"A desinformação é a maior causa de confusão"
"Uma característica marcante da inteligência é
a capacidade de fazer distinção"
Todos agem conforme o próprio conhecimento e crenças.
ESTUDE, TRABALHE DURO QUE O GOVERNO IRÁ REDISTRIBUIR SEU DINHEIRO PARA ALGUÉM QUE NÃO FEZ IGUAL A VOCÊ.
Toda elaboração
de uma lei tributária deveria preceder de considerações a fim de evitar as
piores consequências: (1)
identificar a necessidade e explicitar como tal norma atenderá a essa
necessidade; (2) apresentar o pano
de fundo econômico com os pressupostos para avaliação do impacto da norma, por
exemplo: (A) seus efeitos na
eficiência, na competitividade e na capitalização do mercado; (B) discutir
alternativas razoáveis à norma proposta; (C)
considerar o impacto da norma proposta em termos qualitativo e quantitativos,
fornecendo as respectivas evidências possíveis. São critérios mínimos para
pensar em uma nova regulação ou de adaptação de regulação existente sem impor limitações abusivas à liberdade e à prosperidade. A compreensão da
função apropriada do governo só está objetivamente demonstrada na Constituição
dos USA que limita as “boas intenções” dos lideres e dos governos face aos
indivíduos privados; Que não representa um estatuto de poder governamental, mas
um estatuto da proteção dos indivíduos contra o Estado; Que não prescreve a
conduta de indivíduos privados, apenas limita-se a indicar o que é proibido. Agora
considere a inversão moral e política que norteia os discursos político-esquerdistas
brasileiro e o perigo que este representa em um País dominado pela subcultura
da religião política do Vaticano que glorifica a pobreza e marginaliza a riqueza. No Brasil ainda há o culto aos estágios mais sombrios da
história humana em razão da influência da religião política do Vaticano. O legislador
trata o criminoso desproporcionalmente, para favorecê-los, em relação ao crime
cometido e, de modo oposto, agrava o esforço de prosperidade das famílias, como
se suas riquezas fossem de origem criminosa. É até
incrível haver riqueza privada sem o conluio estatal. A quase totalidade da classe média desconhece o Imposto sobre Herança e suas consequências. É também
notório que quase a totalidade dos políticos desconhecem a natureza dos
princípios políticos em que se baseia o capitalismo para não apenas aceitá-los,
mas defendê-los.
No Brasil em torno de 35% da riqueza produzida é drenada para o Governo em forma de tributos e contribuições para-fiscal, em nome da suposta ética do altruísmo-coletivo. As funções de Governo estão muito além de suas funções básicas e apropriadas. Assim como o crescimento dos controles, impostos e “obrigações governamentais”, neste País, não foram implementados do dia para noite, o processo necessário no caminho inverso também não é viável do dia para noite, não obstante um processo liberalizante seria muito mais rápido do que foi o processo de escravização do povo, na direta proporção de sua riqueza, já que os fatos da realidade tornam a sua motivação, razão, necessidade, mais clara. O mais notório é que o povo contribui com a sensação de fazê-lo em troca de nada.
O capitalismo é produtor de riqueza e desigualdades
sociais em razão direta da liberdade econômica e de respeitar as
diferenças naturais dos humanos no aproveitamento das oportunidades por ele
geradas. A desigualdade será maior ou menor em razão primordial da corrupção na
administração e política do país. São exemplos opostos notórios: Brasil e
Noruega. Em razão do exato oposto, o socialismo não é produtor de
“desigualdade”, porém, a igualdade a que se refere é na igual pobreza para
quase a totalidade do povo, exceto para os ocupantes do poder e seus amigos (ou
comparsas). A invenção do dinheiro e o capitalismo a partir da revolução
industrial onde teve início o aumento das diferenças de trabalho, rendas, etc.. acentuaram as diferenças naturais entre os humanos e esta passou a existir também em forma de expressão monetária e as diferenças
de possibilidades diretamente ligadas ao dinheiro deu inicio a eterna guerra
dos pobres contra os ricos e, com isso, surgiram os fomentadores e
aproveitadores dela na religião e na política. A riqueza nunca teve descanso
dos ataques da pobreza.
