O Capicomunismo na Estrutura Social Brasileira

 

O pior defeito  de um pobre é acreditar e defender  teorias socialistas que os tornam pobres.

Argumentos socialistas são fraudes intelectuais usadas para chegar ao poder – e se manter lá – através de mentiras, opressão, roubos e tiranias. Isso precisa ser lembrado todos os dias.

Os defensores dos fracos e oprimidos de todas as espécies, dentro e fora da política oficial,  que apoiam o Estado socialista “justiceiro” simulam compartilhar os valores mais fundamentais e desejados pela sociedade, e se dizem seguidores da religião política do Vaticano -  a religião mais próxima do socialismo – e defensores da Fé e do justo. Não são inimigos do Papa e da sua fonte divina da “justiça”. Todavia, o papa representa um narcisista que se apresenta como representante “puritano” da justiça divina, que ninguém nunca experimentou no plano terrestre da realidade concreta. Só existe na fantasia bíblica. 

Papa ofendendo o Deus Judaico

O bandido social de colarinho branco narcisista da modernidade deseja ser considerado um herói  da justiça social e um símbolo da esperança de uma ordem mais justa contra o regime injusto e opressor da elite capitalista selvagem.  Toda “justiça” fiscal é baseada na crença religiosa da política do Vaticano para a qual “liberdade” só interessa a deles, cuja politicagem de bastidores conseguiu a imunidade para impostos sobre patrimônio e renda. Imunidade para eles e tributação acachapante para outros sustentá-los. Quanto mais o governo saquear o contribuinte, mais sua imunidade fica protegida. A política de “neutralidade” do Vaticano sempre foi para preservar suas vantagens, que se exploda todo o resto, são especialistas em jogo duplo. Nenhuma religião perseguiu, diretamente e indiretamente, mais a riqueza do que a do Vaticano. Ninguém roubou e explorou e explora a ignorância e a pobreza mais do que o Vaticano. Ninguém foi mais cúmplice com a máfia italiana do que o Vaticano. São cúmplices de tudo que lhes interessa, pouco importa se está certo ou errado! A politicagem social brasileira e o Vaticano andam historicamente juntos.

O socialismo nunca fincou raízes na América do Norte porque os pobres não se veem a si próprios como proletários explorados, mas como milionários temporariamente oprimidos. (John Steinbeck). Além de nas raízes de sua fundação não ter existido a influência marcante do catolicismo.

O socialista vê dificuldade em cada oportunidade gerada pelo capitalismo; o capitalista vê oportunidade em cada dificuldade. Em suma, o socialista é pessimista, o capitalista é otimista. São exatos opostos.

O Brasil é um Estado interventor capiCOMUNISTA muito associado a privilégios indevidos e corrupção. Não fomenta o desenvolvimento e sim o atraso. Em uma sociedade socialista, a maioria dos trabalhadores permanece em más condições e poucos são bem remunerados em função das “necessidades especiais” da administração  em prol do povo mais pobre, que suga a maior parte dos recursos, produz medidas sem resultado benéfico duradouro, constituindo sérios obstáculos permanentes ao uso mais produtivo dos recursos, com perseguição à riqueza, inflação de proporção considerável que resulta em elevar os salários dos ocupantes do poder e seus mais próximos, e acentuada perda para os demais, sobretudo dos mais pobres, com redução disfarçada da renda da maioria, que não poderia se feita às claras; situação esta agravada pela elevação dos salários dos ocupantes do poder, tal como ocorreu nos primeiros dias do governo Lula em 2023.  




Parece que a distribuição de benesses aos apoiadores  importa mais do que os pobres.




