A Hostilidade à Riqueza

"A desinformação é a maior causa de confusão"


"Em todas as áreas, é saudável de vez em quando colocar um ponto de interrogação nas coisas que naturalmente são aceitas como verdadeiras." (Bertrand Russell);  "Ache o começo das coisas e você entenderá bem mais." [Abbie Farwell Brown].  "Tome cuidado com as suas certezas. O grande problema do mundo é que ignorantes sempre têm certeza de tudo  e os sábios estão sempre cheios de dúvidas". [Bertrand Russel - 1872 a 1970]. “O mais importante é invisível aos olhos”.  [Antoine de Saint-Exupéry – 1900-1944). Há muitas pessoas e coisas que a distância amplia, mas que de perto até não valem nada. É da natureza  humana procurar o que, a distância, parece uma grama mais verde.  JEAN DE  LA FONTAINE,  1621 – 1695.

Minha pretensão é mostrar a realidade presente, antes, no entanto, preciso informar sobre o passado, porque aqueles que não conhecem a história estão fadados a repeti-la, ou serem enganados.  A maioria ouve, mas não compreende; vê, mas não percebe. No mundo, em todos os tempos, sempre prevaleceu uma maioria alienada mental incapaz de distinguir o certo do errado. Devido às diferenças de imaginação, julgamento, e paixões dos homens, em tudo que a razão nada sugere as opiniões e condutas de uns são consideradas ridículas por outros. Na vida existem pessoas em diversos níveis de evolução intelecto-moral. Desde os que dispõe de pouquíssima inteligência lúcida e senso moral, os mais imaturos, a maioria, até os seus exatos opostos. Entre ambos, existe uma diversidade de pessoas caracterizada por não possuir estrutura para suportar e superar os obstáculos inerentes à vida. Sucumbem facilmente às dificuldades e às tentações; diante das decepções, encontram justificativas para não perseverarem no trabalho iniciado. Estão sempre entusiasmados para começar e desanimados para concluir. Também são precipitados, impacientes, buscam sempre resultados imediatos, sem as promoções do esforço necessário para a conquista.  É um enorme erro basear-se na maioria porque é um  enorme erro tratar de forma igual pessoas diferentes (e todos são diferentes ), você não é igual a ninguém e vice-versa. Respeito e educação é denominador comum, mas as ambições, a experiência na vida, o entendimento dos fatos, a competência, a confiança em si, as possibilidades as motivações e o querer  são únicos em cada um. O desenvolvimento de um país depende do desenvolvimento de cada um de seu povo e isto depende da motivação individual. Motivar não é apenas animar alguém como um animador de plateia, um bobo da corte, um contador de piadas e de amenidades para extrair risadas da plateia. Motivação significa ato de criar uma razão (um motivo) para algo muito relevante, para algo além do senso comum.  Motivar é fazer crer que desejo sem ação é ilusão, portanto, é criar coragem para agir. Os cemitérios estão cheios de ‘socialistas revolucionários’ com  visões e ideias que não foram realizadas por falta de coragem para agir. As competências  representam as habilidades, aptidões e as capacidades em geral que cada indivíduo possui. Existe uma grande gama de competências, desde conhecimentos teóricos específicos, tecnológicos, culturais, etc.. que agregam possibilidades de resolução de problemas. Elas não são estáticas e devem permanentemente ser aperfeiçoadas para manterem-se em constante progresso. A questão intelectual que a massa (incluindo políticos) ignora é: estamos aplicando nossos valores morais atuais baseados em realidade de um passado muito distante. 

Todos refletem a cultura daquilo que conhecemAs pessoas são governadas pelos medos. Há pesquisa informando que o medo da miséria superou o medo da morte.  A forma como cada um reage aos seus medos produz distinção entre os humanos, incluída nesta duas reações distintas ao medo da pobreza: o socialista e o capitalista.  Com base em parâmetro meramente comparativo, O SOCIALISTA deseja enganar o seu medo da miséria com base em que todos ao seu redor sejam pobres. O socialista é, comumente, indivíduo que se sente fracassado, inconformado com o conflito entre o que possui e o que deseja, inseguro de si para superar as suas limitações, prefere jogar sobre a sociedade a culpa de suas frustrações.  Incapaz de admitir seus erros e realidade, cultiva a crença de que todos têm alguma dívida para com ele, passando então a cobiçar dos outros tudo aquilo que ele acredita merecer, mas não teve a capacidade de conquistar. Assim, aprendeu a chamar seus desejos de direitos e os direitos dos outros de abuso.  Em razão da inveja pela riqueza alheia e dos que a possuem, os socialistas alegam que o sistema tributário brasileiro é regressivo e, por essa razão, injusto. Os impostos sobre o consumo e os serviços (chamados de indiretos) têm peso muito alto. Representam mais de 80% da arrecadação no Estado de São Paulo, enquanto os impostos sobre a renda e a propriedade alcançam apenas 22% da carga tributária. Um sistema tributário justo deve tributar respeitando o princípio da 'igualdade perante a lei'. Nenhum homem digno aceitaria servir de animal de sacrifício de outro(s). Nenhum homem muito digno, do tipo samurai do período feudal do japão, aceitaria fazer outro(s) de animal de sacrifício.  Embora a sujeição passiva da obrigação tributária seja compulsória, eu não tenho dúvida de que os ignorantes e os sem honra e vergonha na cara brasileiros, na política e fora dela (99%), nunca se questionaram sobre isso.  A maioria (99%) tem raciocínio precário, só enxerga uma das vias de mão dupla, e sempre só a via dos interesses próprios de pagar menos ainda que isto represente um grande prejuízo alheio. Nem toda conduta justa é lei. Nem tudo que é lei consiste em normas de conduta justa. As regras tributárias brasileiras são as que mais servem de exemplo notório disso. A lei tributária deveria ser “desvaticanizada”, deveria ser igual para todos, independente do valor da operação e da capacidade contributiva do contribuinte. Um ótimo exemplo disso é o sistema tributário do Paraguai. No imposto de renda não há tabela progressiva, não há isenções e imunidades. O único pais ainda com resistência sólida contra os interesses políticos do Vaticano e a suas ratazanas vassalos na política. Arrecadar de acordo com a capacidade contributiva dos cidadãos, das instituições e das empresas é uma falácia enganatória de incautos. Os "progressistas", justiceiros sociais, alegam que taxar o consumo é muito injusto porque ricos e pobres diante de um caixa de supermercado não são diferenciados – e a injustiça ocorre contra os pobres porque têm que pagar a mesma alíquota que os ricos pagam. Em razão desse critério míope, parcial, da análise, alegam que o resultado dessa estrutura de tributação é que os mais pobres pagam mais impostos que os mais ricos, só não comprovam ou explicam como isso ocorre, se o recolhimento é proporcional ao gasto. Obviamente, ignoram o aspecto absoluto da contribuição desigual entre ricos e pobres: 10% de 1000 = 100; 10% de 10.000 = 1000. Alegam que os 10% mais pobres do País gastam 32,8% de seus rendimentos com impostos. Para os 10% mais ricos, a carga é de apenas 22,7%, segundo estudo do IPEA. […]. Todavia ignoram que a única forma de eliminar esse fato é eliminando toda a tributação cuja base de cálculo é o valor do produto ou serviço e não a renda. Fato este absolutamente impossível, nem mesmo se toda a riqueza do pais fosse tratada como um mero animal de sacrifício para retirar dinheiro dos mais produtivos para os mais improdutivos, em nome da “justiça fiscal” ou “justiça social” que de fato seria em nome da inveja da riqueza alheia. 

MENTALIDADE ANTICAPITALISTA DOMINADA PELO VATICANO, AINDA QUE APENAS COM INTERESSE DEMAGOGO ELEITOREIRO, AINDA QUE APENAS COM INTERESSE DEMAGOGO ELEITOREIRO PARA INFLUENCIAR MASSA TAMBÉM DOMINADA PELO VATICANO.

Em um país comprometido com princípios libertários o Estado não tem o direito de fazer julgamento moral para aplicá-lo na vida de outro a fim de justificar solidariedade compulsória para cobrar tributos fora do princípio libertário da igualdade perante a lei.


o socialista só enxerga o palco da riqueza, nunca os bastidores.

a hostilidade à riqueza é disfarçada pela hipocrisia da "justiça social" com "justiça fiscal".

De onde vem esse karma tão pesado? A cada dia aparece um absurdo sempre superando o anterior. E o povo, em sua esmagadora maioria, não consegue sequer entender os sutis mecanismos arrecadatórios que drenam dos mais pobres em prol das mordomias dos governantes. Nem para o bem geral do povo é! Poucos entendem que isto se deve à influência dos interesses políticos do Vaticano. São muitos séculos de doutrinação. O povo brasileiro acostumou-se a viver sob o chicote dos “mensageiros de Deus”. Não percebem que têm a vida pautada pelo Vaticano. Associe a isto a má formação do povo, a sua má índole. A minoria consciente disso não tem o poder de mudar essa realidade. Na política só há lugar para os maus, corruptos, vendidos. E, uma vez lá, continuam se comprometendo para não sair.

O CAPITALISTA – ainda que incauto - se sente mais protegido na mesma proporção em que se afasta da pobreza. Ambos os sistemas são imperfeitos e ruins, mas o socialismo só beneficia um punhado de privilegiados e prejudica a grande maioria. Faz com que o estímulo seja o nivelamento por baixo. O capitalismo não beneficia a todos, mas beneficia a maioria com a distribuição natural da riqueza, pois o rico no capitalismo é representado por aquele que faz alguma coisa por outros e – em contrapartida – recebe o dinheiro. E seus 'consumidores/clientes' são livres para contribuir para o seu enriquecimento. O Brasil não é capitalista, mas sim capiCOMUNISTA.

A PIOR FORMA  DE DESIGUALDADE É TENTAR FAZER  OS DIFERENTES SE IGUALAREM [ARISTÓTELES – 385 BC – 322 BC]

A tributação sobre heranças em vida ou causa morte não se justifica sob a ótica racional. É fruto de uma visão ideologizada deturpada baseada na premissa de que em nome da “justiça social” o “rico” não pode ser dono pleno de sua riqueza lícita e toda tributada, e que a pobreza é fruto do egoísmo do capitalista malvado e nunca da corrupção na política, administração pública de uma republiqueta capicomunista cleptocrata latrino americana cada vez mais desavergonhada em apoiar e ser apoiada por ditaduras sustentadas pelo crime sob todas as suas facetas: do colarinho branco ao tráfico de drogas e armas, tal como ficou notório os 14 anos do partido dos trabalhadores na presidência da republiqueta cleptocrata. Há eleitores que apoiam políticos brasileiros defensores da política de países onde agronegócios são saqueados pela população faminta. Onde nenhum negócio está seguro. Onde há poucas décadas já tiveram suas perspectivas consideradas melhores do que as do Brasil. A argentina já foi considerada um país europeu na América, e hoje disputa o ranking dos mais miseráveis e desesperançosos.


O PRAZER MAIOR DO SOCIALISTA NÃO É VER O POBRE  GANHAR, MAS  VER O RICO PERDER

A MENTE INVEJOSA ESQUERDISTA NÃO ACEITA A DESIGUALDADE DA NATUREZA HUMANA 

Os aproveitadores da pobreza criaram a "teoria da conspiração" dos ricos contra os pobres. Uma das principais (talvez a maior) dificuldade para o desenvolvimento do Brasil é a visão do mundo ultrapassada (que nunca foi nítida em nenhuma época) que resulta em dividir o mundo político, cultural e econômico entre uma Direita – os capitalistas burgueses - e uma esquerda onde ficam os únicos "virtuosos" comunistas e psicóticos solidários, uns mais outros menos revolucionários, todos querendo o poder (votos) fazendo-se de "justiceiros" dos pobres. 

