É preciso saber desde a origem para perceber a verdade.
As
pessoas não serão capazes de olhar para a posteridade, se não tiverem em
consideração a experiência de seus antepassados. (Edmond Burke)
Para entender a realidade do ITCMD é preciso estudar um pouco além dele em si: como essa compreensão equivocada se desenvolveu; como as condições políticas e religiosas contribuíram; quais as consequências de sua aceitação pelo público que as desconhece.
Não
vivemos em uma sociedade materialista, é muito pior: vivemos na sociedade das
aparências.
“A inteligência causa tristeza. Quanto mais certas coisas são entendidas, mais se deseja que não fossem entendidas”.
(Charles Bukowski)
Antíoco IV
Epifânio (215 a.C – 162 a.C), era o Rei Helenístico da dinastia selêucida que governou
a Síria entre 175 a.c e 164 a.c. A partir desta referência temporal a Pérsia
estabeleceu sobre o Oriente Médio um controle que duraria por quase 200 anos.
Desesperados para entender sua situação aparentemente impossível, alguns judeus
fiéis buscaram uma ‘revelação’ divina (grego: apokalypsis, de onde deriva o
nosso termo ‘apocalíptico’) para explicar por que as circunstâncias de sua vida
se tinham tornado tão insuportáveis e qual seria o plano de Deus para
libertá-los. Para este problema, houve um surto de literatura revelatória
(apocalíptica). Não era simplesmente só a busca urgente de uma revelação, mas também uma convicção consoladora e
muitas vezes fortalecedora de que a libertação divina, até mesmo a realização
da história, das promessas de Deus à Israel, estava prestes a acontecer. A revelação foi uma
mentira usada para criar outra mentira. Todos eram estimulados com ‘revelações’ contínuas sobre qual era a
vontade divina na resistência judaica. A resistência dos Judeus era alimentada
pela literatura apocalíptica relacionada à restauração do domínio de Deus, que
os devotos acreditavam ser iminente. A crença judaica de que se
poderia entrar no reino de Deus pela ressurreição dos mortos foi outra *resposta criativa compensatória* à
situação existente na época da perseguição de Rei Sírio Antíoco Epífones à
Jerusalém.
“A floresta estava encolhendo, mas as árvores continuaram votando no machado. O machado era esperto e convenceu as árvores que por seu cabo ser de madeira ele era uma delas, e as árvores falavam uma com as outras: calma, ele é um dos nossos!”
[ provérbio Turco]
A ORIGEM DO CULTO À POBREZA E À
MARGINALIZAÇÃO DA RIQUEZA E À INSPIRAÇÃO DO AO PENSAMENTO COMUNISTA NO OCIDENTE, E CERTAMENTE NO BRASIL
Na época do
personagem principal do N.T, Jesus de Nazaré, a principal, quase única, riqueza
era a terra que fornecia os meios para ter o que comer e vestir. Para a maioria
dos camponeses da época o acesso à terra tinha se tornado muito problemático. A
moeda de troca era a produção agrícola. Com o domínio dos invasores romanos
grande parte da produção excedente era transferida para um grupo dominante que
a usava para o seu próprio padrão de vida e distribuía o restante a grupos que
não cultivavam, mas precisavam ser compensados pelos seus serviços prestados ao
Império: os sacerdotes do Templo de Jerusalém.
<<“Porque eles são sumos sacerdotes, e seus filhos são tesoureiros, e seus genros são supervisores do Templo, e seus servos batem no povo com porretes.”>> (B. Pesahim 57ª; T.Menahoth 13:21);
Esta realidade inquietava os camponeses já torturados com a preocupação do que comer e vestir, além do montante exigido pelos governantes, a maneira como exigiam e como os camponeses viam o caráter, a legitimidade e o comportamento das elites dominantes: os sumos sacerdotes e a nobreza que permaneciam inertes ou colaboravam para a opressão. Para acalmar o ânimo do povo camponês foi utilizada a mesma estratégia da época de Antíoco IV Epifânio, ou seja, com revelações proféticas compensatórias.
As massas nunca
tiveram sede de verdade. Elas querem ilusões e não vivem sem elas.
Constantemente elas dão ao irreal a precedência sobre o que é real. São quase
tão intensamente influenciadas pela mentira como pelo que é verdade. Têm uma
evidente tendência a não distinguir entre as duas. (Sigmund Freud).
A informação do vídeo acima explica o grau deplorável a que chegou a política no Brasil, onde os piores são preferidos aos melhores; o errado ao certo, etc.
Na democracia os
políticos necessitam de um grande número de seguidores [uma aprovação popular].
Todavia, poucos humanos existem em cada geração que estão prontos para a
verdade, ou que a reconheceriam e ela lhes fosse apresentada. A verdade
equivale ao “sustento para os verdadeiros humanos”, enquanto a demagogia
política [a mentira] equivale ao “leite para os bebês”, que sempre foram a
maioria, com seus desejos infantis imediatistas. A sabedoria sempre foi
reservada para poucos eleitos. Como poderia ser compreendida a verdade por um
povo constituído em quase sua totalidade por bárbaros? O espírito de rejeitar e
perseguir (no mal sentido) a verdade e bajular a mentira nunca deu sinal de
mudança.
“Os lábios da
sabedoria estão fechados, exceto para os ouvidos do entendimento”.[ Hermes
Trimegisto]
O INTERESSE NA DIVINDADE DE JESUS
A palavra ‘católico” está ligada a uma instituição político-religiosa apartada dos objetivos inaugurais do “cristianismo” com seus aspectos judaicos. O cristianismo surgiu como protesto à exploração do povo camponês pelos sacerdotes do Sinédrio e o apoio destes aos invasores romanos, por isso, há registro de conselhos atribuídos ao personagem J.C deste ser contra a obrigatoriedade de devoção por intermédio de instituição religiosa. O engano é tão grande e tornou-se tão enraizado durante séculos que afirmar ser “católico devoto” leva quase todos a considerarem-se um apoiador do cristianismo. A instituição católica ao longo dos séculos vive de corromper todos os objetivos iniciais do cristianismo judaico baseando-se em idolatrias e heresias para fins de enriquecimento. O que sobra de utilidade prática no mundo real excluindo-se o misticismo, a aura de divindade, das descrições cosméticas 'católico-hollywwodiana' do “virtuoso” pregador de “moralidade” e piedade sem limite entre certo e errado, defensor da “justiça para com os outros” e do julgamento divino no “juízo final”? Quase NADA ! Algumas parábolas com interpretação moral judaica! Toda a moralidade do “amor” só serve para julgar o passado, jamais para ajudar uma conduta futura em situação limite onde a justiça está em defender com firmeza o certo, o justo, sem ceder 1 mm. As boas interações entre humanos não ocorrem somente por amor, mas sobretudo por necessidade, obrigação e senso de dever para a própria sobrevivência, a isso se denomina respeito. Não é possível prosperar isolado em uma ilha, tanto quanto não se deve amar sem avaliar bem a quem! Amor é admiração de virtudes, para isso só conhecendo bem a quem.
Não existe organização no mundo mais assemelhada a máfia do que o Vaticano. Estão sempre disfarçados de ‘ovelhas’ bem intencionadas, bondosas e caridosas. A massa de humanos simplórios não enxerga além do teatro das aparências. O Vaticano faz a propaganda de ser um grande depositário do dinheiro dos criminosos ditadores, que, por sua vez, apoiam e são financiados pelo narcotráfico, corrupção e toda e qualquer fonte de renda ilícita. O que esperar de uma política que relativiza o certo e o errado até o ponto de não os distinguir um do outro.
Disse o Católico S. Thomás de Aquino (1225-1274): “Justiça sem misericórdia é crueldade.” Todavia o mais importante foi ignorado: "qual
o limite da misericórdia sem abandonar a justiça?" Misericórdia sem justiça é
adular o erro e ofender o certo. Por isso no Brasil presenciamos a indevida
tolerância ao criminoso patrocinada pelo Vaticano.
O vídeo a seguir ilustra a moral gerada pela crença no "pecado original".
No judaísmo não
há humanos deificados e idolatrias outras quaisquer tais como os santos
católicos e o Jesus também dos evangélicos. Então, no plano judaico terrestre
da humanidade, *messiânico* = líder carismático; *Ungido* = popularmente
aclamado. A interpretação de messias como líder “espiritual” só é encontrado no
N.T , que não guarda qualquer relação com o significado “messias” do judaísmo.
É um equívoco alegar que os judeus esperam um messias divino redentor e que no V.T há
menção a isto. É preciso entender o interesse nas “sabedorias” e na
divindade atribuídas ao personagem J.C. Para isso, é preciso considerar a
realidade social da época para a qual as sabedorias foram produzidas. Desde a época da
escravidão na babilônia (845 a.C) e influenciados pela principal religião persa
surgiram os primeiros registros da literatura apocalíptica e escatológica
compensatória para os sofrimentos da escravidão. Na época da invasão pelos
helenitas (sírios) em torno de 175 a.C, foi intensificado a produção dessa literatura lenitiva
apocalíptica para produzir esperança na vitória contra os invasores e, na ausência
desta, antecipava os acontecimentos do fim do mundo. O objetivo era: eu morrerei lutando, mas de qualquer modo o
mundo também acabará em breve. Estimulava a correr o risco da morte na luta contra os invasores. Tal literatura apocalíptica era produzida por descendentes de judeus
exilados na Babilônia (845 a.C) e influenciados pela principal religião dos Persas, cujo
Deus era Zoroastro, na qual havia a crença em ressurreição no juízo
final, céu (paraíso) e inferno. Na época da
invasão pelos helenitas (sírios) em torno de 175 a.C, foi intensificado a
produção dessa literatura lenitiva apocalíptica para produzir esperança na
vitória contra os invasores e, na ausência desta, antecipava os acontecimentos
do fim do mundo. O objetivo era: eu morrerei lutando, mas de
qualquer modo o mundo também acabará em breve, o velho
conforto com a igual ou pior desgraça alheia. Também estimulava a correr
o risco da morte na luta contra os invasores. Tal literatura apocalíptica
era produzida por descendentes de judeus exilados na Babilônia (845 a.C) e
influenciados pela principal religião dos Persas, cujo Deus era Zoroastro, na
qual havia a crença em ressurreição dos mortos no juízo final, céu (paraíso) e
inferno. A religião judaica não fala em
inferno, ressurreição, paraíso, vida após a morte. Passou a existir judeus com
essas crenças somente após o exílio na Babilônia. Isso era motivo de discórdia
entre os saduceus e os fariseus.
“A
mente encontra mistérios porque busca por instinto um objetivo e uma finalidade
para toda coisa. Parece que lhe é proibido conceber as coisas tais como são ou
como se mostram.” Paul Valery
A religião surgiu quando o cérebro humano possibilitou a ampliação da imaginação e, por consequência, das invenções simbólicas abstratas. Os estudos fazem acreditar que não há livro mais FAKE do que o N.T. As finalidades das mentiras imaginativas do N.T foram: (1) o de promover a aliança de seus inventores aos interesses de poder do império romano. Como? O discurso é lindo: fazer paralíticos andarem, cegos enxergarem, amar o próximo incondicionalmente, etc. Mas, o real objetivo que foi sendo sedimentado ao longo dos séculos é o de dominar o comportamento humano pela superstição e sentimento de medo (inferno, apostasia) e culpa, tornando humanos “zumbis” dos interesses romanos. Eles buscam incluir o valor de um individuo em um “valor maior coletivo” no interior do qual o mérito/interesse individual torna-se dissolvido e até marginalizado. A semelhança com o comunismo não é simples coincidência. A relativização do certo e errado a ponto de ignorar as suas distinções com inversão de valores faz parte dessa estratégia em suas diversas faces, tal como a de considerar a riqueza uma vilania e toda pobreza sua vitima. A relação do Império Romano e os inventores do cristianismo é idêntica a do filme “o médico e o monstro”. Ao longo dos séculos, o monstro tornou-se incontrolável e mais poderoso que seu criador. O socialismo começou quando as qualidades ideais de um cidadão romano foram “cristianizadas” e politizadas “democraticamente” ao longo dos séculos pelo que hoje se conhece como Vaticano. Infelizmente, os brasileiros acreditam no poder da religião política do Vaticano para reformar a sociedade, quando, na verdade, ela produz deformações gravíssimas. Produzem desordem semântica, conceitual e de valores de acordo com os interesses da época, lugar e circunstâncias. Os princípios são mutáveis. O cristianismo equivale a uma mescla de elementos pagãos e místicos para não só agradar as massas mais simplórias de senso crítico quanto também de dominá-las pelo medo, superstição e egoísmo centrado no interesse após a morte. Em razão dessa influência cultural, no Brasil vaticanizado, o poder do Estado contra o indivíduo ficou sem limite claro e conclusivo tal como existe na Constituição do USA. Em nome do coletivo, o individuo, a célula da coletividade, pode ser desprezada e até destruída. No Brasil capicomunista a vida é cara e a riqueza é condenável e punida. O limite do Direito de legislar foi relativizado em nome do “amor ao próximo”, do “bem coletivo” pelo e para o qual tudo é possível. (2) aos interesses econômicos deste, de seus procuradores na Judeia e a aristocracia sacerdotal conivente do Sinédrio, por meio do domínio e espoliação dos escravizados com apoio ou inércia dos incautos iludidos com promessas metafísicas de vingança e compensação pós morte da literatura apocalíptica!
“O ateísmo não é uma filosofia, nem
mesmo uma visão do mundo. É simplesmente a admissão do óbvio.” [Sam Harris]
Nos países nórdicos onde o ateísmo é de 90%..As igrejas já estão sem público e sendo utilizadas para o comércio. No Brasil ainda estamos distantes desse desenvolvimento. Somos culturalmente muito atrasados.. A maior parte da população ainda é manipulada igual as do medievo. A religião católica é causa de pobreza. É um ciclo vicioso, ela se alimenta da pobreza e do caos social.
Após o fim da monarquia davidica, das sucessivas derrotas da nação e as destruições de Jerusalém e do seu Templo por sucessivos impérios: babilônico, persa, helenístico e romano, restou um povo destroçado e definhando sob o domínio estrangeiro há séculos. A longa submissão do povo judeu à dominação estrangeira, à dura repressão e ao reinado ilegítimo de Herodes e sucessores fizeram despertar as tentativas camponesas para corrigir a situação assumindo a forma de movimentos messiânicos à moda Davídica (redentor armado para conduzi-los à liberdade e independência), conforme a história do camponês David que chegou a Rei aclamado pelo povo após derrotar os invasores filisteus. Esse era o paradigma Bíblico dos Judeus na antiguidade e uma forma de tornar-se Rei.
O termo “filho de Deus” era metáfora para REI e o termo “Filho de Davi” para o futuro Rei Davídico não significava (ou significa) necessariamente um filho de Davi descendente físico no sentido literal. Não havia qualquer família cuja descendência da casa de Davi pudesse ser comprovada na época de Jesus, muito menos ainda hoje. No judaísmo, a realeza messiânica tem como base a “aliança Davídica”, a promessa incondicional de Deus a Davi (2Sm 7,16) .: “A tua casa e a tua realeza subsistirão para sempre diante de mim, e o teu trono se estabelecerá para sempre”. Esta profecia de Natã tornou-se a base para o surgimento de inúmeros messias e profetas à moda davidica. O tempo também desmoralizou os profetas tradicionais. Os profetas ligados à Corte e ao culto do Templo, sem base popular, profetizavam a favor do Rei, de Jerusalém e do Templo. Os profetas ligados ao povo camponês profetizavam contra a classe dominante. Não obstante o Deus fosse único, profetas de diferentes grupos jogavam pragas uns nos outros. Isaías foi um caso emblemático de profeta do tipo “vampiro brasileiro”. Condenou a classe dominante de Judá pela sua opressão ao povo, MAS, quando a Assíria atacou Jerusalém, proclamou que Javé protegeria Jerusalém contra o Império Assírio. Em suma, quando a própria praga o envolveu, ele a alterou! Muitos já acreditavam que as profecias visavam à própria situação/interesse dos respectivos profetas, assim como as interpretações dadas às profecias bíblicas em suas respectivas épocas.
Em razão da descrença no Deus Javé, na sua ajuda por meio de um messias militar salvador à moda dos protótipos históricos do judaísmo: moisés, david, elias, josué. Todos profetas heróis de grandes batalhas no mundo real. Em razão do desgaste das profecias do apocalipse pela não concretização pelo seu Deus Todo-poderoso e vingador que não se manifestava para salvar o povo judeu da sua escravidão, e para responder a pergunta se Ele tinha abandonado o seu povo ou ainda cuidava dele, face ao longo período sem o resultado esperado e sucessivos períodos de longas escravidões com todos os pretendentes a messias à moda da Torah presos e mortos, os letrados deram início à criação de oráculos de conforto, de nova redenção, de um novo Deus, de novas profecias, agora só escatológicas e no plano metafísico, de um novo profeta, agora o filho do novo Deus, o messias do “final dos tempos”, que ficou associado ao retorno do personagem principal do N.T, Jesus de Nazareth, que deu sua vida para redimir os pecados da humanidade e só retornaria no final dos tempos, e, até lá, deixou o legado de suas visões apocalípticas de julgamento: de castigo, de condenação, de salvação e vitória. Jesus “o Cristo” foi este profeta completo e infalível pois não profetizou para o mundo real, e sim para o mundo metafísico, do pós morte, do juízo final. A lógica na política da antiguidade continua viva até hoje: “ enganação e roubo”. Este seria o messias escatológico da literatura apocalíptica que só reapareceria no final dos tempos. Com isso afastaram as descrenças da não realização das expectativas bíblicas da interferência divina no mundo concreto por meio de um messias do mundo real: um humano líder carismático ungido (aclamado) pelo povo, e transferiram essa expectativa para um messias irreal, transcendental, cujo futuro “filho de Deus” destruiria as nações inimigas com as palavras da sua boca, sem qualquer ação militar real. O link para esta mentira é o registro da promessa de Javé a Moiséis: “Vou suscitar para eles um profeta como tu, do meio dos seus irmãos. Colocarei as minhas palavras em sua boca e ele lhes comunicará tudo o que eu lhes ordenar.” (Dt 18,18).
O discurso é lindo: fazer paralíticos andarem, cegos enxergarem, amar o próximo incondicionalmente, etc. Mas, o real objetivo que foi sendo sedimentado ao longo dos séculos é o de dominar o comportamento humano pela superstição e sentimento de medo e culpa.
A religião política do Vaticano parece uma espécie de
câncer social, é a mais educada analogia aos seus defensores. E não dá
para medir o alcance do prejuízo produzido: crianças crescendo sem exemplos e
referências de certo e errado, sem educação formal e familiar, que resultam
também em não distinguir entre riqueza lícita e ilícita e na inveja. Parecem sentir prazer em
espalhar a infelicidade por onde passam. Parecem viver em um cárcere de
amargura espiritual. Parecem pessoas cheias de ódio que desejam jogá-lo em
qualquer outro que pareça o oposto.
A PAZ SEMPRE NECESSITOU SER CONQUISTADA
Não é o amor de
Jesus que possibilita a paz entre os humanos, mas sim a justiça. Somente a possibilidade de defesa
com a necessária violência pode gerar paz e compreensão. A existência de FFAA
em todos os países relevantes
geopoliticamente é prova clara disso.
Com isso, as imagens das guerras apocalípticas passaram de um mundo concreto, real, para etéreas: brigas da realidade terrena foram transferidas para o Céu representadas por anjos (militares do Céu, do bem) contra demônios (militares do inferno, do mal), etc. É certo que o contexto é indispensável para avaliar o significado de uma expressão. Todavia, tão certo quanto isso é que no tempo foram surgindo argumentos ardilosos para justificar a ausência do Deus Todo-poderoso defensor dos judeus, tal como: para o Senhor, um dia é como mil anos; e mil anos, como um dia” (2 Pedro 3:8). Em outras palavras: Deus pode demorar a agir porque 1 dia para ele equivale a 1000 anos.! !!!! O povo estava cansado de profecias não cumpridas relacionadas a um salvador militar, guerreiro, que nunca teve o sucesso duradouro esperado, então os criadores do N.T mudaram as profecias para o plano metafísico, para após a morte, no “juízo final”. O foco mudou da libertação para o julgamento final de Deus. Em diversos relatos de Flavio Josefo, também houve proliferação de figuras proféticas no tempo de Jesus. O próprio Jesus foi adjetivado como profeta (Mc 6,15-16). Todavia, um profeta do tipo escatológico, que não previa tempos de lutas, mas de “juízo final”, tal como o profeta Elias do V.T. É fácil profetizar sobre o fim do mundo, difícil é determinar a data! A literatura apocalíptica mítica escatológica substituiu os profetas e as profecias que deveriam ocorrer no mundo real.