Lula (pai dos pobres) e o Papa
junho 2023




Todo socialista/comunista almeja um mundo onde ele mesmo seja “Deus” e tenha o controle de tudo e de todos. A pretensa “igualdade social” que todo político socialista sempre enaltece de forma direta ou indireta criticando a desigualdade, jogando a culpa desta nos ricos, difamando-os de egoístas malvados, e no capitalismo em si. Tudo não passa de hipocrisia para enganar os incautos e os invejosos. Sempre foram pegos agindo sem qualquer vestígio de vergonha em benefício próprio, não do povo. Não passam de grandes enganadores. Vale lembrar aos seguidores do Vaticano - o mentor e principal apoiador ideológico de todo comunismo - que até no Reino de Deus há hierarquia, pois é dito que haverá patamares distintos e cada um terá o seu papel de acordo com suas obras. Ademais, é notório a estrutura hierárquica do Vaticano e a desigualdade de riqueza entre este e suas  igrejas mais distantes. 

Não há outra explicação para definir o eleitor de Lula, senão um indivíduo de acentuada ignorância e/ou mau caráter, ambos dominados pela inveja aos ricos, seja lá o que isto representar para eles.


Após ser eleito

Nada contra o rico e sua riqueza, mas contra o critério de distribuição de dinheiro da Lei Rouanet sim. Há artistas que se igualam ao político rico à custa de uso indevido de dinheiro público. Liberalismo não significa que o Estado deixe de auxiliar os indivíduos provendo-os nas eventualidades contra as quais, pela sua natureza imprevisível, poucos se podem precaver de forma adequada, por exemplo: doenças, acidentes naturais, desastres, etc. Em inúmeras outras hipóteses é justificável que o Estado auxilie na organização de um sistema de educação, saúde e previdência social, além de proteção de um humano contra abuso de outro de forma individual ou coletiva. A ação pública se faz necessária sempre que for capaz de mitigar ou prevenir consequências das quais o individuo não pode se defender ou se precaver, inclusive por insuficiência financeira. A questão central é o fato do Estado afetar mais ou menos a liberdade individual e a concorrência no livre mercado ao representar o seu papel usando o seu poder. Fazer solidariedade para uns com a espoliação compulsória patrimonial de outros não deve ser aceitável fora de tempos de guerra.  

Para viver em coletividade com proteção da vida, da liberdade e da propriedade privada, houve a necessidade de todos seguirem uma série de normas costumeiras que foram convertidas em leis cujo conjunto dos fundamentos passou a formar uma Lei Maior, denominada de Constituição. Os objetivos fundamentais que motivaram a restrição da liberdade pela necessidade de vida em coletividade com maior garantia da vida, "liberdade" e propriedade privada, foram esquecidas ao longo do tempo. No Brasil, isto é até um sinal próprio, característico. A politicagem venal afugentou a política e a correta moral por meio de seu processo embrutecido auxiliado solicitamente por aqueles para quem a verdade é a coisa mais indiferente do mundo, e, em contrapartida, honorários e gratificações, as mais importantes.


