Deus, em sua sabedoria, compreendendo que a igualdade de condições geraria confusão no mundo, ordenou vários estados, entre estes estão a riqueza e a pobreza. Mateus 26:11 afirma que: “pois os pobres vocês sempre terão consigo”. Em outras palavras, a pobreza é uma parte inevitável da ordem social.
O Mundo sempre foi um grande gemido de agonia, cheio de lágrimas de difícil consolo. A política socialista é aceita pelo seu objetivo de enganar/atenuar o mundo da desilusão, de fome, dor, e um vazio que o homem comum sem cultura e filosofia não pode preencher para melhor suportar. Por isso, o político socialista se assemelha a um vomitador de mentiras. É certo que a liberalidade espalha um senso de boa vontade, benevolência e fraternidade, sustenta a sociedade e a mantém unida, é uma espécie de aglutinador social invisível, este é um dos papéis primordiais do serviço público contemporâneo. Na obra “A Razoabilidade do Cristianismo”, 1695, John Locke, cita que Cristo ordenou: “Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos maltratam; paciência e mansidão sob injúrias, perdão, liberalidade (generosidade, caridade), compaixão”. É certo que interpretações absurdas, acrescentadas aos interesses iniciais já questionáveis do cristianismo fez este se tornar a principal arma hipócrita da mentalidade socialista contra a riqueza. É certo que a sociedade depende da ‘troca de gentileza’. Sem isso, dificilmente poder-se-ia manter unida. TODAVIA, é preciso haver critério para não haver abusos, para não fazer uns de animal de sacrifício de outros. Pensar no bem público antes de si próprio deve ter limites, tanto por cada indivíduo quanto pelo Estado regulador dos interesses da coletividade humana. A liberalidade (generosidade, caridade), deve ser racional e moderada. Jacques Esprit na obra ‘A Falsidade das Virtudes Humanas’, de 1678, disse: “o máximo que os humanos poderiam fazer é se passarem por generosos”. Os humanos são criaturas sociáveis e, no máximo, razoáveis por natureza. As ideias morais são aprendidas e não inatas. Os humanos deveriam ser ensinados a amar as coisas certas úteis no mundo real: a justiça e a verdade, e não no metafísico utópico, absolutamente apartado da natureza humana, objetivando o seu controle por meio da culpa, superstição e medo. É isso o real significado de “humanizar a mente” e “despertar afetos generosos justos, ainda que sua sinceridade não possa ser provada. A liberalidade não precisa ser sincera para produzir seus efeitos e que a sociedade seja coerente. A cultura holandesa sempre fez a diferença. Erasmo de Roterdã (1466-1536) aconselhou aos príncipes a gastarem com moderação e discernimento e, especialmente, nunca tirar do merecedor para dar ao indigno. A primeira edição do Dicionário da Academia Francesa (1694) definiu “liberal” como: “aquele que gosta de doar .. para pessoas de mérito”.
Psicanaliticamente ajudamos para sermos ajudados. Somos seres egoístas. Nossas virtudes decorrem do instinto de sobrevivência, de autopreservação. Nada de baboseiras cristãs: pureza da alma santificada (separada) do mal, e blá, blá, blá. Se Freud não fosse de família judaica não teria inventado a psicanálise. O judaísmo não nega e não marginaliza o egoísmo. Nem o Jesus judeu recomendou fazer caridade com a riqueza alheia, fazendo uns de animais de sacrifício de outros. O egoísmo é a força motriz do desenvolvimento desde que surgiram os primeiros humanos. Em conclusão: toda essa moralidade socialista de justiça social e fiscal é falsa. É tudo para atender aos interesses de poder de seus políticos. Tal como aquele que se elege falando de fome e após gasta milhões em viagens, talvez desnecessárias, sem nenhuma sensibilidade com a pobreza do país em que foi eleito. Os socialistas "pai-dos-pobres" precisam de pobres, muitos pobres, bem pobres, dependentes das migalhas distribuídas pelo "pai-dos-pobres". Para que serve um "pai-dos-pobres" se todos deixarem de depender do "pai-dos-pobres"? Eles além de necessitarem gostam de ver a miséria igualitariamente distribuída entre os escravos do regime. Dinheiro é só para eles.
Todos que ajudaram a eleger lula em 2022 tiveram aumento de renda em 2023: STF, Congresso, Servidores Públicos, Mídia, até país estrangeiro foi beneficiado com dinheiro do BNDES, EXCETO UM: o pobre de esquerda.
Em toda casa de sonhos puritanos há
uma inquietação e sinais patológicos que não podem ser ignorados.
A alegação de que “somos todos iguais e irmãos” é prova clara de uma mente dominada pelos interesses do Vaticano. E, na maioria das vezes, não tem consciência disso. A igualdade forçada pela Lei com os nomes de isonomia, equidade, generalidade, é uma exceção à regra da natureza, só útil em circunstâncias raras, nunca deve ser almejada como regra geral em tudo e todos. O discurso hipócrita da igualdade é uma forma de limitar a liberdade alheia.
Friedrich Nietzsche (1844-1900) enfatizou: "a quem mais interessa o discurso pela caridade, senão ao próprio necessitado que o faz." A vida sempre ofereceu perigos e oportunidades. O socialista não aceita a realidade dos perigos, só quer – de graça – as oportunidades. Quer rosas sem espinhos. O brasileiro precisa amadurecer e abandonar a chupeta das utopias (cristianismo) em favor da bigorna do realismo (judaísmo). Deus não criou nada igual. A mentalidade anticapitalista caiu no mundo inteiro, mas no Brasil ainda continua um sinal de elegância e “cultura”. Isso faz com que o Brasil não perca uma oportunidade de perder oportunidades e ficar para trás. Todo "coletivista" baseia-se em pontos de vistas pessoais equivocados sobre fatos transformados em teorias pseudocientíficas a fim de justificar um interesse preconcebido contra a liberdade individual e a natural desigualdade entre os desiguais humanos e suas respectivas circunstâncias e oportunidades. A história mostra que toda vez que a liberdade foi aniquilada, isso se fez em nome de uma nova liberdade coletiva prometida por um planejador da liberdade coletiva, mas que de fato o objetivo é a liberdade ilimitada do próprio planejador cujo interesse oculto é o desejo de manipular a sociedade da forma que lhe apraz. Liberdade é a palavra preferida cujo sentido é invertido a fim de usá-la como instrumento do interesse dissimulado do totalitarismo coletivista, assim como fazem com as palavras “justiça social”, "justiça fiscal" e “igualdade”.
SOBRE OS DEVANEIOS COLETIVISTAS CRIADO E APOIADO PELA DOUTRINA CRISTÃ DO VATICANO
O fato indicado
no vídeo acima é mais uma expressão da mentalidade coletivista colocando um ‘suposto’
interesse comum acima do interesse individual, da liberdade individual, em nome
de um bem maior coletivo e da “justiça” social em prol das minorias. A
existência dessa mentalidade é o pior sinal do nosso atraso sociocultural, e
demonstra o quanto o Brasil está culturalmente dominado pelos interesses do
vaticano. As “nobres”
mentiras do Vaticano pautadas no surrealismo platônico atendem ao mesmo
objetivo das doutrinas coletivistas racista, nazista, comunista, ou a fascista do
Estado corporativo de Benito Mussolini, e qualquer outro do tipo.