A maioria de ambos inclusive não sabe que essa crença solidariopata tem origem no cristianismo, depois alimentada por J-J Rousseau, Karl Marx, Antonio Gramsci, etc.. que as usaram para seus propósitos inconfessáveis de poder e destruição dos que invejavam.  Some-se a isso o fato de que a maioria não enxerga um palmo além dos olhos e continua amarrado ao materialismo do passado distante, sobretudo do mercantilismo (Adam Smith). Desde que o dinheiro foi inventado as diferenças naturais entre os humanos passou a existir em forma de expressão monetária e as diferenças de possibilidades diretamente ligadas ao dinheiro deu início a eterna guerra dos pobres contra os ricos e, com isso, surgiram os fomentadores e aproveitadores dela. A riqueza nunca teve descanso dos ataques da pobreza. E como toda revolução não pode ser feita sem inimigos é preciso manter a guerra entre ricos e pobres com a retórica da marginalização da riqueza e do vitimismo dos pobres e glorificação da pobreza, não obstante o proletariado só passou a existir após o surgimento dos ricos e a classe média esquerdista em razão da difusão da riqueza na sociedade capitalista por fatores criados por uma minoria no mundo não esquerdistas em países não socialistas. Como o capitalismo não é perfeito, as suas imperfeições alimentam seus opositores. Por outro lado, Cuba , Venezuela, Argentina, são alguns exemplos notórios do que o socialismo puro é capaz de fazer, e como são a China e a Rússia com um socialismo econômico apenas de fachada.   A Perestroika de Gorbachov nada mais é que um retorno corretivo ao eixo do desvio causado por Lenin, como ele mesmo declarou. Em setembro de 1989, Boris Yeltsin, o popular líder reformista soviético/russo, recém-eleito ao novo parlamento soviético (Soviete Supremo), em viagem diplomática aos EUA, entrou em um supermercado de bairro chamado “Randall’s,  no estado do Texas. Após a visita, Yeltsin, com 58 anos, disse que, caso os seus concidadãos soviéticos/russos, que geralmente ficavam horas nas filas intermináveis para comprar os alimentos mais básicos, vissem os supermercados americanos, “haveria uma revolução no seu país”.  Na autobiografia autorizada de Yeltsin, ele escreveu sobre a sua experiência no supermercado Randall’s e sobre como ela destruiu a sua visão do comunismo. Dois anos depois, ele saiu do Partido Comunista e começou a fazer reformas econômicas e sociais.  Ele disse: “Quando vi aquelas prateleiras, preenchidas com centenas, milhares de latas, pacotes e bens de todos os tipos possíveis e imaginários, pela primeira vez na vida, me senti frustrado e envergonhado pela diferença da qualidade de vida entre um cidadão americano e um cidadão soviético”.  A questão moral também envolve a aceitação de que para cada escolha sempre haverá várias renúncias.. Nunca foi possível ficar só com todas as vantagens de tudo.

A vida exige a busca permanente do equilíbrio entre escolhas e consequências. A falta de conhecimento das causas (a ignorância) predispõe/obriga os homens a confiar na opinião e autoridade alheia. Porque todos os homens preocupados com a verdade, se não confiarem  em sua própria opinião acabam confiando na de alguma outra pessoa a quem considerem mais sábia que eles próprios, e não considerem provável que queira enganá-los. A falta de entendimento predispõe os homens para confiar não apenas na verdade que não conhecem, mas também nos erros e nos absurdos daqueles em quem confiam. Porque nem o erro nem o absurdo podem ser detectados sem um perfeito entendimento das palavras. Do mesmo deriva também a dificuldade/impossibilidade de distinguir entre uma ação de muitos homens e muitas ações de uma multidão acéfala. Ficando, portanto, predispostos a tomar como certo aquilo que é resultado de uma multidão de ações praticadas por uma multidão de pessoas, que talvez estejam arrastadas pela persuasão de uma só. A ignorância das causas remotas predispõe os homens para atribuir todo evento às causas imediatas, porque são estas as únicas causas que percebem. A ignorância predispõe os homens para acreditar em coisas impossíveis, pois são incapazes de detectar a impossibilidade  e desacreditar em mentiras.

Uma vez Charlie Chaplin se inscreveu em um concurso para sósias de Charlie Chaplin e ficou em 3º lugar. Isso mostra que se depender da opinião dos outros você pode não servir nem para ser você mesmo.

Antes de passar ao assunto do título propriamente dito, a seguir faço um alerta sobre alguns erros que comprometem as decisões da maioria das pessoas: (1) usar como única fonte de informação a literatura da mídia (sentido amplo); 

(2) ignorar fatos e informações de imediato, sem critica, apenas por que não estão de acordo com seu ponto-de-vista preestabelecido. Lembre-se de que o que é mentira hoje já foi verdade no passado e muitos morreram e mataram por ela; (3) acreditar que algo é bom ou ruim sem base nas devidas evidências: informações negativas também são vendidas com aparência de positivas; (4) manter-se no “status quo” sem considerar o que pode estar perdendo por estar nele (no que está fazendo); (5) decidir sem crítica (sem evidência objetiva) contaminado de emoção ao invés da razão: é preciso estar consciente de que a mídia moderna espalha tanto informações úteis e verdadeiras quanto inúteis e falsas. É preciso insistir em buscar padrão elevado de precisão / certeza. 

Thomas Hobbes [1588-1679] acreditava que o ser humano fosse naturalmente ruim e havia a necessidade de ser controlado por um Estado absolutista forte. Com base nas suas premissas, o aumento da complexidade da vida em sociedade ampliou as diferenças entre os humanos e também realçou o seu aspecto ruim, especialmente a inveja.


O sucesso no Brasil é uma ofensa, seja o que este representar para o ofendido.


https://www.youtube.com/watch?v=vWsKh9hUf9Q

A desgraça alheia é consolo de TOLOS

O assunto do vídeo ratifica o que disse Thomas Hobbes sobre a natureza humana, e contradiz o pensamento de J-J. Rousseau

O Ser Humano tem mais prazer com pessoas chorando em uma Mercedes do que rindo em uma bicicleta. As pessoas preferem falar mal da vida dos Kardashians que não conhecem ao invés de moralidade, sustentabilidade e filosofia. Raramente o solidário está lá para ajudar; quase sempre está lá apenas para ficar em um local melhor vendo o sofrimento alheio [Trent Shelton].  A mentalidade anticapitalista é influenciada muito pelo pensamento de Jean-Jacques Rousseau [1712-1778] que acreditava que o homem fosse bom por natureza e que a sociedade o corrompia, e o marco principal da corrupção humana foi o surgimento da propriedade privada. Rousseau, pode ter sido até bem intencionado com suas considerações, mas foi de uma visão parcial / limitada influenciada pela realidade até a sua época.


A liberdade “natural” de J-J-Russeau nunca existiu, mesmo na época do homem caçador-coletor, e na ausência da propriedade privada, pois estavam à mercê de todos os que fossem mais fortes que eles mesmos. É casuística inata dos homens a de mudar as coisas mudando-lhes os nomes e de querer se iludir rompendo tradições sem sair de fato dela, sempre que um interesse direto dá um impulso suficiente para isso. O reconhecimento da propriedade privada marcou o início da civilização. As ferramentas utilizadas para caça por nossos ancestrais foram os primeiros objetos a serem definidos como propriedade privada, e, após, a produção excedente. A sociedade se formou a partir de estágios pré-históricos de cultura: selvagem, barbárie, família. A família foi constituída a partir das propriedades privadas dos rebanhos, estruturando-se de forma patriarcal e teve seu ápice evolutivo na família monogâmica, fruto do interesse individual. A origem da família representa o triunfo da propriedade privada sobre a propriedade comum primitiva.  Até a fase inferior da barbárie, a riqueza duradoura limitava-se pouco mais ou menos à habitação, aos adornos primitivos e aos utensílios necessários para a obtenção e preparação dos alimentos: o barco, as armas, os objetos caseiros mais simples. O alimento devia ser conseguido todo dia. Nessa fase, a força de trabalho do homem ainda não produzia excedente apreciável sobre os gastos de sua manutenção. As riquezas primitivas precisavam apenas de vigilância e dos cuidados mais primitivos. A domesticação de animais e a criação do gado abriram mananciais de riqueza até então desconhecidos. As manadas de cavalos, camelos, asnos, bois, carneiros, cabras, porcos, ganharam cada vez mais terreno. Desde então, foram relegados a segundo plano todos os meios anteriormente utilizados. A caça, que antes era uma necessidade, gradativamente transformou-se em passatempo. É indubitável que já nos umbrais da história encontramos os rebanhos, os produtos da barbárie, e os escravos como propriedade particular dos chefes de famílias e/ou tribos.  À medida que isso ocorreu, passaram a ter seu valor de troca também medida em valor monetário e passaram a ser objetos de compra e venda. Assim sendo o aumento das fontes de economia e riqueza produziu proporcionalmente o aumento do interesse na propriedade privada. Essa foi a primeira forma de propriedade privada primitiva que surgiu decorrente de condições econômicas surgidas de forma natural, originadas espontaneamente, e representou a evolução natural do triunfo da propriedade privada primitiva sobre a propriedade comum primitiva. Desta forma, é necessário observar que o homem "bom" de J-J Rousseau seria o do período em que a Terra era de todos e o homem vivia na condição de caçador-coletor com uma produtividade apenas para a própria subsistência e submetido a violência do mais forte. Contudo, os argumentos de J-J-Rousseau indicam que ele não sabia ou não considerou que as tribos de caçadores-coletores também viviam em guerra permanente disputando as melhores regiões de caça e outros alimentos. O historiador Yuval Noah Harari no seu livro de titulo “Sapiens – Uma breve história da humanidade” relata que o Homem de Neandertal (Homo neanderthalensis) foi extinto [dizimado]  pelo grupo dos homo sapiens. Ainda conforme a teoria utópica de Jean Jacques Rousseau (1712-1778), o homem mais feliz de todos seria o índio mais isolado no interior da Amazônia longe da regra restritiva da propriedade privada, que não competem pelos meios de sobrevivência e por uma parcela da riqueza do mundo. Todavia, é notório que a civilização evoluiu e os índios não. A escassez relativa e a competição levaram ao desenvolvimento,  à divisão do trabalho e ao aumento da cooperação com base no interesse egoísta de cada um, que superou em resultado o trabalho isolado em condições opostas. Com todo problema causado pela propriedade privada, houve aumento significativo da expectativa média e dos padrões de vida em geral. De 1800 até 1925, a Grã-Bretanhã, a Alemanha e a Itália conseguiram encontrar espaço para mais 108 milhões de pessoas. É claro que sempre houve condições insatisfatórias. O que levou a melhora? O aumento de capital acumulado  e o aumento do capital investido per capita.  Toda critica a esta verdade tem viés político para proteger interesses que seriam destruídos pelo capitalismo com respeito ao individualismo. Nos primórdios estes se referiam aos interesses dos monarcas, déspotas, nobres vassalos dos monarcas, etc. hoje aos interesses na corrupção nas empresas estatais, etc.  

Ademais, o retorno a essa condição é uma impossibilidade, mas a ideologia da hostilidade à riqueza – sem reflexão, alimentada por este argumento – sonha em acabar com a propriedade privada ou agravar muito a sua existência, como se pudesse - por meio de um Estado mediador - extinguir todas as diferenças sociais entre os humanos atacando o desejo humano de prosperar, sem considerar que é isto que produziu todo o desenvolvimento existente em todos os países e em todos os tempos dos quais não se pode prescindir. É um erro grave comparar os problemas da sociedade contemporânea apenas com supostas características e vantagens da sociedade e do homem do passado remoto. E, também, o de considerar aquele que usufrui o que obteve com o seu trabalho árduo e lícito um ladrão responsável pela miséria que o circunda. Não existem direitos humanos sem direitos de propriedade. Considerando que os bens materiais são produzidos pela mente e esforço de cada homem individualmente, e são necessários para sustentar suas vidas, se o produtor não for dono de seu esforço, ele também não será dono de sua vida. Negar os direitos de propriedade significa transformar homens em propriedades possuídas pelo Estado.