O empobrecimento da riqueza, o enriquecimento do Estado ineficiente e cleptocrata não reduz a pobreza. É um erro combater a desigualdade atacando a riqueza, sobretudo por meio de confisco por um Estado (sentido amplo) notoriamente ineficiente e corrupto no uso dos recursos. Essa ideia é um sofisma criado pelo Vaticano para estragar a vida dos mais prósperos, embora seja notório na estrutura hierárquica (desigualdade) do Vaticano e sua desigualdade de riqueza entre o Vaticano e seus devotos e clérigos mais distantes. Releva observar ainda que o justiceiro moral Vaticano usa o Brasil sem pagar impostos sobre o patrimônio e a renda. A realidade jurídico-tributária no Brasil é reflexo do lixo cultural brasileiro dominado pelos interesses de poder do Vaticano. A corrupção brasileira chegou ao ponto de a lei exigir vinculação prévia de receita para gerar despesa, mas como subproduto também de só poder aumentar tributos e não de reduzi-los. É uma estupidez desejar igualar pessoas diferentes (e todos são diferentes). Da mesma forma é querer impor as subjetividades do governante socialista no poder do momento para outros com ofensas graves à liberdade. É preciso haver limites para agir em nome do "bem comum". As ambições, a experiência na vida, o entendimento dos fatos, a competência, a confiança em si, as possibilidades, as motivações e o querer são únicos na vida de cada um. O desenvolvimento de um país depende do desenvolvimento de cada um de seu povo e isto depende da motivação individual cujo principal ingrediente é o de poder prosperar com liberdade econômica e saber que o fruto do trabalho se submeterá a própria deliberação de quem o obteve, sem restrições por abusos do EstadoÉ notório que, diariamente, em uma sociedade competitiva, muitos sofrem grande redução dos rendimentos e amargam grandes frustrações de suas esperanças, sem terem sido responsáveis, e apesar de suas excepcionais habilidades e dedicação que até ofende o senso de justiça comum.  Essa realidade faz com que muitos desejem que o Estado intervenha em seu favor a fim de salvaguardar-lhes as legitimas expectativas. O político que a promete, certamente, conquista a simpatia e o apoio popularEm razão também disso, a “ética” coletivista encontrou sua justificação mais explicita na “razão do Estado focado no bem comum” , que no Brasil não conhece outros limites que não os da própria conveniência pela adequação do particular a qualquer objetivo que tenha em vista o “interesse público” em nome da “justiça social”. O discurso político, que reflete esta cultura, é o de que não pode haver limites para aquilo que seja necessário à consecução de um objetivo que a própria comunidade impôs a si mesma através de seus representantes políticos eleitos “democraticamente”. Não há compromisso com direitos e garantias individuais tal como nos USA. No Brasil, estes são concessões de acordo com a conveniência populista do momento. A religião política do Vaticano contribui para que seja visto como imoral a defesa da liberdade para a livre busca dos próprios interesses, seja em que grau for, e digno apenas o cumprimento do dever imposto para o bem de outros, quanto maior o autossacrifício a qualquer aspecto individual mais louvável é. No século XIX, o filósofo Friedrick Nietzsche teceu duras críticas à moral determinada pela religião política do Vaticano, acusando-a de subjugar o ser humano, a sua força, capacidade de criação ao ponto de considerar virtuoso a negação da própria vida. Todavia, é preciso considerar também que o homem coletivista objetiva transferir seus vícios e responsabilidades ao coletivo ocultando este interesse passando-se por uma pessoa de moral elevada com discursos fraternos e altruístas que deveriam ser realizados pelo Estado.  A atitude de muitos socialistas de shopping contra o internacionalismo explica-se também pelo fato de que interesses fora do “grupo” dos próprios interesses constitui ameaça aos interesses de transferir para outros (e ao Estado) a própria responsabilidade. Estes aspectos psicológicos não são perceptíveis para a quase totalidade das pessoas, às vezes, até para o próprio socialista. 

Para os interesses de uma mente anticapitalista, a liberdade (sentido amplo) é uma ofensa. Não é possível convencer um fanático socialista de coisa alguma no sentido contrário, pois suas crenças não se baseiam em evidências verdadeiras, reais, racionais, comprovadas, mas sim em profundo interesse egoísta inconfessável baseado em frustrações, insegurança e inveja. Tal como o religioso puritano que sofre pelo medo terrível de que alguém, em algum lugar, esteja sendo mais feliz do que ele na vida tachada de "mundana"!  A veneração ao Estado, a admiração pelo poder e pela grandeza em si mesma, o entusiasmo pelo “planejamento” da vida alheia e a incapacidade de deixar qualquer coisa livre de “planejamento”, fazem com que os socialistas de Iphone considerem a liberdade com escárnio. Essa horrenda doutrina é envolta em uma espécie de fanatismo com intensidade na direta proporção dos interesses inconfessáveisSome-se a isso o fato de não serem os dirigentes da política estatal desinteressados nesse ideal masoquista humanitário, pois o maior prazer é o da ambição do poder em si mesmo diante do qual tudo deve ceder. Na política brasileira e no sistema socialista as oportunidades são notoriamente mais adequadas para os inescrupulosos. O coletivista precisa de uma unidade de propósitos individuais que exclua toda a diversidade de objetivos de cada indivíduo. Todos devem servir ao sistema único de objetivos visado no discurso pelo social. Por meio de várias formas de propaganda, conseguem fazer com que a massa simplória pense como eles querem, e os poucos sagazes e independentes fiquem isolados da grande massa.