A melhor maneira de
impedir que um prisioneiro escape é garantir que ele nunca saiba que está na
prisão. [Dostoievisky]
O passo inicial de tudo é o querer,
a vontade direciona a atenção e esta muda a vibração para o foco de interesse. Tudo tem origem mental. A verdadeira
transmutação é uma arte mental. Em cada plano da vida, cada um é livre para
pensar como mestre ou como escravo. As massas em todos os tempos submetem-se a vontade
de poucos vistos como carismáticos. Por isso, a massa é retratada como ‘ovelha’.
Ela nunca segue uma ideia relevante própria, parece não ter poder de
atividade mental independente. Precisa de pastores. O mundo natural físico
oferece inúmeros fatos pelos quais esse princípio pode ser percebido. As ‘ovelhas’
são carentes de vontade, foco, persistência, determinação e coragem para algo
além do seu quadrado. A ovelha simboliza o obediente às vontades de outros, aos
efeitos das tendências do momento, às sugestões e outras causas externas que a
guia sem crítica. Nada escapa ao princípio da causa e efeito, mas existem muitos planos
de causalidade e efeito, a ovelha simboliza um plano muito inferior.
Enquanto o pastor usa o princípio, a ovelha é usada por ele. Ela nunca é causa
de grandes causas. Analogamente, assim também podem ser consideradas a riqueza
e a pobreza. A riqueza agrega mais valor às suas causas. A atividade lícita do
rico agrega mais valor ao próximo e a um lugar. A motivação e as realizações na
maioria dos humanos-ovelha não superam o seu ambiente comum.
A religião política do vaticano com
seus dogmas supersticiosos e a ênfase na pecaminosidade humana não promove o
aperfeiçoamento moral, mas sim o encolhimento moral, estupefação,
personalidades supersticiosas, passivas, fracas e assombradas. Esse foi o real
objetivo de sua criação: reduzir a resistência na judeia ao Império Romano, que
depois foi estendido a todo o Império no Concílio de Nicéia (ano 325).
Cavalheiros, ele pode parecer uma ovelha idiota e falar como um idiota
com voz de ovelha, mas não se deixe enganar: é um idiota-ovelha ou ovelha-idiota
mesmo! Esta é a forma como o Vaticano vê os seus devotos !
A maioria dos humanos
não sabe distinguir a realidade de
retóricas e promessas fraudulentas.
Jesus de Nazareth virou o messias e profeta escatológico Jesus Cristo, agora ungido pelo novo Deus e não pelo povo, e enviado à Terra no papel de mensageiro da “boa nova” redentora e consoladora dos “fracos , pobres, espoliados e oprimidos”. E, desta vez, ardilosamente, foi inventado um Deus somente bondoso, e cuja solução para todos os problemas humanos, que eram todos pecadores desde o nascimento, era “amar uns aos outros, como ele amava todos”. O conselho “amar aos próximo” do judaísmo foi deturpado pelo Vaticano que não distinguiu a “personalidade” da “atitude” exigida pelas circunstâncias. A personalidade se refere ao que a pessoa é, a atitude depende das agressões recebidas e suas respectivas circunstâncias. Amar ao próximo significa amar as virtudes do próximo admirada para si mesmo, fora deste critério é apenas respeitar e tolerar o próximo em razão do humano não ser autossuficiente para atender todas as suas necessidades de forma solitária/isolada da sociedade. Esta conduta social pertence ao campo da sabedoria e da liberalidade de cada um. A fonte de todos os erros da moral vaticanizada vem da admissão ridícula deste liame de fraternidade que os inventores do cristianismo inventaram em época de infortúnio e miséria. Obrigados a mendigar a piedade dos outros, eles trataram de estabelecer que todos eram irmãos. Mas é impossível admitir esta doutrina. A natureza é clara no sentido contrário a essa infantil pretensão, pois mostra que todos são ‘a priori’ inimigos uns dos outros, num perpétuo estado de guerra recíproco.
Ora, se essa pretensa rede de fraternidade existisse realmente na natureza, se seus exemplos inspirassem aos homens, eles as possuiriam desde o nascimento. A piedade, a benevolência, a humanidade, seriam virtudes naturais das quais seriam impossíveis nos livrarmos, e o estado primitivo do homem de milhares de anos já teria se tornado em coisa completamente diferente.
Os USA é o país onde milhares de cristãos sonham em viver
e o Vaticano adula
O “amar o próximo” vaticanizado resultou em chamar o bem de mal, ora o mal de bem, relativizando-os a ponto de perderem as suas distinções. Nesse novo 'make up' do Deus Judaico, Ele não faria parte direta na solução, os pecadores seriam os únicos responsáveis pela solução. Ao personagem ídolo principal do N.T no papel de ‘filho de Deus’ encarnado, que não veio para botar ordem com a espada, mas somente com as palavras, conselhos sábios, foram atribuídas palavras divinas sobre a riqueza e a pobreza, para consolar o povo da espoliação sofrida, e palavras de vingança para os ímpios com o terrorismo do inferno eterno, sempre sem a comprovação na vida real, somente após a morte ou no "juízo final".
E, assim, com esse novo Deus, acabaram com a dúvida sobre a espera da providência divina, e transferiram a solução dos problemas do mundo para os próprios sofredores humanos “pecadores”, que enquanto não “amassem uns aos outros da forma como Ele os amava” não haveria o fim dos problemas humanos na Terra, e Deus não interviria. Gradativamente surgiu a literatura acessória para dominar as massas pelo medo, superstição (a crença de que Deus ajudaria a promover o sucesso dos bons; Deus escreve certo por linhas tortas; em última análise, tudo está sob o controle da direção providencial de Deus; Deus realiza os seus objetivos agindo por meio de pessoas), sentimento de culpa (antes de começar a criticar os defeitos dos outros, enumere ao menos dez dos teus! antes de queixar-se do gosto de sua comida, lembre dos que nada tem para comer!) e transferência do desejo de vingança para Deus no dia do Juízo final! O exemplo mais notório é a literatura da seita espírita: muitas encarnações serão necessárias para chegar à justiça e aos planos mais elevados no caminho da morada de Deus! O homem renascerá para pagar o mal que praticou! Aquele provido de um mínimo de discernimento percebe que a teoria de que a religião é uma força para a paz não se encaixa nem mesmo com os fatos de sua própria história.
“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, em
relação ao universo, ainda não tenho certeza absoluta.” (Albert Einstein)
Nada persuadi mais um idiota do que narrativas sem nenhuma evidência probatória.
Faz parte da estratégia de domínio e controle das massas a
crença de que tudo de bom acontece por Deus e tudo de ruim por conta do humano
já nascido pecador (e dos outros); ou que tudo já está determinado desde antes
do nascimento (crença espírita). As mentiras milenares tornaram-se crenças e
estas são tão poderosas que se tornam verdades absolutas. A crença na “moral”
do Vaticano trilionário de clérigo sem cônjuge e filhos fez com que a herança
recebida de pais ricos fosse difamada de injusta for falta de meritocracia do
herdeiro, exceto a por eles recebida. A fim de perseguir a riqueza a
desigualdade social virou causa de problemas e não consequência das diferenças
naturais individuais e a tudo que esta se referir. Que o rico explora o pobre. Que
riqueza e pobreza são variáveis de uma equação de soma zero, ou seja, quanto
maior a riqueza de poucos, maior a pobreza de muitos, etc. Quem necessita
respostas às dúvidas não aceita autoritarismo de Fé religiosa do tipo cega. De
modo oposto, os ateus acreditam que eles são mais determinantes do que as
circunstâncias e o destino fora deles. Se os problemas estivessem sempre nos
outros, não haveria por que tentar de novo ! Se o sucesso dependesse só de
sorte, o preparo não teria valor nenhum. Quase ninguém se vê como o vilão da
própria história. Até o mais asqueroso dos bandidos acredita ter justas razões
para suas atitudes e se coloca no papel de vítima. A existência de sorte não
implica em que o sucesso seja totalmente fruto do acaso ou de um destino
pré-determinado por Deus. Quem sabe onde quer chegar ajuda a própria sorte,
enquanto ser negligente favorece o azar.
“A sabedoria pode atrair milhares de seguidores, mas a imbecilidade é
capaz de atrair legiões de fanáticos.”
Tempos difíceis fizeram renascer profecias apocalípticas. O profeta-messias J.C escatológico do metafísico pode ter sido inventado para salvar a própria Fé judaica na beira do desespero do fim pelo descrédito de suas profecias, etc. A divindade de Jesus foi inicialmente para funcionar como as profecias apocalípticas, para oferecer um consolo ilusório aos sofridos espoliados pelos invasores e seus cúmplices, haja vista que o Deus judaico até então nada tinha feito para ajudá-los. Em suma, se fossem derrotados, torturados e mortos, deixariam honra e gloria pelos seus elevados ideais, e seriam vistos como gloriosos mártires da causa de Deus no “juízo final”, que inclusive estaria próximo. Ao longo dos séculos, o núcleo que daria origem ao Vaticano passou a lucrar financeiramente e politicamente com a crença no “somos todos pecadores” e a venda de perdão, etc.. para possibilitar a entrada no reino dos céus (paraíso) e controlar as massas para que estas com medo do inferno e de olho nas vantagens do paraíso, reagissem as injustiças dos ímpios (e do mundo em todos os tempos), em nome do amor a Deus, da bondade, dando a outra face, esperando que os ímpios vão para o inferno, transferindo a vingança pela espada para Deus e blá-blá-blá, que só funciona e interessa a quem lucra com a mentira: O Vaticano. Assim, o sofrimento da pobreza, dos saques às produções agrícolas e às propriedades e todas as demais condições degradantes e deploráveis, em qualquer época, passariam a ser consideradas como um passaporte para o reino nunca demonstrado dos céus ! Uma salvação no plano metafísico ! (Ant.20.180). A crença em vida após a morte, em um plano metafísico, e nos valores da religião cristã produziram graves distorções de valores no mundo concreto. Vejamos algumas:
VERDADES QUE QUASE NINGUÉM ENXERGA
“Duas coisas são
infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, em relação ao universo, ainda
não tenho certeza absoluta.” (Albert Einstein).
"Todos
querem viver à custa do Estado, mas se esquecem que o Estado vive à custa de
todos." (Frédéric Bastiat)
O interesse político do Vaticano por trás da hipocrisia do amor de Jesus fez com que o julgamento moral ficasse no campo do metafísico utópico ...Tal interesse prega que se deve ser moralmente tolerante sobre qualquer coisa, resultando – na prática - no bem nunca ser distinguido do mal. É como se de alguma maneira tudo e todos estivessem sempre certos, uma ausência de discernimento entre certo e errado, resultando em relativizar toda e qualquer atitude danosa ao ponto de até ser considerada correta do ponto de vista da moral do metafísico celestial. A moral deixa de basear-se em fatos objetivos na vida real. Esse critério tem como gênese principal a fuga da responsabilidade moral e das consequências de se assumir um julgamento. Isso criou o "politicamente correto" que induz a crer que a sociedade deve aceitar qualquer coisa de qualquer pessoa. Muitos com medo do julgamento sobre o seu julgamento abstêm-se de expô-lo e passam, portanto, a aceitar qualquer premissa, ideia ou ato realizado por qualquer pessoa. Com isso, virtudes que deveriam ser exaltadas e vícios que deveriam ser reprimidos são ignorados ou aceitos.
Disse o Católico
S. Thomás de Aquino: “Justiça sem
misericórdia é crueldade.” Todavia
o mais importante foi ignorado: qual o limite da misericórdia sem abandonar a
justiça? Misericórdia sem justiça é adular o erro e ofender o certo.
Todos os
caminhos levam à Roma. Todos os caminhos levam ao Vaticano, inclusive os que
vão na contramão ! Até pecadores chegam lá e são recebidos com honras e tapete
vermelho, principalmente se depositarem muito dinheiro no Banco do Vaticano.
Para os que se deram mal, é só confessar e nascerá de novo puro e imaculado,
pronto até para outro crime ! Metaforicamente: para quem não sabe o mal que
está semeando para si, qualquer destino e caminho serve, principalmente o do Vaticano ! O
declínio do ocidente capitaneado pelo Vaticano é irreversível. Os USA estão se
tornando vaticanizado com os imigrantes da América Latrina. Biden é católico e
está trabalhando para encurtar o caminho do fim.
Altruista sem autoestima.
A mentalidade marxista tem três componentes característicos: o medo, a raiva e a inveja. Esses três aspectos não levam à prosperidade e sim a devastação social, pois o objetivo é produzir ódio em tudo onde for possível: entre classes, minorias, gêneros, raças, invasões, saques, etc. O discurso socialista objetiva recrutar os feridos da sociedade para usá-los contra os que consideram bem-sucedidos, seja o que isto significar. Ser socialista virou uma espécie de obrigação dos ressentidos, cujo objetivo principal é destruir “privilégios”. E qualquer coisa que eles invejam é ‘privilégio’. Os seus argumentos são defendidos com a vulgaridade da feroz ignorância presunçosa até modos selvagens de bárbaros sórdidos. Trabalham empenhados em causar estragos para ganho pessoal ou simples prazer com a desgraça do “privilégio” alheio. Quanto maior o radicalismo socialista, maior a insensibilidade à importante distinção entre certo e errado, e avidez pela fama. E isso é apenas o que aparece na superfície, o motivo maior é ainda mais horroroso e se refere ao desejo de levar a sociedade vista como próspera de volta à antiguidade ou medievo onde tudo só podia ser conquistado com muito esforço e renúncia para os interesses dos monarcas e seus vassalos. A inversão moral ou o culto à moral indefinida, a neutralidade, produz compaixão ao vício e antagonismo à virtude.
Polícia submetida a regras vaticanizadas sem agir como deveria! Nos USA o policial teria atirado para matar por legítima defesa. No Brasil, com as diretrizes do Vaticano na política, o policial é obrigado a agir com “amor” ao próximo, independente de qualquer circunstância porque “só o amor constrói”. No Brasil Vaticanizado é assim: Ó pecador! Perdoe o outro pecador! Dê a outra face! Em nome de Jesus! Nada importa para a segurança pública, para a correta moral e para a família do policial.
É quase impossível no Brasil não
acreditar na existência de corrupção em projetos sociais. Cumpre-nos imaginar
as possíveis fraudes nas ONGs na Amazônia !
Ações sociais* em nome de Jesus tornaram-se uma importante “cortina de fumaça” para esconder crimes no Brasil. Arrecadam muito e distribuem sopinhas nas madrugadas para sustentar os seus produto de marketing para arrecadação de fundos. Será que interessa agir para tirar as pessoas dessa situação de degradação? Faço uma analogia com os devotos do Vaticano, será que interessa fazê-los desacreditar na farsa dos milagres, e na farsa da divindade de seu ídolo maior J.C? É a ignorância deles que traz o dinheiro para os “defensores” dos direitos humanos. E atualmente estão também com amparo em partidos políticos parecem até trabalhar para impedir as tentativas da sociedade civil honesta de combater esse horror fraudulento. E ainda difamam fariseus de hipócritas !
A pior consequência no Brasil foi a invenção da cultura do "socialista" justiceiro social lobo em pele de ovelha !
A lei tipifica como crime invasão de propriedade alheia. A propriedade privada é um ponto central do capitalismo. Defender o próprio erro apontando o erro dos adversários, é fruto da crença nos ditados “atire a primeira pedra quem nunca pecou”..; do “somos todos iguais”; “o sol nasceu para todos”..etc. Em suma, o certo não tem moral para criticar o errado. Um erro justifica outro. Fazer algo na forma empírica e na repetição sem melhoria se torna um ciclo vicioso, burrice. Os socialistas de IPhone 14 parecem não conhecer o mote da esquadrilha da fumaça: “repetição com correção”. Isto serve para tudo na vida. Eles repetem o erro histórico da perseguição à riqueza como solução da pobreza.
A perseguição à riqueza dissimulada de "justiça social"
O maior
propósito do dinheiro é comprar a liberdade. Quem não tem condições de se
sustentar ou a família sem a renda do emprego ou do trabalho autônomo ou de um
negócio ou a ajuda do governo é refém (escravo) do trabalho, emprego, negócio
ou Estado. Riqueza baseada em fontes diversas de renda passiva é liberdade, e
só o capitalismo permite a realização deste propósito.
Todos se
aproveitam dos bolsões de miséria. O alto clérigo do Vaticano vive em palácios desfrutando
de uma riqueza muito acima do necessário. Os políticos socialistas vivem em
condomínios fechados luxuosos, em funções públicas bem remunerados, e fazem o
discurso para agradar a maioria no Brasil que não tem nada a perder e tem a visão
política da manada ignorante e invejosa. O maior talvez único prazer é a
desgraça do invejado. Na política do Brasil este fato é ainda pior, pois existe
o político que objetiva conseguir votos por meio de agradar a ignorância e a
inveja dessa maioria, com discursos contra os ricos tachando-os de capitalistas
egoístas malvados e culpando-os pela pobreza, etc.
PRINCÍPIOS LIBERTÁRIOS E EQUIDADE
EQUIDADE FORÇADA À MODA VASSALO DO VATICANO
O cristianismo foi inventado para o controle social
fomentando à superstição, apatia intelectual e respeito servil pela autoridade,
seja o que esta representar. O judaísmo rabínico é uma religião iluminista que
fomenta as qualidades da mente: o pensamento crítico e amor à liberdade, indispensáveis
para produzir o caráter necessário para uma boa cidadania.
Tributar mais a riqueza com o argumento da “isonomia”, da necessidade de tratar desigual os desiguais, de que a igualdade dar-se-á para os ‘iguais’ inseridos na renda relacionada à determinada alíquota, é falácia inventada pela subserviência aos interesses da religião política do Vaticano para tratar a natural desigualdade financeira de “igualdade” tributando mais a quem já contribui com mais, e assim estimular o caos social. O objetivo maior do ITCMD é contribuir para igualar o inigualável, aqueles do grupo que vivem à altura das oportunidades que tiveram e buscaram com aqueles do grupo que não aceitaram o senso de sacrifício e despojamento e fizeram uma escolha pela comodidade, um estilo de vida do sobrevivente, passivamente administrando uma vida cheia de medos e poucos riscos. Em suma, uma existência anêmica e sem brilho e que dependem de seus opostos. O ITCMD faz com que ‘aquele esforço extra’ não valha a pena, pois iguala os designers da própria vida aos apenas consumidores dela. Objetiva escravizar os governados do Estado capicomunista. O empreendedorismo é prisioneiro da sua força à medida que os países eliminam ou enfraquecem os seus efeitos. No Brasil, a besta continua solta e sendo alimentada por interesses obviamente inferiores. Falta compreensão convincente dos interesses e da cultura responsável pela motivação do imposto sobre heranças. A motivação não é apenas a de ‘tirar do rico para dar aos pobres’, essa é a falácia que desejam fazer o povo acreditar. O verdadeiro propósito do socialismo vaticanizado é superar a fase predatória do desenvolvimento humano e avançar para além dela. É usar uns para atacar outros: usar a pobreza para atacar a riqueza. Segundo Martinho Lutero, o Vaticano é como aquele restaurante chique, caríssimo, mas que se você entrar na cozinha sairá vomitando e nunca mais retornará. Esta metáfora pode ser estendida para os defensores do socialismo quando suas verdadeiras motivações são conhecidas de perto. O socialista parece acreditar que é um filósofo com muitos amigos. O despertar para a realidade será doloroso! Combater a miséria, o atraso e a desigualdade não se faz perseguindo a riqueza, mas estimulando e defendendo a liberdade individual e a riqueza conquistada por cada um em um mercado livre com possibilidades, circunstâncias, desejos, e indivíduos diferentes. Deveria ser inconcebível o Estado fazer parte de seu povo de “animal de sacrifício” em nome de uma “justiça social”, menos ainda por um Estado (sentido amplo) notoriamente com fama de ineficiente e corrupto. A natureza é sábia, para que a excelência possa ser reconhecida é preciso existir o seu oposto. Ela é, de fato, o primeiro pré-requisito ao surgimento das exceções: é uma condição necessária a todo segmento elevado da civilização. Em toda sociedade saudável há tipos diferentes que se condicionam mutuamente; cada qual tem sua própria esfera de trabalho, seu próprio sentimento de perfeição e maestria. Não é Deus, mas a natureza que separa em uma classe aqueles que preponderam intelectualmente, em outra aqueles que são notáveis pela força muscular e temperamento, e em uma terceira aqueles que não se distinguem, que somente demonstram mediocridade - esta última representa a grande maioria, a primeira é a elite. Não obstante toda regra tenha sua exceção, mera coincidência ou não, a grande maioria também acredita no Vaticano e nos discursos socialistas. A casta superior - que denomino a dos pouquíssimos - tem, sendo a mais perfeita, privilégios correspondentes: representa a felicidade, a beleza e tudo de bom sobre a Terra. Estes estão entre aqueles que dizem: " Viva as leis da natureza!" Podem ser encontrados praticamente entre todas as pessoas "ricas, bonitas e saudáveis". Uma observação importante é a que apenas entre os homens fortes, mais intelectuais, independentes, a bondade está longe de significar fraqueza, porque, dentro da relatividade das coisas, também é verdade que ser bom é um privilégio dos fortes, e a caridade necessidade dos fracos. Não se iluda, a caridade é fruto do egoísmo: "você pode ser Eu amanhã". A fim de ilustrar com veemência, entenda como o extremo da fraqueza uma pessoa "pobre, feia e doente" e, diametralmente oposto, o forte. Entre os atributos do forte (rico, bonito, saudável) e do fraco (pobre, feio e doente) estão, praticamente, toda a parcela estatisticamente significativa da humanidade.