O ITCMD representa uma tentativa de prolongar uma permanente ameaça à riqueza, de prolongar o absolutismo ancestral, a despeito dos progressos da cultura. Não marcha no rumo da história, mas para tentar pará-la. É contra o capitalismo pelo que tem de avançado – a liberdade, e não pelos seus defeitos.
A que tipo de pessoas, política e políticos interessa o ITCMD? Qual será a lógica de uma proposta como esta; que conhecimento de causa e efeito possuem os seus proponentes, qual a ideologia que os inspira no Mundo atual? A quem interessa a supremacia do interesse público sem limites (ou com limites do medievo) sobre o particular ? Quem são seus principais beneficiados? No Brasil, tudo indica que a tributação sobre heranças serve de fato apenas para o cerceamento de liberdade individual e econômica convergindo o propósito arrecadatório em vantagens para uma oligarquia cleptocrata. O coletivismo confere a uma minoria, em geral, tirânica, poderes igualmente sonhados pelos inquisidores católicos. A grande massa das pessoas apoia o coletivismo porque na competição livre nem todos vencem, e o discurso vai ao encontro da personalidade insegura. A maioria prefere a ilusão da regulamentação estatal à competição. O capitalismo leva à disputa por mercados; o socialismo leva à adoração do líder hipócrita justiceiro salvador dos fracos e oprimidos. O coletivismo atualmente não é apoiado por explícitos bandoleiros revolucionários, mas dissimulado pelos mais nobres ideias e declarações de apoio a valores individualistas. O único mecanismo para alcançar a democracia participativa é o de uma ordem liberal em que a atividade do governo seja limitada e os indivíduos livres para buscarem os próprios objetivos e enriquecimento (dinheiro é produtor de possibilidades, portanto de liberdade). A maioria acreditando que os males sociais brotam somente de homens maus, e se homens bons exercessem o poder tudo estaria bem, julga as propostas políticas apenas com visão emotiva. Baseado neste critério, é facilmente enganada pelo discurso político da falsa filantropia e de falso autoelogio, tal como muitos são enganados pelos preconceitos favoráveis atribuídos ao clérigo católico que não paga impostos sobre o patrimônio e renda.
Na maioria dos humanos, as faculdades emocionais predominam sobre as racionais, isto faz com que seja facilmente enganado com propostas políticas de retirada de tributos de alguns tachados pejorativamente de privilegiados para fazer doações a outros considerados vitimas da sociedade capitalista – tudo em nome da igualdade e da erradicação da pobreza, mas que, na prática, produz benefícios para grupos especiais de interesses não confessáveis. Se, a longo prazo, somos criadores do nosso destino, de imediato somos escravos das ideias que criamos. Algumas das forças que conspiram para destruir a liberdade no Brasil possuem o caráter e a origem pouco compreendidos e percebidos pela quase totalidade dos brasileiros, inclusive com pós-doutorado, que apoiam ideias cuja realização levaria diretamente à tirania e à corrupção que alegam odiar.
A realidade prova que quanto maior a tributação sobre o patrimônio e a renda maior a riqueza do Estado e menor a da sociedade. E somente um alienado para não saber que o Estado brasileiro (sentido amplo) é notoriamente ineficiente e corrupto. Propostas de Estado “justiceiro social” vão ao encontro de um Estado desejoso de determinar quanto o governado deve ter, quanto pode enriquecer, como se toda riqueza fosse fruto do mal e o Estado justiceiro devesse confiscá-la em nome do bem comum. A ferramenta para formatar a sociedade onde a liberdade de trabalhar e produzir valor para si, família, a coletividade e a nação é limitado apenas a um integrante de grupos divididos em classes com suas virtudes e defeitos estereotipados preconceituosamente pelos governantes de plantão e seus companheiros e demais interessados na desgraça alheia. Achar que merece mais importância do que a realidade oferece também é causa de mentalidade anticapitalista. São teorias motivadas por frustração, ressentimento, inveja e vingança e conflito profundo e inconfesso entre pretensão social e realidade. Em suma, representa uma enorme agressão de cunho comunista às famílias brasileiras, logo também à nação brasileira.