O bem estar de alguns sempre serviu de álibi para os tiranos populistas

O ITCMD resulta da inveja e ou da ignorância das consequências desse tipo de ação e suas circunstâncias. Quase a totalidade do brasileiro ignora a magnitude do dano que este tributo produz.  A perspectiva do Estado parece não se preocupar com a liberdade individual e econômica em recepcionar na sua ordem jurídica tributo de manifesto comunista de 1848 baseado em realidade social da época do feudalismo, mercantilismo e primórdios da revolução industrial. Parece também acreditar que enfraquecer o individualismo e as famílias em favor de um Estado ineficiente e cleptocrata representa evolução social. A política brasileira parece não se ater em que o apoio a este tipo de  ordem que satisfaz padrões “construtivistas” centrados no Estado leva à destruição da estrutura libertária muito mais abrangente caracterizada por não depender e propor revelar nenhum desígnio identificável, na qual não é possível saber por que determinadas coisas acontecem, e podem produzir mudanças vantajosas cujas razões são desconhecidas porque registram fatos que, em seu conjunto, nem todos ou ninguém conhece e, assim, é uma ordem muito mais abrangente do que qualquer outra com base na arrogância do racionalismo “construtivista” de um planejador central que acredita que o homem consegue dominar o seu destino – como se a civilização e a própria razão fossem uma criação dele.


O Estado brasileiro influenciado pelas ideias políticas herdadas da Alemanha do final do século XIX e início do XX, passou a desejar imitar a sua socialdemocracia. O preço da socialdemocracia tem sido muito alto para o Brasil. É um engano a concepção de que o liberalismo deriva de um governo fraco ou omisso com os interesses sociais. O Estado brasileiro passou gradativamente a exercer grande influência sobre as classes trabalhadoras para “protegê-las” com ‘garantias’. A sociedade sofre as consequências do processo de estatização: uso político das estatais e corrupção. Em toda sociedade há os que são vistos  em cima do piano e os que o carregam. E os humanos tem a tendência de considerar sempre que merecem mais do que têm. Há sempre uma dissociação cognitiva entre desejo e realidade. Se no liberalismo a distinção se dá entre ricos e pobres livres, no socialismo este se dá entre os ricos do ‘comando da elite estatal’, os apadrinhados, queridinhos, tudo para eles e nada pros outros. e os pobres ‘obedientes’ com a liberdade de enriquecer prejudicada, tal como um escravo ou - na melhor hipótese - engessado em uma organização militar. A ideia socialista, na prática, faz com que o indivíduo deseje se tornar um funcionário do Estado e que todos os salários e remunerações sejam fixados por este com “justiça social”. Os socialistas brasileiros reconhecem no liberalismo não só o seu arqui-inimigo ideológico, mas também psicológico. O embasamento “moral” do coletivismo é totalmente diverso da sua prática e resultados. Reduzir as desigualdades sociais com a ética do coletivismo sempre representou empobrecer todos igualmente (e os pobres amam isso). A política do altruísmo coletivista sempre representou a inversão de valores que só trás benefícios àqueles que estão no poder e àqueles cujos valores são baixos ou inexistentes.  A tentativa de estabelecer a igualdade por meio de uma economia dirigida só produziu uma desigualdade oficialmente imposta com a determinação autoritária do status de cada indivíduo na ordem de valores estatizada com desprezo ao senso de verdade, baseados em relações de causa e efeito nunca claras e precisas para os simplórios que terminam por acreditar que tais sofismas são verdades justas por irem também ao encontro das próprias frustrações e inveja à riqueza alheia: viés de confirmação do que já acredita. Teorias inventadas para agradar aqueles que na ordem social se veem longe de um lugar satisfatório, que são enganados tanto com as finalidades últimas das promessas quanto sobre os fatos e as possibilidades em que se baseiam as medidas propostas. Só descobrem a armadilha em que caíram quando já for tarde, quando forem obrigados pelas circunstâncias claramente desfavoráveis para si.  A história mostra que os seus defensores no poder sempre se revelaram mentirosos e corruptos, cujos objetivos em comum sempre foram ignorar o indivíduo e absorver tanto quanto possível a sua vida privada, dinheiro e liberdade com desprezo às barreiras da verdadeira moral - Moral Man and Inmoral Society – Reinhold Niebuhr.  Que socialista, de fato, já repartiu de maneira equitativa os recursos de capital, até com seus seguidores mais próximos? 

