REFLEXÕES SOBRE POBREZA E A POLÊMICA
DA DESIGUALDADE NO CAPITALISMO
O maior culpado pela desigualdade no Brasil é o Estado corrupto e ineficiente. A inveja e o populismo político fazem transferir a culpa para os ricos que a massa incauta acredita sem questionar a incoerência dos fatos.
O Estado “progressista” ineficiente e cleptocrata brasileiro é o maior responsável pela desigualdade social. É um genocida intelectual.
Combater a miséria, o atraso e a desigualdade não se faz perseguindo a riqueza, mas estimulando e defendendo a liberdade individual e a riqueza conquistada por cada um em um mercado livre sem igualdade de possibilidades, circunstâncias, desejos, e dos indivíduos. O Estado brasileiro, sentido amplo, faz com que os cerca de 2,21 trilhões pagos em tributos (ano 2022) sejam gastos para pagar o sustento de um estado inchado, burocrático, ineficiente, corrupto e cheio de privilégios a seus agentes políticos.
Trabalha para promover a desigualdade social, agravando esta política com perseguição à riqueza e concentração da riqueza no Estado.
As normas gerais
de conduta em um país comprometido com princípios libertários não conseguem
proteger todos os interesses em uma sociedade grande com muitas interações espontâneas.
Ela não se refere a detalhar ações específicas, mas a tipos de ações permitidas
ou proibidas, a especificidade fica no campo do governado em função dos seus
interesses. As normas gerais protegem apenas as denominadas expectativas “legitimas”.
As normas de conduta justa delimitam a ação não atribuindo diretamente coisas
específicas a determinadas pessoas, mas possibilitando deduzir a partir de
fatos determináveis a quem pertencem/interessam coisas específicas. Exemplo: o
que importa é a maneira pela qual a concorrência, sentido amplo, ou estrito
(licitação), é levada adiante, mas não o seu resultado.
As normas gerais
de conduta em um país comprometido com princípios libertários não conseguem
proteger todos os interesses em uma sociedade grande com muitas interações espontâneas.
Ela não se refere a detalhar ações específicas, mas a tipos de ações permitidas
ou proibidas, a especificidade fica no campo do governado em função dos seus
interesses. As normas gerais protegem apenas as denominadas expectativas “legitimas”.
As normas de conduta justa delimitam a ação não atribuindo diretamente coisas
específicas a determinadas pessoas, mas possibilitando deduzir a partir de
fatos determináveis a quem pertencem/interessam coisas específicas. Exemplo: o
que importa é a maneira pela qual a concorrência, sentido amplo, ou estrito
(licitação), é levada adiante, mas não o seu resultado.
Segundo dados da OCDE, o Brasil é o país que mais tributa suas empresas: uma alíquota média de 34%, 70% maior que a média mundial, pois além do IR 25% há a CSLL 9%. Nos USA é de 21%, no Reino Unido é de 19%. O valor médio dos países da OCDE é de 20%. O Estado capiCOMUNISTA brasileiro virou uma gigantesca máquina perversa de transferência de renda para o Estado ineficiente, corrupto produtor de desigualdade social, onde os parasitas são privilegiados em detrimento dos hospedeirtos. Os bancos públicos trabalham para beneficiar os burocratas políticos e os piratas privados que não dão o retorno esperado ao País. A política esquerdista trabalha para ampliar a desigualdade social, ampliar o capiCOMUNISMO: joga pobre contra rico; trabalha para manter o pobre na pobreza; e faz o discurso de que para reduzir a desigualdade deve tributar mais os ricos, ou seja, combater a desigualdade reduzindo a riqueza. Em suma, tudo para perseguir a riqueza em nome da “justiça social”, o belo disfarce da inveja, e obter dinheiro para o Estado ineficiente e corrupto.
A mensagem real oculta é: rico não gosta de pobres. Rico é egoísta e malvadão. A pobreza não se deve pela corrupção, administração cleptocrata , mas sim por que os ricos são egoístas e não gostam de pobres. É uma forma ardilosa de desviar o assunto da verdade.
A motivação não
é apenas a de ‘tirar do rico para dar aos pobres’, essa é a falácia que desejam
fazer o povo acreditar.
Para obter simpatia do coxo, mancam diante dele fingindo solidariedade. Não se deve subestimar a força da mentira e da ignorância na política do Brasil.
O Manifesto
Comunista surgiu em 1848. Nele, Karl Marx pregava a revolução paradoxalmente ao
que falava sobre o fim natural do capitalismo e a consequente substituição
deste pelo socialismo. Ele listou 10 medidas, entre elas o aumento progressivo
do imposto de renda, a abolição do
direito de herança, reforma agrária e assim por diante. Ele disse: essas
medidas eram necessárias para a chegada do socialismo.
“O verdadeiro
propósito do socialismo é superar a fase predatória do desenvolvimento humano e
avançar para além dela.” [Albert Einstein]
O Socialista é um déspota cínico que manipula a democracia para fins antiliberais, que conta com
as motivações mais baixas da natureza humana. Só a ignorância e/ou a
perversidade humana levam o socialista ao poder. Usa de demagogia adulando o
erro para defender seus interesses inconfessáveis. Esse político 'oportunista-social' é encontrado em todos os países onde o poder é obtido pelo
voto. Os oportunistas sociais só aparecem onde os pobres oprimidos não
alcançaram consciência da realidade. Condições socioeconômicas ruins agravadas
pelas crises econômicas oferecem circunstâncias favoráveis à escalada do
banditismo político.
“A pior forma de
desigualdade é tentar fazer os desiguais ficarem iguais”. Aristóteles.
Deus, em sua sabedoria, compreendendo que a igualdade de condições
geraria confusão no mundo, ordenou vários estados, entre estes estão a riqueza
e a pobreza. Mateus 26:11 afirma
que: “pois os pobres vocês sempre terão consigo”. Em outras palavras, a
pobreza é uma parte inevitável da ordem social.
Os humanos se diferenciam pela percepção da
realidade. O desenvolvimento industrial e tecnológico produziram a criação
e a extensão da riqueza que foi aproveitada, como sempre em tudo, de forma
desigual. Os mais prósperos sempre foram difamados e caluniados pelos menos
prósperos e por aqueles desejosos de tirar proveito político da
desigualdade. A prosperidade também
produziu a “era da farsa socialista" aproveitadora e perseguidora da prosperidade alheia. Os mais
prósperos acreditam nos conceitos de liberdade, responsabilidade, capacidade,
desigualdade e resultados diferentes com regras iguais para os desiguais. Que vão
“de encontro” ao pseudomoralismo populista socialista.
O
homem deve procurar as oportunidades e não somente esperar que estas o encontre.
Existem
duas escolhas principais na vida: aceitar as condições como elas são ou aceitar
a responsabilidade de mudá-las.
Há 2
tipos de pessoas: aqueles que acreditam
poder fazer algo e aqueles que acreditam não poder. Ambos estão certos.
O errado é invejar quem fez.
Poucos
fazem o melhor que podem com o que têm onde estão
Como colher frutos iguais de árvores diferentes? Como igualar rendas oriundas de responsabilidades, obrigações, interesses e aptidões diferentes? A filosofia socialista não considera a individualidade e o direito à liberdade. Na tributação, persegue os mais produtivos em nome da desigualdade destes com os mais improdutivos. A natureza é sábia, para que a excelência possa ser reconhecida é preciso existir o seu oposto. Ela é, de fato, o primeiro pré-requisito ao surgimento das exceções: é uma condição necessária a todo segmento elevado da civilização. Em toda sociedade saudável há tipos diferentes que se condicionam mutuamente; cada qual tem sua própria esfera de trabalho, seu próprio sentimento de perfeição e maestria. Não é Deus, mas a natureza que separa em uma classe aqueles que preponderam intelectualmente, em outra aqueles que são notáveis pela força muscular e temperamento, e em uma terceira aqueles que não se distinguem, que somente demonstram mediocridade - esta última representa a grande maioria, a primeira é a elite. Não obstante toda regra tenha sua exceção, mera coincidência ou não, a grande maioria também acredita no Vaticano e nos discursos socialistas. A casta superior - que denomino a dos pouquíssimos - tem, sendo a mais perfeita, privilégios correspondentes: representa a felicidade, a beleza e tudo de bom sobre a Terra. Estes estão entre aqueles que dizem: " Viva as leis da natureza!" Podem ser encontrados praticamente entre todas as pessoas "ricas, bonitas e saudáveis". Uma observação importante é a que apenas entre os homens fortes, mais intelectuais, independentes, a bondade está longe de significar fraqueza, porque, dentro da relatividade das coisas, também é verdade que ser bom é um privilégio dos fortes, e a caridade necessidade dos fracos. Não se iluda, a caridade é fruto do egoísmo: "você pode ser Eu amanhã". A fim de ilustrar com veemência, entenda como o extremo da fraqueza uma pessoa "pobre, feia e doente" e, diametralmente oposto, o forte. Entre os atributos do forte (rico, bonito, saudável) e do fraco (pobre, feio e doente) estão, praticamente, toda a parcela estatisticamente significativa da humanidade. Nada é mais próprio aos medíocres do que a indignação por causa do aspecto geral das coisas. Assim são os propensos a apoiar o comunismo, a igualdade injusta, a igualdade que ofende a meritocracia e a excelência. A indignação e as ideias socialistas/humanitárias prolatadas pelo cristianismo do Vaticano são privilégios dos medíocres. A diferenciação humana é necessária para conservar a sociedade, para possibilitar o surgimento dos tipos mais elevados, mais sublimes, tal como a luz necessita da escuridão para existir. O Direito é um privilégio. A desigualdade de direitos é condição primordial para a existência de quaisquer direitos. Cada qual tem seus privilégios de acordo com seu modo de ser e pensar. Não subestimemos os privilégios dos medíocres socialistas. Quanto mais elevada, mais dura torna-se a vida - o frio e a responsabilidade aumentam. Uma civilização elevada é uma pirâmide: somente subsiste com uma base larga; seu pré-requisito é uma mediocridade sã e fortemente consolidada a qual alguns denominam de "idiotas úteis" para a economia. Por toda a história da humanidade sempre houve uma gama de atividades ocupacionais necessárias para o conjunto da sociedade/humanidade que são apenas compatíveis com a mediocridade no poder e no querer . Ao pensar em ter dó de um sofredor, é preciso lembrar que para os medíocres a felicidade pode estar na própria mediocridade, na qual vislumbra vantagem, contudo, paradoxalmente, invejam os fortes, os excelentes, vou além: invejam a excelência! O prazer maior deles é diminuir e desfigurar tudo o quanto veem - empobrecer o valor, são nocivos. Todo socialista é medíocre, nem todo medíocre é socialista.
Princípios Libertários e Equidade
Equidade é coisa
essencial, todavia equidade não pode servir de argumento para produzir igualdade à força. Deve
possibilitar que todos sejam igualmente livres para obter da vida o que estiver
licitamente ao alcance de seus interesses. Equidade deve se referir a iguais
regras e liberdade sem ajustes forçados que
reduzam as vantagens naturais de outros, com
respeito às diferenças. Mantida as regras vaticanizadas para obtê-la, com a marginalização das vantagens naturais, da meritocracia, da riqueza, jamais haverá redução justa da desigualdade por medidas de um Estado "justiceiro" vassalo do Vaticano. Metaforicamente: cortar as pernas
do jogador de basquete para uma competição justa com anões desejosos de jogar
também.
Embora a humanidade seja uma única
espécie biológica, existem grandes diferenças entre cada um que compõe o seu
conjunto. Nunca existiu e nunca existirá distribuição de riqueza igualitária.
As imagens acima ilustram em boa parte o porquê da maioria dos brasileiros ser pobre. A educação recebida em casa está cada vez mais decadente, e os indivíduos estão se tornando cada vez mais incapazes de trabalharem por conta própria, terem empregados ou serem empregados.
Quais são as razões por trás da desigualdade na distribuição de riqueza? É importante notar que apenas redistribuir a riqueza não irá resolver a questão, pois esse ajuste não seria duradouro. A solução reside na CONDIÇÃO IMPOSSÍVEL de redistribuir a produtividade individual com idêntico valor agregado, cujo custo-benefício e formas de produção tem evoluído continuamente ao longo da história. O valor do trabalho está mudando rapidamente, mas a educação nas escolas não está acompanhando esse ritmo. Para diminuir a desigualdade, é fundamental que as pessoas aprendam a agregar valor aos outros, ao invés de apenas seguir instruções e serem bons trabalhadores. Competir com a tecnologia é impossível, portanto, é necessário aprender a competir com ela, utilizando-a para agregar valor. Dinheiro e riqueza são resultados do valor entregue, não apenas do esforço ou trabalho duro.
DIVIDIR RIQUEZA DE OUTROS SEM PERMISSÃO DOS MESMOS É ROUBO.
Os “progressistas” levam vantagens na política porque falam sofismas para a maioria que não gosta de ler e fazer esforço para pesquisar, pensar e examinar com profundidade. Um dos sofismas mais repetido é o da ‘progressividade VS regressividade’ da tributação, ‘arrecadação simétrica VS assimétrica’, são critérios teóricos importados da escola de economia do Vaticano. A justiça da distribuição material da riqueza é a do livre mercado com base na individualidade e livre arbítrio de cada um. O Estado não pode confiscar patrimônio (ITCMD) e tributar seus contribuintes com alíquotas progressivas, de forma compulsória, com regras que ofendem o princípio da desigualdade perante a Lei com a justificativa falaciosa de tratar seus contribuintes na proporção da desigualdade entre os desiguais em nome de ‘solidariedade’, e ainda dizer que é comprometido com a proteção à liberdade individual. É preciso ser desmascarado nessa hipocrisia.
O Aquele que faz discurso pró coletivo
sem valorizar a liberdade individual ou é ignorante ou é mentiroso. A célula de
todo coletivo humano é o indivíduo, este é o menor e mais frágil representante
do coletivo. O socialista – de shopping ou não – confunde igualdade de direitos
baseado na liberdade individual com o objetivo de igualar todos à força. O
primeiro se baseia em regras iguais para os diferentes usarem em suas diversas
circunstâncias, oportunidades, capacidades, desejos, etc. com respeito e até estimulo
às diferenças e ao indivíduo. O segundo, seria a face mais grotesca do socialismo
que é o comunismo. A concentração de renda e poder é da natureza do mundo e dos
homens, EXCETO a do Vaticano cuja riqueza é subsidiada pela sociedade.
Refiro-me à imunidade de imposto sobre patrimônio e renda.
MENTALIDADE ANTICAPITALISTA DOMINADA PELO VATICANO, AINDA QUE APENAS COM INTERESSE DEMAGOGO ELEITOREIRO PARA INFLUENCIAR MASSA TAMBÉM DOMINADA PELO VATICANO.
Os humanos são
mais viciados em fugir da realidade do que em álcool e drogas proibidas. A
alienação, a maior amiga da ignorância, produzida ou estimulada pela doutrina
da religião política do vaticano, e utilizada pela política socialista, faz com que os seus seguidores pensem que
estão pensando quando estão apenas rearrumando os seus preconceitos com base em
suas crenças místicas e outras mentiras. Acreditar é mais fácil do que pensar. Por isso existem
mais crentes do que pensadores.
A igualdade forçada pela
Lei é uma exceção à regra da natureza, para situações raras, nunca deveria ser
almejada como regra geral em tudo para todos. Some-se a isso o fato de que
fazer discurso de igualdade não é sinônimo de desejar o bem ao próximo.