“A verdade
raramente é agradável, e quase invariavelmente amarga.”
Nada é mais próprio aos medíocres do que a indignação por causa do aspecto geral das coisas. Assim são os propensos a apoiar o comunismo, a igualdade injusta, a igualdade que ofende a meritocracia e a excelência. A indignação e as ideias socialistas/humanitárias prolatadas pelo cristianismo do Vaticano são privilégios dos medíocres. A diferenciação humana é necessária para conservar a sociedade, para possibilitar o surgimento dos tipos mais elevados, mais sublimes, tal como a luz necessita da escuridão para existir. O Direito é um privilégio. A desigualdade de direitos é condição primordial para a existência de quaisquer direitos. Cada qual tem seus privilégios de acordo com seu modo de ser e pensar. Não subestimemos os privilégios dos medíocres socialistas. Quanto mais elevada, mais dura torna-se a vida - o frio e a responsabilidade aumentam. Uma civilização elevada é uma pirâmide: somente subsiste com uma base larga; seu pré-requisito é uma mediocridade sã e fortemente consolidada a qual alguns denominam de "idiotas úteis" para a economia. Por toda a história da humanidade sempre houve uma gama de atividades ocupacionais necessárias para o conjunto da sociedade/humanidade que são apenas compatíveis com a mediocridade no poder e no querer. Ao pensar em ter dó de um sofredor, é preciso lembrar que para os medíocres a felicidade pode estar na própria mediocridade, na qual vislumbra vantagem, contudo, paradoxalmente, invejam os fortes, os excelentes, vou além: invejam a excelência! O prazer maior deles é diminuir e desfigurar tudo o quanto veem - empobrecer o valor, são nocivos. Todo socialista é medíocre, nem todo medíocre é socialista. Equidade é coisa essencial, todavia equidade não pode servir de argumento para produzir igualdade à força. Deve possibilitar que todos sejam igualmente livres para obter da vida o que estiver licitamente ao alcance de seus interesses. Equidade deve se referir a iguais regras e liberdade sem ajustes forçados que reduzam as vantagens naturais de outros, com respeito às diferenças. Iguais direitos significa regras iguais para todos respeitando as diferenças. O capitalismo necessita da liberdade individual, econômica e concorrência e respeito às diferenças. A liberdade econômica No Brasil vaticanizado significa igualar à força a desigualdade entre os desiguais. Igualdade jamais será conquistada negando-se as diferenças. A “igualdade” deve ser entendida como respeito às diferenças. No que se refere à riqueza, no sentido estreito do termo, empobrecer o rico não resulta em enriquecer pobres. No Brasil, enriquece apenas o Estado ineficiente e corrupto. Os liberais sempre foram acusados de defensores dos ricos em detrimento do coletivo difuso. Todavia, a quem se refere, quem é, onde vive, como vive, que parcela dos tributos chegam a ele e qual se refere a gastos nababescos dos governantes? Comitivas gigantes em viagens inúteis, gastos com cartão corporativo, etc. Mantida as regras vaticanizadas para obtê-la, com a marginalização das vantagens naturais, da meritocracia, da riqueza, jamais haverá redução justa da desigualdade por medidas de um Estado "justiceiro" vassalo do Vaticano. Metaforicamente: cortar as pernas do jogador de basquete para uma competição justa com anões desejosos de jogar também. A política capicomunista acredita em discursos para obter simpatia de necessitados. Os eleitores dos políticos capicomunistas acreditam em discursos para obter simpatia de necessitados.
“Quando o machado
entrou na floresta, as árvores disseram: o cabo é dos nossos!!”
A realidade nunca será a do mundo fantasioso do Céu vaticanizado, mas, só poderá ser atenuada com o fim do estado capicomunista vaticanizado e a implantação do estado capitalista justo com a riqueza de fato e de direito justo com a riqueza de fato e de direito. Não deve haver governo “justiceiro social” com base em espoliação de ricos. A equidade deve significar regras iguais para todos e ajustes aos mais desfavorecidos SEM PREJUÍZO dos mais favorecidos. Também faz parte da boa moral reconhecer as próprias desvantagens sem invejar outros com mais vantagens, seja lá o que estas representarem para cada um. O que falta na massa brasileira é cultura e bom caráter que a desigualdade evidencia pela inveja. A política da máquina estatal ‘capicomunista-cristã’ destrói o empreendedorismo, transforma o empregado em inimigo do patrão, empobrece o país, e se oferece como instância salvacionista para a pobreza que produz. A maioria dos seus defensores nunca colaborou como empregador e contribuinte de direito do FGTS, PIS, COFINS, CSLL, INSS, apenas para citar o mínimo. A religião política do Vaticano se beneficia de imunidade para impostos sobre patrimônio e renda.
Com a ilusão metafísica no tempo de Jesus, o sofrimento da pobreza, dos saques às produções agrícolas e às propriedades e todas as demais condições degradantes e deploráveis, passariam a ser consideradas como um passaporte para o reino dos céus ! Uma salvação no plano metafísico ! Vejamos algumas:
Mateus 19:21. <<"Se desejas a perfeição, vá! Venda a sua
propriedade e doe o dinheiro aos pobres e gozarás de riqueza nos céus. Depois
volte e seja meu seguidor.">>
<<“Por isso vos digo: Não vos preocupeis com a
vida, quanto ao que haveis de comer, nem com o corpo, quanto ao que haveis de
vestir...Pelo contrário, buscai o seu Reino, e estas coisas vos serão
acrescentadas.”>> (Lc 12,22.31; Mt
6,25.33).
Lucas 14:33.: <<"Nem um de
vocês que não se despedir de tudo o que possui não poderá ser um dos meus discípulos.">>
Mateus 5:44. <<"Ame seus inimigos e ore para seus
perseguidores".>>
Lucas 6:20-21.: <<"Bem-aventurados
vós, os pobres, pois é vosso o Reino de Deus". "Bem-aventurados vós
que estais com fome, pois sereis alimentados." "Bem-aventurados vós
que chorais, porque logo ireis sorrir.">>
<<“A riqueza será distribuída e as
dívidas canceladas. Os primeiros serão os últimos; os últimos serão os
primeiros”.>> (Mateus 5:3-12 | Lucas
6:20-24).
<<"Quão difícil será para os ricos entrarem no
Reino de Deus!”>> (Marcos 10:23).
<<"Ai de vós, os ricos, porque recebestes a
vossa consolação. Ai de vós que estais saciados, pois tereis fome. Ai de vós
que estás surdo agora, pois logo ireis vos lamentar.”>> (Lucas 6: 24-25).
<<“Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.”>> O episódio aparece em (Marcos 12:13-17), (Mateus 22:15-22) e (Lucas 20:20:20-26).;
<<“É mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha, do que um rico entrar no Reino de Deus.”>> (Mt 19,23-30);
O tempo é um grande mestre, mas infelizmente ele mata todos os seus discípulos. Cada ser humano é filho do seu tempo, e o tempo mata todos os seus filhos. As circunstâncias e a estrutura socioeconômica mudaram radicalmente desde a antiguidade até os dias atuais, mas paradoxalmente, muitos acreditam, sem refletir, nas interpretações pejorativas atribuídas ao dinheiro e à riqueza em nome de Jesus Cristo. Dinheiro pode não ser a coisa mais importante no mundo, mas afeta tudo que é mais importante na vida: sua alimentação, sua saúde, seu estilo de vida, sua educação. O dinheiro é o mestre e senhor de riqueza medida e desmedida, ele é a motivação da paz e da guerra. O crédito das nações depende dele; seus correspondentes são inumeráveis; seus mensageiros especiais são mais numerosos do que todos os governantes. Ministros de Estado estão principalmente a seu serviço. Senhor supremo nos gabinetes em todos os continentes da Terra. O leitor tem que aprender evitar os seus males pela dura experiência dos erros e acertos, caindo e levantando-se. É preciso aprender a reconhecer a insignificância nas aparências e a discernir o profundo do superficial para fazer a melhor avaliação e uso do dinheiro. A vida exige a compactação/redução (sentido figurado), portabilidade/liquidez de todos os bens que não são imediatamente consumidos para que permaneçam como reserva de riqueza para uso posterior e que seu possuidor possa dispor delas em qualquer lugar. E isso não é representado melhor por outra coisa senão o ouro e o dinheiro. Portanto, todo o bem estar do ser humano é dependente de bens e direitos representados pelo seu equivalente em ouro e dinheiro, que constituem medida cômoda de valor de todas as coisas, inclusive entre nações diferentes. Graças a essas medidas de valor, os bens móveis e imóveis podem “acompanhar” seu possuidor a todo lugar. E a possibilidade de serem passados entre os interessados com mais facilidade alimenta toda a cadeia produtiva do Estado. A tal ponto de sua importância poder ser comparada a corrente sanguínea para o Ser Humano.
Onde o ouro e o dinheiro são escassos surgem ruína e desgraça; onde são abundantes há força no movimento das trocas de riquezas. No mundo sempre houve e haverá pobres. Embora a pobreza seja inevitável, perpétua, na existência humana, ela pode ser evitável do ponto-de-vista individual para os necessitados que buscam a melhora e tenham condições educacionais (sentido amplo) de aproveitar as oportunidades de ajuda que lhes aparecem. Se todos pudessem ser (e fossem) iguais na riqueza ou pobreza, a vida seria algo fixo, estático, e o progresso se tornaria impossível. A natureza é sábia, para que a excelência possa ser reconhecida e buscada é preciso existir o seu oposto e o desejo dele se afastar. Fazem parte da mola propulsora do progresso os variados níveis de riqueza e pobreza, e a dinâmica de mudança entre ambos os extremos. Quanto mais tempo viver a utopia da igualdade maior será a queda e as feridas causadas pelas Leis da realidade. Coloque a mente no nível das estrelas, mas deixe os olhos vigiando seus passos para não cair na lama. O mundo mudou, os elementos da impermanência, de mudança, de finitude e insubstancialidade se fazem presentes em tudo conforme a lei natural da realidade. Qualquer coisa que tenha começo e fim deve ter suas certezas absolutas questionadas, não importando quais os termos que possam usar para analisar o assunto perecível, sujeito a um determinado tempo, espaço e respectivas mudanças. A relação entre a riqueza e a pobreza mudou, e continuará mudando no tempo e lugar. Muitos agem e vivem como se as coisas passageiras fossem perenes. Muitos vivem no século XXI com critérios da época do medievo e até muito tempo antes. Parecem hipnotizados pela aparência das coisas, vivendo em um mundo de sonhos ignorando a própria vida real do homem, como seguidores da falsa sabedoria, da negação presunçosa da realidade. Não vivemos em um mundo de sonhos. O propósito da vida não é negar a realidade, mas viver sabiamente nela, fazendo o melhor que pudermos sob as circunstâncias que surgem a cada dia e reagindo, tanto quanto possível, de acordo com as idéias e os ideais mais elevados no mundo real.
“A autodestruição dos pobres é a sua
pobreza”. [Rei Salomão]
Objetivar grandes conquistas
financeiras é necessário, louvável, útil também para a coletividade humana, e
até um dever. Não há sentido em menosprezar a importância do dinheiro e as
vantagens de ser rico. Aquele que fala que dinheiro não é importante está
mentindo ou quer jogar a lama da inveja em quem o tem. O dinheiro é facilitador
e criador de possibilidades. Aquele que deseja dar oportunidades melhores aos
filhos deve correr atrás do dinheiro e do sucesso, sem sentimento de culpa de
ser rico. O humano precisa perceber a
existência da possibilidade da riqueza em si para se elevar na escala material
da vida. Isso é o que significa desenvolvimento espiritual criando o
desenvolvimento material. O sucesso, seja o que este significar, é inicialmente
mental. A inveja à riqueza alheia produz o efeito no exato oposto. Há muitos
planos e subplanos de existência na vida que dependem não só de recurso
material, mas também do grau de evolução mental do indivíduo. Por isso, na vida há semigraduados ricos e
muitos PHDs pobres. Todos estão no caminho, mas sempre houve e haverá uns à
frente ou acima, e outros atrás ou abaixo.
O pior defeito de um pobre é
acreditar em teorias socialistas que os tornam pobres.
É de certo dolorosa a procissão dos
miseráveis. Porém, a pobreza é um processo no qual há uma parte visível e outra
oculta no próprio ser humano. A riqueza
material não se consegue sem diligência e disciplina. A pobreza, comumente,
resulta da falta de ambas. A pobreza também é efeito externo de causas
interiores: a preguiça, a insubordinação, o perdulário, a imprevidência, o
descumprimento do dever para com o trabalho, a economia, etc. Esse conjunto,
paulatinamente, impele seus possuidores à penúria. E não podem contar com a
ajuda externa para salvá-los das consequências dos atos contra eles praticados.
Muitos que hoje se arrastam doentes e sem morada perderam as oportunidades por vícios
próprios, que muitos até se esforçaram para suportá-los. Muitos, hoje com tão
sombrio aspecto, gastavam no jogo o dinheiro que tinha e o que pedia
emprestado. Outros são do tipo que sempre entenderam que o trabalho não foi
feito para ele, nem ele para o trabalho. Por algum tempo, esses “desobedientes”
conseguiram equilibrar-se na vida à custa do esforço e tolerância alheia
iludindo com histórias a boa-fé dos outros. Todos acabam completando a
“primeira metade do processo” e subitamente deparam-se com a segunda metade: a
pobreza. A pobreza moral também produz pobreza material. Muitos
consideram o normal bizarro e o bizarro normal. Há milhares exaltando tudo
aquilo que é mal e outros que não querem deixar de ser vitimas porque querem os benefícios do culto ao vitimismo. No entanto cultuar o vitimismo em vez de superar as fragilidades é a receita
para a tragédia. E quando se
deparam com a verdade, a estratégia é cancelar o visto como oponente com
rótulos de: intolerantes, preconceituosos, machistas, racistas, nazistas,
fascistas, sexistas, homofóbicos, misóginos, etc. Todos são livres para semear, mas só colherão o que semearam. A luta de classes se resume em pura inveja: de uma lado os difamados de
capitalistas egoístas selvagens que têm muito e merecem muito. De outro lado, os
anticapitalistas selvagens que querem muito, mas têm pouco e desejam o mal de
quem consideram ter muito. Aos pobres também se apresentam oportunidades que não
aproveitam por diversas razões, não apenas por simples carência de recursos. Em
muitas vezes, a carência de recursos decorre de não ter economizado e investido
quando tinham a saúde e a possibilidade ao seu lado. Comumente, criam para si
próprios um círculo vicioso e decaem progressivamente. Há muitos
impedidos de desenvolver todo o seu potencial durante todo o seu percurso, não
conseguem chegar à sua sonhada Terra prometida. Temos milhões de nascimentos
indesejados, vitimas de pedófilos e estupradores. O besteirol dos reality shows
e novelas lixo cultural estimulando a subcultura, a mentalidade anticapitalista,
o mar de lama social, que provam a quantidade de pessoas vazias e infelizes que
dificilmente farão parte do grupo dos ricos e terminarão apoiando as hostes dos
socialistas de shopping. A trajetória dos desajustados moral termina sempre em
decadência como um ser esfarrapado. Toda nossa tragédia de culto as ideias socialistas
e à corrupção tem inicio em famílias disfuncionais. Famílias destruídas destroem o pais. O pilar de uma
sociedade é a família. O País depende de famílias funcionais, sem valores
apodrecidos. As contradições do Vaticano em relação à riqueza e ao dinheiro são tão evidentes para quem tem olhos de ver, ouvidos de ouvir e cérebro de pensar que dispensa argumento probatório. Ao contrário do que a religião política do vaticano apregoa, a pobreza
não é motivo de glória. Glória é viver do próprio trabalho, honradamente. As
mensagens das parábolas sobre o dinheiro atribuídas ao personagem J.C de acordo
com a cultura judaica foram deturpadas pela religião política do Vaticano. E quanto melhor viver, quanto mais
riqueza gerar para si também gerará ao redor de si e maior será a glória. A
cultura hebraica não exalta a pobreza, nem lhe esconde as desvantagens e
causas. Somente ciente de suas causas íntimas que se pode remediá-la. O
verdadeiro combate contra a pobreza ocorre no plano moral, que a religião chama
de plano espiritual, e não no precário plano das esmolas. Todos que não são
inválidos podem e devem fugir à pobreza. Muito
se enganam os que consideram a pobreza uma virtude. Façamos todo o esforço
para não cairmos em tal desgraça.
"Aquele que queira viver em
santidade que viva de acordo com as verdadeiras leis do comércio e das
finanças". (Talmude, B.K. 30ª).
“Se uma pessoa adquirir a atitude
correta em relação ao dinheiro, isso ajudará a endireitar quase todas as outras
áreas de sua vida.” (Billy Graham)
“Todos reclamam da falta de
dinheiro, mas da falta de inteligência e competência para tê-lo ninguém”
“Se um problema pode ser resolvido
com dinheiro, não é um problema é um gasto. O problema é ter o dinheiro para
agir”
Ao mesmo tempo em que a riqueza é perseguida pelo governo, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) alega que a desigualdade entre os Entes Federativos, Estados e Cidades, se deve a desigualdade de investimentos públicos e privados. Em outras palavras: em razão da presença de mais ou menos dinheiro nas regiões.
A SOLUÇÃO ILUSÓRIA NO PLANO METAFÍSICO
Os humanos são mais viciados em fugir da realidade do que em álcool e drogas proibidas alucinógenas.
