Karl Marx vs Adam Smith

 


O principal DEUS que te salva é o próprio dinheiro.

A vida pode ser mais importante que o dinheiro, mas é o dinheiro que sustenta a vida. Dinheiro pode não ser a coisa mais importante na vida, mas afeta tudo o que é de importante: saúde, educação e qualidade de vida. Quando se tem dinheiro, governa-se a própria vida; do contrário, a vida governa. É comprovado que aqueles que mais falam mal do dinheiro são os que não o tem e, ainda, invejam quem o tem. Toda a economia e a prosperidade decorrente dela estão baseadas na crença da universalidade da motivação do lucro que faz com que as pessoas trabalhem de forma mais árdua e arrisquem o seu capital. A busca por lucro (dinheiro) – que os socialistas consideram ganância – produziu todo o progresso material do mundo em todos os tempos. Para focar no espiritual, tal como um monge tibetano, é preciso haver outros focando no material, é preciso antes estar de estômago cheio, com o aspecto material satisfeito. A melhor "bóia de salvação" no mundo 'civilizado' é o dinheiro. Fazer algo de que se gosta sob um cronograma do qual não se tem controle algum provoca a mesma sensação de fazer algo que se odeia. De modo oposto, alinhar o dinheiro em direção a permitir fazer o que se quer, quando quiser, com quem quiser, onde quiser, pelo tempo que quiser representa para a saúde física e mental o melhor retorno possibilitado pela riqueza do dinheiro investido objetivando este fim. O grande valor intrínseco do dinheiro é a capacidade de criação de independência e autonomia do cronograma de atividades para o seu possuidor através de investimentos produtores de renda passiva, que só o sistema capitalista possibilita.

Por razões psicológicas o pessimismo soa mais esperto e plausível do que o otimismo. Esta assimetria entre o poder das expectativas positivas e negativas tem um histórico do ponto de vista evolutivo. Organismos que encaram as ameaças como sendo mais importantes do que as oportunidades tiveram (e têm) no processo evolutivo  melhores chances de sobreviver e de se reproduzir. O dinheiro é onipresente, quando algo ruim está relacionado a ele isso tende a preocupar qualquer um. Se não fosse pela ambição humana, pelo dinheiro e pelo aumento do volume deste no Mundo, talvez a profissão de pastor de ovelhas estivesse figurando entre uma das mais importantes e mais comuns até os dias de hoje. Quanto no Mundo uma indústria de produtos e empresas de serviços para o mercado de luxo não produz e já produziu de riqueza? E o avião do Papa? o Banco do Vaticano? Quantos clérigos católicos não estão se comunicando neste momento com seus Smartfones e Internet? Quantos tratam suas enfermidades apenas com rezas? 

Imagina quanto o rico paga de imposto..!! Quanto de tributo está embutido na produção De uma embarcação de luxo,  muito além do ICMS, PIS e Confins no combustível. O consumidor final das embarcações de luxo é o que sustenta toda a cadeia produtiva da indústria marítima de laser. É certo que o preço do combustível afetará o preço da passagem de transporte popular marítimo (ex. trajeto RJ – Niterói) e irá encarecer para o usuário pobre, todavia, a riqueza de uns poucos não tem relação com a pobreza de muitos. Não se trata de uma equação de soma zero. A riqueza não implica em pobreza, ao contrário a reduz. Estenda essa lógica para a indústria da aviação civil. Quanto de salário de servidor público não está em ICMS em um tanque de combustível em uma avião? Essa é uma lógica da época da idade média. Mas, o político socialista de shopping aproveita-se da inveja e ignorância da massa de eleitores e bota a culpa da pobreza no rico e difama-o de capitalista egoísta malvado. Alega que os ricos deveriam pagar ainda mais; que a isonomia não pode se referir a alíquotas iguais para todos; que os tributos sobre o patrimônio e a renda dos ricos tem que ser maior, etc . A massa não tem consciência da submissão cultural aos interesses do Vaticano, que desfruta de imunidade de impostos sobre o patrimônio e a renda, em tributar os mais produtivos para manter o próprio benefício.  O grande benefício do capitalismo foi o estímulo à produção de conhecimento para estimular o comércio e a indústria, cujo crescimento produziu a necessidade de divisão do trabalho que capacitou o homem a dedicar seus esforços a um campo de trabalho em particular e a negociar com outros que se especializaram em outros campos. Isto possibilita a distribuição de riqueza produzida, a circulação do dinheiro, a cooperação, a ampliação do conhecimento, a habilidade, a maior produtividade dos esforços individuais e coletivo. Os requisitos para uma sociedade capitalista: culto à racionalidade, à produção e à liberdade, indicam também os requisitos para o homem prosperar nela: um ser racional, produtivo e independente (livre).

A mais antiga e forte emoção humana é o medo, e os mais antigos e fortes tipos de medo foram o medo da morte e do desconhecido, atualmente, é o medo da miséria.

 

O sistema de propriedade privada é um importante garantia da liberdade, não só para os proprietários, mas também para os que não o são. A propriedade (sentido amplo) dividida entre muitos donos, agindo independente, faz com que nenhum deles tenha o poder exclusivo de determinar a renda e a posição social de um indivíduo – isso porque o controle dos meios de produção se acha dividido entre muitos que agem de modo independente motivados por interesses diversos. Quem racionalmente poderia negar que um mundo em que os ricos são poderosos seria preferível àquele em que só os poderosos podem adquirir riquezas? Como regra, a riqueza no mundo moderno não é um privilégio no sentido pejorativo dado pelos portadores de mentalidade anticapitalista. Ela, de fato já foi, por exemplo, quando a propriedade da terra e o direito de produzir ou vender determinados bens era reservado pela autoridade – o rei e seus vassalos – a certos indivíduos: os classificados como “nobres”. Tudo isso acabou gradativamente em razão da prosperidade trazida pelo capitalismo e o aumento da interdependência entre pessoas e países pelo aumento da complexidade e divisão de trabalho. Os únicos ricos privilegiados no Brasil são: (1) O Estado (sentido amplo) capicomunista que figura como um sócio achacador SEM ÔNUS da riqueza do povo, especialmente, como um vampiro ou sanguessuga do empreendedor; (2) as instituições religiosas cujos patrimônio e renda não são tributados.  Fora dessas riquezas, todas as suas outras formas são acompanhadas de um enorme ônus econômico e pessoal. A distribuição de renda deve ficar tanto quanto possível submetida a forças impessoais do livre mercado. A tal metáfora da "mão invisível"  do Adam Smith. Decidir a participação de cada indivíduo na renda nacional por um planejamento central é algo extremamente utópico e patético. A riqueza termina por ser drenada para os altos burocratas do governo - os menos iguais entre os iguais. A intima interdependência de inúmeras variáveis socioeconômicas torna impossível deter os seus sábios efeitos, bons e maus, com um planejamento exatamente no ponto desejado, sem ofender certas normas gerais de equidade e justiça, com a intenção fantasiosa de só prevalecer o bem comum igual para todos. Só se justifica a redução de desigualdade tanto quanto sejam menores as desigualdades naturais e na medida em que seja possível fazê-lo sem destruir o caráter impessoal do processo pelo qual cada um tem de assumir os próprios riscos e em que nenhum conceito individual de um ocupante de função de poder sobre o que é justo e desejável prevaleça sobre os demais.  A maior soma de igualdade em uma coletividade deve ser aquela compatível com a liberdade, a responsabilidade individual, a natureza humana e a justa retribuição dos respectivos vícios e virtudes que lhes estão associados. Isso é uma verdade até bíblica. Em nenhuma parábola atribuída ao herói do Novo Testamento há culto à igualdade, preocupação em acabar com a desigualdade, justiça social, e coisas correlatas, mas sim ao seu exato oposto: individualismo e liberdade. Haverá sempre desigualdades que parecerão injustas aos que consideram sofrer decepções e infortúnios imerecidos. Infortúnios podem ser menos degradantes do que o mal deliberadamente imposto pela autoridade de quem a posição na vida dependeria a utilidade e a medida. Como um governo usaria esse poder de justiceiro? Por que princípios se orientaria? As esperanças socialistas têm pouquíssimo fundamento. Ainda que o produto de cada indústria pudesse ser partilhado inteiramente por quem nela trabalhe, o problema de como dividi-lo suscitaria uma polêmica igual ou pior. A necessidade de discriminar entre indivíduos continuaria a existir, quer mediante fixação dos rendimentos individuais, quer por inclusão em categorias determinadas. O ideal da divisão socialista não vai além de um sonho teórico de um grupo limitado e bastante homogêneo, ainda assim com alto risco de conduzir a conflitos. No sistema de livre concorrência é por conta de cada um a noção do que seja um “preço justo” ou um “salário razoável”, tal como ensina a moral da parábola dos trabalhadores da vinha atribuída ao personagem herói do Novo Testamento. O ideal igualitário nunca foi além de expressões vagas como para “o bem comum” ou “o bem-estar social”. Com efeito, limita-se a dizer que se deve tirar dos ricos “privilegiados” o máximo possível. E, no que diz respeito à distribuição dos despojos, continua como se nunca tivesse sonhado com uma igualdade maior que os incluísse na justa proporção a cada um.

Se este trabalho fizer o leitor refletir sobre o assunto, ele já terá atingido o seu objetivo.  Em primeiro lugar, goste ou não, vivemos em um sistema capitalista, embora o Brasil seja - de fato - capicomunista. No sistema capitalista a palavra-chave “CAPITAL” é maiúscula. É crucial entender a importância do capital e aprender a fazê-lo trabalhar a seu favor, e não contra. 


Dinheiro é número e números nunca terminam. Se precisar de dinheiro para ser feliz, a sua busca de felicidade nunca terá fim.

Atenção ao que desejas,  ao que pensas e ao que falas porque estão na raiz do que és.  

O sábio fala porque tem algo a falar; O tolo porque tem que falar algo. [Platão]


sobre o Q.I do brasileiro

Os psicóticos-solidários revolucionários alegam que os ricos não são necessários. As grandes fortunas privadas são uma anomalia, um escárnio, uma monstruosidade. Ninguém precisa dos 1% de bilionários. O grau de concentração da riqueza no mundo é uma aberração. Alegam que os bilionários não estimulam a economia: parasitam a exploração, alimentam o 'rentismo', pervertem o consumo [marketing], impulsionam a desigualdade. Que os bilionários não incentivam a ciência e a cultura: mercantilizam o conhecimento, comercializam a arte, manipulam as pesquisas. Que os bilionários não defendem a civilização: ameaçam a natureza, tutelam a educação, e corrompem o poder.   Alegam que no mundo 500 milhões de pessoas caíram em condição pobreza extrema e só nos EUA o patrimônio dos bilionários cresceu de US$3 trilhões para 3,6 trilhões. Tratar-se-ia de renda gerada pela propriedade de capital improdutivo. 


