulher do vizinho é sempre mais bela; o socialismo é sempre melhor que o capitalismo até que aquele ocupe o lugar deste. Quando pensar “ainda há tempo” ou “talvez da próxima vez” lembre-se também do conceito “agora é tarde”.
A verdade é como
uma cirurgia. Ela fere, mas cura. A mentira é como uma ofensa/vingança. Ela dá um alívio
instantâneo, mas produz efeito colateral
permanente. Uma mentira nunca tornar-se-á uma verdade; o errado não tornar-se-á
certo; o diabo nunca será Deus, apenas porque são aceitos pela maioria.
O vídeo a seguir serve para usar da analogia para que o tema seja claramente compreendido.
Comunismo é
mudar da moral "de cada um de acordo com as suas capacidades”, para a moral do “cada um de acordo com as suas
necessidades" .Isso é escravatura. O "Estado" é que decide
qual o valor da capacidade e das necessidades de cada um de seus governados. E,
claro, isto se refere a sua retribuição pelo trabalho efetuado. Há melhor
definição de escravatura?
O egoísmo do capitalista malvado produz riqueza ao seu redor; o egoísmo do socialista é escravizador, pois deseja que os outros vivam conforme seus interesses. É o egoísmo do bandido: para alguém ter vantagem, outro(s) precisa(m) ter prejuízo.
Os conceitos-chave de quem defende a liberdade se desenvolveram ao longo de vários séculos. Os primeiros pequenos sinais deles surgiram na China, Grécia e Israel antigos; eles começaram a ser desenvolvidos em algo semelhante à filosofia libertária moderna nas obras de pensadores dos séculos XVII e XVIII, como John Locke, David Hume, Adam Smith, Thomas Jefferson, Thomas Paine, e os mais recentes Ludwig von Mises, Friedrich Hayek e Murray Rothbard.
Fatos idênticos, pessoas diferentes, com diferentes experiências de vida produzem opiniões diferentes. O socialismo, o conservadorismo e o liberalismo são, antes de tudo, um estado da mente, um conjunto de sentimentos, um tipo de caráter, uma questão de moral pessoal, uma maneira de olhar para a ordem civil e para si na ordem social, um sentido de certo e errado, as convicções pessoais sobre justiça e honra.
Tudo acontece por uma razão. Às vezes a razão é a própria estúpida e má decisão. Nunca perca a esperança, pense bem antes de desistir, porque nunca se sabe o que o futuro trará. 97% das pessoas que desistem muito cedo acabam trabalhando para as 3% que perseveraram e não desistiram de seus sonhos.
Todos estão à mercê de suas estruturas mentais e emocionais.
Muitos têm igual inteligência necessária para analisar dados, mas em razão da
poderosa influência dos fatores psicológicos farão coisas distintas com iguais
informações. Grandes diferenças entre esquerdistas e seus opositores não tem
origem somente ou necessariamente em diferentes informações ou análises, mas em
fatores psicológicos individuais. Pode-se acomodar grande parte disso sob um único título: a natureza
humana.
O
que nos põe em apuros não são apenas as coisas que não sabemos, mas
principalmente aquelas que, mesmo não sendo claramente verdadeiras, temos
certeza de que são. [Mark Twain]
É impressionante como o humano é capaz de ignorar as
regras da realidade, descartar a lógica, as provas da história para
simplesmente seguir hipóteses improváveis pautadas em crenças não provadas,
ou até com provas opostas ao que se defende, apenas por não ser do seu interesse, prefere se iludir. A falsa crença de que com o
socialismo haveria almoço grátis, a corrupção na economia estatizada, a
política corrupta que está invariavelmente no centro de toda política
esquerdista simplesmente não importam. Nada é mais fácil do que se iludir, pois
humanos tendem a acreditar fortemente no que desejam. Na ficção, ignorar as
regras da realidade objetiva produzir diversão. Porém, é preciso ver que fazer
isso na política é algo sério, de graves consequências. Em suma, o discurso
político necessita pautar-se em uma forte dose de realidade e verdade,
sobretudo no que se refere às relações de causa e efeito.
Para os liberais, a continuidade da
experiência humana, ou de um povo, oferece uma direção muito melhor para a
política do que os planos abstratos dos filósofos socialistas, principalmente os de botequim. Os liberais acreditam que a grande e misteriosa raça humana adquiriu uma sabedoria prescritiva muito maior
do que a mesquinha racionalidade privada de uma pessoa. Os liberais consideram
saudáveis a mudança, pois representa também uma necessidade para a preservação
e melhora da vida humana. Os socialistas permanecem parados na realidade social
da época anterior à da revolução industrial e seu primórdio.