Toda a produção do país depende do indivíduo e da família, que necessitam investir o excedente para proteger a si , a família e seu meio de produção, e não apenas para ficarem mais rico, isto é consequência do objetivo de produzir.
Wiston Churchil disse: Os fascistas do futuro irão chamar-se de antifascistas. No Brasil, eles estão se denominando de “progressistas”.
A fábula que melhor ilustra o assunto: uma que ilustra bem o interesse dos que defendem a existência de tributação sobre o patrimônio e renda exagerado em nome da “justiça social”: A cobra vivia perseguindo o vagalume, querendo devorá-lo. Certo dia, cansado de fugir, o vagalume parou e perguntou à cobra: pertenço a sua cadeia alimentar? A cobra respondeu: Não. Eu te fiz algum mal? Não. Então por que você me persegue ? É que eu não suporto ver você brilhar.
Muitos por pura ignorância professam objetivos individualistas e apoiam propostas coletivistas sem reconhecer a contradição. Se considerarmos as pessoas cujas opiniões influem nos acontecimentos neste país, quase todas são muito influenciadas pelas utopias socialistas. Toda opinião contrária é imediatamente tachada como movimento no simples interesse de um grupo ou classe de “privilegiados” ricos em particular, sem nenhum argumento ou fato objetivo que torne um grande empreendedor um capitalista egoísta selvagem malvado, e sem refletir em saber onde este socialismo levará o país. A tese básica de meus argumentos é a de que o sistema de livre iniciativa não fracassou no Brasil, mas a de que tal sistema nunca foi plenamente posto em prática.
A existência do ITCMD só é defendida pelos anacrônicos que ainda defendem uma “revolução proletária”, a elite travestida de popular que não conhece as consequências deste imposto, que tentam reverter o estado liberal para o autocrático autonomeado pelo e para os seus pares, e seus apoiadores que são pessoas do tipo que não fazem questão de conhecer a partitura das músicas que gostam, bastando-lhes ouvir a música que seus pares (companheiros) estão tocando. Estes são meros seguidores de crenças, culturas ancestrais e senso comum que correspondem a um conjunto de ideias inconscientes ou semiconscientes com as quais os indivíduos organizam suas vidas. Representa um conjunto de valores (tradições, filosofias, religiões, etc), herdados de gerações mais antigas e dadas como certas em si mesmas, aceitos até inconscientemente, das quais nem se dá conta.
O ITCMD também é instrumento de "politicagem". Na política é usado para agradar a inveja do eleitorado que deseja a desgraça dos que consideram ricos. Nunca subestime a capacidade dos políticos transformarem boas intenções em pesadelos. Todo cuidado é pouco com quem gosta de justificar suas opiniões com frases bonitas e bem intencionadas, tais como: "ajudar os pobres"; "diminuir a desigualdade"; "para o bem de todos"; "devolver ao povo o que é do povo"; "taxar os ricos", "Se eu fosse milionário, ajudaria todo mundo". Lembre-se sempre de que esse coletivismo forçado com base em uma solidariedade psicopatológica NUNCA funcionou para o povo, muito menos para o pobre, mas SOMENTE para um grupo seleto de políticos e seus apoiadores próximos que seriam melhor adjetivados de cúmplices e comparsas.