Emmanuel Macron, ao pedir sacrifícios ao povo francês, de repente percebe que está usando um Relógio de € 80.000".E "voilá",como um mágico, ele desaparece debaixo da mesa. Esses socialistas são todos iguais em qualquer lugar do mundo. Socialismo para o povo e as benesses do capitalismo para eles.
Nada nunca foi igual para todos. Se os humanos pudessem ser ou fossem iguais por que tão poucos enriquecem? É preciso aceitar a verdade de que a Luz do saber (sentido amplo) nunca foi aproveitada da melhor forma igualmente por todos. A maioria também sempre a desprezou. As particularidades individuais também são importantes causas de riqueza e pobreza. Poder-se-ia perguntar: por que os homens ultrapassam tanto os animais em raciocínio, e alguns homens ultrapassam tanto outros. Não deveria o mesmo hábito ter a mesma influência em todos? O fato é que há uma enorme diferença entre o entendimento humano tanto quanto a diferença entre os humanos. Há inúmeras circunstâncias que produzem diferenças entre os entendimentos dos humanos e, por consequência, do resultado (posição) de cada um na sociedade.
A igualdade é
uma utopia. Os humanos não são iguais e estão sempre mudando. Não há igualdade na natureza. A igualdade não ajuda o desenvolvimento. A liberdade sim.
Que contribuição esta mulher daria
a humanidade se tivesse vivido em um país socialista ou comunista? No
socialismo a "igualdade" só pode ser nivelada por baixo.
Em toda casa de sonhos puritanos há
uma inquietação e sinais patológicos que não podem ser ignorados.
Imagina quanto o rico paga de imposto..!! Quanto de tributo está embutido na produção De uma embarcação de luxo, muito além do ICMS, PIS e Confins no combustível. O consumidor final das embarcações de luxo é o que sustenta toda a cadeia produtiva da indústria marítima de laser. É certo que o preço do combustível afetará o preço da passagem de transporte popular marítimo (ex. trajeto RJ – Niterói) e irá encarecer para o usuário pobre, todavia, a riqueza de uns poucos não tem relação com a pobreza de muitos. Não se trata de uma equação de soma zero. A riqueza não implica em pobreza, ao contrário a reduz. Estenda essa lógica para a indústria da aviação civil. Quanto de salário de servidor público não está em ICMS em um tanque de combustível em uma avião? Essa é uma lógica da época da idade média. Mas, o político socialista de shopping aproveita-se da inveja e ignorância da massa de eleitores e bota a culpa da pobreza no rico e difama-o de capitalista egoísta malvado. Alega que os ricos deveriam pagar ainda mais; que a isonomia não pode se referir a alíquotas iguais para todos; que os tributos sobre o patrimônio e a renda dos ricos tem que ser maior, etc . A massa não tem consciência da submissão cultural aos interesses do Vaticano, que desfruta de imunidade de impostos sobre o patrimônio e a renda, em tributar os mais produtivos para manter o próprio benefício. O socialista é aquele que justifica suas ações considerando o povo incapaz de cuidar de si e deve substituir as decisões livres deste pelas suas diretrizes para o bem comum. Socialista é aquele que acredita que a desigualdade social é causa de problemas e não a consequência da natural diferença entre os humanos, suas particulares circunstâncias, oportunidades, possibilidades e desejos. O sucesso, seja o que este representar, depende muito de como são usadas as oportunidades que surgem, que são mais ou menos aleatórias, na vida de cada um. Tudo que se faz no presente representa o começo de um futuro.
Os socialistas são infantilizados e alienados, porque não aprendem que chegará o dia em que dali para frente terão que aprender a se levantar sozinho toda vez que cair.
Liberte-se dos conselhos dos sábios da coletividade, a maioria deles não tem ideia do que está falando. Lembre-se de que as metas são pessoais. Faça um favor a si mesmo, fique rico; a vida ficará mais fácil para você e aos que viverem próximo a ti.
As “boas” ideias socialistas para reduzirem a desigualdade social sempre se revelaram piores do que a própria desigualdade. A política de liberdade para o individuo é a única que, de fato, conduz ao progresso. O propósito do blog é despertar o senso crítico do leitor sobre o assunto.
Cada indivíduo é único, não há nenhum igual entre os mais de 8 bilhões. Há variedade demais na estrutura social para que alguém possa decidir o melhor para todos baseado em amostras ou aspectos limitados. Se cada humano fosse precisamente como todos os outros de sua espécie, a vida seria bem diferente do que é. Mas, a vida é uma coleção de semelhanças e não de identidades; nenhuma observação individual é um exemplo perfeito da generalidade. As diferenças entre os humanos fazem com que eles se prestem a uma variedade enorme de classificações, não há um idêntico a outro(s) em mais de 8 bilhões de humanos, que pode levar a muitos julgamentos diferentes. A própria natureza humana também esconde muitas diferenças sob a aparência da semelhança, que possibilita que muitos concluam o que desejam. Cada humano tem um talento intelectual e uma disposição de ânimo distinta dos demais que impele e capacita cada um de forma particular a realizar atos que formam a sua reputação. Há humanos cuja natureza, por si só, é impelida por um estímulo inerente que o ajudará a subir o caminho da superioridade, seja o que esta representar relativamente ao tempo, lugar e interesses. Os humanos que atingem a eminência são em grande parte muito semelhantes. Pelos parâmetros fixados por Francis Galton (1822 – 1911) em sua obra “Hereditary Genius”, a hereditariedade sozinha era a fonte de talentos especiais. Contudo, essa superioridade não é linear e não dura muito tempo: somente 36% dos filhos de homens eminentes eram, por si próprios, eminentes; apenas 9% de seus netos se sobressaíam. Em suma, as famílias eminentes tendem naturalmente a se extinguir. Usarei apenas de um exemplo notório para ilustrar a natural desigualdade humana e suas consequências. Blaise Pascal descobriu por si mesmo quase toda a geometria euclidiana. Aos 16 anos, escreveu um artigo sobre a matemática do cone tão avançado que o próprio Descartes ficou impressionado. O que o mundo ganha ou teria ganhado até hoje se os gênios fossem igualados à maioria humana comum? Se fossem desestimulados em sua genialidade? Um Blaise Pascal equivaleria a quantos humanos comuns? Quantos humanos não tiveram ocupações devido ao trabalho dos engenheiros das pirâmides? Um gênio sempre deve ser tratado como tal, mesmo que toda a sua família seja de tolos; e todo tolo sempre será tolo ainda que toda a sua família seja gênio. Essa regra existe desde os primórdios da humanidade. Que país desenvolveu-se sem capitalismo e sem estimulo ao individualismo ?
Ao investigar os
diferentes significados da “igualdade” concluo que o melhor conceito é o que
acredita em regras genéricas para todos em todas as diferentes oportunidades e
circunstâncias visando à eliminação de abusos para obter vantagens indevidas,
respeitando e protegendo as diferenças naturais entre os humanos, as
circunstâncias e as oportunidades particulares na vida de cada um. A grande
armadilha colocada pelo Vaticano na cultura ocidental, especialmente a Latina, é
a “igualdade” nas suas variadas formas: equidade,
isonomia, justiça distributiva, justiça social, justiça fiscal, sem limites em nome do “bem social”, “bem
coletivo”, visando a corrigir assimetrias até as decorrentes da natureza
humana, como se o melhor não pudesse ser o melhor apenas porque existe um pior. E, deveria sentir-se culpado pelo próprio e merecido sucesso, seja o que este representar. A maior soma de
Igualdade em uma coletividade deve ser aquela compatível com a liberdade, a
responsabilidade individual, a natureza humana presente em cada um e a justa retribuição dos respectivos
vícios e virtudes que lhe estão associados. Os socialistas nem cogitam esta
verdade até bíblica. Em nenhuma parábola atribuída ao personagem Jesus Cristo
há crítica à riqueza, à desigualdade, e glorificação e vitimização da pobreza,
mas sim a responsabilidade e liberdade individual.
O
pior tipo é o pobre de esquerda. Acredita que nunca ficará rico e
não deseja que ninguém mais seja.
Nada foi dado
pronto ao homem, exceto um potencial para realizar. Somos seres
focados em potência e precisamos materializá-la em ato(s). A realidade não
é composta de abstrações, mas de entidades concretas e cada qual com uma
natureza definida, obedecendo às leis inerentes à sua natureza. A natureza
humana fornece apenas uma pré-disposição à virtude, que, no entanto, deve ser
conquistada com específico empenho que parte da capacidade, circunstância e
possibilidades existentes no universo individual. Metaforicamente, é
como o potencial de uma semente em transformar-se em árvore. Todavia, o melhor potencial
natural não está distribuído de forma igual em todos, como também o material
necessário para a obra nunca esteve facilmente ao alcance imediato de todos, de
acordo com seus desejos e intenções. Além disso, cabe a cada um decidir o que
fará com seu potencial e os recursos disponíveis ao seu alcance nas
circunstâncias em que se encontra. Para
o melhor resultado, deve-se submeter a porção desejosa/impetuosa do indivíduo
aos desígnios da razão focado na virtude, afastando-se da inveja. Esta é a
única receita ética para atingir valores e tentar viver de maneira não trágica. A consciência depende da realidade e é uma
máquina cuja vontade é a vela de ignição. É preciso adicionar vontade e ambição
para colocar essa máquina em movimento. Fazendo uma
analogia da riqueza e a pobreza com os órgãos do corpo humano. Nenhum órgão do
corpo humano pode viver sem outro. Se o coração tentar substituir um outro órgão,
ou um dos órgãos tentar tomar o lugar do coração, o corpo não funcionará. Da
mesma forma, na humanidade, cada indivíduo e cada nação possui um papel na
riqueza e na pobreza. A função da riqueza (sentido amplo) é manter a vitalidade
da conexão entre a luz de Deus e o mundo. Esta função não é nada simples, está
constantemente exposta à luz e à inveja dos moralmente inferiores. Na história
da humanidade, sempre foi uma minoria que se incomoda com o desconforto da pobreza e luta
para se afastar dela, a quem os demais deveriam agradecer pela contribuição
para o desenvolvimento da humanidade ao invés de invejá-los.
A PIOR FORMA DE DESIGUALDADE É TENTAR FAZER OS DIFERENTES SE IGUALAREM [ARISTÓTELES – 385 BC
– 322 BC]
Não tente mudar ninguém; mude a
forma como lida com eles.
A relação entre as ciências econômica e política apresenta questões relevantes: quais os limites da Lei? Qual o seu domínio? Onde terminam as atribuições do legislador? Os valores que fundamentam as respostas distinguirão o capitalismo do socialismo. O legislador não pode ter um poder absoluto, ilimitado, sobre os governados e suas propriedades, pois elas preexistem a eles, e seu trabalho é cercá-las de garantias, essa foi a motivação inicial do surgimento de um governo: garantir a liberdade e a propriedade privada de outros humanos. A força coletiva que representa a reunião das forças individuais, não poderia ser racionalmente aplicada a outro fim. No Brasil capicomunista, a política esquerdopática deseja governar até a consciência e o sentimento. Torne-se a Lei religiosa, fraternária, igualitária, filantrópica, e imediatamente entra-se no incerto, na utopia imposta, na espoliação legitimada, sem limites fixos. Onde parar a filantropia, qual o limite da verdade e do populismo hipócrita eleitoreiro? A ausência de limites é o caminho direto para o comunismo. Uns assumirão a causa dos trabalhadores contra os empregadores; outros dirão que a Lei deve garantir a todos os instrumentos de trabalho, educação, alimentação, vestuário, moradia; outros irão alegar que a Lei deve fazer penetrar os benefícios nos lugares mais recônditos. E, assim, sem limites, o sistema de liberdade é reduzido e caminha-se para o comunismo que representa o campo de batalha de todo devaneio e de toda estupidez, desonestidade, despudor, descaramento. Para os sofrimentos inseparáveis e intermináveis da humanidade o melhor é conceber um governo simples. De modo oposto, faça-se a Lei sobre o princípio fraternitário, proclame-se que é dela que decorrem bens e males, que ela é responsável por toda dor individual, por toda desigualdade social, e as portas para uma série sem fim de queixas, de ódios, de perturbações e revoluções serão abertas. Seria o papel da Lei escolher entre tantas quimeras e colocar a força pública a serviço de alguma delas ? O caminho para a dignidade e o progresso é sob o regime do direito, todavia, este deve ser norteado sob a influência da liberdade, da segurança, da estabilidade, da responsabilidade. O humano fortifica-se pela tentativa, pela experiência, e pela liberdade, que é a essência de Deus em sua obra. A maior soma de igualdade em uma coletividade deve ser aquela compatível com a liberdade, a responsabilidade individual, a natureza humana presente em cada um e a justa retribuição dos respectivos vícios e virtudes que lhe estão associados. Os socialistas nem cogitam esta verdade bíblica. Em nenhuma parábola atribuída ao personagem Jesus Cristo há crítica à riqueza, à desigualdade, a glorificação e vitimização da pobreza, mas sim sobre a responsabilidade e liberdade de todos sem distinção. É preciso saber que: há no mundo um excesso de homens que se acham grandes demais, resultando em excesso de legislação, de organização, de controladores de sociedades, de guia dos povos, de pais de nações, etc.. Gente demais se coloca acima da humanidade para governa-la, gente demais se ocupa de se ocupar dela. É preciso afastar seus meios artificiais populistas eleitoreiro! Afastem seu atelier social, seu falastério, seu desejo de governamentalismo, sua centralização, suas tarifas, suas religiões de ocasião, seus bancos gratuitos, suas moralizações, e suas receitas por meio da extorsão tributária legalizada.
Quando uma porção de riquezas é retirada de quem a acumulou legitimamente, sem seu consentimento e sem compensação, para “benefício” de quem não a criou, seja por força ou por artifício demagógico de reduzir desigualdade, ou qualquer outra falsa filantropia, há um claro atentado contra a propriedade, há espoliação da liberdade alheia. A espoliação legalizada tem raízes na falsa filantropia baseada na falsa moral dos interesses do Vaticano. O Imposto sobre e herança representa exatamente o que a Lei deveria impedir. Coletivistas defendem o sacrifício de todos os direitos individuais, a dissolução dos indivíduos em nome dos interesses de um coletivo difuso, seja ele dotado da configuração que for. Paradoxalmente, não se cansam de afirmar serem os únicos defensores de minorias. Irônico isso, para dizer o mínimo, pois, a menor minoria da Terra é o indivíduo. Aqueles que negam os direitos individuais não podem se declarar defensores das minorias. Igualdade não significa apenas ser tratado igual a todos na forma da Lei. Igualdade real, sentido amplo, é ter a liberdade de poder tratar os outros como a si próprio e ter a liberdade de conviver com outros de acordo com os próprios valores. É poder colocar a própria dignidade acima de tudo. É ter a liberdade e os recursos para aproximar-se ou ignorar ou afastar-se de quem quiser, quando quiser. Para haver igualdade real, é preciso haver liberdade individual e econômica, sem dinheiro não há liberdade. A capacidade de escolher como quer viver e como deseja ser tratado nunca foi possível igualmente para todos em nenhuma época da história da humanidade, porém, só no sistema capitalista pode haver a esperança para todos de consegui-los, e ainda que de forma concreta seja para relativamente poucos. Ao voltar-se a seus interesses egoístas, o indivíduo que empreende, tendo como meta o seu próprio benefício financeiro (marginalizado pelo Vaticano), acaba por fazer girar a economia da sociedade que lhe cerca, gerando empregos e riquezas, criando melhorias em processos produtivos e na qualidade de seus produtos por conta da concorrência – tudo isso como consequência de uma economia de livre concorrência. Assim, gera benefícios que são compartilhados pela sociedade, ao mesmo tempo em que não infringe o direito individual de nenhum dos atores participantes, pois tudo decorre de um processo voluntário, desde o funcionário que vende sua força produtiva até o cliente que escolhe pelo produto que melhor lhe atende. Se o empreendedor, nestes termos, é rico, a sua riqueza depende do consumo de seus serviços e mercadorias de forma livre pelos seus clientes. Forma-se assim uma cadeia de melhorias que não teve como causa um sujeito revolucionário visando ao próprio enriquecimento imerecido sob a cortina de fumaça do falso discurso da “ética” altruísta-coletivista, mas sim de um indivíduo que pensou, egoisticamente, de forma honesta e natural, primeiramente em seu próprio benefício, e, por isso, impactou positivamente toda a economia e a sociedade. Isto só é possível em um sistema que proteja e possibilite a liberdade individual e econômica, e marginalize a hipocrisia do discurso contrário.