A verdade absoluta faz parte dos interesses das religiões. A verdade relativa faz parte da razão mais elevada do homem. Equivale ao melhor entendimento aplicado a todas as coisas ao alcance em um determinado momento e circunstância. Por isso, as religiões se referem ao metafísico, pois o absoluto se refere melhor ao irreal e ilusório. Exemplo: o Deus incognoscível, perene, imutável, que, obviamente, não pode pertencer ao mundo natural real. As Leis Naturais do mundo real não são “Leis de Ferro”. É tolice insistir no aspecto absoluto das verdades. As verdades atribuídas pelos homens aos seus Deuses são ilusões. A religião política do Vaticano contém, além de delírio, uma falsa moral defendida de forma radical por falsos moralistas. Em suma, um grande mal moral. Todas as “revelações” são aceitas pela massa humana de pouca ou nenhuma instrução, e são defendidas radicalmente, até hoje, por pessoas desse tipo. Todas as narrativas foram compiladas muitos anos depois do acontecido e estão irremediavelmente corrompidas por incoerências e interesses de quem as criou para ganho material e vantagens inconfessáveis. A base de tradição oral equivale ao A disse para B o que ouviu de C o que aprendeu com D. Toda “revelação” de todo livro “sagrado” de qualquer religião, de qualquer profeta, tem características idênticas no interesse de gerar mandamentos para controlar diferentes pessoas em diferentes datas, época e lugar. Aquele que compreender o interesse da falácia da “revelação” de uma religião compreende todas. As pessoas são mais ou menos escravas da hereditariedade, do ambiente, das próprias necessidades, e de outros vários fatores, de modo que a própria realidade física já impõe grandes restrições à liberdade. Ninguém manifesta a maestria digna desse nome. A maioria dos humanos ainda é levado, como uma pedra que cai, a ser obediente ao ambiente em que está, e desejos e vontades de outros ( ex: trabalho), movidos como peões no tabuleiro de xadrez da vida. Uma forma de sublimar a realidade cruel da vida é pela abstração, pelo suposto contato com os poderes superiores ao da natureza humana, e, assim, como em um sonho, colocam-se como condutores que movem as peças do xadrez, em vez de sentirem-se meros peões. Sentem-se causa em vez de efeito ou efeito de causas superiores de acordo com os próprios interesses em avocar para si mais ou menos responsabilidades. A Fé cega é uma forma de afastar a aspereza da razão. Seguir valores originados no plano sobre humano sem passar pelo filtro da racionalidade para o devido ajuste à realidade é relegar a vida ao controle do imaginário. Tudo seria acaso ou milagres no mundo físico real, por não identificação lógica de causa e efeito no mundo concreto. Assim são os milagres se considerados literalmente verdadeiros. A existência de tal poder oculto tornaria todas as Leis Naturais percebíveis, racionalmente compreensíveis, demonstráveis, ineficazes e mergulharia a vida real em desordem caótica. Esse é o sentido da religião ocultar-se no metafísico. É assim que ela cria uma desculpa para cada fracasso no mundo real; um consolo para cada desgraça, e até para a morte. Toda fé na religião política do Vaticano exige o desprezo da mente e da liberdade, exige aceitar a submissão e a resignação e enxergar a Si e a vida como uma coisa pobre e ser uma pessoa mal preparada para a crítica e a autocrítica. O cristianismo para dominar o devoto pela culpa ainda exige que acreditem no impossível e pratiquem o inviável. Quanto mais religioso, mais longe da razão. As decisões diante da incerteza, das dúvidas sem respostas e dos interesses de manipular os incautos revelam padrões de irracionalidade, inconsistências e incompetências muito frequentes, que, às vezes, assemelham-se a histórias contadas por simplórios de senso-crítico ou mentecaptos. O ‘novo Deus cristão’ ficou só com o bem – o santo dos santos, o puro dos puros, que vive na câmara secreta no plano metafísico. O mal passou para os humanos imperfeitos e as concepções criadas de satanás, belzebu, diabo, lúcifer, anjos caídos, inferno, entre outros. O mínimo senso crítico nos força a concluir que: Se Deus está disposto a impedir o mal, mas não é capaz, então ele é impotente! Se ele é capaz, mas não está disposto, então é! Se ele é ao mesmo tempo capaz e está disposto, então qual a motivação da existência de tanto mal, desgraças e injustiças! Como conciliar tanto mal com algum criador amoroso? E o ensinamento cristão com o castigo eterno contra aqueles que dele discordar? E todos os crimes hediondos praticados em nome da religião, em nome de Deus? Qual a explicação para que uma divindade que dizem ser nobre e grandiosa estar tão associada a tamanhas atrocidades e estupidezes? Tudo isso junto, e numerosas outras coisas semelhantes, só pode resultar em duas condutas: uma, absolutamente irracional, a "Fé-cega"; outra, por óbvio, o franco desprezo pela honestidade e adoração à falácia. A religião política do Vaticano sempre almejou operar nas mentes não formadas e indefesas das crianças ou dos adultos, e tem feito alianças com poderes seculares (imperadores, reis, ditadores, etc) no mundo material para assegurar esse privilégio. Em que se baseia o poder monárquico do vaticano: 1. A perfeita imitação do modelo Jesus “O Cristo” se dá mediante o autossacrificio, a renúncia de si mesmo (quanto menor a autoestima e o amor próprio, melhor), pois dessa forma que Jesus consumou sua existência. 2. O ser humano nada é fora da relação com seu salvador ao qual deve necessariamente submeter-se. 3. A Igreja Monárquica Católica é a continuadora da missão de Cristo, é a única detentora dos canais salvíficos, cabendo ao seu clérigo a administração da “verdade”.
DESMITIFICANDO O MITO
CURAS MILAGROSAS (Já eram atribuídas a
Esculápio 1200 a.C); NÃO FAÇA AOS OUTROS
O QUE NÃO QUER QUE TE FAÇAM (Já era pregado por Confuncio 550 a.C); PERDOE SEUS INIMIGOS (Já aconselhava
Pitágoras); FRATERNIDADE E IGUALDADE (Já era insistentemente pregado por
Filon (25 a.C); TOLERÂNCIA, VIRTUDE,
HUMANISMO, CASTIDADE E PUDOR (Já dizia Platão 427 a.C); AMEM-SE UNS AOS OUTROS E HAJA JUSTIÇA (Já pregava Aristóteles 382
a.C) ; O AMOR CURA O ÓDIO (Já dizia
Buda 563 a.C); APARÊNCIA DE BRANCO,
LOIRO E OLHOS AZUIS (Aparência para agradar Luis XIV que queria um Papa na
França).
*A GRANDE FRAUDE DA EXISTENCIA DO
PERSONAGEM JESUS!*
Não há relatos contemporâneos da sua vida. Os Pergaminhos do Mar Morto não evidenciam NADA sobre ele. Os evangelhos foram escritos por religiosos cristãos que não conheceram o personagem Jesus. A História registra que a Cidade de Nazaré não existia durante a época que alegam que o personagem Jesus teria vivido. Não existem menções ao cristo nos textos pagãos. *Vamos pensar um pouco??* 100 ANOS... Alguém, por favor, pode relatar fidedignamente UM fato qualquer ocorrido há 20, 30, 50, 100, 200 anos atrás sem qualquer dos recursos modernos (fotos, livros, gravações, etc.)? Portanto a "verdade" inicial já se auto declara mentirosa de inicio…Todos os historiadores que citam o personagem Jesus não foram contemporâneos e não atestam a “existência de jesus” mas somente a existência de seguidores dele… *Um exemplo: Cornélio Tácito.* Respeitado historiador romano do primeiro século, escreveu: “O nome [cristão] deriva-se de Cristo, a quem o procurador Pôncio Pilatos executou no reinado de Tibério.” Obviamente Tácito está Historiando a crença dos cristãos e declara o motivo de se chamarem assim como sendo A CRENÇA deles, e não evidenciando como FATO histórico a morte do personagem cristo. (até porque ele o cita 100 ANOS depois dos eventos descritos). É o mesmo que dizer: “Os Guaranis são o povo que se originaram de Rupave e Sypave (adão e eva Tupi) pais de Tumé Arandú (grande sábio) e Marangatú.” NENHUMA afirmação descrevendo A CRENÇA de uma religião pode ser considerada EVIDENCIA de uma possivel autenticidade??? Ademais, os historiadores que descrevem os Cristãos descarta todos os historiadores contemporâneos do personagem jesus... Como eles não existem por quê ? *Alguns poucos exemplos: Lúcio Aneu Séneca ou simplesmente, Sêneca (4 a.C. — 65 d.C.).* Seu contato com Paulo foi de fato verídico a pergunta que fica é: por que Paulo não falaria de Jesus para Sêneca? *Caio Plínio Segundo (23 d.C. — 79 d.C.).* Não há nenhuma citação de Plínio, o Velho sobre a vida e o ministério de Jesus. *Petrônio (27 d.C. – 66 d.C.).* Não há citações de Petrônio sobre a vida e obras de Jesus, apesar de ser contemporâneo de Cristo. *Marcus Velleius Paterculus (19 a.C. — 31 d.C.)*. Não cita Jesus em suas literatura. *Marco Valério Marcial (38 a.C – 40 d.C).* Não há citações de Marcial sobre a vida e obras de Jesus. *Sílio Itálico (25 ou 26 d.C. – 101 d.C.)*. Não há citações de Sílio Itálico sobre a vida e obras de Jesus. Muitos autores do Seculo 1 e seus escritos NADA dizem sobre o personagem exceto comprovadas falsificações em tempos posteriores. Negar a falta de contemporaneidade nos relatos sobre a existência do personagem associado a tão grandes eventos: ressuscitação de mortos, ressurreição e sua presença ressurreta durante 40 dias em Jerusalém, e outros milagres é, no mínimo, *desonestidade intelectual*.
Em tempos de “paz” a literatura e os profetas apocalípticos permaneciam adormecidos, mas sempre prontos para serem despertados em épocas de crises. Flavio Josefo registra que em meados do século I d.C proliferou impostores e demagogos sob o pretexto de inspiração divina que provocavam ações revolucionárias e impeliam as massas a agir como loucos (G.J. 2. 259; Ant. 20,168) . Flavio Josefo afirma que próximo a destruição do Templo 70 a.C houve proliferação de profecias com visões apocalípticas que ofereciam esperanças escatológicas ao povo contra a superioridade irresistível do inimigo romano (G. J. 6. 286-87). Essa era a realidade social que fez surgir o profeta-messias escatológico do metafísico J.C .Em outras palavras, o reino de Deus é uma fantasia na qual Deus vinga os pobres, os fracos e os despossuídos. A sua ira deságua sobre os ricos, os fortes e os poderosos. Como se todos os ricos não prestassem para nada, só para servirem ao mal, e todas as riquezas fossem de origem ilícitas! Adicione a isso a representação de Jesus como uma divindade e um pacificador inveterado, com conselhos e opiniões do tipo comentarista esportivo opinando sobre os problemas do fim de semana anterior, profeta do passado, crítico engenheiro de problemas de obra pronta, e que <<"amava seus inimigos">> e <<"dava a outra face">>. Isso foi construído para retratá-lo como um profeta, pregador apolítico, afastá-lo dos zelotas, que agiam frontalmente contra os interesses dos sacerdotes corruptos que apoiavam Roma e seu próprio conforto, e colocá-lo no papel artístico de ovelha pacificadora. Mesmo em condições de acentuada penúria e exploração, o objetivo era fazer os camponeses aceitarem submissos a exploração dos invasores romanos e dos sacerdotes dependentes deles (Ant. 20.180). A pesada carga tributária era agravada por frequentes incidentes ofensivos dos prepostos Romanos: Herodes e Pilatus, os mais notórios. É certo que os autores do N.T objetivaram vincular Jesus ao Rei Davi, cujo ramo era considerado um dos principais agentes da realização escatológica das profecias apocalipiticas da libertação de Israel da dominação estrangeira. Todavia, o messias herói do N.T também fracassou, ou teve o fracasso intencionalmente planejado a fim de alimentar a história do seu retorno no renovado esperado fim dos tempos. Após séculos sem um líder carismático militar que mudasse a realidade dos séculos sob a escravidão de invasores: Persas, Helenitas, selêucitas, Romanos, foi inventado o líder em forças abstratas, espirituais, que destruiria os invasores injustos pela palavra de sua boca ! Fazendo-os temerem a justiça divina após a morte, temerem o inferno, e agirem como cordeiros para ir para o paraíso !!
A PERSONALIDADE EM CRENÇAS METAFÍSICAS DO VATICANO E O SOCIALISTA
“O corajoso não se importa com quão dolorosa
seja a verdade.
O covarde se esconde em mentiras e enganos.”
É quase impossível mudar a opinião
de outros sobre política, religião e escolha do time de futebol. Esses assuntos estão no campo do viés de
confirmação. Razões subjetivas determinam a escolha e a partir daí só se
importa em ler, ver e ouvir coisas que reforcem a escolha. Paradoxalmente,
quanto mais o interlocutor focar nas divergências mais afastam-se as
convergências. É preciso estar ciente
disso para não ser vítima desse viés cognitivo e não sentir-se ou fazer o
interlocutor sentir-se atacado na autoestima, para não considerar uma sincera
crítica como ofensa pessoal, e colocar-se emocionalmente (de pirraça) na
defensiva até absurdamente incoerente. Os políticos socialistas de
shopping falam como se todos devessem seguir as suas propostas de única solução
final para a pobreza mundial, o combate ao crime, e o aquecimento global. Eles
acreditam 100% no: "a culpa é 100% de
quem não pensa como eu". Assim também é o Vaticano com sua
religião política, a começar pelos dogmas. A
religião política do Vaticano é a grande falácia da civilização ocidental. Refiro-me
ao interesse forte em criar desunião, criar cisões entre as classes sociais, de
modo a fragmentar a sociedade em cada local onde ela exista. E nisso a política socialista é
especialista em imitar. Como dizia Maquiavel: "dividir para conquistar". O Vaticano de fato é uma
deturpação do objetivo apocalíptico escatológico inicial do cristianismo
judaico.
“2% das pessoas pensam; 3% pensam que pensam;
95% preferem morrer a pensar.”
(George Bernard Shaw)
Como haveria certezas se anteriormente não tivessem sido
formuladas perguntas? Perguntas e respostas, em suma, dúvidas, quase sempre
precedem toda certeza. O estudo não significa apenas acumular conhecimento, mas
sobretudo para possibilitar um pensamento independente. A maioria é situado
entre os comuns, sem poderes carismáticos particulares, cujas palavras nunca
são mais que repetições daquilo que ouviu ou leu; cujas conclusões nunca vão
além do que ouviu ou leu. São virtudes que não impressionam, que não
acrescentam às existentes. Em geral são pessoas com dificuldade de aceitar e
criar novidades em desconformidade com seus critérios e crenças pré estabelecidos;
não aceitam de bom grado questionamentos, dúvidas, e toda novidade é vista, à
priori, como falsa. Humanos que conduzem as suas vidas à luz do que “deveria
ser” terminam por adoecer, por experimentar os efeitos da consciência
bloqueada, fragmentada por conflitos internos, dividida contra si mesma,
desintegrada por sucessivas e frequentes frustrações, imobilizada por
depressão. Tudo resultante de dissociação da realidade. A filosofia para a vida
na Terra deve ser fundamentada na realidade tal qual é, de forma objetiva,
pragmática, tratando a razão como o único meio de interpretar a realidade. De
outra forma, é cultivar uma consciência insalubre. O homem guiado pela racionalidade não se permite ter valores contraditórios
e interesses que se contraponham uns aos outros. A Fé não é contraditório e nem
substitui a razão, pois ambos não podem coabitar no mesmo mundo e ao mesmo
tempo. A Fé não substitui o conhecimento.
Nos valores da religião política do Vaticano, nos escritos medievalistas, e nos ideais socialistas pode-se observar a utopia por uma sociedade em que a existência seria automaticamente garantida ao homem. Todos projetam sua sociedade ideal caracterizada pela “harmonia” entre os humanos, pela ausência de individualidade, mudança rápida, desafios ou exigências severas da competição; cada um fará a sua parte estabelecida para contribuir para o bem-estar do todo, sem enfrentar a necessidade de fazer escolhas e tomar decisões que afetarão crucialmente sua vida e de outros no futuro, para o bem ou o mal, exemplo: a disputa para um emprego, para conquistar mercado em detrimento do concorrente; questões sobre o que se conquistou ou não, e do que se merece ou não, do que se agrega de valor ou não, das leis do mercado (oferta e procura) não serão mencionadas; recompensas não serão ligadas à realização; a benevolência garantirá que ninguém sofra as consequências de seus erros. Isto poderia ocorrer na Terra se os humanos não fossem pecadores, em outras palavras: se humanos não fossem humanos! De modo correlacionado, os inimigos do capitalismo (liberdade e responsabilidade) não são motivados, em essência, por razões econômicas, mas, pela utopia de tornar a existência tolerável para todos aqueles que ressentem a natureza da vida controlando a capacidade, ambição, ação, daqueles que não ressentem a natureza da vida: do homem individualmente e na coletividade. A grande questão que difere os sistemas socialista e capitalista é a ênfase que cada um dá para as responsabilidades pelas próprias ações. A esmagadora maioria dos “socialistas” é composta por homens que não conquistaram nenhum sentido de identidade pessoal (seja o que este representar para si), que não podem mostrar nenhuma realização ou distinção individual, e que buscam a ilusão de uma “autoestima tribal”, alegando vicissitudes e inferioridade de outra tribo: a tribo dos capitalistas. Um exemplo típico é o servidor público que necessita do Estado tratá-lo com importância não só pela remuneração em si, mas muito para sentir-se importante. Os coletivistas defendem que o indivíduo não tem direitos, que o rico representa o capitalismo selvagem egoísta, que sua vida e trabalho pertencem ao grupo (à sociedade, ao Estado, à nação), e que o interesse coletivo pode sacrificá-lo por seu próprio capricho, para seus próprios interesses. O interesse coletivo no Brasil aparenta ser de fato representado pelos gastos desnecessários com a sua estrutura política, os seus agentes políticos e órgãos públicos que retratam a ineficiência do Estado e a corrupção. A única forma de implementar uma doutrina antinatureza humana sempre foi por intermédio da força bruta e na época contemporânea por perseguição tributária da riqueza. Os eleitores dos políticos capicomunistas acreditam em discursos falsos apenas para obter simpatia de necessitados. A realidade nunca será a do mundo fantasioso do Céu vaticanizado, e só poderá ser atenuada com o fim do estado capicomunista vaticanizado e a implantação do estado capitalista justo com a riqueza de fato e de direito. A maior soma de Igualdade em uma coletividade deve ser aquela compatível com a liberdade, a responsabilidade individual, a natureza humana presente em cada um e a justa retribuição dos respectivos vícios e virtudes que lhe estão associados. Os socialistas nem cogitam esta verdade milenar. Em nenhuma parábola atribuída ao personagem Jesus Cristo há crítica à desigualdade, e glorificação e vitimização da pobreza, mas sim a responsabilidade e liberdade individual. Os socialistas veem o rico como alguém que ganha dinheiro fácil e só tem prazer em gastá-lo. Não conhecem as obrigações e os benefícios sociais que produz com sua riqueza de diversas formas: contribuinte de direito, de fato, empregador, etc.
A questão também não é apenas ser rico, mas antes disso é preciso querer ser produtivo e poder assumir os elevados riscos da produção. A riqueza contemporânea tem mais ônus do que bônus. Em muitos casos, o lucro líquido não chega a 10% da receita bruta. Os consumidores e os fornecedores ganham mais do que o próprio empreendedor. Quem nada tem prega a distribuição de tudo, principalmente daquilo que tem aqueles a quem invejam.