 

Algumas pessoas fingirão importar-se apenas para ficar em um melhor local vendo o seu sofrimento. Quase sempre o solidário não está lá para ajudar. (Trent Shelton). Se os psicóticos solidários seguissem sua ideologia como eles a expõem, deveriam desprezar e atacar as “benesses” do capitalismo e não se aliar a elas. Por sua vez, aqueles que fizeram suas fortunas no regime duro da livre concorrência deveriam ser enérgicos defensores do capitalismo e se opor aos solidariopatas que vivem à custa da destruição/marginalização da riqueza, ainda que apenas no discurso. Mas, o que de fato ocorre na sociedade  imoral brasileira? A deturpação da realidade e a mentira sempre foram usadas para chegar ao poder.


O Vaticano alterou a imagem de Jesus Cristo para agradar o Monarca Luis XV que, na época, exigia um Papa na França para apoiar o Vaticano.



No sistema econômico ‘planejado/centralizado’  os cidadãos servem à economia e ao Estado em vez de a economia e o Estado servirem aos cidadãos. A Coreia do Norte, Cuba e Venezuela são exemplos atuais perfeitos. A propriedade pertence só ao Estado. O incentivo individual para produzir é pouco. Há pouco apreço pela qualidade, individualidade, inovação e variedade.  Ao contrário do sistema planejado de cima para baixo, o sistema capitalista baseia-se nos preços de mercado para a alocação eficiente dos fatores de produção,  estimulam a propriedade privada dos recursos econômicos e deixam a maioria das decisões econômicas para os indivíduos. Os indivíduos trabalham para satisfazer os seus próprios interesses. Em razão da livre concorrência, há muito apreço pela qualidade, individualidade, inovação e variedade, produtividade e eficiência e desestímulo à complacência, a ociosidade (tempo é dinheiro) e ao desperdício. Nenhum sistema é perfeito, no sistema econômico muito planejado e centralizado apenas uma cúpula no poder e seus "amigos" vivem sem privação financeira. No sistema de livre mercado, os incapazes e os à margem da produção e quanto mais distantes da riqueza mais se tornam ‘marginalizados’ e impossibilitados de desfrutar dos benefícios do sistema.  As economias de livre mercado puro não existem, pois o homem seria o lobo do homem. É preciso haver um poder mediador. As economias planificadas estão diminuindo e estão cada vez mais raras.  O ITCMD é um resquício de um sistema econômico planificado comunista. Ele não existe na China e na URSS, onde a economia é mais livre do que a do Brasil.

No segundo tratado sobre o governo civil, John Locke observa que para as pessoas desfrutarem de sua propriedade privada elas devem estar seguras nessa propriedade. E, a segurança da propriedade privada é indispensável para os sentimentos de liberdade e felicidade. A propriedade privada (o estímulo a coisa própria) é o ponto central do sistema capitalista, que deve protegê-la e incentivá-la a fim de estimular o trabalho e o desejo individual de enriquecer para com isto aumentar a riqueza individual e coletiva na sociedade. Sem conseguirem opor nenhuma objeção racional, na falta absoluta de argumentos que justifiquem a hostilidade  à riqueza, tal como a atrocidade tributária do ITCMD, só resta aos seus defensores atacarem os seus críticos.  As desigualdades sociais, que são produtos sobretudo das naturais e inevitáveis desigualdades entre as pessoas, são maliciosamente denominadas de “injustiças sociais” e caracterizadas como produtos do “sistema capitalista” e da “propriedade privada”. E, em nome dos "direitos humanos" deve ser combatida com uma alternativa que seria a igualdade pela miséria de todos exceto os dirigentes políticos.

Estão sempre vendo perigos à direita (no capitalismo) e parecem cegos àqueles à esquerda (no anticapitalismo). Estão de tal forma sob preconceitos anticapitalistas que nem chegam a perceber os próprios preconceitos.


Criticam os ricos, mas não enxergam o quanto e como a riqueza destes beneficiam os pobres. Só quem tem pode ajudar quem não tem! Só a riqueza pode reduzir a pobreza, diretamente ou indiretamente !

Por mais paradoxal que possa ser, os defensores da psicótica  solidariedade são como o clérigo do Vaticano que não têm ideologia. Eles são motivados pelo poder e, logo, se ligam a qualquer um que os apoie, EXCETO quem quiser uma sociedade verdadeiramente consciente, informada, culta, individualista e livre.

A única explicação plausível para se defender a realidade de inversão total de valores defendida pela cúpula do Vaticano e os ditadores do anticapitalismo são as vantagens econômicas para os altos dirigentes do clérigo e os políticos cujas considerações culturais e tradicionais são vendidas por alguns milhões e deixadas de lado sob a cortina de fumaça dos "direitos humanos". A hostilidade aos ricos pelo Clérigo Católico é dissimulada pela fala mansa e comportamento asqueroso igual a de um vendedor de bazar, e a dos psicóticos solidários pelo discurso criticando a riqueza e os ricos e se colocando como os justiceiros dos pobres.

Venezuela e Cuba são exemplos ícones do que a ofensa estatal 
aos interesses particulares de prosperidade produz .


Desprecavidos contra a tentação do orgulho, consideram suas opiniões as únicas corretas, boas, acima de todas, e rotulam os opositores de errados, culpados e cúmplices de todas as desgraças da sociedade. 

É de se questionar por que 1 Bilhão desviado ilicitamente da Petrobrás é pouco e a hipótese de desonerar em igual valor os herdeiros e donatários da linha sucessória direta/obrigatória seria muito. Por que os defensores da psicótica solidariedade nunca apresentaram uma proposta no sentido de desonerá-los?

Uma Cubana exilada no Brasil aconselhando inocentes úteis.

Inocentes úteis são pessoas arrogantes, cheias de informações, mas sem conhecimento e sabedoria em razão da quase total falta [ou total] de capacidade de reflexão do que se informam ou são informados pelos interesses alheios. São pessoas que preferem o conforto da opinião alheia ao desconforto do esforço para obter o adequado conhecimento para extrair conclusões de reflexões próprias.

Dizem os psicóticos solidários, do tipo que não têm nada a perder, que enquanto houver uma criança faminta, um adulto pobre ou um analfabeto não haverá moral para justificar a riqueza no sistema capitalista. Contudo, não observam que todo ser humano tem a necessidade de fazer algo lícito para sobreviver e também tem o desejo de prosperar, mas a realidade da mesma forma que possibilita também impossibilita muita forma de agir, de modo que quem não tem dinheiro é obrigado a trabalhar para quem tem. Aí entra o papel social da riqueza. É impressionante o sucesso obtido pela política absurda de ofender a riqueza e a normalidade na cultura da América Latina.


Vivemos em um mundo onde as verdadeiras origens e causas de muitos acontecimentos estão inteiramente ocultas para a quase totalidade dos humanos. Não temos sabedoria suficiente para prever o próximo mal que continuamente nos ameaça, nem poder para evitá-lo. Vivemos suspensos em um perpétuo equilíbrio, entre a vida e a morte, a saúde e a doença, a saciedade e o desejo, a riqueza permanentemente ameaçada pela pobreza, que são distribuídas entre a espécie humana por causas secretas e desconhecidas, que atuam frequentemente de forma inesperada e, à primeira vista, comumente, inexplicavelmente. Esse desconhecido torna-se objeto constante de esperança e medo, enquanto as emoções são continuamente excitadas pela ansiosa expectativa dos acontecimentos, emprega-se também a imaginação, a fim de formar uma ideia sobre esses poderes, dos quais depende-se totalmente. Se não for corrigido pelo conhecimento, pela experiência ou pela reflexão, maldade ou bondade é atribuído  a tudo o que faz mal ou agrada. 

Ninguém sabe os reais motivos de alguém não conseguir, não ter possibilidade ou não querer fazer algo por outros para em troca obter o dinheiro. Quanto mais pobre, menos faz pelos outros e, por consequência, igualmente recebe. O exemplo mais notório disso é o mendigo.  Porém, é certo que nada depende exclusivamente de qualquer um, na vida de todos existe a sorte e o azar inesperados e incontroláveis. Isto determina a necessidade de humildade, ninguém consegue o sucesso (seja lá o que esse representar) sozinho e unicamente com esforço próprio. Ninguém escolhe os pais e o País onde nasceu, apenas para citar o mínimo. Também é certo que cada pessoa tem um talento próprio. Muitos passam a vida olhando para o talento dos outros desejando ter um pouco do talento deles. Muitos sucumbem ao ciúme ou a inveja  e toda a energia gasta com esses pensamentos é energia que não apenas é colocada  para voltar contra si mesmo negativamente, mas também é tirada de si e que poderia ser usada para o próprio benefício. Todos estão submetidos à escravidão de necessitar fazer algo, mais ou menos diretamente, por alguém para receber em troca o dinheiro, e não importa qual seja o trabalho, mas sim o que pode ser feito para o próprio talento ser usado (ofertado) para o mercado de troca de mercadorias e serviços, com estratégia, confiança, sem choramingar, queixar-se ou criticar pelo que não está ocorrendo da forma como gostaria, pelo que não tem, pelo que não pode fazer, pelo que outros deveriam, poderiam e não fizeram ou fazem, e concentrar-se no que pode fazer de melhor em benefício de outros, que são livres para comprar ou não os serviços e/ou mercadorias de outros. Essa é a escravidão do capitalismo que muitos não aceitam e sonham com o "paraíso" socialista onde essas regras não existiriam. Focar no passado produz depressão; focar no futuro produz ansiedade; Não há outra opção senão focar o pensamento na realidade da vida para produzir resultados no presente.

Um pouco sobre a vida do socialismo igualitário na pobreza do período 

pré-revolução industrial

Se você pensa que a vida no século 21 é difícil porque não podemos comer chocolate todos os dias, o relato do monge francês Raoul Glaber sobre sua época (século 11) o fará mudar de ideia:  Na Idade Média, também conhecida como idade das trevas. devido ao baixo nível de tecnologia e conhecimento, a produção de alimentos muitas vezes era insuficiente. A baixa produção de alimentos significava fome, e a fome às vezes era tão severa que levava as pessoas ao canibalismo. “A fome selvagem leva as pessoas a comerem carne humana. Viajantes [estrangeiros] eram sequestrados pelos mais fortes, cortados em pedaços, cozidos e comidos. Muitas pessoas, vagando de um lugar a outro, deslocadas pela fome, pararam no caminho, em uma casa mais acolhedora, mas à noite foram mortas e usadas como alimento por quem as hospedava. Muitos atraíam crianças com ovos ou maçãs, seduziam-nas em lugares desertos, onde as sacrificavam e festejavam com elas.”

[Fonte: Raoul Glaber, Hist., 4-5, II, 7, II, 11, citado em George Duby, Anul 1000, Tradução de Maria Ivănescu. Iaşi: Polirom, 1996, páginas 114-7]

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Uns psicóticos solidários acreditam e outros se aproveitam da crença de que o sistema capitalista se baseia na ganância, egoísmo e na exploração dos pobres pelos ricos, em suma, na marginalização da riqueza, em detrimento de pobres bondosos, caridosos, altruístas. Afirmam como se os pobres não fossem egoístas e gananciosos, e como esses atributos fossem só pejorativos e só produzissem resultados maléficos. Em nenhum momento consideram a liberdade individual e econômica como algo útil ao desenvolvimento social e econômico, e ainda que estas produzam desigualdades ignorando que muito da pobreza existente nos países capitalistas com baixa taxa de corrupção [ex. países nórdicos] é melhor que a pobreza igualitária dos países que limitam as liberdades, são exemplos notórios: Cuba e Venezuela. Dizem que os defensores do capitalismo só o defendem porque não são pobres, do contrário não o defenderiam. Muito disso é oriundo de interpretação errada do legado literário deixado pelo Adam Smith [1723 – 1790], apartada de sua época, direcionada para os interesses egoístas dos críticos do sistema capitalista, em geral por inveja da riqueza. Mas, a realidade social da época do Adam Smith não é mais a mesma, hoje a riqueza roubada, extorquida, confiscada não é mais aceita. Todo rico é alguém que faz algo por alguém e em contrapartida recebe o dinheiro por isso. Um bilionário egoísta hoje paga mais tributos do que um pobre solidário. Um bilionário emprega mais do que um pobre altruísta. E, por óbvio, a redução da pobreza depende muito da existência de riqueza ao seu redor e não o inverso, embora todos precisem de todos no mundo, pois todos são interdependentes.