Os socialistas alegam que o ITCMD serve como medida para combater a desigualdade e promover melhor distribuição de patrimônio e renda. Não observam que a desigualdade é fruto natural da liberdade individual e econômica em razão da natural desigualdade dos humanos, suas circunstâncias e possibilidades. Além disso, é uma falácia afirmar que a desigualdade econômica é causa primordial de problemas sociais, a exemplo da violência em sentido amplo. A maioria dos exemplos está, na essência, associado ao defeito de caráter denominado INVEJA, que é inerente ao caráter de cada um. Some-se a isso o fato de que o Estado brasileiro ineficiente e corrupto não tem moral para retirar patrimônio e renda, na forma de confisco, já todo tributado, acumulado merecidamente, dos mais produtivos para ‘supostamente’ distribuí-lo em forma de serviços públicos em nome de uma “justiça fiscal” e “justiça social” sem limite de razoabilidade e moralidade.
Não adianta apenas estar certo – na lei - é preciso também ser justo. O Estado brasileiro é notoriamente ineficiente e corrupto. A Noruega que possui proporcionalmente o maior percentual de milionários também possui o menor percentual de desigualdade social e não tributa heranças e doações. Os socialistas alegam que Holding em paraísos fiscais causam danos à arrecadação tributária, mas não observam e explicam o porquê dos USA e Inglaterra terem paraísos fiscais sob seus domínios. O Mundo mudou após a crise financeira de 1929, quando se percebeu a necessidade de possibilitar a existência de economias offshore, alguns exemplos: Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Santander, todos possuem patrimônio offshore. E para que isso? Para a busca de proteção aos investimentos ditos “onshore”. Para em grandes crises haver dinheiro do setor privado para a recuperação econômica. A família mudou, o patrimônio mudou, a economia mudou, todavia a cultura predominante ainda é a dos interesses políticos medievais da religião política do Vaticano que marginaliza a riqueza e glorifica e vitimiza a pobreza com base no sofisma da desigualdade, a qual relacionam a todos os problemas humanos. Algumas pessoas também mudaram para se defenderem do Estado capiCOMUNISTA brasileiro.
Através
de séculos existiram homens que deram os primeiros passos, por novas estradas,
armados com nada além de sua própria visão. Muitos destes são invejados apenas
por serem ricos,
milionários, bilionários, etc.
Tudo no Mundo é desigual, existem ricos magros e pobres gordos. Somente poucos nascem dotados de talento especial: um dom para a música, para a matemática, para o xadrez, para o esporte. As crianças prodígios parecem possuídas de modo que suas ações parecem executadas sem nenhum esforço. Músicos do tipo como Mozart parecem ter suas obras brotadas com uma facilidade extraordinária, até sem qualquer esforço mental. Se predomina um talento físico, parecem possuidores de uma excepcional energia, destreza e espontaneidade. Em todas as hipóteses, parecem ter um talento muito acima da capacidade de seus pares e do esforço feito para tê-lo. Conta-se que um tolo resolveu abandonar toda a família para ir conhecer a cidade grande. Sua curiosidade era tanta que tomou coragem e partiu. Na primeira noite longe de casa, hospedou-se numa pensão e, antes de dormir, para não errar a direção da cidade grande, apontou seus sapatos para onde deveria prosseguir viagem. Naquela noite, com o intuito de pregar-lhe uma peça, o dono da pensão trocou seus sapatos de direção, apontando-os para o lado contrário, de onde ele tinha vindo. No dia seguinte, o tolo despertou, olhou para onde apontavam seus sapatos, calçou-os, seguiu viagem e chegou então à "cidade grande". Para sua surpresa, não era tão grande assim. Na verdade, assemelhava-se e muito à sua cidade natal. O incrível é que lá na cidade grande encontrou uma rua semelhante à sua, uma casa semelhante à sua e até mesmo uma família idêntica àquela que havia deixado na cidade natal. Tão grande foi sua adaptação que este tolo passou o resto de sua vida na cidade grande. Nesta história, a possibilidade de não despertar, de "bancar seu sonho a todo custo", permitiu a este tolo encontrar seu verdadeiro lugar na vida. Essa história tem muito a ensinar no que tange às possibilidades na vida. A vida reservou-lhe um doce destino proporcional a sua tolice, ao seu querer, as suas possibilidades. Tudo isto graças à sua capacidade de suportar e compreender o meio no qual os seus interesses e ambições estavam inseridos. A história também ensina que não se deve absorver as negatividades da vida de ninguém. É preciso deixar cada um ser como é e que a responsabilidade pelas escolhas seja exclusivamente de cada um. A sabedoria judaica e oriental ensinam que devemos ser um filtro no Mundo e não uma esponja dos problemas do Mundo.
Faz parte do
propósito divino a desigualdade. Tudo na vida e na natureza em todos os níveis
de inteligência é desigual. Há justiça na crueldade da vida. A justiça não é
tão simples quanto os socialistas pensam que poderia ser. O único jeito de
fazer um mundo mais justo não é julgando os propósitos de Deus para a
humanidade, mas sim aceitando que Ele sabe o que é melhor. Cada um deve fazer a
sua parte agindo com justiça no que estiver ao seu alcance, fazer o que sabe o
que é certo, entregando todo o resto a Deus. Uma das maiores injustiças que
pode ser praticada é a de forçar a igualdade.
O próprio Deus agiu com desigualdade ao impor limites à inteligência dos homens e nenhum à burrice.
Não desperdice palavras com pessoas
quem as despreza. Às vezes, a mais poderosa atitude que poderá fazer
é absolutamente nada. Sabedoria vem da
experiência. Experiência é resultado de falta de sabedoria. Errar uma vez é fonte de aprendizado, duas vezes a mesma coisa é burrice e três vezes é masoquismo.
Não importa qual
seja a sua habilidade, somente a ação é que a transforma em realização.
Riqueza não é só
uma questão de destino, mas também de determinação. A maioria apenas fala e não
executa.
Assim é o Mundo: uns tem carteira, outros têm o
dinheiro; Uns costuram, outros vestem;
Uns constróem para outros morarem; Alguns cortam lenha e outros só
gritam: oooh; Se todos puxassem para o
mesmo lado, o Mundo ficaria de cabeça para baixo;
Assista ao vídeo: Quando a igualdade é injustiça.
https://www.youtube.com/watch?v=pG3g5bGtk-Y&t=7s
Pessoas podem ver mesmos eventos de forma diferente.
Estudo divulgado sob o título “Desigualdade Mundial 2022”, produzido pelo laboratório francês Thomas Piketty informou que: 50% mais pobre do mundo detêm 2% do dinheiro mundial; 1% mais rico detém 38%. A pesquisa também observou que o patrimônio dos mais ricos tem crescido entre 6% e 9% por ano desde 1995, enquanto que a riqueza geral subiu 3,2% anualmente nesse mesmo período. Atualmente, 520 mil bilionários representam o 0,01% de maior acúmulo de fortuna e são donos de 11% do dinheiro ao redor do mundo. Em 1995, o top 0,01% detinha 7% da riqueza. Na América do Sul, os 10% mais ricos fazem 55% da receita total e, na Ásia eles representam 43% da renda. No Brasil, os 10% do topo detêm 59% da renda total nacional; nos USA 10% detêm 45%, e na China 10% detêm 42%. [fonte: UOL, 07/12/2021]. A Moral do Estudo é atemporal: Conforme citado por Warren Buffett, um dos mais ricos dos USA: 'os navios navegarão ao redor do mundo, mas a sociedade da Terra plana não só continuará a existir como florescerá'. Em outras palavras: por mais que o capitalismo promova o desenvolvimento, continuarão a existir grandes discrepâncias entre riqueza e pobreza'.
Ainda que existam pontos de partida diferentes, no sistema de liberdade individual e econômica estes não determinam o ponto de chegada.
Tão certo quanto
meritocracia não é sinônimo de justiça, é o fato de que todos são obrigados a
fazer o melhor que estiver ao próprio alcance em qualquer circunstância para
talvez conseguirem o melhor para a vida.
Arrecadar muito (45% do PIB) e gastar de forma ineficiente e corrupta, fizeram reduzir, concentrar a riqueza e
aumentar a pobreza sob a cortina de fumaça da “justiça social” e “justiça
fiscal”. Todo humano com um mínimo de
lucidez e responsabilidade esforça-se para aumentar a renda a fim de poder
gastar mais de forma absoluta e menos de forma relativa em relação à renda
disponível. TODAVIA, os falsos valores morais do cristianismo estão impregnados
na mente dos brasileiros. Qualquer diferença entre ricos e pobres é vista como “injustiça
social” e “injustiça fiscal”. O rico só pode ser tratado como um animal de
sacrifício em prol do “altruísmo-coletivo” que, para o bom entendedor, dispensa
comentários. Até a redução do preço de combustível é usado contra os ricos, para agradar a subserviência cultural da massa incauta brasileira.
No capitalismo
temos a realidade da desigualdade social gerada pela acumulação de riquezas com
base na liberdade individual e econômica e também a pobreza; O socialismo/comunismo
vende a ideia da esperança de que tudo de
ruim no capitalismo iria acabar com a redução da riqueza. Todavia, a única
coisa de fato dividida é a miséria. As
pessoas aprenderam errado por muito tempo, e preferem repetir o que aprenderam
a correr o risco de pensarem por si próprias e terem que ter todo o trabalho de
rever tudo no qual acreditaram a vida toda. Há pesquisas sobre esse tema: rever conceitos é trabalhoso e o cérebro
prefere continuar na crença, mesmo que errada. E pense nisso: A política que
deseja menos impostos, menos regras,
menos leis trabalhistas, menos burocracia combinaria com a ideia de mais Estado, tudo dentro do Estado? Sabe qual é o modo de produção comunista/socialista/fascista?
O governo chegava ao dono da fábrica dizia que a fábrica era do dono, mas ele seria
um funcionário do Estado, teria salário. Seria o governo quem diria o que ele
produziria, quanto produziria, de quem compraria matéria-prima, a quem
venderia, por quanto venderia, quanto pagaria de salário! E o que seria a
política do “Centrão” no Brasil? Simples, a fantasia ou o politicamente correto de agradar gregos e troianos com a conversa ilusória de poder existir em conjunto as vantagens do capitalismo
com as vantagens utópicas do socialismo.
O que
aconteceria se a riqueza dos 1% mais ricos do mundo fosse redistribuída para os
outros 99% a título de recomeço? A metáfora a seguir responde a dúvida:
Dê a todos na
Terra uma galinha.
(1) 75% das pessoas acham que uma galinha assada seria deliciosa. Por isso, assam as galinhas, fazem uma excelente refeição e depois continuam com fome de novo amanhã. (2) 24% das pessoas percebem que sua galinha é uma fábrica de ovos, então elas desfrutam de um ovo todos os dias por alguns anos até que a galinha morra. (3) 1% das pessoas descobrem que se acasalarem sua galinha com um galo, podem criar um monte de galinhas. Em alguns anos, elas terão mais ovos frescos e galinhas do que poderiam comer. Então, neste recomeço socialista, nada mudaria. Tudo continuaria exatamente como antes.
A verdade não tem defesa contra um
tolo determinado a acreditar na mentira. [Mark Twain]
Argumentar com pessoa que renunciou
o uso da razão é como administrar remédio em um morto. [Thomas Paine]
Diz-se que 96% dos venezuelanos são pobres. Ou seja, apenas 4% deles eram desiguais no aspecto financeiro. Pode-se deduzir que o socialismo diminui a desigualdade. Todavia, desigualdade zero é diferente de pobreza zero. Quem não vive em pais socialista adora falar de igualdade para ofender os milionários em razão de inveja OU, infantilmente pensando que a igualdade poderia ser com todos milionários. No mundo real, igualdade socialista é todo mundo igual vivendo na pobreza e só uma ínfima minoria vivendo como reis. É voltar à época anterior à revolução industrial e do capitalismo ou nos primórdios deste. O capitalismo produziu benefícios que tornaram muitas coisas mais fáceis, some-se a isso o fato de os pais não imporem limites para nada. Esta realidade mais confortável fez surgir uma geração imatura, imbecilizada, com discurso sem conhecimento de causa e efeito socialista.
A natureza não é
benévola, e é com determinada indiferença que se vale para os seus fins. Ainda que todos
sejam humanos, cada um é produto de um processo particular. Todos serão
necessariamente muito diferentes uns dos outros. O outro é o que alguém nunca
será. O outro não é capaz de sentir igual a nenhum outro. O outro, às vezes, não
tem nada em comum com ninguém próximo.
A inveja já foi considerada um dos
sete pecados capitais antes de se tornar uma das virtudes mais admiradas com
seu novo nome: "justiça social" [Thomas Sowell]
O discurso de tributar os ricos com
o ITCMD com o argumento de reduzir a desigualdade social é, na verdade,
eufemismo para “ROUBO”.
Metáfora para a
distribuição de renda do ponto de vista socialista: para eliminar um terrorista no prédio,
explode o prédio e mata todos inclusive os não-terroristas! Em outras palavras:
destrua a riqueza para agradar os invejosos.
O trabalho nem
sempre produz capital, mas o capital é indispensável para produzir trabalho.
Considere qualquer sala de aula em qualquer escola de ponta
particular e observe os alunos. Acredite que daqui a vinte anos alguns deles
serão ricos e outros pobres. Faça uma reflexão com relação à sua realidade,
quantos colegas seu de infância que ‘em tese’ tiveram os mesmos recursos
materiais de famílias com posições econômicas relativamente semelhantes que
você e hoje estão mais pobres ou mais ricos que você. Considere ainda, os que
eram mais pobres e hoje estão mais ricos que você. Todos ouviram os mesmos
professores e tiveram os mesmos livros didáticos. No entanto, apesar disso,
alguns se tornaram ricos e outros não. Por que? Porque os humanos têm
habilidades e aptidões diferentes, e farão escolhas diferentes. No final das
contas, tudo se resume a escolhas.
O brasileiro socialista não
tolera desigualdade social porque para ele qualidade de vida não é viver bem consigo, é
sentir-me melhor que os outros, e incluído nisto está sentir-se mal em relação
a outros com mais dinheiro e bem em relação a outros com menos. A massa ignóbil diz: o que seria
dos ricos sem os pobres! A realidade de
todos os tempos da humanidade mostra: o que seria da massa humana se não fosse pelos
menos de 0,000001% dos humanos em cada geração. Igualdade é uma
palavra que muitos usam irrefletidamente, indiscriminadamente, para enfeitar o
discurso e se passar por 'santo'. Há um adágio texano que diz: quanto mais enfeitado for o cowboy menos gado ele tem. Todo exagero esconde uma falta ou uma falha,
tal como ilustra a metáfora do lobo em pele de ovelha. Toda frustração é
baseada em desejos não realizados. Um desejo marcante no socialista é o de ser
rico, daí muitos fazerem o discurso de 'santo' contra a desigualdade social, na
verdade usando-a como ‘cortina de fumaça’ para satisfazerem a inveja agredindo a riqueza alheia. Todos
perdem [se afastam] daquilo que condenam. Pensamento de inveja é devastador,
coloca o invejoso em uma posição negativa e, assim, a riqueza flui ainda mais
para longe dele. O futuro já está agora em sua mente, e tem como origem seus
pensamentos e crenças habituais. Pense no bem dos outros de forma correta e
estará trazendo o bem para a própria vida.