Entre eles sempre existiu alguns mais merecedores do que outros. Seus ideais nunca foram de fato baseados em princípios igualitários, mas em seus próprios e secretos interesses anti-sociais que gostariam de ver realizados por um poder superior. O desejo de organizar a vida social segundo um plano “igual para todos” nasce basicamente da insegurança na capacidade de realização por meios próprios e na frustração entre os desejos e a realidade. E seu êxito (ou compensação) depende de um poder acima de todos, como se este fosse combater os males das dificuldades da vida exercidos pela concorrência de forma independente e individual. No coletivismo não há lugar para o humanitarismo da liberdade individual, mas apenas para o estreito individualismo do líder totalitário justiceiro social.  A maioria não percebe que a regra da negação moral atribuída ao individualista capitalista egoísta malvado de que o fim (o dinheiro) justifica os meios é a regra suprema de qualquer coletivismo: fascismo, nazismo, comunismo, e até o socialismo-democrático.

SEGURANÇA FINANCEIRA NO BRASIL É PARA POUCOS, 

É PRIVILÉGIO DE ALGUNS AGENTES POLÍTICOS.

A liberdade tem seu preço. A "liberdade" de empreender no brasil tem um preço elevadíssimo. Todos conhecem histórias trágicas do individuo altamente treinado cuja expertise adquirida com muito esforço perdeu de súbito todo o valor por causa de alguma invenção benéfica para a sociedade e a concorrência. O último século está repleto de exemplos dessa espécie, atingindo milhares de pessoas.  Ainda que muitos acreditem na probabilidade favorável de sucesso e optem por arriscar, a realidade mostra que apenas alguns são bem-sucedidos, logo, não surpreende que muitos prefiram trocar o “risco do sucesso” pela “segurança” do funcionário público no país da democracia com a economia capicomunista brasileira. Isso explica também a propensão do servidor público não desejar a eleição de políticos de viés liberal. Contudo, tão certo quanto esta realidade é que para que a escolha dos trabalhos seja livre não é possível ao Estado dar garantia de renda a todos a ponto de eliminar o risco sem que o benefício de uns represente o prejuízo de outros. Exemplo: bolsa família para uns e gastos elevados com agentes políticos e aumento da insegurança tributária para aqueles que a financiam. Em uma situação extremada, os financiadores buscariam validar suas intenções de prosperidade com uma autoridade arbitrária e não no mercado, pois não poderiam decidir se o que desejam empreender compensaria o esforço para levá-la a efeito com base na impessoalidade da concorrência do mercado.  No livre mercado a distribuição de renda entre as varias ocupações e indivíduos são consequências de sucessivas “recompensas” e “penalidades” expressas em dinheiro e sem relação obrigatória com o mérito subjetivo e seus melhores esforços. Todavia, para o melhor resultado coletivo não basta apenas que o esforço seja compensador, é tão ou mais importante que isto ocorra em um sistema de livre escolha do que se deseja e se pode fazer para que cada um dê o melhor de si com estímulo à própria riqueza.  No sistema capitalista tanto as escolhas “livres” quanto os riscos recaem sobre o indivíduo. No sistema socialista a “segurança” é acompanhada de perda de liberdade e riqueza concentrada em poucos agentes políticos e servidores públicos.