Se considerarmos a insignificância do Partido Comunista e seus eleitores nos Estados Unidos da América do Norte, podemos inferir que: (1) um povo com trabalho e boa perspectiva de futuro não dá a mínima importância para os argumentos dos psicóticos solidários contra o capitalismo, exceto aqueles que se consideram os “intelectuais” que são os que menos toleram a prosperidade alheia e cuja motivação só pode ser em razão de inveja, ou vaidade querendo se fazer de cultos visionários; (2) Se é a miséria que desperta os sentimentos solidários, pode-se concluir que se os necessitados solidários fossem ricos não estariam preocupados com a desgraça alheia; (3) A opção por ser psicótico solidário não faz parte de uma natureza humana melhor, mas sim de um egoísmo (interesse) próprio, ou para se locupletar no poder ou para o prazer de ver a desgraça dos que consideram melhores e invejam. São exemplos ícones: Fidel Castro, Hugo Chavez, Nicolás Maduro, além da grande massa de idiotas úteis.

Não há altruísmo sem o egoísmo da autopreservação. A psicanálise diz: antes dos outros está a própria preservação. Fiodor Dostoiévisk observou: "por trás de todo altruísmo está o mais profundo egoísmo."  Ninguém financia/apoia nada que espera lhe agredir ou trazer prejuízo. As ajudas ao próximo são condicionadas aos interesses da ausência de prejuízo próprio, ou em proveito próprio, ou a favor da desgraça de quem invejam e/ou desejam o prejuízo. Paz e igualdade só existem nos cemitérios. O mundo é um lugar perigoso e a paz deve ser conquistada, tudo porque o Ser Humano é de natureza ruim.  Há muitas maluquices por aí e nem sempre é fácil separar o joio do trigo, mesmo para os mais argutos e ricos de conhecimento, que dizer em relação aos inocentes e idiotas úteis. 

UM FATO ILUSTRATIVO

Há condutas na sociedade brasileira que são legais e até socialmente aceitas  que contribuem para a marginalização da riqueza, que faz associar a ela a suspeita de alguma ilicitude.  Fatos assim induzem os simplórios de senso crítico a jogarem pedras em todo rico que veem à sua frente e a apoiar qualquer proposta contra a riqueza como forma de vingança, além do habitual ressentimento, ciúme e inveja. 


Em outubro de 2021 foi noticiado que o ministro da fazenda e o presidente do Banco Central no governo Jair Bolsonaro são proprietários de empresa offshore. Offshores são empresas em paraísos fiscais e constituem populares instrumentos entre as pessoas mais ricas do mundo. Elas são criadas por motivos que vão desde economizar no pagamento de impostos até a proteção de ativos contra o risco político ou confiscos, como o que ocorreu no Brasil em 1990 no governo Collor. O próprio governo induziu os ricos brasileiros a manterem grande parte de sua riqueza investida ou guardada fora do hospício chamado Brasil.

Não obstante 99% da população brasileira não terem dinheiro nem conhecimento [entendimento e cultura] para investir por conta própria [decisão própria] no exterior e, por isso, muitos têm muita inveja de quem pode e emite julgamento de valor com base no ressentimento, ciúme e inveja, a permissão legal para fazê-lo está disponível para todos, bastando apenas que o investimento no exterior seja declarado à Receita Federal e, quando os ativos ultrapassam U$ 1 milhão, também ao Banco Central.

No Brasil, não há proteção constitucional aos direitos individuais tal como nos USA, de forma clara e conclusiva, de modo que a garantia individual no aspecto econômico-financeiro está sendo preservada em parte através das Holdings e das S.As que existem primordialmente para proteção da atividade econômica, do empreendedor, em última instância, do indivíduo, contra os abusos CapiCOMUNISTAS do Brasil. Como tudo pode ser usado para o bem ou para o mal, as offshores também são usadas para ocultar patrimônio ou esconder dinheiro sujo. Nada fica sem consequências. Para um país ser recebedor de dinheiro estrangeiro também precisa permitir a saída de dinheiro do próprio país, e observar como as contas estão se compensando. A questão aqui evidenciada não é legal, mas moral em razão da importância da função que os dois integrantes do governo Bolsonaro ocupam: ministro da fazenda e presidente do Banco Central, que configura conflito de interesses, sobretudo quando os parlamentares propõem uma quarentena para concorrer a cargo eletivo de 5 anos para juízes, promotores, militares, e outros, OU se ambos promovem uma desvalorização do real frente ao dólar ou euro como justificar aos demais brasileiros governados que ficaram mais pobres que este fato é para o bem da nação e não apenas para o bem dos dois? Há coisas  legais, mas moralmente condenáveis. No Brasil, os critérios de moralidade são no mínimo ambíguos, ilógicos, incoerentes, e contribuem para desmoralizar os ricos e a riqueza. Como consequência direta do fato, o povo diz: "só paga imposto quem é otário! O rico é esperto, o pobre é otário ! Então, o fato contribui para que psicóticos-solidários revolucionários façam o discurso de tributar mais a riqueza, como se todos fossem poucos tributados, etc. E o povo sem noção aplaude !!

Caso semelhante ocorreu com o primeiro-ministro Inglês David Cameron. Em uma entrevista ao canal ITV, Cameron ressaltou que vendeu suas participações em 2010 por cerca de 30.000 libras (37.000 euros), poucos meses antes de ser eleito primeiro-ministro da Inglaterra e que pagou os impostos no Reino Unido sobre os ganhos dos fundos Off Shore e não ter feito "nada ilegal".  "É certo que muitas críticas se baseiam em uma interpretação errada sobretudo quando emana do clamor popular relativo a dinheiro dos “ricos”. Nada é mais precipitado do que falar mal de dinheiro de ricos. Embora toda decisão do poder público  deva ser baseada em fatos verídicos e não em clamor popular equivocado, membros da oposição política [interesse político acima da verdade] pediram sua renúncia imediatamente, acusando Cameron de hipócrita e desonesto, que ele denunciou outras figuras públicas enquanto se aproveitava dos mesmos “esquemas", declarou o vice-presidente do Partido Trabalhista, Tom Watson, à Sky News.

Não obstante no período em que esteve no poder Cameron, ao mesmo tempo que recebeu muitas críticas da política de oposição [partido trabalhista] que o acusavam de oportunismo político e elitismo social [sempre a guerra sem trégua de pobres x ricos], foi saudado por estabilizar a economia do país e controlar a dívida pública nacional. Ainda assim, Cameron perdeu a confiança do povo e em 24/06/2016 renunciou, também porque era contra o BREXIT. Estes fatos servem para ilustrar as diferenças de moralidade entre o povo Inglês e o povo brasileiro.

No meio de tantos interesses ocultos, muitos acabam tomando como verdade tudo que tem origem em alguma entidade ao qual atribuem credibilidade, some-se a isso que a maioria dos humanos fazem prejulgamentos com base apenas em aparência e na opinião da maioria, sem qualquer filtro, que por sua vez também é muito influenciada pela mídia, que por sua vez também pode estar comprometida pelos próprios interesses econômicos, etc.  E, sem nem desconfiar acabam caindo na armadilha da qual tanto se preocupam em evitar.

O BRASIL PARECE CADA VEZ MAIS UM PAÍS AMORAL

A consequência é a desmoralização dos ricos e da riqueza que passam a ser vistos com ódio pelos simplórios de senso crítico e entendimento.


A maioria ouve, mas não compreende; vê, mas não percebe. O resultado é: o que parece na maioria das vezes não é o que parece. A seguir indico algumas contradições despercebidas pela quase totalidade dos brasileiros dos mais argutos até os mais idiotas úteis: 

(1) A que e a quem interessa combater o progresso capitalista querendo fazer crer que a humanidade deveria retornar a um estado anterior de escassez pré-capitalismo ou até mesmo pré-existência do dinheiro?  

(2) A que e a quem interessa fazer críticas ferrenhas à base Americana de Guantanamo em nome dos “direitos humanos” e se fazer de desentendido do genocídio Castrista do outro lado da cerca.  No Brasil, quais os interesses dos que tacham o presidente Bolsonaro de genocida e fazem vista grossa ao sistema político genocida cubano?

(3) A crença enraizada de que a ONU e o Vaticano são entidades empenhadas pela paz mundial é uma delas, e no mínimo irracional. Qual o meio delas existirem e até se expandirem senão se mostrando cada vez mais necessárias por meio de seus públicos-alvo e as desgraças que lhes são pertinentes? Qual o meio da ONU ser necessária, ou importante, e até expandir senão amplificando problemas, criando polêmicas com estes, para vender suas soluções. Qual o meio do Vaticano ser lembrado e justificar sua imunidade tributária senão pela enorme quantidade de idiotas úteis supersticiosos acreditando em suas histórias de milagres, e justificações para todas as desgraças e desgraçados e invejosos da humanidade?

(4) Qual o meio da política da psicótica-solidariedade existir senão fazer o discurso da marginalização da riqueza e de colocar-se no papel de vingador dos pobres contra os ricos? Tanto os interesses da ONU quanto os da política da psicótica solidariedade parecem orbitar (ou apoiar-se ) em torno dos interesses do Vaticano que já estão por demais infiltrados na mente das massas incautas e simplórias de discernimento.

(5) É para – no mínimo – ser questionado a que e a quem interessa uma “Corte Criminal Internacional” cujos “direitos humanos” são sempre enfatizados para os bandidos, terroristas, assassinos, etc.. Que fazem críticas ferrenhas à base Americana de Guantanamo,  e se fazem de desentendidos do genocídio Castrista do outro lado da cerca, senão aos interesses de justificar a existência da burocracia e dos burocratas do Tribunal Penal da ONU. 

(6) A que e a quem interessa um sistema global de impostos e taxas sob a cortina de fumaça do objetivo em “diminuir as desigualdades entre países” e a redistribuição obrigatória da riqueza e da renda sob a cortina de fumaça de combater desigualdades e justiça social, senão aos interesses de sustentar a burocracia e os burocratas da ONU; A história da humanidade mostra que igualdade e paz só existem nos cemitérios.

(7) A que e a quem interessa politizar a doença, o controle global da saúde, ampliar o pânico sobre os alimentos e paradoxalmente apoiar a liberação das drogas e  do aborto , senão aos interesses de justificar a existência da burocracia e dos burocratas da OMS.

(8) A que e a quem interessa criticar radicalmente as tradições da educação da civilização ocidental substituindo-as pelos modelos educacionais da UNESCO senão aos interesses de justificar a existência da burocracia e dos burocratas da UNESCO.

(9) A que e a quem interessa o pânico ecológico crescente, aterrorizando a população com o fim do mundo senão para submetê-las totalmente aos burocratas, ativistas, políticos e política alarmistas senão aos interesses de justificar a existência da burocracia e dos burocratas da ONU.

A resposta para tudo isso é simples: Se não houver problemas (pânico), não haverá dinheiro para a solução! Na essência, é a disputa por dinheiro, poder e controle por uma gente que desde os tempos de Stalin só pensa em tomar o poder sob a cortina de fumaça da igualdade e da justiça social, e sempre de olho no dinheiro fácil, no poder público onde pode obtê-lo no atacado, e nas mordomias sem fim! E muito do apoio a essas ações em prol do interesse próprio são oriundas da misteriosa “comunidade internacional” através de seus formadores de opinião (influenciadores) dos inocentes e idiotas úteis: pop stars, personagens destacadas do tipo Al Gore, cineastas, teatrólogos, atores de TV, teatro e cinema. 