É melhor ser uma mosca no palácio do que uma aranha na favela. Quem anda com nobre aprenderá a ser nobre; quem anda com vulgo tornar-se-á vulgar.
A igualdade não se conecta com o equilíbrio do Mundo. Tudo na natureza é desigual e é produtor de desigualdade. A natureza não é benévola, e é com determinada indiferença que se vale para os seus fins. No mundo sempre houve e haverá quem conquistará mais, quem conquistará menos e quem não conquistará nada. Sempre haverá um espaço entre um e outro e nada pode ser feito contra isso. Esse fato está além de questões meramente sociais, envolve inúmeras variáveis, inclusive biológicas. A maioria dos psicóticos-solidários diz que quer fazer, MAS não faz nada pelo que quer. É como aquele socialista de shopping center e de Iphone que só viaja para os USA. Logo, não fique nessa de querer que tudo e todos sejam iguais, de que o mundo deve ser um local de igualdade, e outros blá, blá, blá equivalentes. A vida feliz não é a vida perfeita. A felicidade também depende de dias ruins e de aprender com eles: quem quer vencer na chuva precisa treinar na tempestade. Tristeza e dor são necessários para o amadurecimento e momentos posteriores de felicidade. É preciso conhecer a noite para avaliar melhor o dia, o frio para o calor, a sede para a água, e vice-versa. A vida nunca foi e nunca será só bela. Ela é um processo com prazeres e desprazeres. As complexas desigualdades da vida não podem ser simplificadas em igualdades em tudo, todos e para todos.
Quando um príncipe se apoia totalmente na sorte, arruína-se
segundo as variações dela. A sorte pode ser
árbitro de metade das nossas ações, mas mesmo assim, ela nos permite
governar a outra metade ou parte dela. [Maquiavel]
Muitos se fazem de tolos apenas para enganar a quem considera tolo que também pensa que está enganando porque considera o “esperto” tolo. Em suma, a mola propulsora do mundo é a tolice. Eu estava apenas fingindo ser retardado [Diogenes de Sinope]. O discurso da caridade interessa antes de todos ao próprio carente que o faz; Isso também ocorre com o discurso da igualdade que interessa antes de todos ao próprio fragilizado. Todo psicótico-solidário é um fragilizado psicológico. Se por um ponto de vista pode parecer justo, ele é usado também para perseguir a riqueza e o sucesso alheio e obter algum proveito em causa própria. Primeiramente, os comunistas (incluído aí os interesses políticos de poder do Vaticano), aparentando conhecer melhor os aspectos ruins da natureza humana do que seus opositores, criam as falsas crenças da marginalização da riqueza. Após, a política populista voltada para as massas incautas (quase a totalidade do povo brasileiro), elabora leis de acordo com essa ficção. Após, os cães adestrados dos órgãos executivos da administração pública estimulados adicionalmente pela ignorância e a inveja cumprem prazerosamente e ortodoxamente a caça aos ricos.
Todos veem como as coisas parecem ser, mas poucos sabem como realmente são. Some-se a isso o certo que só é certo quando está ao encontro dos próprios interesses.
Como é duro libertar um povo que prefere a escravidão. [Maquiavel]
“O
Brasil está cheio de ‘capicomunistas’ de Iphone, tolos e fracos; No entanto
todos têm coragem e expertise suficientes para apontar o que fazer com o
dinheiro dos capitalistas.”
Os socialistas alegam que é fácil falar de meritocracia e capitalismo quando se está no topo. Contudo, cegas idolatrias – tal como a de querer forçar a igualdade entre os desiguais - também surgem do desejo de escravizar, alienar e prejudicar os demais indivíduos fora da cúpula no poder ou que são vistos pelos olhos da inveja como privilegiados. O Psicopata, o estelionatário e o inimigo podem ser tão cordiais e "bem intencionados" quanto um amigo. O falso pode ser bem mais cordial que um sincero.
Empreendedores são aqueles que entendem que há uma pequena diferença entre obstáculos e oportunidades e são capazes de transformar ambos em vantagem. [Maquiavel]
Há 3 espécies de cérebros: o que busca o entendimento por si próprio; o que aprende [reflete, aproveita] o que o primeiro entende facilmente sozinho; e o que não entende nem por si próprio nem pelos
outros; o primeiro é o excelentíssimo; o segundo excelente; e o terceiro o totalmente inútil. [Maquiavel]
Inteligência não
é apenas a capacidade de raciocinar, é sobretudo a capacidade de associar
ideias, de discernir, de encontrar o que é relevante e mobilizar a atenção no
que é necessário e importante, em um determinado contexto e suas consequências
imediatas e futuras. Pouquíssimos são mais alertas, intelectualmente mais ativos, menos dispostos
a se satisfazer com respostas superficialmente atraentes, mais céticos acerca
de suas intuições e conclusões rápidas. Os psicólogos classificam essas pessoas
de “mais racionais” e os filósofos de “estóicos”.
Na parábola
do semeador (Mateus 13;1-9, Marcos 4:3-9, Lucas 8:4-8), é dito que
um semeador deixou uma semente cair no caminho e em terreno rochoso e
entre os espinhos ela se perdeu. Porém, a semente que caiu em boa terra,
cresceu e multiplicou-se por várias colheitas. Simbolicamente, os tipos de
solos correspondem aos tipos de pessoas. A parábola do semeador nos
adverte a respeito das características individuais que impedem uma pessoa de
aproveitar a semente da boa mensagem e produzir um bom resultado. Os
psicóticos-solidários revolucionários podem ser tudo menos solo fértil. Ao
invés de adaptarem-se à realidade do mundo, desejam que o mundo fique imutável
e permaneça sempre de acordo com os seus interesses.
A Parábola dos
Talentos e os Empreendedores
O mestre ordenou que o talento fosse tomado do servo preguiçoso e dado àquele que tinha dez talentos: “Tirai-lhe o talento e dai-o ao que tem os dez talentos; porque a todo o que tem, dar-se-lhe-á mais, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem ser-lhe-á tirado. Em suma: A quem mais tem, mais será dado pela vida. A quem mais retém (nada faz com o dinheiro), mais lhe será tirado. Daqueles que mais for cobrado, mais será dado. A vida remunera melhor aqueles que mais se comprometem com as responsabilidades do investimento financeiro.
Os socialistas pensam que o Mundo lhe deve sempre muito por tudo que nunca fizeram ou fazem. Nem nas parábolas atribuídas ao personagem Jesus Cristo encontram-se ensinamentos de apoio ao pensamento psicótico-solidário revolucionário igualitário. De outro lado estão os bilionários inovando e resolvendo ou atenuando problemas para a humanidade e ganham o dinheiro na direta proporção do valor/utilidade do serviço ou produto em resolvê-los.
Algumas verdades
sobre a vida
Embora existam pobres moralmente mais virtuosos que muitos ricos, este fato não torna a pobreza virtuosa. Não há virtude na pobreza. Ela não deve ser glorificada, deve ser vista, no mínimo, como um grave inconveniente do qual todos necessitam afastar de si. De forma simplificada, quanto maior o problema que alguém com uma inovação, um serviço, um produto resolve para outros, maior o seu valor. Os bilionários são aqueles que produzem valor para a sociedade, são exemplos notórios: Bill Gates, Jeff Bezos, Steve Jobs. É fato que até o dinheiro parado na conta bancária dos “egoístas e malvados” bilionários ajuda mais a sociedade (o banco empresta para quem precisa) do que milhares de altruístas pobres.
Você não terá necessariamente sucesso se tentar algo, mas certamente não terá sucesso se não tentar. Todo o blábláblá sobre meritocracia, de que você sempre terá sucesso naquilo que persistir, é simplesmente ilusão, mais um exemplo do 'politicamente correto'.
Certamente é mais fácil falar de meritocracia e capitalismo quando se está no topo. Contudo, cegas idolatrias – tal como a de querer forçar a igualdade entre os desiguais - também surgem do desejo de escravizar, alienar e prejudicar os indivíduos fora da cúpula no poder ou que são vistos pelos olhos da inveja como privilegiados. O Psicopata, o estelionatário e o inimigo podem ser tão cordiais quanto um amigo. O falso pode ser bem mais cordial que um sincero.
O mundo definitivamente não é justo. E a diferença entre algumas pessoas e outras chega a ser maior até do que a diferença entre pessoas e cães. Se Jesus Cristo disse: “Deus usa a sede para nos mostrar o valor da água”. Logo, a pobreza existe para ensinar a valorizar a riqueza e não para invejá-la. Jesus também disse: “Deus não lhe dá mais do que você pode carregar”. Logo, não inveje quem tem mais. A maneira mais fácil de crescer é cercar-se de pessoas mais preparadas do que você. Logo, se desejas ser rico, procure aprender com os ricos. Ricos são também aqueles que entendem que há uma pequena diferença entre obstáculos e oportunidades e são capazes de transformar ambos em vantagem.
A discriminação está em toda parte. Gênero, raça, religião, nacionalidade, riqueza, pobreza, educação, etc. Aparência também é poder. Pessoas bonitas sempre têm acesso a mais facilidades e benefícios, recebem penas judiciais mais brandas, tem maiores chances de empregabilidade, etc. Todavia, todos precisam lutar com unhas e dentes para sobreviverem ou viverem e para ficar ricos ou para não ficarem pobres. A vida não é fácil para ninguém com mais ou menos fatores favoráveis e desfavoráveis. As condições familiares são um fator muito importante para as decisões que alguém toma desde quando muito jovem. Todos os caminhos levam a Roma, mas algumas pessoas já nascem em Roma.
A bíblia é prova da desigualdade natural humana. A quem muito é dado muito lhe será cobrado. Em outras palavras, todos serão cobrados na proporção do que recebem, do que possuem. Por óbvio, para ter mais é preciso saber mais e assumir mais responsabilidades em amplo sentido. Ao profissional autônomo e ao empreendedor que assumem maiores riscos e fazem muito para a sociedade onde atuam lhes são dados mais possibilidades de enriquecimento do que a um empregado.
A maioria de nós
deseja se apegar a uma sensação de estabilidade: fazer as coisas de uma certa
maneira para manter uma ideia de certeza. O problema com isso é que tudo está
em constante mudança e readaptação: assim como seu corpo muda, também está o
mundo ao seu redor. A estabilidade não existe realmente: a mudança é constante,
e somente quando você aprende a se adaptar e a se mover com ela é que você pode
encontrar algum senso de estabilidade. Parece um paradoxismo, mas mover-se na
velocidade da vida é a única maneira de sentir-se estável e não a sua vítima. É impossível progredir sem mudança. E aqueles que não mudam suas mentes, não podem mudar nada e tornam-se vitimas da mudança. Os psicóticos-solidários revolucionários odeiam mudança.
Há uma discussão
complexa em torno do imposto sobre a herança que divide opiniões no mundo
todo. Em tese, sem a comprovação
científica de que a existência no mundo civilizado contemporâneo de muitos
ricos, milionários, bilionários, etc. prejudiquem os pobres e/ou aumentem a
pobreza em razão de seus excessos de dinheiro, os "socialistas" alegam
que o objetivo do imposto sobre herança é reduzir a desigualdade social, fazendo
com que os mais ricos contribuam com uma fatia maior do seu patrimônio. Sob
esse ponto de vista, a herança
seria considerada como um fator perpetuador da desigualdade, já que a
riqueza acumulada é transmitida de geração em geração. Além disso, o tributo
também é justificado pelo argumento da equalização de oportunidades, uma vez
que reduz a diferença entre riquezas nas fases iniciais da vida laboral e
estimula o esforço pessoal dos jovens. É de se questionar: será que Bill Gates,
Jeff Bezos, Elon Musk perderiam a corrida se largassem juntos, próximos ou até
muito atrás de alguém com a personalidade socialista? Em entrevista à
BBC de 2018, o economista Marc Morgan Milá, discípulo de A polêmica sobre isso
é mundial. Thomas Piketty (famoso pelo best-seller “O Capital no Século
21”), argumenta que a baixa
tributação sobre a herança no Brasil agrava a desigualdade, pois poucos
indivíduos já iniciam sua vida com a vantagem de uma fortuna herdada. Como
solução, ele propõe a tributação
progressiva das heranças, com alíquotas proporcionais ao montante
transmitido, mas ressalta que isso
não resolve o problema da desigualdade. Por outro lado, há quem perceba que
esse imposto tem uma característica confiscatória por tributar patrimônio e
renda já tributados durante a sua constituição, e que seu único efeito é
incentivar a transferência de famílias e suas riquezas para países onde não
existe este imposto (claro que isso é para pouquíssimos). Há quem perceba que o
tributo fragiliza a taxa de poupança doméstica, que tem nos ricos a sua maior
fonte. Existem muitas divergências sobre o imposto sobre herança e muitas
variáveis tributárias e não tributárias [culturais] envolvidas na
discussão.
É incrível como
graduados em economia ainda não perceberam que a ideia de considerar um mal a
diferença social tem origem na crença equivocada de que a riqueza e a pobreza
são variáveis de uma equação de soma zero;
de uma ideia comunista celestial surgida dos interesses de poder do bilionário
Vaticano e posteriormente utilizada pelos comunistas terráqueos onde um
planificador no poder central deveria impor a sua particular crença e moral a
todos, a exemplo do critério para a
progressividade da alíquota e proporcionalidade do patrimônio a ser tributado.
Tudo com base em que o ‘rico’ é o lobo do pobre que necessita uma proteção além
da paternal, como se ainda vivêssemos na realidade social da antiguidade ou na
economia do mercantilismo! Usar informações obsoletas é como consumir
alimentos vencidos. Infelizmente, quem crê nesse absurdo [a maioria] não aprendeu a
reaprender consigo diariamente e com a história da humanidade, ou gosta de viver de
ilusão sobretudo quando esta objetiva produzir o prejuízo do rico invejado.
A imagem acima parece piada ou ironia de solidariopata contra os relativamente mais rico, mas não fossem o dinheiro, o capitalismo, a riqueza e os ricos, a miséria seria ainda muito pior. Desde que o dinheiro foi inventado ele sempre representou uma fonte de prazer e escravidão para a humanidade. Sempre foi simultaneamente um senhor implacável para muitos e um ótimo servo para poucos. As diferenças naturais entre os humanos passou a existir também em forma de expressão monetária, sobretudo a partir da revolução industrial, e as diferenças de possibilidades diretamente ligadas ao dinheiro deu inicio a eterna guerra dos pobres contra os ricos e, com isso, surgiram os fomentadores e aproveitadores dela. A riqueza nunca teve descanso dos ataques da inveja.
O dinheiro é o
mestre e senhor de riqueza medida e desmedida, ele é a motivação da paz e da
guerra. O crédito das nações depende dele; seus correspondentes são
inumeráveis; seus mensageiros especiais são mais numerosos do que os de todos
os Reis, príncipes soberanos e soberanos absolutistas, ministros de Estado
estão a seu serviço. Senhor supremo nos gabinetes em todos os continentes da
Terra. Dinheiro é indispensável para suprir quaisquer necessidades no presente quanto as insondáveis do futuro.