 A sociedade inteira se terá convertido numa fábrica e num só escritório, com igualdade de trabalho e remuneração” 

[Vladimir Lenin – 1870-1924]

O liberal é um realista cuja moral não aceita nenhum padrão de valor que não os dos fatos. Este realismo é contraposto ao pensamento utópico cuja moral baseia-se em “princípios gerais abstratos” que trata o caso concreto de acordo com seus interesses particulares, em geral, a conveniência do momento. Neste aspecto, o socialismo se assemelha muito a religião-política do Vaticano. Para o socialista, é irrelevante a distinção entre sociedade como união de direitos individuais e Estado visto como união de unidades maiores, sob um planejamento e controle centralizados. A democracia no Brasil não é baseada em princípios libertários. Não obstante ser notório a direção em que caminham os países mais prósperos, e que ou caminha-se com eles ou se perece, a política no Brasil parece optar por perecer. A convicção desta tendência baseia-se em conhecidos erros do pensamento econômico, por sua vez baseados em erros de valores sobre a riqueza e a pobreza, a igualdade e a desigualdade. Nenhum argumento de Karl Marx resistiu a um contraditório profundo. A economia estatizada é adequada apenas aos interesses de quem está no poder político e nas estatais. Isto elimina as duas realidades mais odiadas pelos socialistas: a liberdade humana e as diferentes realizações históricas do indivíduo livre.  Sentimentos socialistas em geral são motivados por insegurança, frustrações e inveja à liberdade possibilitada pela riqueza alheia. Todavia, há um fenômeno paralelo ocorrendo: os jovens de famílias prósperas e até de países prósperos afirmam ter sentimentos positivos em relação ao socialismo. Em uma pesquisa de 2017, 51% dos millennials se identificavam como socialistas, com adicionais 7% dizendo que o comunismo era seu sistema favorito. Apenas 42% preferiam o capitalismo. Há Jovens de países prósperos, que vivem em meio a uma abundância nunca antes alcançada na história do mundo, exigindo mais poder estatal e mais intervenções, e menos liberdade de mercado — o mesmo mercado que lhes forneceu toda esta abundância. O que explica essa contradição? Segundo a crítica cultural Camille Paglia, a atual juventude é ignorante em história econômica, e por isso mesmo enxerga suas atuais liberdades de escolha (inéditas na história da humanidade) e a atual riqueza de bens de consumo à disposição (algo também inédito na história da humanidade) como um fato consumado, como algo que jamais irá mudar. Diz ela: “Tudo é muito fácil hoje em dia. Todos os supermercados, lojas e shoppings estão sempre plenamente abastecidos. Você pode simplesmente ir a qualquer lugar e comprar frutas e vegetais oriundos de qualquer lugar do mundo. Esses jovens e universitários acreditam que a vida sempre foi fácil assim. Como eles nunca foram expostos à dura realidade de seus antepassados, eles não têm ideia de que essa atual abundância é uma conquista muito recente, a qual foi possibilitada por um