A política contra a riqueza divulga informações sem provas do tipo: “Estima-se que a evasão fiscal movimente um montante cinco vezes maior que
a economia global, com impactos sobre a desigualdade social.” Nesta afirmação imprecisa embute a ideia de que a
sonegação seria causa de desigualdade social e também porque reduz
a capacidade do Estado (qualquer um, da Dinamarca ao que rouba dos pobres e
ricos para mordomias de agentes políticos e corrupção) investir na redução da
pobreza. “Um relatório calcula que as 91 mil pessoas mais ricas do planeta controlem
um terço da riqueza mundial (e respondam pela metade dos depósitos em paraísos
fiscais). “Um total de 8,4 milhões de pessoas (0,14% da população mundial)
concentra 51% da riqueza.” “A evasão fiscal ajuda a aprofundar esse abismo.” Nada é falado sobre os benefícios sociais gerados pela
riqueza (sentido amplo) e as razões que levam ao interesse na evasão fiscal,
tais como: Estado corrupto e ineficiente. A realidade do Estado
brasileiro faz com que os países com baixos impostos sejam o destino fiscal de
muitos ricos que podem sair do Brasil. Nos anos 1970, Mick Jagger se mudou para
os Estados Unidos para fugir dos impostos de seu país natal. Em dezembro de
2012 o ator francês Gerard Depardieu renunciou à sua cidadania francesa em
protesto contra os altos impostos propostos pelo governo de Francois Hollande.
Ele se mudou para a Bélgica e obteve um passaporte russo, onde há um imposto
único de 13%.
Outras possíveis hipóteses são:
(1) a de considerar o povo mero “escravo” para servir aos senhores agentes políticos enquistados nas delícias das mordomias das “cortes” de onde governam;
(2) Se pobres votam na esquerda, ENTÃO deve convir aos políticos de esquerda multiplicarem a pobreza para se perpetuarem no poder.
(3) Aqueles que se consideram pobres deveriam usar a vida dos que consideram ricos apenas como fonte de inspiração (exemplo) para melhorar a própria realidade. Infelizmente, essa só é a regra no Mundo do conto de fadas. Ao invés disso, criticam a vida dos ricos nas mais variadas formas pejorativas, inclusive dissimuladas de “bons conselhos” de alguém muito ético e bem intencionado. Essa atitude, na sua quase totalidade, é reflexo da mais pura inveja. Por sua vez, a política A política brasileira usa a desigualdade social e a natureza vil humana como ferramentas eleitorais fazendo o discurso da marginalização da riqueza e glorificação da pobreza para agradar a inveja da maioria dos eleitores, vendendo a ilusão de que a redução da riqueza [ou de seu incentivo] irá reduzir a pobreza por intermédio do governo. Como se o Estado brasileiro fosse igual ao Estado Norueguês ou Sueco (onde não existe esse imposto). Quanto maior a alíquota mais inviável se torna o país para a prosperidade familiar – sobretudo a classe média burra - e mais adequado se torna para a pobreza. É a busca da “igualdade” pelo pior parâmetro. Os políticos usam destas propostas [artimanhas] para mostrar ao povo que crê [de forma até inconsciente] na marginalização da riqueza, que eles são pessoas preocupadas como o povo pobre. Mas, é preciso crer que [quase] ninguém deveria desejar uma democracia na qual as eleições sejam compradas dessa forma.