É provável que o
leitor tenha de aprender evitar os seus males pela dura experiência dos próprios erros e
acertos, caindo e levantando-se. Terá que aprender sofrendo que o governo brasileiro ajudaria muito se apenas não atrapalhasse. É de suma importância estudar as causas de
seus erros a fim de quando cair a voz da consciência o faça de novo levantar,
sabendo por que e onde tropeçou e o que fará no futuro para não repetir o
infortúnio. É preciso aprender com a história, a reconhecer a insignificância nas aparências e
a discernir o profundo do superficial para fazer a melhor avaliação e uso do
dinheiro.
A inteligência do universo tem caráter comunitário. Assim, se há seres superiores e inferiores, estes existem em razão da necessária harmonização maior. A criação executou a subordinação, a coordenação e a distribuição de todas as coisas conforme o respectivo valor para o todo e os organizou para viverem em concórdia entre si. Embora os seres racionais vivam claramente uns em função de outros, também pode ser percebido em tudo que as coisas inferiores foram constituídas em função das superiores. Destrua-se a riqueza e a pobreza será ainda mais atingida. O que caracteriza o movimento da razão e da inteligência é estabelecer com precisão um limite para si mesmo sem ser subjugado pelas agitações dos sentidos nem pelos impulsos do instinto, que têm caráter de animal tido por irracional ou de racionalidade inferior. Faz parte da constituição de um ser racional não ser precipitado nem se deixar enganar facilmente.
De fato, mesmo nascidos maximamente em função de uma
reciprocidade, a faculdade condutora de cada um de nós possui sua própria
soberania. Se assim não fosse, o vicio, a maldade e as virtudes de alguém seriam igualmente de
outros. Isso não foi o que a natureza fez. A essência da causa e efeito é
pessoal e intransferível. Ela buscou não deixar no poder de outra a desventura
de si mesmo. O livre-arbítrio de qualquer um é absolutamente indiferente a
qualquer outro. Se um conseguiu ser muito rico de forma lícita,
respeitando as regras sociais, outro não será muito pobre em razão de sua
riqueza.
Há um entrelaçamento mútuo de todas as coisas no
mundo. Tudo pertence a um conjunto maior e contribui em conjunto em favor do
conjunto maior denominado mundo. Segundo o prisma da analogia, são como os
membros de um corpo onde cada um de sua forma contribui para uma ação em
conjunto, e não se pode exigir dos pés o trabalho das mãos, cada um contribui
de acordo com a sua própria natureza e possibilidades. Todos são colaboradores
para uma realização única de acordo com a natureza do mundo, poucos estão
cientes disso ao passo que a quase totalidade não percebe. As pessoas colaboram
de formas diferentes. Heráclito de Éfeso (470 a.c) disse que até aqueles que
dormem trabalham e auxiliam no que se produz no mundo (ao equilíbrio do mundo).
O mundo necessita também dos que dormem enquanto outros trabalham, dos que
preferem queixumes e daqueles que tentam se opor aos acontecimentos e até
desejando eliminá-los. O comércio necessita tanto da escassez relativa das moedas de ouro quanto da abundância das moedas de cobre.
TUDO NA ECONOMIA É INTERDEPENDENTE:
Os cemitérios estão cheios de
‘socialistas revolucionários’ com visões e ideias ousadas que não foram
realizadas por falta de coragem.
AGREDIR A RIQUEZA TAMBÉM AGRIDE A POBREZA
Na antiguidade e até o passado do final do século XIX havia a riqueza que não era comprada (trocada por dinheiro) e sim confiscada e ainda produzida com trabalho escravo, tal como a época do mercantilismo que inspirou as visões distintas da realidade até então e Adam Smith e Karl Marx. Excetuando-se os monarcas, seus amigos e prepostos, havia uma grande igualdade na pobreza. Queira ou não a mudança é a única coisa permanente na vida e é preciso perceber que os tempos mudaram; cada vez mais, com o aumento da importância do capitalismo no mundo, a partir da revolução industrial, o trabalho escravo foi eliminado e os serviços e produtos passaram a ser comprados por todos. Assim, quanto mais dinheiro alguém possuir mais poderá contribuir para a circulação de riqueza por meio do simples uso (gasto) do próprio dinheiro. Assim, por dedução lógica, quanto mais rico de dinheiro mais distribuidor de riqueza e redutor de pobreza se torna seu possuidor, de modo oposto encontram-se as pessoas com escassez de dinheiro. A desigualdade é natural do capitalismo por gerar oportunidades que não são e não podem ser aproveitadas por todos, nem as melhores ou as piores. E, de modo oposto, em geral o que prevalece é a opção da igualdade na pobreza dos países não capitalistas ou que agridem as liberdades econômica e individual. É um grande equívoco acreditar que exista uma relação direta, pura e simples, ou preponderantemente, entre desenvolvimento e igualdade social. Os países capitalistas tidos por desenvolvidos também possuem desigualdades sociais, o fato de serem menores, como nos países nórdicos, se deve muito à baixíssima corrupção na administração e política públicas e não apenas ao desenvolvimento.
Há um ditado que diz: "quem estuda demais, acabará trabalhando para quem nunca estudou". Este ditado ilustra a mobilidade social que existe no capitalismo onde há estímulo a liberdade individual e econômica. Todo dia muitos ricos ficam pobres e pobres ficam ricos. É claro também que trabalhar duro para um dia ter o próprio negócio não é uma regra infalível para o sucesso e pode ser de uma taxa de sucesso até baixíssima. Mas, esse é o normal da vida no sistema capitalista de estímulo à liberdade individual e econômica. No socialismo a possibilidade de mudança existe apenas na ilusão, só na teoria. Todas as liberdades dependem do dinheiro. Toda política de estímulo e proteção à liberdade individual necessita estimular conjuntamente a liberdade econômica.
Um pouco sobre a vida
do socialismo igualitário na pobreza do período
pré-revolução
industrial
Se você pensa que a vida no século 21 é difícil porque não podemos comer chocolate todos os dias, o relato do monge francês Raoul Glaber sobre sua época (século 11) o fará mudar de ideia: Na Idade Média, também conhecida como idade das trevas. devido ao baixo nível de tecnologia e conhecimento, a produção de alimentos muitas vezes era insuficiente. A baixa produção de alimentos significava fome, e a fome às vezes era tão severa que levava as pessoas ao canibalismo. “A fome selvagem levava as pessoas a comerem carne humana. Viajantes [estrangeiros] eram sequestrados pelos mais fortes, cortados em pedaços, cozidos e comidos. Muitas pessoas, vagando de um lugar a outro, deslocadas pela fome, pararam no caminho, em uma casa mais acolhedora, mas à noite foram mortas e usadas como alimento por quem as hospedava. Muitos atraíam crianças com ovos ou maçãs, seduziam-nas em lugares desertos, onde as sacrificavam e festejavam com elas.” [Fonte: Raoul Glaber, Hist., 4-5, II, 7, II, 11, citado em George Duby, Anul 1000, Tradução de Maria Ivănescu. Iaşi: Polirom, 1996, páginas 114-7].
O capitalismo gerou aumento no padrão de vida, nutrição, saúde, longevidade e abundância material. A qualidade e quantidade de bens materiais permite que a geração atual tenha acesso a coisas que somente os ricos de gerações anteriores recentes podiam adquirir e que gerações ainda mais anteriores nem imaginariam poder existir. Principalmente a partir da revolução industrial, à medida que a diversificação de atividades na produção de bens e serviços aumentou as pessoas gradativamente escaparam da agricultura de subsistência e buscaram outras áreas de interesse, fato que até então nunca havia existido na maior parte da história da humanidade. A vida desagradável, brutal e curta para quase todos tornou-se pacífica e longa para cada vez mais humanos. O ser humano tornou-se mais livre para pensar, inventar e criar. Como na vida não há só vantagens e coisas boas, o crescimento econômico também resultou em destruição do meio ambiente e desigualdade de renda, em razão da impossibilidade de ser aproveitado igualmente por todos os humanos devido a inúmeras variáveis começando pelas diferenças naturais entre cada um dos mais de sete bilhões de humanos no planeta, a riqueza vive como alvo permanente da inveja do seu oposto.
As extravagâncias dos ricos (que muitos invejam) muito colaboram para a redução da pobreza, até muito mais do que as virtudes. Reconhecer isto agrava o sofrimento do invejoso e não interessa aos políticos da solidariedade desvirtuada que se aproveitam da desigualdade natural entre os homens e a produzida inevitavelmente pelo capitalismo. Cortar impostos, criar incentivos para o indivíduo e famílias pouparem e investirem mais são ideias que não são aceitas pelos psicóticos-solidários revolucionários [capicomunistas – socialistas de Iphone] brasileiros, mais em razão da inveja que têm dos ricos do que da própria ignorância em si. Como os pobres são a maioria dos eleitores, a política tende a ser recheada de discurso populista contra os ricos. O vídeo a seguir ilustra bem a hipótese onde um profissional de arquitetura ganhou R$300 mil reais para fazer um projeto de uma residência extravagante, além de vários outros prestadores de serviços e mercadorias.
Quando as lâmpadas surgiram, os socialistas disseram que se tratava de uma invenção para entreter gente rica. Que as pessoas comuns continuariam usando velas. Quando os aviões surgiram disseram que só as pessoas muito ricas fariam essas viagens. Que jamais superariam o custo benefício dos navios. Quando o computador surgiu, disseram que jamais haveria mais do que dois ou três desses no mundo. Quando o Iphone surgiu, disseram: duzentos dólares por um telefone? Esqueça! É coisa de rico! De fato, se o sistema econômico fosse socialista essas inovações nem teriam sido criadas, e, se fossem, seriam importadas para uso apenas dos poucos no poder "socialista".
Warren Buffett não ganhou seu primeiro bilhão até os 55 anos. Em 2020 ele tinha aproximadamente US $ 100 bilhões. Ele teria tido mais se não tivesse doado tanto para instituições de caridade desde meados dos anos 2000, quando começou a doar para a Fundação Gates. Esses progressos são frutos da acumulação do capital possibilitado pelo sistema capitalista. Baseiam-se no fato de que as pessoas, por via de regra, não consomem tudo o que produzem e no fato de que elas poupam – e investem – parte desse montante. A poupança, por sua vez, significa benefícios para todos os que desejam produzir ou receber salários. Se alguém poupa ao invés de investir, o Banco empresta para outro investir. Não se pode negar que o padrão de vida elevado fundamenta-se na disponibilidade de capital gerado pelos interesses “egoístas” dos indivíduos empreendedores denominados de “capitalistas malvados” pelos esquerdistas inoperantes sugadores, que mais recebem da sociedade do que fazem por ela.
Se o capitalista malvado é egoísta, também o é o aquele solidariopata que respeita os
idosos quando ainda é jovem. Ajuda os fracos quando está com a força.
Reconhece suas faltas quando erra, APENAS porque um dia poderá estar idoso, fraco e
errado. Isso não é virtude e sim interesse egoísta. Preocupe-se com o seu caráter porque caráter é o que de fato você é. Não queira mudar os solidariopatas.
Muitos se fazem
de tolos apenas para enganar a quem consideram tolo, que também pensa que está
enganando porque considera o “esperto” tolo. Em suma, a mola propulsora do
mundo é a tolice. Eu estava apenas fingindo ser retardado [Diogenes de Sinope].
O discurso da caridade interessa antes de todos ao próprio carente que o faz;
Isso também ocorre com o discurso da igualdade que interessa antes de todos ao
fragilizado. Se por um ponto de vista pode parecer justo, ele é usado
também para perseguir a riqueza e o sucesso alheio.
Se não fosse o capital externo HONG KONG não teria progredido
O capitalismo é
intrinsecamente causador de desigualdades sociais, pois parte do principio
básico da liberdade econômica e individual que estimulam que cada um ganhe
conforme suas habilidades, físicas ou intelectuais, ambição, etc. Isso, de uma
forma simplificada. Quem não estudou com aquele geniozinho que não deu em nada na vida? Era inteligente,
mas não tinha ambição, talvez tenha uma vida financeira apertada hoje. Ou aquele
cara que ninguém dava nada por ele na escola, mas que ficou rico? Era ambicioso
e soube aproveitar oportunidades. E aquele vagabundo, que nunca fazia a lição,
só colava ou dormia na aula, e que ainda hoje tem um subemprego ou mora com a
mãe? E outros que eram razoáveis alunos, se formaram, tem razoáveis e bons
empregos e vivem relativamente bem. Isso é o que o capitalismo faz, oferece às
pessoas variadas oportunidades de trabalho, condições e ganhos correspondentes. Muitos só
querem trabalhar naquilo que gostam e viverem uma vida comum.
Vários de nossos objetivos derivam de identidades e desejos individualizados, e não de vontades de uma maioria. A individualidade tem seus benefícios até certo ponto - fornece diversidade e nos torna diferentes uns dos outros, os humanos não querem as mesmas coisas - mas essa tendência natural também significa que os humanos são mais propensos a ignorar as necessidades dos outros, a menos que se sintam envolvidos nela. Aí entra o papel do governo para controlar a coletividade dos interesses individuais.
Claro que no capitalismo alguns ganharão mais, alguns ficarão até milionários e uns poucos bilionários. Aqui no Brasil temos exemplos como Silvio Santos, que era um simples mascate, mas sempre foi ótimo comunicador e sabia aproveitar as oportunidades. O lado ruim é que ninguém quer ficar na ponta oposta: ficar na pobreza. Mesmo países desenvolvidos tem pobres. Sempre haverá os mais pobres no capitalismo, mas o quão mal eles vivem depende do governo do respectivo país. O problema em si não é capitalismo (a China tirou centenas de milhões de pessoas da pobreza quando adotou o capitalismo), mas a má gestão governamental. E, por enquanto, não há alternativa que consiga dar à maior parte da população um certo conforto básico, muito menos a alternativa pregada pelo socialismo, onde todos ficam igualmente miseráveis: Venezuela tem 96,2% de sua população vivendo na pobreza e 79,3% estão em situação extrema. Segundo o Banco Mundial, situação de extrema pobreza significa viver com menos de U$ 1,90 por dia.
Para chegar a este quadro, uma
série de fatores foi se deteriorando gradativamente durante o governo
solidariopata e a principal variável é a ineficácia do Estado acentuadamente corrupto,
característica típica do socialismo. O PIB, por
exemplo, caiu 70% entre 2013 e 2019. Já a inflação subiu assustadores
3.365% entre março de 2019 e 2020, fechando o ano passado com impacto de
2.959,8% nos preços.
O socialismo representa um exagero da conduta intervencionista em nome do bem de todos, e no polo oposto está o capitalismo baseado no respeito e estímulo ao desenvolvimento individual (quanto melhor eu for, mais posso ajudar outros) e à liberdade econômica geradora de riqueza individual e coletiva. Metaforicamente, não é o que você faz pela criança (socialismo), mas o que você a ensina para fazer livremente por si (capitalismo) que poderá fazê-la adulta de sucesso.
A vida e a ciência provam que o egoísmo patológico faz mal apenas a quem o possui. A inveja é o único defeito de caráter capaz de fazer mal além do invejoso. Se só existe socialismo na pobreza, por que todo socialista é tão preocupado com a riqueza alheia? Será por que a riqueza é o único remédio contra a pobreza e ele não quer ter a pobreza ameaçada, ou será por pura inveja? A verdade é que os ‘socialistas de iphone’ desejam creditar na conta do egoísmo dos que difamam de “capitalistas malvados” a própria inveja. Os isentos e os imunes do imposto são os únicos que apoiam o ITCMD. O ‘socialista bonzinho’ só é bonzinho porque não tem que pagar e está no papel de quem só recebe. Quanto mais só recebe, mais não tem nada a perder, mais apoia o socialismo em prol da destruição da riqueza alheia.