O ponto inicial de uma política econômica e a relação do indivíduo com a riqueza e o dinheiro está no caráter humano. Ao voltar-se a seus interesses egoístas, o indivíduo que empreende, tendo como meta o seu próprio benefício financeiro ( marginalizado pelo Vaticano), acaba por fazer girar a economia da sociedade que lhe cerca, gerando empregos e riquezas, criando melhorias em processos produtivos e na qualidade de seus produtos por conta da concorrência – tudo isso como consequência de uma economia de livre concorrência. Assim, gera benefícios que são compartilhados pela sociedade, ao mesmo tempo em que não infringe o direito individual de nenhum dos atores participantes, pois tudo decorre de um processo voluntário, desde o funcionário que vende sua força produtiva até o cliente que escolhe pelo produto que melhor lhe atende. Se o empreendedor, nestes termos, é rico, a sua riqueza depende do consumo de seus serviços e mercadorias de forma livre pelos seus clientes. Forma-se assim uma cadeia de melhorias que não teve como causa um sujeito revolucionário visando ao próprio enriquecimento imerecido sob a cortina de fumaça do falso discurso da “ética” altruísta-coletivista, mas sim de um indivíduo que pensou, egoisticamente,  de forma honesta e natural, primeiramente em seu próprio benefício, e, por isso, impactou positivamente toda a economia e a sociedade. Isto só é possível em um sistema que proteja e possibilite a liberdade individual e econômica, e marginalize a hipocrisia do discurso contrário. Em contraponto ao egoísta inteligente, há o egoísta bandido. Nestes termos, há o parasita socialista psicopata líder que se auto legitima com sua ilusão mística de grandeza como porta-voz “do público” a buscar o poder que não merece para usá-lo como um justiceiro em nome do “coletivo”, de uma “necessidade pública”. E o parasita que o apoia, cujo empreendedorismo máximo é o de solicitar auxílio governamental a fim de receber o que não fez por merecer e, para tal, o  objetivo máximo do seu egoísmo é o de bajular aquele.  É exemplo típico o funcionário público "socialista", cujo interesse real inconfessável é o de receber aumento salarial como se devesse ser considerado um importante instrumento público de distribuição de renda pública; que monitora a receita do Ente Público apenas porque relaciona esta à condição de aumento do próprio salário.  Esta mentalidade é fruto de um "construto ideológico marxista" segundo  o qual se os funcionários recebem 3.000 reais de salário e produzem 500 peças e tais 500 peças rendam 50.000 reais, a empresa está roubando deles os outros 47.000 de "lucro". Essa é a exploração da empresa sobre o trabalhador. A ideia é que a empresa deveria dar salários mais altos, pois tudo o que passa de lucro de 3.000 reais para ela é roubo ao trabalhador. Mas depois de convencido que é roubado, ele não enxerga as obrigações da empresa, do proprietário da empresa, os investimentos pré-operacionais  e quer esta pague a ele os mesmos 50.000 que ela tem de lucro. É uma impossibilidade acordo trabalhista de divisão igualitária de bens.   Estado rico e povo pobre é a natureza "progressista" da política social democrática apoiada pelos servidores públicos "socialistas", cujo interesse secreto é de ter um patrão rico para poder pleitear aumento salarial, e que todo o resto se exploda. Ambos não sabem que a verdadeira grandeza só existe e é alcançada pelo esforço produtivo da mente de um ser humano na busca de objetivos racionais claramente definidos, e nunca exclusivamente por reconhecimento de um Ente Público. 

A análise das recomendações conflitantes do Novo Testamento, do Vaticano, da Teoria Marxista e o seu conflito de classes mostram claramente que o caráter moral básico e fundamental das suas opiniões sobre a riqueza, os ricos e o dinheiro é a inveja – uma característica indesejável para a prosperidade individual e coletiva. É claro que se deve tomar cuidado para não explorar a inocência das massas, mas para fazê-lo não se deve encorajar a inveja. A religião judaica (a bíblia hebraica) ensina que a pessoa – antes de tudo – aperfeiçoe o seu caráter, o que certamente trará sucesso justo tanto ao indivíduo quanto ao coletivo e a economia do país.  Por isso, o judaísmo ensina que comer do fruto da árvore do conhecimento sem antes comer do fruto da árvore da vida (da moral) além de não ser muito útil, poderá ser até de um grande mal. O judaísmo é a favor do sistema econômico que possibilite os seres humanos terem oportunidade de viver na riqueza, que não é considerada algo ruim no judaísmo, e sim uma benção de Deus. É também fundamental tomar o cuidado de não prejudicar os elementos mais fracos da sociedade, e sim encorajá-los a superar a pobreza e alcançar sua própria prosperidade. É claro que um sistema econômico baseado na inveja, no pior defeito de caráter, não pode contribuir nem para a prosperidade individual quanto coletiva. E isso já está mais do que comprovado para quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir. Atribuir significado à palavra egoísmo nos termos dos interesses dos políticos socialistas/comunistas (esquerdopatas brasileiros) e do Vaticano representa uma ideia intelectual responsável pelo limitado desenvolvimento moral da humanidade, em especial do Brasil após o fim do governo militar. 

O Vaticano inventou, para seus interesses políticos, que toda ação realizada em benefício de outros é boa, e toda ação realizada em benefício próprio é má, e que isto foi pregado por Jesus Cristo. Dessa forma o beneficiário de uma ação é a única referência moral e este pode ser qualquer um, não é preciso ver a quem, e que não seja o praticante da ação. Só assim existem o altruísmo e a boa moral. Nestes termos, observe a indecência: um bilionário que gera uma fortuna, que paga milhões em tributos e distribui outros milhões na manutenção de seus negócios, incluindo empregos tem o seu egoísmo moralmente equiparado a de um ladrão que rouba um banco, apenas porque ambos buscam riqueza para seu próprio benefício. Um jovem acomodado que nunca passa de um balconista de mercearia é considerado moralmente superior àquele rico que suporta batalhas penosas para conquistar e manter seus sonhos (ambições) pessoais e gerar o emprego dele. Um ditador ladrão é considerado moral, desde que as atrocidades indescritíveis sejam cometidas em nome de “beneficiar o povo” e não a ele mesmo, tal como o Vaticano fez na inquisição em nome de Deus. Não obstante a natureza não oferecer ao homem uma forma automática, sem esforço, de sobrevivência, e ele seja obrigado a se manter com seu próprio esforço e egoísmo, a política  esquerdopática diz que a preocupação com os próprios interesses é má fato este que implica na lógica de que o desejo de viver bem do homem é mau.  Os socialistas/comunistas não toleram o conceito que implica no homem respeitar a si próprio, de desejar sustentar sua vida pelo próprio esforço, de não dever sacrificar a si mesmo pelos outros, qualquer um em qualquer circunstância, sem ver a quem e a qualquer preço, nem sacrificar os outros para si mesmo. Isto significa que a moral altruísta socialista/comunista não tolera outra visão do homem rico que não seja a de animais para sacrifício em nome do “coletivo” e beneficiários imorais do sacrifício alheio, como parasitas. O ataque ao egoísmo do homem é uma ofensa direta à autoestima, pois renunciar a um equivale a renunciar a outro.  Esta parece ser a pior opinião sobre a riqueza e o capitalismo, e soa como uma desculpa reconfortante proferida por alguém muito invejoso ciente de que nunca terá seus desejos de riqueza satisfeitos. Nada na vida é só bom ou só ruim. O DINHEIRO CATIVA E CASTIGA A HUMANIDADE DESDE QUANDO FOI INVENTADO. A ideia de que o dia-a-dia de todos pode ser igualado ou de que as diferenças possam ser irrelevantes, tanto quanto as rendas individuais e das famílias, nas expectativas de consumo, estilo de vida, é algo, além de utópico, claramente incompatível com a natureza e o desejo humano e as regras para a prosperidade econômica no sistema capitalista, que precisa ser baseado no estímulo à liberdade individual e econômica, haja vista não haver progresso sem o estímulo para ganhar dinheiro e liberdade sem dinheiro. Por sua vez, o capitalismo é produtor de desigualdade. A revista The Atlantic publicou: Entre 1993 e 2012, o 1% do topo teve a renda aumentada de 86,1%, enquanto os 99% da base teve crescimento de apenas 6,6%.  Em 2011 Joseph Stiglitz escreveu: O 1% do topo teve a renda aumentada de 18% na última década e os homens com apenas o ensino médio tiveram um declínio de 12% no último quarto de século. Fatos assim, são motivadores de debates econômicos ferozes só superados por debates sobre o que deve ser feito a respeito.  Por óbvio, ainda somos forçados a prever que o avanço tecnológico irá não só agravar este declínio como aumentará o desemprego e a desigualdade social. 

O estilo de vida da relativa pequena parcela de muitos ricos: casas grandes, carros caros, escolas caras, férias em lugares chiques, são alimentados tanto pela indústria publicitária quanto pelos próprios ricos tolos em suas redes sociais de internet. Este fato ao invés de jogar para cima as aspirações dos relativamente mais pobres acaba por estimular a inveja destes e a competição social com os vizinhos. Agora ficou nítido a origem da luta de classes e a política esquerdista brasileira. Tudo pode ser sintetizado em uma única palavra: INVEJA. Muitos foram educados com a crença equivocada fomentada pelos interesses políticos e econômicos do cristianismo do Vaticano de que todos deveriam ter iguais possibilidades, ainda que seus trabalhos, habilidades e talentos sejam muito diferentes, além de pregar a felicidade na pobreza e apavorar com o inferno na riqueza, e exigir obediência sem dúvidas e questionamentos; assumir a pobreza como sinal de humildade de caráter e nobreza diante de Deus e que ser rico é abominável. Uma maneira ardilosa  de manter o pobre compensado com sua pobreza e inveja dos ricos. E essas expectativas culturais parecem ter piorado no tempo. E o que essas pessoas fazem ? Apoiam a política socialista: “já que eu não posso ter, então que ninguém mais tenha.”  A inveja disfarçada de “justiça social”, “justiça fiscal”, sempre ajudou a ascensão de todo político esquerdopata no Brasil, e talvez no mundo. Eles vivem do eleitor que pensa viver em um mundo em que gostaria que não existisse da forma como é. Então, que se dane tudo e todos os que estão bem. Este fato social possui muitas camadas de frustração e radicalismo. Pegue esta frustração e multiplique-a pelo Poder do Facebook, Instagram, do YouTube, dos noticiários, etc. em evidenciar como os ricos vivem, além dos próprios ricos tolos.  Se todos olhassem também para o passado e  refletissem sobre os avanços gerados pelo capitalismo nas áreas da saúde, da comunicação, dos transportes, da tecnologia em geral, etc, que seus antepassados não tiveram até se tivessem sido ricos em suas épocas, seria de se esperar que a maioria reclama irrefletidamente. Os esquerdistas/invejosos vivem a expectativa de que as probabilidades da vida estão contra todos exceto contra aqueles que estão no topo. 

Existem dois tópicos que afetam a vida de todos inexoravelmente: dinheiro e saúdeNão há bem sem mal e vice-versa. Como Bill Gates disse: “O sucesso é um péssimo professor. Ele faz com que pessoas inteligentes acreditem que nunca perderão. Muitos cometem o erro de repousar sentados no sucesso, e quando percebem o erro já é tarde."  O capitalismo é ótimo em fazer duas coisas: gerar riqueza e inveja. Desejar superar seus pares foi elevado ao nível da obrigação em razão da obrigatória concorrência, haja vista a premissa de que o empresário necessita alocar recursos com o melhor custo-benefício, que significa menor custo e maior lucro possíveis.  Todavia, ao lidar com o dinheiro é preciso também não perder o senso de suficiência. Como alguns dizem: “a felicidade é o que sobra dos resultados depois de subtraídas as expectativas”. Por isso, há ricos gananciosos e ‘infelizes’ e pobres humildes ‘felizes’, embora tudo seja relativo. É certo que a incerteza e o capitalismo no Estado brasileiro ineficiente e corrupto obrigam reajustar a meta do suficiente para cima o tempo todo. Embora isto também esteja no livre arbítrio de cada um, muitos não têm o suficiente por mera comparação social. Suficiente não é pouco, é perceber que o apetite insaciável por sempre mais pode levar ao arrependimento e só parar de correr atrás do mais quando já estiver falido ou no CTI. A incapacidade de recusar qualquer ganho em potencial e de invejar aqueles que têm mais cobrará o seu preço e até de forma sutil que, quando percebido, já poderá ser muito tarde.

Nem sempre aquilo que parece encaixar nos faz bem.



A lógica de tributar os ricos parece coerente. A riqueza dos 400 americanos mais ricos soma 3,2 trilhões de dólares, que equivale à riqueza dos 50% mais pobres do país. Os apoiadores da ideia alegam que há bilionários com riqueza suficiente para comprar um país pequeno. A lógica popular é a de que os ricos deveriam pagar mais. Muitos cultuam a crença de que as pessoas ficam ricas utilizando trabalhadores mal pagos e desprivilegiados para fazer fortuna. Alegam que o governo deveria tributar os ricos implementando um imposto sobre sua riqueza, forçando-os a compartilhar sua riqueza com a sociedade, ainda que com a intermediação de um governo ineficiente e corrupto. O sofisma é: aumente os impostos sobre a riqueza e use a arrecadação para distribuir benefícios aos pobres e, assim, teremos mais trabalhadores felizes, prósperos e produtivos. A inveja à riqueza é tão grande que faz com que muitos acreditem nessa falsa crença e ignorem até a notória variável do Estado corrupto e ineficiente. 