O exemplo ícone é o Vaticano: prega a pobreza, mas acumula uma riqueza gigantesca que saqueou durante 1.600 anos. A inveja é o combustível que move os 'socialistas' e está no DNA do clérigo do Vaticano. Nenhum socialista leva a vida que ele apregoa para os ricos. O Papa - chefe maior da monarquia católica - é sustentado por uma instituição cuja fonte de receita não está de acordo com o que prega. Fala de não controle de natalidade e é acionista de indústria farmacêutica cuja receita é constituída significantemente por venda de anticoncepcionais. Nenhum socialista já doou fortuna tal como Bill Gates, Warren Buffett e outros bilionários capitalistas. O socialista acha que o seu (dele) destino depende dos outros. O cristianismo induz à crença de que Deus ajuda a quem seguir as recomendações do Novo Testamento, senão irão para o inferno. O forte - o não cristão - acha que o seu ( dele ) destino depende primordialmente dele próprio. O seu destino está nas suas ( dele) mãos. É, no mínimo, muito suspeito os termos que os socialistas usam para "glamourizar" a vida dos empreendedores ricos porque o que eles fazem de fato é trabalho duro com muito risco. Só enxergam o bônus, nunca o ônus. Os socialistas e os seguidores do Vaticano raramente acreditam que a origem dos seus problemas está na sua própria iniquidade e estupidez. Por isso, a culpa é sempre de alguém ou alguma coisa externa - o outro, em geral, o bem sucedido, é considerado como culpado, um ser condenável, sem escrúpulo, sem moral, e, a salvação também vem de fora. Se uma pessoa prosperar no deserto de Israel e apresentar uma análise detalhada dos motivos do declínio econômico e pessoal do socialista ou cristão em Nova Iork, e dos passos inflexíveis e realistas necessários para reverter a situação, nenhum socialista ou cristão o levaria a sério e ainda reclamariam dizendo que a realidade é feia demais e a solução muito dolorosa. As fantasias do socialismo e do cristianismo são mais fáceis de aceitar e infinitamente mais agradáveis. Eles não querem a melhoria gradual por meio do trabalho árduo, pelo contrário, eles desejam uma grande e súbita transformação e ascensão, preferencialmente, representada pela queda alheia. Em geral, eles evitam a verdade tachando-a de feia e desagradável. Os ideais do socialismo e do Vaticano são uma tolice e todo tolo sempre considera que ele está certo e que todo o resto, o mundo, está errado e contra ele. Só existem mentes individuais e realizações individuais – e uma cultura não é um produto anônimo de massas amorfas, mas a soma das realizações de homens individuais. Um gênio é um gênio, não importando o número de idiotas que pertençam a coletividade ou em sua própria família. Toda forma de coletivismo é a valorização do imerecido. É a valorização do conhecimento automático – de uma avaliação automática do caráter dos homens que dispensa a responsabilidade de exercer o julgamento racional ou moral individual – e, acima de tudo, os seus defensores buscam uma autoestima (ou falsa autoestima) baseados em uma importância que não possuem e consideram não conseguir possuir. O grande mérito do capitalismo é sua adequação perfeita aos requisitos da sobrevivência humana e à necessidade de crescimento do homem. Deixando os homens livres para pensar, agir, produzir, tentar o que nunca foi tentado e o novo, seus princípios operam de uma forma que recompensa o esforço e a realização, e penaliza a passividade. Essa é uma das principais razões pelas quais é atacado.
MUITOS SÉCULOS DEPOIS
A massa sustenta o
Vaticano. O Vaticano sustenta o Governo. O Governo controla as
massas. Assim passou a ser, cada vez mais, a partir do Concílio de Nicéia.
Para mudar o
Brasil é preciso mudar a sua cultura. A moral dos interesses do CNBB/VATICANO
está presente no inconsciente da massa "progressista" que acha
o Papa e a ONU desprovidos de qualquer interesse! O ideário socialista da
religião política do Vaticano (considerada na china crime contra a ordem social)
não inventou o invejoso e a sua indisposição para o sacrifício exigido pela
excelência, seja ao que ela se referir, ela apenas o apoiou em larga escala e
contribui para a sua multiplicação. E tudo
foi feito de maneira muito intencional ao longo de muitos séculos. Essa é a
principal causa da diferença entre ocidente e oriente. Para mudar o homem e sua
sociedade é preciso mudar a sua cultura. A “moral” dos interesses do Vaticano
está presente no inconsciente coletivo do brasileiro. A mídia vaticanizada também
alimenta a ilusão. Um ponto importante de necessária reflexão é sobre a
equivocada crença de que o homem sem religião tornar-se-ia um selvagem e a
sociedade uma selva e que o único remédio para isso é a religião do Vaticano. A
religião do “amor”. Estude estatística e saberá como é fácil comprometer uma pesquisa
com uma amostra contaminada. Disso poderá inferir o que o clérigo do
CNBB/Vaticano faz na cabeça de suas ovelhas. Os letrados inventores do personagem mítico Jesus “O Cristo”
sabiam que a elite, seja qual for, sempre foi vulnerável e substituível, ainda que pela morte natural. Manter o “hábito da
obediência” à força restou impossível e a crença em Javé estava se exaurindo,
então a estratégia de controle mudou para a persuasão utilizando o egoísmo e o
medo de cada um onde estiverem 24 horas do dia. Esse foi o papel do
cristianismo desde a origem, e foi agravado pelo Vaticano ao longo dos séculos,
que vive de promessas no plano metafísico: benesses eternas (paraíso) para os
devotos e o inferno eterno para os seus críticos, os que enxergam os interesses
além das aparências. A inquisição foi apenas uma das faces demoníacas do Vaticano.
Ninguém gosta mais de dinheiro e entende mais de dinheiro do que o clérigo do Vaticano, o mentor de todo o socialismo no ocidente, e o maior influenciador de crença mítica no Brasil. O país mais pobre das Américas: EL Salvador ! O Menor País mais rico do Mundo: O Vaticano ! Não produz nada, exceto ilusão para vida após a morte ! E não segue o que prega aos outros ! E ainda difama fariseu de hipócrita ! O tempo revelou que o “Reino dos Céus” demonstrou ser um negócio tanto muito lucrativo quanto influenciador do poder político.
O Vaticano ensinava moralidade na França do século XVIII, mas apoiava a Monarquia absoluta e seu sistema opressor hierárquico hereditário e de distribuição der privilégios aos amigos do Rei, do qual fazia parte. Da mesma forma que os Franceses não podiam confiar no Vaticano, os brasileiros hoje não podem confiar na política vaticanizada. Com a premissa de que tudo nasce no plano mental, o Brasil nunca deixará de ser um pária mundial e algo muito abaixo do seu potencial enquanto for governado de fato pelos interesses do Vaticano. No Brasil capicomunista cristianizado, egoísmo, liberdade e riqueza tiveram seus conceitos deturpados pelos interesses do Vaticano para sinônimos de abandono de princípios morais. O que é um grave erro, com graves consequências, sobretudo na formação do Direito brasileiro. O rico é visto como um egoísta malvado e deve ser muito tributado em nome da justiça social pelo Estado justiceiro vingador. Progressividade, ITCMD, Tributação de dividendos no Exterior, etc.. são argumentos de “justiça fiscal” baseados na “moral” dos interesses da religião política do Vaticano e não em ciência econômica pura e simples. E, no Brasil, não é levado em conta que o “distribuidor de renda” é o Ente Público ineficiente e associado notoriamente à corrupção, e nem mesmo que o ITCMD é usado para confiscar patrimônio e destruir as familias. Se a progressividade da alíquota do I.R já é injusto, o que pensar do ITCMD. O objetivo é reduzir a liberdade e transferir a riqueza para o Estado “justiceiro” do qual o Vaticano tira proveito com imunidade de impostos sobre patrimônio e renda. Tudo com a desculpa de que a desigualdade social é causa de todos os problemas e não a natural consequência das diferenças humanas, das circunstâncias, das oportunidades e do querer. A igualdade é na grande maioria dos casos destrutiva. O exemplo mais notório é o "pacto federativo".. na utopia de "igualar realidades" de modo forçado ou "reduzir desigualdades" de Estados grotescamente diferentes. O correto seria um pacto confederativo, tal como nos USA. As circunstâncias e a estrutura socioeconômica mudaram radicalmente desde a antiguidade até os dias atuais, mas, paradoxalmente, muitos acreditam, sem refletir, nas palavras atribuídas a Jesus Cristo, e aos seus auto intitulados procuradores na Terra: o clérigo do Vaticano.
Toda “justiça”
fiscal na política brasileira é baseada na crença religiosa da política do Vaticano para a qual “liberdade”
só interessa a deles, cuja politicagem de bastidores conseguiu a imunidade para
impostos sobre patrimônio e renda. Imunidade para eles e tributação acachapante
para outros sustentá-los. Quanto mais o governo saquear o contribuinte, mais
sua imunidade fica protegida. A política de “neutralidade” do Vaticano sempre
foi para preservar suas vantagens, que se exploda todo o resto, são
especialistas em jogo duplo. Nenhuma religião perseguiu, diretamente e
indiretamente, mais a riqueza do que a do Vaticano. Ninguém roubou e explorou e
explora a ignorância e a pobreza mais do que o Vaticano. Ninguém foi mais
cúmplice com a máfia italiana do que o Vaticano. São cúmplices de tudo que lhes
interessa, pouco importa se está certo ou errado! A politicagem social
brasileira e o Vaticano andam historicamente juntos.
Quando as pessoas
querem o impossível, somente os mentirosos podem satisfazê-las.
Essa "verdade" representa o núcleo do poder do Vaticano.
A dominação pela
ideologia nefasta do Vaticano é a maior causa dos males do Brasil.
Uma nação de ovelhas será governada inexoravelmente por lobos.
O Vaticano nunca serviu de exemplo do que
representam as boas intenções sociais. É notório que a proposta original de
ajudar os pobres, as viúvas, os sem-terra, terminou em ajudar apenas ou preponderantemente
o próprio clérigo e suas instituições. Para justificar a arrecadação para o
desvio de finalidade, criaram a figura “santificada” do Papa e de seu clérigo
como intermediadores entre o bem e o mal (humanos pecadores). Ajudar o Papa,
seu clérigo e instituições, deve ser entendido como uma obrigação para com
Deus. Os templos devem ser vistos como as casas de Deus pelos humanos criados
como servos de Deus, é claro que quanto mais se considerar servo melhor!! Essa invenção não foi original do que veio
a se tornar o Vaticano. Os judeus da Galileia entregavam seus tributos aos
sacerdotes motivados pela mesma ilusão/engano/autoengano. Sem mecanismos para
que os recursos pudessem ser canalizados aos mais necessitados, a riqueza
terminou usada em artigos de luxo ou armazenadas sob a forma de metais ou
objetos valiosos, na antiguidade e medievo.
A legislação penal
totalmente dominada pelo Vaticano, que vive do quanto pior melhor!! Quanto
maior a inversão entre o certo e o errado, melhor !
Quanto maior a
relativização do certo e errado, melhor ! E se anular o certo, melhor ainda !
PERSEGUIR A RIQUEZA
É A PRINCIPAL RECEITA PARA O POPULISMO ELEITOREIRO DOS SOCIALISTAS DE SHOPPING
E PARA O CAOS SOCIAL QUE ALIMENTA O VATICANO
A tal falada ‘função social dos tributos’ deve ter limite. No Brasil, não há garantia expressa clara e conclusiva na Constituição Federal para os direitos individuais contra os abusos do Estado (sentido amplo). Também parece que o controle na qualidade do gasto público, bem como o acompanhamento do retorno dos recursos para a sociedade está só na teoria, pois é notório a frequência de notícias de corrupções em montante cada vez mais escandaloso. A única conduta de impacto tributário que o Brasil necessita urgente é afastar a subserviência cultural aos interesses políticos da religião política do Vaticano. Vale ressaltar que o pior país das Américas chama-se “EL SALVADOR”. O Brasil precisa trabalhar a ideia de que pagamento de tributos tem limite para corresponder a um bem para toda a sociedade. A Educação Fiscal no Brasil é míope, o interesse parece sempre ser o de confirmar a ignorância da cultura e dos interesses do sistema Capicomunista. Toda “justiça” fiscal na política brasileira é baseada na crença religiosa da política do Vaticano para a qual “liberdade” só interessa a deles, cuja politicagem de bastidores conseguiu a imunidade para impostos sobre patrimônio e renda. Imunidade para eles e tributação acachapante para outros sustentá-los. Quanto mais o governo saquear o contribuinte, mais sua imunidade fica protegida. A política de “neutralidade” do Vaticano sempre foi para preservar suas vantagens, que se exploda todo o resto, são especialistas em jogo duplo. Nenhuma religião perseguiu, diretamente e indiretamente, mais a riqueza do que a do Vaticano. Ninguém roubou e explorou e explora a ignorância e a pobreza mais do que o Vaticano. Ninguém foi mais cúmplice com a máfia italiana do que o Vaticano. São cúmplices de tudo que lhes interessa, pouco importa se está certo ou errado! A politicagem social brasileira e o Vaticano andam historicamente juntos. O Vaticano nunca serviu de exemplo do que representam as boas intenções sociais. É notório que a proposta original de ajudar os pobres, as viúvas, os sem-terra, terminou em ajudar apenas ou preponderantemente o próprio clérigo e suas instituições. Para justificar a arrecadação para o desvio de finalidade, criaram a figura “santificada” do Papa e de seu clérigo como intermediadores entre o bem e o mal (humanos pecadores). Ajudar o Papa, seu clérigo e instituições, deve ser entendido como uma obrigação para com Deus. Os templos devem ser vistos como as casas de Deus pelos humanos criados como servos de Deus, é claro que quanto mais se considerar servo melhor!! Essa invenção não foi original do que veio a se tornar o Vaticano. Os judeus da Galileia entregavam seus tributos aos sacerdotes motivados pela mesma ilusão/engano/autoengano. Sem mecanismos para que os recursos pudessem ser canalizados aos mais necessitados, a riqueza terminou usada em artigos de luxo ou armazenadas sob a forma de metais ou objetos valiosos, na antiguidade e medievo. O Clérigo do Vaticano, desde a sua origem, percebeu que a maioria dos humanos procura a religião para obter algo em troca, sem se esforçar para aprender e melhorar (isso é uma característica que o povo de Israel não cultua), ou como instrumento para compensar seus medos, sofrimentos, inveja e vingança: “você irá para o inferno ! Deus irá lhe castigar !.” Templos religiosos são frequentados como consultórios de psicanálise, clubes de recreação e bancos em troca de bênçãos. Quanto mais pomposo e rico o templo (ex. o Vaticano), mais distante das verdades está, e mais se aproveita das fraquezas humanas. Para que a mentira prevalecesse, foi preciso relativizar o certo e o errado, que é o objetivo principal do "pecado original". O cristão incauto de senso crítico é induzido a pedir proteção e resultados a Deus. E é aí que o criminoso faz a festa ! A crença o faz “perdoar” o criminoso para não deixar de poder entrar no Reino dos Céus !
O fato de considerar de forma
equivocada as ideologias do “somos todos
pecadores” e “todos são iguais” perante a utopia divina, criada para os
interesses humanos, criou a subcultura de tratar o criminoso pobre apenas como vitima
da sociedade, vitima do capitalismo selvagem e do capitalista egoísta malvado.
Quando se deram conta, ficou tarde demais, e agora ainda buscam parcerias à
moda Lula. E assim caminha a humanidade brasileira, gerando e irrigando as
próprias desgraças.
Um conselho ético farisaico atribuído ao período herodiano expressa bem o clima predominante hoje na política brasileira, que tem afastado os bons da política: “Ama o trabalho e odeia o poder e não te faças conhecido do governo” (Pirke Abot 1.10). Em outras palavras: “não se misture ao que não presta”. O “legalismo judaico” ridicularizado entre os ignorantes na figura do fariseu hipócrita é justo e honesto. O “amor cristão” é falso, hipócrita, e condicionado à subserviência aos interesses de poder da religião política do Vaticano que faz de Jesus a personificação de seus interesses sob a cortina de fumaça do “amor” e da “graça” com intermediação. A política do Vaticano na cultura brasileira fez com que um judiciário cada vez mais pronto para julgar de acordo com o “social” ou com “as ruas” em prol das classes “excluídas” ou “oprimidas”, incluindo nestas traficantes e assassinos, e os ditos “movimentos sociais” do tipo MST, organizações sindicais e ONGs, fartamente irrigados com dinheiro público para promoverem discórdias, badernas e depredações da riqueza alheia. A mesma complacência inexiste para um policial que comete um erro, mesmo que involuntário ou em legitima defesa. É notório no Brasil do “politicamente correto” a sensação de que a injustiça ocupou o lugar da justiça. A integridade consiste na lealdade a princípios racionais e nunca a desejos flexíveis de alguém, como desenha o “politicamente correto”. O indivíduo não pode ser integro ajudando a propagar ideias opostas às suas.
O indivíduo íntegro não deve ceder lugar a ventos momentâneos que tirem a sua nau e a da sociedade de seu rumo correto. A vida integra não exige a rendição daquilo que é verdadeiro e bom ante o falso e o mau. Isentar-se, tornar-se inerte ao mal, só beneficia as práticas ruins que acabam ganhando respaldo social tornando-se moralmente aceitas ao invés de reprimidas. Toda iniciativa só pode vir de dois tipos de homens: do que está disposto a assumir a responsabilidade OU de facínora que não está preocupado com questões de responsabilidade. Não há meio termo, o errado e o certo são mutuamente excludentes. É uma encruzilhada onde muito poucos optam por tomar o caminho certo (como o preconizado pelos israelenses) e a maioria quer a moleza preconizada pelo cristianismo do Vaticano, coisa que os socialistas de shopping "bons de discurso," sabem tirar proveito. O "isentão" é uma forma dissimulada do anticapitalista. A essência é a mesma. O Papa é o maior símbolo de isentão do mundo.
O julgamento
moral deve ser realizado a todo momento, perante qualquer ato, comportamento ou
situação. Contudo, isso não significa que tais julgamentos sejam expostos a
toda hora e a todos de forma messiânica conforme os interesses da religião
política do Vaticano, cuja política é a de avocar para si o papel de
missionário da verdade incumbido da responsabilidade de “salvar a alma de
todos”. O preceito “não julgueis para que
não sejais julgado” é, na verdade, uma abdicação da responsabilidade
moral: egoisticamente (psicanaliticamente) considerando, é um cheque em
branco moral que se dá aos outros EM TROCA de um cheque em branco moral que
espera para si mesmo. O princípio
moral correto a ser adotado nestas questões é: “julgue e esteja preparado para ser julgado.” Enquanto os
valores morais estiverem em jogo, nenhuma neutralidade moral é possível. É o
medo dessa responsabilidade que leva a maioria das pessoas a adotar uma atitude
de neutralidade [o tal politicamente correto]. E essa conduta errada contribui
em apoiar o próprio mal cuja existência elas temem reconhecer. São exemplos notórios dessas evasões
abjetas: alegar que um mentiroso desprezível “pode ter boas
intenções”; “que todo andarilho vadio não teria como ter evitado sua situação”;
“que um delinquente juvenil precisa de amor”; “que o criminoso não tinha
opção, como se todo roubo de celular fosse um estado de necessidade”; “que um
político sedento por poder em causa própria é justificado por sua preocupação
patriótica pelo bem dos pobres”; “que comunistas são apenas reformistas
agrários”. Se essa mentalidade deturpada comprometida com a maldade humana nua
e crua dissimulada de uma incompreensível “causa nobre” não fosse significante,
a história dos últimos 80 anos do Brasil teria sido muito
diferente. A neutralidade
moral ou o culto à moral indefinida produz compaixão ao vício e antagonismo à
virtude. No mundo dual qualquer um pode estar sendo enganado por tudo e por
todos, especialmente quando está sentindo-se agradado. A vida é assim. A
esperança do Brasil é que o Lobo em pele de cordeiro, cedo ou tarde, deixará o
rabo aparecer.
COMO CONSEQUÊNCIA DESSA CULTURA, A RELIGIÃO É USADA PELA POLÍTICA COMO PALCO PARA SE AUTO PROMOVER.