A igualdade do capitalismo é na liberdade; a igualdade do socialismo é na servidão e na pobreza. Um Estado que torne seus cidadãos apequenados, mesmo que para propósitos “benéficos”, não conseguirá fazer coisas grandes. Empobrecer as famílias resulta em matar a própria sociedade e o país.
Não há nada que estimule mais o ânimo da eficiência [seja o que isto representar] do que o pleno exercício da liberdade.
Ilustro com o exemplo notório onde a união de uma personalidade adequada e um país capitalista gerador de possibilidades de crescimento individual, que protege e incentiva a liberdade econômica e individual, produziu a geração de uma riqueza enorme: Quando Elon Musk vendeu o Paypal, ele ganhou mais de 180 milhões de dólares. A maioria das pessoas se aposentaria amanhã e terminaria em uma praia pelos próximos 50 anos. Ele gastou todo esse dinheiro (sim, todo) financiando a SpaceX e a Tesla. Na época, esse era um risco monumental. A SpaceX foi a primeira empresa privada a olhar para a exploração espacial e a Tesla a focar em carros elétricos. Mas ele acreditou em si mesmo e correu o risco. Agora, ele vale mais vários bilhões de dólares. Não quero dizer que todos precisam correr risco [apostar] cada dinheiro que possui, mas que deve reconhecer e não invejar aqueles que prosperaram ‘fora da curva’ no capitalismo. Milhares de emprego e renda foram gerados pelo empreendedorismo do Elon Musk. Lembre-se de que as opções no sistema capitalista são sob certos aspectos ‘livres’ inclusive a de continuar fazendo o que sempre fez e obtendo os resultados que sempre obteve. Poderia existir um Eron Musk no Brasil? O Estado brasileiro é altamente ineficiente, investe dinheiro onde não deveria, não investe onde e como deveria, estimula regras burras que estimula comportamentos idiotas, o desinvestimento e a corrupção. Dinheiro sempre foi um ótimo empregado aos interesses de quem o possui; mas sempre foi um péssimo patrão a quem necessita se submeter a ele. No Brasil, em termos relativos, onde muitos parecem trabalhar para manter a inversão de valores e viver dessa inversão, ele faz com que parasitas do sistema financeiro difamem de parasitas até os servidores públicos que trabalham mal remunerados em péssimas condições, e a massa sem senso crítico atribui os problemas do brasil ao 'capitalismo', quando de fato é o sistema "capicomunista" e a corrupção endêmica. O vídeo a seguir ilustra ironicamente a triste realidade do Estado "capicomunista" brasileiro: o lado bom do comunismo para poucos, e o lado "ruim" do capitalismo para o resto.
https://www.youtube.com/watch?v=Ahk3OZV8p1M
No socialismo é a arrogância dos administradores da economia planificada centralizada que determina o preço justo para tudo e todos, o que é o bom e o ruim, o bem e o mal, o certo e o errado para cada um na coletividade humana caracterizada por interesses e individualidades diversas, e o preço dos produtos e serviços, e quando se sentem desrespeitados intervêm no sistema de produção de bens e serviços e o resultado o leitor já sabe. No capitalismo é a demanda, a expectativa de ganho, que dá sentido a valer a pena ou não o investimento.
Exemplo:
Os socialistas difamam os capitalistas de egoístas malvados que só enxergam o dinheiro, e dão como exemplos os bilionários, a exemplo de Elon Musk, Bill Gates, MAS não enxergam o papel social do capitalista que é o de distribuir produtos e serviços fazendo o melhor possível por um custo e preços mais baixos possíveis em razão da competição para em contrapartida obter o dinheiro LIVREMENTE de outros, e assim contribuir para a circulação da riqueza.
Os socialistas
difamam os apoiadores da liberdade individual e econômica de egoístas que só
pensam em obter sempre mais dinheiro e, para isso, pagam muito mal aos seus
empregados, não obstante na hora da falência nenhum empregado apareça para
ajudar e somente para cobrar. Usam o argumento de serem o lado mais fraco para pedir aumento e para não ajudarem, mas reclamam da desigualdade entre patrão e empregado e o difamam de egoísta ganancioso. Contudo, faz parte da natural desigualdade entre
os homens que as interdependências entre eles também sejam diferentes. São
exemplos: quem não consegue trabalhar como autônomo e não tem dinheiro necessita
trabalhar para quem tem, conforme os interesses e necessidade preponderantemente
de quem emprega (lei da oferta e procura). Independente de aspectos subjetivos (interesses e
necessidades) de ambos, salário justo é o valor ofertado e aceito. Salário
injusto é aquele que é trocado por outro de valor mais alto. Enquanto necessitar
ou enquanto não puder trocá-lo por outro melhor, o salário é justo conforme
determina as diferentes circunstâncias entre os humanos. Essa moral também tem paralelo com a moral da parábola da vinha atribuída ao personagem Jesus Cristo: pessoas diferentes, com remuneração diferentes, fazendo igual trabalho.
Os psicóticos-solidários revolucionários consideram injusto que alguém obrigado a sustentar uma família numerosa receba o
mesmo salário que outro responsável apenas pela própria manutenção. No entanto,
o problema é não questionar se é ao empresário ou não que cabe assumir a
responsabilidade pelo tamanho da família de um trabalhador. De outro modo, a
pergunta que deve ser feita é: como indivíduo você se disporia a pagar MAIS por
alguma coisa, digamos, um pão, se for informado de que o preço está mais alto
porque homem que o fabricou tem seis filhos? Ou compraria o pão mais barato
(ambos de igual qualidade) feito por um homem sem filho nenhum? Os psicóticos solidários revolucionários sempre estão atentos aos descontos nas grandes redes comerciais milionárias que costumam ser melhores que o dos pequenos comerciantes.
Mensagem psicografada de Deus para os pobres solidariopatas e caridosopatas que difamam ricos de egoístas malvados: "Eu não dou asas a pobres desse tipo".
O vídeo ilustra a distribuição de riqueza efetuada a [relativamente] "pobres" "solidários" e "caridosos" pelos interesses egoístas de um capitalista malvado dentro de um sistema produtor de desigualdades [capitalismo]. Mas, se diferente fosse [socialismo], o que os pobres solidários estariam fazendo para sobreviver e como estariam vivendo longe dos interesses do capitalista malvado ?
Os socialistas dizem que os capitalistas sempre pagam os salários mais baixos possível, e são pessoas cruéis distante dos ensinamentos cristãos. MAS, com base na prudência, no ensinamento judaico destacado na moral da parábola da vinha (pagar a pessoas diferentes salários diferentes para fazerem a mesma coisa) atribuída ao personagem Jesus Cristo, salário injusto é aquele que o empregado abandona em troca de outro melhor. Salário justo começa no valor mínimo aceito por alguém que atenda a necessidade de quem o oferece. Ambos independente de qualquer consideração subjetiva sentimental tanto para quem paga quanto para quem recebe. A vida e os interesses de quem paga e de quem recebe são incógnitas recíprocas e não podem ser considerados reciprocamente como uma regra na negociação trabalhista. Isso ocorre em várias outras coisas na vida, a exemplo da compra e venda de um bem. Qual é o preço justo para uma negociação de compra e venda? O preço aceito pelas partes envolvidas. Os cristãos acusam os 'capitalistas' de egoístas, mas só enxergam e entendem conforme seus próprios interesses. Isso prova que a natureza humana é igual em todos: socialista, capitalista, pobre e rico.
Os ricos da sociedade desigual dos países capitalistas ricos são os que mais podem ajudar os pobres dos países pobres de sociedades menos desiguais, porém na quase totalidade dos habitantes na pobreza.
A pobreza não distribui riqueza ou o faz com baixa repercussão para o conjunto da economia.
O gráfico acima
ilustra que o aumento da riqueza ainda que tenha sido em países capitalistas com desigualdade social
e mais ricos e bilionários contribuiu para a redução da pobreza. É claro que será sempre daqueles que puderem aproveitar as oportunidades, e falar sobre isso equivale a uma história sem fim. Em resumo, tudo depende de vontade, necessidade e possibilidades estritamente particulares de cada um.
O sistema capitalista dá condições melhores aos ricos, mas a alternativa socialista a isto é muito pior. A titulo ilustrativo diz-se que: “Quem não trabalha não come no capitalismo; MAS, quem não obedece não come no socialismo”.
Em 04/10/2021 “socialistas” reclamaram muito de passar 7
horas sem whatsapp, Facebook e Instagram como se ignorassem que na Venezuela e
Cuba todos os dias são assim para quase todos. Em suma, paradoxalmente ao que
defendem, eles não curtiram passar uma tarde em Cuba !
A classe média baixa hoje disfruta de benefícios e amenidades que Dom Pedro I e a aristocracia da época não seriam capazes nem de imaginar. O pobre no capitalismo tem esperança, no socialismo não. É melhor ser um Sócrates insatisfeito com liberdade e esperança do que um tolo satisfeito na pobreza socializada. É melhor ser uma criatura humana insatisfeita na desigualdade do capitalismo do que um porco satisfeito na igualdade do socialismo.
Ao contrário do óbvio, uns psicóticos solidários acreditam e outros se aproveitam da crença de que o sistema capitalista se baseia na ganância, egoísmo e na exploração dos pobres pelos ricos, em suma, na marginalização da riqueza, em detrimento de pobres bondosos, caridosos, altruístas, tal como era a realidade social na época do tal citado Adam Smith. Afirmam como se os pobres não fossem egoístas e gananciosos, e como esses atributos fossem só pejorativos e só produzissem resultados maléficos. Em nenhum momento consideram a liberdade individual e econômica como algo útil ao desenvolvimento social e econômico, e ainda que estas produzam desigualdades, mas que muito da pobreza existente nos países capitalistas com baixa taxa de corrupção [ex. países nórdicos] é melhor que a pobreza igualitária dos países que limitam as liberdades, são exemplos notórios: Cuba e Venezuela.
É preciso agradecer ao egoísmo dos capitalistas malvados que interessados em obter dinheiro para as necessidades prementes, presentes e futuras insondáveis, inovaram e criaram toda a tecnologia que possibilita o fornecimento destas informações e a sua leitura por inúmeras pessoas simultaneamente. Ainda assim, dizem que os defensores do capitalismo só o defendem porque não são pobres, do contrário não o defenderiam - chove na amazônia porque há florestas ou há florestas porque chove? Defende o capitalismo porque é rico OU é rico porque não vive na fantasia socialista? Muito disso é oriundo de interpretação errada do legado literário deixado pelo Adam Smith [1723 – 1790], apartada de sua época, direcionada para os interesses egoístas dos críticos do sistema capitalista, em geral por inveja da riqueza. Mas, a realidade social da época do Adam Smith não é mais a mesma. Hoje a riqueza roubada, extorquida, confiscada da época do mercantilismo não é mais aceita. Todo rico é alguém que faz algo por alguém e em contrapartida recebe o dinheiro por isso. Um bilionário egoísta hoje paga mais tributos do que um pobre altruísta. Um bilionário emprega mais do que um pobre solidário. O aumento de riqueza reduz a pobreza; o aumento da pobreza reduz a riqueza, logo é fácil concluir que a pobreza depende mais da riqueza do que a riqueza da pobreza. A redução da pobreza depende muito da existência de riqueza ao seu redor e não o inverso.
Atenção: Leia de novo porque é importante: o capitalismo é produtor de riqueza e desigualdades sociais em razão direta da liberdade econômica e de respeitar as diferenças naturais e a liberdade dos humanos no aproveitamento das oportunidades por ele geradas. Pessoas podem ter os mesmos pais, viver na mesma casa, educadas pela mesma moral, e podem ser absolutamente distintas umas das outras.
Então não se pode crer que a riqueza e a pobreza estão apenas no modo como alguém foi criado ou nas diferentes possibilidades de cada um. Ele também é causado pelas decisões que cada um tomou. As atitudes de cada um importam muito para o sucesso tanto quanto ou mais do que os outros, a sorte e o azar.
Cada um existe para os seus próprios propósitos de acordo com suas características, não de outros. À medida que você envelhece entenderá cada vez mais que não é o que você parece ser ou o que você possui que fez a diferença na sua vida e sim a pessoa que você se tornou. Se você não se compromete com seus valores quando eles estão submetidos aos piores testes, então eles não são valores, são apenas atitudes politicamente corretas. O ego diz: “quando tudo estiver no lugar, eu estarei em paz.”; A vida diz: Ache a paz e tudo irá para o lugar.” Algumas pessoas nunca prosperarão porque desejam derrubar as pessoas boas para sentirem-se superiores a elas. Se pessoas (socialistas inseguros) falam que você (capitalista confiante) não conseguirá ir tão longe, vá tão longe para que elas não possam nem te enxergar e vê-lo escutar. Nunca perca seu tempo tentando explicar quem você é, o que você pensa, para pessoas que estão comprometidas em não compreendê-lo, em desvirtuar o que é dito. Afaste-se dos invejosos. Pessoas inteligentes tendem a ter menos amigos que as pessoas medíocres. Quanto mais valor se tem, mais seletivo se torna [Nikola Tesla].
A liberdade
econômica e individual no sistema capitalista possibilita diversidades de
investimentos e liberdade de escolha para os investidores. As pessoas são
livres para escolher onde investir, mas só obterão resultados conforme
investiram. A responsabilidade pela escolha e estratégia é particular e
intransferível. O socialista é aquele que sente que ficou para trás e deseja
jogar pedra no caminho de quem consideram estar na frente.
A desigualdade será maior ou menor em razão da corrupção na administração e política do país. São exemplos opostos notórios: Brasil e Noruega. Em razão do exato oposto, ainda que o socialismo não seja produtor de “desigualdade”, a igualdade a que se refere é na igual pobreza para quase a totalidade do povo, exceto para os ocupantes do poder e seus amigos (ou comparsas). A corrupção aumenta a desigualdade social no capitalismo e é o principal fator que desmoraliza o capitalismo no Brasil. A falta de serviços públicos torna a vida digna mais cara e a necessidade de dinheiro maior [plano de saúde, ensino pago, etc]; é aí que se caracteriza o capitalismo selvagem, cuja causa é a corrupção e não o sistema capitalista. Nenhum regime econômico é perfeito: a riqueza do capitalismo é com “desigualdade” e a “igualdade” do socialismo é na pobreza. Contudo, a corrupção no socialismo econômico é a regra (Cuba, Venezuela); o capitalismo pode prescindir da corrupção (países nórdicos).
SEM CORRUPÇÃO SOBRA DINHEIRO
No espectro político atual, a direita está associada a uma visão ou posição específica que normalmente aceita a hierarquia social ou desigualdade social como inevitável, natural, normal ou desejável. Esta postura política é justificada pelo direito natural e na natureza humana. Sob a ótica da analogia: "se vizinho fosse bom, não teriam inventado o muro já desde antes de quando a produção passou a superar a necessidade individual diária e necessitou ser guardada". Diz o ditado popular: "a corda do egoísmo é mais forte e adequada para o resgate do que a corda da solidariedade." A política baseada na 'psicótica-solidariedade' justifica-se por distopias antinaturais no exato oposto.
