“A maior descoberta da minha geração é o fato de que os seres humanos são capazes de alterar a própria vida ao alterar a sua atitude mental” – William James
Sócrates disse: “A vida não reexaminada não vale a pena ser vivida.”
A necessidade de adquirir ou de se proteger do poder e no poder é inata no ser humano, faz parte do seu instinto de sobrevivência, e isso se dá de várias formas por diferentes personalidades. Alguns são especialistas em jogar para a plateia incauta, tal como os populistas “progressistas”. Outros dominam a arte da dissimulação, agem sempre de forma indireta até chegar ao poder, apunhalam pelas costas com o mais gentil sorriso pela frente. Enquanto isso, na política brasileira, a massa incauta supõe que todos os políticos trabalhem para o melhor da civilização, com seus artistas políticos aparentando as melhores das intenções, todavia apenas no palco, no cenário e na roupagem, quase nunca na essência. A verdade é feia e desagradável, aquele que a mostra claramente precisa estar preparado para enfrentar a raiva que vem com o desencanto. A vida é tão dura e angustiante que os políticos mal intencionados criam fantasias (tal como a da picanha) que são vistas pelos incautos como oásis no meio do deserto, todos correm até lá. Há um enorme poder em despertar a fantasia nas massas. Isto é uma potente ferramenta eleitoral no Brasil.
Foi demonstrado por imagem de ressonância magnética funcional que o real é tão percebido/sentido pelo cérebro quanto o imaginário. A realidade é muito cruel e cheia de limitações e problemas, muitos sem solução. Todos morreremos, a cada dia nos tornarmos mais velhos e menos fortes. Não temos como recobrar a juventude perdida e a saúde que se foi com ela. A vida é curta e temos uma quantidade limitada de energia. Obter sucesso requer sacrifício e trabalho árduo. Tornar-se rico e bem-sucedido requer muito tempo e esforço. A proposta socialista oferece a fantasia de uma solução sem esforço e até mais rápida e simples, transferindo toda a responsabilidade para o Estado. Muitos se agarrarão com voracidade a essas ofertas. Na imaginação, podemos viajar para além dessas limitações e entreter todo tipo de possibilidade. Em suma, o que imaginamos tem quase (ou igual) força na química cerebral do que vivenciamos na realidade. Por isso existe um mercado significativo de ilusão, que é muito notório na arte musical e na política vendedora da ilusão socialista. Exemplos de músicas feitas para ilusão: We are The World, Imagine. O discurso de Martin Luther King conhecido como I have a dream conseguiu unir muitos em torno de um único propósito. Há quem diga que este discurso foi plagiado do discurso de Moisés para convencer o povo a fugir do Egito. O discurso de Lula prometendo picanha para todos!
A
massa compra a ilusão de poder ser feliz na pobreza. A artista ganha a empatia deste público. O vaticano é o mestre dos
mestres dessa ilusão.
Somos criaturas propensas a imaginar o tempo todo algo melhor do que as circunstâncias atuais e sentindo algum prazer com a fuga da realidade que a imaginação fornece. Isso torna a “síndrome da grama do vizinho mais verde” inevitável na estrutura psicológica de muitos humanos. Tudo no mundo é dual, o bem, o mal, o bom, o ruim, onde há vantagem também há desvantagem, etc. Este viés psicológico é a fonte de nossa habilidade de pensarmos em novas possibilidades e inovar, de nos sentirmos inquietos e descontentes para nos motivar buscar algo melhor e a nos conformarmos com o que possuímos. Isso é um importante diferencial dos humanos para outros animais, MAS, também tem o poder de atrair muitos para o sonho socialista. Tem o poder de facilitar todas as formas de persuasão contra si mesmo. Os políticos “progressistas” são mestres, consciente ou inconscientemente, de despertar e explorar o descontentamento em seus públicos-alvo a respeito de suas circunstâncias. Os incautos projetam nas promessas do político as próprias fantasias e desejos.