Ninguém gosta mais de dinheiro e entende mais de dinheiro do que o clérigo do Vaticano, o mentor de todo o socialismo no ocidente e o maior influenciador do caos social no Brasil. O país mais pobre das Américas: EL Salvador ! O Menor País mais rico do Mundo: O Vaticano ! Não produz nada, exceto ilusão para vida após a morte ! E não segue o que prega aos outros ! E ainda difama fariseu de hipócrita ! O tempo revelou que o "Reino dos Céus" demonstrou ser um negócio tanto muito lucrativo quanto influenciador do Poder Político. Para atrair devotos pela semelhança no sofrimento é usada a imagem de um humano sofrendo na Cruz; Todavia, também joga os pobres contra os ricos pelas diferenças de possibilidades permitidas pelo dinheiro. Quando Pio II se tornou papa em 1458, Cosimo de Medici, filho de Giovanni, era efetivamente o Estado Florentino. O próprio papa deixou claro: "questões políticas são resolvidas nessa casa.. O homem que ele escolhe assume o posto..Ele é quem decide a paz e a guerra, e controla as leis.. Ele é rei em tudo, menos no nome." Governantes estrangeiros eram aconselhados a se dirigir a ele pessoalmente, e a não perder tempo entrando em contato com mais ninguém em Florença. O historiador florentino Francesco Guicciardini observou: “Ele tinha uma reputação de tal natureza que provavelmente nenhum outro cidadão jamais desfrutou de algo parecido desde a queda de Roma até os nossos dias.” Dois Medici se tornaram papas (Leão X e Clemente VII) à custa da importância das suas fortunas e influências políticas. Isso interessou à Instituição Católica, acima de qualquer ressalva. Além disso, duas se tornaram rainhas da França (Catarina e Maria); três se tornaram duques (de Florença, de Nemours, e da Toscana). Os Medici foram os primeiros banqueiros que fizeram a transição do sucesso financeiro para o status do poder. Eles realizaram isso aprendendo uma lição crucial: em finanças, raramente o pequeno é bonito. Eles tornaram seu banco maior e mais diversificado do que qualquer outra instituição financeira anterior distribuindo seus riscos diversificando suas atividades. Na época de Shakespaeare, fazia quase um século que os judeus vinham provendo crédito comercial a Veneza. Havia uma boa razão para explicar por que os mercadores venezianos tinham que ir até o gueto judeu quando precisavam pedir dinheiro emprestado: para os cristãos, emprestar dinheiro a juros era um pecado. De onde e por que surgiu esse absurdo? As pessoas que emprestavam dinheiro a juros, conhecidas como usurários, foram excomungados pelo III Concílio de Latrão, em 1179. Até mesmo argumentar que emprestar dinheiro a juros não era um pecado foi considerado heresia pelo Concílio de Viena, em 1311-1312. Os ricos eram estigmatizados de usurários e ainda em vida ou seus familiares, após a morte, tinham que transferir suas riquezas à Igreja Católica para que pudessem ser enterrados em solo "sagrado": onde a instituição católica reinava em conluio com os monarcas. Essa proibição objetivou criar mais uma fonte de enriquecimento para a Instituição Católica. Deve-se observar que as pessoas do medievo eram muito facilmente manipuladas por superstições e medo de irem para o inferno, purgatório, etc. Arrecadar muito e gastar de forma ineficiente e corrupta fizeram reduzir, concentrar a riqueza e aumentar a pobreza sob a cortina de fumaça da “justiça social” e “justiça fiscal”.
Que a sorte nos livre dos lobos vestidos em pele de cordeiro, do ódio disfarçado de sorriso, da inveja disfarçada de amor, da falsidade disfarçada de amizade. O brasileiro parece servir de exemplo máximo para a falha humana de não saber distinguir a realidade de retóricas e promessas fraudulentas. Vivemos a época da mediocridade, humanos de cabeça vazia seguindo astros fabricados pela indústria do entretenimento fantasioso. Estamos cada vez mais caracterizados como uma sociedade vazia e nula. Os defensores dos fracos e oprimidos de todas as espécies, dentro e fora da política oficial, que apoiam o Estado socialista “justiceiro” simulam compartilhar os valores mais fundamentais e desejados pela sociedade, e se dizem cristãos - a religião mentora do socialismo – e defensores da Fé e do justo. Não são inimigos do Papa e da sua fonte divina da “justiça”. Todavia, o papa representa um narcisista que se apresenta como representante “puritano” da justiça divina, que ninguém nunca experimentou no plano terrestre da realidade concreta. Só existe na fantasia bíblica. O bandido social de colarinho branco narcisista da modernidade deseja ser considerado um herói da justiça social e um símbolo da esperança de uma ordem mais justa contra o regime injusto e opressor da elite capitalista selvagem.
É de se estranhar que políticos de esquerda tenham votado contra o marco do saneamento básico !! O famoso “Partido do Socialismo e Liberdade” se esbaldando no Copacabana Palace enquanto os ditos por eles “oprimidos” se ferram em outro lugar. O tempo revelou que o "Reino dos Céus" demonstrou ser um negócio tanto muito lucrativo quanto influenciador do Poder Político. Todo humano com um mínimo de lucidez e responsabilidade esforça-se para aumentar a renda a fim de poder gastar mais de forma absoluta e menos de forma relativa em relação à renda disponível. TODAVIA, os falsos valores morais do cristianismo estão impregnados na mente dos brasileiros. Qualquer diferença entre ricos e pobres é vista como “injustiça social” e “injustiça fiscal”. O rico só pode ser tratado como um animal de sacrifício em prol do “altruísmo-coletivo” que, para o bom entendedor, dispensa comentários. Até a redução do preço de combustível é usado contra os ricos, para agradar a subserviência cultural da massa incauta brasileira. Tudo no Mundo é desigual, existem ricos magros e pobres gordos.
O cristianismo do Vaticano passou a lucrar financeiramente e politicamente insinuando que as pessoas pobres valem mais do que as ricas pelo sofrimento que eles passam. Para agradar os pobres e os "sofredores" foram criados vários argumentos nos bastidores da política marginalizando os ricos e a riqueza, exceto a do vaticano e das suas igrejas. Tudo para conquistar seguidores menos sofisticados de senso crítico. Raramente se fará justiça com base na igualdade, normalmente, esta se refere até mesmo a um critério leviano, irresponsável, que relativiza a justiça e distorce as razões, que só interessa ao injusto. Não é ao acaso que o país mais pobre e com mais criminalidade chama-se EL SALVADOR.
“A pior forma de desigualdade é tentar fazer os
desiguais ficarem iguais”. [Aristóteles].
“A inveja já foi
considerada um dos sete pecados capitais antes de se tornar uma das virtudes
mais admiradas com seu novo nome: "justiça social" [Thomas Sowell].
Ela também se
disfarça com o nome de “justiça fiscal”,
"oportunidades iguais para todos",
"propostas de tratar igual os
desiguais", ainda que isto seja em detrimento do merecimento de quem
as aproveita para igualá-los aos que não conseguem aproveitá-las. É certo a
necessidade de coerção legal do Estado no papel de definir coercitivamente os
relacionamentos sociais. Assim como um homem precisa de um código social para
viver, para agir, para escolher as metas certas e para alcançá-las, também a
sociedade precisa de princípios morais gerais a fim de organizar um sistema
social harmonioso com a natureza do homem e com suas exigências para
sobreviver. É notório que os socialistas se consideram os únicos
possuidores de consciência social, ou terem esta mais desenvolvida e sensível
que os seus opositores, e repitam frases do tipo: “deixemos de lado
a economia, vamos construir um mundo decente.” Na realidade, é uma atitude
irresponsável, hipócrita e ignorante, cujos resultados históricos não
justificam esse orgulho.
É fácil defender socialismo e usar praga !. É fácil sugerir aumento de tributos quando não se vive de empreendedorismo.
A injustiça raramente está na desigualdade de direitos, mas na exigência de direitos iguais. Os socialistas, sempre com suas “melhores intenções”, usam os termos “justiça fiscal”, “justiça social”, “desigualdade social” para esconder a própria ignorância e dissimular a inveja à riqueza alheia. O propósito esquerdista despersonaliza e, até mesmo, desumaniza o cidadão agredindo-o na sua liberdade individual e econômica, que só os mais ricos percebem, haja vista que o fato de terem o que perder os alerta de imediato, fato que não acontece com os mais desprovidos não só de conhecimento mais também de patrimônio e visão egoísta de curto prazo. Para os crentes em Deus eu digo: é notório fazer parte do propósito divino a desigualdade. Tudo na vida e na natureza em todos os níveis de inteligência é desigual. Há justiça na crueldade da vida. A justiça não é tão simples quanto os socialistas pensam que poderia ser. O único jeito de fazer um mundo mais justo não é julgando os propósitos de Deus para a humanidade, mas sim aceitando que Ele sabe o que é melhor. Cada um deve fazer a sua parte agindo com justiça no que estiver ao seu alcance, fazer o que sabe o que é certo, entregando todo o resto a Deus. Uma das maiores injustiças que pode ser praticada é a de forçar a igualdade. Cada um é o que deseja ser, é capaz de ser e de realizar com suas possibilidades disponíveis. Ninguém deve sentir-se culpado por ser ou ter mais que outros.
Às vezes não é falta de talento, mas apenas desejo de não fazer o sacrifício
específico.
Uma causa fundamental da desigualdade no mundo se deve ao fato de que os
inteligentes estão cheios de dúvidas, enquanto os estúpidos estão cheios de
certezas.
2% das pessoas pensam; 3% pensam que pensam; 95% preferem morrer a
pensar.
(George Bernard Shaw)
Os ricos e
suas riquezas são a locomotiva do desenvolvimento socioeconômico. É o que
empurra o pobre para frente. E, no Brasil capicomunista, são vistos como
egoístas malvados e como animais de sacrifício para o Estado “justiceiro”
arrecadar para combater a desigualdade social, fato que o tempo já provou
tratar-se de mentira e/ou estupidez. A injustiça não está na desigualdade de
direitos, mas na exigência de direitos iguais. Os
socialistas, sempre com suas “melhores intenções”, usam os termos “justiça
fiscal”, “justiça social”, “desigualdade social” para esconder a própria
ignorância e dissimular a inveja à riqueza alheia. O propósito esquerdista
despersonaliza e, até mesmo, desumaniza o cidadão agredindo-o na sua liberdade
individual e econômica, que só os mais ricos percebem, haja vista que o fato de
terem o que perder os alerta de imediato, fato que não acontece com os mais
desprovidos não só de conhecimento mais também de patrimônio e visão egoísta de
curto prazo. Para os crentes em Deus eu digo: é notório fazer parte do
propósito divino a desigualdade. Tudo na vida e na natureza em todos
os níveis de inteligência é desigual. Há justiça na crueldade da vida. A
justiça não é tão simples quanto os socialistas pensam que poderia ser. O único
jeito de fazer um mundo mais justo não é julgando os propósitos de Deus para a
humanidade, mas sim aceitando que Ele sabe o que é melhor. Cada um deve fazer a
sua parte agindo com justiça no que estiver ao seu alcance, fazer o que sabe o
que é certo, entregando todo o resto a Deus. Uma das maiores injustiças que pode ser praticada é a de forçar a
igualdade. Cada um é o que
deseja ser, é capaz de ser e de realizar com suas possibilidades disponíveis.
Ninguém deve sentir-se culpado por ser ou ter mais que outros.
Se você quiser testar o caráter de um homem, dê-lhe poder.
[Abraham Lincoln]
O diabo prega a tolerância apenas até quando ele
chega ao poder, então ele trabalha para silenciar os opositores. Uma
estratégia social enganadora é a de exigir igualdade em todas as áreas da vida.
Usam o argumento falacioso de que todos têm de ser tratados igualmente, seja
qual for sua natureza , circunstâncias, status ou força. O tolo que desejar tratar todos com
igualdade e justiça terá que enfrentar o problema de que algumas pessoas fazem certas
coisas melhor do que outras. Tratar
todos igualmente significa ignorar as suas diferenças, elevar artificialmente o
patamar dos menos capazes e rebaixar o daqueles que se sobressaem. Os que
defendem a igualdade injusta almejam redistribuir os “prêmios” da maneira como
interessam a si mesmo. É o egoísmo do Bandido.
A vida é cruel e cobrará o resultado
financeiro de acordo com o que se fizer com
o dinheiro: veja a
moral da parábola dos Talentos e a do filho pródigo. Todos, sobretudo
os ricos, correm riscos, apostam em um resultado como consequência de decisão
tomada sem saber ao certo se o objetivo será obtido. Mas, conforme é dito na
Bíblia, e os crentes não querem enxergar porque a verdade lhes incomoda: “a quem mais se compromete, mais será dado”.
O empreendedor quanto mais rico mais comprometido com os riscos do prejuízo,
logo a justiça é que a vida lhe dê mais. O dinheiro é o ‘rei de todos os
reis’, todos são escravos do dinheiro, porque todos dependem do dinheiro, e o
dinheiro não depende de ninguém, não se emociona com ninguém ou por ninguém.
Sem este como meio de troca não há produção e difusão de riqueza. Todo
sistema econômico que ignorou a relação da liberdade ‘homem-dinheiro’ produziu
miséria e expulsou a riqueza: são exemplos os países socialistas/comunistas.
Quanto maior o grau de socialismo, maior o grau de destruição social e pobreza.
O sistema tributário de espoliação legalizada
dos “mais privilegiados”, celebrado pelos incautos e os que nada têm a perder
ou que invejam a riqueza difamando-a como “antidemocrática” e da necessidade de
“justiça fiscal” para a “justiça social” faz turvar a distinção entre justiça e
injustiça; como consequência, muitos entram no jogo político para reduzir
a espoliação sobre si e também para espoliar seus semelhantes:
princípio natural da autopreservação e do melhor custo-benefício entre trabalho
e resultado.
A VERDADE QUE QUASE NINGUÉM ENXERGA
Todos são obrigados a trabalhar para
produzir muito mais do que precisa para viver. É uma forma de prevenir-se e à família
dos sinistros do futuro insondável. É injusto que esse excedente que deveria
ser objeto para melhorar e garantir a qualidade de vida da família seja
perdido, deteriorado ou cause conflitos em razão de um processo burocrático e
custoso de inventário. De outro modo, aquilo que você lutou para conquistar
para o bem da sua família não pode ser perdido e muito menos servir para causar
o mal de seus entes queridos. Os filhos não deveriam precisar começar abaixo do
ponto onde os pais chegaram, muito menos rebaixados de classe social em razão
dos altos custos do inventário. Infelizmente,
a maioria dos brasileiros pertence ao grupo dos ignorantes, no sentido de
ignorar a existência de um problema que poderá levar os filhos ao empobrecimento.
Não ignoram por maldade, mas por falta de conhecimento que levará esse grupo de
pessoas ao problema quando já for tarde demais, momento em que nada poderá ser
feito para evitar as dores que eles sofrerão no processo de inventário. Cada
individuo é (ou deveria ser) responsável por aproveitar as oportunidades que
lhe é apresentada pela vida – herdar, manter e ampliar não pode ser só por
conta exclusiva dos outros ou da sorte. Um papel primordial do Estado é
prevenir o indivíduo da agressão de outro. A inveja é uma forma de agressão
utilizada para o apoio da política com propostas de agressão à riqueza.
A REALIDADE ATUAL SOBRE O IMPOSTO SOBRE
HERANÇA
Estude, trabalhe
duro para a sua família, construa patrimônio já todo tributado com uma renda
toda tributada, gere riqueza com seus gastos e investimentos para o governo
confiscar e redistribuí-lo para quem não fez igual: por que não pode ou não
quis.
ITCMD – O confisco
comunista disfarçado de “justiça social” e “Justiça Fiscal”.
Metáfora do ITCMD na Constituição Federal.: para agradar os ‘socialistas’ adicionaram 1 gota de plutônio ao copo de água límpida ao capitalismo, como se o resultante capicomunismo não fosse produzir qualquer efeito danoso importante às famílias. O ITCMD representa a “Lei de Gerson”, da esperteza e malandragem, do interesse do Estado (sentido amplo) ineficiente e corrupto acima do indivíduo, sem limite, dissimulado de “justiça social” baseada em crenças vaticanizadas.
A QUEM INTERESSA O ITCMD ?
As empresas seguradoras que têm mais um rol de clientes: os que compram seguro de vida para o valor estimado do encargo tributário para o cônjuge sobrevivente usar o benefício para pagar o imposto. Em última instância o beneficiário do esforço familiar é o Estado ou DF abutres retirando dinheiro das famílias para alimentar a máquina administrativa com histórico notório de ineficiência e corrupção, ao invés da família usá-lo no desenvolvimento educacional do filhos, etc. Aos Bancos que vendem planos de previdência privada, aos profissionais vendedores de holding, aos contabilistas das holdings, as instituições religiosas, sindicatos, organizações não-governamentais “em tese” sem fins lucrativos e representantes do interesse coletivo!! Aos servidores dos fiscos estaduais cuja lógica é a de que qualquer proposta de modernização com simplificação e redução de atividade profissional é recebida como evento desfavorável ao cargo público e à remuneração. A cobrança de tributos é vinculado à lei, mas, de qualquer modo, o espaço para a transcendência do exercício moral e filosófico [reflexão] do que é feito pode ser drasticamente reduzido. As propostas eleitoreiras de agravamento da tributação da riqueza, especialmente do ITCMD, ativam o lado perverso inferior do humano, que despertado, é movido pelos seus instintos mais primitivos. A lógica é: Eu lhe apoio no que é mais vil para satisfazer a nossa natureza mais baixa. Há muitos humanos buscando alívio das próprias angustias na imoralidade e na destruição de si e de outros. E os resultados são devastadores: estimulo a ser improdutivo e fracassado.
A família é a escola de caráter, os socialistas comumente são frutos de famílias disfuncionais. A grande ideia da família funcional é a sua existência primordialmente para os filhos, o futuro da nação. Entrar nessa esfera como um invasor saqueador não autorizado é colocar fogo nas próprias vestes. O declínio econômico do Brasil capicomunista é concomitante ao fracasso moral da sociedade com sua mentalidade anticapitalista. A solidariedade, a partilha, não pode ser de forma confiscatória, fazendo uns de animal de sacrifício de outros. O Estado não deveria invadir a liberdade de uns de forma abusiva e até destrutiva em nome de “justiça social”. O ídolo dos evangélicos (J.C) não recomendou tomar bens de uns para dar a outros. Ele sugeriu fazê-lo voluntariamente. E na época atual o Estado (sentido amplo) já recolhe tributos em percentuais muito acima do dízimo !
Só o dinheiro salva ! Forma de captar dinheiro de forma sem aumentar a tributação.
No Brasil não há cultura de respeito a diferenças naturais entre indivíduos e os Estados. Pela subserviência à hipocrisia com o interesse eleitoreiro, ou pura ignorância, ou desculpa para praticar o mal, são propostos igualar condições inigualáveis e produzidos cada vez mais absurdos, a começar pelo pacto federativo que dado o tamanho do Brasil e suas enormes diferenças regionais deveria ser um pacto confederativo.
A QUEM NÃO INTERESSA O ITCMD ?
As famílias produtoras de riqueza para si e, por conseguinte, para o país. As famílias difamadas de capitalista egoísta selvagem e suas células individuais que deveriam ser protegidos pelo Estado e também contra os abusos do Estado. No Brasil são espoliados pelo Estado Capicomunista inchado de ineficiência e escândalos de corrupção. A constituição do Brasil não delimita o alcance do governo, de forma que este faça pelo coletivo preservando os princípios básicos dos direitos individuais, sem ofensa ao indivíduo desarrazoada e imoral disfarçada de legalidade. O Estado de Direito implica em limitação do poder legiferante, tal como ocorre nos USA, com as garantias aos direitos individuais constitucional de forma clara e não como normas programáticas deixadas para decisão de legislador infraconstitucional. O pobre pode ter o seu “lar”, pode sentir-se seguro e tranquilo na própria casa do programa “minha casa minha vida” financiada (doada) pelo Ente Público com tributos arrecadados nas atividades dos empreendedores (e mais ricos em geral) e repassados ao erário na condição de contribuintes de fato e de direito. O pobre pode trabalhar sonhando que o filho vá mais longe do que ele foi, e o “rico” que trabalhou com mais produtividade na geração de tributos para o Ente Público fazer a obra social NÃO !! A maioria da população brasileira nem sabe da extensão socioeconômica da riqueza e da circulação da riqueza, só alcança até a aparência do rico. Não consegue enxergar além do óbvio. Os argumentos anacrônicos e sofismáticos a favor da tributação da riqueza são baseados na crença da marginalização e perseguição da religião política do Vaticano à riqueza. Não há justificativa econômica.
Não há prova de
que a riqueza atual é apenas um privilégio apartado de imensos e desgastantes
ônus. A lógica no Brasil ainda está dominada pelos interesses do Vaticano
no medievo. E só enxergam os ricos como os antigos vassalos apoiadores dos
monarcas sem ônus e risco de perda da riqueza e animais de sacrifício sob a
cortina de fumaça da “justiça fiscal e social”. As pessoas não podem ter o
direito de trabalhar para enriquecer para si e para a família e, por
conseguinte, para o país. Assim, como
forma de compensação (mera desculpa para perseguição e punição pelo sucesso)
devem pagar um imposto considerável sobre o patrimônio para o Estado (sentido
amplo) justiceiro social com fama notória de ineficiente e corrupto. Embora
possa parecer justo à primeira vista para os incautos, existem muitos aspectos
desfavoráveis quando avaliado detalhadamente.