Os vídeos a seguir ilustram os apoiadores 'idiotas úteis' da psicótica solidariedade e raivosos contra a riqueza alheia.

O eterno socialista revolucionário psicótico solidário é basicamente um frustrado em alguma(s) área(s) de sua vida: profissional, familiar, social, etc.  No fundo a conversa de preocupação social [caridade e solidariedade, etc.] não passa de um desejo inconfessável de que tudo se exploda para que todos à sua volta sintam-se tão desgraçados quanto ele mesmo. Um conselho: elimine-os de sua vida.


O vídeo a seguir ilustra alguns políticos 
da psicótica solidariedade



A questão do Erário

No País onde se chega ao poder político pelo voto e a liberdade de escolha é limitada as opções que existirem na época e as regras da proporcionalidade dos votos recebidos para ser eleito, que não estão no controle direto de cada eleitor, a ideologia dos inocentes e idiotas úteis tomará conta do Brasil, não pela capacidade, mas pela quantidade. 


No Brasil, a receita para ser considerado intelectual progressista é simples, não exige trabalho algum: Apareça na TV com muitos livros atrás que nunca leu; diga que é psicótico solidário desde criança; minta que não adora dinheiro fácil; fale muito mal do capitalismo e diga que Cuba é um paraíso sem nunca ter ido lá.

Disse Fiódor Dostoiévisk [1821 - 1881]: “A tolerância [o atual politicamente correto] chegará a tal ponto que as pessoas inteligentes serão proibidas de fazer qualquer reflexão para não ofender os imbecis”. 


Exemplo ícone de eleitor útil aos interesses perversos de outros.

Na Nicarágua, comunistas prendem os líderes de oposição. Na Venezuela, comunistas promovem ataques armados contra opositores. Em Cuba, comunistas promovem ataques armados contra opositores. 

No Brasil, em 14/07/2021, Lula faz pronunciamento omitindo [defendendo] todas as atrocidades dos líderes cubanos para se vender como solidário e defensor da democracia e dos direitos humanos para os eleitores "idiotas úteis", a maioria. Só há duas explicações: Ignorância da história ou mentira de socialista brasileiro para enganar incautos, pobres, invejosos  e jogar a lama da inveja nos ricos. Os 13 anos do PT no poder evidenciou isto. O verdadeiro socialista deveria fazer o discurso em prol do investimento em educação e saúde públicas e do combate à corrupção. Mas, o objetivo do socialista brasileiro sempre foi apenas poder e dinheiro.

Mais incrível ainda é haver brasileiros defendendo políticos que apoiam os políticos da política cubana. A história provou o fracasso de tentar implantar tanto a Fé Cristã quanto o socialismo com base nos valores desta e na Teoria de J-J Rousseau, em larga escala e à força, conforme defendido pelos marxistas revolucionários, então passaram a agir através de uma ação reformista gradual, preconizada por Antônio Gramsci, e para isso foi criada a política dos “direitos humanos”. 

É realmente espantoso o fato de a ignorância e a vontade de agradar serem mais poderosas do que a sabedoria ! A força motriz do mundo é a tolice !

O objetivo continua o de vender aos incautos e idiotas úteis o sonho impossível do mundo melhor igualitário e paradisíaco, o céu cristão na Terra. Contudo, a igualdade seria só para o povo e não para os dirigentes políticos e altos funcionários da ONU. Todo governo e alguém contrário a seus interesses são considerados perniciosos e obstrutivos ao bem maior da "sociedade". A única explicação plausível para se defender a realidade defendida pela cúpula do Vaticano, os psicóticos solidários e os ditadores comunistas são as vantagens econômicas para os dirigentes do alto clérigo do Vaticano e os políticos cujas considerações culturais tradicionais conservadoras são deixadas facilmente de lado por alguns milhões.

O que eles falam não é o que eles fazem, mas os "idiotas úteis" não percebem !


Além dos impulsos destrutivos contra a civilização ocidental que nos legou a liberdade econômica, o espírito democrático e científico, a filosofia, enfim, tudo que representa um bem para a prosperidade do ocidente, os principais alvos de seus interesses próprios inconfessáveis no sentido menos difuso são: os que denominam de burgueses, os grupos econômicos, os donos da terra especialmente os latifundiários, que caracteriza bem o alvo do comunismo na década de 60 onde o latifúndio representava uma importante riqueza. 

Desde a época do homem caçador-coletor e, principalmente, a partir da invenção do dinheiro como meio de troca e do surgimento da propriedade privada, a vida passou a exigir cada vez mais a precaução com os gastos no presente devido à preocupação com gastos futuros inesperados e daí surgiu a importância da compactação/redução (sentido figurado), portabilidade/liquidez de todos os bens que não são imediatamente consumidos para que permaneçam como reserva de riqueza para uso posterior e que seu possuidor possa dispor delas a qualquer tempo e lugar. E isso não é representado melhor por outra coisa senão o ouro e o dinheiro. Todo o bem estar do ser humano passou a ser dependente de bens e direitos representados pelo seu equivalente em ouro e dinheiro, que constituem medida cômoda de valor de todas as coisas, inclusive entre nações diferentes. Graças a essas medidas de valor e a possibilidade de serem passados entre os interessados com mais facilidade toda a cadeia produtiva do Estado é alimentada. A tal ponto de sua importância poder ser comparada a corrente sanguínea para o Ser Humano. Onde o ouro e o dinheiro são escassos surgem  ruína e desgraça; onde são abundantes há força no movimento das trocas de riquezas. Toda época da humanidade possui vantagens e desvantagens, o comunismo parece sonhar só com vantagens e ignorar as desvantagens, isso é típico de pessoas imaturas, tal como as crianças.

O bem estar de alguns sempre serviu de álibi para os interesses gananciosos dos tiranos populistas. O socialismo é o método mais eficaz para converter ricos em pobres; Pobres em miseráveis e governantes em milionários.

O vídeo abaixo mostra o que acontece quando toda a riqueza das famílias é drenada para o Estado a fim de atender a supremacia do interesse público e coletivo sobre o individual e das famílias.

Cuba já foi assim antes de ser sequestrada pela 

supremacia do interesse público sem limites


CUBA em 14.07.2021


A história informa claramente que os políticos solidariopatas (psicótica solidariedade) usam do discurso altruísta em prol da coletividade, dos direitos humanos, como cortina de fumaça para dissimular os próprios interesses egoístas particulares inconfessáveis. A história demonstra que os que não amam a humanidade, fazem o discurso de que amam e lutam para a sua melhora; Os considerados inimigos da humanidade por aqueles que dizem amá-la, de fato amam-na mas sabem que ela, em razão da sua natureza imutável, nunca poderá viver no paraíso.



Não é possível deixar de considerar que o dinheiro é o mestre e senhor de riqueza medida e desmedida, ele é a motivação da paz e da guerra. O crédito das nações depende dele; seus correspondentes são inumeráveis; seus mensageiros especiais são mais numerosos do que os de todos os Reis, príncipes soberanos e soberanos absolutistas, ministros de Estado estão a seu serviço. Senhor supremo nos gabinetes em todos os continentes da Terra. É preciso aprender evitar os seus males pela dura experiência dos erros e acertos, caindo e levantando-se. É preciso aprender a reconhecer a insignificância nas aparências e a discernir o profundo do superficial para fazer a melhor avaliação e uso do dinheiro, e não se deixar levar por fantasias igualitárias e da marginalização da riqueza. No passado cada progresso era associado simultaneamente  a um retrocesso relativo de outros: são exemplos notórios a produção do açúcar e do algodão com utilização de escravos. Durante séculos o bem-estar e o desenvolvimento econômico de uns se verificavam à custa da dor e da repressão de outros. Porém, tudo na vida sempre mudou e mudará. Hoje a riqueza de uns não necessariamente depende da pobreza de outros. E, ao contrário, a riqueza de uns é o antídoto para a pobreza de outros milhares.

O vídeo a seguir foi patrocinado pela bilionária NIKE em homenagem à sua patrocinada RAYSSA LEAL, de Imperatriz-MA que obteve a medalha de prata nas Olimpíadas do Japão (2021) na competição de Skate. Esta informação é para ilustrar como os interesses egoístas de um bilionário podem produzir a melhora financeira de pessoas pobres. Do ponto de vista financeiro e da distribuição de renda pelos tributos e gastos, o egoísmo de um bilionário é - de fato - mais altruísta do que o altruísmo de milhares de pobres. O fato de um pobre não possuir cultura financeira para aproveitar as ótimas oportunidades não pode ser posta na conta dos ricos.

A nossa tragédia nacional é que não houve uma clara derrota da mentalidade anticapitalista; não houve nenhum processo de depuração vigoroso cultural de 'descomunização' nas escolas. Os anticapitalistas com mentalidade comunista ou socialista radicais ainda vivem na área negligenciada há séculos no Brasil: a cultural. E baseando-se na auto desinformação e nos desinformados, nas teses de Antonio Gramsci, Karl Marx, Escola de Frankfurt, e crenças, histórias de milagres e Santos do Cristianismo ainda estão muito presentes na história política brasileira.

Infelizmente, não é possível que o povo brasileiro salte de uma só vez da mentalidade anticapitalista [marginalização da riqueza] para a capitalista sem uma revolução educacional e sem demorar décadas. A insanidade cultural é tanta que basta salientar que bandidos  famosos como Lucio Flavio e João Acácio Pereira da Costa [o Bandido da Luz Vermelha] viraram filme, livro, música, e muita gente batizou seus filhos com o nome deles para homenageá-los.

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Um mesmo objeto colocado ao dobro de distância imprime aos olhos uma imagem com a metade da extensão. A diferença não reside no próprio objeto ou no observador, mas na posição do objeto em relação ao observador. E, de fato, sem uma correção das aparências os homens não podem pensar ou falar de modo uniforme sobre qualquer assunto, já que suas variáveis posições produzem uma continua variação nos objetos e colocam os observadores em perspectivas e situações distintas e contraditórias. A fim de reduzir estas divergências que influenciam, e até determinam, o juízo de valor, é preciso entender bem o fato além de sua aparência preconceituosa pejorativa, e mais pelas suas consequências concretas e acidentais na sociedade para as nossas decisões morais e de caráter geral. Muitos seguem cegamente tradições sem nunca terem tido a curiosidade de saber quando, onde, por que, e qual a condição sociocultural da humanidade que as fizeram  surgir. Assim são escravizados por meios de enganos baseados nas tradições criadas pelas falhas humanas. Faz-se necessário, primeiramente, entender a origem da hostilidade [marginalização] à riqueza. 

Desde a origem primordial da humanidade, em 99% do tempo de sua existência, não se  falava de nenhuma lei, nenhuma regra de justiça comum, nenhuma distinção de propriedade, tal como no mundo contemporâneo. As religiões faziam o papel da lei para manter a ordem pelo temor e superstições. O poder do mais forte era a única medida do direito, e uma guerra permanente de todos contra todos era o resultado do egoísmo incontrolado e da barbárie individual ou de um grupo. A humanidade vivia nos campos e vagava dispersa possuindo apenas aquilo que suas mãos e forças lhe permitiam agarrar e manter à custa de lutas e morticínios. Didaticamente, diremos que em um dado momento, nos primórdios do aumento da inteligência humana (a partir da era do fogo), percebeu-se a necessidade de reunir em um só lugar aqueles que viviam dispersos  a fim de aumentar as suas chances de sobrevivência. Organizaram então as instituições voltadas para a utilidade pública e os pequenos agrupamentos protegidos por muralhas cresceram e formaram as cidades, os Estados e as Nações.  Durante muitos séculos, o luxo, o refinamento nos prazeres e confortos da vida foram tomados como a origem de toda a corrupção da sociedade e causas imediatas de discórdia, rebeliões e guerras civis. O dinheiro era um ídolo quase sempre associado à corrupção, venalidade e rapina. Por isso, o luxo (exceto o do hipócrita vaticano) foi considerado como um vício e sempre constituiu assunto dos discursos de todos os severos moralistas do clérigo cristão e de políticos falso moralistas com o intuito eleitoreiro.