sistema econômico muito específico." Foi o capitalismo quem produziu esta abundância ao redor de nós. A juventude de hoje parece que perdeu o senso da realidade. Daí é compreensível que se sintam atraídos pela ideia de um socialismo idílico no qual toda esta abundância seria mantida e acessível para todos. Haverá MacBooks, smartphones, roupas de grife, comida farta e serviços de saúde amplamente disponíveis a todos. Além de acreditarem que poderão seguir usufruindo de toda esta fartura, sonham que terão ainda mais sob um governo que confisque a riqueza alheia. Os jovens de hoje estão levando o mundo a um buraco negro, e com isso tirando a oportunidade de seus filhos usufruírem de um mundo livre e próspero!   Para termos uma ideia mínima do que seria a sociedade se fosse organizada como uma única e imensa fábrica, sem precisar ir à venezuela ou Cuba, basta-nos pensar / considerar a comparação de uma organização militar e a vida social fora dela. Tendo aquela como a condição estrutural da vitória do ideal de segurança sobre o da liberdade e seus riscos. Na organização militar, tanto o trabalho quanto o trabalhador são designados pela autoridade e, se os meios disponíveis escassearem, todos serão submetidos ao mesmo regime de ração reduzida. Poderá gozar de garantia econômica enquanto satisfizer seus superiores, mas que lhe custará a insegurança com relação à liberdade e à vida. Assim seria o tão sonhado sistema de segurança econômica, inseparável de restrições à liberdade. Por isso, a importância da extrema cautela para evitar que toda a atividade econômica dependa muito da alocação e do grande volume dos gastos governamentais. Sempre haverá riscos e alguma insegurança com mais ou menos restrições à liberdade. Um sistema em que grupos tiram proveitos dos lucros do monopólio é politicamente mais perigoso do que aquele em que os lucros se concentram nas mãos de poucos privados, pois nestes raramente o monopólio é total e ainda mais raramente tem longa duração ou está em condições de desprezar a concorrência em potencial. Um monopólio de Estado é sempre um monopólio protegido pelo Estado – contra a concorrência em potencial e contra a crítica efetiva.  A questão também é a intensidade e a forma como eles recaem sobre o indivíduo.  Quanto mais pessoas renunciam à liberdade em troca de segurança, mais sacrificados são os que não a aceitam. Cada vez que se confere segurança completa a um grupo, aumenta a insegurança dos demais, torna-se a variedade de oportunidades cada vez mais restrita. Um governo muito estatizado equivale ao Estado dirigido por um único lobista. O sistema de concorrência é o único capaz de reduzir o poder do homem sobre o homem. A separação dos objetivos políticos dos objetivos econômicos representa uma garantia essencial da liberdade individual. O coletivismo representa a substituição de diversos poderes limitados por um único do qual poucos escapam. O poder econômico descentralizado nunca se torna exclusivo e sobre todos os aspectos da vida de muitos ou todos.