“O homem que tenta ser bom o tempo todo está fadado à ruína entre os inúmeros outros que não são bons.” [Nicolau Maquiavel]
A religião política do Vaticano contribui para a destruição do Brasil. Nós vivemos um período de conformidade contra a riqueza em razão da elevada ignorância.O cristão vive quebrando a cara achando que todos os humanos poderiam ser “ovelhas”! Se fossemos “ovelhas” uns com os outros. Se perdoássemos os pecadores. Os Judeus sabem que os humanos sempre foram, são e serão bons e ruins, que em todos existe o bem e o mal, eles estão sempre de vigia e não aceitam o tudo junto e misturado e não trocam o certo pelo errado e não perdoam incondicionalmente. O amor é importante nas relações pessoais, mas isso não pode significar esperar que o sol brilhe, pois a vida não se dá apenas nestes momentos. Ela precisa de todos os momentos [Johan Von Goethe – 1749-1932]. É preciso estar preparado para tudo a qualquer momento. A vida exige vigilância constante e muito pensamento crítico. Embora o caráter de cada um seja tão único quanto uma impressão digital, é possível notar certos tipos que se repetem e que são especialmente destrutivos. Ao contrário daqueles de caráter cujo aspecto maligno é tão óbvio que é possível identificar a quilômetros de distância, estes são mais ardilosos e estão na política e fora dela como eleitores lutando pelo poder contra os princípios libertários.
“Os
representantes da maioria, isto é da estupidez, nada mais odeiam do que uma
cabeça que reflete” – Hitler – Minha Luta – pág.62
Fatores que influenciam o caráter: a genética; os primeiros anos e o apego formado com a mãe e os que cuidavam de nós (a marca desses anos é profunda); hábitos e experiências à medida que envelhecemos. É importante desenvolver a habilidade de ler o caráter das pessoas com quem se lida. Esta habilidade é fundamental na escolha não somente de alguém com quem casar, ela deve ser usada em tudo, inclusive na escolha em quem votar. Essa habilidade deve ser criada de forma consciente, com estudo. O motivo básico de nossa ineptidão é que tendemos a basear o nosso julgamento naquilo que é mais aparente, é como se observássemos o cenário, o palco, a roupa do artista e nada do artista em si. O caráter vem do fundo da essência de alguém. Em geral pode-se dividir os indivíduos em seguros e inseguros. Somos uma mistura de qualidades fortes e fracas, uns bons outros maus.
Na superfície os
“socialistas” parecem polidos e civilizados. Contudo, por baixo da máscara, lutam
contra frustrações que desejam compensar na vida alheia. Vendo seus interesses
bloqueados, tentam se afirmar de maneiras manipuladoras que pegam os incautos
de surpresa. Alguns se tornam agressivos, intimidando seus opositores para
conseguir o que querem e se dispondo a fazer de tudo para o prejuízo alheio. É
preciso ser um excelente observador dos desejos agressivos destas pessoas que
são numerosos em toda estrutura de poder e na sociedade em geral. É preciso reconhecer os sinais que
indicam os tipos mais perigosos. Não contribua para lhes dar esse poder.
“Político é um tipo de homem cujo único sentimento verdadeiro é a falta de sentimento, ao lado de uma arrogante impertinência e uma descarada arte de mentir” – Hitler – Minha Luta – pág.53.