Na antiguidade e no medievo havia a crença de que a quantidade total de riqueza do Mundo era limitada e que, em razão disso, a riqueza de uma pessoa ou de um reino implicava necessariamente no empobrecimento de outros. A riqueza e a pobreza eram representadas por uma equação de soma zero. Ademais, a regra durante a maior parte da história era a do enriquecimento por meio de pilhagens. Um Rei [Reino] enriquecia pilhando outro Rei [Reino]. No mercantilismo, os nobres [amigos do rei] pilhavam quem podiam; por sua vez, o Rei pilhava a quem quisesse. A riqueza dos “amigos” do Rei não era bem vista. Hoje o Rei é o Estado, e os ricos e a riqueza continuaram com a fama dos “amigos” do Rei. A riqueza consistia de coisas materiais como terras, gado, escravos, ouro, de modo que era plausível confiscá-los. Havia a crença de que a riqueza podia ser repartida de muitas formas diferentes, mas nunca ficava maior, era como se a soma de toda riqueza e pobreza fosse igual a zero. Até o final do século XIX e início do século XX muitos ricos tinham suas riquezas e confortos advindos de trabalho escravo, a exemplo da produção de açúcar e algodão no sul dos USA. É por isso que muitas culturas concluíram que ter muita riqueza era pecaminoso [até criminoso]. A fim de tornar os seres humanos tratáveis, subjugar a ferocidade e o egoísmo naturais que os incapacitavam para a vida em sociedade, controlar a violência por meio de um ardil sentimental antinatural repressivo com base em superstições e crenças produtoras de medo e castigo eterno, e fazer média [politicamente correto] com a maioria pobre, a religião cristã atribuiu, como oriunda do personagem principal de seus dogmas [Jesus Cristo], algumas recomendações a fim de controlar as massas pelo medo e superstição, tal como a seguir indicado: “É mais fácil passar um camelo pelo buraco de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus.” [Mateus 19:24]. "Os últimos serão os primeiros", etc. Os ensinamentos do cristianismo deveriam ajudar a apaziguar as rivalidades sociais, mas NUNCA conseguiram fazê-lo porque recomendam utopias, condutas morais ilusórias, surreais, apartadas da realidade da natureza humana. A relação entre a riqueza e a pobreza não é uma equação de soma zero, e com base em uma elevada moral deveria ser considerado que para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa trabalhou sem receber. Esse critério é o exato oposto ao da crença popular da quase totalidade dos brasileiros, caracteristicamente dos "socialistas-revolucionários-invejosos".  A riqueza herdada hoje se não for merecida é repassada em forma de venda pelo herdeiro ou em processo de falência. Para ser preservada ou ampliada é preciso capacidade para suportar o seu ônus.  A riqueza deixou de ser algo que só podia ser herdado dos "nobres“ amigos dos monarcas e passou a ser cada vez mais adquirida, descoberta, acumulada, investida e protegida de perdas, e também um grande ônus para quem a possui.

Ninguém entende melhor de riqueza material e vive melhor nela do que o clérigo da cúpula do vaticano. A doutrina da pobreza criada e incentivada pelo Vaticano mudou o conceito de ser rico e da riqueza na mente dos incautos. Associaram pobreza à humildade, ao vitimismo , ao ser explorado pelos ricos, fatos que não tem nenhuma necessária correlação por si só; como também o exato oposto não significa ser arrogante e mal caráter. Ser bilionário não é nem errado, nem “pecado” !  Não obstante os tempos terem mudado, em razão da inveja a cultura afetada pela crença de que o dinheiro é sujo e o rico é marginal continuou no pensamento automático superficial de  milhares de pessoas, sobretudo onde a influência do cristianismo é muito relevante.   A hipocrisia do Vaticano conseguiu instilar o sentimento (que passou a ser tido como verdadeiro) de que criticar os pobres é típico da maldade, da estupidez, do egoísmo, e o seu oposto a prova de uma mente esclarecida e avançada, comprometida com o que há de melhor na humanidade, e de sensibilidade refinada. Vários formadores de opinião foram (e estão) envolvidos nessa armadilha, muitos até comprados pela própria vaidade: escritores, artistas, professores, cientistas, etc. Todos (incluídos aí os esquerdistas-socialistas brasileiros) fazem parte de um grupo a que denomino “Clube dos Inocentes”, em analogia com a expressão “inocentes úteis”, adaptado do termo “idiotas úteis” do Lenin. São todos aqueles que não sabem das coisas, mas defendem a “causa” com ardor moralístico e religioso. De forma inconsciente ou semiconsciente vivem financiando a fábrica de cordas com que também serão enforcados junto a todos os que consideram inimigos. Se retirar a máscara do clérigo do cristianismo não sobra nada. Some-se a isso o fato de o cristão está sempre acompanhado do sentimento de culpa pelo próprio sucesso (e até de buscá-lo), e olhar para quem considera tê-lo sem culpa produz um grande sentimento de inveja e desejo de diminuir (ofender) o invejado. Essa é a vida dos seguidores da maior e mais disseminada fraude literária do mundo. Contudo, os tempos mudaram e a cultura afetada pela crença de que o dinheiro é sujo e o rico é marginal continuou no pensamento automático superficial de  milhares de pessoas, sobretudo onde a influência do cristianismo é muito relevante. 

Não interessa ao clérigo do Vaticano alertar seus seguidores de que a mudança de tudo é uma constante, desde fatos simples até eras de mudanças e mudanças de eras.  Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Quem não observa as mudanças de sua época, quem permanece imutável, indiferente a relevantes mudanças, poderá terminar  até destruído por ela. 

Há mais de 2000 anos Heráclito de Éfeso, filósofo pré-socrático considerado o “pai da dialética”, já dizia: tudo é mudança. O escritor e futurista norte-americano Alvin Toffler, autor dos livros “Choque do Futuro” e “A Terceira Onda” observou: O analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender (hábitos, formas de produzir, modelos e paradigmas obsoletos, etc) e reaprender. Galileu Galilei dizia: “não existe nada pronto e perfeito, e sim adaptações, mutações e transformações do conhecimento”. Aprender sempre foi um desafio permanente na vida  em todas as épocas da humanidade, ele sempre existirá na vida de todos de modo formal (estudo tradicional) ou informal com estímulos voluntários ou involuntários (sortes e principalmente os azares). 

Hoje, a riqueza consiste de capital humano produtor de tecnologia, know-how organizacional que, em consequência, é difícil pilhá-la ou conquistá-la por força militar. Para ilustrar, (1) Como qualquer estudante iniciante de economia sabe, o preço é uma função da escassez relativa - inundar o mercado com ouro fará ele passar de uma raridade a um produto comum. A oferta aumenta, o preço diminui. Há uma razão mais fundamental pela qual nem um asteróide gigante de ouro não tornaria o mundo fabulosamente rico. Simplesmente porque a riqueza não vem principalmente de grandes quantidades de matéria prima, mas da capacidade de criar coisas que satisfazem os desejos humanos a partir delas. É notório que a grama de ouro bruto vale menos do que as várias peças de ouro produzidas com ele. Uma fábrica de aço representa riqueza real maior do que o estoque de aço contido dela, porque é usada para fabricar peças para carros, edifícios e assim por diante. Uma simples casa também, porque você pode morar nela ou alugá-la. As habilidades e conhecimentos em uma mente também são uma forma de riqueza, mesmo que não sejam contados nas estatísticas oficiais.  Um asteróide gigante cheio de ouro só acrescentaria um pouco à riqueza real. O metal teria várias aplicações industriais e produziria belas jóias e restaurações dentárias, mas não desencadearia uma nova revolução industrial ou reduziria drasticamente o custo de bens e serviços ou, em geral, tornaria a vida humana muito melhor ou mais confortável, que hoje representam coisas mais desejadas do que o ouro por si. O ouro não tem preços altos apenas porque é raro - muitas coisas raras têm pouco ou nenhum valor de mercado. É porque é raro em relação à demanda das pessoas por isso.  A riqueza não vem de asteróides de ouro ou de depósitos de diamantes. Vem das atividades produtivas dos seres humanos, criando coisas que outros seres humanos desejam. As fabulosas fortunas de De Beers, em última análise, não vieram de seu controle sobre um certo tipo de rocha deslumbrante, mas de sua capacidade de convencer o mundo de que o brilhante poderia ser usado para significar amor e devoção. Em suma, a riqueza já deixou há muito de ser dependente de recursos materiais escassos, mas sim do aproveitamento de maneira inovadora dos recursos escassos. [Extrato parcial (adaptado) de artigo de Noah Smith na Bloomberg Opinion, com adições pessoais.] Se olhássemos o mundo não pelo que as pessoas têm registrado em seu nome como propriedade, mas pelo que elas consomem versus o que elas produzem, o conceito de injustiça social seria absolutamente diferente. Os que vivem de pregar contra as injustiças seriam vistos apenas como aproveitadores, não produzindo nada e consumindo o que outros produziram. No fundo, é essa a mais pura realidade. (2) considere o caso: Inicialmente, a riqueza do Estado da Califórnia consistia de minas de ouro, mas hoje reside na mente dos engenheiros do Google e dos roteiristas, diretores e magos dos efeitos especiais de hollywood, que estariam no primeiro avião para outro Estado ou País muito antes que os invasores lá chegassem. A paz e a tributação coerente se tornou mais lucrativa do que a pilhagem. A ganância egoísta tornou-se benéfica na economia moderna, haja vista que a prosperidade de um não implica na pobreza de outros e os lucros são usados para expandir a produção, contratação de mais empregados e no consumo e investimentos próprios dos empreendedores. A tecnologia produziu desempregados, mas também eliminou muito trabalho forçado, braçal e repetitivo. Quanto maior a riqueza, maior a contribuição ao Erário com tributos. Um pode ser rico sem que outro tenha que ficar pobre; um pode ser obeso sem que outro tenha que passar fome na razão direta de sua obesidade. A riqueza do mundo pode aumentar e aumentou para muito além do que se pensava na antiguidade e medievo e a sua distribuição desigual não pode ser colocada na conta exclusiva dos mais ricos. Na verdade, estes contribuem para a redução da pobreza. A ineficiência e a corrupção dos governos são os verdadeiros causadores da pobreza. O único praticante de pilhagem de bens e impostos tornou-se os Governos que se aproveitam da cultura da marginalização da riqueza para apresentar propostas de aumentar a tributação da riqueza, a exemplo da proposta do imposto sobre grandes fortunas,  do aumento da progressividade do I.R e do que ocorre com o imposto sobre herança. A cultura de ver o rico e a sua riqueza como coisas marginais à ética e à licitude é um importante motivo do subdesenvolvimento brasileiro que deve ser considerado nas propostas de uma reforma tributária. Esta crença também é o que faz existir políticos com discurso dito “de esquerda”.

Exemplo de pilhagem no mundo moderno: ex-prefeito da cidade do Rio de Janeiro. Aproveita-se da desinformação e do preconceito pejorativo das massas contra os ricos, aumenta o IPTU absurdamente de quem mais gera e distribui a riqueza contribuindo para reduzir a pobreza e isenta inúmeros que deveriam pagar algo ou bem mais em prol da razoabilidade e moralidade. Enquanto isso, 200 mil mortes pelo Covid-19 [ref. 01/2021]. Quantas vidas poderiam ter sido salvas com as gastos superfaturados em hospitais de campanha, respiradores e outros produtos para o suposto combate ao Covid-19? Some-se a isso a pilhagem na forma de imunidade de impostos pelos Templos Religiosos.

A quem interessa a supremacia do interesse público sobre o particular? Quem são seus principais beneficiados?  A imagem abaixo mostra a mudança patrimonial dos maiores bilionários dos EUA desde o início da pandemia de Covid-19 [ref. Ano 2020]. É de se perguntar em que o aumento da riqueza dos indicados bilionários contribuiu para o aumento da pobreza no Mundo? Na verdade, eles e as riquezas deles contribuem para a redução da pobreza no mundo.