A Continuidade da experiência de um povo oferece uma direção muito melhor para a política do que os planos abstratos dos filósofos de botequim.
Os humanos atuais são anões nos ombros de gigantes, capazes de ver mais longe do que seus ancestrais apenas por causa da grande estatura de poucos que nos precederam no tempo.
A natureza humana sofre irremediavelmente de certas falhas graves. Sendo o homem imperfeito, nenhuma ordem social perfeita poderá jamais ser criada. Por causa das falhas e da inquietação humana, a humanidade tornar-se-ia rebelde sob qualquer dominação utópica e se desmantelaria, mais uma vez, em violento desencontro — ou então morreria de tédio. Buscar a utopia é terminar em um desastre. Os humanos não são capazes de viver tão perfeitamente. Tudo o que se pode esperar razoavelmente é uma sociedade que seja sofrivelmente ordenada, justa e livre, na qual alguns males, desajustes e desprazeres continuarão a se existir. Politicamente falando, poder é a capacidade de se fazer aquilo que se queira, a despeito da aspiração dos próprios companheiros. Um estado em que um indivíduo ou um pequeno grupo é capaz de dominar as aspirações de seus companheiros sem controles é uma aberração na natureza, um despotismo, quer seja monárquico, aristocrático, democrático ou tirânico. O Liberal se esforça por limitar e balancear o poder político para que não surjam nem a anarquia, nem a tirania. No entanto, em todas as épocas, sempre houve aqueles tentados a derrubar os limites colocados sobre o poder, a favor de interesses pessoais. É uma característica do radical socialista que ele pense o poder como uma força para o bem — desde que o poder esteja em suas mãos.
Em nome da liberdade, o poder não pode ser abolido. A liberdade não é baseada principalmente em privilégios, mas em responsabilidades que, dada a imperfeição humana, devem ser impostas coativamente na coletividade. A história prova que o poder que os apoiadores de revolucionários socialistas pensavam ser opressor nas mãos do antigo regime, tornou-se muitas vezes mais tirânico nas mãos dos novos mestres do estado. Mais de vinte e cinco séculos atrás, Platão enfatizou a importância da existência de uma ordem moral interior da alma e uma exterior para a comunidade. Hoje em dia até as pessoas consideradas instruídas parecem não dar importância a elas. O nosso mundo já experimentou terríveis consequências pelo colapso na crença em uma ordem moral que nos mostra o poço dentro do qual caem as sociedades que não distinguem o interesse pessoal das engenhosas tentativas de controles sociais comunistas que necessitam de uma sociedade composta de homens e mulheres moralmente à deriva, ignorante das normas, e voltados primariamente para a gratificação de seus desejos sem respeito aos direitos de outros. E não reconhecem as soluções satisfatórias da ordem moral tradicional. Não é possível redigir um catálogo completo das convicções liberais, no entanto indico aqui algumas de forma sumária. Confira alguns conceitos selecionados para entender melhor a respeito.
1. INDIVIDUALISMO
Os libertários
encaram o indivíduo como a unidade básica de análise social. Somente indivíduos
fazem escolhas e são responsáveis por suas ações. O pensamento libertário
enfatiza a dignidade de cada indivíduo, o que acarreta tanto direitos quanto
responsabilidades. A progressiva extensão da dignidade a mais pessoas — a
mulheres, a pessoas de outras crenças e raças — é um dos grandes triunfos
libertários no mundo ocidental.
2. DIREITOS INDIVIDUAIS
Por serem
agentes morais, os indivíduos têm um direito a estar seguros em sua vida,
liberdade e propriedade. Esses direitos não seriam criados pelo governo ou pela
sociedade; são inerentes à natureza dos seres humanos e deveriam ser garantidos
pelo governo. É intuitivamente correto que os indivíduos gozem da segurança de
tais direitos; o ônus da explicação deve ser daqueles que os restringem.