(4) Estados compostos de
indivíduos alienados permitem muito mais facilmente a intervenção política na
vida de seus cidadãos. O fato de algo ser desejável ou aceitável pela massa
simplória não o torna verdadeiro. Os argumentos da justiça fiscal com a
tributação da herança dos mais ricos podem ser indiferentes e desejáveis aos
pobres ou a grande maioria simplória de senso crítico de eleitores face aos
ricos, mas isto não torna os argumentos verdadeiros. O exemplo mais notório é a
falácia da esperança, do consolo das religiões, principalmente a da crença na
vida melhor após a morte. A relação entre o Estado brasileiro e seus
cidadãos é perturbador. O Estado demanda muito e provem muito pouco, e ainda há
quem aplauda o tributo em questão usado mais para perseguir do que defender a
sociedade. E o povo estupidificado ainda declara que "é assim que sempre
foi, é assim que o Brasil sempre será. Assim como os advogados defendem
seus clientes criminosos mesmo se culpados, os políticos fazem discursos e
propostas hipócritas para pescar eleitores ainda que suas propostas sejam de
fato pior para a sociedade. Infelizmente, no Brasil, o campo da ignorância é
muito bom para pescar tolos. Declarações e propostas absurdas podem passar
facilmente pela mente da massa dos eleitores e serem bem recebidas com o devido
consentimento, sobretudo quando o sofisma é aumentar o prejuízo do rico em
favor dos pobres. Isso faz compreender o motivo de alguns Estados do
Nordeste com política “esquerdista” terem elevado a alíquota do ITCMD de 4%,
que já representa o caos, para o limite máximo autorizado pelo Senado (8%), e
ser a carga tributária tão alta e o endividamento sempre crescendo mais que a
receita a fim de justificar o aumento da carga tributária e produzir mais
pobreza. E explica também o motivo do político de esquerda Ciro Gomes
orgulhar-se de ter elevado a alíquota do ITCMD no Ceará de 4% para 8% e de
criticar a alíquota de 4% no Estado de São Paulo. Se conhecesse bem as
consequências do que produziu teria agido no exato oposto. Ao invés de atrair
aposentados e investidores do sudeste para o Estado do Ceará, contribuiu para
afastá-los. Só a ignorância e o interesse eleitoreiro populista pode explicar
tal conduta. A opção de taxar riquezas não considera as atitudes dos
endividados e dos pobres em relação ao dinheiro e ao crédito e as regras
culturais que os orientam. A análise superficial e incompleta coloca na culpa
exclusiva da riqueza (ricos) a existência da pobreza (pobres), tal como
se acreditava na antiguidade e medievo. É preciso analisar as armadilhas do
preconceito, pois as discussões sobre o assunto tendem a ignorar os malefícios
deste tributo simplesmente pelo preconceito da marginalização da riqueza. A
cegueira produzida pelo hábito da cultura enraizada contra a riqueza faz com
que os mesmos políticos que defendem esta tributação também falem da
necessidade de reduzir o tamanho do Estado com privatizações, terceirizações,
etc.. objetivando a redução da ineficiência e corrupção estatal e melhor
utilização do dinheiro público. Poderia haver alguma lógica comum para os dois
objetivos?
No Brasil, a maioria adora o discurso
esquerdopata da marginalização da riqueza. O maior [talvez único] prazer do esquerdista
brasileiro é a desgraça do rico. Os vídeos a seguir ilustram os tipos de
pessoas [e a respectiva cultura] que apoiam a existência do imposto sobre
herança.
O eterno socialista
revolucionário psicótico solidário é basicamente um frustrado em alguma(s) área(s)
de sua vida: profissional, familiar, social, etc. No fundo a conversa de preocupação social [caridade
e solidariedade, etc.] não passa de um desejo inconfessável de que tudo se
exploda para que todos à sua volta sintam-se tão desgraçados quanto ele mesmo.
Um conselho: elimine-os de sua vida.
Dependendo do
interesses uma mentira se torna verdade,
um erro se torna um acerto e um diabo se torna Deus. Moderação na
defesa da verdade é serviço prestado à mentira. Para compensar a indignação
moral é preciso afastar a neutralidade do “politicamente correto” e a
tolerância aos absurdos, em suma as armadilhas do relativismo moral com fim "politiqueiro" que está destruindo o Brasil. E Iludidos
aqueles que consideram o socialismo e o cristianismo idealismos generosos e, por analogia, aqueles que os defendem. Não
são. Eles só servem para atrair e seduzir simpatizantes (idiotas úteis) para os
seus interesses de poder religioso ou político eleitoreiro. Como não há
respostas racionais para os questionamentos simples contra as justificações do ITCMD,
os socialistas-cristãos passam a acusar
seus opositores de “ignorantes”, “tacanhos”, “seduzidos pelos interesses burgueses”,
“privilegiados”, “elite privilegiada” como se devessem sentir-se culpados ou
fossem culpados por valorizar o que obtiveram com o fruto do próprio trabalho e
não de privilégios espúrios. Os “generosos” e justiceiros socialistas-cristãos
não são inocentes, são pessoas com uma grande dose de malícia direcionada à má
fé que usam os que não têm acesso às coisas que desejariam ter e/ou invejam
denominando-os de “despossuídos”, “oprimidos”, “vitimas da injustiça social” e da
“concentração de renda nas mãos dos privilegiados. Essa psicopatologia
socialista-invejosa imputa ao capitalismo até mesmo a miséria dos países
socialistas, tal como atribuir a miséria de Cuba não à exploração Castrista e
sua quadrilha, e sim ao embargo norte-americano.