Todo altruísmo é uma forma de egoísmo (Nietzsche)
O egoísmo no altruísmo vai desde uma fútil necessidade de reconhecimento até compensação de um sentimento de insegurança e interesses inconfessáveis.
A fonte de todos os erros da moral vem da admissão ridícula deste liame de fraternidade que os cristãos inventaram em sua época de infortúnio e miséria. Obrigados a mendigar a piedade dos outros, eles trataram de estabelecer que todos eram irmãos. Como deixar de socorrer os outros, admitida tal hipótese? Mas é impossível admitir esta doutrina. A natureza é clara no sentido contrário a essa infantil pretensão, pois mostra que todos são ‘a priori’ inimigos uns dos outros, num perpétuo estado de guerra recíproco. Ora, eu vos pergunto se isto aconteceria, na suposição de que as virtudes exigidas por essa pretensa rede de fraternidade existissem realmente na natureza? Se sua voz as inspirassem aos homens, eles as possuiriam desde o nascimento. Desde então a piedade, a benevolência, a humanidade, seriam virtudes naturais de que seria impossível nos livrarmos, tomando, este estado primitivo do homem, que acabamos de ver, em coisa completamente diferente. Onde estará em nossas almas o berço das belas e inúteis virtudes, da beneficência, da humanidade, da caridade, inscritas no código absurdo de algumas religiões imbecis, que, pregadas por impostores ou por mendigos tiveram, necessariamente, que aconselhar o que podia sustentá-los ou tolerá-los? Racionalmente, é Impossível admitir a existência de qualquer coisa sagrada entre os homens. Há alguma razão para não nos preferir aos outros? Assim está em tudo na natureza. Se todos os erros decorrentes do egoísmo são naturais, por que é que as leis se opõem a eles? Porque as leis não são feitas para o particular, mas para o geral, o que as coloca em perpétua contradição com o interesse pessoal, visto que o interesse pessoal está sempre em oposição ao geral. Mas as leis, boas para a sociedade, são péssimas para os indivíduos que a compõem pois, para cada vez que os protejam ou os garantam, elas os escravizam e dominam três quartas partes de sua vida. O homem sábio, desprezando-as, tolera-as, como faz com as serpentes e víboras que, embora firam e envenenem, servem, algumas vezes, à medicina. Ele se defenderá das leis como se defende destes animais venenosos: garantir-se-à com precauções coisas fáceis à riqueza e à prudência. (...) Se colocarmos o bem coletivo acima do individual sem o limite da moralidade e razoabilidade, teremos que concordar com os seguintes exemplos que seriam aplicações exatas para o slogan: “o maior bem para o maior número”. Que 51% da humanidade escravize os outros 49%; que nove canibais famintos comam o décimo; que um grupo de pessoas assassine um homem por considerá-lo uma ameaça à comunidade. Exemplo real: Havia 70 milhões de alemães na Alemanha, e apenas 600 mil judeus. O maior número apoiava o governo nazista, o qual lhes dizia que o seu bem maior seria servido pelo extermínio e tomada de propriedades da minoria (judeus). Esse foi só um notório horror obtido na prática por um slogan coletivista aceito como correto em teoria. Os incautos insensatos não conseguem ver que o “bem” não é determinado por uma simples contagem matemática, e não é conquistado pelo sacrifício de uns pelos outros. Dado o nível da maioria dos brasileiros, será que se LULA vencer as eleições DE 2022 isto significa a vitória do bem sobre o mal? Do melhor sobre o pior ? Os mais de 1 bilhão de cristãos nunca produziram mais para o bem comum da humanidade dos que os relativamente poucos humanos em Israel. A maioria da riqueza do Mundo e a quantidade de prêmios Nobel está MERECIDAMENTE entre os judeus. Os incautos insensatos acreditam que uma minoria em melhor condição (seja o que isto representar) deveria se sacrificar pelo bem da maioria, inclusive praticando o autossacrifício. Todavia, não observam que a maioria nunca esteve disposta a se sacrificar em nada pelos seus iguais (seja o que isto representar) na maioria, e nunca recebeu dos integrantes desta os seus sonhados melhores benefícios. O que sempre mais prevaleceu foi a maioria desejando sacrificar a minoria, sem qualquer limite ético. A maldade desse citado slogan tem origem na maldade dos interesses de poder da religião política do Vaticano que reside em: o “bem” de uma maioria deve ser obtido à custa do sofrimento de uma minoria; que o benefício de um homem depende do sacrifício de outro; que a riqueza de um homem depende da pobreza de muitos outros. Por isso que toda riqueza é maligna e seus possuidores são difamados de egoístas, malignos e imorais. Está muito longe do alcance dos incautos insensatos que só quando o homem é livre para existir por si – sem sacrificar os outros para si, nem sendo obrigado ou coagido a ser sacrificado para os outros – é que o melhor bem maior real para si e para a coletividade pode ser atingido. A soma total de “bem” individual é o único tipo real de bem social e geral. O merecido faz parte da esfera do egoísmo, do comércio bem conduzido, do lucro e dos ganhos mútuos. É apenas o imerecido que exige justificações pseudomoralistas que se erige em lucro para um e falência para outro. A moralidade coletivista, dessa forma, valoriza ausência, premia defeito, indolência, improdutividade, a ética do sanguessuga, do parasitismo institucionalizado. Quanto maior os devaneios coletivistas, maior o desafio à lei da realidade da natureza humana. Toda mente coletivista equivale a mentalidade do selvagem, cujo desenvolvimento intelectual estacionou no nível de um bebê de colo, no qual a consciência estacionou nas percepções sensoriais iniciais e não aprendeu a distinguir objetos concretos. Todo selvagem imagina uma natureza (realidade) controlada por seus caprichos (desejos). De fato, tudo que o “esquerdopata” sustenta em seu discurso “solidariopata coletivista” é desejar (querer) que as coisas não sejam como realmente são, ou possam ser ou devam ser, e que alguém (nunca ele mesmo) providencie, o quanto antes, aquilo que considera, em seus delírios místicos, irracionais, ser necessário. Todo ditador é um místico e todo místico, um potencial ditador. Seu desejo é por obediência, não por concordância. Semelhante à religião política do Vaticano, coletivistas querem lidar com homens que concordem com eles por meio da Fé, ignorando razão e fatos. Falsificar a realidade sob instruções, eis o desejo maior dessa gente. Um passo básico na aprendizagem do amor-próprio é encarar, como sinal de canibalismo, toda exigência de ajuda. Nunca foi possível convencer um fanático de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências racionais. O fanatismo e a inteligência nunca foram vistos juntos.
O imposto comunista sobre heranças não se justifica sob a ótica racional. É fruto de uma visão ideologizada deturpada baseada na premissa de que em nome de uma obrigatória “justiça social” o “rico” não pode ser dono de sua riqueza e que a pobreza é fruto do egoísmo do capitalista malvado e nunca da corrupção na política e administração pública de uma republiqueta cleptocrata latrino-americana, sempre com o risco iminente de ser dominada pelo banditismo do coletivismo sem controle aparelhado por gangsteres, tal como restou evidentes nos 14 anos de PT no Poder, que foi a maior tragédia e maldição que aconteceu ao Brasil e à própria natureza humana.