O RESULTADO DA CRENÇA EQUIVOCADA NA VIDA ADULTA

Queira o Vaticano assumir ou esconder, a bíblia é prova da desigualdade natural humana. Ela diz: "A quem muito é dado muito lhe será cobrado". Em outras palavras, "a quem muito é cobrado, mais lhe será dado." Todos serão cobrados não apenas na proporção do que recebem do que possuem, MAS do que fazem e do que assumem com o que possuem para manter e aumentar o que possuem. Quem mais se compromete financeiramente mais poderá ganhar. Veja o ensinamento da parábola dos talentos. Por óbvio, para ter mais é preciso dar mais de si para saber mais e assumir mais responsabilidades em amplo sentido. Só os socialistas não enxergam isso.  Há propostas tributárias cujo objetivo claro é o de prejudicar/eliminar os ricos, mas para quem tem objetivos melhores do que isso percebe rapidamente que também estará destruindo a própria base de cobrança. A tributação exagerada fará com que os super-ricos reduzam seus investimentos no país e aumente no exterior, o que também corrói a base tributária no longo prazo. A realidade mostra o exato oposto das considerações pejorativas dos socialistas à riqueza (dos outros, é claro). Sem bilionários não há milionários; Sem milionários não há ricos; Sem ricos a pobreza seria muito pior. Feliz do país onde existem bilionários.

Em alguns aspectos ser o melhor (ou ter mais vantagem comparativa) significa ter mais estudo, passar mais tempo na biblioteca, estar mais bem nutrido, ter mais resistência, ou um melhor equipamento, MAS, tudo isso pode valer pouco ou até nada em uma atividade que exige talento e pensamento mais perceptivo: intuição, senso psicológico de valor e consciência excelentes. Poucas pessoas têm essa excepcionalidade, a maioria é seguidora  de crenças populares sem a mínima racionalidade. Entre estes estão muitos com estudos de doutorado.

Em teoria, não há diferença entre teoria e prática, mas na prática há. [Yogi Berra]. Não basta ter acesso a todas as informações relevantes, ser inteligente, objetivo, motivado e trabalhador, MAS, um despossuído de percepção e discernimento. Pensadores de nível acima da “manada” estão alertas para hipóteses de uma percepção errônea.  O socialista é um mal informado, mal intencionado, invejoso, seguidor arrogante de senso comum baseado em crenças irracionais. É aquele que diz: "A culpa é minha e eu a coloco em quem eu quiser."

Daqueles que mais for cobrado, mais será dado. A vida remunera melhor aqueles que mais se comprometem com as responsabilidades dos riscos do investimento financeiro.


Toda boa intenção necessita do dinheiro para ser concretizada. Em razão disso, o dinheiro gasto, poupado (o banco empresta) e investido de um milionário é de fato mais útil à sociedade (possibilita mais realizações) do que qualquer boa intenção de um pobre altruísta. A cegueira produzida pela inveja faz com que essa verdade não seja vista, e – se vista – seja ocultada.  

A hipocrisia do Poder

O problema não é o "Capitalismo", mas a “política” e "políticos" que estão no poder. Se o Capitalismo estiver nas mãos de uma esquerda retrógada com mentalidade no Século XVIII, com certeza o Capitalismo não dará certo, porque será voltado apenas para a elite do poder e arrancará o possível da classe média, dos pobres e dos miseráveis, como sempre aconteceu e acontece no Brasil, que possui uma dívida enorme com as questões sociais, que sempre agravou com a política e os políticos ditos “de esquerda”. 

A religião politica do Vaticano estimulou o capicomunismo no Brasil. O exemplo mais notório estão nos argumentos  usados pelo ex presidente Castelo Branco para proibir a existência de Cassinos no Brasil. Portanto, é preciso aprender a entender claramente as propostas, e perceber as disparidades entre os discursos e as atitudes, em suma, as mentiras. É preciso aprender com o passado e fazer um presente ativo e consciente para colher bons frutos. Afinal de contas, foi o passado “capicomunista” que nos trouxe à situação atual. Se o que você deseja é um futuro diferente, é preciso ignorar políticos que representam o passado e o agravamento do capicomunismo com discursos a favor de imposto sobre grandes fortunas, imposto sobre heranças, em suma, discursos contra à riqueza, que não representam o presente e ameaçam o nosso futuro. 

A inveja já foi considerada um dos sete pecados capitais antes de se tornar uma das virtudes mais admiradas com seu novo nome: "justiça social" [Thomas Sowell]

Às vezes, ela se disfarça com o nome de “justiça fiscal”, "oportunidades iguais para todos", ainda que isto seja em detrimento de quem as aproveita para igualá-los aos que não conseguem aproveitá-las. Em suma, destruindo os melhores para agradar os piores!

O DISCURSO DA IGUALDADE COMUMENTE ESCONDE A INVEJA E A INJUSTIÇA.

https://www.youtube.com/watch?v=pG3g5bGtk-Y

https://www.youtube.com/watch?v=qeJEWJDR0m0

O trabalho nem sempre produz muito dinheiro, mas o dinheiro é indispensável para produzir interesse por muito trabalho.

O discurso de tributar os ricos com o ITCMD com o argumento de reduzir a desigualdade social é, na verdade, eufemismo para “ROUBO”.

É preciso desconfiar de todo idealista cujo prejuízo do idealismo é posto na conta de outros, tanto quanto daqueles que lucram com o idealismo. São exemplos notórios: artistas milionários que apoiam Lula em troca do dinheiro da Lei Rouanet; o socialista pobre apoiador do ITCMD  e de grandes tributações para a riqueza!; Em ambas as hipóteses, há o ignorante seguidor de boiada que não sabe nem o que fala. Existir contradições é útil ao desenvolvimento, haja vista que toda certeza começou em uma dúvida. Mas, no Brasil, as contradições parecem não objetivar o aprimoramento e sim o prejuízo alheio. Um fato a favor disso é a existência marcante do discurso socialista na sociedade brasileira. Não se deve esquecer que, no Brasil, confiar é bom, mas desconfiar é ainda melhor. Os inimigos também se disfarçam de amigos.




O socialismo, o conservadorismo e o liberalismo são, antes de tudo,  um estado da mente, um conjunto de sentimentos, um tipo de caráter, uma questão de moral pessoal, uma maneira de olhar para a ordem civil e para si na ordem social, um sentido de certo e errado, as convicções pessoais sobre justiça e honra.  Para os liberais, a continuidade da experiência humana, ou de um povo, oferece uma direção muito melhor para a política do que os planos abstratos dos filósofos socialistas de botequim. A grande e misteriosa raça humana adquiriu uma sabedoria prescritiva muito maior do que a mesquinha racionalidade privada de uma pessoa. Os liberais consideram saudáveis a mudança, pois representa também uma necessidade para a preservação e melhora da vida humana. Os socialistas permanecem parados na realidade social da época anterior à da revolução industrial e seu primórdio.  

A continuidade da experiência de um povo oferece uma direção muito melhor para a política do que os planos abstratos dos filósofos socialistas, sobretudo os de botequim.

Os humanos atuais são anões nos ombros de gigantes capazes de ver mais longe do que seus ancestrais apenas por causa da grande estatura do legado cultural dos que nos precederam no tempo.

A natureza humana sofre irremediavelmente de certas falhas graves. Sendo o homem imperfeito, nenhuma ordem social perfeita poderá jamais ser criada. Por causa das falhas e da inquietação humana, a humanidade tornar-se-ia rebelde sob qualquer dominação utópica e se desmantelaria, mais uma vez, em violento desencontro — ou então morreria de tédio.  Buscar a utopia é terminar em um desastre. Os humanos não são capazes de viver tão perfeitamente. Tudo o que se pode esperar razoavelmente é uma sociedade que seja sofrivelmente ordenada, justa e livre, na qual alguns males, desajustes e desprazeres continuarão a se existir. Politicamente falando, poder é a capacidade de se fazer aquilo que se queira, a despeito da aspiração dos próprios companheiros. Um estado em que um indivíduo ou um pequeno grupo é capaz de dominar as aspirações de seus companheiros sem controles é uma aberração na natureza, um despotismo, quer seja monárquico, aristocrático,  democrático ou tirânico. O Liberal se esforça por limitar e balancear o poder político para que não surjam nem a anarquia, nem a tirania. No entanto, em todas as épocas, sempre houve aqueles tentados a derrubar os limites colocados sobre o poder, a favor de interesses pessoais. É uma característica do radical socialista que ele pense o poder como uma força para o bem — desde que o poder esteja em suas mãos.  

Não ama o bem quem não odeia o mal. Esse é o principal motivo da antipatia do Vaticano comunista pelos judeus capitalistas corajosos que apoiam a liberdade e o individualismo meritocrático, que não se acumpliciam com os interesses de poder do Vaticano que se ajusta ao imbecil coletivo com a ferramenta do politicamente correto. A massa ignóbil diz: o que seria dos ricos sem os pobres!  A realidade de todos os tempos da humanidade mostra: o que seria da massa humana se não fosse pelos menos de 0,000001% dos humanos em cada geração. A inveja à riqueza adaptou a sua postura agressiva e idiota a um novo argumento denominado de “justiça social” fazendo-se de simpática, humilde, mas mantendo seu objetivo maior que é o da destruição da invejada riqueza [sentido amplo], a qual ela tenta incansavelmente destruir, praticamente, desde o início da humanidade, sempre andando de mãos dadas com o imbecil coletivo de cada época. Alguns percalços atrasaram a marcha da inveja, mas nunca a detiveram, ela sempre soube adaptar-se ao imbecil coletivo de cada cultura e época. No brasil atual, isto é representado por invejosos manipulados pelos “senhores da sabedoria”: professores esquerdistas que invejam a riqueza alheia e os jornalistas e artistas que divulgam o politicamente correto para os interesses econômicos para quem trabalham (de quem recebem) e o próprio bolso


O judiciário cada vez mais pronto para julgar de acordo com o “social” ou com “as ruas” em prol das classes “excluídas” ou “oprimidas”, incluindo nestas traficantes e assassinos, e os ditos “movimentos sociais” do tipo MST, organizações sindicais e ONGs, fartamente irrigados com dinheiro público para promoverem discórdias, badernas e depredações da riqueza alheia. A mesma complacência inexiste para um policial que comete um erro, mesmo que involuntário. 


SE O TITANIC AFUNDASSE HOJE CHEIO DE BRASILEIROS


Nossas ações e reações têm motivações profundas e não detectáveis pela simples aparência. Princípios que estão governando a vida de cada um não são demonstrados, verbalizados, e às vezes até não se tornam autoconscientes, de maneira que os mais incautos não podem tomar medidas de precaução para eliminá-los do repertório das ideias que lhes guiam ou tentam influenciá-los. Não reconhecem as reais motivações que escondem os discursos da “justiça social”: a maldade, o rancor, a amargura, a inveja  e o desejo de vingança  que os guiam, os dominam de maneira constante e silenciosa. Ao invés de enxergarem a verdade, os incautos os veem como uma classe de iluminados que possuem a fórmula mágica que irá consertar o Brasil. São portadores de algo conhecido como JUSTIÇA PRÓPRIA. Olham seus próximos de cima para baixo, sentem-se deuses e se arrogam os únicos no direito de reformar o Brasil, possivelmente até o mundo, restringindo a riqueza, a liberdade individual e econômica em prol do bem coletivo e da nação !

Vivemos cada vez mais uma inversão de valores e estamos nos tornando prisioneiros do politicamente correto da inveja e da mentira em todas as vertentes da sociedade.