Entende-se por senso comum um conjunto de ideias inconscientes ou semiconscientes com as quais os indivíduos organizam suas vidas. Representa um conjunto de valores (tradições, filosofias, religiões, etc), aceitos até inconscientemente, herdados de gerações mais antigas e dadas como certas em si mesmas, das quais nem se dá conta. Vejamos algumas consequências de crenças equivocadas e suas consequências na vida socioeconômica e política brasileiras: 

O projeto The Giving Pledge, criado em 2010 por Melinda Gates, Bill Gates e Warren Buffett, tem como objetivo incentivar que bilionários do mundo doem mais da metade de sua fortuna para caridade. Hoje, mais de 200 indivíduos e famílias com mais de US$ 1 bilhão se comprometeram com a causa.  Entre os filantropos estão Mark Zuckerberg, do Facebook; os financistas Ray Dalio e Bill Ackman; Elon Musk, da Tesla e Reed Hastings, da Netflix, além dos próprios fundadores do projeto. Agora, Vélez e sua mulher, Mariel Reyes, aumentam a fileira dos interessados em deixar parte da fortuna que acumularam ao longo da vida para criar melhores condições no mundo. O patrimônio de ambos é estimado em US$ 5 bilhões, vindos principalmente da participação acionária no Nubank. De acordo com a carta de adesão que assinaram, o foco da filantropia será nivelar a oportunidade dos jovens da América Latina.

A atitude mais do que louvável deveria ser inquestionável. É uma doação de patrimônio pessoal voltada a melhorar o mundo. No entanto, por incrível que pareça, não faltaram críticas sobre o anúncio nas redes sociais. A frase “ser bilionário é imoral” virou o bordão dos invejosos contra os praticantes dessas boas ações. Além de invejosos, são boçais que não entendem como funciona o sistema capitalista que, mesmo com todas as injustiças, ainda é o melhor que temos para o desenvolvimento humano. Isso quer dizer que o capitalismo, pode ser o pior sistema econômico, mas será sempre melhor que os demais.

O que parece ironia de psicótico-solidário é verdadeiro. 

O gráfico acima mostra como a extrema pobreza relativa ao total da população diminuiu no mundo nos últimos dois séculos. Isso acontece por um motivo simples: a livre iniciativa de empreender. O aumento de riqueza reduz a pobreza; o aumento da pobreza reduz a riqueza, logo é fácil concluir que a pobreza depende mais da riqueza do que a riqueza da pobreza. Bilionários só existem porque criam valor para pessoas que podem consumir seus produtos ou serviços e, assim, pagar por eles LIVREMENTE E VOLUNTARIAMENTE. Com isso, geram milhares - em alguns casos centenas de milhares - de empregos. Ou seja, é uma contribuição efetiva para diminuição da pobreza, ainda que o acúmulo de capital com poucos possa aumentar a desigualdade. O egoísmo de um bilionário é mais útil à coletividade do que o altruísmo de milhares de pobres.

Milhões de brasileiros são vítimas de falsas narrativas dos mais variados assuntos, sobretudo na política e, em particular, pela credibilidade que dão à grande mídia. É a velha metáfora que nunca saiu de moda: O ser humano por preferir a inércia ao trabalho prefere seguir preconceituosamente um Peru a um simples Galo! E a realidade mostra que existem muitos urubus fantasiados de Peru!

Os socialistas e os ambientalistas revolucionários são mais ou menos assim ...Eles dizem: Vivemos em uma nação racista, sexista e homofóbica durante um perigoso período de declínio. Os salários estão estagnados. A pobreza piora. A guerra e o terrorismo estão em alta. O crime violento é galopante. A qualidade do ar e da água está diminuindo. As emissões de gases de efeito estufa estão aumentando. E tudo é sustentado por um sistema econômico grosseiramente injusto - chamado capitalismo - baseado na ganância, egoísmo e exploração, onde "os afortunados" ficam ricos e todos os outros ficam mais pobres. Os “afortunados” necessitam de que outros fiquem mais pobres! Contudo, não há um grão de verdade nesta meta narrativa que é vendida e comprada por milhares de brasileiros diariamente como 100% verdadeira.

Claro, todos conhecem pessoas que são racistas, sexistas ou homofóbicas. Mas isso dificilmente define a nação brasileira. A titulo de exemplo ícone citarei alguns aspectos também da sociedade dos USA. Nenhum outro país de maioria branca (92%) no mundo elegeu um presidente negro com um mandato - muito menos dois, apenas para ilustrar com o exemplo da maior potência capitalista do Mundo. O que pensar do Brasil. Benedita da Silva já teve apoio popular para ser Governadora do Estado do Rio de Janeiro, e nas eleições de 2020 foi rejeitada pela incompetência associada à sua pessoa e não à sua raça.

É dito em voz alta que a mulher média  ganha menos do que o homem médio. Mas isso não é evidência de fato de discriminação depois de contabilizar vocação, especialização, educação, experiência,horas trabalhadas, limitações impostas pela maternidade, etc. a diferença entre o que homens e mulheres ganham tornam-se mais realista e mais insignificante. Ademais, é contra a lei – em todo o território nacional -  pagar a uma mulher menos do que a um homem pelo mesmo trabalho. Onde a Lei formal não atua, a Lei de mercado se faz presente, mas estas pouquíssimas circunstâncias não caracterizam a nação. Na frente ambiental, a qualidade do ar e da água vem melhorando há décadas. Os gases de efeito estufa dos EUA caíram 10,3% no ano passado devido à pandemia de coronavírus, resultando nas menores emissões em três décadas, de acordo com a empresa privada de pesquisa de dados Rhodium Group. O Mundo não têm uma guerra entre grandes potências desde 1945. E os ataques terroristas - apesar do que se vê no noticiário - estão em baixa, não em alta. Os salários sempre caem ou ficam estagnados  durante toda Grande Recessão. A crise causada pelo pandemia do Covid não poderia se diferente. Mas eles crescerão de novo em ritmo até mais rápido do que antes, exceto em países como Venezuela e Cuba. A mídia informa que a pobreza está aumentando, contudo não observa que a prosperidade no capitalismo é baseada muito no conhecimento, aqueles com habilidades e saber avançados têm enriquecido mais rápido do que o restante oposto. Fato este que o sistema socialista não possibilita, salvo para a cúpula do poder dirigente.

E a ideia de que o sistema econômico capitalista é baseado no egoísmo, ganância e exploração é uma descaracterização risível. É uma visão parcial e míope da verdade. Tanto os ricos quanto os pobres  são motivados por interesses próprios (egoísmo) racionais e louváveis. Assim como as pessoas em todos os lugares do Mundo. O capitalismo permite a prosperidade àqueles que conseguem  fornecer a outras pessoas o que elas desejam; o socialismo nem isso. Justifique a Si como isso é uma coisa pior do que o socialismo , ou justifique a Si o que haveria de opção melhor. As mazelas do Brasil não estão no sistema capitalista e sim na corrupção no sistema capitalista brasileiro. Não são poucos os brasileiros que defendem o Lula livre. O político é eleito pela sociedade que existe e não por uma idealizada para uma democracia de sonhos.

Os empresários são gananciosos? Aqui está uma verificação da realidade ...Você pode ser o empresário mais ganancioso do mundo e ninguém vai lhe dar um centavo até que você forneça um produto ou serviço que eles querem comprar. As transações de mercado livre são voluntárias. Se você não quer trabalhar para uma empresa, comprar de uma empresa, vender para uma empresa ou possuir suas ações, você não precisa. Onde está a exploração nisso? Em suma, a maioria (quase totalidade) das narrativas socialistas divulgada pela grande mídia, é - para ser franco - besteira para inocentes e idiotas úteis. E, certamente, há muitos interesses inconfessáveis por trás disso. Não é à toa que está cada vez mais notório que os brasileiros  confiam cada vez menos nas mídias oficiais do que nunca.

Neste ambiente sociocultural, o ITCMD representa uma tentativa de prolongar uma permanente ameaça à riqueza, de prolongar o absolutismo ancestral, a despeito dos progressos da cultura. Não marcha no rumo da história, mas para tentar pará-la. É contra o capitalismo pelo que tem de avançado – a liberdade, e não pelos seus defeitos. A sua existência só é defendida pelos anacrônicos que ainda defendem uma “revolução proletária”, a elite travestida de popular que não conhece as consequências deste imposto, que tentam reverter o estado liberal para o autocrático autonomeado pelo e para os seus pares, e seus apoiadores que são pessoas do tipo que não fazem questão de conhecer a partitura das músicas que gostam, bastando-lhes ouvir a música que seus pares (companheiros) estão tocando. Estes são meros seguidores de crenças,  culturas ancestrais  e senso comum que correspondem a um conjunto de ideias inconscientes ou semiconscientes com as quais os indivíduos organizam suas vidas. Representa um conjunto de valores (tradições, filosofias, religiões, etc), herdados de gerações mais antigas e dadas como certas em si mesmas, aceitos até inconscientemente,  das quais nem se dá conta.


Assim, quase a totalidade dos argumentos “morais” [tolices] a favor do imposto sobre heranças e sobre grandes fortunas são, na realidade, baseados no preconceito relacionado à marginalização da riqueza e à glorificação da pobreza que surgiu na antiguidade pelo cristianismo e vem sendo mantido desde então pelos interesses políticos de poder sobretudo do clérigo católico do Vaticano. Estatisticamente, a quase totalidade dos brasileiros não sabe nem que este imposto existe e, quando já ouviu falar, desconhece as suas consequências, mas são até radicalmente a favor do imposto porque se veem excluídos do problema que afeta apenas os outros (os "ricos") os quais invejam. Imagine uma criança (um incapaz) receber uma herança significativa e ser saqueada tanto pelo tutor quanto pelo Estado! Vejo isso como algo lamentável/desumano para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil.

Não há na sociedade contemporânea nenhuma racionalidade e moralidade que sustente seus argumentos extemporâneos. Não é por nada que o personagem Robin Hood era auxiliado por um comparsa padre nas suas emboscadas para roubar o dinheiro dos ricos para dar aos pobres. A cultura da hostilidade à riqueza facilita a sua extorsão e o discurso político hipócrita, e quando esta é associada à cultura da corrupção o resultado é cada vez mais pobreza. 

Segundo o Banco Mundial, o Brasil tem a maior carga tributária do Mundo que, certamente, é utilizada para sustentar a notória ineficiência da máquina estatal e porque não considerar até a corrupção. O Estado moderno precisa limitar a própria riqueza em prol da riqueza das famílias que nele existem. A moral da relação de dependência entre o Estado e seus habitantes e a respectiva tributação não podem continuar fixas  em valores socioeconômicos da antiguidade, do medievo e em superstições, medos e preconceitos contra a riqueza criados, mantidos e estimulados até os dias atuais pelos interesses de Poder do Vaticano.

É preciso analisar as armadilhas do preconceito, pois as discussões sobre o assunto tendem a ignorar os malefícios deste tributo simplesmente pelo preconceito da marginalização da riqueza. A cegueira produzida pelo hábito da cultura enraizada contra a riqueza faz com que os mesmos políticos que defendem esta tributação também falem da necessidade de reduzir o tamanho do Estado com privatizações, terceirizações, etc.. objetivando a redução da ineficiência e corrupção estatal e melhor utilização do dinheiro público. Poderia haver alguma lógica comum para os dois objetivos? Como disse Mark Twain: “É mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las de que foram enganadas.”

Muitos erros, além de derivarem de simples descuidos ou ignorância, têm raízes profundas em nossos processos mentais influenciados por nossas crenças. Atenção por si só não consegue livrar-nos das inúmeras falácias, insensatez, e sofismas e crenças equivocadas que nos rodeiam diariamente, tal como a da progressividade na tributação para a justiça fiscal, baseadas em crenças de realidades que já não existem mais. É preciso muita cultura e reflexão. Nossas decisões nem sempre são suscetíveis às consequências conhecidas, ainda menos quando estas são ignoradas [não sabidas], ou avaliadas de modo errado, incompleto. Informações que necessitam de entendimento mais profundo criam espaço para erros e decisões equivocados.