O socialismo
reduz possibilidades e agrada o ressentimento e o ciúme dos que invejam o
sucesso [seja o que esse representar] alheio, a única felicidade é a baseada no prazer com a
desgraça dos ricos. O socialismo é um
retorno a um sistema de classes anterior à época da revolução industrial onde
havia os nobres ( reis e seus vassalos) e a plebe que vivia da agricultura de
subsistência. Hoje os “nobres” foram
substituídos pelos políticos que se aproveitam do discurso psicótico-solidário. O capitalismo a partir da revolução industrial
destruiu esta estrutura social mais simples e gerou diversas possibilidades de
renda e, por consequência direta, diversos níveis sociais relacionados às
diversas rendas e situações de obtê-la.
Repito: A igualdade no
capitalismo é na liberdade. A igualdade no socialismo é na servidão e pobreza.
A liberdade individual precisa da liberdade econômica para ser plena. O
capitalismo não é produtor de felicidade, apenas de possibilidades. A
felicidade é assunto muito particular de cada um. Há felizes com pouco dinheiro
e infelizes com muito.
De 1820 a 2015,
o número de pessoas em extrema pobreza caiu de mais de 1 bilhão para 700
milhões, enquanto o número de pessoas em melhor situação do que isso aumentou
de meros 60 milhões para 6,6 bilhões. (Novamente, de acordo com o Banco
Mundial: US $ 1,90 por dia, ajustado pela inflação e diferenças no poder de
compra).
O medo da morte
alimenta a religião. O medo da pobreza alimenta o discurso socialista, que é
auxiliado pela inveja à riqueza. Quando se tornam escravos do medo da pobreza,
é fácil convencê-los de que o estado irá salvá-los.
Não obstante os registros históricos comprovem de forma clara e incontestável os benefícios gerados pelo sistema que apoia a liberdade individual e econômica, sempre haverá quem apoie o socialismo, sobretudo por entendê-lo de forma equivocada, apenas pelos interesses de quem manipula as massas pelos próprios interesses ou por entender de forma errada as causas da pobreza de forma ampla, especialmente no Brasil. A maioria se quer leu um livro sobre o ponto de vista no qual acredita, que dizer do contraditório as suas crenças. A história da humanidade registra desde a antiguidade a existência de pessoas que preferiam ter uma vida de escravo em troca da “segurança” da “certeza” de poder se alimentar diariamente à custa de seu Senhor a arriscar-se tentar consegui-lo OU NÃO por conta própria. Nada de errado nisso, mas muitos destes também são ressentidos, ciumentos e invejosos em relação aos que fizeram escolha diferente e obtiveram sucesso, seja lá o que este representar para quem o considera.
O vídeo abaixo ilustra como a economia planificada da política psicótica-solidária socialista é um equívoco. A matéria ilustra que as informações transmitidas pelos preços devem ser colhidas de baixo para cima em um livre mercado e não determinados de cima para baixo. Ademais, não é de bom alvitre confiar na natureza humana e na sua multidão. O assunto também faz vir à tona o fato de a imprensa brasileira representar um importante meio de informação MAS também de desinformação, focada apenas nos interesses próprios e sem um mínimo de ética. E, tão relevante quanto, é que o fator primordial para a escravidão do século XXI é a ignorância. A incapacidade de aprender a reaprender diariamente. Muitos são os que confundem a falta de liberdade causada pela falta de dinheiro com a falta de liberdade causada pela falta de discernimento e entendimento dos fatos da vida. Muitos que possuem dinheiro são também escravos das consequências da própria ignorância. O capitalismo possibilita até que um ignorante se torne muito rico.
Lembre-se do adágio :
"confiar é bom, mas desconfiar é ainda melhor".
Os vídeos dos links abaixo mostram o que o petróleo produziu de bom para o povo norueguês com sistema capitalista e governo sem corrupção e o que produziu para o povo venezuelano com governo corrupto:
Fundo Soberano Norueguês
https://www.youtube.com/watch?v=6urQ_LBcQsg
Desgraça Venezuelana
Se alguém é negligenciado pelos deuses (pelo destino) também isso tem sua razão. O vício por mais condenável que seja também é útil sob diferentes aspectos. Observando-se detalhadamente conclui-se que vícios individuais (ex. consumismo) produzem benefícios coletivos (ex. gera produção de bens e serviços). Tudo o que acontece a cada um, de bom ou de ruim, para o bem ou mal, é vantajoso para o mundo. Se toda população do planeta desfrutasse da condição socioeconômica dos norte-americanos, o mundo acabaria por falta de recursos naturais, não haveria matéria prima, alimentos e fonte enérgica suficientes. A desigualdade socioeconômica também é um mal necessário para a existência da vida humana no planeta Terra. A questão maior é saber em qual dessas categorias de colaboradores pensas te posicionar! Viver com a verdade e a justiça ou seus exatos opostos?
Há algumas qualidades que facilitam - e são até indispensáveis - para o sucesso. Ilustro com os exemplos dos países nórdicos, da Coréia do Sul, de Singapura e Taiwan: Por que são países com renda per capita e melhor distribuída do que no Brasil, embora não tenham recursos naturais para explorar? Nenhum recurso natural significa que o único recurso que eles possuem é seu capital humano. O capital humano é um ativo intangível ou qualidade não listada no balanço de uma empresa. Ele pode ser classificado como o valor econômico de uma formação, experiência e habilidades dos trabalhadores. Isso inclui ativos como educação, treinamento, inteligência, habilidades, saúde e outras coisas que são imprescindíveis para o empreendedorismo e valorizados pelos empreendedores. O capital humano é associado a aumento da produtividade e, portanto, a rentabilidade. Assim, quanto mais um indivíduo investe em si e um país em seus cidadãos, ou seja, em sua educação e liberdades, mais produtivo e rentável podem ser. Isso é um dos principais segredos para a riqueza. Observou-se já na década de 1700 que os países mais abundantes em riquezas naturais tendem a ser os mais pobres, e aqueles que não têm riquezas naturais tendem a ser ricos.
O sucesso, seja lá o que este for
considerado para alguém, é resultado de: TALENTO (sorte na concepção, no DNA); SORTE e AZAR (relativos ao acaso não relacionados à genética), MUITO TRABALHO com foco no
objetivo.
É usado pelos socialistas de forma pejorativa aos ricos que 1% dos mais ricos do planeta possui 50% do total da riqueza dos mais pobres, mas não é dito que as oportunidades e o talento necessários para estar no 1% não estão disponíveis [distribuídos] igualmente entre todos os humanos. Sistema econômico que possibilite desigualdade social não é necessariamente gerador de pobreza; Sistema econômico que produza igualdade não é necessariamente gerador de riqueza (leia mais uma vez). Nos países mais pobres da África, em Cuba e Venezuela a desigualdade para a maioria é menor que para a maioria nos Estados Unidos da América do Norte (USA). Em todo país onde existem oportunidades de crescimento estas nunca são aproveitadas por todos tanto pelas diferenças naturais entre humanos quanto pelas diferentes possibilidades e oportunidades e a impossibilidade natural de não haver local mais próspero para todos em nenhuma economia.
O rico na época do Adam Smith não precisava servir para em troca obter o dinheiro. No mundo capitalista atual o Rei do Chocolate, do Aço, do Automóvel, da Tecnologia, da Cerveja, ou qualquer outro que receba este título, não rege, serve ! Qualquer “Rei” do capitalismo precisa se conservar nas boas graças dos seus súditos (clientes/consumidores) senão perderá o seu reinado. Não é a companhia cinematográfica de Hollywood que – de fato – paga os salários de um astro das telas, que de fato os paga é o público que paga para consumir o produto. O equivalente ocorre para os esportistas milionários da atualidade, quem os faz milionários são os consumidores dos produtos de seus patrocinadores.
As empresas bilionárias – alvo predileto dos fanáticos ataques difamatórios dos esquerdistas – produzem quase exclusivamente para suprir a carência das massas e são inteiramente dependentes da preferência dos que lhes compram os produtos. A simples perda da preferência pode implicar no seu fim. Ademais, o que o empresário virá ou não a ganhar com o projeto depende das condições futuras do mercado e de seu talento para prevê-las corretamente. Mas, os trabalhadores já participam dos benefícios da poupança investida antes do resultado esperado.
As expectativas subjetivas do indivíduo representam
um papel difícil de avaliar; elas se mostram dependentes de fatores muito particulares,
de experiência muito particular acumulada desde o nascimento, de atitude
individual mais ou menos esperançosa [pro ativa] em relação à vida, de fatores biológicos
e ambientais favoráveis, que, no
conjunto, resultam em seu querer, em seus valores, além da simples possibilidade.
Ainda que as oportunidades fossem iguais para todos haveria muita diferença. É
fácil supor que as diferenças (rico e pobre) são muito dependentes das
imperfeições e diferenças humanas. As chances de uma mulher feia conseguir um trabalho de jornalista televisiva, ou manequim de desfile de modas, em concorrência com uma no exato oposto é baixíssimo, apenas para citar um mínimo claramente fácil de entender.
Ninguém é capaz de saber os reais motivos de alguém
não conseguir ou não ter possibilidade ou não querer fazer algo valoroso por
outros para em troca obter o dinheiro. Porém é sabido que a maioria dos humanos
é do tipo que percorre os caminhos deste mundo sem ponderar se é bom ou mau seu
modo de vida e suas escolhas. A maioria é como um cego que caminha em um campo minado
de bombas, exposto ao perigo, cujas chances de se prejudicar são maiores que as
de ser salvo. Poucos se arrependem de suas más escolhas. Muitos sucumbem ao
ciúme e à inveja. Voltam sempre para a mesma trilha, a galope, quais cavalos na
batalha. Agem pelo ímpeto de seus hábitos, sem se permitirem o tempo necessário
para a sua avaliação, resultando daí andarem de mãos dadas com o mal sem sequer
perceberem-no. Do mal não se consegue escapar sem uma boa dose de sabedoria e
uma visão mais profunda da vida. Muitos veem o mal como se fosse o próprio
bem, etc.. Poucos são os que se esforçam para se por no exato oposto
voluntariamente.
Toda prosperidade individual ou coletiva repousa sobre
a coerção ao trabalho [sentido amplo] e a renúncia aos impulsos da natureza vil
humana. Pouquíssimos são conscientes disso. Todos estão submetidos à escravidão
de necessitar fazer algo, mais ou menos diretamente, por alguém para receber em
troca o dinheiro, e não importa qual seja o trabalho, mas sim o que pode ser
feito para o próprio talento ser usado (ofertado) para o mercado de troca de
mercadorias e serviços, com estratégia, confiança, sem choramingar, queixar-se
ou criticar pelo que não está ocorrendo da forma como gostaria, pelo que não
tem, pelo que não pode fazer, pelo que outros deveriam, poderiam e não fizeram
ou fazem, e concentrar-se no que pode fazer de melhor em benefício de outros,
que são livres para comprar ou não os serviços e/ou mercadorias. No sistema
capitalista de liberdade individual e econômica rico é aquele que faz algo por
alguém e em contrapartida recebe o dinheiro na troca que fez. Por isso, a
riqueza é motivo de orgulho e a pobreza de vergonha. Quanto mais próximo da
pobreza, mais egoísta de fato é, haja vista que necessariamente recebe mais do
que oferece em relação a outros na sociedade, e também contribui menos com a
circulação de riqueza na forma de tributos.
A realidade é cruel, sobretudo se considerada sob um escopo muito limitado, e determina que alguém pode se esforçar muito, muito mesmo, por uma coisa que não interessa a ninguém, só a ele mesmo, e até se orgulhe muito disso dizendo em voz alta: “eu faço o que eu gosto”. Mas, infelizmente, o seu esforço poderá não ser recompensado financeiramente e a realidade o obrigará a ter que fazer o que gosta associado à pobreza. Por outro lado, alguém pode se esforçar quase nada [em relação a outros] e fazer o que não gosta [até odeia], e, ainda assim, fazer o que interessa muito a muita gente e a realidade possibilitará que este faça o que não gosta na companhia da riqueza. Aí os pobres dizem: "não é justo"! Mas veja bem: ninguém trapaceou. Ninguém foi desonesto. Não é uma questão de que a ideia de um é melhor ou pior que a de outro, ou que um seja essencialmente [biologicamente] melhor que outro. A diferença essencial está no foco dado ao esforço: os ricos fazem coisas que agregam valor para os outros! Claro, a vida, e nesta a riqueza e a pobreza, é muito mais complicada do que isto. Mas, é preciso estar ciente de que é possível alguém se dar financeiramente melhor com pouco esforço, que outros com muito esforço. E não é culpa dos ricos essa diferença! Esta está não somente, mas também nas escolhas de cada um. E, sendo assim, como pode se injusto? Injusto seria colocar barreiras que propositalmente ou previsivelmente irão beneficiar uns em detrimento de outros, tal como o imposto sobre herança ou grandes fortunas.
Sob o prisma da analogia, querer reduzir pobreza confiscando a riqueza com o argumento de que o interesse público é soberano em relação ao individual, é como combater incêndio em gasolina com a técnica para incêndio florestal. Só a corrupção estatal sai ganhando, porque recebe mais lenha para a própria fogueira. No mais, a regra da vida não é a equidade porque a natureza humana não é equânime. Alguns nascem em famílias ricas, outros em famílias pobres. Uns tem pais bons e amorosos, outros não. Uns são proativos, outros reativos. Uns são mais favorecidos pela biologia, outros menos. Uns são responsáveis, outros irresponsáveis. Uns são frugais, outros pródigos. E vale lembrar as inúmeras possibilidades combinatórias entre as inúmeras variáveis. E por aí vai.
A pergunta deveria ser: como ajudar as pessoas que
ficaram pra trás na corrida da vida sem colocar a culpa, sem ser injusto, com os
que estão na frente? Isso os socialistas [talvez até por simples inveja] não
consideram, ou não desejam considerar, pois a verdade os ofenderia.
Então, por que
razão há tanto público para tanto discurso de falsidade solidariopata?
Estados compostos de indivíduos alienados permitem muito mais facilmente a intervenção política na vida de seus cidadãos. O fato de algo ser desejável ou aceitável pela massa simplória não o torna verdadeiro. Os argumentos da justiça fiscal com a tributação da herança dos mais ricos podem ser indiferentes e desejáveis aos pobres ou a grande maioria simplória de senso crítico de eleitores face aos ricos, mas isto não torna os argumentos verdadeiros. O exemplo mais notório é a falácia da esperança, do consolo das religiões, principalmente a da crença na vida melhor após a morte. A relação entre o Estado brasileiro e seus cidadãos é perturbador. A existência de multidões [quase a totalidade dos eleitores] dando atenção aos psicóticos-solidários é prova incontestável de que o povo brasileiro não aprende com a história, e sobretudo com a própria história! O Estado demanda muito e provem muito pouco, e ainda há quem aplauda o tributo em questão usado mais para perseguir do que defender a sociedade. E o povo estupidificado ainda declara que “ é assim que sempre foi, e assim que o Brasil sempre será”. Assim como os advogados defendem seus clientes criminosos mesmo se culpados, os políticos fazem discursos e propostas hipócritas para pescar eleitores ainda que suas propostas sejam de fato pior para a sociedade. Infelizmente, no Brasil, o campo da ignorância é muito bom para pescar tolos. Declarações e propostas absurdas podem passar facilmente pela mente da massa dos eleitores e serem bem recebidas com o devido consentimento, sobretudo quando o sofisma é aumentar o prejuízo do rico em favor dos pobres. Isso faz compreender o motivo de alguns Estados do Nordeste com política “esquerdista” terem elevado a alíquota do ITCMD de 4%, que já representa o caos, para o limite máximo autorizado pelo Senado (8%), e ser a carga tributária tão alta e o endividamento sempre crescendo mais que a receita a fim de justificar o aumento da carga tributária e produzir mais pobreza. E explica também o motivo do político de esquerda Ciro Gomes orgulhar-se de ter elevado a alíquota do ITCMD no Ceará de 4% para 8% e de criticar a alíquota de 4% no Estado de São Paulo, com o argumento de que é o Estado mais rico da federação brasileira. E de seu irmão CID GOMES ter proposto ao Senado a alteração da alíquota máxima de 8% para 16%. E, já antes disso, o político Fernando Henrique Cardoso, ter apresentado proposta para a instituição do "Imposto sobre grandes fortunas". Se conhecessem bem as consequências do que produziram teriam agido no exato oposto. Ao invés de atrair riqueza do sudeste para o Estado do Ceará, contribuiu para afastá-la, e ainda querem afastar a riqueza do Brasil no todo! Só a ignorância de causa e efeito e o interesse eleitoreiro populista pode explicar tal conduta. A opção de taxar riquezas não considera as atitudes dos endividados e dos pobres em relação ao dinheiro e ao crédito e as regras culturais que os orientam. A análise superficial e incompleta coloca na culpa exclusiva da riqueza (ricos) a existência da pobreza (pobres), tal como se acreditava na antiguidade e medievo, sobretudo sob os interesses do Vaticano .