E todos os que trabalham contra a sutileza da destruidora inveja são acusadas de ditadores, torturadores e antidemocráticos. Em meio a essa realidade, a família tradicional conservadora, a mola propulsora do núcleo do desenvolvimento de uma nação, tem a riqueza atacada pelo ITCMD para sustentar o Estado “justiceiro” dos improdutivos injustiçados pelos ricos mais produtivos, embora não exista nenhuma prova científica de que a riqueza de uns necessite da pobreza de outros, além da ciência econômica  e financeira relacionada ao custo-benefício de tudo que é feito na vida. É como se esse [a perseguição] fosse o prêmio merecido a pessoas como Leonardo da Vinci, Tesla, Benouli, Isaac Newton, e tantos outros que embora muitos sempre representaram uma parte insignificante da humanidade, mas que fizeram por ela mais do que todo os outros humanosÉ certo que se tivéssemos de fato um país SEM CORRUPÇÃO e sem a influencia cultural da hipocrisia do socialismo com seus utópicos discursos de “igualdade social”, “oportunidades iguais para todos”, e com um sistema tributário promotor do desenvolvimento, favorecedor do empreendedorismo, o Brasil em poucos anos se alinharia às nações do primeiro mundo, e estaria no rumo de expandir a riqueza para mais brasileiros gerando mais oportunidades e aumentando a possibilidade para mais brasileiros aproveitá-las por meio da educação. 

Em razão do Brasil estar mais para uma republiqueta cleptocrata  capicomunista e contaminada de uma falsa cultura moralista que trabalha para reduzir oportunidades, a exemplo da proibição da existência de cassinos no Brasil, produz, sem dúvida alguma, a necessidade do acúmulo patrimonial  gerador de renda ao longo da vida, que não pode estar somente no campo do desejo, pois é uma das maiores necessidades para sobreviver no presente e afastar os riscos do futuro sempre muito incerto no Brasil. Aqueles indivíduos que ainda defendem a ideia de que dinheiro não traz felicidade são, na verdade, apenas invejosos incapazes de gerar riqueza. Pobreza é sinônimo de improdutividade, que pode ser absoluta ou relativa, para Si ou para outro(s). O dinheiro permite que se possa alcançar o valor  mais importante: a liberdade. Não é por nada que os invejosos apoiam o socialismo, o comunismo e o fascismo. A inveja não é pelo dinheiro em si, mas pela liberdade que ele possibilita aos ricos. Qualquer liberdade para ser aproveitada de forma plena depende de dinheiro. Por isso o sistema capitalista se baseia nas liberdades individual e econômica. 

O rico é estigmatizado pelos psicóticos solidários como capitalista malvado egoísta explorador dos pobres. Contudo, faz parte do egoísmo do psicótico solidário  malvado invejoso só enxergar, e inventar com base na própria ignorância, aspectos desfavoráveis na vida dos ricos tal como a visão míope relacionada às alíquotas dos tributos incidentes em seu salário de forma relativa e nunca de forma absoluta os valores recolhidos pelas pessoas jurídicas geradoras de empregos e renda que consideram beneficiadas de alíquotas menores. Quando interessa aos solidariopatas, eles inventam argumentos pseudomoralistas para se vitimizarem e justificarem a distopia do tratamento igual para os desiguais, desde que o critério de ajuste só prejudique os outros (os mais ricos que ele). É como enfatizar as vantagens da Dinamarca, mas não importar  dela toda a legislação tributária e a sua inexistência de legislação trabalhista.

À título ilustrativo, a Noruega é um país onde não existe o imposto comunista sobre heranças e, relativamente, é um dos que mais possui milionários e bilionários. 

Embora sonhado pela maioria das pessoas, sobretudo os psicóticos-solidários, é evidente que esse cenário nunca foi alcançado pela maioria dos humanos em nenhum lugar do mundo em qualquer época. 1% dos mais ricos detém mais de 50% da riqueza mundial. A vida não não dá apenas o que se deseja, é preciso haver ação, esforço para conseguir e geração de valor. É preciso trabalho. Lembre-se de que o avião não decola a favor do vento e sim contra, MAS, é preciso saber que a quantidade de esforço empregada em um trabalho, por si só, não é relevante para isso. Dar o  melhor passando 24 horas cavando buracos no chão sem gerar valor algum para outro(s), não haverá recompensa que o fará rico. Trabalho duro não necessariamente enriquece. 

No mundo real, distante das utopias socialistas, existe apenas uma forma de gerar valor: realizando trocas voluntárias de produtos por dinheiro. Isso é uma questão óbvia. Todos precisam fazer algo por alguém para em contrapartida receber dinheiro pelo que fez e quanto mais valor houver no produto oferecido mais pessoas estarão dispostas a trocar o seu dinheiro pelo que é oferecido. O Bilionário é aquele que consegue fazer isto em grande escala e recebe dinheiro de forma proporcional.

Em praticamente um século, após o início da revolução industrial, o estímulo gerado pelo dinheiro criou o automóvel, o avião, o foguete e as viagens tribuladas ao espaço, entre milhares de outras coisas que geraram bem estar a ponto de a população mundial ter tido um aumento a nível cada vez mais beirando até a hipótese do insustentável. Contra este desenvolvimento econômico e a liberdade individual surge Karl Marx criador de uma falsa teoria econômica que serviu de apoio aos horrores totalitários vividos no Século XX, que não contribuiu para a prosperidade das nações, mas sim para disseminar fracasso, crueldade e sofrimento e dar apoio à inveja.  Com base em uma visão limitada e temporal, criou o sofisma de que riqueza e pobreza seriam  variáveis de uma equação de soma zero


mentalidade equação de soma zero

Karl Marx acreditava que a ganância do capitalista produziria uma concentração da riqueza nas mãos dos capitalistas egoístas malvados e, simultaneamente, produziria uma multidão cada vez maior de proletários miseráveis, que terminaria em uma revolta dos miseráveis e no fim do capitalismo. Assim, concebe o Estado absoluto que deveria esmagar a liberdade individual de prosperar e ainda traria a “felicidade” da vida igual para todos, exceto para os governantes que fariam o sacrifício pelo povo de viverem na infelicidade da riqueza. É notório que a escatologia “da crise final do capitalismo” marxista nunca existiu, só existiu no campo abstrato, e, de modo oposto, o tempo tornou claro que se trata de um conceito grosseiramente errado. Fazer a classe improdutiva hegemônica é fazer a pobreza hegemônica e querer produzir desenvolvimento baseado na improdutividade principalmente para inovar beira não só o absurdo, mas também a insanidade psicológica. No Brasil, no século XXI, o povo ainda vive iludido com o discurso em prol de um Estado “Grande”, "Socialista-democrático" e “Distribuidor de Riqueza”.

É fácil entender a inveja, mas é difícil entender a estupidez específica do psicótico-solidário revolucionário, existem vários tipos e motivações. Mas, eu admiro o total comprometimento deles com a estupidez. Para fazer um socialista feliz, não seja realista e verdadeiro, ofereça-lhes sorvete.  Recomendo ao leitor que assista todo o vídeo do link a seguir indicado: https://www.youtube.com/watch?v=r8-aLDhTzI8

A consequência de toda crise econômica é coletiva, mas a prosperidade coletiva parte do somatório da prosperidade individual, com ou sem crise: exemplos: Elon Musk, Bill Gates, Jeff Bezos, etc. Estimular a liberdade sempre foi e será um enorme problema relacionado a perda de poder político. Por isso, a Instituição da religião católica funciona com a pregação de valores rígidos e uma estrutura interna rigidamente hierarquizada. Isso também ajuda a entender porque os Papas sempre apoiaram ditadores nazistas, fascistas,  comunistas e socialistas geradores de pobreza (que a alimenta) em razão da restrição da liberdade.  Viver plano irreal nunca deu certo na vida de ninguém; todo regime político totalitário vai DE encontro à liberdade humana que resulta em baixa produtividade e pobreza. A palavra pobre significa improdutivo. Toda pessoa submetida a regime político totalitário resulta em viver em país com baixa produtividade e renda porque o ser humano não trabalha para realizar os próprios sonhos e sim os sonhos de outros.  O sistema capitalista possibilita liberdade para que as pessoas possam trabalhar para realizar os próprios sonhos e, por consequência, ser melhor remunerado. Em razão dessa liberdade ao encontro da natureza humana, as pessoas com maiores possibilidades de obterem renda alta são os empreendedores trabalhadores autônomos e os proprietários de negócios na direta proporção do valor atribuído pelos seus clientes/consumidores pelos seus serviços/produtos. Na condição de empregado o valor será retribuído de forma limitada ao salário fixo que , por sua vez, é limitado à condição do empreendimento e dos interesses do empregador. Mas, os empregados são aqueles que por inúmeros motivos relacionados ao querer e ao poder optaram por trabalhar pelos sonhos de outros, dos empregadores.

A inveja já foi considerada um dos sete pecados capitais antes de se tornar uma das virtudes mais admiradas com seu novo nome: “justiça social”.

A causa de vários males da sociedade é atribuída à desigualdade social pelos psicóticos-solidarios quando, na verdade, ela não é causa e sim consequência da diversidade humana e circunstâncias em que tudo está inserido. É uma crença do século XVIII e anterior que a riqueza de uns depende da pobreza de outros porque riqueza e pobreza seriam variáveis de uma equação de soma zero. Contudo, a verdade indica que a riqueza necessita de riqueza, em outras palavras: de consumidores com dinheiro para consumir. Ela é consequência de muitos não conseguirem se incluir na economia e da economia “capicomunista” corrupta brasileira não conseguir incorporá-los. Ambos em razão de inúmeras variáveis que a cultura dos psicóticos-solidários revolucionários não os permite enxergar e os fazem jogar a culpa na conta dos ricos por pura ignorância e inveja. A riqueza é o alvo predileto do discurso populista solidariopata e usado para desviar a atenção da real intenção do psicótico-solidariopata hipócrita. Existe uma simbiose deste com as frustrações e inveja à riqueza do eleitor capicomunista de Iphone brasileiro. Os semelhantes se atraem.

A ética nada mais é que o costume mais confortável para a maioria das pessoas, regras onde o egoísmo de cada um possa conviver melhor com o egoísmo coletivo, com vantagem para a coletividade. Muitos veem o dinheiro tal como a ética na civilização da antiguidade onde a única medida do valor de uma vida humana era o grau de poder que se tinha sobre outros. E o mundo natural era visto como um local sem valor, não valendo a pena investir em nada além daquilo que produzisse alimentos e poder sobre os outros. E, como dinheiro é poder, tudo que aparenta a sua existência/posse é cobiçado e INVEJADO, ainda que de valor transitório, supérfluo e contribua - no longo prazo - para a própria ruína: gastos em desejos supérfluos no hoje, tristezas no futuro pela falta de previdência.

A preponderante ignorância da maioria criou a crença de que a política e o político de “esquerda”  são os únicos preocupados com a humanidade, especialmente dos mais sofridos, e a “direita” e seus políticos unicamente preocupados com o próprio dinheiro, e é representada pelo capitalista egoísta malvado, explorador de seus empregados. Contudo, a realidade demonstra o exato oposto. 

O Sistema Tributário brasileiro deve garantir estímulo aos setores que geram a grande riqueza. A corrupção no setor público, em todas as instâncias, Federal, Estadual e Municipal, e inclusive no setor privado, nas ONGs de fachada, nos Sindicatos e até nas igrejas, que produz poucos ricos lutando para não perderem a riqueza e muitos pobres sem esperança de melhora não serve de justificativa para classificar o Brasil como um paraíso fiscal de ricos. O ITCMD equivale ao politicamente correto em aceitar uma gota do veneno da inveja à riqueza disfarçada de “justiça social”, "igualdade social", "oportunidades iguais para todos", no copo de água límpida do capitalismo como se não fosse fazer mal algum para a coletividade, para o país, e somente para os mais ricos.