PAPA FAZ DISCURSO PARA DESMERECER O DEUS JUDAICO: INCOGNOSCÍVEL, IMATERIAL, IMPERECÍVEL, IMUTÁVEL, PARA JUSTIFICAR O DEUS DE SUA RELIGIÃO: MATERIAL, MUTÁVEL E PERECÍVEL - REFIRO-ME À PERSONIFICAÇÃO DE DEUS NA FIGURA DO PERSONAGEM JESUS.
Se Deus é bom e a vida é cruel, então alguém não divino precisa ficar com a culpa da crueldade. Esse é o real objetivo do Deus ser bom ! O domínio pela culpa da farsa do pecado original.
Às vezes, o invisível é mais importante que o visível.
A educação é o meio essencial para atingir o maior objetivo da mente humana: a razão. As bases da educação pública brasileira fracassou miseravelmente para esta missão. Um dos principais motivos da aceitação da crença no discurso socialista é a visão deturpada do conceito de egoísmo disseminado pelos interesses de poder do Vaticano, que representa uma transigência intelectual devastadora responsável, mais do que qualquer outro fator, pelo limitado desenvolvimento moral da coletividade brasileira, e de todo o resto onde influencia. Como consequência direta acarreta a destruição do valor da individualidade construtiva. Qualquer valorização ao indivíduo é rapidamente subvertido para o conceito deturpado de egoísmo, como algo condenável, a ser evitado. Fez com que ser burro com muitos seja visto como melhor do que inteligente sozinho. Se o bando desaprova, ele está errado e deve parar e vice-versa, sendo secundário o seu valor de certo e errado. Questionar o bando representa a ideia de que a vontade individual poderia se sobrepor à coletiva, e não se pode admitir tal ideia “egoísta”. Não sabendo como o bando decidirá, a capacidade de planejar para o próprio futuro atrofia. Por considerar pensar construir algo para si como “egoísmo” muitos tornam-se ineptos por sentimento de culpa. Esta conceituação corrompida foi responsável pela aceitação como virtude maior a “ética” do altruísmo que, por sua vez, serviu de base para a destruição da razão e da construção da educação construída sobre a irracionalidade organizada de modo a interromper, negar e restringir a capacidade de pensar sobre fatos e de aceitar – sem críticas - “verdades” como dogmas arbitrários, sem evidências ou comprovações. Muitos não sabem distinguir fatos de crenças ou fatos de hipóteses ou fazer questionamentos apropriados das informações que recebe. O resultado desastroso para o indivíduo e a sociedade é invisível aos olhos da própria vitima e da maioria tola da humanidade. Onde a natureza colocou um cérebro normal, o Vaticano trabalha para colocar um com retardo mental. Tornar alguém imbecilizado para sempre através de seu próprio cérebro, o que pode ser mais engenhoso !!
Quando vejo pessoas se curvando perante o PAPA, lembro-me do significado de Igualdade para o judaísmo: _“nunca se curve para outro humano, seja o que este representar. Só se curve perante Deus.”_ Não confunda curvar-se com respeitar, todos merecem respeito, e é claro que me refiro ao Deus judaico.
O significado atribuído à palavra “egoísmo” na cultura popular onde a doutrina da religião cristã não é proibida é fortemente influenciado pelos interesses de Poder da religião política do Vaticano. Representa um pacote de ideias intelectualmente perverso que é responsável, mais do que qualquer outro fator, pelo limitado desenvolvimento moral da sociedade, sobretudo no que se refere ao socialismo no Brasil. O conceito de “preocupação” com seus próprios interesses tornou-se sinônimo de maldade típica de um brutamontes homicida que não se preocupa com nenhum ser vivo e que busca, apenas, a própria satisfação imediata de caprichos insensatos. Acarretou a falácia de que todo auto interesse equivale à ofensa a outro, acusando preconceituosamente de amoral ou imoral qualquer ato motivado pelo auto interesse e glorificando toda patetice sob o título de “abnegado altruísmo”. Na visão da política do Vaticano toda pessoa auto interessada NUNCA levará em conta os interesses de outros e, pior, sempre atacá-los-á – se necessário - na busca do seu próprio interesse. A visão da psicanálise é o exato oposto: o auto interesse, corretamente entendido, é o padrão de moralidade; e o altruísmo, quase sempre, representa a imoralidade mais profunda, a exemplo da aceitação materializada em lei da “saidinha de natal” dos presidiários (vítimas da sociedade), e inúmeras outras formas de perdão a todo tipo de pecador e pecado. Para aquele leitor que desejar ir além sobre o entendimento do egoísmo é recomendado a leitura do livro de título “AS LEIS FUNDAMENTAIS DA ESTUPIDEZ HUMANA” do autor Carlo M. Cipolla. Quando qualquer desejo humano, seja qual for sua natureza ou causa, torna-se uma premissa ética, e toda gratificação de qualquer desejo torna-se um objetivo ético, não há outra escolha senão odiar e ter medo uns dos outros, já que seus desejos e interesses, necessariamente, colidem. O canibalismo moral de todas as doutrinas hedonistas e altruístas reside na premissa de que a felicidade de um homem exige o prejuízo de outro. É um erro grave o de considerar aquele que usufrui o que obteve com o seu trabalho árduo e lícito um ladrão responsável pela miséria que o circunda.
Ninguém
psicologicamente saudável e honesto aceita a moralidade altruistopata. Pessoas
assim desejam “cancelar” os que com eles não concordam, uma vez que são
perigosos para os padrões malignos da celebrada existência de submissão aos
caprichos alheios, inclui-se aí o Estado ditatorial socialista e o Vaticano
cuja inquisição dispensa comentários.
O bem de um indivíduo não pode requerer sacrifícios humanos imorais e desarrazoados de ninguém, tal como faz o Estado com o confisco do ITCMD, baseado na ética hipócrita do altruísmo-coletivista.
HÁ 4 TIPOS DE EGOÍSMO:
(1) O EGOISMO DO INTELIGENTE: Quando a atitude gera ganho para si e para outro, ou não implica em prejuízo para outro; Não existem direitos humanos sem o direito egoísta de propriedade (sentido amplo). Considerando que os bens materiais são produzidos pela mente e esforço de cada homem individualmente, e são necessários para sustentar suas vidas, se o produtor não for dono de seu esforço, ele também não será dono de sua vida. Negar os direitos de propriedade significa transformar homens em propriedades possuídas pelo Estado.
Através de séculos existiram homens
que deram os primeiros passos, por novas estradas, armados com nada além de sua
própria visão. Muitos destes são invejados por serem ricos, milionários, bilionários,
etc.
Se ninguém está lá para empurrá-lo, ARRASTE-SE. Nem sempre se pode depender dos outros para ser ajudado; Todos necessitam ajudar-se. Se alguém se recusa a ajudá-lo, ou se alguém o ignora, não fique triste. Lembre-se das palavras de Einstein: Sou grato a todos aqueles que disseram não, por causa deles, eu mesmo fiz isso. Cuidar bem de Si é obrigação moral e nem sempre se refere ao egoísmo do vilão.