A vida põe diariamente diante dos olhos de cada um a
própria fraqueza e o próprio desamparo. A vida é cheia de inimigos francos e um
número muito maior de inimigos dissimulados, que são aqueles que não podem
tolerar o sucesso alheio. O orgulho gravemente ameaçado do homem exige consolo;
busca-se compensação para a crueldade e os pavores do mundo e da vida. A natureza
vil do ser humano faz com que muitos sintam-se
confortados com as desgraças e angústias de seus semelhantes; respirem
aliviados pelo falso apoio psicológico da coletividade submetida a semelhantes
desgraças. É a mesma psicologia que faz com que os humanos se juntem para
sobreviver a uma calamidade da natureza, desgraças iguais produzem apoio mútuo,
pelo egoísmo da autopreservação, e alívio imediato. Essa situação não é nova,
ela tem um modelo infantil, pois todo ser humano já passou pelo sentimento de
desamparo infantil diante de seus pais dos quais tinha razão para temer – mas
de quem também recebia proteção contra os perigos que então conhecia. Isto faz
com que seja natural comparar ambas as situações.
Com o passar dos séculos, criou-se um patrimônio de valores
nascido da necessidade de tornar suportável o desamparo humano que foi
construído com o material de lembranças relativas ao desamparo da própria
infância e da infância evolutiva herdada do gênero humano, com o propósito de
compensar psicologicamente todos os infortúnios da existência humana. Com foco
nesse objetivo, vários argumentos falaciosos foram desenvolvidos, tanto no
campo da religião (ex. vida no paraíso ou no inferno após a morte) quanto fora dela tal como o ideal
socialista para compensar a inveja à riqueza alheia e o desconforto da pobreza.
Poucos são os que questionam as ideias socialistas à luz da psicologia. De onde
recebem sua alta consideração? Qual o seu real valor? Quais são as suas reais
consequências?
O homem – mais ou menos consciente - segue um modelo
infantil. O desamparo infantil empresta seus traços característicos à reação
contra os desamparos na vida (ex. financeiro) que o adulto é forçado a
reconhecer, e esta reação é precisamente
o alimento da ideologia socialista e da religião comunista-cristã. Deus é
o pai elevado, o anseio pela proteção paterna é a raiz da necessidade religiosa
e do ardil do domínio religioso - a dominação psíquica (pela culpa e medo) como preparação para a
dominação física. A instituição religiosa é aquela que aprendeu a usar a
fraqueza humana para extrair desta o seu poder e dinheiro. Por isso o
cristianismo anda de mãos dadas com os praticantes do discurso político solidariopata
e o discurso da marginalização da riqueza e glorificação da pobreza. Por isso
ambos gozam de alta consideração entre os sofredores, sem qualquer
questionamento de suas premissas. As desgraças humanas, dentro destas a
pobreza, sempre foi combustível para o poder do Vaticano há mais de mil anos e
do socialismo a partir, sobretudo, da revolução industrial.
Vale observar que é certo que nossos antepassados da antiguidade
acreditavam em coisas que é impossível ao ignorante de hoje acreditar, mas ainda a maioria dos humanos brasileiros ainda aceita como verdadeiro argumentos
falsificados e carentes de mínima reflexão ao contrário senso das cautelas que deveria
ter para tudo na vida. Preceitos são aceitos apenas em razão do egoísmo vil do
interesse próprio ainda que em detrimento de outro(s). O homem é um ser de
natureza débil, facilmente dominado pelos seus débeis desejos, é muito pouco
acessível a motivos racionais contra as suas paixões, medos e superstições compensatórias.
Essa é a sua natureza mais íntima. A maioria não pode prescindir do consolo da
ilusão, sem ela não lhes seria possível suportar o peso dos infortúnios da
vida, a sua cruel realidade. Nenhum
homem racional se comporta tão levianamente, nem se contenta com fundamentações
tão miseráveis para seus juízos, para a sua tomada de partido, quanto o faz
quando o assunto é religião e dinheiro.
A maioria dos humanos compensa os sofrimentos da
pobreza com as crenças religiosas (juízo final, rico não entrará no Céu, paraíso na vida após a morte, etc), MAS também com o prazer com a desgraça dos que considera felizes, com o sucesso ao seu lado, ricos
(aí entra o papel do ideal socialista) ao invés de trabalharem e obterem conhecimento para a
dificílima possibilidade de ficarem ricos. Sempre foram poucos os capazes de se
resignarem ao destino e capazes de suportar os seus danos. Se for retirado da
maioria o ópio da religião e a esperança do ideal socialista muitos que fazem o
marketing pessoal da ovelha dócil sem as peias psicológicas e sem medos aos
seus impulsos associais e de egoísmo vil tornar-se-iam monstros buscando
exercer seu poder, e recomeçaria o caos banido através de um trabalho de
persuasão milenar.
A educação sob a influência da utopia socialista resulta em esperar tudo do Estado e também em culpá-lo de tudo que incomoda, por isso que os socialistas têm o hábito de culpar terceiros pelas suas frustrações. São como crianças que foram educadas para culpar seus pais “protetores” pelos seus ‘machucados’. Some-se a isso que o Rico torna-se o bode expiatório das frustrações dos socialistas. Por analogia pode-se dizer que os homens ricos (sentindo amplo) do passado e do presente são aqueles que não permaneceram/permanecem criança para sempre; eles aceitaram/aceitam enfrentar a vida hostil - pode-se chamar isso de "educação para a realidade". Sempre foi um grande passo para a prosperidade quando alguém deixou de esperar 'dos céus' e aceitou que dependia exclusivamente de suas próprias forças e de usá-las corretamente.
A verdade da religião e do socialismo nunca
interessou a minoria que os usa para chegar e manter-se no poder. Isso
representaria a falência do Bilionário Vaticano e dos políticos que vivem da
mentira do ideal socialista, ou de ambos. Um número incontável de humanos encontra seu único
consolo nas mentiras religiosas e socialistas. O acúmulo de conhecimento
produzido pela ciência ainda não bastou para compensar o aspecto vil e fraco do
ser humano.
Para que e para quem importam a ilusão de um Deus incognoscível, de um paraíso socialista divino (sabe-se lá onde) e na Terra jamais confirmados. Vale observar que o Jesus Cristo "paz e amor" só surgiu quando o Vaticano perdeu a possibilidade de associar-se ao poder e mandar matar em nome de Deus. É mais lógico e produtivo aprender com o exemplo dos ricos no mundo real. Por não colocarem suas expectativas no além e concentrar todas as suas forças nas regras da vida terrena, sem inveja, arrogância e com humildade, acabam por conseguir tornar as suas vidas e a de muitas outras mais suportável com a riqueza que produzem. É preciso sempre considerar o lobo que está por trás da aparência da ovelha socialista. Quais os seus interesses ocultos inconfessáveis?
Os fatos obrigam a desconfiar - no mínimo - do volume de dinheiro envolvido para tanto marketing desavergonhadamente escandaloso de tolerância a criminosos como estes merecessem alguma consideração. A maioria dos humanos lembram os “idiotas úteis” mencionados por Lenin, dos quais é facílimo esconder os verdadeiros objetivos por trás da ‘cortina de fumaça’ da falsa aparência e da falsa preocupação solidária. Como dito por Antoine de Saint-Exupéry – 1900 – 1944: “o mais importante é invisível aos olhos”.
"A
capacidade de discernimento é um sinal marcante de inteligência"
E como detectar um mentiroso que usa o discurso da bondade, caridade, perdão, sem critérios de virtude e bom-senso?
Como detectar um psicótico solidário em interesse próprio inconfessável? Observou J-J-Rousseau: “ Para conhecer os
homens é preciso vê-los agir. No mundo dos salões nós os ouvimos falar, eles
mostram seus discursos e escondem suas ações; mas na história eles são
desmascarados e serão julgados a partir dos fatos.
Diz o ditado:" é bom confiar, mas é muito melhor desconfiar." Pessoas que repetidamente atacam a sua confiança e autoestima são muito conscientes do seu potencial, mesmo que você não saiba disso. Lembre-se de que existe algo de errado com elas e não com você. Pessoas normais [seja o que significar nos variados contextos] não têm interesse no mal de outros. Da mesma forma que o bilionário Vaticano esconde seus verdadeiros interesses por trás de falácias enaltecendo o ser humano, os psicóticos-solidários revolucionários usam as falácias da teoria econômica de Karl Marx como “cortina de fumaça” intelectual para esconder a própria torpeza motivada pela inveja à riqueza alheia.
A seguir algumas características que podem
desmascarar os “socialistas”:
-Gastam muito dinheiro com marcas de luxo, muitos(as) aceitam ganhar muito dinheiro para fazer propaganda de qualquer uma delas, MAS dizem que o
consumismo é uma doença do capitalismo;
-Dizem que apoiam políticos e partidos a favor da
taxação de grandes fortunas, que dizem que economia é equação de soma zero, MAS
usam estruturas tributárias de pessoa jurídica para elisão fiscal e investem o
dinheiro em moeda forte nos Estados Unidos da América do Norte;
É um grande
equívoco acreditar que exista uma relação direta, pura e simples, ou
preponderantemente, entre desenvolvimento e igualdade social. Os países
capitalistas tidos por desenvolvidos também possuem desigualdades sociais, o
fato de serem menores, como nos países nórdicos, se deve muito à baixíssima
corrupção na administração e política públicas e não apenas ao desenvolvimento.
-Dizem que o Natal é exemplo notório dos interesses
do capitalismo, MAS sonham ou vão comemorá-lo em Nova Iork;
-Apoiam o discurso contra a propriedade privada, a
favor da alta taxação às propriedades dos ricos, MAS adquirem imóveis de mais
de 20 milhões de USD nos USA onde esta taxação não lhe é tão desfavorável;
-Ganham muito dinheiro trabalhando como pessoa
jurídica, MAS defendem a CLT que faz com que um empregado trabalhe por 2 e
ganhe por 1; e o empregador contrate 1 e pague por 2;
-Apoiam o desarmamento MAS têm seguranças armados e
carro blindado, a exemplo dos seguranças do papa e do papamóvel que inaugurou a
era dos carros blindados;
-Fazem discurso pela desconstrução do homem
masculino, apoiam o homoafetismo, MAS casam-se com um bem característico do
sexo oposto;
-Fazem o discurso pela desconstrução da família
conservadora, MAS têm uma bem tradicional;
-Fazem discurso contra o capital estrangeiro, MAS compram celular da Apple, carro da marca BMW, etc..
-Há solidariopata que considera injusto que alguém obrigado a sustentar uma família numerosa receba o mesmo salário que outro responsável apenas pela própria manutenção. No entanto, o problema é não questionar se é ao empresário ou não que cabe assumir a responsabilidade pelo tamanho da família de um trabalhador. De outro modo, a pergunta que deve ser feita é: como indivíduo você se disporia a pagar MAIS por alguma coisa, digamos, um pão, se for informado de que o preço está mais alto porque homem que o fabricou tem seis filhos? Ou compraria o pão mais barato (ambos de igual qualidade) feito por um homem sem filho nenhum? A resposta é: o solidariopata é o que mais vantagem procura.
-A imagem abaixo embora não faça prova no caso concreto a que se refere, MAS ilustra o ditado popular que diz que filho educado com socialismo perde os valores para desejar trabalhar. Filho mimado cedo ou tarde terá trabalho dobrado !
-Tal como o aquecimento global é usado como desculpa para a implantação do socialismo global (o desenvolvimento dos países ricos culpados pelos problemas climáticos nos países pobres. Sempre ricos contra pobres), é clássico o socialista psicótico-solidário mostrar fotos de crianças morrendo de inanição com a frase: “E você, não tem nada a ver com isto? Para gerar ou incrementar a culpa ou, ainda, apenas para produzir um constrangimento moral com o objetivo final de dominar o público-alvo pelo sentimento de culpa, sobretudo as massas inseguras e supersticiosas, MAS os seus apoiadores estão com muita frequências em churrascarias onde o rodízio por pessoa chega a R$250,00 !.
-Até em razão das atitudes dos “socialistas” em relação aos ricos, comprova-se que do ponto de vista utilitarista, o capitalismo produz mais satisfação e bem-estar a mais pessoas do que o socialismo. Também em razão disso os “socialistas”, que adoram passear nos USA e nunca foram a Cuba e a Venezuela, fazem do rico [seja o que isso representar] um bode expiatório das suas frustrações de ‘pobre’ [seja o que isso representar].
POR FIM, UM CONSELHO QUE NÃO GARANTE MAS AJUDA A OBTER RESULTADOS BONS NO SISTEMA CAPITALISTA
ONTEM PIOR QUE HOJE; AMANHÃ MELHOR QUE HOJE
Pergunte-se: o
que eu fiz no passado que hoje prova a minha expertise? Para ter uma boa resposta
preocupe-se com o seu presente, porque amanhã ele já será o seu passado. Dinheiro é
apenas uma ferramenta necessária para levá-lo onde quiser, mas jamais o
substituirá como motorista. Para obter grande transformação na vida
devemos tender a um contínuo, constante, melhoramento diariamente. Ilustrando
matematicamente seria [1,01] 365 = 37,8. A
melhora de 1 centésimo acumulado todo dia implica em uma melhora de
quase 38% em 12 meses. Em outro termo, a pouca melhora diária contínua pode no
tempo produzir grandes resultados. A regra do sucesso, seja lá o que
esse representar para cada um, é focar em melhorar um pouco todo dia. Todavia,
para tudo na vida há um inverso e essa regra também funciona para o mal !
Ilustrando matematicamente seria [0,99] 365 = 0,03 . Em
outro termo, a pouca piora diária, na fórmula 1%, contínua, pode no tempo
produzir grandes retrocessos. Há também um problema adicional, tanto
a melhora quando a piora gradual não são claramente percebíveis no curto
intervalo de tempo. A motivação é o motor de tudo que é necessário fazer para o
aprimoramento, e pode ser mantida ao longo do tempo dividindo-se o objetivo
maior em vários pequenos objetivos ao longo do período planejado: cria-se o
objetivo parcial [melhorar um pouco todo dia], a sua conclusão produzirá
motivação que irá alimentar um ciclo virtuoso até o objetivo maior.





