Mesmo quando o motivo subjacente seja o mero interesse próprio, a natureza humana dos solidariopatas dissimula esse desagradável impulso atrás de uma capa de aparente lógica, bom senso e preocupação humanitária.  Todo o desenvolvimento do mundo só ocorre (e ocorreu) em razão do dinheiro. O poder do dinheiro e do “egoísmo” do bilionário fazerem o bem é muito superior ao discurso de qualquer solidariopata, sobretudo brasileiro. Warren Buffett não ganhou seu primeiro bilhão até os 55 anos. Em 2020 ele tinha aproximadamente US $ 100 bilhões. Ele teria tido mais se não tivesse doado tanto para instituições de caridade desde meados dos anos 2000, quando começou a doar para a Fundação Gates.

O aproveitamento das oportunidades no sistema capitalista, baseado na liberdade individual e econômica, de modo oposto à crença socialista, não se relaciona à necessidade da pobreza de outros, não é causa desta na sociedade contemporânea.  Por óbvio, os países capitalistas onde há menos pobreza há mais consumo e mais riqueza. Excetuando-se o mercado em monopólio e oligopólio que o Estado capitalista deve vigiar, o capitalista malvado egoísta NÃO obriga ninguém a pagar pelos seus serviços e mercadorias, que são LIVREMENTE  adquiridos com base no valor [benefício] considerado pelos adquirentes. Só os “esquerdopatas”, mesmo de Iphone, não veem! 

É certo que o crescimento econômico possibilitado pelo capitalismo também levou ao aumento da desigualdade social que, no Brasil, é muito agravada pela ineficiência no uso dos recursos e a corrupção da administração pública (sentido amplo), e cujas variadas causas, por vários motivos, é atribuída exclusivamente aos ricos e suas riquezas, e nada se fala da corrupção como a sua mais importante causa. Há “esquerdopata” que condena até mesmo a meritocracia em razão desta produzir desigualdade. É como se um atleta campeão não pudesse ser patrocinado (melhor pago) ou que o patrocínio tivesse que ser de forma igual ao que ficou em último lugar na competição, sob pena de haver confisco da renda desigual para que o crescimento econômico possa coexistir com uma distribuição uniforme entre os desiguais.

É uma desculpa popular criada pelos que não têm dinheiro na quantidade que desejariam - os capicomunistas de IPhone que adoram viajar para os USA  - que o dinheiro não traz felicidade, mesmo sabendo que ele tem o poder de fazer com que os problemas que produzem infelicidade desapareçam ou sejam atenuados. 

O dinheiro é o mestre e senhor de riqueza medida e desmedida, ele é a motivação da paz e da guerra. O crédito das nações depende dele; seus correspondentes são inumeráveis; seus mensageiros especiais sempre foram mais numerosos do que os de todos os Reis, príncipes soberanos e soberanos absolutistas, ministros de Estado estão a seu serviço. Senhor supremo nos gabinetes em todos os continentes da Terra. Todos têm que aprender evitar os seus males pela dura experiência dos erros e acertos. É preciso aprender a reconhecer a insignificância nas aparências e a discernir o profundo do superficial para fazer a melhor avaliação e uso do dinheiro.

O desenvolvimento (a vida) exige a compactação/redução (sentido figurado), portabilidade/liquidez de todos os bens que não são imediatamente consumidos para que permaneçam como reserva de riqueza para uso posterior e que seu possuidor possa dispor delas em qualquer lugar. E isso ainda não é representado melhor por outra coisa senão o ouro e o dinheiro. Portanto, todo o bem estar do ser humano é dependente de bens e direitos representados pelo seu equivalente em ouro e dinheiro, que constituem medida cômoda de valor de todas as coisas, inclusive entre nações diferentes. Graças a essas medidas de valor, os bens móveis e imóveis podem “acompanhar” seu possuidor a todo lugar. E a possibilidade de serem passados entre os interessados com mais facilidade alimenta toda a cadeia produtiva do Estado. A tal ponto de sua importância poder ser comparada a corrente sanguínea para o Ser Humano. Onde o ouro e o dinheiro são escassos surgem  ruína e desgraça; onde são abundantes há força no movimento das trocas de riquezas.  

A vida pode ser mais importante que o dinheiro, mas é o dinheiro que sustenta a vida. Dinheiro pode não ser a coisa mais importante na vida, mas afeta tudo o que é de importante: saúde, educação e qualidade de vida. Quando se tem dinheiro, governa-se a própria vida; do contrário, a vida governa. É comprovado que aqueles que mais falam mal do dinheiro são os que não o tem e, ainda, invejam quem o tem.  Lembre-se sempre de que a única coisa que pode ser acumulada sem limites, sem produzir inconvenientes em razão do acúmulo, por si própria, é o dinheiro. Ele também será sempre o seu maior amigo e ao que poderá recorrer nas dificuldades sem qualquer constrangimento. É o único que poderá lhe acompanhar incondicionalmente para onde você for até o seu último suspiro de vida, e ainda o ajudará no seu enterro. É o único que após a sua partida da vida ficará disponível plenamente para auxiliar a sua família. Veja a vida com realismo, veja o papel do dinheiro desprovido dos interesses políticos religiosos ou não de marginalizá-lo. A simples consciência disso será um grande estímulo.  

A importância do dinheiro na humanidade inspirou a criação do sistema capitalista e a produção dos bens de capital que incentivaram a inovação e o desenvolvimento tecnológico que fizeram com que países com política menos corrupta passassem de uma economia agrícola para a industrial e, hodiernamente, para a fase atual pós-industrial, de tecnologia e de serviços cada vez com menos sobrecarga física humana para serem realizados e elevação da qualidade de vida para a maioria que sabe, quer e pode aproveitar o melhor do capitalismo. Ele possibilitou o aumento da produtividade cada vez mais com redução de custo, dependendo cada vez menos do trabalho escravo humano e a existência cada vez mais de obtenção de renda alavancada e de forma até passiva individualmente.

Até o início da revolução industrial, a alavancagem era praticada por muito poucos, praticamente pelos monarcas e seus vassalos, os senhores feudais, e cuja alavanca usada era o próprio ser humano submetido ao trabalho escravo: trabalhando "livremente" apenas em troca de moradia e alimentação. Sem a invenção do dinheiro não teria havido a multiplicação da riqueza e esta estaria baseada preponderantemente em terras, animais e minerais e a única forma de obtê-los em pequena escala seria pelas trocas e em grande escala, por exemplo, para um país, somente por meio de guerras, confisco, roubos, em suma com violência. Logo a tecnologia e o comércio mundial com base no dinheiro contribuíram para afastar o risco de guerras entre as nações. Os males do dinheiro estão associados aos males de quem o usa.

O capitalismo fez com que a Inglaterra passasse de 6 milhões de habitantes com 98% miseráveis até o início da revolução industrial para 52 milhões, com o surgimento de mais ricos, 200 anos após, em razão da elevação da qualidade de vida. O capitalismo transformou em 200 anos os EUA de uma pequena colônia britânica na maior potência econômica do Mundo. O capitalismo triunfou sobre a fase da Grande Depressão, a segunda Guerra Mundial e a qualquer outro distúrbio político ou econômico menores. Foram conduzidos mais estudos sobre os mercados dos USA do que qualquer outro país do Mundo. É obvio que o capital (sentido amplo) só está prontamente disponível para qualquer empreendimento que seja propenso a ser lucrativo. Isso faz com que as taxas de retorno de investimentos em renda fixa não possam ser sustentadas pelo governo no longo prazo como também a política de tributar o risco do empreendedorismo em taxas iguais ou maiores ao do “empreguismo”.

No Brasil ainda perdura desde o início do século XVI a corrupção que produz com seu  disseminado povo aculturado seres humanos com uma visão tacanha sobre causas e consequências dos problemas brasileiros, trocando efeito por causa. Infelizmente, o sistema tributário brasileiro pratica tanto o capitalismo como o comunismo. Foi o politicamente correto do constituinte demagogo de aceitar um pouco de veneno misturado a uma vitamina para agradar o assassino. O ITCMD é uma clara violação desnecessária, imoral e desarrazoada ao direito de propriedade. No capitalismo não há lugar na riqueza para todos, é uma condição natural deste e que está em consonância com as forças de equilíbrio da natureza, que trabalha pela desigualdade. Não há relato de alguém que  tenha vencido uma luta contra a natureza, que a tenha impedido de se manifestar naturalmente, mas sim de muitos que destruíram a si e a muitos outros lutando contra ela. Quando a correnteza é muito forte certamente não se deve lutar contra ela, é preciso achar outro caminho ou adaptar-se a ela. Para os religiosos fanáticos pensarem: se tudo vem de Deus então o dinheiro veio para ajudar a melhorar e não para atrapalhar e piorar, e muito menos para uma finalidade dupla de ajudar e atrapalhar simultaneamente.

A existência de pessoas mais recompensadas pelo capitalismo face a uma maioria não tão recompensada não deveria justificar legislar para confiscar patrimônio já todo tributado dos mais adaptados/”beneficiados” pelo ITCMD sem nenhum respeito à capacidade contributiva líquida da pessoa natural e à capacidade civil do sujeito passivo da obrigação tributária (até nascituro é incluído) em prol do Estado que, em tese, deveria (mas parece não fazer adequadamente) combater a corrupção em prol dos mais pobres que não podem e/ou não querem esforçar-se pela sua parte.

Além de satisfazer a segurança, as necessidades e os desejos, o papel social do dinheiro, da riqueza e daqueles que conseguiram tê-lo em grande quantidade é o de distribuí-lo em forma de tributos nos serviços e produtos consumidos, negócios e investimentos, além de doações filantrópicas. Se um milionário poupa ao invés de investir, o Banco empresta para outro não tão rico investir. Até o dinheiro parado no Banco é capaz de fazer mais pela sociedade do que o altruísmo de  muitos solidariopatas pobres. Ainda há algo pior, essas criticas à riqueza são mais em razão da inveja que muitos [políticos e eleitores] têm dos ricos do que da própria ignorância em si. Como a maioria dos eleitores são pobres e/ou recheados de ignorância, a política tende a ser recheada de discurso populista contra os ricos e a riqueza.  Sem os serviços públicos de saúde [ainda que sucateados] financiados pelos tributos gerados pelos ricos e seus empreendimentos, tanto no papel de contribuintes de fato como de direito, milhares morreriam além do que já morrem. Médicos, enfermeiros, e profissionais da saúde na primeira linha da luta para salvar vidas e os pesquisadores, estudiosos, e cientistas que se concentram na produção por ex. de vacinas para o Covid-19 são também financiados pelos tributos arrecadados pelos investimentos,  renda e consumo dos mais ricos, além de trabalharem motivados pelo interesse [necessidade] no [do] dinheiro que os fazem - secundariamente - ajudar outros humanos.  

Ser psicótico-solidário revolucionário socialista não é preocupar-se com a pobreza, e sim invejar e odiar a riqueza, além de fazer prova de ignorância. Na vida não existe ponto sem contraponto, vantagens sem desvantagens. Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem seu oposto. Isso já foi observado pelo autor do livro CAIBALION Hermes Trismegisto legislador egípcio e filósofo, que viveu na região de Ninus na época estimada de 1500 a.C a 2500 a.C. O capitalismo produz riqueza e também desperdício; O gasto supérfluo de uns (visto como unicamente desperdício pelos solidariopatas) também gera emprego e renda para muitos outros. As sobras de dinheiro alimentam a indústria de turismo, aviação, hoteleira, etc. Para cada Ferrari vendida quanto de tributos e empregos não são gerados? O socialismo produz falta e pobreza igualitária aos governados exceto aos governantes. A riqueza existe para reduzir as forças destrutivas da pobreza. O único antídoto da pobreza é a riqueza. Ser capitalista é acreditar  que é possível uma sociedade de produção e abundância e que a repartição igualitária é uma distopia solidariopata. As causas da pobreza são inúmeras e a riqueza lícita não consta nesse conjunto, as mais evidentes fora os aspectos relacionados à natureza particular biológica individual são: o regime econômico capicomunista brasileiro, a ineficiência do Estado para alocar recursos e investir e a corrupção, que inibem a prosperidade sobretudo da classe media e desvirtuam a riqueza; justificativas no sentido contrário correspondem à "filosofia" do falso moralismo socialista. É indispensável o papel social dos ricos, milionários e bilionários para a prosperidade do mundo.