É preciso ser egoísta para colocar limites. Deixar de lado as pessoas que não têm empatia por você. Parar de ter conversas difíceis com pessoas que não querem mudar. Controlar o instinto de fazer tudo o que puder para as pessoas ao seu redor, é um impulso que na maioria das vezes só servirá para roubar seu tempo, energia, saúde mental e física. Poucos merecem uma explicação, a maioria merece apenas uma simples e vaga resposta. Não é sua responsabilidade convencê-los a melhorar. Ninguém é obrigado a existir somente para os outros e dar a elas a própria vida! Quando começar a lutar por uma vida melhor, com interesse e comprometimento, pouquíssimos estarão prontos para te seguir. Isto significa ter que deixar de lado as pessoas que não estão de acordo com seus objetivos. Se você é excluído, insultado, esquecido ou ignorado pelas pessoas a quem dedica ou dedicou o seu tempo, não está fazendo um favor a si mesmo ao continuar oferecendo a elas sua energia. A verdade é que ninguém é para todos e nem todos são para você. Isso é o que o torna tão especial quando encontra pessoas com afinidade recíproca. Existem bilhões de pessoas neste planeta e você encontrará algumas no seu nível de interesse e compromisso. Talvez se você parar de aparecer, os "amigos" não vão te procurar. Talvez se você parar de tentar, o relacionamento termine. Isso significa que a única coisa que estava segurando era a energia que só você estava dando para mantê-lo. Isso é dar chance para quem não merece! Pense que você merece muito mais. A coisa mais valiosa que você tem em sua vida é seu tempo e energia, pois ambos são limitados. As pessoas e coisas para as quais você dedica seu tempo e energia definirão sua existência. Quando perceber isso, começará a ficar ansioso quando passar o tempo com pessoas, atividades ou espaços que não combinam com você e não deveria estar perto delas. Você começará a perceber que a coisa mais importante que você pode fazer por si mesmo e por todos ao seu redor é proteger sua energia mais ferozmente do que qualquer outra coisa. Faça da sua vida um porto seguro, no qual só sejam permitidas pessoas “compatíveis” com você. Você não é responsável por salvar o mundo. Pense que merece amizades reais, compromissos verdadeiros com pessoas saudáveis e prósperas. Distanciar-se de pessoas prejudiciais dá estima, felicidade e a proteção que merece. Seja bravo para ouvir os sussurros de sua alma ao invés dos rugidos da sociedade. Viver é a coisa mais rara no mundo, a maioria das pessoas apenas existe. Quando tratar seriamente da sua vida, prepare-se para sentir-se sozinho. Para rirem de você. Para duvidarem de você. Para ser criticado. Para ser incompreendido. Para perder muitos “amigos”.
(2) O EGOISMO DO BANDIDO: Quando a atitude gera ganho para si e prejuízo a outro; Somos matéria perecível e mutável. Tudo tem começo, meio e fim, a questão é apenas quando! O Ser Humano é como um computador, tem o poder de ser programado e reprogramado, mas não pode ter sua natureza alterada. O humano, para fazer melhor uso de sua natureza, pode mudar sua programação, mas, para isso, precisa antes mudar seus valores. Há humanos com normal e péssima autoestima, e uma grande variedade entre estes dois extremos. Uma das características distintas de um homem com autoestima é de considerar o universo aberto ao seu esforço que procura aproveitar pelo prazer no trabalho produtivo, inclusive de sua mente; sua alegria de vida é alimentada por seu interesse constante em crescer em conhecimento e habilidade: pensar, alcançar, seguir adiante, enfrentar novos desafios e superá-los, para ganhar o prazer do orgulho de uma eficácia em constante expansão.
O sonho do incapaz é oprimir o capaz
No outro extremo, está o homem da mentalidade anticapitalista. Ele tem o prazer NÃO em realizações, mas em destruição, cuja ação é focada não em atingir eficácia, mas em dominar aqueles que a atingiram: a alma de um homem tão miseravelmente desprovido de valor próprio e tão dominado pelo terror da existência, que sua única forma de auto realização é lançar seu ressentimento e ódio contra aqueles que não compartilham seu estado psicológico, aqueles que estão aptos a viver a vida como ela é.
É como se pela destruição do confiante, do forte e do saudável, pudesse compensar um sentimento de menos valia, de impotência, em eficiência, ainda que claramente falsa. Um tipo deste quando está em uma festa participa dela por razões sem relação com as atividades reais que estão acontecendo: odeia, despreza ou teme todas as pessoas presentes, age como um tolo barulhento porque a festa já o poupou, pelo menos por algum tempo, do terror de estar sozinho. É como o prazer de estar bêbado que, obviamente, equivale ao prazer de fugir da responsabilidade da consciência desfrutando da ilusão de um universo onde ninguém é sobrecarregado com propósito, lógica, realidade ou consciência. Ocasiões de tédio silencioso, em que o tédio é o valor.
Os socialistas
olham as pessoas como matéria-prima a ser moldada em combinações sociais para
os seus interesses. Eles veem entre os governados e governantes as mesmas
relações existentes entre a argila e o oleiro. Há coisas que não merecem perdão, essa é uma
delas. O brasileiro está acostumado a
ser irresponsável também por causa do cristianismo que difundiu a falsa virtude
do perdão ilimitado. Sempre oposto ao judaísmo onde não há perdão sem reparação
do erro e há erros irreparáveis e a punição é permanente. A condição subjetiva
de arrependimento não obriga ao perdão. Em suma, a decisão pelo arrependimento
e perdão é pessoal e intransferível. O cristão por ser induzido a um sentimento
de culpa por tudo e aceitar este interesse de domínio do Vaticano fica
perdoando tudo e todos. Isso influencia a elaboração de leis tal como a
"saidinha de natal" , "redução progressiva da pena" etc. como se todos tivessem o
direito incondicionado ao perdão decorrente da, em geral, mentira do
arrependimento. E pior, sem perguntar a vitima ou sua família sobre os
benefícios do perdão a ser dado ao criminoso. No país dominado pelo Vaticano
quem trabalha é o vilão; o certo é o errado e o errado é o certo.
ESTE EGOÍSMO PODE SER ESTENDIDO AO ESTADO ABUTRE BRASILEIRO, MUITO ESPECIFICAMENTE NO QUE SE REFERE AO ITCMD.
Quando a renda diminui a regra financeira lógica imediata é cortar gastos para adequá-la ao orçamento, todavia, os governos estaduais ao invés de fazer como todas as famílias são obrigadas a fazer opta por criar superávit à base de aumento do Imposto sobre Herança que tributa não apenas a renda líquida das famílias, mas o patrimônio já todo tributado que pode até não estar gerando renda, tal como o imóvel residencial familiar, ou que esta é pífia em relação ao patrimônio objeto do alcance do imposto. Não somente a renda é tributada, mas o capital que a gera também, assim é para as pessoas físicas.
A
inveja já foi considerada um dos sete pecados capitais antes de se tornar uma
das virtudes mais admiradas com seu novo nome: "justiça social"
[Thomas Sowell]
A ideia do Poder Executivo dos Estados é estabelecer alíquotas progressivas do imposto de zero a 8% (valor máximo permitido pela CF) do valor do bem. Em nome da suposta “justiça fiscal” e “justiça social” o rico é tratado como uma vaca leiteira marginalizada que deve alimentar com o autossacrifício a pobreza glorificada pela ética do altruísmo criada pela religião política do Vaticano, mentora de toda ideia socialista e comunista.