“Em um país em que o único empregador é o Estado, oposição significa morte lenta por inanição. O velho princípio “quem não trabalha não come” é substituído por outro: “quem não obedece não come.” 

[Leon Trotsky – 1879-1940]

Aquele que pensa ou é obrigado a pensar como todo mundo nunca terá uma ideia original. Dificilmente criará algo inédito. O pensamento único serve a muito pouco, em geral, serve bem apenas a projetos autoritários. Muitos em uma organização militar sentem-se conforme Freud definiu como: “o fracasso dos que triunfam”. Em outras palavras, viver com um sentimento de vazio dentro de si.  Viver com a sensação de que foi muito difícil chegar onde chegou, mas ainda de não ter chegado a lugar algum”. A vida é aquilo que acontece enquanto se tenta a próxima coisa com a sensação de liberdade. Ainda que a liberdade nas relações humanas esteja disponível para pouquíssimos, é também extremamente útil estar ciente deste fato.

 “Aqueles que se dispõem a renunciar à liberdade essencial em troca de uma pequena segurança temporária não merecem liberdade nem segurança.”

Benjamim Franklin (1706-1780)

A política CAPICOMUNISTA brasileira dominada pelos interesses políticos do Vaticano produziu uma transformação progressiva na sociedade pelo o estímulo em conquistar a segurança tolerando medidas restritivas da liberdade apoiado pelo Estado resultando em deliberado menosprezo por todas as atividades que envolvem risco econômico e a condenação moral dos lucros que compensam os riscos assumidos, só porque poucos podem obter. Muitos preferem o “emprego seguro” e assalariado ao elevado risco do livre empreendimento também porque desde muito jovens ouviram falar daquele como de uma ocupação superior, mais altruísta e mais desinteressada. Muitos cresceram ouvindo que o espírito da riqueza empresarial na livre iniciativa é indigno, e o lucro imoral. Dar emprego a 100 pessoas é ser um capitalista egoísta malvado ambicioso, enquanto chefiar 100 funcionários públicos é uma ocupação honrosa. É mais inteligente e louvável ser um funcionário do governo do que um trabalhador autônomo independente.

Na sociedade capicomunista brasileira na qual o indivíduo conquista posição e honras quase exclusivamente em função de ser um servidor assalariado do governo; em que o cumprimento do dever prescrito é considerado mais louvável do que a criatividade na escolha do próprio campo de atividade autônoma; em que todas as ocupações que não conferem um lugar na hierarquia oficial ou o direito a um rendimento fixo estável são julgadas inferiores e até certo ponto aviltantes, seria demais esperar que a maioria preferisse por muito tempo a liberdade à segurança. E quanto mais a política esquerdista domina o poder, mais se torna importante optar pela segurança em uma posição de dependência escravizado pelo Estado, pois a liberdade torna-se tão arriscada e onerosa que tornar-se quase um objeto de escárnio. Nessas condições, um número cada vez maior de pessoas considera que sem segurança econômica a liberdade não vale a pena, e se dispõe a sacrificar esta em troca daquela. A natureza humana faz com que o risco só seja aceito de bom grado com a liberdade se o risco não for excessivo. Não se deve iludir supondo que todas as pessoas gostariam de empreender para enriquecer. Muitos preferem ser empregados. Para empreender não basta poder fazê-lo, é preciso acreditar que poderá superar o elevadíssimo custo de oportunidade do empreendedorismo no Brasil, especialmente ao que se refere a legislação trabalhista e tributária. A riqueza contemporânea, especialmente a do Brasil, está acompanhada de um grande ônus e risco que muitos não estão dispostos a suportar. Quanto mais a segurança se converte em privilégio, mais será valorizada. À medida que o número dos privilegiados aumenta, e com ele o hiato entre sua segurança e insegurança dos demais, surge uma escala completamente nova de valores sociais. Já não é a independência, mas a segurança que confere distinção e status. Até a reforma da previdência em 2022, com o fim da aposentadoria e pensão com integralidade e paridade, o que fazia de um homem ou uma mulher um(a) “bom partido” era antes o direito a uma pensão garantida do que a confiança em sua capacidade. Ao mesmo tempo, a insegurança fora do grupo "privilegiado" converte-se em uma terrível condição de pária, à qual estão condenados para sempre aqueles a quem na juventude foi negado ingresso no porto seguro de uma posição em um órgão público bem assalariado. A não identificação com certos grupos vistos como mais "beneficiados" pelo Estado resulta, com frequência, em sentimento de inferioridade e inveja. É pouco provável que a maioria se dispusesse a comprar a segurança a tal preço em uma sociedade verdadeiramente capitalista com garantias constitucionais à liberdade individual e econômica.  Inserido nesta realidade brasileira CAPICOMUNISTA está o ITCMD, cujas regras do imposto aumenta muito o custo da liberdade e equivalem ao Estado determinar qual deve ser a situação patrimonial de uma pessoa ou uma família em relação a outras, ou, o patrimônio específico que julga ser merecedor para outros, em nome do suposto “bem social”. Com isso, reduzindo drasticamente a liberdade para enriquecer merecidamente. Isso claramente não é regra de livre mercado. Determinar que padrão de vida alguns não podem ter porque é demasiado acima de outros é problema sem solução e sem justificação moral. É critério baseado no “méritos” subjetivos de uma autoridade inconciliáveis com os princípios da liberdade e com a real utilidade do individuo – trabalho ou habilidade especial -  que contribuiu para a sua riqueza.