Muitos erros, além de derivarem de simples descuidos ou ignorância, têm raízes profundas em nossos processos mentais influenciados por nossas crenças. Entende-se por senso comum um conjunto de ideias inconscientes ou semiconscientes com as quais os indivíduos organizam suas vidas. Representa um conjunto de valores (tradições, filosofias, religiões, etc), aceitos até inconscientemente, herdados de gerações mais antigas e dadas como certas em si mesmas, das quais nem se dá conta. Atenção por si só não consegue livrar-nos das inúmeras falácias, insensatez, e sofismas e crenças equivocadas que nos rodeiam diariamente, tal como a da progressividade na tributação para a justiça fiscal, baseadas em crenças de realidades que já não existem mais. É preciso muita cultura e reflexão. Nossas decisões nem sempre são suscetíveis às consequências conhecidas, ainda menos quando estas são ignoradas [não sabidas], ou avaliadas de modo errado, incompleto. Informações que necessitam de entendimento mais profundo criam espaço para erros e decisões equivocados. Muitos ricos vivem deliberadamente focados até a semana seguinte e não se preocupam com os detalhes do mês seguinte, o que dizer de um planejamento de muito longo prazo [velhice]! Então, quando a pobreza chega passam a culpar os ricos e a apoiar os políticos com discursos a favor da taxação de riquezas.
(5) A história do Brasil mostra que quanto mais dinheiro disponível no orçamento dos governos, maiores são os gastos com a ineficiência e até a corrupção estatal. Isto ficou bem evidenciado pelos escândalos dos gastos relacionados ao controle da pandemia do Covid-19 [ref.2020] que puderam ser feitos sem o procedimento licitatório.
(6) Por fim, mas não
menos importante, está a inveja da cultura “estupidificada” que prevalece na
sociedade brasileira. O norte-americano pobre olha para o rico e pensa:
“quero ser rico igual a ele”. O brasileiro pobre olha para o rico e pensa:
“quero destruí-lo até que fique pobre igual a mim, já que eu não posso ser
rico, então que ninguém mais seja”. E o servidor público do
fisco não está fora disso. Pessoas pobres e/ou cuja formação não permite
investir em algo rentável buscavam o cargo público e tinham a compensação da
integralidade e paridade (aposentadoria e pensão) que compensava parcialmente o
sonho da riqueza sem os seus riscos. Mas, agora, tudo isso acabou e o
servidor público razoavelmente remunerado após a reforma da previdência
tornou-se a mais nova categoria de pobre [ou falso rico] no brasil. Se não for
para a favela aposentado, a(o) pensionista e os dependentes irão, se dependerem
exclusivamente da remuneração do cargo público. Esse fato será agravado
pelo imposto sobre herança. Muitos passaram a engrossar o caldo
da cultura “boçal-invejosa” brasileira a favor, e até desejosa de aumentar o
imposto sobre herança, daqueles que consideram ‘ricos’ sem ver os absurdos
jurídicos e suas consequências do Imposto sobre herança.