Pela proposta do
Governo do Estado do Paraná [ano 2022], o valor da isenção será insignificante
(transações de até R$ 25 mil), e haverá deduções na cobrança dentro de cada
alíquota, a exemplo do Imposto de Renda. O Diretor-geral da Secretaria da Fazenda, George
Tormin, defendeu que valores maiores passarão a ser pagos por pessoas que têm capacidade de arcar com esse aumento, a fim de tornar a cobrança mais justa. A mentalidade é que o rico sempre paga pouco e pode e deve sempre pagar mais. Alega que a atual tabela
é injusta, ao taxar linearmente as
transações em 4%, “sem progressão”. É como se não bastasse o rico pagar mais
linearmente, é preciso ainda pagar mais do mais. Também alega que deve ser
alterado o trecho atual da legislação que isenta do pagamento do ITCMD − seja
qual for o valor envolvido – herdeiros que morem no imóvel da pessoa que morreu
e que não tenham outros imóveis. Haverá “restrições” a esse benefício. É como
se a proteção à família, o objetivo maior da existência de uma nação, fosse
apenas um enfeite teórico na constituição e lembrado apenas em discursos
eleitoreiros. O governo alega que as alterações farão com que o Paraná assuma a
liderança do ranking nacional na taxa de cobrança do ITCMD - grande motivo de
orgulho, sentir-se líder de um mal !!!. Enquanto
isso, o cidadão brasileiro segue extorquido em nome da ética do altruísmo que
está por trás de toda a mentalidade que marginaliza a riqueza e os ricos e
glorifica a pobreza em nome da “justiça social” e “justiça fiscal”. Os governos
precisam agir de acordo com os primados do sistema capitalista, além de prezar
pela eficiência da gestão pública e agir para a proteção e prosperidade das famílias.
(3) O EGOISMO DO ESTÚPIDO: Quando a atitude gera prejuízo para si e o outro;
(4) O EGOISMO DO VULNERÁVEL, DO SEM AUTOESTIMA, DO INSEGURO: Quando o sentimento de culpa pela crença na ética altruísta o faz praticar atitude que gera prejuízo para si e ganho para outros. A aprovação de outros não deve ser uma necessidade. Enquanto precisarmos da validação dos outros, ficaremos reféns, principalmente quando os interesses e opiniões forem divergentes, ela não virá, causando frustração e uma série de outros sentimentos. Imagina atribuir aos outros esse poder e nunca fazer o que se quer porque alguém não vai concordar? É praticamente a sentença da infelicidade. O homem que está disposto a servir como meio para os fins de outro(s), necessariamente, considerará o(s) outro(s) como meio(s) para seus fins e, por conseguinte, se frustrará quando o outro for alguém de elevada autoestima. (1) - Não permita que as outras pessoas se aproveitem de você ao criarem desculpas para ela. Quanto mais você se valorizar, menos tempo irá passar com aqueles que não pensam assim. (2) - Crie Limites! A relação com uma pessoa que tem esse intuito, deve ser reconhecida e desestimulada. É possível perceber os limites de aceitação do outro.
A que tipo de egoísmo interessa a pessoa neurótica com caridade, ajuda humanitária de modo geral? Ao próprio ego do caridoso/solidário fragilizado com precária autoestima, segurança, confiança, que sofre com uma permanente sensação de que sua estrutura vai desabar, deixando-o frente a uma realidade imperdoável, desconhecida, absoluta e austera. Portanto, solidariedade não é só dar, é também pedir. Se você se encontra em relacionamentos tóxicos repetidas vezes com esse tipo de pessoa, a culpa é sua: você também ensina as pessoas a como tratá-lo. Se você não está feliz antes de atingir seus objetivos, provavelmente também não ficará feliz depois de atingi-los. Lembre-se do risco de: quanto mais o vulnerável buscar a aprovação dos outros, menos a poderá obter. Quanto mais disponível estiver para as pessoas, mais poderá ser desprezado.
Você que está lendo isso agora. Você poderá ter sucesso no futuro e fazer seus pais orgulhosos. Pare de ser vítima da ética do altruísmo. Pare de pensar “eu não mereço isso”; “eu não posso fazer isso”. Ser forte não é sinônimo de ser rude; Ser gentil e humilde, não é ser fraco e tímido; Ser orgulhoso, não é ser arrogante. Estamos em uma época onde pessoas inteligentes estão sendo silenciadas para que pessoas estúpidas não sejam ofendidas. Existem pessoas que sempre estão infelizes e raivosas e buscam continuamente por conflito. Fique longe, a batalha deles não é com você, é com eles mesmos, deixe-os seguir seus destinos, e não se sinta culpado por não ajudá-los. Quem é merecedor de ajuda, pede por ela. Nunca discuta com um idiota, as pessoas que olham podem não ser capazes de perceber a diferença. [Mark Twain]
Aquele que esquece de si para ser altruísta insulta a si e ao Criador, Deus. Se Deus quer te dar algo, pegue; É preciso cuidar de si para não insultar a criação e o Criador. Tanto por que deve amar a si mesmo quanto ao Criador. A riqueza é um presente que Deus dá a alguns e não deve ser rejeitada ou recebida com culpa. Para o judaísmo se o humano amar os 613 mandamentos da Bíblia Hebraica ele também naturalmente amará o próximo, todavia, a quem também seguir esta regra, senão apenas cumprirá o dever de respeitar, que é uma atitude obrigatória comum a todos, sem distinção sentimental, e com critério de justiça: certo é certo, errado é errado. Os socialistas da política e os membros do clérigo da religião política do Vaticano ficam tipicamente associados ao tipo 2; Por sua vez, os seguidores, voluntariamente, se enquadram no tipo 4 = vítimas de si mesmo pela ética do altruísmo.
Aqueles que afirmam de forma genérica que “todos são egoístas” normalmente o dizem como uma expressão de cinismo, desprezo e inveja. O egoísmo sustenta que o homem é um fim em si mesmo, que, moralmente, o beneficiário de uma ação deveria ser a pessoa que age. O altruísmo sustenta que o homem é um meio para os fins de outros, que, moralmente, o beneficiário de uma ação deveria ser algum outro, até desconhecido [amar sem ver a quem], mas não a pessoa que age. Todavia a questão também depende do porquê da ação praticada. Exemplos: Se alguém desejasse beneficiar outro roubando-o ou matando-o isto não seria reconhecido como altruísmo; Pela mesma razão lógica, se alguém acredita ganhar algo com autodestruição cega, isto não o caracterizaria como egoísta. Se agir motivado por senso de caridade, compaixão, dever, renunciando a um valor, desejo ou objetivo em favor do prazer, desejos ou necessidades de outro a quem valoriza menos do que aquilo a que renunciou, esse é um ato de autossacrifício. O altruísmo socialista na economia é sempre melhor que o capitalismo malvado egoísta só até que aquele ocupe o lugar deste. É melhor o interesse do capital do que o interesse dos que invejam o capital. Quando pensar “ainda há tempo” ou “talvez da próxima vez” lembre-se também do conceito “agora é tarde”.
São Iludidos aqueles que consideram o socialismo e o cristianismo idealismos generosos e, por analogia, aqueles que os defendem. Não são. Eles só servem para atrair e seduzir simpatizantes (idiotas úteis) para os seus interesses de poder religioso (maior exemplo, o Vaticano) ou político eleitoreiro. Os que defendem a igualdade injusta, [exemplo mais notório: o Vaticano], que almejam redistribuir os “prêmios” da maneira como interessa a si mesmo. Quando pensar que a utopia socialista poderá resolver seus problemas, lembre-se de que: A Netflix não custa só R$40/mês, ela custa também o seu tempo; O Big Mac com refrigerante não custam só R$30. Eles também custam a sua saúde; As redes sociais não são só gratuitas, elas também custam o seu foco; Em tudo na vida existe sempre um custo escondido. Não acredite apenas no preço das coisas. E nem todo preço aparece no rótulo. O socialismo não é nem mesmo barato e jamais será de graça para o povo. Poderá ser mais caro do que o capitalismo.