A
SEGUIR INDICO CASOS DE PERSONALIDADES COM PROPENSÃO A SEREM “SOCIALISTA DE
SHOPPING” OU “PROGRESSISTAS”
O REBELDE IMPLACÁVEL: Na infância, é
provável que uma figura paternal o tenha desapontado, ou tenha sido vítima de valentões, assim passou a desconfiar, detestar e desprezar a autoridade de toda espécie que está no poder. Detestam a autoridade e “amam” os
desfavorecidos. O rebelde implacável não reconhece regras ou precedentes,
seguir convenções é para fracos e maçantes. Sente uma necessidade de vexar a
todos. Não consegue aceitar nenhuma crítica, pois isso tem cheiro de
autoridade. Tudo deve ser nos seus próprios termos. Se contraditá-lo será
considerado um opressor e receberá a carga de seu humor cruel. As pessoas desse
tipo obtiveram atenção na adolescência graças à pose de rebelde e tornaram-se
viciadas nisso. Por fim, só se interessam em agredir o poder que não seja o seu
– nenhum outro interesse pode estar acima do seu. Esses tipos estão presos
eternamente na adolescência. Não se deixe levar pelo fascínio da pose rebelde.
“É não ter
caráter não admitir os maus caracteres existentes neste mundo” – Hitler.
A maioria que se
manifesta com atitude rebelde também tem níveis profundos de insegurança e
autoestima baixa. Sentem-se como se o mundo todo estivesse contra eles.
Precisam reafirmar a sua vontade a todo
custo e resistir a qualquer tipo de mudança. Farão o contrário do que os outros
lhes sugerem. A rigidez em se opor também tem raízes em um medo profundo de mudanças e da
incerteza que essas gerariam. Precisam ter tudo nos termos deles e se sentir no
controle.
O PERSONALIZADOR: Quando crianças, eram
corroídas pela sensação de nunca receberem o suficiente dos pais – amor,
atenção, objetos materiais, etc. Ao crescerem tudo as lembra daquilo que não
receberam. Passam a vida inteira
ressentidas e querem que os outros lhes deem coisas sem que tenham que pedir.
Mantêm-se em guarda. São irritáveis e melindrosas, vivem em desapontamento permanente. São propensas a
levar tudo que os outros dizem para o lado pessoal. Tendem a remoer os
acontecimentos por dias, muito tempo depois de você esquecer algum comentário
inócuo que elas tomaram como um insulto pessoal. Passam anos se vingando.
O IMÃ DE DRAMAS: Quando crianças,
aprenderam que a única maneira de obter atenção duradouros era emaranhar os
pais em seus problemas e crenças, que precisavam ser grandes o suficiente para
mantê-los emocionalmente envolvidos no tempo. Isso se tornou um hábito, a
maneira deles se sentirem vivos e queridos. A maior parte dos humanos prefere
evitar confronto, mas os imãs de dramas anseiam por ele e conseguem sempre se
posicionar como vitimas. Entenda que a maior necessidade deles é envolve-lo em
um drama, que pode ter como estopim a fome no mundo, a desigualdade social, a
vida dos excluídos, etc.
O GRANDE FALASTRÃO: Em essência são pessoas ambivalentes: por um
lado têm um medo secreto do esforço e da responsabilidade necessários para
traduzir as ideias em ação; em contrapartida, anseiam por atenção e poder.
Essas duas facetas vivem guerreando dentro delas. Elas nunca terminam nada que
começam e procuram um otário que faça todo o trabalho duro por ela.
O SALVADOR: Na infância esse tipo
muitas vezes teve de se tornar aquele que tomava conta da mãe, do pai, ou dos
irmãos. Essas pessoas desejam compensar a falta de cuidado que receberam com a
sensação de poder que extraem do relacionamento invertido. Isso estabelece um
padrão: vivem atrás da satisfação no papel de salvador dos outros, e quando
maior o papel do resgate, maior a satisfação. Alguns parecem almejar salvar o
mundo. Acabar com a fome do mundo, etc.. O aspecto negativo é que querem incluir
e controlar todos no mesmo objetivo. É
sempre melhor cultivar a independência e dizer aos salvadores que eles necessitam salvarem-se a si
mesmos.
A mensagem real oculta é: rico não gosta de pobres. Rico é egoísta e malvadão. A pobreza não se deve pela corrupção, administração cleptocrata , mas sim por que os ricos são egoístas e não gostam de pobres. É uma forma ardilosa de desviar o assunto da verdade.