O “tudo que eu faço está certo porque sou livre para escolher” OU o “tudo que a sociedade faz é certo porque ela escolheu fazê-lo” não são princípios morais, mas uma negação deles, tanto no aspecto individual quanto no social, coletivo. Em ambos, o “poder” se opõe ao “direito”. O termo “direitos coletivos” é uma contradição porque este não pode ter direitos diferentes dos de seus membros individualmente. Todo propósito coletivo legitimo é baseado nos direitos individuais de seus participantes. Todo elo dessa complexa cadeia de relações contratuais baseia-se nos direitos individuais. Um indivíduo não pode adquirir novos direitos ao se unir a um grupo, nem perder os que já têm. Os direitos individuais é a única base moral de todos os grupos ou associações. Direitos Coletivos é uma aberração influenciada pela ética do altruísmo que significa que o direito pertence a alguns homens que têm o “direito” de dispor de outros de todas as maneiras que lhes agradem. Assim é o comunismo alimentado pelo cristianismo. Nenhum homem ou grupo pode ter um cheque em branco de Poder sobre outros.
Na questão dos direitos, como em todas as questões morais, não pode haver padrão duplo: ou se é capitalista ou se é socialista. A Constituição Federal do Brasil é CAPICOMUNISTA. Isto é, ela também legalizou o sacrifício imoral de uns homens por outros em nome do indefinido coletivo. A Constituição do Brasil não colocou os direitos individuais fora do alcance das autoridades públicas. A esfera do poder político não está severamente delimitada; por isso, os governados não podem de forma segura e adequada respeitar as decisões de uma maioria eleitoral, e em todo ano eleitoral ressurge a instabilidade política. Embora nenhum governado possa se tornar criminoso por direito, ou possa ter o direito de escravizar, o Estado (sentido amplo) brasileiro pode, está constitucionalmente autorizado. Os agentes políticos brasileiros fazem o marketing de que reconhecem o princípio dos direitos individuais, mas não o praticam totalmente. A liberdade econômica está permanentemente sob ameaça no Brasil semicomunista, semicapitalista e de semidireitos individuais ou semicoletivizado. Resta saber por que usam a palavra “direitos” para denotar as coisas que defendem? Por que não nomeiam abertamente o que defendem, o que pretendem e as justificam ? A resposta é óbvia.
No Brasil capicomunista, o ITCMD representa uma atividade criminosa praticada pelo constituinte contra o direito do indivíduo para o suposto fim “coletivo”, que equivale a fornecer uma chave-mestra para os governos estaduais (assaltantes) que querem roubar os indivíduos e suas famílias sob a sua jurisdição tributária. A Constituição Brasileira não protege o homem dos crimes tributários dos Governos. O altruísmo é incompatível com a liberdade, com o capitalismo e com os direitos individuais: a busca da felicidade é incompatível com a condição moral de um animal de sacrifício. Direitos são princípios morais que devem definir e proteger a liberdade de ação de um homem SEM impor sacrifícios a outros. A liberdade de um homem, ou o seu direito não pode impor sacrifícios a outros. O direito à vida não significa que os uns devem suprir as necessidades da vida de outros; O direito à propriedade não significa que uns devam prover outros com as propriedades de que necessitariam ou desejariam; Não existe direito a uma casa, apenas o direito de construí-la ou comprá-la. No comércio, não existe direito de consumir, mas sim apenas a proteção ao direito de fabricá-los. No Brasil, todo compositor de barulhos e todo “artista” (que tenha influência política) busca obter o apoio financeiro que você não lhes deu quando não se interessa comparecer aos seus espetáculos. Este é o maior, senão único, significado da busca de apoio por meio da Lei Rouanet. A única pergunta que deveria ser feita e que afastaria a cortina de fumaça sobre o “progressismo” socialista é: À custa de quem e como está sendo protegido o direito de uns em relação a outros?
3. ORDEM ESPONTÂNEA
Um alto grau de
ordem na sociedade é necessário para que os indivíduos sobrevivam e prosperem.
É fácil presumir que a ordem precisa ser imposta por uma autoridade central, da
forma como se impõe ordem a uma coleção de livros em uma biblioteca, ou a um
time de futebol. Contudo, como bem defendeu o filósofo político Friedrich Hayek, a
grande ideia da análise social libertária é que a ordem na sociedade surge
espontaneamente, a partir das ações de milhares ou milhões de indivíduos que
coordenam suas ações com as de outros de maneira a atingir seus propósitos. Por
meio da história, vimos optando gradualmente por mais liberdade e ainda assim
conseguimos desenvolver uma sociedade complexa e intrincadamente organizada. As
mais importantes instituições da sociedade humana — a língua, a lei, o
dinheiro, e os mercados — todos se formaram espontaneamente, sem direcionamento
central. A sociedade civil — a complexa rede de associações e conexões entre as
pessoas — é outro exemplo de ordem espontânea; as associações feitas dentro da
sociedade civil se formam para um propósito, mas a sociedade civil em si não é
uma organização e não tem propósito próprio.