Na ética altruísta se baseia a moral dos interesses políticos de poder do Vaticano, do comunismo, e do socialismo que resulta em ofender os valores éticos da religião judaica e da autoestima de quem conquistou a riqueza e de quem trabalha, sem culpa, para conquistá-la. O direito do homem existir para o seu próprio bem, pelo seu próprio interesse é automaticamente associado em implicar em sacrificar outros. É como se a prosperidade de um implicasse necessariamente em prejudicar, escravizar, roubar ou assassinar outros. O vídeo a seguir mostra uma entrevista dada pelo governador petista do Estado da Bahia na qual é evidenciado a influência da deturpação da moral divina do Deus judaico pela dos homens contaminada pela ética altruísta que faz com que o traficante seja visto como um coitado, vítima da sociedade, vitima dos ricos egoístas malvados, e que tem até um papel importante para a economia na circulação de dinheiro. Todavia, na "cultura" da ética do altruísmo esquerdista brasileira, o rico não faz esse papel com as suas despesas para investir e manter os seus negócios e pelos seus tributos recolhidos como contribuinte de direito e de fato. De fato, é visto como um beneficiado, aproveitador, marginal, e não um beneficiador, gerador de oportunidades, empregos e distribuidor de riquezas.
Eu, do livro não me livro; Se do
livro Eu me livro, como livre ficarei?
A religião política do Vaticano é a religião do culto à ética do altruísmo, do comunismo e socialismo e da auto destruição glorificada. No Brasil atual, quanto mais inteligente você for, mas burro precisa aparentar ser, pois qualquer forma de sucesso é coisa de 'egoísta malvado'. O pior dos brasileiros é aquele que se imagina mais inteligente quando obviamente não é, ou afirma que a educação e o intelecto não são importantes, porque lhes falta um ou ambos. Outra doença é querer ser percebido como indulgente, tolerante: é uma batalha constante de diplomacia cujo resultado é a inutilidade mesmo com as melhores intenções. Só há ética para a ética altruísta quando a prosperidade é associada à renúncia de si mesmo, e quanto mais autodestruição mais perto do ideal ético. Por isso também os socialistas/comunistas e o clérigo do Vaticano preferem manter a ignorância longe do alcance da cultura, do discernimento e da verdade.
O
egoísmo do capitalista malvado produz riqueza ao seu redor; o egoísmo do
socialista é escravizador, pois deseja que os outros vivam conforme seus
interesses.
Sacrifício é a
renúncia de um valor maior por um valor menor, ou até algo sem valor. A ética do altruísmo
mede a virtude de um homem pelo grau de renúncia ou traição aos seus valores,
já que ajudar um estranho ou a um inimigo é considerado mais virtuoso, menos “egoísta”
do que ajudar aqueles próximos que ama. Na mesma lógica está o “dar a outra face”.
O princípio de que alguém deve ajudar outros em uma emergência não pode ser estendido para considerar todo o sofrimento humano como uma emergência e transformar o infortúnio de alguns em uma hipoteca na vida dos outros. Pobreza, ignorância, doença e outros problemas desse tipo não são emergências metafísicas e sim da natureza da existência humana, talvez de seu desígnio. Pela natureza da existência, o homem deve manter sua vida por seu próprio esforço. Os valores [ferramentas] de que precisa, como riqueza e conhecimento, não lhe são dados automaticamente, devem ser descobertos e alcançados por seu próprio pensamento e trabalho, pelo seu próprio querer e poder. Nesse sentido, a única obrigação que um governo tem com seus governados é manter um sistema socioeconômico que deixa os homens livres para conquistar, ganhar e manter os seus valores. O papel altruísta de qualquer governo é o de ser um agente facilitador para que cada indivíduo consiga com a sua própria natureza (querer) e suas possibilidades trabalhar para o seu próprio sucesso. Ele não pode e não deve responsabilizar-se diretamente pelo sucesso de cada individuo sob sua competência administrativa. Nenhum governo tem a obrigação de pagar bem a nenhum servidor público EXCETO pelos seus próprios interesses egoístas administrativos de acordo com seus critérios egoístas de análise de custo-benefício relativo ao que gasta e ao que recebe em forma de qualidade de serviço. A questão não é apenas merecer ou não, mas de não ser possível obrigar outro a aceitar/acreditar que alguém mereça, e seja o que isto significar e seja este qualquer um: cliente, empregador privado ou público. A questão mais básica não é o que é o melhor, mas quem deve decidir o que é melhor: o Estado ou o mercado. As pessoas deveriam saber que para existir trabalho em forma de emprego, este objetivo só se torna possível pela existência de um negócio que possa provê-lo e que para este negócio existir precisa ser procurado por mais de um candidato a qualquer vaga de trabalho, pois se houvesse apenas um candidato o emprego não existiria porque o negócio não poderia existir com esse risco. Logo é preciso haver também sempre alguns procurando emprego, para que estes existam. E, quem quer que consiga o emprego, mereceu-o por seu próprio mérito e não pelo “sacrifício” de outro interessado. O homem racional não ignora a realidade, o contexto, a responsabilidade e o esforço. Em uma sociedade livre, ninguém tem de lidar com os que são irracionais. O indivíduo é livre para evitá-los.
Em suma, antes de qualquer desejo está a obrigação de cuidarmos bem da própria vida e, neste quesito, está a prudência de acautelar-se contra os absurdos da vida. Quem não sabe o próprio valor, então não deve esperar que alguém possa calculá-lo para Si. O propósito moral primordial do homem é a conquista de sua própria felicidade, não a de outros. Isso não significa que ele deva ser indiferente a todos os humanos, que a vida humana não tenha nenhum valor para ele e que não tenha motivo para ajudar outros em uma emergência. Mas, significa que não deve subordinar a sua vida ao bem-estar dos outros e não se sacrificar pelas necessidades e desgraças de outros, ou sentir-se culpado pelas desgraças do mundo; que o alívio do sofrimento de outros não é sua obrigação primária; que qualquer ajuda que dê é um ato de generosidade, não de dever moral, é uma exceção assim como situações emergenciais e os desastres são marginais e acidentais (a fortuna das seguradoras faz prova disso), e que buscar valores para o próprio crescimento deve ser o objetivo e a preocupação primária e a força motriz de sua vida. Exemplo para facilitar o entendimento: O Japão não quer imigrantes porque já está com muitos problemas para os seus nativos e a imigração de estranhos iria apenas aumentá-los. O Governo japonês tem que governar com prioridade ao seu povo e não às desgraças do mundo. Alguns problemas que o Japão enfrenta atualmente: (1) Baixa taxa de natalidade entre os japoneses (trazer imigrantes apenas iria aumentar a taxa de natalidade dos imigrantes); (2) População envelhecida - e Previdência quebrando (vamos resolver isso chamado mais gente para se aposentar? não obrigado; (3) Violência/Desrespeito às leis e aos costumes locais - parece xenofobia falar isso, mas os imigrantes brasileiros não tem exatamente uma boa fama no Japão.