Os ricos distribuem renda de várias formas.

O aumento de bilionários no Mundo está associado à redução de pobreza.

O Mundo sempre foi um lugar com mais improdutivos [pobres] do que produtivos de alto valor adicionado [rico]. Metaforicamente, os poucos ricos são a locomotiva e os milhares de pobres são os vagões puxados por eles. Quantos não trabalham para a Amazon, Tesla, Microsoft, Google, Ambev, e tantas outras bilionárias empresas? Os seus empregados são apenas mais um na multidão, mas os grandes empreendedores são quase únicos no mundo. 

Queira o Vaticano assumir ou esconder, a bíblia é prova da desigualdade natural humana. Ela diz: "A quem muito é dado muito lhe será cobrado". Em outras palavras, "A quem muito é cobrado, mais lhe será dado." Todos serão cobrados na proporção do que recebem, do que possuem, do que fazem, do que assumem. Por óbvio, para ter mais é preciso dar mais de si para saber mais e assumir mais responsabilidades em amplo sentido. Ao profissional autônomo e ao empreendedor que assumem maiores riscos financeiros em prol do interesse na própria riqueza fazendo para a sociedade onde atuam lhes são dados mais possibilidades de enriquecimento do que a um empregado, ainda que muito trabalhe e assuma responsabilidades no seu escopo de atuação. Para ilustrar cito dois fatos notórios: (1) A vida mostra que quem investe no mercado de renda variável pode obter mais renda do que quem com menos esforço intelectual, responsabilidade e risco financeiro investe em renda fixa; (2) A probabilidade de conseguir passar a vida investindo seu trabalho visando apenas retorno em renda lastreada em salário e ficar milionário com isso é praticamente zero. (3) A regra para ser bilionário é assumir risco financeiro e empreender produzindo valor em larga escala para a sociedade, ou seja, sendo produtivo e não improdutivo.

Se eu perguntasse a meus compradores o que eles queriam, teriam dito um cavalo mais rápido. [ Henry Ford].


A título ilustrativo (1): Não obstante tudo na vida fazer parte de uma sistema onde tudo e todos são interdependentes, esta não é equivalente para todos. Os pobres dependem mais dos ricos do que estes dos pobres.  É melhor ser empregado de uma empresa gigante ou pequena? Ser servidor público em país rico ou pobre? Em Estado rico ou pobre? Paradoxalmente, os solidariopatas ao contrários aos seus discursos contra a riqueza preferem sempre trabalhar vinculados à maior riqueza possível. Por sua vez, o poder público não precisa determinadamente de alguém, ele só precisa de um alguém qualquer que atenda as qualificações de um edital, que comumente existe em muito maior número que o de vagas oferecidas no edital.

A título ilustrativo (2): A JBS, Indústria de alimento com ações na Bolsa de Valores brasileira (JBSS3), informou na quarta-feira, 17/11/21, que ingressou no mercado de proteína cultivada com investimento de US$100 milhões.  Em um comunicado ao mercado, a companhia divulgou que sua controlada JBS Global Luxembourg celebrou um acordo para aquisição do controle da sociedade espanhola BioTech Foods. A tecnologia de proteína cultivada consiste na produção de alimentos a partir de células animais, e inclui o investimento de US$ 41 milhões na construção de uma nova unidade fabril na Espanha para dar escala à produção. A JBS também anunciou a implantação do primeiro Centro de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) em Biotecnologia de Alimentos e de Proteína Cultivada no Brasil. A BioTech Foods é uma das líderes no desenvolvimento de biotecnologia para a produção de proteína cultivada.  Fundada em 2017, a companhia opera uma planta-piloto na cidade espanhola de San Sebastián e tem a expectativa de alcançar a produção comercial em meados de 2024 quando a proteína cultivada chegará aos consumidores na forma de diversos alimentos preparados, como hambúrgueres, embutidos, almôndegas, entre outros, com a mesma qualidade, segurança, sabor e textura provenientes da proteína tradicional. Segundo a JBS, a tecnologia tem potencial não apenas para a produção de proteína bovina, mas também para a de frangos, suínos e pescados. Com o investimento no Centro de Pesquisa em Proteína Cultivada no Brasil, previsto para ser inaugurado em 2022, a JBS pretende desenvolver novas técnicas que acelerem os ganhos de escala e reduzam os custos de produção da proteína cultivada, antecipando sua comercialização no mercado. No total, a JBS destinará US$100 milhões às duas iniciativas, que estão em linha com a estratégia da companhia de ampliar a sua plataforma de novas formas de produção de proteína, como reflexo das novas tendências de consumo e do crescimento populacional esperado nas próximas décadas. Seria mais inteligente e honesto que os solidariopatas reconhecessem que o egoísmo dos bilionários contribui para aliviar a fome no mundo mais do que o altruísmo dos psicóticos-solidários revolucionários pobres. É claro que esse benefício também produzirá malefício aos criadores de bovinos, caprinos, suínos, aves, e outros.

De forma simplificada, quanto maior o problema que alguém com uma inovação, um serviço, um produto resolve para outros, maior o seu valor. Os bilionários são aqueles que produzem valor para a sociedade, são exemplos notórios: Bill Gates, Jeff Bezos, Steve Jobs. É fato que até o dinheiro parado na conta bancária dos “egoístas e malvados” bilionários ajuda, por meio de empréstimos, mais a sociedade do que milhares de altruístas pobres que os criticam (invejam). 

Conforme disse Friedrich W. Nietzsche: “o discurso da caridade interessa antes de todos ao fragilizado que o faz”. É exemplo notório o altruísmo do cristão espírita para o próprio supersticioso benefício pós morte! O necessitado é apenas um instrumento ao próprio interesse. É perfeitamente compreensível que os fragilizados e supersticiosos necessitem de um protetor, na hipótese do regime socialista de um Estado demasiadamente protetor, mas igualmente necessário para a sobrevivência é enxergar a realidade de forma correta. Todo progresso só acontece fora da zona de conforto. Não adianta desejar que todos sejam pobres para sentir-se com menos medo da pobreza. Quem deseja a pobreza alheia terá como castigo a própria pobreza. Este é o princípio de causa e efeito: Toda causa tem seu efeito, todo efeito tem sua causa; tudo acontece de acordo com esta lei; O acaso (sorte ou azar) é simplesmente o nome dado a uma lei universal desconhecida ou a lei da causa e efeito mal percebida. Há muitos planos de causalidade, porém nada escapa à lei. Em suma, muito do aceito como aleatório não o é de fato. 

Não obstante a contribuição dos acasos, do aleatório, das contingências, a penúria e a ignorância foram os principais resultados da degenerada burocratização dos Estados socialistas onde a propriedade privada do capital foi expropriada. Mas a causa socialista permanece como o projeto de conquista da fartura, da abundância, da educação, contudo, sem o principal ingrediente que é o dinheiro. Seu maior obstáculo sempre foi a realidade. 

A ambição dos marxistas só combina com a vida vegetal que depende somente de alimentação e abrigo. A vida humana, cuja complexidade foi transformada, para o bem e o mal, e ampliada pelo capitalismo exige muito mais do que apenas um prato de comida e abrigo. Todo o desenvolvimento científico e tecnológico não foi financiado ou motivado apenas por satisfação alimentar e outras necessidades básicas.  A idealização de uma sociedade em que todos estão em harmonia uns com os outros em um ambiente natural perfeito é uma fantasia comunista infantil ideológica inspirada pelo comunismo celestial do cristianismo. Não há nada na natureza que seja exatamente igual e nenhum humano psicologicamente sadio que queira ser exatamente igual a outro. As forças da natureza conspiram a favor da desigualdade. A vida humana é uma permanente competição dos desiguais em condições desiguais pela sobrevivência. O vídeo a seguir, embora seja uma caricatura da realidade, a ilustra bem e faz entender a importância da concorrência com preços livres no mercado privado  no sistema capitalista:


A concorrência é cruel, mas capitalismo sem ela e com preços livres seria ainda mais cruel e para todos. Seria ainda pior do que o capicomunismo brasileiro com preços tabelados e racionamentos.

Os solidariopatas da “justiça social” veem as conquistas daqueles que invejam, mas não conseguem discernir a estratégia que gerou a vitória deles. Para ser vitorioso no sistema capitalista é preciso ver o que não está visível. Importante não é apenas ver o que ninguém nunca viu, mas também pensar sobre o que ninguém nunca pensou sobre algo que todo mundo vê. 

Esteja certo de que os bons lugares que qualquer um deseja conseguir na vida, seja o que este representar,  também estará sendo cobiçado por vários outros. E, enquanto uns estão com preguiça outros estarão avançando, trabalhando arduamente para consegui-lo.

Karl Marx, com influência da realidade de sua época, enfatizou de forma tacanha e imbecilizada que os homens serviam a produção, e não a produção e os capitalistas donos da produção aos homens. Que a produção não tem por objetivo a satisfação das necessidades humanas, mas a busca da valorização do capital. Os "capicomunistas de iphone" brasileiros alegam que as teorias econômicas de Karl Marx não são empreendidas em razão dos interesses dos capitalistas egoístas malvados e não pela sua total inépcia. 

Contudo, Karl Marx não considerou que a penúria e escassez material e cultural do passado humano não permaneceram as mesmas graças ao sistema capitalista baseado na liberdade individual e na econômica de preços livres no mercado privado. Elas foram mudadas pelo capitalismo. No início da revolução industrial a Inglaterra tinha 6 milhões de habitantes com apenas 1% mais distante da pobreza, após 200 anos, em razão do capitalismo, a população chegou a 52 milhões de habitantes.  E, ainda pior, os psicóticos-solidários revolucionários da atualidade não enxergam (ou se negam a ver) a pobreza de Cuba e Venezuela em razão da falta de dinheiro e capital (sentido amplo) inclusive estrangeiro.

O Mundo mudou e  capitalismo ajudou a acelerar a mudança. As regras de trabalho mudaram! Na época de Karl Marx e anterior à revolução industrial ou nos seus primórdios a força de trabalho não era potencializada pela tecnologia como atualmente; a produtividade era associada culturalmente apenas diretamente ao trabalho humano. Não se falava/pensava no papel social da tecnologia, da ciência, dos bens de capital, da inovação, das indústrias, da riqueza, do empreendedorismo, dos preços livres no mercado privado, do próprio dinheiro por si o motivo maior do trabalho e combustível principal da criatividade e inovação, em suma do desenvolvimento . Se não fosse em razão de obrigação de ofício no qual os prestadores de serviço estão comprometidos devido à necessidade de dinheiro quem iria fazer o serviço público que juridicamente é proibido à iniciativa privada ou cujo custo-benefício não lhe interessa, e muitas vezes a nem mesmo a pessoa natural que o faz? Apenas para ilustrar: Quem psicologicamente sadio iria gostar de trabalhar ajudando pessoas a saírem da cracolândia? A cuidar de pessoas com HIV? A correr atrás de criminoso podendo levar um tiro e morrer? A entrar em um prédio em chamas? No mundo contemporâneo a concorrência obriga todos a fazerem mais com menos. Se o empregado sente-se escravo do empregador, este é escravo do seu consumidor. Metaforicamente, é preciso usar uma alavanca para levantar um peso com menos esforço. Todos precisam aplicar a Lei do menor esforço e menor custo a favor de si e/ou ao seu negócio. É uma exigência de sobrevivência no mundo atual. O vídeo no link a seguir ilustra bem o esforço constante para a redução de custos, que inclusive tem sacrificado muitos postos de trabalhos: https://www.youtube.com/watch?v=wiPrg4kDkhw. 