4. MERCADOS LIVRES
Para sobreviver
e prosperar, os indivíduos precisam praticar atividades econômicas, precisam
fazer algo por alguém para em troca obterem o dinheiro. Essa escravidão não
mudou desde que o dinheiro foi inventado. O direito à propriedade acarreta o
direito de trocar propriedades por acordo mútuo. Os mercados livres são o
sistema econômico dos indivíduos livres, e são necessários para criar riqueza.
Os libertários acreditam que as pessoas serão mais livres e mais prósperas se a
intervenção do governo nas escolhas econômicas das pessoas for minimizada.
A liberdade econômica e individual necessita de concorrência para evitar abusos. A concorrência obriga a inovar para, principalmente, melhorar a relação de custo-benefício e lucratividade. A criatividade humana não tem limites e junto com a inovação tecnológica produz um ciclo virtuoso de mudanças cada vez mais surpreendente a ponto de dificultar muito qualquer estimativa de um futuro até próximo. A sensação de que a liberdade econômica e individual produz é a de que tudo é possível e que o desenvolvimento não tem fim. Queira o Vaticano assumir ou esconder, a bíblia é prova da desigualdade natural humana. Ela diz: "A quem muito é dado muito lhe será cobrado". Em outras palavras, "a quem muito é cobrado, mais lhe será dado." Todos serão cobrados não apenas proporção do que recebem, do que possuem, MAS do que fazem e do que assumem com o que possuem. Quem mais se compromete financeiramente mais poderá ganhar. Veja o ensinamento da parábola dos talentos. Por óbvio, para ter mais é preciso dar mais de si para saber mais e assumir mais responsabilidades em amplo sentido. Só os socialistas não enxergam isso. O Mundo não se importa com os seus sentimentos. O que importa é o que você faz por você com o que tem ao seu alcance. Chorar a vida toda por falta de atributos e guardar ressentimentos por quem considera tê-los, é pensar pequeno, e acabará devorado e derrotado pela vida e não somente por outros que considera serem melhores. O Universo, o Mundo, a Natureza, a vida, no longo prazo, não têm favoritos, é impessoal, não se importa com quem ganha ou perde. Não conspiram contra ou a favor de ninguém; são totalmente indiferentes a todos. Cada um é o único a ter que trabalhar para a própria sorte ou azar.
5. A VIRTUDE DA PRODUÇÃO
A visão de Karl Marx foi influenciada pela realidade de sua época e aos fatos sociais até então, MAS, é preciso reconhecer de o inferno está cheio de pessoas com “boas intenções” e o céu de pessoas com boas ações. Muito do ímpeto pela liberdade no século XVII foi uma reação contra monarcas e aristocratas que viviam do trabalho produtivo de outras pessoas. Os libertários defenderam o direito das pessoas manterem os frutos de seu trabalho. Esse esforço desabrochou como respeito pela dignidade do trabalho e da produção, e especialmente pela classe média em expansão, que era desprezada pelos aristocratas. Os libertários desenvolveram uma análise de classe pré-marxista que dividia a sociedade em duas classes básicas: aqueles que produziam riqueza, e aqueles que a tomavam dos outros pela força. Thomas Paine, por exemplo, escreveu: “Há duas classes distintas de homens nas nações: aqueles que pagam tributos, e aqueles que os recebem e vivem deles.” Do mesmo modo, Jefferson escreveu em 1824: “Temos mais maquinário de governo do que é necessário, parasitas demais vivendo do trabalho dos industriosos.” Os libertários modernos do Brasil defendem o direito das pessoas produtivas preservarem o que ganham com sua produção, protegendo-se de uma classe de políticos e burocratas que querem tomar seus ganhos e transferi-los não somente para quem não produz, MAS, sobretudo para um Estado (sentido amplo) atual ineficiente: Estatais que poderiam não existir sob a administração pública; para as mordomias dos agentes políticos e a corrupção.
6. HARMONIA NATURAL DE INTERESSES
Os libertários
acreditam que há uma harmonia natural de interesses entre pessoas produtivas e
pacíficas em uma sociedade justa. Os planos individuais de uma pessoa — que
podem envolver conseguir um emprego, começar um negócio, comprar uma casa, e
assim por diante — podem conflitar com os planos de outros, de forma que o
mercado faz com que muitos de nós mudemos nossos planos. Mas, todos prosperamos
mais com o funcionamento do mercado livre, o qual não está associado somente à conflito.