A única
obrigação devida entre os humanos é de honestidade e respeito entre si e com as regras
legais que deveriam ser iguais para todos. Ninguém – nem o Estado - tem o direito de fazer julgamento moral da
riqueza lícita de ninguém para tributá-la ou isentá-la, para uns em face da riqueza de outros,
como um “justiceiro” social, e, com isso, justificar propostas tributárias de fazer o rico de animal de sacrifício de outros.
“Político é um
tipo de homem cujo único sentimento verdadeiro é a falta de sentimento, ao lado
de uma arrogante impertinência e uma descarada arte de mentir” –
Hitler – Minha Luta – pág.53.
“É não ter
caráter não admitir os maus caracteres existentes neste mundo” – Hitler.
“O homem político é repugnante” – Hitler.
Infelizmente, a
maioria entende sinais públicos de fraqueza e vulnerabilidades como sinais de
humildade autêntica, não considera que eles possam ser muito bem pura simulação. A maioria apenas repete a "sabedoria" convencional. Não considera avaliar a fundo nada do que lhes passam como verdade absoluta. Muitos políticos são mestres em produzir espetáculos e usar máscaras e enganam facilmente estes tipos de incautos. O
Imperador Augusto (63 a.c – 14 d.c) no seu leito de morte proferiu essas
últimas palavras: “desempenhei bem o meu papel na farsa da vida?
O MORALIZADOR SIMPLISTA: Quando
criança, muitas vezes foi levado a se sentir culpado pelos fortes impulsos e
desejos por prazer que sentia, pelos quais foi punido e tentou reprimir. Por
causa disso, desenvolveu uma espécie de autoaversão e projeta qualidades
negativas nos outros ou olha com inveja aos que não são tão reprimidos. Não
gosta de ver as pessoas se divertindo. Expressa a sua inveja julgando e
condenando. Para eles os indivíduos são bons ou maus não há meio-termo. Ele
comunica um senso de indignação sobre esse ou aquele exemplo de injustiça, e é
bastante eloquente. Com tanta convicção encontra seguidores para suas
narrativas. É o tipo que mente com convicção. Entretanto, apresenta muitas
rachaduras no verniz da virtuosidade. O
moralizador simplista está em guerra com a natureza humana, incapaz de aceitar
essa realidade. Sua eloquência prospera numa cultura de “correção
política”. Na verdade ele se sente atraído por aquilo que condena. Com certeza um milionário qualquer será alvo da inquisição dele em algum momento.
“O homem “progressista” é repugnante”
O RJ é o Estado com a maior dívida em relação à receita e cobra a
alíquota máxima permitida de 8% para o ITCMD. Os progressistas só observam
problemas na iniciativa privada, nunca destacam as mazelas públicas que
empobrecem o Brasil.
O que compõe a
maneira de parecer “progressista” hoje é diferente a de séculos passados, mas a
essência continua a mesma. No mundo atual, isso significa mostrar-se de mente
aberta, contestar valores claramente corretos só para chamar atenção dos
holofotes se passando de virtuoso e solidário, até mesmo com a fome em outros
continentes.
O EGOISTA FRUSTRADO.: O desejo humano
nunca é um fenômeno individual. Na infância, a criança ao ver a atenção que os
pais lhe davam, as via como um jogo de soma zero. Se um irmão recebesse mais, era entendido com se haveria menos para
outro. Quando um recebia um presente, isto incitava um desejo competitivo
de ter a mesma coisa, antes que acabasse. Se algum objeto ou pessoa não for
desejado por outros, tendem a vê-los com indiferença ou desgosto – como se
houvesse algo errado com eles. Para alguns, isso se torna um padrão para a vida
inteira, e em alguns isso é muito intenso. Se outros estão ganhando dinheiro
graças a algum novo artifício, eles não querem só participar, mas serem os
donos do segredo/negócio. Os psicologicamente opostos sentem o desejo de
aprender, participar e compartilhar da experiência.