A concorrência é uma guerra disseminada. Não pode existir capitalismo com preços livres sem concorrência. Por consequência dessa realidade não óbvia para os psicóticos-solidários revolucionários, cegos pelo rancor, ignorância e pela inveja, os bilionários deveriam ser enaltecidos pelo seu papel social por fazerem coisas de valor para a sociedade que as consomem de forma livre e, em razão dessa escolha livre, faz com que alguns sejam bilionários. É uma troca livre de serviços e ou mercadorias de forma alavancada e muito favorável ao consumidor e a quem as oferece à sociedade.

"O mais importante comumente está invisível aos olhos"

Uma visão socialista fantasiosa é uma relação alienada com a realidade. Há uma distopia no desejo de igualdade e de adaptar o mundo aos interesses infantis solidariopata. Se o capitalismo permite que a publicidade faça produtos adquirirem qualidades mágicas, necessidades artificiais, e que muitos gastem seus dinheiros para tê-los enquanto outros são incapazes de garantir a satisfação das necessidades fundamentais, não é motivo para viver enraivecido contra a riqueza e os ricos, haja vista nunca ter sido provado que no socialismo a pobreza poderia ser menor. A única certeza é que a riqueza invejada seria perseguida e destruída e a pobreza maior. Nem os pobres em Cuba ou Venezuela desejam a igualdade socializada, só quem a defende são os que dela obtêm vantagens. 

A ampliação das necessidades é parte de um processo de crescimento material e cultural que se transformou muito por meio do trabalho no sistema capitalista, no qual o trabalho, que outrora era apenas para garantir as necessidades básicas para manutenção da vida, também foi modificado pela riqueza e diversidades geradas pelo capitalismo. A industrialização e a tecnologia estimuladas pelo dinheiro (capital) está permitindo cada vez mais conforto e a redução do trabalho humano direto e do tempo necessário para a produção dos produtos, ampliando cada vez mais a possibilidade de modificação gradual da divisão milenar entre o trabalho manual e o trabalho intelectual. Os psicóticos-solidariopatas precisam tornar-se adultos. Ser socialista é apostar na fantasia, no impossível, no atraso, na pobreza.

Uma verdade contundente é que o pobre, a classe média e os falsos ricos não sabem que o capitalismo possibilita ganhar dinheiro com o dinheiro do que apenas confiar no próprio trabalho ou único emprego ou único negócio. Por analogia, da mesma forma que na maioria das vezes o risco do investimento no mercado de renda variável está no investidor e não no investimento em si, a maioria dos problemas financeiros na vida de alguém está na própria pessoa e não no capitalismo. 

É preciso saber que existem ativos no mercado financeiro do sistema capitalista que podem gerar renda muito acima de simples salários. Um dos temas fundamentais do livro de Thomas Piketty, Capital in the Twenty-First Century, é que uma importante razão, talvez a maior, pela qual a desigualdade de renda e de riqueza aumenta com o tempo é que o capital rende mais e gera mais riqueza do que o trabalho. É melhor aceitar esta realidade e tirar proveito dela do que passar a vida lutando contra ela sob pena de ficar pobre no tempo ao invés de rico. O capitalismo existe para ajudar as pessoas a enriquecerem, contudo, para que esta ajuda ocorra existem condições que não estão ao igual alcance para todos: as diferenças de possibilidades, de educação, de intelecto e de querer ajuda e aprender são apenas alguns dos fatores determinantes para o melhor resultado.

Nem todo rico é ruim. Nem todo pobre é bom. Sempre existiram problemas relacionados ao dinheiro. Hoje é possível, embora não igualmente para todos, escolher ter os problemas associados a pouco ou a muito dinheiro. Os termos “capitalista malvado egoísta” e “capital predatório” só combinam com a sociedade até meados do século XX. Estamos a cada década cada vez mais longe dessa realidade que - por razões também muito individuais - só é aproveitada por poucos. No brasil é muito comum acusar o capitalismo de predatório ao invés da política e seus agentes. É uma crença da sociedade da época do mercantilismo que é repetida sem reflexão.

"O grande acontecimento do século foi a ascensão espantosa e fulminante do idiota". [Nelson Rodrigues]

Os idiotas estão produzindo e apoiando a inversão de valores.


"Nunca discuta com um ignorante. Ele te rebaixará ao nível dele e te vencerá por experiência" [Mark Twain]

Exemplos claros e incontestáveis disso: (1) A renda oriunda de emprego/salário deveria ser vista como um investimento que quase sempre acompanha apenas a inflação e, ainda, nunca de forma imediata e sim, comumente, após longos períodos sem atualização monetária.  Os salários, quando não estão perdendo para a inflação no tempo, para a grande maioria das pessoas, apenas são “corrigidos” pela inflação, ou têm um aumento mínimo acima da taxa de inflação para outros poucos assalariados. Salários elevados com reajustes acima da inflação estão mais nos sonhos do que na realidade. No setor público haveria ofensa à moralidade e a razoabilidade. Na iniciativa privada estão limitados a poucos empregados de grandes empresas com grandes lucratividades que pagam boas bonificações por desempenho. O emprego é um investimento quase sempre mal corrigido pela inflação. 

Se você se vê em um buraco, a primeira coisa a fazer é parar de cavar. Sabedoria é a arte de saber o que ignorar.

Em um mundo que está mudando com uma rapidez surpreendente não perceber as mudanças desfavoráveis e favoráveis e não assumir 'riscos' e permanecer na mesmice da época dos pais e avós é a estratégia garantida para o fracasso. Quem faz só o que deseja no presente, deverá estar preparado para suportar o que não deseja no futuro

“Aquele que se empenha a resolver as dificuldades, resolve-as antes que elas surjam.” [Sun Tzu – 544 a.c – 496 a.c]


A vida é cruel. Quem precisa não tem e quem não precisa tem e não faz bom uso do que tem. Contudo, ou aceita-se essa realidade ou aceita-se a miséria (sentido amplo) igualitária para os governados e riqueza somente para os governantes.

Pouquíssimos são os que possuem renda para ambos os momentos da vida. Este fato óbvio é ignorado pela quase totalidade dos assalariados brasileiros que passam a vida fazendo a mesma coisa, muitos ainda gastando o que não podem, esperando benesses de empregador, público ou privado, e no final querem obter o mesmo resultado de outros que passaram a vida produtiva não só trabalhando, mas também investindo em ativos geradores de renda passiva.

Por outro lado, ''trabalhadores-investidores" - inicialmente até não tão ricos - no mercado de ações, além de protegerem o dinheiro da depreciação no longo prazo, fazem 4% ou mesmo 6,5% - 7% de taxa de retorno que pode ser capitalizada de forma composta ao longo do tempo. O que se deve esperar de igualdade de riqueza entre ambos após 30 anos? Ainda, com certeza, há volatilidade nesses números e intervalo de tempo. O conhecimento adequado ainda possibilita aproveitar as "crises" e a volatilidade dos preços dos ativos e gerar ganhos muito acima do indicado neste exemplo hipotético. (2) A diferença de conhecimento, responsabilidades e interesses faz com que existam o investidor sabedor do que faz que se mantém acumulando ativos geradores de renda passiva no longo prazo, cujo capital o ajudará a superar o obtido com o próprio trabalho, e o "investidor" não sabedor do que faz, que perderá ainda mais o capital que poderia lhe ajudar a aumentar a renda. 

O capitalismo é produtor de desigualdade social porque é gerador de oportunidades que podem resultar em riquezas, mas que nunca foram aproveitadas da melhor forma por todos. Em 2021 passamos a ver o aumento da taxa Selic que faz com que os “investidores” na Bolsa de Valores comecem a ficar Inebriados pela ressurreição da renda fixa, e comecem a desviar o foco das ações que em cinco anos terão se arrependido de ter vendido ou não ter comprado aos preços atuais. O cenário pessimista econômico produzido pelo Covid-19 e pela política brasileira sempre serviu para testar o conhecimento e as convicções e separar os investidores que sabem os motivos que os levam a investir na Bolsa de Valores e aproveitar as volatilidades e as quedas de preços dos ativos a seu favor, dos “investidores” que só operam quando o céu está azul como o que tivemos de 2016 a 2020. O fracasso sempre foi uma oportunidade para um recomeço com mais experiência, mas as diferenças dos humanos também fazem com que poucos pensem dessa forma e muitos erros permaneçam recorrentes. 

Metaforicamente, na vida sempre houve o bom e o mal marinheiro. O bom marinheiro preocupa-se com a tempestade, mas não trabalha desanimado porque ele está preparado para quando tudo não estiver favorável. Ele é persistente, disciplinado e focado nos benefícios que terá após passar a tempestade.  Se a maioria está desesperado vendendo ativos apenas porque os preços estão caindo, lembre-se de que não precisa de muito para todo o discurso do “investidor” mudar de foco. Sempre foram poucos os investidores que aproveitam as grandes e raras oportunidades para comprar com grande desconto e de forma lícita ficam mais ricos em razão de conhecimento e  foco diferentes de quem agiu no exato oposto.

Além disso, existem menos riscos e aborrecimentos associados ao capital investido em grandes e consolidadas empresas se você souber usá-lo a seu favor do que empreender em um negócio próprio. É melhor ter uma pequena participação em diversos negócios grandes do que 100% de um só negócio pequeno.

Qualquer um pode perder seu emprego a qualquer momento em qualquer lugar do mundo. Em 2020 a política brasileira destruiu a previdência dos servidores públicos e muitos sofrerão pela imprudência de terem acreditado na sua imutabilidade. Mesmo que tenha a sorte de sempre ter um emprego, trabalhar envolve muitos aborrecimentos. Além do que todo mundo precisa de uma renda, e na maioria das vezes não é possível ter capital necessário para largar seus empregos e se concentrar em ser um empreendedor em tempo integral em um negócio próprio.

No socialismo é ainda pior. Não há possibilidade de fazer o dinheiro trabalhar para quem o possui. A única forma de alavancagem é a dos tiranos ocupantes do poder e seus comparsas que usam o trabalho escravo do povo como alavanca para o próprio enriquecimento ilícito e imoral. No entanto, o que estou alertando aos leitores é que é uma realidade matemática que os retornos possíveis no mercado de renda variável possibilitado pelo capitalismo podem tornar mais fácil a vida financeira de muitas pessoas. Neste caso, a causa de desigualdade social já seria a educação financeira e não somente a desculpa da falta de dinheiro para investir. A barreira não é só a pobreza, mas também a falta de educação financeira.  Vejamos um exemplo simples para ilustrar este ponto de vista:

João se formou e está ganhando $ 30.000 ano . Ele trabalhou por três ou quatro anos. Se seu salário aumentar 3% a cada ano, POR HIPÓTESE 1% acima da inflação, ele estará ganhando 97.861,13 em quarenta anos antes de se aposentar. No entanto, se descontarmos a inflação do período, isso equivalerá a muito menos.   

Em comparação, se ele investir em ativos reais no mercado de renda variável em média apenas $ 250 por mês + um investimento único de $25.000, seu pecúlio valerá 1,9 milhão em quarenta anos. E seu dinheiro estará protegido da depreciação pela inflação.   Agora vamos mudar um pouco os números:

Imagine que ele investe $ 100.000 nos primeiros anos, além dos $250 por mês. Ele agora teria mais de 4,2 milhões em quarenta anos além da renda gerada anual em proventos. E o dinheiro extra não foi adquirido trabalhando mais. Ele só fez uma diferença - reinvestir os proventos que recebeu ao longo do tempo, em vez de gastá-los. Você só pode imaginar quanto dinheiro João teria se também aumentasse o valor de $250 mensais.  Ele também está assumindo poucos riscos, pois está apenas investindo no longo prazo. Ao investir e manter seu emprego principal, seus riscos são divididos em comparação com a dependência de uma única renda. 

Quando olho para todas as pessoas que conheço de classe média, com 60 ou 70 anos de idade, sem dinheiro, a única coisa em comum que todas elas parecem ter é a falta de conhecimento financeiro, que as levaram a viver de forma imprudente trabalhando pelo dinheiro, dependendo de apenas uma renda - a principal de um emprego ou trabalho autônomo, e de terem vivido em conflito com o capitalismo.