Há
apenas um tipo de pessoa que pensa mais em dinheiro do que os ricos: os
pobres. Os pobres não conseguem pensar mais em nada.
Superficialidade é necessário para manter a realidade do abandono cultural útil aos seus discursos altruístas. Os humanos precisam de moral religiosa para serem “bons”, porque não possuem uma natureza boa, e a maioria torna-se apenas um cão adestrado por meio dela. É preciso ter um padrão ético vindo de uma entidade acima dos humanos. Igualmente, se alguém precisa apoiar-se no discurso do socialismo para se fazer de bom, então a pessoa não é boa, é apenas mais um invejoso. Quando o padrão ético é derivado dos valores/interesses dos humanos equivale a uma ética hedonista onde qualquer valor que lhe dê prazer é correto, equivale a dizer que o valor correto pode ser qualquer coisa que alguém decida valorizar – equivale a um ato de abdicação intelectual e filosófica, um ato que declara a futilidade da ética e convida todos a servirem a tudo de bom e ruim, ao bem e ao mal, com base apenas nos seus próprios interesses do momento, ainda que em prejuízo de outrem.
Em qualquer época da humanidade muitos humanos religiosos ou não viveram de fraude, saques, roubos, trapaceando ou escravizando os humanos que produzem, tiveram a sua sobrevivência devido ao esforço realizado por suas vítimas: os humanos que escolheram e tiveram a capacidade de pensar e produzir os bens que os incapazes de sobreviverem sem saquear/parasitar necessitam destruir de seus opostos.
A religião foi a ideia governante da maior
parte da história humana, e já foi o único agente capaz de domar os lobos que
então constituíam o rebanho de fiéis. O clero todo-poderoso fornecia ao povo as
falácias compensatórias contra todas as outras opressões exceto as dele. Nas
fileiras eclesiásticas já se concentrou toda a “verdade”, todo o conhecimento,
toda “sabedoria”, toda “piedade” e, como consequência natural, uma grande
porção de poder que sempre buscou ampliar e perpetuar. *TODAVIA*, os religiosos
também são humanos e é preciso desconfiar muito deles também. O Vaticano é a prova mais notória
disso.
Para ter sucesso em lidar com a realidade - para perseguir e alcançar os valores que sua vida requer – o homem precisa de autoestima: precisa confiar em sua eficácia e seu próprio valor. A culpa é desintegradora do pensamento , deturpadora dos valores e paralisadora de ação. A moralidade da ética altruísta torna impossível a autoestima saudável, na medida em que o homem a aceita. A doutrina do autossacrifício é incompatível com saúde mental e autoestima normal. É psicologicamente destrutiva: sabota a função integradora da consciência, destrói as convicções do indivíduo e sua capacidade de ter certeza de qualquer coisa. A Fé na crença religiosa da ética altruísta (a religião política do Vaticano) equivale a um suposto atalho que leva ao ‘conhecimento’, mas que, de fato, é apenas um curto-circuito que destrói a mente. Renunciar 1 cm da razão em nome da Fé é renunciá-la por completo. A Fé é o compromisso da consciência com crenças para as quais não se tem evidência sensorial ou prova racional. A prova racional é a de que a Fé na ética altruísta é destrutiva. A razão é um valor absoluto para a mente saudável e, se não for, não há barreira que a Fé não possa cruzar, nem parte da vida que ela não possa invadir. Infelizmente o homem sucumbe a Fé precisamente nas questões em que mais precisa da razão.
O orgulho
propiciado pela correta autoestima é baseado na conquista, é a recompensa pelo
esforço e realização e ninguém deve sentir-se culpado ou soberbo por isso. A humildade da
ética altruísta é baseada no autossacrifício e no abster-se de pensar em causa
própria; no sacrifício não só de seus legítimos interesses, mas de sua mente em
benefício de uma autoridade superior. Na
essência significa renunciar um valor maior em favor de um valor menor; um
objetivo pessoal maior, por um menor ou até sem valor algum. E pior, se alguém
diz NÃO ao interesse de outro, por desistir de um valor menor em prol de algo
maior é imediatamente marginalizado. A ética altruísta é uma moralidade
irracional (de fato uma imoralidade) estabelecida em oposição à natureza do
homem aos fatos da realidade e aos requisitos de sua sobrevivência e –
necessariamente – força os homens a aceitarem a crença de que existe um
conflito inevitável entre o moral e o prático. Em outras palavras, não se pode
ser simultaneamente virtuoso e feliz, idealista e vencedor. A autoestima e a
saúde mental exigem que ambos sejam conquistados. A ética altruísta considera
como o bem maior a renúncia a esse mundo, à vida, à mente, à felicidade, ao seu
EU (egoísmo). É uma moralidade antivida. O homem só se torna merecedor de viver na
inversa proporção em que age para tornar-se indigno de viver. Que tipo de
humano desejaria praticá-la; A que tipo de interesse serve para aqueles que a
desejam na mente de outros? O exemplo mais notório é o do clérigo da religião
política do Vaticano. Existem mais de 1Bilhão de humanos vitimas dessa ética
destrutiva baseada em um misto de ignorância e hipocrisia.
A DESGRAÇA SE AUTO ALIMENTA:
(1) Crianças são obrigadas a seguir os delírios dos pais que lhes dizem serem culpados por natureza em razão de Adão e Eva terem comido a maça no jardim do Éden; que seu corpo é mau; que pensar é pecado; que fazer perguntas é blasfemo; que duvidar e questionar são coisas de depravado; que elas devem obedecer as ordens de um fantasma sobrenatural , pois, se não o fizer, queimarão para sempre no inferno. Uma das consequências é o adolescente que foge para a homossexualidade porque lhe foi ensinado que sexo é pecaminoso, e que as mulheres devem ser adoradas e não desejadas.
(2) O empresário que sofre um ataque de estresse pelo conflito de ter cometido o pecado de conseguir o sucesso e, por isso, fica atordoado por lembrar-se de que é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus!
(3) Ou aquele que ficou neurótico e desiste de tentar prosperar porque lhe foi pregado que essa terra é o reino de expiação, da miséria, da futilidade e da desgraça, onde nenhuma felicidade ou realização é possível ao homem, e nem mesmo deve ser desejada. Só o altruísmo do autossacrifício é ético, todo o resto é pecado!
(4) Ou aquele filho que desiste da escolha de uma carreira,
que desejaria por motivos racionais, apenas para agradar a sua mãe, que prefere
uma carreira diferente, com mais prestígio aos olhos dos vizinhos. O garoto,
educado sob a ética do altruísmo, acata o desejo da mãe por considerar esta
atitude seu dever moral: acredita que sua obrigação moral como filho consiste
em colocar a felicidade de sua mãe acima da sua própria. Mesmo sabendo que o
pedido da mãe é irracional, e mesmo sabendo que está condenando a si mesmo a
uma vida de sofrimento e frustração.
(5) Ou aqueles que se casam apenas porque namoraram muitos anos e não dar continuidade implicaria em sentimento de culpa. O correto seria a conduta do autossacrifício.