O INVEJOSO
Conforme observou Frederich Nietzsche: "aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam ouvir a música." Analogamente: "Aqueles que foram vistos felizes e considerados ricos foram julgados imorais e condenáveis pelos frustrados e invejosos."
“Os representantes da maioria, isto é da estupidez, nada mais odeiam do que uma cabeça que reflete” – Hitler – Minha Luta – pág.62
Eles sempre
querem o que os outros têm, imaginando haver com eles um tesouro escondido.
A raiz da palavra invidia, “inveja” em latim, significa “olhar através, examinar com os olhos como uma adaga.” O significado inicial do vocábulo era associado ao “olho maligno” e à crença de que um olhar poderia mesmo transmitir uma maldição e ferir alguém fisicamente. Alguma coisa lhes falta, e só conseguem imaginar que as outras pessoas lhes estão roubando o que deveriam ter. Como a inveja é uma sensação dolorosa, esses tipos executarão estratégias por toda a vida para mitigar ou reprimir tais sentimentos que os corroem. Vão depreciar tudo que há de bom no mundo, para produzirem para si o falso sentimento de que não há nada por aí que valha a pena invejar, OU criarão a ilusão da independência ao extremo: se não precisarem de ninguém sentir-se-ão menos expostos a situações de inveja. Desenvolvem um olho de águia para tudo o que os outros têm e eles não. Isso se torna a sua paixão dominante. Indivíduos invejosos não conseguem deixar de sentir algum prazer ao saber da má sorte daqueles que invejam. A seguir os tipos mais comuns de invejosos, como eles tendem a se disfarçar e suas formas específicas de ataque: O ELOGIO VENENOSO: exemplo: O sucesso se deveu à ambição pelo dinheiro do capitalista egoísta malvadão e não pelo trabalho em si. Sugerem que fez tudo apenas pelo dinheiro. Elogiam jogando lama simultaneamente no mérito. De maneira semelhante, relacionam seu sucesso a um público visto como desagradável: “os executivos de Wall Street irão adorar”. Eles elogiaram algo depois que o invejado a perder: “Era uma casa tão bonita. Que pena.” É dito de uma maneira que soa compassiva sem conexão com a circunstância. Os invejosos elogiam, mas para extravasar a hostilidade subjacente. O NIVELADOR: É bom em humilhar os poderosos e desvalorizar os pretensiosos. Adoram o discurso dos “progressistas”. Acredita que tem um faro apurado para as injustiças e desequilíbrios deste mundo. Todavia, não reconhece ou aprecia a excelências em quase ninguém, exceto naqueles que já estão mortos. O nivelador tem baixa autoestima e quem conquistou algo na vida o deixa inseguro, diminuído. A inveja que sente por pessoas bem- sucedidas é logo encoberta pela indignação. Alegam que os grandes empreendedores manipulam o sistema, são ambiciosos demais ou têm apenas sorte e não merecem de fato os elogios que recebem. O nivelador associa a excelência com a injustiça como uma maneira de aliviar a própria frustração. A ascensão do poder de John D. Rockefeller é um exemplo emblemático. Em um período relativamente curto (cerca de vinte anos) subiu do poço da sociedade ao homem mais rico do mundo. Como é comum nesses casos, a trajetória e o sucesso dele acabou envolta em muita difamação, calúnia e mitos que os diminuíssem e sujassem o seu sucesso. Se examinassem com atenção concluiriam (dolorosamente para o nivelador) que tudo foi por meio de uma mescla de qualidades como: inteligência fantástica, talento especial, visão criativa, força de vontade pura e incansável de que dispunha para dominar completamente todas as situações rivais que encontrava, e para explorar cada oportunidade que lhe cruzava o caminho. Os Niveladores gostam de humilhar os outros e não aceitam bem as piadas à custa deles. Celebram a baixa cultura e o lixo, já que a mediocridade não lhes