Comumente, este é produzido quando o governo intervém em nome da “justiça
social” e começa a saquear a parcela mais produtiva da sociedade.
7. PAZ
Quem defende a liberdade atua contra o antigo flagelo da guerra. Libertários compreendem que a guerra traz destruição em grande escala, perturba a vida social e econômica, e coloca mais poder e dinheiro nas mãos dos governantes (do Estado) — o que pode explicar por que os líderes nem sempre compartilham o sentimento pacifista do povo. Homens e mulheres livres, evidentemente, em muitas ocasiões já tiveram que defender suas sociedades de uma ameaça estrangeira; mas, ao longo da história, a guerra em geral foi um inimigo comum das pessoas produtivas e pacíficas em ambos os lados do conflito.
8. A RELAÇÃO DA LIBERDADE COM A PROPRIEDADE PRIVADA.
Os liberais estão convencidos de que liberdade e propriedade estão intimamente ligadas. Separe a propriedade do domínio privado e Leviatã se tornará o mestre de tudo. Sobre o fundamento da propriedade privada, construíram-se grandes civilizações. Quanto mais se espalhar o domínio da propriedade privada, tanto mais a nação será estável e produtiva. O nivelamento econômico não é progresso econômico. Aquisição e gasto não são as finalidades principais da existência humana; mas deve-se desejar e trabalhar para possibilitar e proteger uma sólida base econômica para a pessoa, a família e a comunidade para gerar prosperidade. Ninguém pode ao mesmo tempo atacar a propriedade privada e dizer que aprecia a civilização. A história destas duas realidades não pode ser dissociada. A instituição da propriedade privada tem sido um instrumento poderoso, ensinando a responsabilidade a homens e mulheres, dando motivos para a integridade, apoiando a cultura geral e elevando a humanidade acima do nível do mero trabalho pesado, proporcionando tempo livre para pensar e liberdade para agir. Ser capaz de guardar o fruto do próprio trabalho; ser capaz de ver o próprio trabalho transformado em algo duradouro; ser capaz de deixar em herança a sua propriedade para sua posteridade; ser capaz de se erguer da condição natural da oprimente pobreza para a segurança de uma realização estável; ter algo que é realmente propriedade pessoal — estas são vantagens difíceis de refutar.
Texto adaptado de conteúdo obtido no site ideiasradicais.com.br
É preciso desconfiar de todo idealista cujo prejuízo do idealismo é posto na conta de outros, tanto quanto daqueles que lucram com o idealismo. São exemplos notórios: artistas milionários que apoiam Lula em troca do dinheiro da Lei Rouanet; o socialista pobre apoiador do ITCMD e de grandes tributações para a riqueza!; E o ignorante seguidor de boiada que não sabe nem o que fala. Para quem é religioso refletir: Deus sabe a quem pode ajudar a ficar rico e, desta forma, por intermédio destes, ajudar milhares de outros humanos, tanto diretamente quanto indiretamente. Lembre-se de que Deus nunca ajudou um socialista a ficar rico de forma honrosa.
O que faz os eleitores esquerdistas caírem nessas ilusões socialistas? A resposta pode ser relacionada a três aspectos: (1) ignorância, e (2) inveja, que impedem os eleitores de perceberem a natureza dessas mentiras, os verdadeiros interesses ocultos por trás da aparência e suas consequências. Em razão da inveja, a primeira e maior divergência dos esquerdistas com seus opositores gira em torno do dinheiro, haja vista ser este a unidade de medida de todos e o desejo de lucro é um dos elementos mais importantes no funcionamento da economia global. É notório que a riqueza ajuda e a pobreza atrapalha. A pobreza reduz a liberdade. Muitos são capazes de entender teorias complexas e de chegarem a conclusões razoáveis, mas todos estão submetidos ou envolvidos na psicologia humana. De fato, a existência de ricos e a desigualdade social só fazem mal aos invejosos. A inveja é o aspecto mais nocivo da natureza humana. Pessoas que sozinhas seriam felizes se tornam melancólicas ao encontra outras em situação melhor que a delas. Ilustro com uma instituição financeira cujos fundos tiveram lucros de 16% a.a de junho de 1994 a junho de 1999, mas havia desânimo porque seus pares conseguiram obter uma média de 23%. Na época do colapso das empresas de tecnologia a empresa que lucrava 23% passou a ter prejuízo e a mais conservadora que lucrava 16% passou a lucrar 3% a.a. e a equipe ficou entusiasmada. Como as pessoas poderiam ficar desanimadas lucrando 16% e