Há
algo de extraordinário e aparentemente inexplicável nas paixões humanas
quando são considerados a fortuna e a situação de outras pessoas. Muitas vezes
o progresso e a prosperidade de um outro produzem inveja, que sempre contém uma
boa dose de ódio e surge principalmente da comparação com o outro, ao invés de
produzir sentimento de respeito e humildade. A riqueza é associada a
comodidades, conveniências, sucesso e prazeres e a pobreza a seus
opostos. As desgraças dos afortunados são associadas à fonte de
prazer e uma certa dose de orgulho. Aponto essas características psicológicas
para aqueles que têm curiosidade pelas investigações sobre a moral e a natureza
humana. Para o objetivo presente basta observar, em caráter geral, que o poder
e a riqueza produzem inveja, e a pobreza sentimento de inferioridade. A
idealização socialista ou comunista com frequência é fruto de INVEJA,
RESSENTIMENTO E REVANCHE, expressa também por meio de intervenção estatal na
riqueza alheia, geralmente sem ressarcimento [compensação] adequado aos
proprietários. No imaginário da mente doentia dos radicais teóricos socialistas,
popularmente conhecidos no Brasil como esquerdopatas, os alvos da inveja,
ressentimento e vingança são os ricos a quem invejam e denominam de
exploradores capitalistas que ficaram ricos à custa da classe trabalhadora
[como se ainda vivêssemos no início do século XIX, ou antes] que, por
sua ignorância e vez, à parte a inveja, acreditam que poderão retomar e
usufruir dessa riqueza confiscada por meio do Estado socialista, ou seja,
acreditam que reduzir e desestimular a riqueza dos invejados produzirá proporcionalmente
a redução da pobreza dos ressentidos [vingadores], ainda que a parcela da
riqueza confiscada com imposto sobre herança seja destinada ao um estado
notoriamente ineficiente, ineficaz e corrupto. O povo brasileiro é
caracterizado por uma maioria imbecil e simplória de discernimento facilmente
manipulada pelos interesses políticos de poder do Vaticano que marginalizou a
riqueza e os ricos sempre com o apoio dos piores aspectos da natureza humana: a
inveja e a ignorância. Muito ajuda quem não atrapalha. Os ricos são os que
não somente menos atrapalham mas ainda mais ajudam o Erário, e figuram como os
marginais da sociedade estupidificada brasileira.
A Democracia representa a vontade da maioria, certo? Mas, que tipo de pessoas representa a maioria no Brasil? A democracia no Brasil é sinônimo de “nivelar por baixo”, haja vista que a maioria no Brasil é pobre e culturalmente estupidificada, então a destruição dos sustentáculos que mantinham o estimulo à qualidade e ao trabalho honesto, em meio ao caos cultural já era previsível, e até demorou a se concretizar, tornou-se mais vantajoso ser um jornalista papagaio repetidor de “notícias” (também fofocas e intrigas) com remuneração às vezes acima de R$100 mil noticiando que o funcionário público é muitíssimo bem remunerado e que lhes dar aumento é um absurdo: promotor de justiça, juiz, policial, fiscal, professor, etc.. O mínimo de bom senso implica em inferir que é mais vantajoso ao político tentar obter voto junto à imensa maioria estupidificada, apoiando a sua inveja e ignorância, a tentar obter votos entre uma ínfima minoria esclarecida e não manipulada pela mídia, e quase absolutamente desprovida de poder eleitoral.
A democracia brasileira está vivendo
uma tragédia que denomino de “a supremacia dos idiotas”. A ameaça à riqueza das
famílias é recorrente no discurso político eleitoreiro. E essa cadeia de
mediocridade é solidária: afeta a estrutura do Estado de Direito tais como os
de família e econômico. Todos os medíocres conspiram para compensar seus
problemas pessoais destruindo o patrimônio intelectual e cultural do País.
Propostas normativas absurdas em função da inconfessável necessidade de que
muitos têm de “socializar” o seu rancor pessoal interferindo na vida alheia
para prejudicar e sentirem-se compensados com a desgraça alheia.