A DESGRAÇA QUE SE AUTO ALIMENTA NA POLÍTICA E ECONOMIA
Os interesses dependem dos objetivos. A escolha dos objetivos depende dos desejos. A origem dos desejos está nos valores. E para um humano racional, os valores dependem do julgamento de sua mente. O simples fato de desejar algo não constitui prova de que o objeto do desejo seja bom. O defensor da liberdade sabe que a natureza não dá ao homem a satisfação automática de seus desejos, que os objetivos ou valores do homem devem ser conquistados por seu próprio esforço; que a vida e esforço de outros homens não são sua propriedade e não está lá para servir a seus desejos. Assim, um homem racional libertário e capitalista nunca deseja ou persegue um objetivo que não possa ser alcançado direta ou indiretamente por seu próprio esforço no livre mercado dependente da escolha voluntária e julgamento dos que desejam negociar com ele seus serviços e produtos pagando-lhe em dinheiro como troca de seus esforços. O homem capitalista aceita esta luta porque sabe que a liberdade é de seu inegociável interesse. Entenda como luta a possibilidade de derrota e os problemas de ter que lidar com a problemática natureza humana. O homem livre sabe que abandonar a responsabilidade pelos próprios interesses, abandona-se a responsabilidade de alguma vez ter que considerar os interesses e vidas de outros a quem deve oferecer seu produtos e serviços (trabalho) em troca de dinheiro. Por sua vez, os socialistas contaminados pela ética do altruísmo pensam que riqueza, empregos ou quaisquer valores humanos existem em uma quantidade dada, limitada, estática, esperando para ser dividida. Em suma, riqueza e pobreza são variáveis de uma equação de soma zero. Eles não sabem que todos os benefícios têm que ser conquistados e produzidos. Eles acreditam que o ganho de um representa a perda de outro; que a realização é obtida à custa daqueles que não a alcançaram. Que para um ser rico outro(s) necessita(m) ser pobre(s). Apenas os representantes da ética do altruísmo – passivos e parasíticos – consideram todo concorrente uma ameaça porque o pensamento de conquistar uma posição por mérito pessoal não faz parte de sua visão de vida. Consideram a si mesmos como mediocridades intercambiáveis que nada têm a oferecer, e que lutam em um universo “estático” para justificar obter favores sem causa com os argumentos falaciosos e invejosos disfarçados de “justiça social”, “justiça fiscal” e “equidade”, que sempre estão baseados na forma de reduzir a distância entre o melhor e o pior destruindo-se aquele em prol deste.
A verdadeira equidade deve está baseada na geração de oportunidades iguais a todos para que cada um possa livremente aproveitá-las de forma diferente de acordo com seus particulares querer e possibilidades. É também injustiça tentar igualar à força os desiguais. A desigualdade é um desígnio da humanidade.
A PSICANÁLISE ENXERGA ALÉM DAS APARÊNCIAS: Não há altruísmo sem o egoísmo da autopreservação. A psicanálise diz: antes dos outros está a própria preservação. Fiodor Dostoiévisk observou: "por trás de todo altruísmo está o mais profundo egoísmo." O filósofo e psicólogo Friedrich Nietzsche disse: A quem interessa o discurso em prol das virtudes da fraqueza senão ao fraco? A quem interessa o discurso em prol da caridade senão ao próprio inseguro, potencial necessitado? A quem interessa o discurso da “beleza interior”? A mulher feia! A quem interessa o discurso da vida após a morte? Aos desafortunados da vida real, seja o que o infortúnio significar para cada um! A quem interessa o discurso dos direitos humanos, da caridade, da solidariedade acima da justiça? Em que se baseia a cultura brasileira a favor da tolerância criminosa, do discurso da “justiça” com base na igualdade servil aos direitos humanos para qualquer um em qualquer circunstância? No interesse político em obter votos com a proteção aos criminosos ! A origem dessa tolice está na tolice em não perceber as tolices do cristianismo que é o braço religioso do comunismo e da marginalização da riqueza e dos ricos! Ninguém financia/apoia nada que espera lhe agredir ou trazer prejuízo.
Os socialistas, os comunistas e os representantes da cúpula do Vaticano – baseados na hipocrisia da ética do altruísmo - querem igualar os produtivos e independentes aos parasitas, vagabundos, saqueadores, brutamontes e assassinos; querem adaptar a sociedade aos seus interesses torpes que trata os produtivos como animais de sacrifício e os penaliza por suas virtudes a fim de recompensar seus seguidores (na política, os eleitores) por seus vícios. Nenhum outro tema foi tão encoberto por tantas distorções, conceitos errôneos e descrições enganosas quanto à riqueza e o capitalismo. Poucos sabem o que é o capitalismo, como ele funciona e qual a sua verdadeira história. A maioria é educada para marginalizar a riqueza, dos outros é claro.
A religião-política do Vaticano, o comunismo e o socialismo são variantes da teoria ética do altruísmo que considera o homem produtivo como um animal de sacrifício, sem direito a existir para seu próprio interesse; que servir a outros é a única justificativa de sua existência; que o autossacrifício é o seu dever, virtude e valor moral mais elevado. Isto porque parte do princípio que a equação da riqueza é composta por variáveis de soma zero, a felicidade de um exige o prejuízo de outro(s). O direito do homem existir para o seu próprio bem, pelo seu próprio interesse é automaticamente associado ao necessário sacrifício de outros. A única diferença entre elas está apenas em decidir quem deve ser sacrificado em favor de quem.
As virtudes a que se referem/defendem são: renúncia, resignação, a negação de si mesmo, toda e qualquer forma de sofrimento deve ser admirado, incluindo a autodestruição. É óbvio que a ética altruísta é a antítese da vida.
O socialismo político ou religioso-político não passam de meras hipóteses "bonitas" para uma plateia de incautos, porém absolutamente irreal.
O seu padrão de valor ético se encontra no além-túmulo,
regido por leis ou requisitos de uma dimensão sobrenatural; que diz que o homem
deve aceitar a culpa por não conseguir atingi-la e sofrer durante toda a sua
existência terrena e expiar a culpa de ser incapaz de praticar o impraticável.
A idade das trevas e a idade média são o monumento existencial para esta teoria
ética e atualmente é vista em grande parte da sociedade brasileira, mais
notoriamente nos seguidores do cristianismo, sobretudo nos seguidores da
religião-política do Vaticano. O cristianismo do Vaticano equivale a um serviço
“abnegado” aos caprichos dos outros, não importando se eles permitem ao homem
incluir seus próprios caprichos entre os milhões de outros. De fato preconiza
transformá-lo em um ser totalmente altruísta – sobretudo em prol da riqueza do
Vaticano – pronto para ser devorado pelos outros em prol de um benefício
ilusório pós-mortem. É exemplo de domínio pelo medo e a superstição. A melhor
definição para os seguidores da ética altruísta é que estes equivalem a robôs batendo
sua própria cabeça estagnada contra as paredes da realidade que se recusa a
ver.
Quanto mais inconsciente, mais próximo do paraíso se encontra.
LEMBRETE: Não perca tempo discutindo sobre o oceano com uma
rã. A visão da água para ela é limitada ao espaço em que vive. Igualmente, não
se pode discutir frio com insetos de verão. Não adianta oferecer mel para
moscas que não foram criadas para isso. Aceita que você perderá amigos quando
tornar-se comprometido com sonhos grandes em sua vida; por isso o Lamborghini
tem apenas 2 lugares e o ônibus tem 50. Na vida é preciso aprender a distinguir quem merece uma explicação, quem merece uma resposta e quem não merece absolutamente nada. Não basta ler e entender essas
metáforas e todos os textos desse blog, é preciso incorporar o conhecimento à
vida.





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