A falta de conhecimento financeiro e a visão errada da Bolsa de Valores levam muitos a passarem a vida trabalhando como escravos para investir em acúmulo de dinheiro em aplicações bancárias e imóveis para a aposentadoria.

As pessoas não procuram apenas o que desejam, mas também algo semelhante aquilo que na essência são, e, em razão dessa associação à frustração financeira, muitos se tornam psicóticos-solidários revolucionários que desejam despejar suas frustrações em cima dos que consideram ricos - são conhecidos pela alcunha de esquerdopatas. É o encontro explosivo da ignorância com a frustração e a inveja.


As pessoas se aproximam do que são, e não apenas do que desejam.
Em outras palavras, as pessoas desejam de acordo com o que são.

A vida não lhe dá apenas o que se deseja. É preciso ação para obter. Lembre-se de que o avião não decola a favor do vento e sim contra. É difícil entender a estupidez específica do psicótico-solidário revolucionário, existem vários tipos e motivações. Mas, eu admiro o total comprometimento deles com a estupidez.  Se você deseja fazer um socialista feliz, não seja realista e verdadeiro, ofereça-lhes sorvete.

Embora estes exemplos sejam meramente teóricos, eles são baseados em suposições que são conservadoras pelos padrões históricos. Além disso, se João começar cedo, ele não precisa se preocupar nem com os mercados em um período ruim. Vamos nos mencionados $100.000 e $250 por mês. Desta vez, no entanto, vamos supor que João obtenha 0% nos primeiros 10 anos, 7% dos anos 11 ao 22 e 16% dos anos 22 ao 40. Ele teria 5 milhões na aposentadoria, ou seja, 800.000 a mais que no exemplo anterior, apesar do fato de que o retorno nos primeiros 22 anos está abaixo da média histórica. A razão é simples. Ele obteve seus melhores retornos dos anos 22 até 40, quando sua conta valia mais, e conseguiu comprar barato por anos.

Dou este exemplo para ilustrar por que os investidores mais jovens não devem se preocupar com a estagnação das ações. Colocando de uma forma mais grotesca, o investidor ganhará dinheiro se as ações normalmente subirem, mas ainda mais dinheiro se elas caírem / estagnarem antes de subirem para novas alturas novamente.

Isso é apenas para “os ricos”? A má notícia é que em nenhuma época da humanidade as coisas foram iguais; as forças da natureza trabalham pela desigualdade, por mais que as oportunidades existam elas nunca puderam ser aproveitadas igualmente por todos. A má notícia do capitalismo é que é preciso esforçar-se para ter êxito. 

As oportunidades multiplicam-se à medida que são agarradas. Os problemas multiplicam-se à medida que são negligenciados.

“Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças.”

[Sun Tzu - 544 a.c - 496 a.c]

Para aproveitar as suas vantagens é preciso saber o necessário para isso e a deficiência educacional depende não só do poder, mas ainda mais do querer.  É muito mais fácil agir como um esquerdopata colocando a culpa no mundo, na política, no capitalista egoísta malvado, do que trabalhar para sanar as suas deficiências. 

A boa notícia é que a maioria das pessoas ricas não começou rica, nem no Brasil, nem nos USA. Um dos guias mais definitivos para isso foi o livro The Millionaire Next Door.  O autor, Dr. Thomas Stanley, foi claro. A maioria dos milionários nos USA pertence à classe média de renda média. Professores, contadores, gerentes. Existem até milionários de baixa renda. Um faxineiro no Canadá, Ronald Read, acumulou uma fortuna milionária. Os psicóticos-solidários revolucionários para não reconhecerem a própria ignorância utilizam o ópio do autoengano e alegam  que essas histórias são exceções à regra, e essas pessoas simplesmente tiveram sorte. O trabalho de sucesso na vida alheia é pura sorte. Na verdade, estima-se que 14% dos milionários nos USA sejam professores e mais de 50% de outros empregos de renda média. Essas pessoas simplesmente tiveram disciplina, responsabilidade com o futuro e investiram de forma consistente e de longo prazo. Essa composição os ajudou a enriquecer com o tempo.  Por fim, as últimas verdades são: pare de reclamar do capitalismo, pare de se auto enganar, seja responsável consigo, decida aprender e aja da forma correta.

REGRAS ADICIONAIS PARA PROSPERAR NO CAPITALISMO

A prosperidade nunca será para todos. É preciso aceitar esta verdade para prosperar e desejar ser rico sem nenhum sentimento de culpa.


Na parábola do semeador (Mateus 13;1-9, Marcos 4:3-9, Lucas 8:4-8), é dito pelo personagem Jesus de Nazaré que um semeador deixou uma semente cair no caminho e em terreno rochoso e entre os espinhos ela se perdeu. Porém, a semente que caiu em boa terra, cresceu e multiplicou-se por várias colheitas. Simbolicamente, os tipos de solos correspondem aos tipos de pessoas. A parábola do semeador nos adverte a respeito das características individuais que impedem uma pessoa de aproveitar a semente da boa mensagem e produzir um bom resultado. Os psicóticos-solidários revolucionários podem ser tudo menos solo fértil. Ao invés de adaptarem-se à realidade do mundo, desejam que o mundo fique imutável e permaneça sempre de acordo com os seus interesses.

Nicolau Maquiavel observou na sociedade do século XV: Há 3 espécies de cérebros: o que busca o  entendimento por si próprio; o que aprende [reflete, aproveita] o que o primeiro entende facilmente sozinho; e o que não entende nem por si próprio nem pelos outros; o primeiro é o excelentíssimo; o segundo excelente; e o terceiro o totalmente inútil. 

Na  Parábola dos Talentos atribuída ao personagem Jesus de Nazaré, que aparece em Mateus 25:14-30 e Lucas 19:12-27 é dito que o mestre ordenou que o talento fosse tomado do servo preguiçoso e dado àquele que tinha dez talentos: “Tirai-lhe  o talento e dai-o ao que tem os dez talentos; porque a todo o que tem, dar-se-lhe-á mais, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem ser-lhe-á tirado.   Em suma:  A quem mais tem, mais será dado pela vida. A quem mais retém (nada faz com o dinheiro), mais lhe será tirado. Os psicóticos-solidários revolucionários anticapitalistas pensam que o Mundo lhe deve sempre muito por tudo que nunca fizeram ou fazem. Nem nas parábolas atribuídas ao personagem Jesus Cristo encontram-se ensinamentos de apoio ao pensamento socialista, EXCETO o cristianismo deturpado pelos interesses políticos de poder do Vaticano.


Não quero dizer que não devemos nos concentrar em nossas principais rendas, empregos e carreiras. Por óbvio, o dinheiro precede o investimento; logo, primeiro trabalho, depois investimento. Para investir, primeiro é preciso ter o dinheiro. Quero dizer que é um erro grotesco ignorar a possibilidade, necessidade e até dever de focar e aprender a investir também em renda passiva. Nem todo mundo pode começar seu próprio negócio com sucesso e muitas pessoas ficam muito felizes com seus empregos. Todos nós temos um osso preguiçoso em nossos corpos que necessitam de bons músculos para fazê-los movimentar. Isso se aplica até mesmo aos mais trabalhadores. Mesmo para pessoas com forte ética de trabalho, trabalhar de forma inteligente faz mais sentido do que apenas trabalhar duro, ou até de forma burra, assim como minimizar riscos. 

Todos deveriam sentir-se obrigados a prosperar. A premissa básica para ajudar alguém é ser ou estar em condição melhor de quem é ajudado. A riqueza possibilita mais possibilidade de ajuda do que a pobreza.


Gastar mais à medida que ganha mais (inflação do estilo de vida). As pessoas não podem viver como se fossem estudantes dependentes dos pais para sempre. No entanto, inúmeras pessoas simplesmente aumentam os gastos à medida que ganham mais. Esse é um dos principais motivos pelos quais até mesmo algumas pessoas de renda muito alta estão sem dinheiro. Estudos demonstraram que até 20% das pessoas de alta renda estão sem dinheiro e mais nas classes média alta e média. Esta é uma das principais razões para isso. Existem duas razões tolas pelas quais as pessoas tendem a fazer isso – persistência de hábitos infantis ou  estão tentando “agir como ricas” para mostrar aos “amigos” que conseguiram. As mídias sociais de Internet provavelmente seriam muito menores do que são se não houvesse tantas pessoas querendo se exibir!

Ganhar $ 500.000 por ano, mas gastar $ 500.000 a cada ano não é a mesma coisa que ganhar $ 70.000 e gastar $ 50.000. Isso torna essa pessoa pobre, embora a sociedade em geral pense que ela é rica, pois está ganhando 500 mil. Na realidade, eles estão apenas vivendo de cheque em cheque. Qualquer evento inesperado, como problemas de saúde, pode colocá-los em risco.

Contraindo dívidas de cartão de crédito. Nem todas as dívidas são ruins o tempo todo. Quase todas as empresas de sucesso o utilizaram. No entanto, a dívida do cartão de crédito e do consumidor é muito perigosa

Gastar muito dinheiro em ativos depreciados, como a maioria em carros caros, e não em ativos que se valorizam: ações.

Não levando os riscos a sério. Coisas acontecem na vida. Mesmo assim, muitas pessoas colocam quase 100% de seus ovos na mesma cesta: como uma empresa, uma casa ou apenas um ativo no mercado de renda variável.

Não sendo suficientemente líquido. Se todos os seus ativos estiverem em bens imóveis é mais arriscado de entrar em dívidas do que ter ativos com baixa despesa de manutenção e geradores de renda.

Passar mais tempo com pessoas tóxicas e não o suficiente com pessoas mais positivas.

Não se envolver na aprendizagem ao longo da vida.

Economizando (acumular dinheiro) em vez de investir. Isso é especialmente arriscado em países onde os riscos da taxa de câmbio e da inflação são enormes. Muitas pessoas foram dizimadas por isso no passado. Os mais pobres não sabem distinguir “riqueza” com bens imobilizados de riqueza com bens líquidos geradores de renda. Também não vislumbram como fazer dinheiro do dinheiro e passam a vida fazendo dinheiro apenas do próprio trabalho. Portanto, se alguém vale $ 5 milhões no papel, mas está tudo amarrado em ativos ilíquidos, ou em aplicações bancárias com base em juros da dívida pública, isso não é o mesmo que ter $ 5 milhões em uma carteira líquida de ações. Nunca se esqueça de que embora existam ricos com dinheiro em letras do tesouro, CDBs, LCA, etc.. NUNCA ninguém ficou rico com essas aplicações, que não deveriam ser adjetivadas nem como investimentos de renda fixa, mas sim como perdas fixas, ou perdas programadas para a data do saque.

Se os tempos sofrem mudanças e os comportamentos permanecem inalterados, então é a ruína. [Maquiavel]


A questão não é apenas quanto dinheiro você ganha,

mas como você ganha o dinheiro !

Premissas erradas, fins equivocados. Às vezes é necessário explicar o óbvio que só é óbvio a quem consegue enxergá-lo. O capitalismo contemporâneo permite que se gaste tanto o que se tem quanto apenas o lucro do que se tem. É possível colocar o dinheiro para trabalhar para si e não apenas passar a vida inteira trabalhando pelo dinheiro. 

Para saber a sua condição, pergunte-se: Quanto eu ganho enquanto estou de férias ou dormindo? 99% dos brasileiros nunca consideraram este simples e óbvio detalhe!  Por fim, mas não menos importante: embora seja indispensável o saber para obter o melhor proveito do capitalismo, é preciso saber até onde estudar para começar a investir porque se não estudar é ruim, estudar e não refletir pode ser ainda pior. 




Não é à toa que existe um adágio que diz: quem muito estuda pode acabar puxando carroça para quem nunca estudou ! Discernimento pode valer tanto ou mais que o conhecimento. Conhecimento sem discernimento pode ser inútil e até prejudicial. Talvez um ignorante com feeling do discernimento consiga aproveitar mais do capitalismo do que outro(s) cheio de conhecimento.