animadas lucrando 3% senão pela comparação com seus pares. A tendência de nos compararmos aos outros produz impacto deletério em razão da inveja ao invés de progresso por um processo construtivo analítico. (3) A influência do ego, que faz com que não seja glamoroso seguir um caminho que enfatize a humildade. Ademais, é muito agradável se sentir inteligente e notar outras pessoas concordando com isso. Os seguidores do discurso socialista têm uma tendência a se conformar com a visão de rebanho: a opinião unânime de seus pares, em vez de resistir mesmo quando essa visão é claramente absurda, e ainda que contra a evidência de seus próprios sentidos. Não compartilhar a visão consensual do rebanho os faz sentirem-se como párias. Por fim, eles passam a acusar de loucos aqueles que não compartilham do consenso esquerdopático. A pressão faz com que abandonem sua independência. Tudo isso parece muito teórico, algo que não seria aplicado a você? Espero sinceramente que tenha razão. É importante não entrar no jogo esquerdista que faz os pontos positivos do capitalismo serem ignorados e os negativos ampliados. Isso não é fácil, poucos conseguem se abster. A pessoa precisa aprender a ver a vida como ela é e enxergar com clareza os fatores relacionados ao desenvolvimento da humanidade que não existiria sem o sistema capitalista de estímulo ao acúmulo de riqueza, de obtenção de lucros, baseado na liberdade individual e econômica. Não há fórmula mágica para proteger o povo dos péssimos políticos, não há pílula mágica que possa eliminar as emoções destrutivas dos psicóticos-solidários. De que cultura você dispõe para aumentar as suas chances de êxito. O conhecimento da natureza humana pode não garantir o êxito, mas pelo menos nos dá uma chance de lutar principalmente contra si mesmo.
9.A RELAÇÃO COM A PERSONALIDADE E O CARÁTER
Somos matéria perecível e mutável. Tudo tem começo, meio e fim, a questão é apenas quando! O Ser Humano é como um computador, tem o poder de ser programado e reprogramado, mas não pode ter sua natureza alterada. O humano, para fazer melhor uso de sua natureza, pode mudar sua programação, mas, para isso, precisa antes mudar seus valores. Há humanos com normal e péssima autoestima, e uma grande variedade entre estes dois extremos. Uma das características distintas de um homem com autoestima é de considerar o universo aberto ao seu esforço que procura aproveitar pelo prazer no trabalho produtivo, inclusive de sua mente; sua alegria de vida é alimentada por seu interesse constante em crescer em conhecimento e habilidade: pensar, alcançar, seguir adiante, enfrentar novos desafios e superá-los, para ganhar o prazer do orgulho de uma eficácia em constante expansão. *No outro extremo, está o homem da mentalidade anticapitalista*. Ele tem o prazer NÃO em realizações, *mas em destruição*, cuja ação é focada não em atingir eficácia, mas em dominar aqueles que a atingiram: a alma de um homem tão miseravelmente desprovido de valor próprio e tão dominado pelo terror da existência, que sua única forma de autorrealização é lançar seu ressentimento e ódio contra aqueles que não compartilham seu estado psicológico, aqueles que estão aptos a viver a vida como ela é. É como se pela destruição do confiante, do forte e do saudável, pudesse compensar seu sentimento de menos valia, de impotência, em eficiência, ainda que claramente falsa.
Um tipo deste quando está em uma festa participa dela por razões sem relação
com as atividades reais que estão acontecendo: odeia, despreza ou teme todas as
pessoas presentes, age como um tolo barulhento porque a festa já o poupou, pelo
menos por algum tempo, do terror de estar sozinho. É como o prazer de estar
bêbado que, obviamente, equivale ao prazer de fugir da responsabilidade da
consciência desfrutando da ilusão de um universo onde ninguém é sobrecarregado
com propósito, lógica, realidade ou consciência. Ocasiões de tédio silencioso,
em que o tédio é o valor.
A que tipo de
egoísmo interessa a pessoa neurótica com caridade “sem ver a quem”, ajuda
humanitária de modo geral? Ao ego do próprio caridoso/solidário fragilizado com
precária autoestima, segurança, confiança, que sofre com uma permanente
sensação de que sua estrutura vai desabar, deixando-o frente a uma realidade
imperdoável, desconhecida, absoluta e austera. Portanto, *solidariedade não é
só dar, é também muito mais pedir em causa própria.* CONCLUSÃO: As aparências enganam.