A realidade determina que alguém pode se esforçar muito, muito mesmo, por uma coisa que não interessa a ninguém, só a ele mesmo, e até se orgulhe muito disso dizendo em voz alta: “eu faço o que eu gosto”. Mas, infelizmente, o seu esforço poderá não ser recompensado financeiramente e a realidade o obrigará a ter que fazer o que gosta associado à pobreza. Por outro lado, alguém pode se esforçar quase nada [em relação a outros] e fazer o que não gosta [até odeia], e, ainda assim, fazer o que interessa muito a muita gente e a realidade possibilitará que este faça o que não gosta na companhia da riqueza. Aí os pobres dizem: "não é justo"! Mas veja bem: ninguém trapaceou. Ninguém foi desonesto. Não é uma questão de que a ideia de um é melhor ou pior que a de outro, ou que um seja essencialmente [biologicamente] melhor que outro. A diferença essencial está no foco dado ao esforço: os ricos fazem coisas que agregam valor para os outros! Claro, a vida, e nesta a riqueza e a pobreza, é muito mais complicada do que isto. Mas, é preciso estar ciente de que é possível alguém se dar financeiramente melhor com pouco esforço, que outros com muito esforço. E não é culpa dos ricos essa diferença! Esta está não somente, mas também nas escolhas de cada um. E, sendo assim, como pode se injusto? Injusto seria colocar barreiras que propositalmente ou previsivelmente irão beneficiar uns em detrimento de outros, tal como o imposto sobre herança ou grandes fortunas. No mais, a regra da vida não é a equidade porque a natureza humana não é equânime. Alguns nascem em famílias ricas, outros em famílias pobres. Uns tem pais bons e amorosos, outros não. Uns são proativos, outros reativos. Uns são mais favorecidos pela biologia, outros menos. Uns são responsáveis, outros irresponsáveis. Uns são frugais, outros pródigos. E vale lembrar as inúmeras possibilidades combinatórias entre as inúmeras variáveis. E por aí vai. A pergunta deveria ser: como ajudar as pessoas que ficaram pra trás na corrida da vida sem colocar a culpa, sem ser injusto, com os que estão na frente? Isso os socialistas [talvez até por simples inveja] não consideram, ou não desejam considerar, pois a verdade os ofenderia. 


DO USO POLÍTICO INDEVIDO DESSE PRECONCEITO

A que tipo de política e políticos interessa esse preconceito? Qual será a lógica de uma proposta como a do imposto sobre herança e do imposto sobre grande fortuna. Que conhecimento de causa e efeito possuem os seus proponentes e os seus apoiadores, qual a ideologia que os inspira no Mundo atual? As únicas possíveis hipóteses são:

(1) A de considerar o povo mero “escravo” para servir aos senhores agentes políticos enquistados nas delícias das mordomias das “cortes” de onde governam;

(2) Se pobres votam na esquerda, ENTÃO deve convir aos políticos de esquerda multiplicarem a pobreza [sentido amplo] para se perpetuarem no poder.

(3) Os políticos usam destas propostas para mostrar ao povo que crê [de forma até inconsciente] na marginalização da riqueza que eles são pessoas preocupadas com o povo pobre. Mas, é preciso crer que [quase] ninguém deveria desejar uma democracia na qual as eleições sejam compradas dessa forma.

(4) Estados compostos de indivíduos alienados permitem muito mais facilmente a intervenção política na vida de seus cidadãos. O fato de algo ser desejável ou aceitável pela massa simplória não o torna verdadeiro. Os argumentos da justiça fiscal com a tributação da herança dos mais ricos podem ser indiferentes e desejáveis aos pobres ou a grande maioria simplória de senso crítico de eleitores face aos ricos, mas isto não torna os argumentos verdadeiros. O exemplo mais notório é a falácia da esperança, do consolo das religiões, principalmente a da crença na vida melhor após a morte. A relação entre o Estado brasileiro e seus cidadãos é perturbador. O Estado demanda muito e provem muito pouco, e ainda há quem aplauda o tributo em questão usado mais para perseguir do que defender a sociedade. E o povo estupidificado ainda declara que “ é assim que sempre foi, e assim que o Brasil sempre será”. Assim como os advogados defendem seus clientes criminosos mesmo se culpados, os políticos fazem discursos e propostas hipócritas para pescar eleitores ainda que suas propostas sejam de fato pior para a sociedade. Infelizmente, no Brasil, o campo da ignorância é muito bom para pescar tolos. Declarações e propostas absurdas podem passar facilmente pela mente da massa dos eleitores e serem bem recebidas com o devido consentimento, sobretudo quando o sofisma é aumentar o prejuízo do rico em favor dos pobres. Isso faz compreender o motivo de alguns Estados do Nordeste com política “esquerdista” terem elevado a alíquota do ITCMD de 4%, que já representa o caos, para o limite máximo autorizado pelo Senado (8%), e ser a carga tributária tão alta e o endividamento sempre crescendo mais que a receita a fim de justificar o aumento da carga tributária e produzir mais pobreza. E explica também o motivo do político de esquerda Ciro Gomes orgulhar-se de ter elevado a alíquota do ITCMD no Ceará de 4% para 8% e de criticar a alíquota de 4% no Estado de São Paulo. Se conhecesse bem as consequências do que produziu teria agido no exato oposto. Ao invés de atrair riqueza do sudeste para o Estado do Ceará, contribuiu para afastá-los. Só a ignorância de causa e efeito e o interesse eleitoreiro populista pode explicar tal conduta. A opção de taxar riquezas não considera as atitudes dos endividados e dos pobres em relação ao dinheiro e ao crédito e as regras culturais que os orientam. A análise superficial e incompleta coloca na culpa exclusiva da riqueza (ricos) a existência  da pobreza (pobres), tal como se acreditava na antiguidade e medievo. 

DAS CONSEQUÊNCIAS NA SOCIEDADE

(1) À luz da ampla razão e moral não haveria justificativa em criar ou manter fonte de arrecadação com a base moral da existência de pobres frente à existência de seus opostos, tirando de forma confiscatória do patrimônio destes, e, em muitas vezes, produzindo a desgraça destes após passarem a vida contribuindo com sua riqueza para a redução da pobreza, diretamente ou indiretamente com seus gastos e/ou empreendedorismo, para mais agradar do que investir em serviços públicos para aqueles. É preciso, na verdade, muita complacência para honrar um sistema tributário com um imposto tão injusto, bem como para colocá-lo no mesmo nível que os sistemas de países onde ele não existe ou é dada a isenção nas transmissões entre herdeiros necessários [linha sucessória direta];

A SEGUIR ALGUMAS ARGUMENTAÇÕES SOCIALISTAS 

SOBRE A TAXAÇÃO DA RIQUEZA

(2) Seria um pagamento em retorno por benefícios recebidos do Estado em geral, haja vista que sem ele a sociedade não existiria, o homem seria o lobo do homem. Contudo, o Estado brasileiro não gasta mais em segurança com os mais ricos, a maioria dos usuários de serviços públicos educacionais do ensino básico ao colegial são filhos de famílias pobres; a maioria dos usuários dos serviços públicos de saúde são pobres. Ademais, este retorno dar-se-ia com base em um patrimônio construído conforme as leis tributárias vigentes, portanto, regularmente tributado.  Na verdade, esta devolução de parte do patrimônio ao Estado só é justificável em país comunista.

(3) Seria um pagamento com o patrimônio acumulado com base em suposta prática de evasão fiscal ao longo da vida: isso não pode ser justificável não só porque se baseia em uma premissa pejorativa não comprovada e devidamente individualizada quanto porque o imposto não será pago pelo falecido transmissor da herança [suposto sonegador] e sim pelos beneficiários recebedores [não necessariamente cúmplices] e não incidirá apenas na suposta parcela  fruto de ilícito tributário.

(4) Seria uma taxação com base em um ganho patrimonial acidental pelos herdeiros, sem o esforço laboral destes, que é legitimado pela ordem jurídica criada pelo Estado que por isso deveria ser remunerado.

(5) Para evitar a perpetuação de imensas fortunas: A herança de uma grande fortuna seria um encorajamento para a ociosidade em vez de um incentivo para o trabalho e resultaria em prejuízo tanto para o herdeiro quanto para a sociedade. O argumento da limitação da riqueza e/ou de sua difusão mostra claramente tratar-se de um critério socialista pautado no objetivo de uma falaciosa e fantasiosa igualdade humana e econômica.

(6) Que aproveitar o patrimônio durante a vida não implica necessariamente no direito de direcionar sua disposição após a morte, ou o direito de passá-lo a um parente. Toda argumentação socialista justificando a necessidade e a conveniência social do imposto produz a limitação e a destruição do direito de propriedade e até da família. 

A SOCIEDADE E A MÍDIA JORNALÍSTICA

A mídia fala para um público cuja maioria é estupidificada e desprovida de qualquer senso crítico. Fala de progressividade x regressividade apontando o rico como somente possuidor de uma grande vantagem na relação imposto x renda, fala de todos os demais impostos, mas do pior de todos NADA comenta tamanho o desconhecimento do assunto e de suas consequências até mesmo para si e própria família. Foca com visão limitada e até tacanha nos argumentos da regressividade e progressividade dos tributos, sempre subserviente à subcultura do socialismo-cristão, que induz ao sofisma de ser tecnicamente e moralmente correto .ajustar as diferenças até mesmo confiscando patrimônio dos considerados ricos. Em uma visão ampla, apartada dos interesses políticos e religiosos a tributação dita regressiva é a mais próxima da justiça fiscal, porque embora o percentual do tributo possa ser inversamente proporcional à renda total, a contribuição ao erário é diretamente proporcional à renda disponível para o consumo de cada indivíduo. Contribui mais, quem consome mais. Em termos relativos, proporcionais, a contribuição ao Erário é diretamente proporcional à riqueza, o rico é o que mais contribui para o Erário com suas atividades profissionais, de forma individual [pessoa física] ou coletiva [pessoa jurídica], com seu trabalho e gastos [consumo e investimentos] construindo a sua riqueza ao longo da vida. O fato existe, a importância dada a ele é equivocada, de apreciação incompleta, abordagem míope, até interessada em obter audiência da maioria vulga de discernimento que acredita que o Estado Brasileiro ( sentido amplo) discrimina o pobre a favor do rico. Já o retorno que se recebe do Estado [sentido amplo] é regressivo [inversamente proporcional] em relação à riqueza e a contribuição desta por meio de quem a possui. O sistema justo deve estimular o pobre a colocar menos a culpa no rico, olhar para si e procurar meios de ficar mais rico e não de apoiar apenar a riqueza apenas para agradar [enganar] pobre.

Todo imposto é regressivo. Se alguém com renda mensal de R$100 mil adquirir um automóvel VW 1.0 pagará proporcionalmente a renda menos IPVA do que um outro com renda bem menor. Até o IR é regressivo. Entre o limite mínimo da alíquota máxima e qualquer valor acima deste, a alíquota máxima é a mesma. E se esta fosse progressiva até 100% não haveria riqueza no país. Tornar-se-ia comunista.

O sistema tributário de Portugal demonstra que a maior arrecadação se dá pelo IVA [regressivo], após o IR das pessoas físicas (singulares), após o IR das pessoas jurídicas (coletivas) e, por último, as taxas e contribuições (impostos do selo). Em suma, querer igualar tudo equivale a querer agradar a todos que equivale a correr atrás do vento. O indicado link: https://www.youtube.com/watch?v=bCvWa7KXs_0, (You Tube : Nós Portugueses - impostos) mostra o que afirmo e, também, evidencia como o sistema tributário português após ter banido parcialmente a mentalidade socialista produziu aumento de renda e consumo e, por conseguinte, aumento da arrecadação tributária. Em 2004 foi eliminado o imposto sobre heranças na linha sucessória direta/obrigatória e cônjuge.