incita as frustrações e inseguranças. Além de senso de humor cínico, adoram contar histórias de injustiças infligidas contra eles. O objetivo principal é rebaixar todos ao mesmo nível de mediocridade que ocupam. Isso significa, às vezes, rebaixar não apenas os bem-sucedidos e poderosos, mas também quem está alegre demais, quem dá a impressão de desfrutar demais de tudo, ou quem tem um senso de grande de propósito – algo que os niveladores carecem. Mantenha-se alerta junto a essas pessoas, em especial no local de trabalho, pois elas o farão se sentir culpado pelo seu próprio impulso de buscar a excelência. Todos os excelentes fazem parte da classe opressora. O PREGUIÇOSO ARROGANTE. Pessoas que na infância conseguiam o que desejavam emitindo sinais de fraqueza tornam-se adultos com falta de controle. Sente-se no direito de ter sucesso e coisas boas na vida, todavia como se essas lhe coubessem naturalmente na vida sem sacrifício e trabalho compatível. Eles farão o mínimo e acreditarão que é o suficiente para atrair elogios e atenção. Quando se veem entre os que merecem o verdadeiro respeito, passam da inveja à hostilidade. Eles o caluniarão e sabotarão sem nenhum aviso prévio. O CARENTE DE AUTOESTIMA: Alguns têm opinião depreciativa de si mesmo. Essa opinião serve para lhes acalmar as inseguranças sobre o sucesso na vida. Desse modo, tornam-se muitas vezes passivo-agressivos, mostrando-se melindrados e fazendo os outros se sentirem culpados por não conseguirem o que gostariam de ter ou ser. A maioria das pessoas não quer despender o esforço necessário. São preguiçosas. Querem apenas não fazer nada e justificar isso para si mesmas como se fosse o resultado de alguma grande escolha moral. Esse tipo adora o conceito invejoso dado ao que obteve sucesso de capitalista egoísta malvadão. O VICIADO NO STATUS: Há algo de infantil na atitude deles, como se estivessem revivendo um drama de família em que foram trapaceados por um irmão que possuía algo melhor. Estão sempre monitorando e se comparando com os outros, no entanto, a posição social é o determinante mais importante do amor-próprio. Se o seu status social for superior, eles esconderão a inveja fingindo admirar o seu sucesso. No trabalho, eles atacarão os invejados prejudicando a sua posição dentro do grupo. É como se os invejados ficassem sempre com a sensação de que este tipo de invejoso está sempre atrás pronto para enfiar a faca. Em meio a indivíduos assim, minimize ou esconda o que você tem que possa desencadear a inveja, elogie-as pelas posses, habilidades e status da melhor maneira que conseguir. O VINCULADOR. Em qualquer ambiente de poder, muitos são atraídos àqueles que são bem-sucedidos e poderosos, não por admiração, mas pela inveja secreta que nutrem. Para se aproximarem-se criam vínculos fazendo-se de úteis. O vinculador oculta a inveja por meio da bajulação exagerada. Eles carecem de uma noção clara de propósito na vida. Perambulam por aí e se sentem vazios por dentro, e acabam por invejar aqueles que agem com um senso de propósito, e se vinculam à vida dos que admira, em parte pelo desejo de obterem algo de que sentem falta, e em parte pela vontade de ferir a outra pessoa. A forma de ataque que empregam é reunir informações sobre o invejado que possam espalhar na forma de fofocas para ferir a reputação. O MESTRE INSEGURO. Para alguns, alcançar uma posição elevada lhes valida a auto-opinião e impulsiona a autoestima. Entretanto há aqueles mais inseguros e manter uma posição elevada tende a lhes aumentar as inseguranças, o que eles têm o cuidado de ocultar e ficam com inveja dos outros que considera ter mais talento, até entre os subalternos. No trabalho, preste atenção àqueles acima de você e procure por sinais de insegurança e inveja.