O Pior legado do
cristianismo no Brasil é o político vaticanizado “justiceiro social” destruidor
da riqueza alheia.
O imposto sobre herança é um tributo cobrado pelo governo estadual sobre os bens deixados por uma pessoa após sua morte, que são então transferidos para seus herdeiros. Conquistar um patrimônio para usufruir melhor a vida é um desejo que deveria ser de todas as pessoas. Além disso, o normal é existir uma preocupação com os filhos no sentido de deixar um legado financeiro para ajudá-los a suportar melhor as crueldades da vida. Alcançar um nível patrimonial confortável é, sem dúvidas, uma etapa das etapas mais importantes e difíceis da vida. Realizar o planejamento sucessório em país onde há imposto sobre herança incidindo na linha sucessória direta não é uma coisa trivial e nem para ser ignorado. Não se trata de simplesmente acumular bens para deixá-los para o(s) herdeiro(s), mas também atuar para que essa transição seja o mais suave possível, permitindo que o herdeiro acesse o patrimônio com o mínimo de custos e menores perdas patrimoniais possíveis. A transmissão de bens envolve diversos custos, que também dependem da natureza liquida ou ilíquida dos bens, da capacidade dos mesmos gerarem renda ou não e da capacidade líquida financeira do(s) beneficiário(s). Como no Brasil problema fiscal é recorrente em razão da corrupção e demais gastos de forma ineficiente, sempre existe a ameaça permanente de propostas de aumento de alíquota com a visão míope de que o Brasil é um paraíso fiscal em relação ao imposto sobre herança. Os custos não se referem apenas ao imposto em si. Só o custo do inventário gira em torno de 5%, sendo que a tabela da OAB estima algo entre 2% e 12%. A documentação exigida no cartório para a transferência dos bens acrescenta mais algo próximo de 2% do valor patrimonial. Assim, com o patamar de alíquota que está na proposta em tramitação no senado, o custo de transmissão patrimonial no Brasil seria maior do que 30%. Em resumo, todos passarão por 2 inventários, o do falecimento do Pai e outro da Mãe. A perda de bens pode ser superior a 1/3 de tudo. Agora imagine que mais de um quarto do seu patrimônio se perderá só o transferir para seus herdeiros. Isso mesmo ¼! Essa é a parte que realmente aflige, contrista e entristece. Perder uma parte relevante do patrimônio conquistado a duras penas e que para o qual já pagou todos os tributos inerentes não só para adquiri-lo como para mantê-lo.
Um guerreiro sabe
que pode morrer em uma batalha.. Ele apenas não espera que as agressões venham
do seu próprio governo.
Existem argumentos a favor e contra esse tipo de imposto. Há quem diga que o imposto sobre herança é uma ferramenta importante para combater a desigualdade econômica e garantir que a riqueza seja redistribuída de maneira mais justa. Essa alegação é característica de pessoas ignorantes sobre o tributo e/ou daqueles que não têm nada a perder, baseados em motivos puramente emocionais (inveja) e crenças morais baseadas na religião política do Vaticano, e nenhuma racionalidade técnica favorável comprovada. Essa equivocada lógica também faz crer que um governante possa colocar a moral particular dele (do Vaticano) na sociedade.
Assim também opinam muitos servidores “experts” vaticanizados e socialistas de shopping do fisco que não enxergam além de um palmo do próprio nariz e além dos próprios interesses, usam o nome pomposo “justiça social” e fingem lutar por algo importante, quando, na verdade, estão destruindo com a própria ignorância ou pseudocultura alguma coisa que seria boa para o povo, e, ainda, há os mais conscientes disso que são os dominados pela inveja. Analogia: Pedir conselho a servidor do fisco sobre tributação é o mesmo que perguntar a criminoso como a polícia deve agir. Quero dizer, é preciso estar atendo ao que há de interesse próprio nos argumentos. Quando o aumento salarial é para eles, não há restrições ao desnível social para os demais servidores do mesmo órgão público, somente quando é para fora e para pleitear aumento. A pobreza produzida pela reforma da previdência pública agravou esse fato. E, ainda, com a influência do princípio da autoridade (de ser um expert) muitos incautos sobre o assunto são enganados pelos sofismas do tecnicismo, inclusive parlamentares que poderiam agir contra esta injustiça tributária. No Brasil, a questão continua sendo uma fonte de debate sobre justiça social e redistribuição de riqueza com a ferramenta da retórica das crenças contra a riqueza propagadas pelo Vaticano que foram produzidas para uma realidade social de mais de 2 mil anos.
ITCMD incidente no patrimônio de pessoa física tributa todo bem e direito e não apenas a renda gerada por eles, são exemplos os imóveis residenciais e direitos objetos de ações judiciais transitado em julgado com data incerta para receber o valor pecuniário correspondente ao respectivo direito, que, por exemplo, pode demorar anos na fila dos precatórios; ou transformar um bem imóvel em um valor correspondente líquido. O ITCMD arrecada da pior forma possível desconsiderando contextos, custos e meios, em nome da finalidade que é o interesse coletivo público, o “bem social”. A receita para o fim público é arrecadada com uma legitimidade imoral, contrária à razão, sem fundamento em outros princípios constitucionais e que ofendem o aspecto central de um sistema capitalista de liberdade individual e econômica. O Estado o faz da pior forma possível com base na presunção ditatorial e no canibalismo moral da ética do altruísmo-coletivista, onde os humanos mais produtivos devem autossacrificar a vida e a segurança em prol das de outros desconhecidos. Tudo sob a premissa altruísta-coletivista que determina que a vida do homem pertence à sociedade, e os representantes políticos desta têm o direito de dispor delas, estabelecer seus objetivos e planejar a “distribuição” de seus esforços para estimular a prosperidade coletiva e reduzir as desigualdades criadas por Deus/natureza. Em países mais civilizados não há tributação nas transferências patrimoniais entre os herdeiros da linha sucessória direta ou obrigatória. O dano causado pelo capicomunismo brasileiro não é limitado apenas em reduzir a riqueza, mas em reduzir o estimulo à criação de riqueza. Muitos argumentos falados não são dúvidas filosóficas, mas confissões psicológicas. Isso é particularmente verdade no campo da ética; Em simples conversas reavaliamos nossas premissas (ou as lembramos) e verificamos/julgamos as premissas dos interlocutores. O fato de defender de forma neurótica a ética do altruísmo, por si só, revela uma mente patológica do tipo hipócrita sem nada ou pouco a perder maníaco tributariopata compulsivo na qual consta apagada a capacidade de compreender o conceito de direitos ou o valor da vida de um individuo e a realidade do significado de um Ser Humano. E quanto mais neurótico for em relação ao altruísmo, mais tenderá a inventar planos “para o bem da humanidade”, ou da “sociedade”, ou do “público”, ou das “gerações futuras” – ou de qualquer coisa EXCETO seres humanos reais. O foco é desviado do real para o fantasioso imaginário. A hipocrisia altruísta faz com que o fim coletivo justifique os meios. A cortina de fumaça altruísta esconde fatos como a desintegração da família, da liberdade, das ambições, das conquistas, da felicidade da vida do indivíduo por tudo que produz para ser extorquido em uma data incerta, imprevisível . Releva-se observar também que , na prática, a forma de cobrança do ITCMD não poderia ser aplicada por ninguém em sua vida privada para realizar seus objetivos privados: os meios devem ser morais e razoáveis, e não apenas legítimos. Por sua vez, o Estado capicomunista brasileiro age com a moral idêntica a de um criminoso que roubou um banco para obter dinheiro para os seus desejos. O imposto sobre herança resulta em uma política tributária regressiva e repressiva contra a liberdade individual econômica. É uma forma “legal”, MAS IMORAL, de autorizar o Estado a agir como um ‘bandido social’ à moda Robin Hood, Pancho Villa, só que, diferente destes, sem passar o fruto do assalto aos mais pobres. O fim público e o número de beneficiários não muda a semelhança entre ambos: um ladrão e o Estado no que se refere ao ITCMD.
O criminoso privado ainda fica com uma leve superioridade moral por não ter o poder para devastar tanta gente quanto um Ente Público competente para instituir e cobrar o ITCMD. Embora se faça o discurso político da liberdade individual e econômica, esta desaparece quando se fala no ITCMD. Neste assunto, a vida humana não significa mais do que um mero combustível ou meio de arrecadação para qualquer projeto político em nome de um suposto interesse público, que são inumeráveis, tal como: “não é desejável acabar com as favelas? Todavia, não consideram o contexto do que causará àqueles na faixa de renda acima. À custa de quem? A que preço? Por que meios? É certo que o serviço público possui um grande valor em potencial, mas não à custa de sacrificar qualquer um a qualquer preço, destruindo uns para ajudar outros. Desta forma o “progresso” torna-se um absurdo monstruoso. O leitor defenderia a retirada dos próprios olhos para dá-los a um homem cego, de modo a “igualá-los”? Não ? Então, igualmente esqueça questões sobre “projetos públicos” em uma sociedade livre. O princípio é o mesmo. No Brasil, a questão continua sendo uma fonte de debate sobre justiça social e redistribuição de riqueza com a ferramenta da retórica das crenças contra a riqueza propagadas pelo Vaticano que foram produzidas para uma realidade social de mais de 2 mil anos.
DESVANTAGENS DO IMPOSTO SOBRE HERANÇA
OS POBRES NÃO SE INTERESSAM EM SABER SOBRE O ITCMD
Todo país que tem ITCMD destruindo a família, progressividade de alíquotas, e discursos de “isonomia” tributária é país dominado pelos interesses do Vaticano. Todos são argumentos usados para reduzir o valor do vencedor. O Vaticano e sua vassala a política socialista vivem da miséria, ignorância e inveja. (vídeo). A maioria no Brasil não tem nada a perder e tem a visão política da manada ignorante e invejosa. O maior talvez único prazer é a desgraça do invejado. Na política do Brasil este fato é ainda pior, pois existe o político que objetiva conseguir votos por meio de agradar a ignorância e a inveja dessa maioria, com discursos contra os ricos tachando-os de capitalistas egoístas malvados e culpando-os pela pobreza, etc. O imposto sobre herança e doação é uma política tributária que deveria ser alvo de debate, todavia, a maioria da população brasileira nem sabe que ele existe, e os poucos que sabem não conhecem de fato as suas implicações socioeconômicas desfavoráveis. A não aceitação das desvantagens e da injustiça do ITCMD e da progressividade da alíquota na tributação é difícil no Brasil porque não envolve considerações puramente econômicas, MAS políticas e sociais em um país dominado pela moral dos interesses políticos da religião política do Vaticano. Que lógica liberal há em não tributar doações para Entidades Religiosas, partidos políticos, Sindicados e ONGs e tributar doações e heranças entre pais e filhos? A única lógica é a da cultura coletivista infiltrada no capicomunismo brasileiro.
Os argumentos anacrônicos a favor do imposto sobre herança e doação são baseados na crença da marginalização e perseguição religiosa à riqueza. As pessoas não podem ter o direito de deixar seus bens para seus filhos e cônjuges em razão de no mundo existirem muitos pobres trabalhando arduamente. Assim, como forma de compensação (mera desculpa para perseguição e punição pelo sucesso) devem pagar um imposto considerável sobre o patrimônio para o Estado justiceiro social. A possibilidade de que as famílias que acumularam riqueza possam ter o direito de passá-la para as próximas gerações sem intervenção governamental nem pode ser cogitada no Estado capicomunista. Embora possa parecer justo à primeira vista para os incautos, existem muitos aspectos desfavoráveis quando avaliado detalhadamente.
Os argumentos para justificar o imposto sobre herança e doação na linha sucessória direta/obrigatória fazem prova clara no Brasil da subserviência cultural de um pais aos interesses da religião política do Vaticano e sua falsa moral. Em tese, o objetivo do imposto sobre herança é reduzir a desigualdade social, fazendo com que os mais ricos contribuam com uma fatia maior do seu patrimônio, nada se importando com a forma dessa contribuição e o papel da riqueza no mundo atual, considerando esta como um privilégio dos vassalos do Rei no período feudal, sem ônus e somente bônus. Sob esse ponto de vista, a herança seria considerada como um fator perpetuador da desigualdade, já que a riqueza acumulada é transmitida de geração em geração, tal como ocorria no medievo. A arrecadação seria destinada à melhora dos serviços públicos de modo geral, sem considerar que o intermediário é um Estado notoriamente ineficiente e marcado por frequentes escândalos de corrupção. Além disso, o tributo também é justificado pelo argumento da equalização de oportunidades, uma vez que reduz a diferença entre riquezas nas fases iniciais da vida laboral e estimula o esforço pessoal dos jovens. O economista Marc Morgan Milá em entrevista à BBC de 2018, argumentou que a baixa tributação sobre a herança no Brasil agrava a desigualdade, pois poucos indivíduos já iniciam sua vida com a vantagem de uma fortuna herdada! Opinião típica de um ditador comunista desejoso de impor sua moral de invejoso em detrimento da liberdade individual e econômica. Como solução, ele propõe a tributação progressiva das heranças, com alíquotas proporcionais ao montante transmitido, mas ressalta que isso não resolve o problema da desigualdade. A cegueira à pseudo moralidade religiosa do trilionário vaticano, que possui imunidade constitucional no Brasil para impostos sobre o patrimônio e renda, impede reconhecer a sua característica confiscatória, e que seu único efeito é incentivar a transferência de riquezas para o exterior e fragilizar a taxa de poupança doméstica, que tem nos ricos a sua maior fonte. Outro argumento falacioso socialmente aceito em pais católico é o de tributar mais a renda do que o consumo de mercadorias e serviços. Como colher frutos iguais de árvores diferentes? Como igualar rendas oriundas de responsabilidades, obrigações, interesses e aptidões diferentes? A filosofia socialista não considera a individualidade, o direito à liberdade e a realidade. Na tributação, persegue os mais produtivos em nome da desigualdade destes com os mais improdutivos. A vida é cheia de acontecimentos imprevisíveis e fora de padrões. A trajetória humana coletiva e individual nunca é a 100% imaginada e desejada. O sucesso também é fruto de muita aleatoriedade. Na década de 80, Emmy Werner, da Universidade da Califórnia, calculou que 1/3 das crianças que cresceram em condições familiares disfuncionais se tornam adultos competentes, confiantes, corajosos e bem-sucedidos na vida profissional. O que eles têm de tão diferentes? Não era a inteligência e nem a riqueza, mas a crença de que eram elas e não as suas circunstâncias que definiriam suas realizações. Ela está no controle e não as circunstâncias. Quase ninguém se vê como o vilão da própria história. Até os mais asquerosos bandidos acreditam que têm suas próprias e justas razões para agir da maneira criminosa. O socialista tem a mentalidade de vítima. Despreza o protagonismo da própria vida, é inseguro e deseja o mal de seus opostos, seja o que estes representarem psicologicamente para eles. Ser muito bom e/ou ser muito rico pode(m) aumentar a probabilidade de sucesso, mas não o garante(m). Todos estão sujeitos ao fracasso, que pode ocorrer onde menos se espera.
Injustiça fiscal: O imposto sobre herança é um imposto injusto, pois é cobrado sobre a transferência de propriedade já tributada durante a vida do proprietário. Isso – de fato - é uma forma de abuso de tributação; embora constitucional e legal é IMORAL. Além da tributação em si há que se considerar a maneira como o tributo é exigido e o caráter, a legitimidade, o comportamento da elite política que os tributos estão mantendo e a forma como estes estão sendo investidos na sociedade. Deveria ser notório o absurdo do Governo usar dinheiro do BNDES para financiar obras fora do Brasil. São tributos obtidos com o sangue do povo brasileiro usados em troca de nada relevante, talvez apenas para alimentar a vaidade do governante.
Como a classe média e muitos “ricos” pensam ser VS como de fato são em razão do imposto sobre herança.
O imposto sobre herança é um imposto regressivo. A regressividade de um tributo não deve ser considerada apenas sob o aspecto do tecnicismo míope que só interessa aos possuidores de pouca ou nenhuma riqueza. O melhor critério para considerar regressivo um tributo não é a relação puramente técnica do tributo com a renda de quem o paga ao adquirir um serviço ou mercadoria, mas TAMBÉM se o resultado da tributação produz maior distanciamento entre ricos e pobres ou não. As alíquotas progressivas na tributação sobre a renda, nas mercadorias e serviços e no patrimônio acumulado já tributado produz aspectos socioeconômicos ruins. O ITCMD não só agrava este fato, como produz o pior dano às famílias. Todos os bens e direitos existentes até a data do óbito devem ser indicados no inventário ou arrolamento [extrato de conta bancária na data do óbito; I.Renda, Escrituras e avaliação de bens imóveis, etc]. A base de cálculo relacionado a uma pessoa jurídica é o seu patrimônio líquido [menos mal], salvo esta exceção, inclusive a valorização imobiliária, a qual não foi usufruída (ganho não realizado) pela família, faz parte da base de cálculo do imposto, e até a provisão para o seu pagamento faz parte de sua base de cálculo. O ITCMD força a redução patrimonial que atendia a finalidade social, em muitas vezes ligados à própria sobrevivência dos herdeiros, para indiretamente engordar o Erário Estadual com a suposta finalidade social que, desta forma, não equivale a trabalhar para a prosperidade da nação. As habilidades necessárias para construir e manter os investimentos herdados geralmente não são transferidas com a herança. Pesquisa do “Williams Group Wealth Consultancy”, divulgada pela empresa de notícias norte-americana Times [ref.2020], indicou que 70% das famílias perdem suas riquezas na 2ª geração e 90% na terceira geração. A maioria dos herdeiros não sabe como administrar o patrimônio herdado. 64% admitiram revelar pouco ou nada sobre sua riqueza aos filhos. Nada mais permanente na vida do que a mudança e, nesta, por vias naturais e com respeito a liberdade individual, diariamente pobres ficam ricos e ricos ficam pobres. A riqueza é um local menor e de regras mais seletivas do que o da pobreza e, no Brasil, ela tem sido restringida [diminuída] pela mentalidade de apoio ao socialismo eleitoreiro. O ideal igualitário socialista só produziu pobreza e tiranias cruéis ao tentar controlar todos os aspectos naturais da vida, sobretudo a distribuição natural da riqueza entre os humanos desiguais. O capital foge de países que não defendem os indivíduos e sua propriedade, e aflui em países que defendem os indivíduos e a propriedade privada. No Brasil isto pode não ser marcante devido a estupidificação da maioria [inclusive ricos] e do desconhecimento dos malefícios do imposto sobre herança, senão as grandes fortunas seriam priorizadas para fora do país onde a propriedade privada é respeitada e incentivada.
Muitas famílias pobres (exemplo típico o humilde produtor rural pessoa física) ao herdarem os bens de seus genitores, que são em muitas vezes utilizados para darem continuidade à própria sobrevivência, são forçadas a vendê-los para pagar o imposto, enquanto as famílias mais ricas podem ter os recursos para evitar o imposto por meio de planejamento tributário. Isso cria desigualdades na sociedade ao invés da utópica igualdade. Quando a classe média começa a colocar a cabeça para fora da água, o ITCMD dá uma paulada empurrando para baixo ! As alíquotas progressivas na tributação sobre a renda e nas mercadorias e serviços produz aspectos socioeconômicos ruins. Essas alíquotas desestimulam a produção de riqueza, já que quanto mais se ganha ou se aumenta o patrimônio, mais impostos se paga proporcionalmente, seja como contribuinte de direito ou de fato, desde para manter um negócio até na forma de consumo ostentatório. Isso leva a uma redução no incentivo para empreender, o que prejudica o crescimento econômico. Além disso, as alíquotas progressivas sobre a renda tem um efeito negativo na igualdade, uma vez que aqueles que ganham mais pagam mais impostos. Por outro lado, aqueles que ganham menos pagam menos impostos ou nenhum imposto, o que leva a uma carga tributária desigual. Somente do ponto de vista dos interesses da religião política do Vaticano a alíquota igual para todos (tal como no Paraguai) é motivo de injustiça fiscal ! Vale lembrar que Francisco Solano López a partir da independência do Paraguai expulsou o Vaticano de seu pais e assim permaneceu por mais de 200 anos. Talvez essa seja a diferença cultural principal entre Brasil e Paraguai que reflete no sistema tributário. Não há nenhuma prova no campo da realidade que a tributação com progressividade de alíquota ajudou a reduzir a desigualdade social, uma vez que reduz o estímulo ao enriquecimento e, por conseguinte, à arrecadação. E só cego não enxerga que o problema da desigualdade no Brasil se refere ao Estado capicomunista ineficiente e à sua inerente corrupção que drena quase toda a receita que poderia ser usada para financiar programas sociais e serviços públicos, que poderia reduzir o custo de vida e possibilitar mais oportunidades de crescimento aos mais pobres.
Já deveria ser notório para o povo brasileiro que
a política tributária comunista, socialista, ou capicomunista é produtora de
desigualdade social. O Estado (sentido amplo) e seus agentes políticos são os que não perdem com a pobreza imposta ao povo.
É cruel quando os herdeiros não têm renda própria para quitar o encargo tributário herdado, e são forçados a serem incluídos em uma ação de execução fiscal com gastos ainda maiores do que o imposto em si. É uma forma de execução fiscal forçada indireta gerada pelo próprio Estado “justiceiro” que prioriza o coletivo (ONGs, Religião, Sindicatos, Partidos Políticos) em detrimento da Família, célula da nação, sua razão maior de existir. O fim do ITCMD é necessário e urgente para superarmos o anacronismo e as injustiças do atual sistema contra a meritocracia da riqueza e as famílias. A análise da meritocracia não deve ficar por conta de um governante, mas sim na liberalidade individual protegida do Estado. Isso tem um impacto negativo no crescimento econômico a longo prazo, pois menos pessoas estarão dispostas a investir em propriedades rurais como pessoas físicas e outros empreendimentos não rurais que poderiam gerar mais riqueza para o país. Muitas pequenas empresas são familiares e poderiam ser transmitidas de geração em geração. O impacto negativo do imposto sobre herança sobre essas empresas, podem forçar os herdeiros a vendê-las para pagar o imposto, o que pode levar à perda de empregos e ao fechamento de empresas. Na Espanha, esse imposto não incide para beneficiários da linha sucessória direta nas transmissões de participações em pessoas jurídicas. Por isso, existem empresas familiares centenárias. Esse tributo não é produtor de “justiça social” e redutor de desigualdades, mas sim gerador de desigualdades. Ele joga a classe média para baixo, desestimula a sua ascensão e aumenta ainda mais a lacuna entre os ricos e os pobres. Isso cria mais desigualdades e reduz a eficácia do imposto como uma ferramenta de política social e econômica. Por consequência lógica, desincentiva a poupança e o investimento.
É um desestímulo para a filantropia: Sob regimes tributários abusivos os homens mergulham no egoísmo da autopreservação. Eles se voltam para si, concentrando-se em seus interesses defensivos, o dinheiro é instrumento de proteção. O resultado é a apatia moral. As ideias generosas secam. Muitas pessoas não consideram contribuir com parte de sua riqueza em vida para instituições de caridade ou outros fins filantrópicos em razão da carga tributária elevada praticada no Brasil. O imposto sobre herança contribui muito para desencorajar essa prática. Considerando a submissão à taxação na forma direta e indireta, a riqueza é muito taxada no Brasil capicomunista. Capitalismo é simplesmente deixar as pessoas fazerem trocas econômicas e não terem seu lucro extorquido pelo Poder Público. Retirar dos ricos para dar aos pobres deveria ser reduzir o peso do Estado com privatizações, aumento de eficiência e combate à corrupção. O rico é considerado como um animal de sacrifício. Hipótese: patrimônio de 10 milhões, alíquota de 8%, emolumentos ou custas judiciais aproximadamente de 2%, honorários advocatícios de 20%..!!! Em suma, enquanto o povo leigo só enxerga a alíquota, a realidade indica que 30% do patrimônio serão perdidos para um serviço advocatício que não deveria existir e para um Estado abutre confiscador de riqueza. 30% nominal equivale a 42,85 % efetivo. Ou seja, para voltar ao padrão anterior precisará aumentar 42,85%. Só um Estado imoral, vassalo do vaticano e abutre se nega a reconhecer esta realidade, e a reconhecer a importância dos ricos e suas riquezas para o País. Trata o rico como um privilegiado vassalo do rei no medievo. Viver abaixo do potencial para sustentar a ineficiência, a corrupção e a “moralidade” de um Estado capicomunista vaticanizado é um preço filantrópico muito alto pago pelos vencedores.
Reduz a eficiência arrecadatória: O
imposto sobre herança não é uma fonte principal de receita para o governo. É difícil
de administrar. Aqueles com mais recursos
financeiros podem contratar consultores fiscais para ajudá-los a evitar ou
reduzir o imposto, enquanto as famílias de classe média com patrimônio em
pessoa física, o pequeno e médio empresário e o produtor rural pessoa física não
têm recursos para fazer o mesmo. Isso leva a um aumento na complexidade e
custo da vida da classe média, o que gera um impacto negativo sobre a economia.
O imposto sobre herança é injusto para as famílias que se esforçaram a vida
inteira e só possuem o imóvel residencial e o imóvel de trabalho, tal como
médicos, engenheiros, advogados, arquitetos, etc. A média de arrecadação de
todos os países da OCDE foi de 0,26% do PIB na década de 1960 e 0,19% do PIB na
década de 1970, estabilizando-se em 0,13% do PIB a partir da década de 1980.
Os dados da
arrecadação do ITCMD para os estados da federação estão disponíveis na base de
dados da Secretaria do Tesouro Nacional partir do ano de 2001 (STN, 2018). Entre
2001 e 2011, o imposto vinha representando entre 0,04% e 0,06% do PIB, porém em
2016 ele atingiu 0,12% do PIB. Em termos reais (reajustados pelo IPCA), a
arrecadação nacional aumentou de R$ 1,6 bilhão em 2005 para R$ 7,5 bilhões em
2016, ou seja, 4,7 vezes no período. O aumento foi devido principalmente às
melhorias na administração tributária, ao crescimento do preço e do nível de
avaliação dos imóveis, e à permissão para uso de alíquotas progressivas, pelo
STF, a partir de 2013.
O imposto sobre herança é uma intervenção
indevida do governo na propriedade privada. As pessoas devem ter o direito
de decidir como distribuir sua riqueza e propriedade, e o governo não deve ter
o direito de interferir nessa decisão. É um tributo de motivação comunista e
usado na idade média pelo Vaticano em conluio como os monarcas na perseguição à
riqueza sobretudo dos judeus. Em um país que, em sua constituição, se diz
capitalista que trabalha pelo coletivo perseguindo o indivíduo não pode se
considerar capitalista e sim capicomunista. A célula de toda coletividade é o indivíduo.
Todo coletivo deve ser tratado como um somatório de individualidades, jamais
deve destruir suas células em nome de um coletivo genérico.
SOBRE OS BENEFÍCIOS POTENCIAIS PARA UM
BRASIL SEM O IMPOSTO SOBRE HERANÇA:
Incentivo à poupança e investimento:
Sem o risco de perder uma parte significativa de sua riqueza para o imposto
sobre herança, as pessoas podem ser incentivadas a poupar e investir mais, o
que pode levar a um aumento geral da atividade econômica e do crescimento
financeiro.
Facilitação da transição de negócios:
Em muitos casos, a morte de um proprietário de um negócio pode criar desafios
significativos para a continuidade desse negócio. Sem o imposto sobre herança,
os proprietários podem ser mais propensos a planejar adequadamente a transição
de seu negócio para seus herdeiros, garantindo que ele continue a operar de
forma eficaz e sustentável.
Redução da complexidade tributária: O
imposto sobre herança pode ser complicado de se calcular e administrar, e
muitas vezes é visto como uma carga para as famílias que acabaram de sofrer uma
perda. Sem esse imposto, a complexidade tributária pode ser reduzida,
facilitando a vida das famílias em um momento já difícil.
Redução do ônus financeiro: Quando um
ente querido falece, é um momento difícil para a família. A última coisa que
eles precisam é lidar com o fardo financeiro adicional de pagar um imposto
sobre herança. E esse transtorno já começa na data do óbito em razão do imposto
e de seu prazo curto para a não incidência de acréscimos moratórios. Eliminar o
imposto pode aliviar esse fardo e permitir que as famílias se concentrem em se
recuperar do luto. No Uruguay, além da alíquota ser mínima, o prazo para pagar
sem acréscimos moratórios é de 12 meses.
Estímulo ao empreendedorismo: O imposto
sobre herança pode desencorajar a criação de novas empresas ou a expansão de
empresas existentes, já que os herdeiros podem ser forçados a vender parte da
empresa para pagar o imposto. Eliminar o imposto sobre herança incentivaria o empreendedorismo, permitindo
que as famílias mantenham o controle de seus negócios.
Fortalecimento da economia: Quando as
famílias não precisam se preocupar com o ônus financeiro de pagar o imposto
sobre herança, elas podem optar por gastar mais dinheiro em investimentos,
empreendimentos, bens de consumo e
outras atividades que impulsionam a economia.
Redução da elisão e até evasão fiscal:
Muitas pessoas recorrem a planejamentos fiscais agressivos para evitar o
imposto sobre herança. Isso pode levar até a evasão fiscal e à perda de receita
para o governo. Eliminar o imposto sobre herança reduz a necessidade de
planejamento fiscal agressivo e aumenta a conformidade fiscal.
Por fim, embora possam
existir justificativas anacrônicas baseadas em moral de interesse religioso para
o imposto sobre herança, há muitos argumentos convincentes racionais baseados
na ciência econômica indicando que a sua existência não é a melhor opção para a
economia e para as famílias, só o Estado
brasileiro, notoriamente visto como ineficiente e corrupto, se beneficia.
Cabe aos legisladores avaliar cuidadosamente os prós e contras deste imposto à
luz da ciência e da atualidade socioeconômica e não se submetendo à falsa moral
sobre a riqueza da religião política do Vaticano, e decidir a melhor abordagem para o país.
Em resumo, é um imposto que afeta
negativamente o desenvolvimento econômico, prejudica pequenas empresas e
propriedades familiares, é regressivo
e representa uma intervenção indevida do governo na propriedade privada. O
imposto sobre herança é uma questão complexa que continua a ser debatida em
todo o mundo. Alguns países estão - ainda que tardiamente – se liberando do
julgo das crenças equivocadas e reduzindo ou eliminando o imposto. A abolição do imposto sobre herança em alguns
países está relacionada a crenças políticas e econômicas de que o imposto pode
ser um fardo desnecessário para as famílias e um obstáculo para o crescimento
econômico. E não há argumentos de moral religiosa sobre a riqueza e a pobreza. A abolição do imposto sobre herança é vista
como uma forma de promover a justiça tributária, reduzir a burocracia
tributária e incentivar o empreendedorismo e a criação de empregos. No Brasil,
os argumentos contrários de que a abolição do imposto sobre herança beneficia
principalmente as famílias mais ricas e pode aumentar a desigualdade econômica e
social são de motivação puramente oriunda de crença religiosa (Vaticano) sem
comprovação prática no mundo real.
PAÍSES QUE ABOLIRAM OU ENFRAQUECERAM SEUS
EFEITOS
Qualquer proposta que não seja eliminar o imposto sobre herança equivale a enfeitar mais ou menos o estrume, para disfarçá-lo mais ou menos dos incautos e/ou agradar os perversos.
O imposto sobre heranças tem apresentado baixa relevância e vem reduzindo sua participação nos sistemas tributários de vários países, com exceção de poucos que coincidentemente já foram muito dominados pelos interesses do Vaticano: Bélgica e França. Apesar da alegação de que o imposto sobre heranças tem efeito distributivo, há uma tendência internacional de eliminá-lo ou enfraquecê-lo, justificando-se pela sua relativa baixa capacidade arrecadatória, alto custo administrativo, prejudicar a mobilidade internacional do capital necessário para uma economia globalizada. O imposto foi abolido no Canadá (1972), Austrália (1979), Israel (1981), Índia e Peru (1985), Malásia (1991), Nova Zelândia (1992), Egito (1996), Itália (entre 2001 e 2006), Panamá (2002), Portugal e Eslováquia (2004), Suécia (2005). A decisão foi tomada porque o imposto estava sendo considerado uma ameaça à economia, a decisão objetivou aumentar a confiança do mercado e encorajar o crescimento econômico. Hungria e Hong Kong (2006), Áustria e Cingapura (2008), Noruega e Rep. Tcheca (2014) e Porto Rico (2017). Noruega (2014): O motivo alegado foi que a política tributária anterior havia se tornado muito complicada e onerosa para as famílias. Japão (2018) aboliu o imposto sobre herança a fim de estimular a economia e encorajar os proprietários de empresas a manterem seus negócios em família. Cingapura: nunca teve um imposto sobre herança. O país se concentra em manter impostos baixos e atraentes para os negócios. Hong Kong: não tem um imposto sobre herança. O país tem uma política tributária favorável aos negócios, mas as doações são tributadas. Não existe no Paraguay, Rússia e China, México, Costa Rica, e diversos outros países.
ALTERAÇÕES MÍNIMAS NECESSÁRIAS PELOS
ESTADOS PARA ATENUAR A IMORALIDADE DO
CONFISCO.
1.Elevar os
valores da isenção, e só tributar a parcela de patrimônio que a exceder;
2.Dilatar o
prazo para o início da contagem da aplicação de multas moratórias, mínimo de 12
meses tal como no Uruguay;
3.Redução de alíquotas
para abaixo de 1% ;
4.Isenção para
transferências entre membros da linha sucessória direta / obrigatória, tal como
nos USA e Portugal, apenas para citar poucos.
5.Não exigir a
presença de advogado nos inventários extra-judicial. Que isto fique no campo da
liberalidade dos envolvidos.
SOBRE OS “EXPERTS” DAS ENTIDADES DE
SERVIDORES DOS FISCOS
O tecnocrata brasileiro socialista de shopping
só sobrevive no cargo público.
Muitos PHDs estudaram sem pensar no valor que o
mercado daria ao seu estudo, e tornam-se um “culto” frustrado sem poder no
mercado. O socialista de shopping se nega aceitar esta realidade e sonha com
uma política (um governo) possa ajudá-lo com legislações trabalhistas, previdenciárias,
e tributárias, etc. Ele não aceita que – pelo menos – parte de seu
destino depende das leis de mercado e não de outros humanos. O socialista de
shopping leva toda critica para o lado pessoal, isso faz parte da personalidade
‘vitima do mundo’. Quando o socialista de shopping está em cargo de servidor
público do fisco, trabalha muito pelo prazer de perseguir a riqueza. O
agente político e o burocrata do órgão fazendário socialistas de shopping
comumente propõem normas que não distinguem nada além de suas bolhas de
interesses na própria prosperidade. E desejam fazer os mais prósperos de
animais de sacrifício hipocritamente em nome de um valor coletivo
despersonificado. O burocrata do setor público - especialmente o fazendário - e
o empreendedor são personalidades completamente diferentes. Aquele influenciado
por não ter muito a perder e este por tudo a perder. O burocrata do serviço
público está para o socialista de shopping assim como o empreendedor para o
liberal que necessita viver do próprio talento a cada dia. Não há meio termo.
A tributação é um processo complexo que envolve a elaboração e aplicação de leis e seus regulamentos para arrecadar impostos e garantir o funcionamento do Estado. Os servidores do fisco desempenham um papel crucial nesse processo. No entanto, como em qualquer área de atuação, existe o risco de parcialidade.
Muitos servidores do fisco são vaticanizados e socialistas de
shopping que não enxergam além de um palmo do próprio nariz e além dos próprios
interesses, usam o nome pomposo “justiça social” e fingem lutar por algo
importante, quando, na verdade, estão destruindo com a própria ignorância ou
pseudocultura alguma coisa que seria boa para o povo, e, ainda, há os mais conscientes
disso mas que são dominados pela inveja. Analogia: Pedir conselho a
servidor do fisco sobre tributação é o mesmo que perguntar a criminoso como a
polícia deve agir. Quero dizer, é
preciso estar atendo ao que há de interesse próprio nos argumentos. Quando
o aumento salarial é para eles, não há restrições ao desnível social para os
demais servidores do mesmo órgão público, somente quando é para fora e para
pleitear aumento. A pobreza produzida pela reforma da previdência pública
agravou esse fato. E, ainda, com a influência do princípio da autoridade (de
ser um expert) muitos incautos sobre o assunto são enganados pelos sofismas do
tecnicismo, inclusive parlamentares que poderiam agir contra esta injustiça
tributária. No Brasil, a questão continua sendo uma fonte de debate sobre
justiça social e redistribuição de riqueza com a ferramenta da retórica
das crenças contra a riqueza propagadas pelo Vaticano que foram produzidas
para uma realidade social de mais de 2 mil anos. Some-se a isso o fato de
que para muitos servidores dos fiscos a lógica é a de que qualquer
proposta de modernização com simplificação e redução de atividade profissional
é recebida como evento desfavorável ao cargo público e à remuneração. A
cobrança de tributos é vinculado à lei, mas, de qualquer modo, o espaço para
a transcendência do exercício moral e filosófico [reflexão] do que é feito pode
ser drasticamente reduzido.
“Para quem só trabalha com
martelo todo parafuso é prego”.
Há várias maneiras pelas quais a parcialidade pode ocorrer na tributação. Vou apontar aqui duas formas específicas dissimuladas não criminosas de parcialidade. (1) Refiro-me ao uso da autoridade de expert para influenciar a política para os seus interesses próprios remuneratórios tornando a legislação complexa e associando esta complexidade a um grau maior de importância de seu papel funcional e remuneratório. Isto fica dissimulado sob os argumentos do tipo: ‘sólida formação técnica e experiência adquirida pela operação cotidiana no sistema tributário’. O melhor conselho que um servidor do fisco pode dar é como se tornar um servidor público e qual deve ser a realidade caótica tributária favorável para valer a pena ser um servidor público do fisco. (2) A outra é propor sempre aumento de arrecadação, por exemplo, com elevação de alíquotas, para que o Estado rico possa pagar melhor seus servidores. Isso resulta em uma carga tributária excessiva sobre os empreendedores. (3) Outra, são propostas de aumento de tributação baseadas na busca da ‘igualdade’ baseada na crença da religião política do vaticano, na qual a riqueza marginalizada deve servir de animal de sacrifício aos pobres “injustiçados” e glorificados. As propostas das entidades representativas dos Fiscos não são necessariamente imparciais e focadas/interessadas exclusivamente no interesse do País. Não é rara a associação de complexidade da legislação com interpretações errôneas ou inconsistentes das leis tributárias, sempre a favor do Fisco, que podem resultar em tratamentos desiguais para contribuintes em situações similares e prejudica a justiça fiscal. É certo que a parcialidade não é uma característica generalizada nos fiscos, mas também está longe de ser insignificante. Existem teóricos mecanismos de controle e supervisão que visam mitigar a parcialidade, como auditorias internas, ouvidorias e órgãos de fiscalização externa, mas não impedem a totalidade do prejuízo causado aos contribuintes. Para evitar problemas decorrente de complexidade da legislação tributária, reduzir a quantidade de servidores fiscais e custos administrativos no âmbito estadual com legislação fiscal anacrônica, considero importante acabar com o ITCMD e o princípio constitucional da não-cumulatividade do ICMS, isso é o mínimo o que a minha experiência profissional me indica. Além de implementação de políticas de controle interno permanentes, do tipo: capacitação adequada dos servidores, adoção de medidas que reduzam a discricionariedade nas decisões fiscais e fortalecimento dos mecanismos de controle e supervisão. Em suma, embora a maioria desses profissionais possam agir de forma imparcial e ética, é necessário estar atento aos riscos potenciais e adotar medidas para garantir a justiça e a equidade no sistema tributário começando por eliminar a legislação tributária anacrônica.




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